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Lula vence todos os adversários no primeiro turno e deixa Flavio no chinelo no segundo turno

Levantamento da Real Time ouviu 2.000 pessoas entre os dias 29 e 30 de maio

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Real Time Big Data mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários testados. A pesquisa foi feita após a revelação do áudio de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro e da classificação do CV e do PCC como terroristas pelos EUA.

No principal cenário avaliado, Lula aparece com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 31%. Na sequência estão Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 6%, Romeu Zema (Novo), com 4%, Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC), com 3% cada, e Augusto Cury (Avante), com 1%.

Outros candidatos somados alcançam 1% das intenções de voto. Brancos e nulos representam 3%, enquanto 4% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Na simulação de segundo turno, o presidente Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 8% e 7% não sabem ou não responderam. Comparado ao último levantamento do mesmo instituto, Lula subiu dois pontos e Flávio Bolsonaro perdeu quatro.

Em cenário de segundo turno contra Ronaldo Caiado, Lula aparece numericamente empatado com o ex-governador de Goiás, com os dois marcando 43%. Contra Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, Lula tem três pontos percentuais de vantagem: 43% contra 40%.

Na disputa com Renan Santos (Missão), Lula vence por 46% contra 30%. Contra o deputado federal Aécio Neves (PSDB), o petista tem a maior vantagem e vence de 47% contra 23%.

Em um segundo cenário de primeiro turno, que inclui Aldo Rebelo (DC) no lugar de Joaquim Barbosa, Lula mantém os mesmos 38% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro permanece com 31%. Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 6% cada, Romeu Zema sobe para 5%, Aécio Neves alcança 3%, enquanto Aldo Rebelo e Augusto Cury aparecem com 1% cada.

Nesse cenário, os votos em outros candidatos também somam 1%, os brancos e nulos permanecem em 3% e os indecisos representam 5%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05864/2026.


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Pesquisa

Pequisa Atlas: Lula amplia vantagem após escândalo de Flavio com Vorcaro

Governo cresce enquanto Flávio e Michelle Bolsonaro recuam nos cenários eleitorais

No principal cenário de primeiro turno testado pela pesquisa:

Lula: 47% (+1,5)
Flávio Bolsonaro: 34,3% (-1,8)
Renan Santos: 6,9% (+0,4)
Romeu Zema: 5,2% (-0,3)
Ronaldo Caiado: 2,7% (-0,2)
Augusto Cury: 0,4% (estável)
Aldo Rebelo: 0,2% (estável)
Branco/nulo: 1,4% (-0,1)
Não sabem: 1,9% (+0,2)

O dado mais relevante desse cenário é a consolidação de Flávio Bolsonaro como único nome efetivamente competitivo do bolsonarismo. O senador aparece muito à frente de Zema e Caiado, reforçando a dependência da direita em relação à família Bolsonaro.

Ao mesmo tempo, a pesquisa indica que o desgaste provocado pelo caso Daniel Vorcaro não ficou restrito ao noticiário político e já apresenta reflexos eleitorais. Enquanto Lula avançou no levantamento, Flávio Bolsonaro registrou queda.

A pesquisa também testou um cenário sem Flávio Bolsonaro e com Michelle Bolsonaro representando o campo bolsonarista.

Nesse quadro:

Lula: 47,8% (+1,3)
Michelle Bolsonaro: 30,4% (-2,4)
Renan Santos: 7,5% (+0,6)
Romeu Zema: 5,9% (-0,1)
Ronaldo Caiado: 3,1% (+0,2)
Branco/nulo: 2,4% (+0,1)
Não sabem: 2,9% (+0,3)

O levantamento sugere que, apesar da força da marca Bolsonaro, a transferência de capital político dentro da própria família encontra limites.

O cenário reforça uma preocupação crescente dentro da direita: trocar Flávio por Michelle ou outro nome pode significar risco real de perder competitividade e até de ficar fora do segundo turno.

Segundo turno
No segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente também aparece na frente.

O cenário mostra:

Lula: 50,6% (+1,7)
Flávio Bolsonaro: 45,1% (-1,5)
Branco/nulo: 2,2% (-0,1)
Não sabem: 2,1% (-0,2)

Os números indicam que Lula preserva uma frente eleitoral mais ampla fora do núcleo petista, enquanto Flávio ainda encontra dificuldades para ultrapassar o teto do eleitorado bolsonarista mais fiel.

