Categorias
Política

Assista ao vivo: STF julga compartilhamento de mensagens da Lava Jato com a defesa de Lula

Neste exato momento o STF julga se deixa frouxa ou não a lama que escorre das mensagens trocadas entre os contraventores da Lava Jato, travestidos de procuradores. A mesma Lava Jato que é culpada pelo caos econômico, político e sanitário do país.

2ª turma do Superior Tribunal Federal julga se valida compartilhamento de mensagens da Lava Jato que colocam em xeque condenação do ex-presidente.

Assista:

*Com informações do Uol

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Em editorial do Globo, o procurador Boquinha solta a maior das pérolas em defesa da Lava Jato

Hoje é o dia mundial da defesa da Lava Jato nos jornalões. O motivo é simples, o STF julgará se deixa frouxa ou não a lama que escorre das mensagens trocadas entre os contraventores da Lava Jato, travestidos de procuradores. A mesma Lava Jato que é culpada pelo caos econômico, político e sanitário do país.

Para tanto, é só ver o preço do gás e dos combustíveis em geral, que somente ente ano, em apenas 40 dias, subiram 22%. Mais que isso, é só comparar o preço dos combustíveis do governo Dilma com o de Bolsonaro para ver o tamanho do rombo que o golpe promovido pela Lava Jato proporcionou ao Brasil, para entregar as refinarias nas mãos de grupos estrangeiros e esfolar o bolso do brasileiro, com os preços dolarizados.

Lembrando que a maneira de calcular os combustíveis mudou com Michel Temer, o corrupto que a Lava Jato colocou no poder, tendo à frente da Petrobras, ninguém menos que um tucano de pedigree chamado Pedro Parente para operar a mudança, como estava previsto no golpe tucano-lavajatista.

Por isso, a tese do ilustre Carlos Fernando dos Santos Lima, mais conhecido como procurador Boquinha, se desfaz no ar pela própria história do que aconteceu com o país quando a Lava Jato foi criada, e quando o Brasil foi devolvido ao mapa da fome.

Mas o cínico, que cheira à hipocrisia, lança a tese de que Bolsonaro, que Moro colocou na presidência em troca da cabeça de Lula, está comandando o STF para que Moro, candidato à presidência da República em 2022, não vença a eleição. Segundo o procurador Boquinha, aquelas mensagens são todas futricas da tia Maricota no whatsapp.

A tese dele é o terraplanismo ao quadrado. Só faltou o vigarista dizer que Bolsonaro é um comunista disfarçado de fascista para cobrir a aposta de um outro vigarista chamado Olavo de Carvalho.

Tudo em nome dos heróis dos tolos que achavam que o Brasil é uma província de Curitiba.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

O faniquito dos procuradores picaretas da Lava Jato

As celebridades do BBB policial, sentindo o refluxo pelas mensagens periciadas pela PF e, oficialmente, liberadas pelo STF, veem a azia só aumentar a cada nova revelação feita pelas mídias, oficial e independente.

Os todo-poderosos, agora, dizem-se perseguidos por uma trama quase que terraplanista, para anular as provas de crimes de Lula apresentados por eles, sem dizer quais.

Quem se incumbiu de defender a pátria curitibana dos procuradores foi o próprio Ministério Publico do Paraná, que emprestou seu espaço nas redes para que a chorumela carregada de faniquitos dos ex-heróis pudesse fazer valer o choro dos perdedores.

Essa turma, que colocou Bolsonaro no poder, assim como também fez com Temer, golpeando Dilma e condenando Lula, levando o pais ao caos econômico e sanitário porque passa, sofre aquela amnésia dos hipócritas, sem entender que, hoje, não figura sequer entre as 100 personalidades do hit parade.

Com a taça de campeões do “combate à corrupção”, não entenderam que, desde que abelha rainha abandonou a colmeia para vestir a casaca de ministro da Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro, eles ficaram órfãos, quebraram a unidade e o que era doce, acabou-se.

