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Política

PF investiga ligação da ‘Abin paralela’ com seis hospitais federais do Rio

Documento encontrado no computador de Ramagem traz a lista dos hospitais, seus gestores e quem os indicou.

Nas investigações que a PF faz sobre o esquema de espionagem ilegal comandado por Alexandre Ramagem durante sua gestão no governo Bolsonaro — a chamada “Abin paralela” — os agentes estão analisando documentos encontrados pela CGU sobre os seis hospitais federais do Rio de Janeiro, segundo informa o colunista Lauro Jardim, do jornal O GLOBO.

Os Hospitais Federais do Rio de Janeiro se tornaram centros prestadores de péssimos serviços, repletos de indicações políticas e suspeitas de corrupção, diz a reportagem. No computador de Ramagem, um dos documentos encontrados traz uma relação dos hospitais, seus gestores e quem os indicou. Flávio Bolsonaro emplacou três. E dois deputados federais e um ex-deputado, todos do Rio, apadrinharam o resto.

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Cotidiano

Racismo religioso aumenta no RJ e gera violência contra terreiros de matriz africana

Estudo realizado na zona oeste do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense mostra que 75% dos terreiros de religião de matriz africana abordados já foram alvo de algum tipo de violência. Os resultados também revelam que a segurança pública é tema de discussão recorrente pelos frequentadores desses espaços.

A pesquisa foi idealizada pela Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (IDMJRacial), organização não governamental que atua promovendo debates e atividades com foco na Baixada Fluminense. O desenvolvimento do estudo contou com a parceria do Centro Cultural de Tradições Afro-brasileiras Yle Asé Egi Omim, criado em 2008, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Os resultados obtidos estão reunidos em relatório lançado neste sábado (30) com o título de Egbé, palavra do idioma iorubá que significa sociedade ou comunidade.

De acordo com o pesquisador que atuou na coordenação do trabalho, Patrick Melo, as duas regiões foram escolhidas por terem registrado, nos últimos anos, grande número de casos de ataques a terreiros de religião de matriz africana. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) tinha, até 2019, registros de 200 casas de axé que foram alvo de agressões, considerando também a zona norte da capital fluminense. Como nem todos os casos são notificados, o número certamente é maior.

As ocorrências envolvem ameaças, injúria racial, agressões físicas e até expulsões de seus próprios territórios determinadas por milícias ou organizações do tráfico. Em alguns episódios, o alvo se repete.

O estudo cita o caso emblemático da casa Xwe Nokun Ayono Avimaje, fundada há 10 anos em Nova Iguaçu, que já foi invadida e depredada três vezes. Há também registros de violações à liberdade religiosa, como por exemplo a imposição de horários restritos para que casas de axé possam promover seus rituais sagrados.

Diante dessa realidade, o objetivo do estudo foi entender como as comunidades enxergam a política de segurança pública. A metodologia envolveu a realização de grupos, durante um mês, com 10 a 12 participantes cada um. Os encontros, que contavam com um ou dois moderadores, ocorreram em quatro casas de axé localizadas no município de Nova Iguaçu e na zona oeste de capital fluminense. Os presentes puderam interagir e propor discussões, ao passo que os pesquisadores observavam as conversas, os comportamentos, as tensões.

Além da organização dos grupos focais, um formulário online foi preenchido por lideranças dos terreiros envolvidos. Através dos dados colhidos, foi traçado um perfil dos terreiros, que possuem em média 11 anos de fundação em seus territórios. Constatou-se também que as lideranças possuem idades entre 35 e 55 anos e são compostas por homens e mulheres em proporção igual.

Conforme os resultados divulgados, em todos os grupos focais, evidenciou-se um total descrédito com as instituições policiais para fins de proteção e segurança. O estudo indica que as denúncias de violações resultam em desapontamento. As autoridades policiais tendem a minimizar as agressões, classificando-as como briga de vizinhos e problemas de ordem pessoal, afastando assim o enquadramento como crime de ódio.

