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Vivi para ver a grande mídia em peso se associar à nata da bandidagem carioca

As esfuziantes manchetes desta quinta, 30, que, em garrafais,  ofereciam a cabeça de Lula na bandeja, não escondiam a total adesão à campanha de Flavio Bolsonaro, do clã de bandidos mais famoso do Brasil.

Mas isso não é sequer 10% do novelo que está por trás desse rolo que, hoje, opera no Congresso como operava até dias atrás na Alerj sob o comando de Flavio, que só está sendo totalmente desbaratado pelo desembargador Ricardo Couto, governador interino do estado do Rio de Janeiro que, somente no primeiro escalão, degolou mais de 1.600 cabeças da medusa bolsonarista carioca e fluminense.

Fato esse escanteado pela grande mídia em clara proteção à imgaem dos Bolsonaro.

O suplício de Flavio no Rio está apenas começando, pois o desembargador segue agora fazendo um pente fino e, junto, uma faxina no segundo escalão.

Ou seja, nesse esquema do clã Bolsonaro na Alerj tem contraventor de todo sabor, tamanho e gosto. Todo tipo de bandidagem carioca e fluminense tem um representante na Alerj sequestrada pelo clã Bolsonaro. É coisa de gangsters mesmo.

A faxina no esquema do governo Claudio Castro, pau mandado dos Bolsonaro, está fazendo barba, cabelo e bigode.

Também por isso, Flavio começa a rifar Castro para tentar estancar a sangria. E tudo issso é colocado pela mídia, em suas matérias, de forma protocolar para que o cheiro de esgoto do esquema comandado pelo clã no Rio não contamine o ar político no Brasil inteiro.

Sim, porque a catedral bolsonarista era a Alerj, e ela está sendo literalmente demolida por Ricardo Couto, com risco de contaminar o esquema de Flavio no Congresso, dominado por bolsonaristas sob a mesma batuta de Jair.

Isso revela que a direita, mas sobretudo a grande mídia nunca desceu tão baixo.

Todos sabem que políticos de direita não têm projeto de pais, vivem do patrocínio corrente do lobby das grandes corporações que não querem saber de Brasol, mas de seus interesses.

Ao fim e ao cabo, o que se viu nesta quinta no Congresso foi uma espécie de monumento de ações praticadas pela bandidagem carioca dentro da alerj que está sendo varrida pelos grileiro da milícia, do tráfico, do bicho, dos assassinos de aluguel.

Sem o menor pudor, a mídia romancista, aliada de Flavio contra Lula, quer apssar a ideia de que Flavio é apenas um senador que se candidata à Presidência da República em um capítulo da guerra ideológica entre direita e esquerda, não é, e a mídia sabe, de cor e salteado, a teia de criminosos que o clã Bolsonaro comanda no Congresso como comandou na Alerj, mostrando quais os valores e tons morais que a mídia industrial no Brasil opera como propaqgandista dessa gigantesca facção.


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Grande mídia quer um STF para chamar de seu

Absolutamente viciado na cachaça lavajatista, Alessandro Vieira, relator da CPI do crime organizado, deu um bico nos próprios modos para jogar para a torcida bolsonarista/lavajatista, atacando o STF, e sapecou uma mironga de interesses que denuncia logo de quem se trata esse camarada, a ponto de levar uma carraspana do presidente da CPI, Fabiano Contarato, que rejeitou seu relatório panfletário contra o STF.

Tudo isso só ocorreu, porque o sujeito possui bons olhos para saber para onde e como anda a maré e entendeu que a Globo Powerpoint está revoltadíssima, assim como os jornalões, com o STF, mas sobretudo com Moraes, por conta da independência do Supremo no caso que envolve a prisão de Bolsonaro e sua tropa de pilantras.

A mídia mandou o recado, quero um STF que prenda quem ela não gosta, como ocorreu na farsa dantesca e ridícula do mensalão e como bengala judicial, a própria Lava Jato.

Ou seja, o senador Alessandro Vieira, adestrado por Sergio Moro, parceiro da grande mídia, pegou carona com o bonde de ataques ao STF vindos da mídia em nome da Faria Lima.

Estamos diante de um problema não da lei, mas daqueles que não aceitam a lei para si e ainda querem impor uma lei suprema para os desafetos.

A mídia precisa de um Supremo para chamar de seu.


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O que foi mais rápido, a morte do Sicário de Vorcaro na cadeia ou essa notícia sumir da grande mídia?

Uma pergunta que ninguém faz, quem financia o silêncio da mídia?

