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Putin divulga condições ao fim da guerra; cúpula de paz começa amanhã

Vladimir Putin quer que Ucrânia desista de entrar na Otan e reivindica territórios.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta sexta-feira (14) que a Rússia cessaria fogo e entraria em negociações de paz se a Ucrânia abandonasse suas ambições na Otan e retirasse suas forças de quatro regiões ucranianas reivindicadas por Moscou.

Putin afirmou que a Rússia estava pronta para garantir a retirada segura das unidades ucranianas para que isso pudesse acontecer.

Ele fez os comentários na véspera de uma cúpula na Suíça, onde mais de 90 países e organizações devem discutir um possível caminho para a paz na Ucrânia. A Rússia não foi convidada e diz que a reunião é uma perda de tempo.

A Rússia controla quase um quinto do território ucraniano no terceiro ano da guerra, e a Ucrânia diz que a paz só pode ser baseada na retirada total das forças russas e na restauração de sua integridade territorial.

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Rússia pode usar armas nucleares se soberania ou território forem ameaçados, diz Putin

Entretanto, líder russo negou que país planeje atacar integrantes da Otan, a aliança militar ocidental.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou o Ocidente nesta quarta-feira (5) que seu país pode usar todos os meios disponíveis para se defender se sua soberania ou integridade territorial forem ameaçadas.

Falando a editores seniores de agências de notícias internacionais em São Petersburgo, ele afirmou que a doutrina nuclear da Rússia permite que armas nucleares sejam usadas em resposta a uma série de ameaças.

“Por alguma razão, o Ocidente acredita que a Rússia nunca as usará [armas nucleares]”, disse Putin quando questionado sobre o risco de escalada nuclear.

Ainda assim, ponderou que a Rússia não tem planos de atacar Estados-membros da Otan, a aliança militar ocidental.

A doutrina nuclear publicada pela Rússia em 2020 define as condições sob as quais um presidente russo consideraria usar uma arma nuclear.

De acordo com a determinação, poderiam ser utilizadas como resposta a um ataque com armas nucleares ou outras armas de destruição em massa, ou ao uso de armas convencionais contra a Rússia “quando a própria existência do Estado é colocada sob ameaça”.

Putin rejeitou as afirmações ocidentais de que a Rússia empregou o uso de armas nucleares e destacou que os Estados Unidos foram o único país a ter usado armas nucleares na guerra – atacando as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

Alerta contra ataques a territórios russos
O presidente russo também alertou que as decisões de aliados de permitir que a Ucrânia use mísseis ocidentais cada vez mais poderosos para atacar o território russo são uma escalada séria no conflito, e advertiu que tais armas teriam que ser operadas por sistemas e agentes ocidentais.

O presidente Joe Biden autorizou a Ucrânia a usar armas fornecidas pelos EUA contra alvos militares dentro da Rússia, mas Washington ainda proíbe Kiev de atacar a Rússia com ATACMS, que têm um alcance de até 300 km, e outras armas de longo alcance fornecidas pelos americanos.

Questionado sobre o assunto, Putin citou diferentes armas, mas ressaltou que o uso de ATACMS ou mísseis britânicos Storm Shadow contra a Rússia poderia levar a uma resposta mais dura de Moscou.

“Vamos melhorar nossos sistemas de defesa aérea e destruí-los”, pontuou Putin.

“Em segundo lugar, estamos pensando que se alguém acha possível enviar tais armas para uma zona de guerra para atacar nosso território e criar problemas para nós, então por que não temos o direito de enviar nossas armas da mesma classe para aquelas regiões do mundo onde ataques podem ser feitos em instalações sensíveis dos países que fazem isso contra a Rússia? Ou seja, a resposta pode ser assimétrica”, destacou.

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Ex-analista do Pentágono: Putin envia mensagem forte à OTAN em meio ao conflito na Ucrânia

O presidente russo Vladimir Putin disse em uma reunião do Ministério da Defesa que a atividade da OTAN aumentou acentuadamente e delineou as novas capacidades da Rússia para dissuadir ameaças. Que mensagem ele envia ao Ocidente?