 

Segundo Patrick Melo, os dados obtidos no estudo indicam que as violações estão diretamente relacionadas com a omissão do Estado na defesa dos direitos humanos e dos direitos dos povos de religião de matriz africana. Observou-se que o tema da segurança pública aparece como uma preocupação de destaque no cotidiano dessas populações. Sem a devida proteção do poder público, elas buscam outros caminhos para enfrentar o cenário. “Essas comunidades atuam e se organizam de forma muito autônoma em rede, buscando o fortalecimento conjunto com outros terreiros”, diz Patrick.

Ele avalia que os registros policiais refletem uma incapacidade do Estado de reconhecer que os episódios envolvem manifestação de ódio contra essas comunidades religiosas de matriz africana. Ao mesmo tempo, considera que os territórios estão sendo dominados cada vez mais por grupos criminosos que perseguem quem não professa a fé cristã.

“Estamos falando sempre a partir de um viés moral cristão, a partir da qual há uma demonização das pessoas. A figura das comunidades de terreiro ou das manifestações religiosas de matrizes africanas é colocada inimiga daquele território. São endemoniados que vão tirar a paz daquele lugar. E aí, por isso, agridem aquelas pessoas”, acrescenta.

A crescente associação entre o crime e a fé cristã tem chamado atenção de diferentes especialistas em segurança pública. Em junho desse ano, a pesquisadora Viviane Costa deu uma entrevista à Agência Brasil sobre o lançamento do seu livro Traficantes Evangélicos, em que analisa a forma do uso de símbolos e narrativas neopentecostais entre grupos criminosos. Em 2015, um outro livro intitulado Oração de Traficante: uma etnografia, assinado pela socióloga Christina Vital Cunha, já chamava atenção para o fenômeno.

Racismo religioso
Patrick sustenta ser necessário denunciar com mais ênfase a ocorrência do racismo religioso nos episódios de violação aos terreiros de religião de matriz africana. Uma das reflexões levantadas no relatório divulgado se relaciona com o conceito de intolerância religiosa. Embora seja mais difundido, ele apresentaria algumas limitações para explicar a dimensão do problema.

“Ele mascara e não dá conta do que acontece, especificamente, com as religiões de matrizes africanas. O conceito de intolerância religiosa traz também uma falsa simetria, e é equivalente à contradição de que o Brasil, em tese, deveria ser um Estado laico, mas na prática, as religiões relacionadas com a herança colonial seguem entranhadas nas instâncias institucionais. Quantos casos de ataques a terreiros denunciados nas delegacias de polícia foram investigados, apurados e julgados? Quantas dessas situações tiveram justiça feita?”, questionam os pesquisadores, que advogam pelo uso do conceito de racismo religioso.

*Com Agência Brasil

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Diretório regional do PT no Rio é alvo de tiros e militantes creem em tentativa de intimidação; vídeo

Integrantes do partido apontam pelo menos dois disparos em núcleo na Zona Oeste da capital, sendo um deles flagrado por câmera de segurança no último fim de semana.

Segundo O Globo, um diretório do PT em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi alvo de pelo menos um tiro na noite do último domingo (9), e militantes do partido acreditam ser uma tentativa de intimidação. O tiro foi disparado por um motociclista que passava por ali, conforme mostram imagens de uma câmera de segurança. No momento do ataque, não havia ninguém no local. Também foi disparado outro projétil, que atingiu um dos muros do comitê e não foi registrado pelo monitoramento, mas foi identificado pela militância petista nesta sexta-feira. Um boletim de ocorrência foi registrado por integrantes do partido neste sábado.

Fotos tiradas pelos integrantes do partido mostram uma marca do disparo próxima à maçaneta da porta que dá entrada ao diretório petista. O projétil disparado por volta da meia-noite de domingo foi encontrado no local somente na quinta-feira. Até então, nenhum integrante do PT havia ido até o núcleo. Segundo relato da vice-presidente do diretório municipal do partido no Rio, Catarina Farias, a bala atravessou o portão e parou na parede interna do local, onde militantes costumam ficar sentados.

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Pesquisa

Quaest: Lula cresce 4 pontos e passa a liderar disputa no Rio

Entre eleitores mais jovens, entre 16 e 24 anos, Lula tem 49% das intenções de votos no Estado.