A mídia é muito mais perigosa naquilo que ela esconde do que no que ela noticia de forma enviesada. Isso acaba dando em nada, porque, pouco ou nada se cobra do clero midiático sobre essa particularidade,  a meu ver, criminosa, pois é um meio de compactuar com um erro ou mesmo com um crime abstendo-se de noticiar e, logicamente, comentar determinados fatos.

O suposto suicídio do sicário de Vorcaro é um daqueles casos cabulosos, porque quando se imagina a cena descrita de forma displicente, como num comentário banal pela mídia que, normalmente, usa um fato como esse de maneira escandalosa quando lhe interessa, o que, em nós, triplica instintivamente em uma análise crítica.

Mas se o assunto insiste em ficar na superficialidade publicada, há na sociedade uma acomodação que revela um sentimento que, se o assunto não é mais mencionado, é porque ele não existiu ou é de pouca importância. E não é esse o caso da morte de Luiz Felipe Moraes Mourão, o sicário de Daniel Vorcaro.

Assim, a coisa fica na base do dito pelo não dito, e um caso como esse cai no esquecimento da vida nacional para o interesse de quem?

Uma suposta queima de arquivo, feita da maneira que foi, instantânea após sua prisão, jamais mereceria o descaso de uma mídia minimamente comprometida com o povo.


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Escolhendo Flavio e não Tarcísio, Bolsonaro dá um mata-leão na grande mídia

Não há como reconfigurar essa dura realidade para a mídia brasileira, que já havia ocupado seu lugar na tribuna de honra da eleição de 2026, enviando um recado para a sociedade, o de que Tarcísio de Freitas era seu candidato para enfrentar Lula.

Na verdade, a mídia ofereceu um produto que não tinha como entregar e, com isso, os Marinho e cia. acabaram telegrafando a jogada que ajustava a imagem da direita à sua própria fábula e, de lambuja, arremessava Bolsonaro e seus filhos no piche.

Deu tudo errado. A mídia, agora, amarga um amarra-bode de quarta-feira de cinzas, sem candidato para se contrapor à candidatura de Lula, sobrando apenas a satanização ao aumento do salário mínimo para tentar fazer um arranhão qualquer na imagem de Lula, com futurologia pateta daquela velha forma de terrorismo do homem do saco, do velho da porteira, da mula sem cabeça e de outras divindades do submundo folclórico.

Na prática, ali na batata, a mídia está com as mãos vazias para jogar pedra em Lula, já que seria uma desmoralização total apoiar Flavio Bolsonaro, suas rachaqdinhas, sua fantástica fábrica de chocolate, sua relação direta com assassinos como Adriano da Nóbrega e outros milicianos como Queiroz, herdados do esquema de peculato e formação de quadrilha do seu pai, hoje, carta fora do baralho numa cadeia da Federal.

Fico imaginando o tabuleiro de xadrez na frente dos barões da mídia na busca por uma solução tão crua de uma bomba que caiu sobre as suas cabeças.

Não há espaço para ser ocupado nesse novo desenho, o que significa que não há como prometer nada para os endinheirados numa nova remessa de beneces, já que Bolsonaro enfiou toda a direita dentro do mesmo caixão que enterrou a candidatura de Tarcísio.

Ora, a poucos metros dali essa realidade gritava. Bolsonaro não daria de graça seu espólio para ninguém que não fosse do seu próprio templo familiar.

Lógico, a mídia não admite que foi de uma ingenuidade infantiloide de acreditar que poderia substituir o maldito Bolsonaro por um bendito Tarcísio.

A mídia sonhou com esse milagre e, agora, enfrenta uma verdadeira loucura, porque após a redemocratização, é a primeira vez que ela se encontra em um não lugar na disputa eleitoral.

A Globo e congêneres ficaram no vácuo, porque foram diretamente atingidas por um mata-leão empregado coletivamente por Bolsonaro no pecoço daqueles que, de olho no pescoço de Lula, esqueceram de investir em sua própria guarda.

Deu no que deu. A mídia se encontra num nonsense total.


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Política

Moral da Malu: Com a direita toda na cadeia por tentativa de golpe, a grande mídia será a adversária de Lula em 2026

De postos de gasolina a fintechs, o crime se infiltrou no dia a dia dos negócios do Brasil.

Um Congresso que não suporta um raio-x em que deputados e senadores de direita turbinam suas contas, dentro e fora do Congresso, com trajetórias criminosas, a direita brasileira morreu, sequer tem candidato à Presidência da República para disputar com Lula.