A pressão da nota do MPF de Curitiba tem a mesma eficácia do chaveiro que vai colocar fechadura na porta arrombada. Mas como a gritaria faz parte do jogo, sobretudo em tempos de BBB, deixa os vigaristas da república de Curitiba com a bunda de fora. Perderam, playboys!

*Carlos Henrique Machado Freitas

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Opinião

BBB não reflete a sociedade brasileira, mas a caricatura do Brasil

Temos lido que o que ocorre no Big Brother Brasil reflete o comportamento da sociedade brasileira. Não assisto BBB, mas pelos comentários que refletem o programa, é nítida a manipulação da Globo para conseguir o que sempre almeja, audiência.

Isso faz lembrar a mesma Globo, décadas atrás, exilando os grandes compositores, grandes músicos brasileiros para colocar no lugar o lixo da indústria fonográfica, brasileiro ou internacional, quando criou uma espécie de mantra que se transformou num esperanto das grandes gravadoras internacionais: “Não interessa a qualidade artística de um grande compositor, de um grande intérprete, mas sim, sua atitude”.

Na verdade, essa atitude tida como preponderante para se vender um produto artístico em que o tal artista se propôs a virar, era um leque de estereótipos efêmeros que, desgastados, em dias, era substituído por outros com “novos  comportamentos”.

É isso que a Globo faz agora, porque é da natureza da própria indústria da cultura de massa, da qual a emissora é a nave mãe no Brasil.

Não foram poucas as porcarias que a Globo sempre vendeu como se fossem reflexo da cultura do povo brasileiro, amesquinhando uma cultura extremamente rica e diversa de uma enorme parcela da sociedade que sempre preservou o que há de mais rico na nossa identidade, numa atitude política impressionante com uma capacidade de resistência e luta que jamais se deixou atropelar pelo trator do capitalismo cultural.

Mas para um cidadão médio que, na maioria das vezes, foi forjado dentro desse ambiente encapsulado dos interesses da indústria cultural e, com isso, ignorando seu próprio universo identitário, essa balela do exótico apimentado, jogado na conta dos pobres com a justificativa de fazer programas ou produções popularescos, é aceito como verdade absoluta.

No Brasil, a ignorância mediana parece não ter fim. E essa ideia de que ali, naquele balaio de novas modas conceituais há uma realidade do Brasil, é o mesmo que foi criado para servir à elite econômica e produzir personagens políticas como Collor, Bolsonaro, Moro e o próprio FHC, com seu neoliberalismo mofo, cheirando à naftalina que está sendo novamente apresentado como a salvação do país desde o golpe contra Dilma, com as reformas que prometem um Brasil maravilha que, na realidade, promovem uma segregação nunca vista na história desse país, que aumenta de forma instantânea a pobreza, a miséria com cada vez menos brasileiros tendo acesso a empregos, à alimentação, pagando no gás, na gasolina, no diesel, entre muitos outros produtos, como a cesta básica, preços internacionais, enquanto o salário de quem ainda tem emprego está congelado, quando não reduzido.

O resultado não poderia ser outro que não essa tragédia que a pandemia neoliberal está produzindo com a pandemia da Covid-19. É tudo uma coisa só.

Para essa gente, o que interessa é produzir grosserias saudando uma suposta realidade brasileira, colocando-nos na condição política de colônia escravocrata para servir aos interesses do grande capital, nacional e internacional.

O BBB, que tem causado vertigem em muita gente de que é isso a realidade brasileira, é somente mais uma das muitas caricaturas que a Globo produziu no país desde a sua criação como rede de televisão.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

Como Moro, ainda juiz, ajudou bancas de advogados dos EUA a ganhar dinheiro com a Lava Jato

Por Joaquim de Carvalho

Na mais recente leva de mensagens da Lava Jato, periciadas e informadas pela defesa de Lula ao STF, Sergio Moro aparece com uma orientação aos procuradores da república para que processem um empresário norte-americano citado na investigação sobre a compra da refinaria de Pasadena.

O recado foi repassado por Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador da república que trabalhava em casos sob a jurisdição de Moro desde o Banestado.