Após incursão no Rio de Janeiro, que terminou com um ato público na Cinelândia na quinta-feira (7), Lula (PT) descolou de Jair Bolsonaro (PL) e passou a liderar a disputa presidencial no Estado, crescendo 4 pontos percentuais, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (14).

O levantamento, realizado entre os 8 e 11 de julho com 1,2 mil eleitores no estado, mostra que Lula foi de 35% em maio para os atuais 39% – 46,4% dos votos válidos. Bolsonaro oscilou um ponto para menos e marca 34% – 40% dos válidos.

Ciro Gomes (PDT) tem 6%, seguido de André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB), ambos com 2%. Vera Lúcia (PSTU) marca 1%. Os demais não pontuaram. Brancos e nulos são 11% e indecisos 4%.

A liderança de Lula se dá principalmente por causa da preferência dos eleitores mais jovens, que têm entre 16 e 24 anos: 49% declaram que votarão no petista, diante de 27% que dizem votar em Bolsonaro.

Na outra ponta, entre os fluminenses que têm mais de 60 anos, Lula tem 40% e Bolsonaro 30%. Na faixas intermediárias, há empate técnico entre os dois.

A maior vantagem de Bolsonaro, no entanto, está entre os eleitores evangélicos – 51% contra 24% de Lula. Já o petista tem liderança entre os católicos – 44% a 28% de seu adversário.

Na simulação de segundo turno, Lula vence por 47% a 38%, com 2% de indecisos e 13% de brancos e nulos.

A margem de erro total é de 2,8 pontos percentuais para mais ou menos com índice de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com os números RJ-05160/2022 e BR-04560/2022.

*Com Forum

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Opinião

Com o slogan, “Eu acredito em Deus, mas Deus não acredita em mim”, Bolsonaro patrocina e participa de evento evangélico no Rio

Lula tratorando Bolsonaro com 63% na Bahia, 43% em SP, 48% em Minas e 41% no Rio, Bolsonaro utiliza a prefeitura e o governo do estado para patrocinar o evento evangélico, ao estilo, eu acredito em Deus, mas Deus não acredita em mim. Mas Deus não está sozinho, 63% dos brasileiros dizem não acreditar numa palavra do mentiroso, porque contém mentira.

Por isso, suas declarações diante do povo foram a cada dia consideradas descartáveis, porque não passam de produto eleitoral sem qualquer evidência que constate o oposto do que o povo pensa dele.

O que parece é que Bolsonaro está apostando no reduto evangélico como o único ingrediente capaz de ao menos servir de barreira de contenção contra sua queda nas pesquisas.

Todos sabem que Bolsonaro religioso é um mero rótulo que, certamente, muitos evangélicos, atentamente, já se protegem e removem seu nome de qualquer possibilidade de apoio ou voto.

Todos sabem que, para cada religião, Bolsonaro utiliza uma nova embalagem. Quando se puxa o extrato do genocida, o que se vê é a expressão do horror, da violência, da morte, das armas, do ódio, de quem deu asas infinitas ao ganho dos ricos em detrimento dos mais pobres.

Ninguém chega a produzir de improviso um total de 33 milhões de famintos no país.

O que aí está, foi planejado, eliminar pobres, pretos e índios foi projeto ativo e concentrado do governo Bolsonaro.

E o resultado clássico é uma derrocada com sabor de jiló dos mais amargos, por isso utiliza a prefeitura e o estado do Rio para maquiar o financiamento federal com alguma forma manipuladora, ao estilo orçamento secreto usado a balde por esse governo corrupto.

O que se espera é que tanto o Tribunal de Contas quanto o TSE invistam numa malha fina para escancarar a manobra espúria, de maneira integral, para que esse hipócrita, que fareja religião, mas não acredita em Deus, seja desmascarado e punido na forma da lei.

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Governo e prefeitura do Rio patrocinam evento evangélico com Bolsonaro

O governo e a prefeitura do Rio vão patrocinar um evento evangélico com a participação de Jair Bolsonaro. O Louvorzão 93 FM será realizado neste sábado, na Praça da Apoteose. O Planalto confirmou a presença do presidente, que está em campanha à reeleição.