Na terça-feira (19), se dirigindo aos altos escalões, Putin destacou que a natureza agressiva da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) já não está escondida. No entanto, a Rússia é capaz de proteger a sua soberania, destacou o presidente, referindo-se a novos sistemas de armas, ao aumento substancial da produção

militar e à modernização das forças nucleares estratégicas do país.
“[O presidente russo] está enviando uma mensagem séria à OTAN, provando, como já vimos antes, que o senhor Putin é geralmente o único adulto na sala, e ele diz a verdade claramente como a vê”, afirmou à Sputnik a tenente-coronel reformada da Força Aérea dos EUA, Karen Kwiatkowski, ex-analista do Departamento de Defesa dos EUA.

“À medida que a OTAN tenta fomentar o conflito e se expandir para o Leste, tem-se revelado incapaz de produzir eficazmente armas suficientes para a sua própria defesa, muito menos para a Ucrânia. A OTAN evoluiu para uma postura não defensiva de operação avançada, está sub-abastecida neste momento — é muito dispendioso — e é cada vez mais insuportável do ponto de vista demográfico, fiscal e político pelos EUA ou pela maioria dos países europeus”, continuou ela.

Durante o seu discurso de terça-feira, o presidente russo afirmou particularmente que o conflito na Ucrânia expôs as “vulnerabilidades” do equipamento militar ocidental. Segundo Kwiatkowski, a guerra por procuração dos EUA na Ucrânia é travada com inúmeras falhas, não limitadas a problemas com o equipamento de qualidade da OTAN.

“A Ucrânia, como uma guerra por procuração entre os EUA e a OTAN, demonstrou que peças ímpares de equipamento dos inventários de 20 países, enviadas em quantidades pequenas e variáveis, sem uma cauda logística que faça sentido, e usadas por pessoas que nunca foram expostas ao treinamento, equipamento e operações da OTAN de forma formal, não funciona”, disse Kwiatkowski.

Vladimir Putin na grande conferência de imprensa, Moscou, Rússia, 14 de dezembro de 2023 – Sputnik Brasil, 1920, 19.12.2023
Panorama internacional

“Quando olharmos para trás e vemos como a OTAN e os EUA enganaram a Ucrânia desde 2014, os analistas militares estarão coçando a cabeça se perguntando por que é que tal abordagem foi tomada por Obama e Biden. Como já observei antes, tal como outros, pressionar a Ucrânia a combater a Rússia com montes de dinheiro e sobras de munições e sistemas, dos anos 1950 aos anos 2000, fazia parte de um projeto não relacionado com a sobrevivência da Ucrânia como país”, destacou a ex-analista do Pentágono.
Segundo a especialista, Washington na verdade procurou:

principais gastos militares dos EUA e da OTAN para a próxima década;

  • obter o domínio militar-industrial dos EUA sobre os novos gastos militares europeus;
  • subordinar a Alemanha e o resto da Europa ao comércio energético dos EUA;
  • marginalizar a Rússia político e militarmente.
    Kwiatkowski está altamente cética em relação ao plano do governo Biden de se rearmar para uma nova ofensiva em 2025. “A visão de Biden é fantasiosa”, disse ela, acrescentando que o governo do presidente ucraniano Vladimir Zelensky também está dando o seu último suspiro.

“A produção militar dos EUA está aumentando, mas não o suficiente para manter a Ucrânia à tona, dada a situação atual na Ucrânia, militar e politicamente. O ano de 2024 será de conflito político em Washington, e um ano que necessariamente terá de se concentrar nas questões internas dos EUA. Kiev está mais corrupta e instável do que nunca, e a ideia de um rearmamento nacional se baseia em uma liderança nacional que tenha credibilidade entre o povo. […] Onde é que a Ucrânia conseguiria os 300.000 a 500.000 soldados treinados entre as idades de 18 e 40 anos para lutar novamente em 2025? Esse Exército, sozinho, não pode ser reconstruído em um ano. Também não pode ser comprado”, concluiu Kwiatkowski.

