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Globo, Vorcaro e Banco Master, tudo a ver

O comentarismo da GloboNews anda tentando, aravés de muita fisioterapia, tirar a calça pela cabeça, sob a coordenação motora dos Marinho.

Um de cada dez fatos ligando explicitamente a direita a Vorcaro e ao Master, incluindo a Globo, como foi fartamente denunciado pela imprensa independente, mostra uma faixa elástica de extrema resistência entre Vorcaro e o Grupo Globo, incluindo o jornal Valor Econômico e os rapapés de Vorcaro em evento oficial do império Globo em Nova York, patrocinado pelo próprio Vorcaro.

Isso é uma tentativa de reabilitação da imagem de Bolsonaro que, junto com Tarcísio de Freitas, bolsonarista, recebeu de Vorcaro direto em suas contas o valor de R$ 5 milhões, oriundos do mar de lama que envolve o sistema financeiro e o Banco Master de Vorcaro.

Não há resistência possível da Globo que sustente narrativas enviesadas e coordenadas para dar a amplitude ao esquema e enfiar Lula e o PT nessa possilga.

O mecanismo da Globo, nesse caso, projetado para prevenção e tonificação da própria imagem, é progressivo, usando várias cores e níveis crescentrs de manipulação.

Os exercícios contorsionistas variam de acordo com o comentarista da GloboNews que, através de frases de efeito, realiza uma borracha termoplástica na língua na tentativa de t5ransformar a seco o produto da corrupção, envolvendo a direita, sobretudo a bolsonarista e o Master em uma indeterminada, manipulada, mal-ajambrada inclusão de Lula num elo inexixtente entre a esquerda e Vorcaro.

Ou seja, dependendo do seu uso, na boca dos boquirrotos da Globo, o dano político tem que ser focado na reeleição de Lula, a partir de uma cirúrgica projeção perespiritual com sistema próprio que retorne para o governo Lula aquilo que o governo escancarou e que chapiscou na Globo.

O importante é que o telespectador compre, mesmo que de leve, uma versão absolutamente absurda, malandra, mas principalmente criminosa para que a punição oas culpados de toda a roubalheira de Vorcaro, produza efeitos adversos contra quem denunciou o esquema.

É o bandido tentando prender o juiz, o delegado, o policial para livrar a própria cara.

Assim é fácil.


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Andreia Sadi, uma gringa evangélica na Sapucaí

O colunismo de política no Brasil erra tanto quando quer catequizar os telespectadores e leitores, que o cipó aroeira acaba acertando a própria bunda.

Eles, os jornalistas, num só evento nas suas linhas gerais, confundem samba com rumba, porque essa é a grande verdade que norteia os modernos comentaristas da GloboNews, por exemplo, onde a sonoridade da bateria de uma escola que prima por um ideal antifascista, é transformada em pedra que atrapalhará a candidatura de Lula à reeleição.

Essa alma maquinizada pela central de jornalismo da Globo é uma das principais correntes de navegação num mar de bosta, porque como essa gente gosta de falar merda!

Mas Andreia Sadi conseguiu ser pior que Andreia sadi. Vestida de pudica evangélica tentou emplacar as latinhas da Acadêmicos de Niterói numa ponte com o Palácio do Planalto, mesmo à distância.

Então, tome besteira multiplicada por mil, dominada pela natureza bruta da ignorância sobre aquilo que comentará.

A moça, coitada, que tem uma cultura sofrível, conseguiu em torno de si todos os adjetivos de uma pessoa idiota, intelectualmente atrofiada, republicadora de asneiras dentro do estrito espaço da mediocridade nacional.

Quando ela tenta sugerir uma interferência do governo Lula no desfile da escola que o homenagiou, Sadi não resiste e sapeca, ao vivo e a cores, as maiores sandices colossais, mas sobretudo coloniais de uma gringa evangélica na Sapucaí, ganhando o troféu mundial de comigo ninguém pode, quando o assunto é ignorância sistematizada por ouvir o galo cantar sem saber aonde.

Seu relatório não trouxe um esboço de realidade, ao contrário, só mostrou que, para falar da cultura brasileira, do desfile de escolas de samba, ela é um poço de estupidez.


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É SioNews, mas pode chamar de GloboNews: Essa gente chama Maduro de ditador, mas chama o genocídio em Gaza de conflito 

Nesta quinta-feira, quando Lula, em entrevista concedida à Daniela Lima, do Uol, disse que A, derrotado por Dilma Roussef em 2014, iniciou uma campanha de ódio no Brasil contra ela para golpeá-la com uma guerra midiática em apoio a Aécio. Lula sintetizou a vingança e o orgulho ferido de Aécio, mas também da própria embriaguez democrática da grande mídia.

