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Tiro de misericórdia

Para muitos, a candidatura de Flavio Bolsonaro à Presidência da República foi reduzida a um meme depois da gargalhada coletiva ouvida em Brasília, como se fosse um gigantesco panelaço.

Enquanto Flavio foi aos EUA, numa busca desesperada por um apoio qualquer de Trump, mesmo num bilhetinho do tipo, não posso lhe atender, mas apoio você.

Valdemar da Costa Neto, presidente do partido de Flavio, entregou sua cabeça na bandeja com um tiro de misericórdia na testa em plena GloboNews, ao vivo e a cores, para o rigojizo dos que sempre souberam que esse engodo é um corrupto mentiroso desde que foi funcionário fantasma como “primeiro emprego”

Para quem não sabe, o filho mais velho de Jair Bolsonaro cursava faculdade e fazia estágio no Rio de Janeiro, mas ocupava emprego público em Brasília, no gabinete do PPB, partido pelo qual o pai era deputado.

A entrevista do presidente do PL, no programa Estúdio i, de Andreia Sadi, além de produzir um número sem fim de gargalhadas nas redes, gerou uma gigantesca crise política dentro do universo de apoio a Flavio ao desmentir, categoricamente, a versão do senador miliciano sobre o escândalo que envolve o rachadinha e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nos bastidores, o episódio foi classificado como um verdadeiro tiro de misericórdia na narrativa de defesa do primogênito do Jair.

O tal papo de que Flavio teria ido à casa de Vorcaro, já caneludo eletrônico, pôr um ponto final e encerrar a relação, após descobrir as investigações e prisão domiciliar do agiota, foi praticamete estraçalhada por Valdemar da Costa Neto.

De cara, Andreia Sadi perguntou se Flavio foi mesmo à casa de Vorcaro cobrar o restante do dinheiro prometido, Valdemar foi suscinto, grosso, e disparou, “sim, ué. Fazer o quê?”.

O impacto na crise política que Flavio já vive, foi a de quem levou um soco que o nocauteou como remédio para seu enrolo, que produz quedas relevantes nas pesquisas após revelação do seu áudio a Vorcaro.

O fato é que Valdemar fez um estrago político ainda maior na imagem de Flavio, colocando em xeque, inclusive, a própria candidatura do infeliz e, a partir de então, não se fala de outra coisa no país que não seja esse quadro cômico de Valdemar na GloboNewss.

Um troço desse não tem volta. Não há como reverter uma fratura dessa dimensão em que Flavio se encontra com credibilidade zero, após ter sido desmentido publicamente pelo presidente do seu partido. Assim, Flavio perde qualquer sustentação na opinião pública e o isolamento político e eleitoral, que já ocorria com a queda nas pesquisas, rachou ainda mais sua já espatifada campanha.


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Vídeo comédia: Valdemar da Costa Neto entrega Flavio, ‘foi visitar Vorcaro para receber o resto da grana’

Valdemar da Costa Neto, em mais uma crise de sincericídio, foi um colírio para quem quer ver Flavio Bolsonaro na cadeia.

Na GloboNews, perguntado por Andreia Sadi sobre a visita de Flavio a Vorcaro, o especialista no assunto, Valdemar, não precisou de muito tempo para entregar a rapadura e, de pronto emprego, tirou da cartola um elefante e o colocou na cristaleira de Flavio.

Na verdade, Valdemar utilizou algumas opções na base do mais do mesmo, confirmando um quadro contínuo de corrupção e lavagem de dinheiro que foi aplicado por Flavio, utilizando como biombo o tal filme do azarão.

A entrevista virou mesmo o assunto do dia por causa do sincericídio de Valdemar. O contraste entre o esforço de Flavio Bolsonaro para parecer sério e a sinceridade de Valdemar na GloboNews, foi o que mais gerou piadas e memes nas redes.

