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O PGR, Paulo Gonet, dá uma calça arriada em André Mendonça

O PGR, Paulo Gonet, abriu a cova de André Mendonça dando a ele a prerrogativa de investigar ou não o filme “Lavagem de Dinheiro” de Flavio Bolsonaro, também conhecido como Dark Horse.

Claro que isso produziu medo coletivo no fascismo medular, porque Gonet obriga André Mendonça a dar uma cambalhota para, se for a fundo, trairá o clã, se negar o avanço das investigações, ficará nu diante da sociedade brasileira.

Na verdade, o PGR deu-lhe um engasga-gato, e não há como ele insistir na “neutralidade”.

André Mendonça pode manter esse mistério até novembro, depois das eleições, o que não serviria para tirar dos seus ombros e do próprio Flavio a acusação de jogo casado.

Se não aparecer com uma solução do caso, digo, elucidação do destino do dinheiro que Vorcaro entregou a Flavio, como já é sabido de boca própria, em áudio, Mendonça selará a pecha em Flavio de interferir no judiciário e de Mendonça aceitar esse jogo sujo.


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O PGR, Paulo Gonet, desanca o bolsonarista, André Mendonça

O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, enviou um documento oficial ao Supremo Tribunal Federal expondo um conflito direto com o ministro André Mendonça.

No texto, Gonet contesta decisões recentes do magistrado que resultaram na suspensão de depoimentos e de quebras de sigilo em investigações que envolvem o sistema previdenciário.

O PGR argumenta que as interrupções determinadas pelo ministro prejudicam o andamento de apurações críticas e criam obstáculos para a colheita de provas necessárias ao esclarecimento de supostos esquemas de corrupção e fraude.

A manifestação da PGR detalha que a atuação do ministro teria extrapolado os limites processuais ao interferir em atos que são de competência exclusiva do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

Gonet ressalta que a paralisação de diligências fundamentais coloca em risco a eficácia do combate ao crime organizado, gerando uma insegurança jurídica que afeta a credibilidade das instituições.

O documento utiliza termos contundentes para descrever a divergência, evidenciando uma crise de confiança entre a cúpula da procuradoria e um dos membros da Suprema Corte.

Além das críticas formais, o PGR solicitou que o STF reveja as decisões monocráticas de Mendonça para permitir a retomada imediata dos trabalhos de investigação.

O conflito ocorre em um momento de alta tensão política, no qual processos envolvendo figuras influentes e grandes movimentações financeiras aguardam definições judiciais.

A disputa agora aguarda análise do plenário ou da presidência do tribunal, enquanto os bastidores do Judiciário e do Ministério Público registram um dos embates mais diretos entre as duas instituições nos últimos anos.”

*Do Facebook de Lavínia Fadigas


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Para Gonet, não existe Kids Pretos de velhinhas com bíblia nas mãos

Toda aquela conversa mole e ridícula de que Bolsonaro e os seus fizeram de tudo para emplacar do “batom do bem” e das velhinhas com bíblia nas mãos na tgolpe é puro suco de falta de vergonha na cara.

O plano, “Punhal Verde e Amarelo” confessado por gente do comando da operação, dá o tom assassino e ditatorial que essa gente tinha em mente.

Lula, Alckmin e Moraes estavam nas mira dos criminosos do 8 de janeiro.

Bolsonaro não só sabia, como indicou qual cabeça seria arrancada. Por isso Moraes pediu sua prisão e de sua corriola de matadores, também por isso Barroso disse que o julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe é importante para encerrar um ciclo de atraso no país; e que precisa ocorrer com serenidade.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi claro ao afirmar que não precisa existir uma ordem assinada pelo Bolsonaro para caracterizar tentativa de golpe.

Os fatos falam por si.


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Após fala e tarifas de Trump, Gonet finaliza parecer por condenação de Bolsonaro

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entregará nos próximos dias o parecer no qual deve pedir a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por envolvimento em um golpe de Estado para se manter no poder e impedir a posse de Lula e Geraldo Alckmin.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, deve entregar nos próximos dias seu parecer final no processo que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, informa Malu Gaspar em sua coluna no jornal O Globo. A manifestação da PGR será enviada ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), até segunda-feira (14), data-limite para a apresentação das alegações finais.

O caso envolve a suposta trama golpista organizada para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice Geraldo Alckmin, após a vitória da chapa nas eleições de 2022. Segundo a denúncia da própria PGR, Bolsonaro liderou uma organização criminosa que tentou subverter a ordem constitucional para se manter no poder.

A entrega do parecer ocorre poucos dias após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, justificando a medida como reação às investigações contra Bolsonaro no STF. Em carta publicada em seu site, Trump classificou o julgamento como uma “vergonha internacional” e afirmou que se trata de uma “caça às bruxas”.

Apesar da pressão internacional e do impacto diplomático e econômico da medida, fontes próximas a Gonet afirmam que o episódio não alterará a posição da Procuradoria. “Essa verborragia do Trump precisa ser solenemente desprezada”, declarou um integrante da cúpula da PGR, sob reserva, ao blog que revelou os bastidores da ação.

PGR mantém linha dura

O caso é considerado um dos mais relevantes da história do Supremo Tribunal Federal e poderá levar à prisão de Bolsonaro. O julgamento está previsto para ocorrer na Primeira Turma da Corte até setembro deste ano.

Nos bastidores, advogados dos demais réus esperam um parecer “duríssimo” de Gonet e acreditam que o ex-presidente pode ser condenado a pelo menos 20 anos de prisão. No núcleo bolsonarista, há quem fale em até 30 anos.

“Acho que vem paulada em todos”, afirmou o defensor de um dos acusados. A expectativa é baseada na comparação com as penas aplicadas a réus considerados de menor participação na trama, como os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, cujas sentenças variaram entre 14 e 17 anos.

Relato militar reforça denúncia

Para a PGR, o avanço das investigações e os depoimentos colhidos reforçaram a robustez da denúncia. Um dos relatos considerados mais impactantes foi o do ex-comandante da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Junior, que prestou depoimento em maio deste ano.

Durante uma hora e vinte minutos, Baptista Junior confirmou sua presença em reuniões no Palácio da Alvorada em que Bolsonaro discutiu uma minuta golpista. Ele relatou que o então comandante do Exército, general Freire Gomes, chegou a ameaçar o presidente com prisão caso o plano fosse adiante. Segundo Baptista, a tentativa de ruptura institucional só não se concretizou por falta de apoio unânime das Forças Armadas.

O ex-comandante também revelou que, nas reuniões pós-eleição, foi cogitada a prisão do ministro Alexandre de Moraes, o que contribuiu para a gravidade das acusações e fortaleceu a tese de que houve planejamento e intenção deliberada de violar a ordem democrática.

Processo segue durante recesso

O ministro Alexandre de Moraes acelerou o andamento do processo e determinou que, por se tratar de uma ação penal com réu preso — no caso, o general Walter Braga Netto —, os prazos não seriam suspensos durante o recesso do Supremo, entre 2 e 31 de julho. Isso permite que o processo continue avançando mesmo durante o período de férias da Corte.

Além de Bolsonaro, outras 30 pessoas foram denunciadas pela PGR, entre elas militares, policiais e ex-ministros. A expectativa é de que a decisão da Primeira Turma do STF — composta por cinco ministros — tenha forte repercussão política e institucional, estabelecendo um marco jurídico no enfrentamento de ações contra a democracia.


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Assista à sabatina de Flávio Dino e Paulo Gonet no Senado