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Mudanças propostas por Flávio reduziriam controle ambiental sobre mineradora ligada ao Master

Emendas de Flávio favoreceriam mineradora ligada ao Master ao enfraquecer fiscalização ambiental

Emendas apresentadas por Flávio Bolsonaro podem abrir caminho para o enfraquecimento da fiscalização ambiental sobre atividades de mineração, segundo críticas de especialistas e parlamentares que acompanham a tramitação das propostas. O ponto mais sensível é que as mudanças beneficiariam uma mineradora vinculada a interesses  do Banco Master de Daniel Vorcaro, ampliando os questionamentos sobre eventual conflito entre atuação legislativa e interesses privados.

As alterações propostas reduziriam instrumentos de controle e de monitoramento ambiental justamente em um setor historicamente marcado por graves acidentes e elevado potencial de impacto socioambiental. Na avaliação de críticos, flexibilizar mecanismos de fiscalização significa aumentar o risco de danos ambientais, reduzir a capacidade preventiva dos órgãos públicos e dificultar a responsabilização de empresas em caso de irregularidades.

O tema ganha ainda mais repercussão porque ocorre em meio às investigações e às suspeitas envolvendo a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Câmara dos Deputados, inclusive, recebeu uma Proposta de Fiscalização e Controle destinada a apurar possíveis irregularidades relacionadas às negociações atribuídas ao senador e ao banqueiro, além da utilização de emendas parlamentares.

O debate também contrasta com o movimento recente do governo federal de reforçar a estrutura de fiscalização da atividade minerária, com investimentos anunciados para ampliar a atuação da Agência Nacional de Mineração (ANM) e o combate a ilícitos no setor.

Caso as alterações avancem, ambientalistas alertam que o precedente poderá enfraquecer a capacidade de fiscalização em um dos segmentos econômicos que mais exigem rigor técnico e acompanhamento permanente. Para os críticos, qualquer flexibilização das regras precisa ser analisada com transparência, sobretudo quando seus potenciais beneficiários mantêm relações comerciais ou políticas com agentes públicos responsáveis pela elaboração das propostas.

Ou seja, fica cada vez mais evidente que Flavio estava cobrando de Vorcaro pagamento por serviços prestados ao maior bandido do sistema financeiro da hsitória do Brasil.


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Moraes coloca Kássio Nunes Marques no centro da crise do vídeo de IA da campanha de Flávio

Bolsonaro tenta se desvincular de vídeo de IA e transfere crise para Flávio no TSE

A estratégia adotada pela defesa de Jair Bolsonaro no caso do vídeo produzido por Inteligência Artificial exibido durante a convenção que oficializou a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro pode produzir um efeito político e institucional que vai muito além da situação jurídica do ex-presidente. Ao sustentar que Bolsonaro não teve conhecimento prévio da peça e que a responsabilidade pela sua produção e divulgação caberia à campanha do filho, a defesa deslocou o foco da investigação para o núcleo eleitoral da candidatura.

Com as explicações apresentadas, a tendência é que o ministro Alexandre de Moraes conclua a etapa de apuração relativa à conduta do ex-presidente e encaminhe ao Tribunal Superior Eleitoral os elementos referentes aos possíveis desdobramentos eleitorais do episódio. Caso isso ocorra, o processo chegará justamente à Corte presidida por Kássio Nunes Marques, ministro que, segundo críticos, tem adotado decisões favoráveis aos interesses de Flávio Bolsonaro em temas eleitorais.

É nesse ponto que a questão deixa de ser apenas jurídica e passa a adquirir um forte componente político. Ao remeter o caso ao TSE, Moraes transfere ao tribunal eleitoral a responsabilidade de decidir se a utilização de Inteligência Artificial durante a campanha configura abuso, propaganda irregular ou outra infração prevista na legislação eleitoral. Na prática, o ministro do STF coloca Kássio Nunes Marques diante de um teste de grande repercussão pública.