Confira o vídeo comédia:

https://www.tiktok.com/@g1/video/7643925535264935186?is_from_webapp=1&sender_device=pc


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Flávio Bolsonaro e filme Dark Horse estariam na delação de Vorcaro e teriam função

Comentarista da GloboNews, revelou ter sido informado que os milhões repassados pelo dono do Master ao senador foram citados em sua delação premiada como sinal claro a um ministro do STF

Oescândalo Master ganhou um novo capítulo, aparentemente avassalador, na tarde desta segunda-feira (18). O jornalista e comentarista Octavio Guedes, da GloboNews, revelou uma reviravolta no caso que envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Segundo Guedes, a polêmica história do repasse de R$ 61 milhões ao parlamentar, sob o pretexto de financiar o filme Dark Horse, já consta formalmente na proposta de delação premiada do banqueiro.

A estratégia por trás da inclusão desse anexo, no entanto, vai muito além de uma mera confissão: trata-se de uma manobra política cirúrgica para encurralar o relator do caso no Supremo Tribunal Federal, o ministro André Mendonça.

A “bomba”: xeque-mate no STF
Durante o programa Estúdio i, Octavio Guedes detalhou como a menção ao filho “zero um” de Jair Bolsonaro (PL) foi desenhada para criar um labirinto ético e político para Mendonça, magistrado que foi indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro sob a alcunha de “terrivelmente evangélico” e que é profundamente submisso ao clã.

“A informação que eu tenho é que o filme e o dinheiro dado a Flávio Bolsonaro constavam, ou constam, na proposta de delação do Vorcaro… Então, estava lá essa história do filme, e que isso foi visto como uma manobra pra constranger o ministro André Mendonça… Veja bem, o Ciro Nogueira não tinha as provas necessárias pra falar do Ciro Nogueira, não tem nada sobre o Alcolumbre, mas o Alcolumbre a gente não sabe se tem ou não, mas do Ciro com certeza deveria ter… E por que se preserva o Ciro e deixa o Flávio? Na leitura que se faz, essa seria uma forma de constranger o ministro André Mendonça a recusar uma delação porque… Se ele recusa, o André Mendonça, vão dizer ‘ó lá, é porque tá entregando o Flávio Bolsonaro’… Ele ficaria constrangido em recusar… O André Mendonça dizendo ‘não quero essa delação’, vão dizer ‘ah, ele não quer essa delação porque tem o Flávio Bolsonaro, porque você foi indicado pelo Bolsonaro’”, explicou Guedes.

Se aceitar a delação contendo Flávio Bolsonaro, Mendonça autoriza uma investigação que asfixia o clã que o alçou ao STF. Se recusá-la, mesmo que por critérios estritamente jurídicos ou falta de consistência, será imediatamente acusado pela opinião pública e pela oposição de agir como um escudo blindado para proteger o filho do ex-presidente.

PF já sabe mais do que o delator oferece
A manobra do banqueiro, contudo, esbarra no avanço das investigações da Polícia Federal, que já mapeou a rota financeira do Banco Master e as conexões de Vorcaro em Minas Gerais e Brasília. De acordo com o comentarista da GloboNews, o ministro do STF não deve ceder facilmente ao blefe.

“O André Mendonça sabe que o que foi oferecido não tem nem 10% do que ele já sabe pela Polícia Federal”, complementou o jornalista.

O escândalo dos R$ 61 milhões e o filme Dark Horse
Para além do xadrez jurídico, o cerne do esquema envolve uma teia que mistura o mercado financeiro, o submundo das fraudes bancárias e o entretenimento. Investigações anteriores, acompanhadas de perto pela Fórum, apontam que o repasse milionário de Daniel Vorcaro a Flávio Bolsonaro foi mascarado por meio de contratos com a produtora do filme Dark Horse.

A empresa teria recebido, em sua conta e registro nos EUA, os R$ 61 milhões sob a justificativa de captação e produção cinematográfica. No entanto, o volume de dinheiro, a rapidez das transações e a total desconexão do senador com a indústria do cinema acenderam os alertas dos órgãos de controle financeiro (Coaf) e da PF. De acordo com a Forum, o montante é apontado pelos investigadores como um suposto pagamento de propina ou venda de influência política para favorecer os negócios do Banco Master junto a fundos de pensão e órgãos governamentais durante a gestão passada.