A maior cota de patrocínio, de R$ 1,03 milhão, foi liberada pelo governo do estado. O governador Cláudio Castro, que também é aguardado no evento, concorre ao segundo mandato com apoio da família Bolsonaro.

Nesta quarta, a prefeitura liberou mais R$ 500 mil para ajudar a bancar o evento. O dinheiro será repassado sem licitação — no Diário Oficial, a gestão de Eduardo Paes alegou “inviabilidade de competição”.

O Louvorzão é organizado pela gravadora gospel MK Music e pela rádio 93 FM. As duas empresas pertencem à família do ex-senador bolsonarista Arolde de Oliveira (PSD-RJ), que morreu de Covid em outubro de 2020.
A emissora tem apresentado o evento como “a festa mais esperada de todos os tempos”. “Vamos nos reunir na praça da Apoteose para cantar e declarar que o Rio de Janeiro é do Senhor Jesus”, diz o site da 93 FM.
Para atrair os fiéis, os organizadores prometem shows de artistas gospel como Aline Barros, Sophia Vitória e Cassiane. Alguns dos convidados já participaram de eventos recentes com a presença de Bolsonaro.

Em nota, a Secretaria estadual de Cultura defendeu a liberação de recursos públicos para o evento de cunho religioso. “O Louvorzão, assim como outras manifestações culturais e religiosas, faz parte do calendário de eventos do Estado do Rio”, afirmou.

O órgão sustentou que a Lei de Incentivo à Cultura é destinada a “todas as manifestações culturais”, o que incluiria “a música gospel e a música de matriz africana, por exemplo”.

“Outras atividades de cunho religioso já foram patrocinadas pela secretaria neste ano, como a 9ª edição do Festival Halleluya”, acrescentou.

Em desvantagem nas pesquisas, Bolsonaro tem ampliado a presença em eventos e cultos evangélicos ao lado de pastores que o apoiam. Nos discursos, ele investe na chamada agenda de costumes e descreve a eleição presidencial como uma “luta do bem contra o mal”.

*Bernardo Mello Franco/O Globo

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Pesquisa

Datafolha: Lula está na frente no Rio, tem 41% contra 34% de Bolsonaro no 1º turno

O ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto para a Presidência da República no estado do Rio de Janeiro, base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo Datafolha.

De acordo com o levantamento, o petista tem 41% da preferência do eleitorado, contra 34% do atual presidente. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%.

Na sequência aparecem Simone Tebet (MDB), com 2%, e, com 1% cada, Vera Lúcia (PSTU), André Janones (Avante), Sofia Manzano (PCB) e Felipe d’Avila (Novo). Foram citados, mas não alcançaram um ponto percentual Eymael (DC), Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP) e Luciano Bivar (União Brasil). O general Santos Cruz (Podemos) não foi citado.

Uma parcela de 7% declarou que pretende votar branco ou nulo e de 3% disse estar indecisa.

O estado do Rio de Janeiro é o terceiro colégio eleitoral do país, com 12,8 milhões de eleitores, o que representa 8,2% do eleitorado nacional.

Em Minas, Lula tem 48% contra 28% de Bolsonaro no 1º turno.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi realizado entre quarta (29) e esta sexta-feira (1º), e entrevistou 1.218 eleitores no estado. Ele está registrado no TSE sob o número RJ-00260/2022 e BR-03991/2022.

Cerca de metade dos entrevistados (52%) declarou que não votaria de jeito nenhum em Bolsonaro. A rejeição ao presidente é mais alta entre os eleitores de 16 e 24 anos (62%) e os assalariados sem registro (66%).

Lula, contudo, apresenta no Rio de Janeiro rejeição maior do que os 35% detectados no cenário nacional. Segundo o instituto, 42% dos eleitores fluminenses disseram não votar no petista de jeito nenhum, tendo atingido o maior nível entre empresários (79%), eleitores com renda familiar entre 5 e 10 salários mínimos (59%) e evangélicos (56%).

Lula tem como principal palanque no estado o deputado federal Marcelo Freixo (PSB), pré-candidato ao governo. Com 22% das intenções de voto, Freixo está em empate técnico com o governador Cláudio Castro (PL), com 23%. Segundo a pesquisa Datafolha, 75% dos eleitores de Freixo optam por Lula.