Como presidente do TSE, Kássio dificilmente conseguirá escapar do escrutínio. Uma eventual decisão pelo arquivamento poderá reforçar as críticas de que a Corte estaria adotando tratamento distinto para candidatos ligados ao bolsonarismo. Por outro lado, o avanço das investigações representaria um desgaste político para a candidatura de Flávio Bolsonaro em pleno processo eleitoral.

A defesa de Jair Bolsonaro, ao tentar afastar o ex-presidente da responsabilidade pelo vídeo, acabou produzindo um efeito colateral relevante: concentrou a atenção sobre a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Em outras palavras, para preservar o pai, a estratégia jurídica expôs o filho.

O episódio também amplia a pressão institucional sobre Kássio Nunes Marques. Indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro e hoje presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro será observado não apenas pelo conteúdo de suas decisões, mas também pela capacidade de demonstrar independência diante de um caso que envolve diretamente o grupo político responsável por sua indicação ao STF.

Independentemente do desfecho jurídico, o caso tende a transformar-se em mais um capítulo da disputa entre o Supremo Tribunal Federal e o bolsonarismo, agora com um novo elemento: a responsabilidade eleitoral pelo uso de conteúdos produzidos por Inteligência Artificial em campanhas políticas. A forma como o TSE conduzirá essa discussão poderá influenciar não apenas o futuro da candidatura de Flávio Bolsonaro, mas também estabelecer parâmetros para o uso dessa tecnologia nas eleições brasileiras.


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Política

Bolsonaro de papelão digital custará caro para Flávio

A tentativa de transformar Jair Bolsonaro em um personagem onipresente por meio da inteligência artificial pode acabar produzindo o efeito contrário ao desejado pela campanha de Flávio Bolsonaro. Ao recorrer a uma versão digital do ex-presidente para participar de eventos políticos, gravar mensagens e mobilizar apoiadores, a estratégia revela, antes de tudo, a dificuldade do candidato em construir uma identidade própria.

O problema não é apenas tecnológico. É político. Um “Bolsonaro de papelão digital” pode emocionar parte da militância mais fiel, mas dificilmente convence o eleitor que procura respostas para problemas concretos do país. A insistência em reproduzir, ainda que virtualmente, a imagem do patriarca reforça a percepção de que Flávio continua dependente do sobrenome e incapaz de conduzir uma campanha baseada em propostas e liderança próprias.

Além disso, o recurso à inteligência artificial levanta questionamentos éticos e jurídicos. Em um cenário de crescente preocupação com desinformação e manipulação digital, o uso de avatares hiper-realistas de figuras públicas tende a ser observado com atenção pela Justiça Eleitoral. Mesmo quando identificado como conteúdo sintético, o impacto sobre a opinião pública pode gerar controvérsias e alimentar novas disputas judiciais.

Há ainda um aspecto simbólico difícil de ignorar. Campanhas presidenciais costumam buscar transmitir força, renovação e capacidade de liderança. Quando o principal ativo eleitoral de um candidato é uma versão digital de outra pessoa, a mensagem implícita é de fragilidade. Em vez de apresentar um projeto para o futuro, a campanha parece prisioneira da necessidade de reviver o passado.

Para o eleitor moderado, que costuma decidir eleições, a imagem de um Bolsonaro recriado por inteligência artificial pode soar mais como um artifício de marketing do que como demonstração de vigor político. O efeito novidade tende a desaparecer rapidamente, dando lugar à percepção de artificialidade e de falta de autenticidade.

No fim das contas, o “Bolsonaro de papelão digital” corre o risco de se tornar um símbolo involuntário da própria campanha de Flávio: uma candidatura sustentada pela sombra do pai, incapaz de caminhar com as próprias pernas. Em política, avatares podem chamar atenção por alguns minutos, mas dificilmente substituem liderança, credibilidade e capacidade de convencer o eleitorado. E essa conta pode custar caro nas urnas.


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Cavalo de Troia: Milei usou a convenção de Flávio para se promover

A presença do presidente argentino Javier Milei na convenção do PL foi vendida como uma demonstração de força internacional da candidatura de Flávio Bolsonaro. Na prática, porém, o saldo político parece ter sido outro: quem mais lucrou com o evento foi o próprio Milei.