Agora, com as cartas na mesa, a proposta de delação de Vorcaro deixa de ser apenas uma peça jurídica e passa a ser uma arma de pressão política que coloca o STF e a família Bolsonaro, mais uma vez, no centro do furacão.


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Política

Tribunal da mídia e o jornalismo de convicção

No Brasil, a grande mídia se acha mais que um poder da República, mas o poder supremo sobre tudo e todos.

O jornalismo de convicção opera com o único rito onde a sentença sai antes do processo, a prova atrapalha a tese e o juiz é o dono da emissora.

A hierarquia que o tribunal da mídia inventou para si produz aquele powerpoint pornográfico, feito na base da “convicção”, totalmete alheio à realidade.

Andreia Sadi pediu desculpas sem fazer qualquer correção. Estava ela lá decalcando o powerpoint de Dallagnol sem se preocupar com o ridículo e, por esse ridículo, pagará pelo resto da vida.

Na verdade, para a população, foi ela quem meteu o chamegão e levou aquele troço ao ar, a partir de uma outra convicção, a de que a Globo é intocável, e quem estiver no bonde, como maquinista, idem, tem imunidade midiática automática.

Mas a coisa não foi bem assim, algo saiu errado. Sadi foi espinafrada em questão de minutos, com uma chuva de repúdios de internautas, a ponto de fazer a moça tirar o time de campo, apagando a sua conta nas redes sociais.

Não só ela, a direção do império dos Marinho, que se acha o primeiro poder da República, sentiu o tranco.

Eles devem ter percebido que esse primeiro poder está somente na cabeça deles, mas ainda ssim, dão uma no cravo, outra, na ferradura.

E o padrão segue. A tal “fonte próxima”, acusa. Mas a fonte não tem nome, não tem prova, não tem rosto, não tem nada e, lógico, produz um rio seco.

O passo seguinte, é a manchete, “Escândalo abala governo”, quando, na verdade, só abala a redação dos mancheteiros de plantão, mesmo que o comentarista contratado solte o clichê “isso é gravíssimo”, não sabe explicar por que é gravíssimo. Então, apela-se para a convocção do lavajatismo midiático.

Mas o limite bate palmas e acorda os desavisados.

O fato é que esse primeiro poder caiu de podre com a prisão de Bolsonaro. Os sintomas de sua falência são justamente o ataque coordenado ao Supremo, sobretudo a Moraes.

O raciocínio é simples, Bolsonaro é golpísta, genocida, corrupto, do pai aos filhos, mas é nosso, porque a Faria Lima (agiotas, fintechs e PCC), acha que mil Lulas não valem um Bolsonaro. Os motivos? Não tem graça comentar.

Chamar o STF de ditadura da toga, não cola. Ditadura que deixa golpista na TV, como Paulo Figueiredo, correspondente da GloboNews, nos RUA, não é só burrice, é escassez de solução para algo que não tem remédio, então, cria-se o “STF em crise”, em garrafais.

Lula abraça o fim da jornada 6 x 1 e a manchete, ignorada pelos trabalhadores e pela imensa maior massa do povo braileiro, é a de sempre, mercado não gostou.

A solução concreta é dizer a verdade como “Lula acerta na economia”, mas o cachimbo já entortou a boca dos barões da mídia, e a boca já nem fecha, mesmo diante de assinantes, eleitores que cansaram de convicção. Essa gente quer informação real e não fantasia.


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Política

A pergunta que os GloboNewsers não fizeram para Lindbergh Farias

A mídia brasileira, como sabemos, é um espetáculo de ensaboagem, em bom português, carrega em sua cartilha bíblica a ordem central dos barões do jornalismo industrial.

É mais importante esconder determinadas notícias que podem afetar os principais anunciantes do que fabricar escândalos em série contra os desafetos.