*Sputnik

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Política

‘Queremos que Putin venha ao G20’, declara Celso Amorim

Assessor especial de Lula afirmou que, para Brasil, a Rússia é ‘ator necessário’ na cúpula e questionou ‘hipocrisia’ do Tribunal Penal Internacional em aplicar mandado de prisão contra líder russo, mas não aos ‘outros que cometeram crimes de guerra’.

“Queremos que Putin venha. Uma conferência do G20 sem a Rússia seria incompleta”, declarou Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta segunda-feira (18/12), ao considerar a presença do líder russo fundamental para as pautas que serão discutidas no evento.

”Em assuntos como a reforma da governança global, como podemos ignorar a Rússia? A Rússia é um ator necessário. A eventual ausência vai contra os interesses do G20”, completou Amorim.

A cúpula do G20, que reúne 19 países mais a União Europeia e a União Africana, é o principal fórum de cooperação econômica do mundo. O evento está previsto para novembro de 2024, no Rio de Janeiro.

A declaração dada em nome da presidência carrega um teor justamente por Putin estar sendo alvo de um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional de Haia (TPI), acusado por “crimes de guerra” cometidos na Ucrânia.

Como signatário do Tratado de Roma que estabelece o TPI, em tese o Brasil é obrigado a executar o mandado de prisão caso o presidente russo ingresse no país.

No entanto, no início deste mês, durante a cerimônia de declaração conjunta de intenções e acordos com a Alemanha, em Berlim, o próprio presidente Lula demonstrou ter um entendimento diferente e fez um convite direto ao líder do Kremlin:

“Não sou eu que posso dizer. É uma decisão judicial, e um presidente da República não julga as decisões judiciais. Ele cumpre ou não cumpre. E, portanto, o Putin está convidado para o G20 no Brasil e para os Brics no Brasil. E se ele comparecer, ele sabe o que vai acontecer. Pode acontecer ou pode não acontecer. Ele não faz parte desse tribunal. Ele não é assinante. Os Estados Unidos também não. O Brasil é”, declarou o petista, em público.

Ainda nesta segunda-feira (18/12), Amorim questionou uma espécie de “hipocrisia” em relação à aplicação das regras do tribunal:

“O TPI foi criado quando eu era embaixador nas Nações Unidas e foi visto como um avanço. Mas o fato é que as grandes potências foram excluídas. Isso só vale para os outros? Apenas para os países declarados inimigos do Ocidente. Onde estão os outros que cometeram crimes de guerra?”, disse o assessor brasileiro.

(*) Com Ópera Mundi

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Putin rompe silêncio, envia condolências a família do líder do grupo Wagner e diz que vai investigar queda de avião

Presidente russo fala sobre caso quase 24 horas depois de aeronave cuja lista de passageiros tinha o nome de Yevgeny Prigozhin. Antigo aliado do líder russo, Prigozhin liderou rebelião contra seu governo. Morte ainda não foi confirmada.

Quase 24 horas após a queda de um avião em Moscou cuja lista de passageiros tinha o nome do líder do grupo Wagner, Yevgeny Prigozohin, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, rompeu o silêncio sobre o caso.

Em discurso transmitido pelas TVs do país, Putin, antigo aliado de Prigozhin, enviou condolências a família do líder do grupo de mercenários. A morte, no entanto, não havia sido confirmada por nenhuma autoridade de forma oficial até a última atualização desta notícia.

Na quarta-feira (23), após a notícia de que um avião de passageiros de pequeno porte havia caído nos arredores de Moscou, a imprensa local divulgou que Prigozhin estava na aeronave. Mais tarde, a agência civil de aviação russa confirmou que o líder do grupo Wagner figurava na lista de passageiros e chegou a embarcar.