A confrmada candidatura de Flávio pode passar por algumas cirurgias e ele mudar de ideia e a direita não terá quem ela possa declarar amor.

Essa é a visão do inferno para a direita brasileira. Basta interpretar cada personagem que se destacou na direita do Congresso para perceber que há uma frustração generalizada diante da caótica situação em que se encontra esse modelo de cloaca no Brasil.

Após meses alimentando notícias de que Tarcísio seria o candidato da Faria Lima e afins, a mídia já se convenceu que ele á carta fora do braralho na disputa presidencial.

Bolsonaro não entregou a rapadura, por saber, e com razão, que uma vitória de Tarcísio lhe custaria uma traição que a alta burguesia lhe cobraria.

Mas Bolsonaro cortou as asinhas de Tarcísio para ao menos, mesmo que inativo na cadeia, continuar alimentando a imagem de líder dos reacionárioa brasileiros.

Em síntese, não há saída. A direita demorará muito tempo para fazer o dever de casa varrendo o clã  Bolsonaro da vida nacional ou amargando um ostracismo nunca antes visto no Brasil

Essa conta já foi feita pela oligarquia e pelos meios de comunicação que operam no modo contenção para que Lula liquide a fatura do jogo no primeiro tempo com uma goleada histórica e carregue a tinta num governo  mais à esquerda, mais pró-trabalhadores, com mais mecanismos de distribuição da riqueza nacional para o máximo possível de brasileiros. Ou seja, tudo o que as classes economicamente dominantes não querem nem ouvir falar.

É cedo para dizer como será a atuação da mídia industrial diante desse qudro trágico para a direita, mas uma coisa é certa, ela não jogará leve para colher algum fruto que ainda pode salvar. Se consguirá, diante de uma sociedade cada vez mais crítica a esse modus operandi, são outros quinhentos.


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Política

A ordem nas redações da grande mídia é, se Lula é a favor do Brasil, nós somos contra

Quanto mais a mídia se depara com a realidade de não ter candidato para enfrentar Lula em 2026, mais escolhe o lado de Trump e EUA na guerra das tarifas.

A mídia vestiu a indumentária bolsonarista e desinforma a população jogando nas costas de Lula a responsabilidade da tarifa de Trump contra o Brasil.
O crescimento eleitoral de Lula e o aumento de sua popularidade, alertaram a mídia para um inevitável 4º mandato do presidente.

O pânico aumentou quando, numa dose máxima de realidade, verificou-se que Lula não tem e não terá candidato da direita para enfrentar em 2026

Agora, a ordem é adicionar o nome de Lula na lista dos “culpados” pela tarifa de 50% que Trump quer enfiar no Brasil.

Como sempre, a mídia edita a verdade visando produzir ângulos sobre o mesmo fato para que este possa ser entendido pela opinião pública a partir de seus interesses ideológicos, todos voltados a defender o neoliberalismo bíblico.


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Política

O cacarejo da mídia de banco contra Lula confunde análise política com desejo pessoal

Jamais espere de um Merval Pereira alguma coisa minimamente sensata ou realista, mesmo no sentido banal de uma roda de boteco. Merval nem para isso tem estofo.

O jornalista mantém a mesma praga contra Lula há trinta anos e confia no seu agouro pestilento quando, ano após ano, anuncia que Lula acabou, morreu politicamente.

Quando vejo os Mervais da mídia da Faria Lima dando extrema-unção política em Lula, eu sempre lembro do grande Príncipe do Samba, Paulinho da Viola “Há muito tempo eu escuto esse papo furado dizendo que o samba acabou, só se for quando o dia clareou”

Mas a imbatível grande mídia brasileira é desprovida de vergonha própria.

Não tendo como defender a direita, que é parte das grandes redações, assassina politicamente Lula com tiros de festim, com barulho de estalinho e fumaça de incenso.


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Não foi isso que vimos nos jornalões depois da “pesquisa” Quaest onde, pela metodologia do todos contra um, no caso Lula, até o entrevistado e o entrevistador poderiam ser potenciais candidatos à Presidência da República em 2026.

É uma espécie de cédula em aberto e em branco. Vale qualquer nome dependendo apenas da vontade do freguês.

Nesse caso, o inelegível Bolsonaro pode ser um candidato imbatível até se tiver na solitária da Papuda. Vale tudo!