Os gritos de Aécio ecoaram nos microfones e holofotes como alguém possuído por ódio até então adormecido, imperando o próprio fratricídio político do idiota, que acreditou que tinha a faca e o queijo na mão para derrubar Dilma e assumir seu lugar na Presidência da República.

Aécio virou um pudim de cachaça diante dos olhos do Brasil. Dilma foi golpeada por uma onda machista nunca antes vista, comandada por um homem contra uma mulher, como bem disse Lula.

Na verdade, Lula, nesse trecho da conversa, tira os rótulos da direita, mais ou nreacionária, já que Aécio era vendido como centro-direita, mesmo que seu rosto explicitasse ódio fecundo de extrema direita, sem qualquer colunista da Globo, principal veículo de massa no Brasil, o corrigisse ou ao menos o indagasse se aquele era o comportamento de quem, minutos após sua derrota, tinha sangue nos olhos.

O sujeito ficou pequeno e ninguém o avisou, para que todos que o vissem gritando, esboçasse qualquer traço de comportamento democrático,

A questão é que essa direita profunda, que desenha realidades a seu bel prazer, mostra-se extremamente “ponderada” para comentar o genocídio cometido por Israel em Gaza, chamando de conflito aquela carnificina sionista de mulheres, mas sobretudo de crianças palestinas.

Esse jornalismo da província natal sempre foi o princípio, o meio e o fim da direita, qualquer direita de uma geografia política que interpreta graus de radicalidade com uma visã propositadamente enviesada para provocar vertigem na população brasileira.

Essa prática de manipulação sempre foi o principal trunfo e triunfo do sionism no mundo e tais “deuses” sempre falsificaram a verdade simbolizando a glória fétida de Israel, o mesmo Estado colonial de Israel que todo santo dia esmaga a população civil na Palestina.

A mídia age ao mesmo tempo como maçã e serpente e. ao contrário de esclarecer o genocídio,  prossegue tratando a limpeza étnica de um exército contra uma população indefesa.

O asco é tanto que em mim causa repulsa automática, que me impede de ver e ouvir comentaristas cretinos falarem coisas sobre qualquer assunto sem qualquer credibilidade.


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Política

Com suas platitudes modorrentas, GloboNews segue tratando Maduro como ditador e Trump como vingador

A GloboNews, a seu modo, está passando pano para o ataque dos EUA na Venezuela, que resultou no sequestro de Maduro e sua esposa.

Nem o número de vítimas civis fatais, dentro de casa, pelo Exército dos EUA, aqueles comentaristas, que passam o dia todo comentando platitudes sonolentas, ousam falar.

É muito bromato na massa para apresenar uma embalagem com conteúdo vazio aos velhos moldes de manipulação dos Marinho. O máximo que chegam é falar de an passam que Trump descumpriu leis e acordos internacionais, mas o tratam como um vilão boa praça, amigo da garotada, com uma aura de vilania café com leite, sendo apresentado como presidente dos Estados Unidos, enquanto o agredido e sequestrado Nicolás Maduro é diuturnamente tratado como um ditador que oprime seu povo.

Isso segue uma cartilha padrão pró-imperialista, marca inconfudível do império Globo, parceiro de décadas e propagandista oficial dos EUA no Brasil, sem falar que a Globo é a principal responsável pela representação da indústria norte-americana de cultura de massa e fomentadora do pior nicho cultural importado daquele país.

Não espere ouvir nada além de comentários sem qualquer importância no debate nacional sobre os atos do Exército norte-americcano e as consequências para a Venezuela e toda a América Latina.

A Rede Globo de Televisão nasseu com essa missão, a de ser a máquina de propaganda do império no Brasil.

Os comentaristas não podem deformar tanto os fatos, mas fazem pior, omitem informações como se fatos graves não tivessem acontecido na Venezuela a mando de Trump.

É um troço pavoroso. Com uma crítica meia boca a Trump e um martelete tilintando que o grande vilão da história é o próprio Maduro.

É inacreditável alguém se sujeitar a cumprir esse papel em nome da manutenção do emprego, mas essa é a condição sine qua non para fazer parte do colunismo da GloboNews.


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Política

O soldado sionista, Andre Lajst, virou arroz de festa na Globonews

Que a mídia mundial é totalmente esburacada e pró-sionista, até os intermúndios sabem.

Mas a Globonews parece tratar de um dos maiores vigaristas da propaganda sionista como alguém que habita no universo das divindades.

A ideia é jeca, mas ainda assim os cacoetes do soldado sionista, André Lajst, estão sempre traindo o esperto.