Era 10 de agosto de 2018, às 10h47, quando Carlos Fernando avisa que tem uma mensagem do então juiz, que os procuradores da Lava Jato chamam de “Russo”:

“Mensagem do Russo”, diz, para em seguida copiar a postagem de Moro, enviada na véspera, já no final da noite (22h10):

“Esqueci de uma coisa. Na ação penal de Pasadena, um dos acusados é o representante da Astra Oil que teria pago propina, o Alberto Feilhaber, norte-americano e residente no US. Chegaram a avaliar a possibilidade de transferência de informação ou processo nos US?”

A mensagem, por si só, revela que a Lava Jato tinha seus próprios caminhos (ilegais) para colaborar com autoridades estrangeiras, sem respeitar os tratados que obrigam o uso de canais oficiais — no caso, o Ministério da Justiça.

Os advogados de Lula manifestam estranheza quanto à conduta de Moro, típica de acusador, não de magistrado.

“Era o então juiz SERGIO MORO — ou “Russo”, segundo codinome adotado nas conversas clandestinas — quem sugeria a prática de atos de persecução no Brasil ou exclusivamente no exterior, com foco nos EUA”, dizem.

Por quê?

O relatório da defesa de Lula não tem propósito de revelar a motivação de Moro, mas, com base neste e em outros casos parecidos e, principalmente, de seus desdobramentos, é possível ver na atuação do então juiz a ação dele para criar dificuldades para que grandes bancas de advogados se apresentem para vender facilidades.

Advogados que formavam um grupo a que Rodrigo Tacla Durán deu o nome de “Panela de Curitiba”, quando recebeu recado de que deveria contratar profissional próximo de Moro, Deltan Dallagnol, Januário Paludo e Carlos Fernando dos Santos Lima, entre outros, para se defender na Lava Jato.

Pouco depois, trocou mensagens com Carlos Zucolotto Júnior, ex-sócio de Rosângela Moro, em que recebeu a proposta de pagar 5 milhões de dólares para ter facilidades em acordo de delação premiada e depositou parte — 612 mil dólares — na conta do escritório de Marlus Arns, ex-parceiro da esposa do então juiz em caso da máfia das falências no Paraná.

Há outros casos de advogados brasileiros que se beneficiaram das investigações em que Moro aparecia como ferrabrás, como Antonio Figueiredo Basto, para quem doleiros pagavam mesada para serem blindados.

enê Ariel Dotti, o decano que Moro aceitou como assistente de acusação da Petrobras, assinou contrato com a empresa pública para receber cerca de R$ 14 milhões.

Advogado, o irmão do procurador da Lava Jato Diogo Castor de Mattos também enriqueceu com a chamada “indústria da delação premiada” em Curitiba.

Ligado à Lava Jato em Brasília, o ex-procurador Marcelo Miller pulou o balcão no início de 2017, para se juntar ao escritório Trench, Rossi e Watanabe, que é braço brasileiro da banca americana Baker McKenzie, contratada para representar a J&F (controladora da JBS) em processos criminais que envolviam delação.

Antes mesmo de deixar a Procuradoria Geral da República, onde era homem de confiança de Rodrigo Janot, então chefe da instituição, ele já havia feito contatos com a Odebrecht, para falar de seus planos — trocar o serviço público pela iniciativa privada.

O movimento de Miller é parecido com o de outros agentes públicos estrangeiros que atuaram, direta ou indiretamente, nos processos desencadeados por Sergio Moro.

O procurador suíço Stephan Lenz, chamado de “cérebro” da colaboração (clandestina) com a Lava Jato, é citado em conversas agora tornadas públicas como autor de um plano para deixar o serviço público em seu país a fim de ser contratado pela Petrobras.

O lugar cobiçado por ele já era ocupado por Ariel Dotti e a negociação não prosperou, mas Stephan Lenz acabou contratado pelo Ministério Público do Peru, também destinatário das investigações realizadas sob autoridade de Moro, sobretudo as que envolviam a Odebrecht.