Em meio ao desgaste de seu governo na Argentina, marcado por dificuldades econômicas, protestos e perda de popularidade, Milei encontrou na política brasileira um palco para reposicionar sua imagem junto à direita internacional. Transformou a convenção em uma vitrine para reafirmar seu discurso ideológico, posar como liderança continental do campo ultraconservador e alimentar sua projeção externa.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, assumiu um papel secundário. O foco da cobertura acabou dividido entre o visitante estrangeiro e a família Bolsonaro, enquanto as propostas do pré-candidato permaneceram em segundo plano. Em vez de fortalecer sua identidade política, a convenção reforçou a impressão de que sua campanha depende da mobilização de personagens externos e do capital político herdado do pai.

A estratégia também traz riscos diplomáticos. A participação ostensiva de um chefe de Estado estrangeiro em um evento de natureza eleitoral inevitavelmente suscita questionamentos sobre os limites da interferência internacional em disputas políticas nacionais. Ainda que cada país tenha suas próprias regras, a imagem transmitida foi a de uma tentativa de importar conflitos ideológicos para o cenário brasileiro.

Sob esse aspecto, a metáfora do “Cavalo de Troia” faz sentido. A promessa era de que Milei chegaria para impulsionar a candidatura de Flávio Bolsonaro. Mas, uma vez aberto o “presente”, quem ocupou o centro do palco foi o argentino. Seu discurso, sua agenda e sua própria projeção passaram a dominar o noticiário, enquanto a campanha brasileira ficou em segundo plano.

No fim, a convenção revelou uma inversão de papéis. Em vez de servir aos interesses eleitorais de Flávio Bolsonaro, o evento ofereceu a Milei uma oportunidade de reconstruir sua imagem perante sua base internacional, ampliar sua visibilidade e reafirmar seu protagonismo político. O convidado acabou se tornando o principal beneficiário da festa.

Se havia a expectativa de um impulso decisivo para a candidatura bolsonarista, o resultado foi ambíguo. Milei saiu com mais exposição; Flávio, com mais uma demonstração de que sua campanha ainda busca um discurso e um protagonismo próprios.

Trocando em miúdos, Milei agiu como amigo da onça do  clã Bolsonaro.


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Flávio, perdendo ou desistindo da eleição, Bolsonaro evapora e o bolsonarismo, idem

Derrota ou desistência de Flávio pode acelerar o fim do bolsonarismo

A eventual derrota de Flávio Bolsonaro nas urnas — ou mesmo uma desistência da disputa — teria um impacto que vai muito além de uma candidatura. Representaria um duro golpe na tentativa de sobrevivência política de Jair Bolsonaro e colocaria em xeque a própria capacidade de mobilização do bolsonarismo como força nacional.

Depois de anos apostando na transferência de capital político dentro da própria família, o ex-presidente transformou Flávio em seu principal herdeiro eleitoral. Se esse projeto fracassar, ficará evidente que o bolsonarismo não conseguiu construir uma liderança capaz de manter vivo o movimento sem a presença direta de seu fundador.

Uma derrota de Flávio significaria mais do que perder uma eleição. Seria a demonstração de que o discurso de perseguição, as constantes ofensivas contra as instituições e a estratégia de polarização permanente já não bastam para sustentar um projeto de poder. A incapacidade de conquistar apoio suficiente revelaria o desgaste de uma marca política que, durante anos, viveu da confrontação e da mobilização emocional de sua base.

Caso Flávio opte por desistir da disputa, o efeito simbólico pode ser ainda maior. A renúncia seria interpretada como o reconhecimento de que a candidatura se tornou inviável, seja pelo isolamento político, pela dificuldade de formar alianças ou pelo peso das sucessivas crises que cercam o entorno bolsonarista. Em política, desistências raramente são vistas como gestos estratégicos; quase sempre são lidas como sinais de fraqueza.