“(Prigozhin) era uma pessoa com um destino complicado, e cometeu erros graves na vida, mas também procurou alcançar os resultados necessários – tanto para si como no momento em que lhe pedi, pela causa comum, como nestes últimos meses”, declarou o presidente russo.

Sobre a causa ainda desconhecida da queda do avião, Vladimir Putin disse que “é preciso esperar o que dirão os investigadores do caso” e afirmou não ter pressa para solucioná-lo.

Sem mencionar o rompimento recente entre os dois, Putin chamou Prigozhin de um “empresário talentoso” e disse conhecê-lo desde os anos 1990.

Os dois eram fortes aliados, mas romperam após o mercenário liderar uma rebelião contra o governo russo em protesto pela falta de envio de equipamentos e armas a tropas do grupo Wagner que lutam na Ucrânia ao lado da Rússia.

Em discurso após o motim do grupo Wagner, que aconteceu em junho e durou cerca de 24 horas, Putin chegou a chamar seu antigo amigo de um traidor.

A família de Prigozhin também não havia se pronunciado até a última atualização desta notícia.

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Dilma tem encontro com Putin e discursa no Fórum Econômico e Humanitário de São Petersburgo

Dilma Rousseff, presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento — o chamado Banco dos BRICS — participa nesta quarta-feira, 26, das atividades da 2ª Cúpula Rússia-África — Fórum Econômico e Humanitário em São Petersburgo, na Rússia.

Ela fará um discurso na sessão plenária do fórum, dirigindo-se a uma plateia de chefes de Estado e outras autoridades de países africanos. Dilma Rousseff também terá reuniões bilaterais com dois chefes de Estado que são membros fundadores do NDB, Vladimir Putin, da Rússia; e Cyril Ramaphosa, da África do Sul.

os encontros com os presidentes da Rússia e da Africa do Sul, Dilma Rousseff vai discutir a próxima Cúpula dos BRICS, que será realizada na África do Sul, tratando de temas como a expansão de membros do NDB e outros assuntos.

Cabe destacar que a expansão dos membros do NDB não tem os mesmos requisitos e critérios aplicáveis à expansão dos membros do grupo geopolítico BRICS. Hoje o banco já tem entre seus membros Bangladesh, Egito e Emirados Árabes Unidos. A reunião começa nesta quarta-feira, 26.

O NDB reiterou que não está considerando novos projetos na Rússia e opera em conformidade com as restrições aplicáveis nos mercados financeiros e de capitais internacionais. Quaisquer especulações sobre tal assunto são infundadas.

À margem da Cúpula Rússia-África em São Petersburgo, Dilma também se encontrará com líderes de outros países africanos. Neste encontro, ela vai tratar da sua participação na próxima reunião de Cúpula dos BRICS na África do Sul, entre 22 e 24 de agosto.

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Assista ao pronunciamento em que Putin convoca o povo a reagir aos “traidores da Rússia”

No discurso proferido no sábado (24), o presidente russo Vladimir Putin anunciou que as forças russas receberam ordens para neutralizar aqueles que organizaram uma rebelião armada contra o país, segundo informa a agência Sputnik. Putin deixou claro que aqueles que traíram a Rússia, levantando armas contra seus próprios companheiros de combate, enfrentarão as consequências de suas ações. O pronunciamento ocorreu depois que o chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, defendeu uma rebelião armada.

Putin vai à TV e se declara apunhalado pelas costas pelos paramilitares do Grupo Wagner, até ontem aliados do governo.

Pediu o apoio da população e prometeu esmagar militarmente os rebeldes.

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Vídeo: Putin interrompe reunião empresarial para falar com Lula

O presidente russo, Vladimir Putin interrompeu reunião com a organização de empresários russa Delovaya Rossiya para conversar com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (26).O presidente russo, Vladimir Putin interrompeu reunião com a organização de empresários russa Delovaya Rossiya para conversar com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (26).

“Foi uma conversa com o presidente do Brasil e com autorização dele quero transmitir a todos os participantes de nossa reunião de hoje, e também a toda a comunidade empresarial da Rússia, os melhores votos, os votos de êxito e prosperidade nos negócios”, disse Vladimir Putin em uma reunião com a organização de empresários russa que ele interrompeu por causa de uma chamada internacional.