O encontro de Andreia Sadi do powerpoint, Malu Gaspar, Otávio Guedes, Ana Flor e Valdo Cruz com o deputado vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias, merece nota.

Tudo foi perguntado, tudo foi questionado, e Lindbergh, além de responder a tudo com precisão, colocou várias minas explosivas para que os pés de anjo da GloboNews pisassem naquela espécie de “não me toque” para que a pergunta derradeira surgisse naturalmente, mas os jornalistas levitaram como o Gasparzinho, fantasminha camarada para não pisar em minas.

Se o Banco Central não fosse “independente”, como era no passado antes de Bolsonaro entregá-lo às raposas do sistema financeiro, Vorcaro conseguiria fazer o que fez?

Não! Claro que não.

Campos Neto, que era o objeto em questão, suscitado em matéria do Globo por Malu Gaspar, nem presidente do BC seria. Aliás, nem ele, nem Galípolo. Os dois são nomes de um mesmo novelo do sistema financeiro privado, que é quem dá as cartas na taxa Selic que esfola o bolso do trabalhador brasileiro com os juros reais mais caros do mundo, no faz me rir da ciranda de poucos, meia-dúzia que explodiu de ganhar dinheiro com recordes sobre recordes durante o governo Bosonaro, onde Paulo Guedes, a mando de Bolsonaro, devolveu o Brasil ao mapa da fome, enquanto os banqueiros com banquete dos bem-aventurados, servia os maiores leitões da agiotagem nacional.

Isso nunca havia acontecido no Brasil, enquanto o Banco Central era público.

Sob qualquer hipótese, guiado nas sombras pelas forças invisíveis, o Banco Central, com uma compra mais do que atípica, escancaradamente criminosa não mereceu, já na saída, tal observação do chamado grupo garantidor.

Claro que houve um acordo entre os grandes banqueiros do famigerado grupo “garantidor” com Vorcaro, do contrário, o Banco Master jamais daria um passo para o aumento em espiral da fortuna de Vorcaro que acabou nessa meleca toda.

O fato é que or jornalistas da GloboNews, na entrevista com Lindbergh, fizeram questão de esquecer que foi Bolsonaro quem entregou a rapadura aos banqueiros amigos.

Isso é o que podemos definir como batalhão de choque do sistema financeiro brasileiro dentro das quatro linhas da mídia nacional.

Banco Central “privatizado” no do povo, é refresco,


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O PowerPoint reverso do beija-mão de Sadi a Bolsonaro

A inacreditável powerpointista, Andreia Sadi, no beija-mão de Bolsonaro, o genocida que matou por covid mais de 700 mil brasileros, que se encontra preso por tentar dar um golpe de Estado no Brasil e assassinar o presidente Lula, o vice Alckmin e o mistro do STF, Alexandre de Moraes, além de uma gama incontável de casos de corrupção, singelamente, depôs na GloboNews que o vizinho do assassino de Marielle acertou na escolha de Flavio rachadinha para se candidatar à Presidência da República para imitar o próprio pai.

Para o borrão mental de Sadi, o glorioso e radiante, Bolsonaro, no exercício de sua delinquência, botou na roda o seu primogênito dos esquemas de peculato e formação de quadrilha, porque é um ótimo gestor de rachadinha e um exemplar gestor dr milícia a ponto de medalhonar, dentro da prisão, o chefe do escritório do crime, Adriano da Nóbrega, a mando do pai, além de Fabrício Queiroz, que operacionalizava o esquema do clã.

Não bastou a preciosa lambada que Sadi levou com o powerpoint contra Lula e ter a infeliz ideia de encher de louvores um bandido como Bolsonaro, mostrou com isso um critério inteligentíssimo de usar gato morto para bater em Lula até o gato miar. Vai ser dissimulada assim lá na casa do vizinho de Bolsonaro, que sabemos todos, matou Marielle.

Parece que a moça quer colecionar uma gama de terioas próprias para agradar o chefe dos chefes, remodelando o fôlego para bombar a mesquinhez da emissora e se resignar com um meticuloso instrumento de ataque à inteligência nacional.