Bolsonaro, por sua vez, é apoiado por Castro, que também tenta a reeleição. Embora declare apoio ao presidente, ele vem evitando se associar a algumas das bandeiras de inclinação golpista apresentadas pelo aliado.

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Lula é o favorito e Bolsonaro o candidato mais rejeitado no Rio, indica pesquisa

Lula lidera no estado com 42,4% das intenções de voto para voltar à Presidência da República, segundo a Prefab Future.

Pesquisa presencial da Prefab Future divulgada nesta segunda-feira (6) mostra que o ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto no Rio de Janeiro para retornar à Presidência da República.

Ele aparece com 42,4% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL), que tem 33,9%. Ciro Gomes (PDT) é o terceiro colocado, com apenas 4,3%.

grafico

Bolsonaro lidera o ranking de rejeição. Entre os entrevistados, 45,8% declararam que “nunca” votariam no atual chefe do governo. Lula aparece com 34,4%.

*Com 247

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Política

No Rio, Lula venceria no primeiro turno com mais que a soma dos adversários

Agenda do Poder – O ex-presidente Lula lidera com folga a disputa à sucessão presidencial no Estado do Rio. Segundo pesquisa Quaest, encomendada pelo jornal O Globo, Lula chega a 43% das intenções de voto, contra 29% de Jair Bolsonaro. Ciro Gomes (PDT) tem 8% e João Dória (PSDB),4%.

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No Rio, Lula ganharia no primeiro turno: o petista tem mais intenções de voto do que a soma dos demais candidatos: 51% dos votos válidos.

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Relatório sigiloso do TCU diz que governo gastou R$ 1 milhão em três motociatas de Bolsonaro

O Estado brasileiro gastou R$ 1,062 milhão com apenas três motociatas realizadas pelo presidente Jair Bolsonaro: a do Rio, em maio, e as de São Paulo e de Chapecó (SC), em junho.

O valor, informado pela Presidência da República e pelo Gabinete de Segurança Institucional ao Tribunal de Contas da União, consta de um processo sigiloso que será julgado pela ministros do Tribunal de Contas da União na tarde desta quarta-feira na corte de contas.

A portas fechadas, em uma reunião reservada, os ministros vão avaliar se o presidente cometeu irregularidades ao promover esses três eventos usando o dinheiro público para bancar segurança e transporte dele mesmo e de seus convidados.

O processo é tratado como sigiloso no tribunal por envolver despesas com a segurança do presidente, mas também por tratar de um assunto que é politicamente delicado para Bolsonaro.

A devassa foi requisitada pelos integrantes da CPI da Covid, incomodados com o fato de Bolsonaro reunir multidões sem usar máscara durante a pandemia e com o propósito de se autopromover.

Ao avaliar os gastos com as motociatas, equipe técnica do TCU considerou apenas os gastos com a segurança do presidente e a estrutura usada nos deslocamentos, como veículos, combustíveis.

Não foram incluídas no relatório moticiatas de Bolsonaro em Brasília (DF), Uberlândia (MG), Santa Cruz do Sul (RS) e Pernambuco (PE). Os dados não foram contabilizados porque elas ocorreram depois do pedido de levantamento.

A análise inclui apenas despesas do governo federal. Não leva em conta o que os estados e dos municípios para organizar a estrutura local.

No relatório encaminhado aos ministros, a área técnica do tribunal disse não ser possível apontar irregularidades nos gastos do presidente. Segundo os auditores, não há uma lei que diga o que é uma viagem de interesse público e o que não é.

Nesse caso, os técnicos do TCU recomendam o arquivamento da investigação no tribunal e a remessa dos documentos não apenas à CPI da Covid, mas também às comissões de Fiscalização e Controle da Câmara e do senado.

A investigação, porém, pode ser aproveitada em outro órgão: o TSE, que está averiguando se as motociatas foram atos de antecipação de campanha política. O próprio procurador junto ao tribunal, Paulo Gonet, já pediu o compartilhamento das informações do TCU para avaliar.]

*Com informações de O Globo

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