No país vizinho, um advogado associado a uma banca dos Estados Unidos acabou delatado por receber da Odebrecht 1,3 milhão de dólares para interceder junto ao governo daquele país para que a empresa executasse o projeto Gasoduto Del Sur.

O advogado, falecido em 2017, é Luis Pizarro Aranguren, sócio da Pizarro, Botto & Escobar, escritório associado à multinacional DLA Piper.

A DLA Piper, uma das maiores sociedades de advogados do mundo, com sua origem remontando há mais de dois séculos, nega envolvimento neste caso de corrupção e teve seu nome citado em outro escândalo associado à Lava Jato na América do Sul.

Foi na Colômbia, que levou à demissão do procurador geral Néstor Humberto Martínez, em dezembro de 2019, por envolvimento em casos de corrupção relacionados à atuação da Odebrecht no país.

Néstor era uma espécie de Sergio Moro da Colômbia, devido à sua reputação de honestidade, mas com habilidade política. Foi ministro em mais de um governo — inclusive da Justiça —, de centro esquerda e de direita.

Ao mesmo tempo em que servia ao governo, mantinha negócios com a multinacional DLA Piper, com o escritório formalmente dirigido pelo filho associado à banca norte-americana.

Moro também sempre teve os seus contatos com escritórios de advocacia e acabou se tornando sócio da banca norte-americana Alvarez & Marsal.

Em 2007, o advogado brasileiro Miguel Reale Júnior denunciou Moro por dar consultoria informal a um procurador de Nova York, Adam Kaufmann, com quem ele fazia dobradinha em investigações decorrentes do caso Banestado.

Reale Júnior defendia um brasileiro acusado de ser doleiro, que respondia a processos no Brasil e nos EUA.

O procurador respondeu a um procedimento jurídico na corte de Nova York por ter supostamente obtido prova ilícita no Brasil.

Moro deu a ele alguns caminhos para se safar da acusação, e os dois eram (ou se tornaram) tão amigos que Kaufmann chegou a se encontrar com o então juiz quando veio ao Brasil.

Alguns anos depois, o procurador de Nova York trocou o serviço público por uma banca privada e, em 2015, anunciava em seu currículo a especialidade em casos da Lava Jato nos EUA.

O que Kaufmann precisava era de clientes enrolados em acusações conduzidas a partir de Curitiba.

E nesse sentido, o homem que Moro sugeriu a Carlos Fernando dos Santos Lima processar podia ter de recorrer a ele.

Não é uma acusação, mas a constatação de que Moro pode não ter sido agente da CIA, como muitos especulam — com plausibilidade, em razão de atuar contra os interesses brasileiros —, mas certamente ele foi, voluntaria ou involuntariamente, um agente de grandes escritórios de advocacia, no Brasil e no exterior.

Hoje, ele faz parte de um deles, o Alvarez & Marsal, em que recebe, pelo menos, R$ 1,7 milhão por ano, o mesmo escritório que, a exemplo da DLA Piper, ganhou e ganha dinheiro com a Odebrecht, empresa que Moro, como juiz, ajudou a arruinar.

*Joaquim de Carvalho/247

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

República de Curitiba tentou coagir Rosa Weber com imprensa e Sergio Moro

O direito à privacidade não protege o crime. Daí que a pseudo privacidade dos procuradores de Curitiba e seus demais sócios honorários, nas conversas hackeadas, oferece duas perspectivas. A que versa sobre situações inofensivas (ou pretensamente engraçadas) e as condutas tipificadas no Código Penal.

Imputar desonestidade a ministros do Supremo e do STJ, por exemplo — e quebrar o sigilo, clandestinamente, usando a Receita Federal, dessas pessoas. É grave pela afirmação, mas pior ainda pelo fato de que é o que eles diziam aos jornalistas que deles dependiam para ganhar as melhores “notícias” dos últimos anos.