Não, não é fraqueza de caráter, a pobrezinha mimosa, uma flor de fraqueza rapinante, apenas quis exteriorizar chufas de ódio e desprezo pelos próprios assinante da TV dos Marinho.

Agora, é esperar o rebote e ver se ela aguenta o repuxo ou dar linha na pipa, como fez depois da campanha empreendida contra Lula com seu powerpoint pornográfico.


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Quem é Caiado na fila do pão?

Nem alguns supostos aliados do governador de Goiás,deram crédito à candidatura do ilustre ninguém, chamado Ronaldo Caiado quando este anunciou que concorrerá ao Planalto.

A mídia, que aguarda cair do céu uma suposta terceira via, idealizou um Caiado que não existe na vida real.

A forçação de barra de Otávio Guedes, na GloboNews, foi a pérola da semana, utilizando malabares no contorsionismo retórico para criar um personagem, colocado a empurrão na fila do pão, quando, na verdade, esse produto político está com preço de saldão carimbado na testa via pesquisas.

Com todos os descontos possíveis que se pode dar a um moribundo, Caiado só foi capitalizado como um candidato competitivo no plano virtual pela torcida da Globo.

Caiado é um galo cego, ungido nas redações da mídia, que nem cantar sabe. Portanto, a operação Caiado, criada pela midia, está presa no fundo do poço sem qualquer chance de substituir Flavio na disputa com Lula.

Isso não passa de uma indicação desesperada da direita burra que habita as mentes da casa grande. A realidade, porém, nega que, enfim, a mídia encontrou um candidato competitivo da fábula midiática da terceira via.

Caiado não passa de uma montagem mal-ajambrada de um espantalho, desconhecido para a imensa maior parte do povo brasileiro.


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Vídeo: Lula responde à Globo e mídia corporativa: “Vai fazer PowerPoint?”

Presidente fez clara alusão ao episódio da GloboNews, que forçosa e falsamente o colocou no escândalo do Banco Master com uma “arte”, para depois pedir desculpas pelo erro

presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante um ato oficial de inauguração de obras e escolas conectadas, nesta segunda-feira (30), em Brasília, debochou abertamente das ações da mídia corporativa que sempre objetivam prejudicá-lo politicamente, usando como referência desta vez o episódio do farsesco e infame PowerPoint da GloboNews que o colocou como envolvido central no escândalo do Banco Master, há uma semana, gerando tanta turbulência que a emissora sentiu-se obrigada a confessar o “erro” e a pedir desculpas ao estadista.

“A Globo, o SBT, a Band, a Record, não vão fazer um PowerPoint mostrando isso aqui… Seria maravilhoso se fizessem um PowerPoint mostrando cada coisa que nós fizemos… Seria extraordinário, mas não vão fazer… Eu nem sei se eles captaram todas as informações que foram passadas aqui… Nem sei… Porque hoje, o fuxico, tem mais incidência que a verdade… O que foi dito aqui, se vocês acompanham a internet, vai ter mais gente destruindo o que foi falado aqui do que gente construindo o que foi falado aqui… E o que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer com isso que, se nós não tivermos capacidade de sair daqui com as informações que nós recebemos e fazermos o debate, que precisa fazer, a gente poderá permitir que os mentirosos de sempre indulzam a sociedade a uma mentira”, disparou o presidente. Com Forum.


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Vídeo: Andreia Sadi e a emenda emporcalhada da Globo em que o soneto virou um borralho ainda pior

Num “pedido de desculpas” falsificador, inóquo, que está repercutindo de forma pior do que o powerpoint para a Globo, Andreia Sadi não teve como esconder que a Globo sentiu o amargo do refluxo venenoso.

Mais do que isso, mostrou que a sociedade não vai mais aturar farsas jurídicas, midiáticas, comandadas pelas grandes redações, como ocorreu com as farsas grotescas, do mensalão e da Lava Jato.