O bafo sionista entrega o sujeito que, sem perceber, trai sua fala “comedida” e tremelica de paixão na hora de falar de Israel.

É como se diz por aí: “tem muito amor envolvido”

Lógico que ele, a seu modo, gosto e tempo aberto, desce a mamona no Irã e justifica o ataque de Israel ao Irã, para o ,gozo dos idiotas de plantão como sempre defendeu o direito de Israel assassinar crianças na Palestina na “guerra contra o Hamas”

Ou seja, o salafra espinoteia de riso diante do genocídio de palestinos, incluindo crianças, bebês em Gaza, promovido pelo exército de zumbis sionistas que carrega na alma a frase que virou slogan em Israel: “não há inocentes em Gaza”, numa justificativa macabra e nojenta da desumanização das crianças e mulheres palestinas.

A Globonews, em requinte de crueldade, convida a figura para dar sua versão na guerra de Israel X Irã, um papa da mistificação sionista que sempre apoiou o genocídio em Gaza.

A imagem em destaque fala por si.


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Política

Marçal pode ter sua candidatura cassada por confessar crime eleitoral na GloboNews

A coisa é séria!

Marçal gesticula demais para mostrar personalidade e experiência política que não tem. Tanto não tem que acabou entregando de bandeja a rapadura para a jornalista Julia Duailibi.

Não estamos falando de uma bizarrice charlatã em que o coach diz, num podcast, que tentou ressuscitar duas pessoas em velório. Marçal pode ser cassado pela justiça eleitoral por não perceber que confessou crime.

A lei não permite a prática de premiar em concursos de cortes por não admitir qualquer pagamento que não seja declarado. Feito com caixa 2, grana que a campanha não pode usar. Fora isso, é abuso de poder econômico que Pablo acabou confessando que fez à Julia Diailibi na GloboNews.

Agora é aguardar o que a justiça eleitoral decidirá.

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Boulos, na GloboNews, esbanjou sabedoria e conhecimento da alma profunda de São Paulo

Boulos, na GloboNews, esbanjou sabedoria e conhecimento da alma profunda de São Paulo, que apesar de uma elite de merda, a pior do mundo, é a força motriz da nação.

O carisma de Boulos, falando de sua própria cidade com muita finura e atento às questões sociais, sobretudo dos mais pobres, é comovente, porque é caloroso.

Com Boulos, mesmo quem está fora de São Paulo, aprende, de forma clara, a diferença entre o povo paulistano e os papa-finas da Faria Lima que, aliás, já arrastaram asas para o rei do pó, Pablo Marçal.

Ou seja, a elite paulista é uma goma grossa de gente de mau gosto, sem qualquer grandeza social, que prefere ser orientada por um pensamento espúrio contra a própria sociedade paulista, demandado por um sujeito que nada sabe sequer da plástica da cidade.

Boulos realmente desabrochou na sua entrevista na GloboNews, norteando a sabatina, com requinte de um Sócrates, inspirado na era da democracia corintiana, o que mostra que tem que ser muito requintado para entender a sociedade e não um monumento de estupidez apresentado por Pablo Marçal e a indiferença de Nunes, quando o assunto é a massa do povo, a que produz, a que mostra nos olhos, logo nas primeiras horas do dia, que arregaça as mangas, põe os pés na terra e trabalha para dar os moldes à cidade, que tem talento inato para o desenvolvimento.

É esse senso de arte humana que mostra o tamanho de Guilherme Boulos. Sem máscaras alheias de quem finge não saber os problemas sociais gigantes que a cidade tem, por conta da lenha que as classes dominantes sempre reservaram às camadas mais pobres da população.

Boulos, em sua fala cirúrgica, passa a limpo a cidade de São Paulo, revelando que nele circula um sangue verdadeiramente paulistano e não o da central do império econômico de São Paulo chamado Faria Lima, que ajoelha no milho para o cafajeste, ligado ao submundo do crime e condenado e preso por bandidagem contra bancos e velhinhos.

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Opinião

Sentiu!

Ainda é cedo para afirmar que Pablo Marçal, comportando-se como uma caricatura de Bolsonaro, que foi, como candidato e presidente, uma caricatura de Trump, terminará como Russomano, muito menos estamos aqui destituindo o camarada se ele levar avante essa tática de uma anta raivosa, que nada sabe e se coloca como crítico de quem lhe faz as perguntas em sabatinas.

Sua maquete pública foi feita nesses moldes, nunca diz nada que preste. Nenhum sopro de genialidade ou mesmo de obviedade.