Sem um sucessor competitivo, Jair Bolsonaro perderia sua principal vitrine para manter influência sobre o cenário nacional. Sua capacidade de ditar o rumo da direita seria inevitavelmente reduzida, abrindo espaço para outras lideranças conservadoras disputarem esse eleitorado sem a necessidade de se submeter ao comando da família Bolsonaro.

O bolsonarismo, que durante anos se apresentou como um movimento sólido e duradouro, corre o risco de revelar uma fragilidade estrutural: depender excessivamente de um único sobrenome. Se esse sobrenome deixar de ser eleitoralmente competitivo, o movimento pode se fragmentar rapidamente, dando lugar a novos grupos, novas lideranças e novas estratégias dentro da direita brasileira.

Nesse cenário, a derrota ou a desistência de Flávio deixaria de ser apenas um revés individual. Seria o marco de uma transição política em que Jair Bolsonaro perderia protagonismo e o bolsonarismo, tal como foi concebido, começaria a se dissolver como principal força de oposição no país.


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Não é por não ter vice que Flávio está derretendo. Ele não consegue um vice justamente por derreter dia após dia

Antes tratada como um problema de articulação política, a dificuldade de Flávio Bolsonaro para encontrar um candidato a vice passou a ser vista por aliados como um sintoma de uma crise muito maior. A avaliação nos bastidores é que a ausência de um companheiro de chapa não é a causa da perda de força de sua candidatura, mas a consequência direta de um projeto eleitoral que perde apoio e credibilidade a cada nova pesquisa e a cada novo desgaste político.

Na prática, partidos e lideranças evitam se comprometer com uma candidatura cuja viabilidade é cada vez mais questionada. Ninguém quer assumir o risco de vincular sua imagem a uma campanha que enfrenta dificuldades para crescer, acumula crises e encontra resistência até entre antigos aliados. Em política, a lógica costuma ser simples: candidatos competitivos atraem parceiros; candidatos em declínio veem esses parceiros desaparecerem.

Por isso, a falta de um vice acaba reforçando a percepção de isolamento. O problema não começou porque Flávio não encontrou um nome para completar a chapa. Ele não encontra um nome justamente porque sua candidatura vem derretendo dia após dia, tornando-se um investimento de alto risco para qualquer partido ou liderança que ainda tenha capital político a preservar.

Nesse cenário, o vazio ao lado de Flávio na chapa tornou-se um retrato da própria campanha: quanto mais ela perde força, menos interessados aparecem para embarcar nela. Não é a ausência de um vice que explica o enfraquecimento eleitoral; é o enfraquecimento eleitoral que explica por que ninguém quer ser vice.


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Política

Pressionado e isolado, Flávio enfrenta o abandono do PP e do União Brasil

A campanha de Flávio Bolsonaro atravessa um de seus momentos mais delicados. Sob crescente pressão política e diante de sucessivas dificuldades para consolidar alianças, o candidato vê aumentar o risco de perder o apoio de duas das principais legendas do chamado Centrão: União Brasil e Progressistas (PP).

Nos bastidores, dirigentes das duas siglas avaliam que a permanência ao lado de Flávio pode representar um custo político elevado. A percepção é de que a campanha enfrenta dificuldades para ganhar tração, enquanto episódios recentes ampliaram o desgaste da candidatura e alimentaram dúvidas sobre sua viabilidade eleitoral.

A possível debandada de União Brasil e PP representa mais do que uma perda simbólica. Os partidos são peças importantes na montagem de palanques regionais, na distribuição de tempo de propaganda e na mobilização de estruturas políticas em diversas cidades do estado. Sem esse respaldo, a campanha tende a enfrentar ainda mais obstáculos para ampliar sua competitividade.

O isolamento também evidencia uma mudança no comportamento de antigos aliados. Lideranças que antes demonstravam disposição para caminhar ao lado do candidato passaram a adotar uma postura mais cautelosa, aguardando a evolução das pesquisas e o desenrolar das negociações políticas antes de assumir qualquer compromisso definitivo.

Integrantes da campanha reconhecem reservadamente que o cenário se tornou mais complexo. Além da dificuldade para atrair novos apoios, cresce a preocupação com o efeito dominó que uma eventual saída de União Brasil e PP pode provocar, estimulando outras legendas e lideranças a reavaliar sua permanência na coligação.