A Globo, agora, já deve ter entendido que não dá mais para cutucar a onça com vara curta, porque terá troco em dobro ou triplo em intensidade e força.

O que a Globo fez é de uma sujeira infinita. Para piorar, tentou limpar a merda que produziu e espalhou ainda mais excremento e cheiro fétido.

Em última análise, tentou limpar uma gigantesca cagada com espanador e está apanhando mais do que apanhou quando exibiu aquele borralho decalcado de Deltan Dallagnol, que lhe custou um processo de Lula em que foi obrigado a pagar uma indenização ao presidente.

A maneira com que Andreia Sai “explica” esse chorume golpista, numa picaretagem contínua, ficou, como em outras obras primas da lambança nacional, ainda mais mal-ajambrada, pois ao fim e ao cabo, acaba dizendo que o império dos Marinho é uma zorra. Isso, para não dizer a verdade de que jamais haverá democracia no Brasil enquanto existir a Rede Globo, tocada pelos piores pachecões, que andam cada vez mais atravessados na goela do povo.

A estrelinha da GloboNews piscou mais que vagalume, num clima de penumbra cambaleante, pior, a patativa dos Marinho, que trouxe uma versão oca dos fatos, teve como limite guinchos sem dar nome aos bois que foram colocados naquele powerpoint de maneira estúpida e de quem foi escamoteado.

Ou seja, tocou uma harpa sem cordas, surrada, pobre de palavras e longe, muito longe do sentido íntimo que a revista televisiva, explicitamente, tentou carimbar.


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A grande mídia, metabolicamente falando, é parte do bolsonarismo

De 2023 até então, Bolsonaro, que tinha plano de matar o presidente da República, Lula, o vice, Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes, além do golpe de Estado para sobreviver e sustentar o corpo do clã, promoveu um conjunto de reações químicas que, agora, ocorrem nas células de uma organização criminosa viva para transformar em poder o que existe de mais facínora na vida nacional.

Nisso, está incluído, além do antigo bolsonarismo, do agro, da milícia, do peculato, da formação de quadrilha e dos assassinatos, a grande mídia, a Faria Lima, as big techs, as fintechs e os comandos criminosos, como revelou a operação Carbono Oculto da Polícia Federal. a gora, é tudo uma coisa só.

O objetivo é sequestrar o Estado e saquear o país da forma mais vil, como vimos nos quatro anos do governo Bolsonaro em que ele loteou as insituições do Estado para se manter de pé.

Houve uma profissionalização desse bando e, junto, o aprofundamento do desleixo com qualquer tipo de imagem ética ou coerência.

O tal powerpoint da GloboNews, tentando construir a fórceps a participação de Lula no esquema bilionário de Vorcaro e o Banco Master, é de um ridículo sem fim. Mas quem na Globo está preocupado com o ridículo?

O importante é catabolizar a imagem construída por Lula em seus três mandatos e, de quebra, anabolizar a imagem de Flavio, do seu pai e de todo o clã, mesmo que não tenham feito nada na vida além de mamar nas tetas do Estado e usá-lo para ser saqueado pelos próprios.

O escandaloso crescimento do patrimônio da família Bolsonaro mostra a que nível chegou  temperatura corporal dessa falange. Por onde eles passaram, absorveram e mudaram o sentido do funcionamento do Estado que lhes permitiu fazer uma fortuna incalculável.

Em resumo, podemos afirmar que o metabolismo do clã Bolsonaro, hoje, é mais forte que qualquer célula criminosa no Brasil e permite manter viva, crescer e se dividir em várias frentes, o que já ocorre dentro dos organismos do Estado brasileiro, inclusive nas entranhas dos três poderes, junto com o preço fixo que a conexão entre Bolsonaro e mídia estabeleceu de forma deliberada para dissipar o PT, Lula ou qualquer um da esquerda que se aventure a se manter no poder.

Detalhe, Wassef e Queiroz nunca estiveram tão ativos como nessa nova configuração da milícia bolsonarista em nome do prjeto Brasil/Muzema.


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