A partir da forma de pesquisa da Quaest, a rapaziada da república das redações, meteu o pé na jaca nos seus desejos mais inconfessáveis e se lambuzou de cômicas análises sobre a possibilidade do bom velhinho, Papai Noel, lhe entregar de presente, no natal, uma Ferrari zero.

Essa gente, para tentar convencer seu público que o Sargento Garcia pode prender o Zorro, faz de suas análises uma zorra em favor do apatetado Garcia.

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Política

A grande mídia nativa tortura a notícia para moldá-la a gosto

A mídia manipula notícias para ajustar interesses específicos.

Isso pode ocorrer por meio de seleção tendenciosa de fatos, enquadramento narrativo ou omissão de informações, muitas vezes para alinhar-se a agendas políticas, econômicas ou ideológicas.

Isso quando não cria fatos e conta histórias a partir de seus interesses
Exemplos incluem manchetes sensacionalistas ou cobertura desproporcional de certos eventos.

No entanto, nem toda a mídia envelheceu assim; há, mesmo que raros, veículos que heroicamente buscam objetividade, embora a influência de visões seja um desafio constante no jornalismo.

A mídia, muitas vezes, distorce ou manipula as informações para atender a interesses específicos ou promover certas agendas.

Fato Criado: O Canal X divulga uma “investigação exclusiva” alegando que a empresa estatal de energia, EnergiBR, está à beira da falência devido a “má gestão” e “corrupção desenfreada”. A história é baseada em um relatório interno “vazado” (na verdade, feito por uma consultoria ligada ao canal) que exagera números de prejuízo e omite investimentos recentes da empresa.

História Contada: Durante semanas, o Canal X exibe reportagens sensacionalistas com títulos como “EnergiBR: O Ralo do Dinheiro Público”. Entrevistas com “especialistas” (todos unidos ao partido aliado) reforçam que a privatização é a única solução. Imagens de apagões antigos, fora de contexto, são usadas para criar indignação.

Dados positivos, como registros de produção de energia renovável, são ignorados.

Interesse por Trás 

Comercial: As reportagens geram alta audiência e cliques, aumentando a receita publicitária.

Político: A narrativa enfraquece a confiança na EnergiBR, pavimentando o caminho para sua privatização, beneficiando empresas privadas ligadas ao partido aliado.

Impacto: O público, sem acesso a informações equilibradas, passa a apoiar a privatização, mesmo que isso contrarie seus próprios interesses de longo prazo, como tarifas de energia mais altas.

A mídia frequentemente foca no tema da corrupção porque ele gera impacto emocional, choca o público e confunde a opinião pública, facilitando a manipulação da narrativa.

Por que a corrupção é um tema recorrente

Choque e Engajamento: Escândalos de corrupção despertam emoções fortes (raiva, desconfiança), aumentando cliques, visualizações e debates. Isso é vantajoso para a mídia comercial, que lucra com audiência.

Confusão Deliberada: A complexidade de casos de corrupção, com detalhes técnicos e narrativas contraditórias, pode desorientar o público, tornando-o mais suscetível a manipulações ou desinformação.
Instrumento Político : Focar na corrupção permite que a mídia ataque ou defenda grupos específicos (políticos, empresas), alinhando-se a agendas ideológicas ou econômicas.

Demanda Pública: O público, especialmente em contextos de crise, tende a exigir “justiça” contra corruptos, ou que pressiona a mídia para amplificar esses casos, o mesmo que de forma sensacionalista.

Como a corrupção é usada para moldar narrativas?

A mídia pode selecionar quais casos de corrupção destacar, omitir contexto ou fatos exagerados para direcionar a opinião pública. Por exemplo, você pode focar em um partido político enquanto ignora irregularidades de outro, criando uma percepção de que a corrupção é exclusividade de um grupo.

Exemplo

Cenário: Um jornal online, “Notícias Já”, quer desestabilizar um governo que regula grandes empresas de mineração, setor que financia o jornal.

Caso de Corrupção: O jornal publica uma série de assuntos sobre um suposto esquema de desvio de verbos na Secretaria de Educação, envolvendo um aliado do governador.

A “prova” é um áudio vazado (editado para parecer incriminador) de uma conversa do aliado com um empresário.

O jornal omite que o áudio foi tirado de contexto e que o empresário está ligado a uma mineradora.

Narrativa Construída: As manchetes gritam: “Escândalo na Educação: Milhões Roubados das Crianças!”. Reportagens mostram escolas precárias (de anos anteriores, sem relação com o caso) e entrevistam “pais indignados” (selecionados por sua posição política). O caso é apresentado como prova de que o governo é “corrupto e ineficiente”.