Os cruzamentos demográficos da pesquisa mostram que Lula segue especialmente forte entre os mais pobres, no Nordeste e entre eleitores que votaram nele em 2022. Já a direita continua mais forte entre evangélicos, eleitores de renda mais alta e nas regiões Sul e Centro-Oeste.

Outro dado importante é o enfraquecimento dos nomes alternativos da direita. Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem fragmentando o eleitorado conservador, mas sem demonstrar capacidade real de liderar o campo oposicionista.

Na prática, a pesquisa sugere que o bolsonarismo entrou em um ponto de dependência da própria família Bolsonaro. Sem Jair Bolsonaro elegível, Flávio aparece como herdeiro natural do espólio político do ex-presidente, enquanto outros nomes seguem incapazes de ocupar plenamente esse espaço.

O levantamento ouviu 5.032 pessoas entre os dias 13 e 18 de maio, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.

*Com informações do ICL


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Política

Datafolha mostra que o bolsonarismo faliu

A era Bolsonaro acabou e bolsonaristas estão órfãos

O Datafolha escancarou o problema da direita, tem voto, mas não tem nome. Pode ser Flavio, Caiado ou Zema, todos têm percentuais idênticos no segundo turno. Todos são postes sem luz e batem no memso teto no segundo turno contra Lula.

A direita tem eleitor, mas não tem candudato.

O primogênito do genocida não empolga ninguém, nem mercado, nem evangélicos, nem o pasto.

Na verdade, está cada vez mais imaginável ver o apoio decisico de pastores a Flavio, Zema e Caiado, os três são uma espécie de esvazia templo, espanta evangélicos. Por isso a direita está em pânico.

O fato é que Bolsonaro concentrou em si a própira imagem da direita. Inelegível e preso, a direita não tem plano B que emplogue, tanto faz ser Ze Mané, Joaquim miliciano ou Tião escravocrata, essa turma não dá caldo, mesmo que o banqueiro financie suas campanhas, o retorno não vem sem um nome de peso.

A direita está na mesma situação de um jogador quebrado ou suspenso, o resto do time não sabe jogar, que fará fazer gol.

A tendência é ver o desespero pela anistia de Bolsonaro se agigantar, porque o Datafolha tem três candidatos para enfrentar Lula, mas não tem nenhum que repre4esente qualquer via, que fará a terceira.

Não dá tempo do  Jornal Nacional fabricar candidto, eles próprios se engessaram, por isso a direita está surtada a ponto de Flavio, em vídeo, reviver a tragédia da fome no goveno de seu pai, chamando a população de idiota, acusando Lula daquela tragédia que aconten durante todo o governo do seu pai.

Ou seja, é barba, cabelo e bigode às avessas. Os três candidatos da direita não formam um nome.

Sem Bolsonro, o bolsonarismo derreteu e o bolsonarista está igual a v-lata que cai do caminhão de mudança e segue acompanhando qualquer um que lhe faça festinha, mas que não empolga, menos ainda alimenta esperança de vitória pela própria sobrevivência da direita.


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Política

Quaest: Lula segue na liderança no 1º turno e venceria todos os adversários em 2026

Lula varia de 31% a 39% de intenções de voto nos testes de primeiro turno, com distância considerável para todos os possíveis adversários

O presidente Lula (PT) lidera todos os possíveis cenários eleitorais de primeiro turno para 2026 e venceria qualquer possível adversário em uma disputa de segunda turno. É o que aponta a pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (13).

O levantamento aponta que Lula varia de 31% a 39% de intenções de voto nos testes de primeiro turno, com distância considerável para todos os possíveis adversários. A disputa mais apertada é contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, quando soma apenas 5 pontos de vantagem.

Quaest: Lula mantém liderança no 1º turno e venceria qualquer adversário em 2026

Entre os candidatos aptos a concorrer, o mais competitivo é o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que aparece com 12 pontos a menos do que Lula em um cenário com apenas três candidatos. Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Eduardo têm desempenhos parecidos, com ampla vantagem para Lula.

No segundo turno, Lula venceria todos os adversários

A vantagem de Lula contra Ciro Gomes (PSDB), Tarcísio e o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), é de 5 pontos. Em outubro, ela era de 9 pontos, 12 pontos e 13 pontos, respectivamente. Lula em distância confortável, de mais de dez pontos, contra Eduardo Leite (PSD) e Eduardo Bolsonaro (PL).