Desmoralizar ministros do STF e do STJ era a chave do sucesso da autoapelidada “lava jato”. Assim como o político precisa do voto popular para se reeleger, Curitiba só continuaria a governar o país tendo os votos dos ministros. Não por acaso eles decretaram: “sério” é ministro que seguia Curitiba incondicionalmente. Os demais, não.

Grosseria ou falta de respeito podem não ser crimes. Mas o que transparece é mais que isso. Carregados nos ombros da opinião pública iludida, esses agentes passaram a coagir julgadores com a pena da execração perante o auditório nacional.

Esse desprezo não se dedicava apenas aos ministros mais ofensivos, como Gilmar Mendes. Mesmo as senhoras mais contidas e cautelosas, como Rosa Weber e Cármen Lúcia, foram alvo do escárnio e da prepotência incontida dos procuradores.

Em dado momento, um deles se mostra contrariado porque o ex-presidente Lula iria despachar com a ministra Rosa Weber (o que jamais aconteceu). Mas o procurador diz haver “mensagens nesse sentido”. O problema, diz Roberson Henrique Pozzebon, é que a ministra “não tem a menor noção do caso”. Suscita-se acionar o procurador-Geral da República, o que é descartado com uma arma muito melhor para “neutralizar” o inimigo: o juiz Sergio Moro, que fora assessor da ministra no STF. “A simples publicidade vai colocá-la na parede”, arremata Deltan.

Aludindo fantasias sem informar fonte, o procurador Ângelo Villela inventa frases atribuídas ao ministro Ricardo Lewandowski, como a de que seu colega Luiz Fux “tem um guaxinim na cabeça”. Para Villela, “esse Lewandowski não é nada”. E o nível cai, quando João Carlos de Carvalho Rocha faz piada sem graça e intolerável sobre a vida pessoal da ministra Cármen Lúcia.

Cenas brasileiras de uma pirâmide invertida. Entra para o museu da história da Justiça em um momento que o rabo abanou o cachorro.

*Do Conjur

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

A precariedade da condenação de Lula é tanta que coloca a Lava Jato aquém de um jardim de infância

Qualquer pessoa que der um Google sobre a economia na era Lula, verá que o Brasil deslanchou. Lula pegou o Brasil das mãos de FHC sem centavo de reservas internacionais, com dívida no FMI, com mais de 40 milhões de miseráveis, com um índice escandaloso de mortalidade infantil em consequência da fome, isso depois de oito anos privatizando o que FHC pôde privatizar sem assentar um único tijolo no país. FHC terminou o seu mandato de forma melancólica, com uma reprovação recorde , murcho e cabisbaixo, saindo pela porta dos fundos do Palácio do Planalto direto para uma praça de Paris, sozinho e jogando milho aos pombos.

Lula, ao contrário, tirou 40 milhões de brasileiros da miséria, erradicou a mortalidade infantil, entregou o governo para Dilma com o Brasil sendo a sexta potência econômica do planeta e os dois deixaram os cofres com reservas de US$ 380 bilhões. Lula quitou a dívida com o FMI, considerada impagável e o Brasil virou um canteiro de obras, além do risco país ser um dos menores do mundo o que transformou o Brasil num dos países mais atrativos para investimentos internacionais. Construiu 18 campus universitários e, junto com Dilma, 422 escolas técnicas. Lula saiu do governo com o recorde de aprovação de 87%.

Não dá para listar aqui tudo o que Lula fez por esse país para que os brasileiros acreditassem que o sonho tinha virado realidade.

Mas Moro vende para a sociedade, mesmo diante de provas cabais registradas pela própria imprensa, armazenadas na internet, de que Lula quebrou o país porque comandou o maior esquema de corrupção da história da humanidade.

E o que Moro apresentou como prova do enriquecimento do super gangster que ele criou? Um triplex supostamente reformado no Guarujá. Para começar, o MTST invadiu o apartamento e mostrou que não houve qualquer reforma. e quem viu o apartamento, confirmou que aquilo era um imóvel em condições precárias, principalmente para o alegado maior corrupto da história do planeta, que trocou um muquifo por obras bilionárias na Petrobras quando já não era mais presidente.