Choque: Imagens de escolas em ruínas e notícias de “roubo” geram revolta.

Confusão: O público não entende os detalhes técnicos do suposto desvio, mas associa o governador à corrupção.

Resultado: A opinião pública pressionou pela renúncia do governador, beneficiando a oposição e as mineradoras, que querem menos regulação.

Interesse por Trás: O jornal ganha cliques e apoio financeiro das mineradoras, enquanto a narrativa enfraquece um governo que lhes é desfavorável.

Realidade

No Brasil, o tema corrupção é central nas coberturas jornalísticas, especialmente desde operações como a Lava Jato. Relatórios da Transparência Internacional (2024) mostram que a percepção de corrupção é amplificada por coberturas midiáticas sensacionalistas, mesmo quando os índices de irregularidades não aumentam.

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Política

Sobre o papel da grande mídia na farsa da UTI de Bolsonaro

Quem acompanha atento a internação de Bolsonaro na UTI do hospital DF Star, chega à conclusão de que ele não foi e não é atendido por uma equipe médica, mas por um ajuntamento de tietes colegiais.

Aquela UTI mais parece uma alegre feira de peixe. O troço tem até sanfoneiro de dedo duro e padre fake.

Para a mídia industrial, tudo parece 100% normal e verídico.

Quem quiser uma análise mais aprofundada sobre essa internação de Bolsonaro na UTI, jamais deve buscar na grande mídia.

Esse tipo de imprensa de banco não quer saber de analisar o contexto da internação, especialmente em casos de internações de figuras públicas como Bolsonaro que, neste caso, coincide com momentos de pressão jurídica e política.

Bastara examinar o histórico de casos semelhantes com o mesmo protagonista da UTI e associar com o evento em questão.
Nada é questionado, tudo perece real, normal e exclusivo para a grande mídia.

Não cabem perguntas sobre a veracidade das cenas montadas pela equipe de filmagem e fotografia contratada e levada à UTI por Carlos Bolsonaro. O mesmo principal personagem, segundo Bebianno, da falsa facada.

É ambulância pra cá e helicóptero pra lá, intimação aqui e acolá, filmada e editada a gosto do internado, sem qualquer questionamento da grande mídia.

A ausência de evidências concretas de fraude, como desmentidos médicos ou inconsistências factuais graves, indica que os problemas de saúde são plausíveis, mas a conduta de Bolsonaro e do hospital levanta dúvidas legítimas sobre a gravidade e a gestão do caso.

Conclusão
Os questionamentos sobre a veracidade da internação de Bolsonaro na UTI baseiam-se principalmente em uma análise visual simples que a mídia não faz, sobretudo, na sua atividade durante a internação e na falta de transparência detalhada.

O histórico médico, os boletins e a complexidade do procedimento cirúrgico narrados pela mídia sugerem que a internação é real, mesmo que escancaradamente exagerada e explorada politicamente.

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Política

Mídia quer a anistia de Bolsonaro e a cassação de Glauber Braga

A anistia de Bolsonaro está sento tratada como algo banal para a grande mídia.

O mesmo comportamento dos barões da imprensa industrial é visto na cassação de Glauber Braga

Essa é a natureza virgem da chamada grande mídia brasileira. Ela capricha em criar tons de cinza com as melhores tonalidades naquilo que lhe interessa, financeira e politicamente.

Quer reintegrar Bolsonaro na disputa eleitoral de 2026, porque não consegue criar um candidato compatível que possa ao menos tentar superar Lula nas urnas.

Não havendo remédio jurídico para Bolsonaro e seus terroristas e assassinos, a desintegração das penas dos criminosos poderá ser feita pelos próprios criminosos no Congresso Nacional.

A mídia quer amarrotar a constituição, todo o sistema de justiça, um trabalho iniciado pelo próprio Bolsonaro em nome da “legítima defesa dos golpistas”

Como se sabe, a história é um processo contínuo do que se fez no passado com o objetivo utilitário de nortear o futuro.

Então, o que esperar de uma mídia historicamente golpista?

As armas, temperadas em prol de Bolsonaro na mídia, também estão sendo usadas pelas redações para matar o mandato de Glauber Braga em benefício da direita, mas sobretudo do orçamento secreto, comandado por Arthur Lira, mostrando sua influência na Câmara e na grande mídia.

Não precisa ser um matemático para saber quais são os cálculos políticos e financeiros que a mídia faz sobre a anistia de Bolsonaro e a cassação de Glauber Braga.