A Quaest testou pela primeira vez o nome de Renan Santos (Missão), fundador do Movimento Livre Brasil (MBL), que teria 25% dos votos, contra 42% de Lula.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 6 e 9 de novembro. O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais.

ceria por diferenças entre 3 e 17 pontos percentuais. Contra o inelegível Jair Bolsonaro, teria 42%, ante 39%, o que configura empate técnico. A diferença era de 10 pontos percentuais há um mês.

Cenários do Segundo Turno

*ICL


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Política

Sem ilusões: num eventual 2º turno entre Boulos e um candidato da direita, Marçal e Nunes se unirão

A direita é um mar de lama!

Não é coesa, mas saberá buscar apoio anti esquerda dentro do lamaçal reacionário.

Os vigaristas são mestres na arte da hipocrisia.

Marçal e Nunes são uma coisa só. Os atributos dos dois são de uma mesma forma de fazer canalhas. Por isso também, tanto Marçal quanto Nunes. indo para o segundo turno contra Boulos, o apoio da Faria Lima já está casado. É a ciência da estupidez humana que expõe, na capital mais rica da América Latina, o próprio conflito humano entre pobres e ricos num enorme poço de iniquidade.

É a perversidade seca e crua que está nas ruas da cidade expondo o que existe de mais depravado dentro do universo capitalista.

É coação social em estado puro com uma nação de brasileiros em situação de rua.

Tanto Nunes quanto Marçal representam quem produz essa catástrofe social.

Por isso o conflito entre os dois, é pura cena. O modelo padrão de suas agendas, é o mesmo que levou São Paulo expor ao mundo uma das maiores vergonhas que os neoliberais produziram em anos de política pública que serve ao interesse privado.

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Um segundo turno nefasto nos espera

A eleição presidencial de 2022 será decidida em um segundo turno. Com 96,10% das urnas apuradas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 47,77%, enquanto o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL), teve 43,77%.

Os dois decidirão quem será o próximo presidente, no dia 30 de outubro. E que Deus nos proteja.

A apuração dos resultados da eleição teve início a partir das 17 horas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. Pela primeira vez, a votação em todas as regiões seguirá o fuso horário de Brasília, fazendo com que algumas regiões apresentem resultados mais cedo.

Segundo o Tribunal Superior Eleitora, 156.454.011 brasileiras e brasileiros estão aptos a votar. Eles estão distribuídos entre 5.570 cidades do país, incluindo o Distrito Federal e Fernando de Noronha, e 181 localidades no exterior.

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Datafolha: Lula cresce e Bolsonaro continua estacionado

A três dias das eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida com 50% dos votos válidos, o que mantém aberta a possibilidade de vencer já no primeiro turno. Em busca da reeleição, Jair Bolsonaro (PL) tem 36%, seguido por Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 5%.

É o que revela a mais recente pesquisa do Datafolha, que ouviu 6.800 pessoas em 332 cidades de terça (27) a esta quinta (29). Ela foi encomendada pela Folha e pela TV Globo e registrada com o número BR-09479/2022 no Tribunal Superior Eleitoral.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O instituto passa a divulgar o resultado dos válidos, que exclui da conta de intenção de votos brancos, nulos e indecisos, pois esse é o critério usado pelo TSE para contabilizar o resultado do pleito.

Assim, se mantém no limiar da vitória no primeiro turno, que demanda 50% dos válidos mais um voto ao menos, numa onda de recuperação: chegou a ter 54% em maio, descendo em setembro para 48%, patamar em que permaneceu até a semana passada, quando oscilou para 50%. Assim, o ex-presidente pode ter de 48% a 52% dos válidos.

Ou seja, a situação é de estabilidade —Bolsonaro tinha 35% dos válidos na semana passada e passou para 36%.

A campanha petista intensificou sua busca por votos, particularmente de Ciro, cuja reação energética contra a ofensiva resultou num comunicado à nação na segunda (27), quando disse que não deixaria a disputa. Não foi muito ouvido pelos eleitores: neste levantamento, ele oscilou negativamente ante o da semana passada, de 7% dos válidos para 6%.

A senadora Tebet, por sua vez, manteve-se estável, provando que, se a campanha não lhe trouxe uma candidatura viável, ao menos a mostrou inoxidável em seu patamar. O Datafolha havia mostrado que 1 em cada 5 eleitores dela e de Ciro estava disposto a votar útil em Lula.

Quando o critério é a totalidade dos votos, incluindo brancos, nulos e indecisos, Lula oscilou de 47% para 48% ante a pesquisa anterior. Bolsonaro foi de 33% para 34%, Ciro, de 7% para 6% e Tebet manteve seus 5%.