No caso do sítio em Atibaia, a coisa era ainda mais ridícula, pois a versão éa  de que Lula trocou aquelas reformas meia sola que qualquer sujeito mediano faz no muro, na cozinha e no quartinho dos fundos em troca de contratos superfaturados com valores estratosféricos.

Duas coisas ficam claras, a mídia estava disposta a comprar qualquer ideia absurda, desde que fosse contra Lula, já que todos sabem que a mídia brasileira é um departamento de marketing do PSDB que foi derrotado por Lula quatro vezes seguidas.

Só isso para explicar que uma história risível, provinciana, vinda da cabeça de um jeca, um medíocre, porcalhão e preguiçoso para vender uma simetria ridícula entre o roubo e o benefício do roubo para embarcar numa narrativa fuleira como essa, porque, sendo assim, Lula foi uma espécie de Midas trouxa, já que o país nunca esteve economicamente tão saudável quanto no seu período de governo, ao mesmo tempo em que Moro o acusa de ter quebrado o país por um rombo inimaginável para comprar um muquifo no Guarujá e fazer um reparo num sítio em que a própria Lava Jato admite que nunca foi dele.

É incrível como esses caras não conseguiram arranjar uma história menos estapafúrdia e mequetrefe diante da grandiloquência do roubo que eles dizem que Lula praticou. Uma criança de 5 anos construiria uma fantasia muito menos patética e infantil do que essa.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

‘Ela é faca na caveira. Pedi uma decisão hoje e já saiu’: diálogos mostram proximidade entre Lava Jato e Juíza Gabriela Hardt

Diálogos apreendidos pela Operação Spoofing que aparecem em documento protocolado pela defesa do ex-presidente Lula no Supremo Tribunal Federal indicam, além da relação entre os procuradores da Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro, uma proximidade entre a força-tarefa de Curitiba e a juíza Gabriela Hardt, que sucedeu Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba.

No dia 1º de novembro de 2018, Moro aceitou o convite do então presidente eleito, Jair Bolsonaro, para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Um dos principais indícios é uma mensagem enviada pelo procurador Athayde Costa no grupo de Telegram da Lava Jato em 16 de novembro de 2018, às 23h57. “e Gabriela é faca na caveira demais Pedi uma decisao hj e ja saiu”, escreveu Costa.

Há, de fato, uma decisão assinada pela magistrada Gabriela Hardt em 16 de novembro daquele ano. No despacho, a juíza decretou o bloqueio de 20 milhões de reais de treze alvos da 56ª fase da Lava Jato, chamada de “Sem Fundos”. A determinação também sequestrou ativos de 38 empresas ligadas aos investigados pela operação.

“Não importa se tais valores, nas contas bancárias, foram misturados com valores de procedência lícita. O sequestro e confisco podem atingir tais ativos até o montante dos ganhos ilícitos”, afirmou Gabriela Hardt em seu despacho, assinado às 18h53. “Considerando os valores que transitaram subrepticiamente nas contas dos investigados, resolvo decretar o bloqueio das contas dos investigados até o montante de vinte milhões de reais.”

A decisão de Hardt foi tomada após uma investigação do Ministério Público Federal apontar que as empreiteiras OAS e Odebrecht supostamente repassaram 68 milhões de reais em propina ao PT e a ex-dirigentes da Petrobras e da Petros em um esquema de corrupção relacionado à construção da sede da estatal na Bahia, conhecida como Torre Pituba.

Segundo os investigadores, o superfaturamento da obra seria bilionário: o orçamento inicial, de 320 milhões de reais, chegou no total a 1,32 bilhão. Naquela fase da Lava Jato, o ex-presidente da Petros Wagner Pinheiro foi alvo de buscas, enquanto Marice Correa, cunhada do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, e o marqueteiro Valdemir Garcia foram alvos de mandados de prisão temporária.