Durante a conversa telefônica, os dois líderes discutiram o potencial de cooperação econômica entre ambos os países.

O Brasil é um dos principais parceiros comerciais e econômicos da Rússia na América Latina, e o potencial de interação é muito bom, devido a dificuldades nas transações o volume de negócios “caiu apenas um pouco”, a situação será corrigida, afirmou Vladimir Putin.

“O potencial é bom. Acho que vamos corrigir a situação como fazemos com outros países, com outras regiões do mundo. E aqui a solução é simples – é a transição para pagamentos em moedas nacionais”, acrescentou.

Por sua vez, o presidente Lula informou que durante a conversa telefônica de hoje com Putin ele confirmou sua prontidão para manter um diálogo com Moscou e Kiev para buscar a paz.

https://twitter.com/parox40/status/1662109193594105856?s=20

*Sputnik

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Política

Lula liga para Putin, recusa convite de visita à Rússia e reforça proposta de paz

Presidente Lula aproveitou a ocasião para reiterar a proposta de que o Brasil colabore na negociação de paz para a guerra com a Ucrânia, diz o Metrópoles.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou com o líder da Rússia Vladimir Putin, por telefone, nesta sexta-feira (26/5). O mandatário brasileiro afirmou, durante a conversa, que não poderá atender ao convite para visitar o país durante a reunião do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, em junho.

Lula foi convidado para participar do evento em abril, durante a visita do chanceler da Rússia, Sergey Lavrov, a Brasília. Na ocasião, o chefe do Executivo federal não confirmou a agenda. Nesta sexta (26/5), ele avisou ao chefe do Kremlin, por ligação telefônica, que não tem disponibilidade para viajar na data.

O titular do Planalto também reiterou a posição do Brasil de conversar com os dois lados da guerra entre a Rússia e a Ucrânia para negociar o fim do conflito, que já se arrasta por mais de um ano.

Em nota, o governo russo afirmou que, durante a conversa, Lula deu “contribuições fundamentais sobre o andamento da situação na Ucrânia”.

“O presidente do Brasil compartilhou suas impressões sobre sua participação na recente cúpula do G7 e também delineou sua visão de possíveis esforços de mediação para encontrar uma solução para o conflito na Ucrânia.”

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Lavrov, a pedido de Putin, convida Lula para visitar a Rússia

Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, transmitiu ao presidente Lula (PT) um convite do presidente russo, Vladimir Putin, para visitar a Rússia, explicou nesta segunda-feira (17) o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, diz o 247.

“Trabalharemos para identificar datas convenientes para ambos os lados”, disse o chanceler Mauro Vieira em um briefing após conversas com Lavrov.

Os dois ministros das Relações Exteriores também discutiram a situação na Ucrânia, revelou Vieira.

“Com relação à situação internacional, abordamos o conflito, os últimos desenvolvimentos na Ucrânia. Também reiterei que estamos prontos a nos engajar em uma solução pacífica para este conflito, lembrando as declarações do presidente Lula para que criássemos um grupo amigável às conversações entre a Rússia e a Ucrânia”, disse.

“Com relação à situação internacional, abordamos o conflito, os últimos desenvolvimentos na Ucrânia. Também reiterei que estamos prontos a nos engajar em uma solução pacífica para este conflito, lembrando as declarações do presidente Lula para que criássemos um grupo amigável às conversações entre a Rússia e a Ucrânia”, disse.

“Afirmo também nossa posição sobre um cessar-fogo o mais rápido possível, sobre o respeito ao direito humanitário e também sobre o estabelecimento de uma paz a longo prazo, que é importante para nós”, acrescentou o ministro.

Quanto a Lavrov, ele garantiu que a Rússia está interessada em resolver o conflito ucraniano o mais depressa que pode, e que Moscou já explicou seus objetivos inúmeras vezes.

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