Os resultados tornam ainda mais importante para Lula e para Bolsonaro o debate desta quinta na TV Globo, o último grande evento da campanha. Qualquer escorregão mais grave pode atrapalhar; empates ou vitórias por pontos são o que usualmente se espera desses encontros, cuja mística é algo exagerada na crônica política.

Com efeito, a ausência de Lula no encontro do SBT no sábado passado (24) em nada lhe prejudicou a intenção de voto. Assim como a algo folclórica apresentação ao mundo das redes sociais de Padre Kelmon não ajudou o candidato do PTB, que não pontuou.

Problema maior para o PT é a questão da abstenção, que atinge tradicionalmente mais eleitores de baixa rende que compõem a força de Lula nesta campanha. Não há como prever essa taxa, dada a imprevisibilidade de fatores, e segundo o Datafolha havia apurado na semana passada, 3% dos eleitores admitiam não ir às urnas.

Problema maior para o PT é a questão da abstenção, que atinge tradicionalmente mais eleitores de baixa renda que compõem a força de Lula nesta campanha. Não há como prever essa taxa, dada a imprevisibilidade de fatores, e segundo o Datafolha havia apurado na semana passada, 3% dos eleitores admitiam não ir às urnas.

Entre os eleitores que ganham até 2 salários mínimos, 50% dos ouvidos neste levantamento, o petista mantém dianteira de 31 pontos sobre o presidente: 57% a 26% dos totais. Lula já havia ganho cinco pontos na pesquisa anterior, e manteve o patamar.

Significativamente para Bolsonaro, que investiu tudo em medidas econômicas populares, como a queda forçada de preços administrados de energia e o aumento do Auxílio Brasil para 20 milhões de famílias mais necessitadas, quem recebe o benefício que substituiu o Bolsa Família criado por Lula segue votando mais no petista: 58%, enquanto 26% declaram apoio ao presidente.

Em outro grupo expressivo, o das mulheres (52% da amostra populacional em questão), Lula mantém também vantagem, com 50%, ante 29% de Bolsonaro. A mais alta rejeição do atual mandatário entre elas é o preço de anos de discurso machista que a sua campanha tentou alterar na reta final, sem sucesso até aqui.

Na região mais populosa do país, o Sudeste (43% do eleitorado), Lula seguiu na dianteira, com 43% a 35% dos totais. O petista oscilou dois pontos ante a semana passada, e o presidente, um para baixo, perdendo metade do avanço que havia conseguido na rodada anterior. No segundo maior colégio regional, o Nordeste com seus 27% do eleitorado na amostra, o petista tem 41 pontos de vantagem (63% a 22%).

Se esta fosse uma eleição decidida apenas levando em conta o critério renda, contando da classe média baixa para cima, Bolsonaro estaria em situação melhor: ele empata com Lula ou tem vantagem sobre o antecessor em todos os segmentos a partir dos R$ 2.440 de renda média mensal no lar do entrevistado.

O fato é que esta é uma eleição definida nos detalhes, sem variações dramáticas nos números gerais. Com o voto cristalizado pela maioria dos eleitores há mais de um mês, tudo sugere que a propaganda gratuita teve impacto reduzido no resultado que se aproxima —todos os quatro principais candidatos aumentaram o tom dos ataques entre si, com Bolsonaro chamando Lula de ladrão diuturnamente.

O mesmo marasmo relativo se viu no fim da tabela, com os candidatos que ou nunca pontuaram, ou ficaram na margem de erro do nada. Neste levantamento, Soraya Thronicke (União Brasil) tem 1%, empatada com Vera (PSTU), Leo Péricles (UP), Felipe D’Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC) e Kelmon, todos sem sair do traço.

*Com Folha

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Acaba de sair a pesquisa Ipec; Veja os números

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, quando foi divulgada a pesquisa anterior do Ipec, o que indica cenário estável na disputa. Em seguida estão Ciro Gomes (7%), Simone Tebet (3%) e Felipe d’Avila (1%). Levantamento foi realizado entre 26 e 28 de agosto e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, data do último levantamento do Ipec para presidente, o que indica cenário estável na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%. Tebet, assim, está empatada tecnicamente com Ciro e d’Avila no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Intenção de voto estimulada

  • Lula (PT): 44% (44% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
  • Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)
  • Ciro Gomes (PDT): 7% (6% na pesquisa anterior)
  • Simone Tebet (MDB): 3% (2% na pesquisa anterior)
  • Felipe d’Avila (Novo): 1% (0% na pesquisa anterior)
  • Vera (PSTU): 0% (1% na pesquisa anterior)
  • Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Roberto Jefferson (PTB): 0% (não participou do levantamento anterior*)
  • Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Branco/nulo: 7% (8% na pesquisa anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 6% (7% na pesquisa anterior)

*Com G1

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Eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro faz indecisos saírem do muro, mostra Ipec

Percentuais dos que não sabem em quem votar recuam em todos os estratos em cenário só com os dois líderes nas pesquisas.