Caso a ruptura se confirme, Flávio Bolsonaro poderá entrar na fase decisiva da disputa com uma base política significativamente menor do que a planejada, reduzindo sua capacidade de articulação e aumentando a pressão para buscar novos aliados em um ambiente cada vez mais adverso.

Enquanto isso, dirigentes do Centrão seguem adotando uma estratégia pragmática. Mais do que fidelidade a projetos individuais, prevalece a busca por alianças consideradas eleitoralmente mais competitivas. Nesse contexto, o distanciamento de União Brasil e PP é visto por analistas como mais um sinal do crescente isolamento político enfrentado por Flávio Bolsonaro na corrida eleitoral.


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Eduardo Bolsonaro, o socialista de Taubaté

Vivi para ver Eduardo Bolsonaro com um novo visual “global”, tentando vender seu irmão, Flavio, com o mesmo sabor de Lula. Tudo se dá pela dependência, agora negada, por grande parte da Faria Lima.

A estratégia não é nova, ainda está na nossa memória o sofrimento de Bolsonaro em ter que se curvar ao Bolsa Família para tentar fazer frente com Lula, em 2022, e toda uma teia de programas sociais que representam, pela lei natural das coisas, o próprio presidente Lula.

O ataque de Eduardo à ex-apoiadora, Faria Lima, dizendo que ela não passava de uma rede de especulação, vivendo somente de rentismo e agiotagem, é um sinal claro de que a serpente bolsonarista está mordida por não contar com os ratos do dinheiro grosso para alimentar a campanha e o bolso do clã.

Então, travestido numa folhagem verborrágica de um discurso social, Eduardo diz que lucro não é importante, mas sim, a sociedade brasileira, dando um chute no tronco escravocrata que sempre foi símbolo do bolsonarismo por seu histórico racista, exploração da mão de obra dos trabalhadores, em nome das burras dos patrões.

Claro, os próprios párias vegetais do clã sempre foram incoerentes, já que arrotavam diminuição do Estado na busca por redução dos custos da máquina e a manutenção dos impostos, mas os próprios filhos do maior sanguessuga desse país, chamado Jair Bolsonaro, seguiram a mesma boca do pai de se nutrir magistralmente nas tetas mais gordas do Estado, transformando-se em bandidos vegetais.

Todos tinham o mesmo sonho desde criança, crescer e alcançar as copas mais ricas da República, enquanto isso, garganteavam um estadinho para os brasileiros.

A galhaça olímpica do bolsonaro sempre quis distância da plebe raquítica. Daí a fila do osso e a devolução do Brasil ao mapa da fome durante o governo do genocida corrupto.

Seria trágico se não fosse cômico ver o belo trecho de um dos vídeos de Eduardo chamando a Faria Lima de imoral, de antinacional, de egoísta e voraz quando, na verdade, seu pai, com um agiota na pasta da economia, Paulo Guedes, devolveu à miséria absoluta 33 milhões de brasileiros, em nome da transfusão de riqueza para as veias bilionárias do 1% mais rico do Brasil.

Mas sabe como é, sentindo que a essa altura do campeonato, Lula sobe cada vez mais e Flavio segue no sentido oposto, Eduardo resolveu interpretar o socialista de Taubaté, erguendo a divisão de riquezas ao invés do lucro obsessivo dos carrascos da Faria Lima.

Tudo isso para tentar materializar um Flavio achocolatado sabor Lula.


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Lula reage a apoio de Rubio a Flávio e desafia: “Venha fazer campanha no Brasil”

“Que monte um comitê”, diz Lula ao provocar Rubio após manifestação em favor de Flávio.

Lula reagiu com ironia às manifestações de apoio do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, à candidatura de Flávio Bolsonaro, afirmando que qualquer tentativa de interferência externa na política brasileira será recebida com firmeza. Durante um evento público, o presidente afirmou que Rubio tem todo o direito de expressar sua opinião, mas ressaltou que as decisões sobre o futuro do Brasil cabem exclusivamente ao povo brasileiro.