Pablo Marçal é visivelmente insignificante. É ele quem está provando nesse seu personagem de Rolando Lero que não há qualquer projeto para São Paulo ou mesmo para Getulândia. Seu caso é sério, é daqueles que despertam até os gansos, porque Pablo não debate, vive com o apito na boca para soprar contra quem lhe espreme, como se fosse um alto coturno da época da ditadura. Ele é simplesmente um idiota que se acha mais inteligente do que ele próprio, um Apolo do capitalismo moderno que pode fazer do tesouro paulista um cofre de Dubai insignificante.

O sujeito tem defeitos sérios de comunicação, ao contrário do que reza a lenda. Joga na base do lá lá lá e se convence ter na mão um royal street flush.

Ele esteve péssimo em vários momentos na sua sabatina na GloboNews. Conseguiu a célebre façanha de apanhar até de Gerson Camarotti, quando perguntado se não sabia quem era seu coach boryboard, Renato Cariani, que está empepinado na justiça com o suposto envolvimento na produção de cocaína.

Aliás, Pablo e cocaína parece que viraram uma coisa só. Por isso, os vídeos apresentados por Tabata, se não são uma obra prima, tornaram-se inimigos do esperto.

O fato é que, quando ele apelou para o “mas o Lula” roubou trilhões plagiando o Olavão, o grandioso coach mostrou-se um camundongo assustado, datado, vago, autossegregado, assinalando o rumo que seus toques de corneta devem seguir daqui por diante.

O pior obstáculo de Pablo Marçal ficou evidente nesta segunda, na GloboNews, é o próprio Pablo Marçal.

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A Globo, historicamente racista, quis colocar em Lula a pecha de preconceituoso porque presidente exaltou o batuque e o tambor

De onde a GloboNews tirou a ideia de que, citar o batuque brasileiro e os tambores magnéticos desse país, que são sim, o principal símbolo da cultura brasileira, a principal representação da alma profunda do Brasil, é depreciar alguém associado a esse mágico universo?

A régua da Globo não poderia ser outra, pois o seu histórico de preconceito racial se confunde com o próprio preconceito contra os negros no Brasil. Foi essa a reação da GloboNews quando Lula exalta uma mulher negra premiada no programa Aprendiz, na Alemanha.

Não foram poucos os ataques que as Organizações Globo fizeram ao movimento negro. Não foram poucas as críticas à emissora por jamais ter um negro como protagonista de suas telenovelas. Menos ainda foram poucas as puxadas de orelha, como Milton Nascimento, no programa do Fautão e Mv Bill no programa de Serginho Groismann. Ambos reclamaram da ausência de negros na plateia. Sem falar, lógico, da comemoração esfuziante da vitória eleitoral de Bolsonaro em 2018, Bolsonaro que, durante aquela campanha, no Clube Hebraica do Rio, comparou os quilombolas a animais, falando dos seus pesos em arroba.

Não vale a pena citar aqui todos os episódios de racismo em estado puro, praticado pela Globo, mas é bom sublinhar que, até hoje, a Globo não se conforma com a política de cotas para negros nas universidades.

Dito isso, não há como não lembrar que foi, no governo Lula, que os tambores brasileiros, protagonizados, em corpo e alma pelos negros, foram lustrados e levados ao patamar máximo da cultura brasileira, como ocorreu com os pontos de cultura. Um programa absolutamente revolucionário, que a Globo fez questão de ignorar, porque, ela sim, tem o preconceito tatuado na alma e, dele, não quer se libertar.

Mas, há uma outra passagem de Lula, antes mesmo de ser presidente pela primeira vez, que pode ser vista no documentário Entre Atos, que serve de exemplo, quando ele diz que morria de inveja de um amigo, que trabalhava com ele, e fazia do corpo um tambor, num batuque hipnótico. Certamente, essa percepção arguta que o levou, mais tarde, já como presidente, a introduzir o programa Cultura Viva, pontos de cultura, tendo como pilar central os tambores seculares desse país, coisa que a redação da GloboNews não tem a menor ideia, como ficou flagrante nos comentários de Eliane Cantanhêde e Aline Midlej, um mais infeliz do que o outro para atacar Lula.

A Globonews foi de uma infelicidade inacreditável quando tratou o batuque e o tambor como coisa menor. Isso que está estampando na fala patética herdada do nosso colonialismo cultural. O preconceito inequívoco aqui é com os tambores brasileiros pra achar que citá-los é ofensa.

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Vídeo: Quando a verdade vem da GloboNews

Bolsonaro espalhou nas redes que foi ele quem liberou os brasileiros em Gaza. O Idiota fez o mesmo na guerra entre Rússia e Ucrânia, quando afirmou em sua ida à Rússia, que ele tinha parado a guerra.
Pois bem, ninguém deu confiança, somente o gado premiado. Levou fumo na eleição porque acredita em suas mentiras.