O percentual de brasileiros que dizem não saber em quem votar no primeiro turno da eleição presidencial diminui quando a disputa vai para uma segunda votação só com os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

A diferença numérica é pequena (de 7% para 5%) e dentro da margem de erro estimada pelo Ipec, de dois pontos percentuais. Mas o recuo é comum a todos os estratos da população e sugere haver tendência de uma maior definição dos eleitores quando a disputa se afunila, avaliam especialistas ouvidos pelo Pulso.

Os percentuais dos que dizem não saber ou que não responderam ao instituto fundado por ex-executivos do Ibope oscilam para baixo de um turno para o outro em todos os recortes por sexo, idade, região, renda, nível de escolaridade, raça e religião. Também têm variação negativa entre beneficiários de programas sociais do governo e eleitores que não recebem nenhum auxílio.

O percentual de brasileiros que dizem não saber em quem votar no primeiro turno da eleição presidencial diminui quando a disputa vai para uma segunda votação só com os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

A diferença numérica é pequena (de 7% para 5%) e dentro da margem de erro estimada pelo Ipec, de dois pontos percentuais. Mas o recuo é comum a todos os estratos da população e sugere haver tendência de uma maior definição dos eleitores quando a disputa se afunila, avaliam especialistas ouvidos pelo Pulso.

Os percentuais dos que dizem não saber ou que não responderam ao instituto fundado por ex-executivos do Ibope oscilam para baixo de um turno para o outro em todos os recortes por sexo, idade, região, renda, nível de escolaridade, raça e religião. Também têm variação negativa entre beneficiários de programas sociais do governo e eleitores que não recebem nenhum auxílio.

A CEO do Ipec, Márcia Cavallari, lembra que um dos fatores capazes de definir o voto de um indeciso é a rejeição desse eleitor a um dos candidatos que avançam para o segundo turno.

*Com O Globo

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Pesquisa

Lula cresce entre evangélicos, chega a 43%, e Bolsonaro estaciona nos 35%, diz PoderData

Petista teve oscilação positiva de 1 ponto percentual na pesquisa; entre evangélicos, alta de Lula foi de 8 pontos.

O petista figura com 43% das intenções de voto contra 35% de Jair Bolsonaro (PL). Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 5%, André Janones (Avante), com 3%, e Simone Tebet (MDB), com 2%.

O ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) foi mantido no estudo porque só desistiu de concorrer na segunda-feira (23). O anúncio, porém, já foi suficiente para o tucano cair para 1% nas intenções de voto (ele pontuava de 2% a 4% em levantamentos anteriores). O efeito geral na corrida eleitoral foi pequeno.

veja o resultado:

 

Evangélicos: Lula diminui diferença

A nova rodada da pesquisa PoderData mostra que também que Bolsonaro ainda lidera entre os evangélicos, mas viu a sua vantagem para o ex-presidente Lula diminuir para 13 pontos percentuais.

De acordo com o levantamento, o ex-capitão soma 46% das intenções de voto no segmento para o primeiro turno das eleições de 2022. Já o petista tem 33%. Na pesquisa anterior, realizada de 8 a 10 de maio, Bolsonaro aparecia com 52% entre os evangélicos.

:: Gestão da pandemia no governo Bolsonaro será alvo do Tribunal Permanente dos Povos nesta terça ::

Segundo turno: Lula lidera com folga

O levantamento aponta Lula tem uma vantagem de 11 pontos percentuais sobre Bolsonaro no segundo turno. O petista soma 50% das intenções de voto contra 39% de Bolsonaro. Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 10 e 12 de maio, Lula aparecia com 49% e Bolsonaro, 38%.

Em levantamentos do PoderData, Lula já esteve 25 pontos à frente do atual presidente. Os índices foram registrados no final de agosto e início de setembro de 2021. A menor diferença entre os favoritos da eleição ocorreu no último mês, e foi de 9 pontos.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData. Os dados foram coletados de 22 a 24 de maio de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 301 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-05638/2022.

*Com Brasil de Fato

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