Ao comentar as declarações do chefe da diplomacia norte-americana, Lula disparou: “Se ele quiser apoiar o Flávio, que monte um comitê e venha fazer campanha”. A frase foi recebida com aplausos por apoiadores e interpretada como uma resposta direta às críticas e manifestações de integrantes do governo dos Estados Unidos favoráveis ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O presidente aproveitou a ocasião para reforçar o discurso de defesa da soberania nacional. Segundo Lula, o Brasil mantém relações diplomáticas com diversos países, mas não aceita pressões ou tentativas de influência sobre suas instituições democráticas e processos eleitorais. Ele destacou que divergências políticas devem ser resolvidas internamente, por meio do voto e do debate democrático.

A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas entre Brasília e Washington, alimentadas por críticas de autoridades americanas a decisões do Judiciário brasileiro e por manifestações de apoio a lideranças da oposição. Integrantes do governo avaliam que a estratégia é transformar eventuais interferências externas em um argumento favorável ao discurso de defesa da autonomia nacional.

Aliados de Lula afirmam que a reação do presidente busca demonstrar confiança política e evitar que o tema ganhe maior relevância eleitoral. Para o Palácio do Planalto, a participação de autoridades estrangeiras no debate político brasileiro tende a produzir efeito contrário ao desejado, fortalecendo a percepção de que o país deve conduzir seus assuntos sem tutela externa.

Com a ironia dirigida a Rubio, Lula procurou transmitir a mensagem de que apoios vindos do exterior não substituem a vontade popular e que a disputa eleitoral será decidida pelos eleitores brasileiros, e não por autoridades de outros países.


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Eduardo Bolsonaro antecipa derrota de Flavio a 72 dias da eleição

Uma declaração do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acabou provocando forte repercussão política ao ser interpretada como um reconhecimento antecipado das dificuldades enfrentadas pela campanha presidencial de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao afirmar que “não haverá eleição em 2030” caso Flávio seja derrotado em 2026, Eduardo vinculou o futuro do sistema político brasileiro diretamente ao resultado da disputa presidencial, em uma fala que chamou atenção tanto pelo tom quanto pelo momento em que foi feita.

A declaração ocorreu 72 dias antes do primeiro turno das eleições e foi publicada nas redes sociais após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi tomada depois que o senador leu, durante uma transmissão ao vivo, uma carta atribuída ao pai, o que, segundo o ministro, poderia representar descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente.

Ao afirmar que apenas uma vitória de Flávio garantiria a realização de eleições futuras, Eduardo acabou alimentando interpretações de que o próprio núcleo bolsonarista reconhece o cenário eleitoral adverso. Para analistas políticos, a necessidade de apresentar uma eventual derrota como uma ameaça ao futuro institucional do país pode indicar preocupação crescente com o desempenho da candidatura e com a dificuldade de ampliar seu eleitorado para além da base mais fiel do bolsonarismo.

A fala também reforçou a estratégia adotada por integrantes da família Bolsonaro de transformar decisões judiciais e embates com o STF em elementos centrais da narrativa eleitoral. Em vez de concentrar o debate em propostas de governo, o discurso mantém o foco na polarização institucional e na mobilização do eleitorado mais alinhado ao ex-presidente.

Nos bastidores, a declaração repercutiu como mais um episódio de tensão em uma campanha que já enfrenta desafios políticos e jurídicos. Com pouco mais de dois meses até a votação, o episódio amplia o debate sobre a estratégia do PL e evidencia a aposta da campanha em manter a narrativa de confronto como principal instrumento de mobilização eleitoral.

Soma-se a isso, o fato de Flavio Bolsonaro se ver isolado dentro do próprio campo da direita, porque não está conseguindo palanque em vários estados, enquanto Lula já tem palanque em todos os estados.

Para piorar, Eduardo Bolsonaro comemora a conquista do Green Card para viver para sempre nos EUA, confirmando que não tem a menor esperança da vitória de Flavio.


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