Ao todo, naquela operação, a Polícia Federal cumpriu 22 mandados de prisão eapreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

No dia 19 de dezembro, a Lava Jato denunciou 42 pessoas pelo suposto esquema criminoso. Na lista dos crimes cometidos segundo a peça estão corrupção, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, desvios de recursos de instituição financeira (Petros) e organização criminosa.

Entre os denunciados estavam os três ex-presidentes da Petros: Wagner Pinheiro de Oliveira; Luís Carlos Fernandes Afonso e Carlos Fernando Costa; Armando Ramos Tripodi, ex-chefe de gabinete da presidência da Petrobras e ex-integrante suplente do Conselho Deliberativo da Petros; Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras; e os funcionários da estatal Carlos Alberto Ribeiro de Figueiredo, Antônio Sérgio Oliveira Santana e Gilson Alves de Souza.

No chamado “núcleo de operadores” foram denunciados, entre outros, João Vaccari Neto e Marice Correa de Lima.

O caso envolvendo a 56ª fase da Lava Jato, porém, não é a única menção a Gabriela Hahrdt na nova leva de diálogos revelados. Em 2 de novembro de 2018, Dallagnol escreveu aos colegas procuradores no Telegram: “Precisamos marcar reunião com a Gabriela

sobre as fases pendentes de decisão. Temos só a do Athayde e Je?”. Horas depois, ele complementou: “Vou marcar com ela pro começo da semana”.

Veja outra citação à magistrada, desta vez em 7 de novembro de 2018:

*Com informações da Carta Capital

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Força-tarefa quer anular as provas que anulam a condenação, sem provas, de Lula

Isso é o que se pode chamar de “o rabo que balança o cachorro”.

Moro condenou Lula sem provas, agora, quer anular as provas que escancaram não só que ele não tem provas contra Lula, como armou uma série de pegadinhas jurídicas, na base da publicidade, para manter a condenação de Lula.

Quem se aprofunda na história da Lava Jato através dos vazamentos, observa claramente que tem um ódio enraizado entre os procuradores que se iguala ao ódio bolsonarista.

Até aqui, nenhuma novidade, pois o bolsonarismo é cria da Lava Jato, tanto que o clero de Curitiba comemorou o fato de Bolsonaro seguir a Lava Jato nas redes, lógico, sem falar nas circunstâncias criadas para Bolsonaro vencer a eleição e servir de abrigo a Moro na pasta da Justiça e Segurança Pública.

Agora, depois de desmascarados e desmoralizados, os lavajatistas, nostalgicamente, reclamam de uma ingratidão de quem queria ver Lula preso a qualquer preço, e que depois que realizaram o grande sonho, o ambiente contra eles está cada dia mais azedo.

A ferocidade dos ex-heróis virou um murmúrio de quem se encontra exilado dentro da própria cerca.

Esse apelo dos vultos do “combate à corrupção” chega a ser cômico, porque parece uma maldição daquelas almas danadas. Querem rasgar as provas contra eles para manter a colheita de glorificações por terem condenado Lula sem uma única prova.

Talvez seja por força do hábito que esse comportamento não surpreende um brasileiro sequer que tenha os miolos no lugar. Se a moda pega, todo bandido pego com a boca na botija vai querer anular as provas contra ele e culpar alguém por seus crimes, isso sem prova alguma.

Os julgadores de si mesmos agem assim, numa espécie de autossuborno em que o cinismo faz de um patife um homem grandioso.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Documentário: A construção de um juiz acima da lei; vídeo faz uma autopsia da Lava Jato

Kotscho sobre documentário do GGN que estreia hoje: “Não consegui tirar os olhos da tela”.

Estreia nesta segunda (8) o documentário “Sergio Moro: A construção de um juiz acima da lei”. Live de lançamento será na TVGGN 20 HORAS.

“Não consegui tirar os olhos da tela do computador nem para pegar um copo d’água na cozinha”. O jornalista Ricardo Kotscho divulgou em seu blog no UOL, nesta segunda (8), um artigo sobre o documentário “Sergio Moro: A construção de um juiz acima da lei”, que será lançado hoje, a partir das 20h00, em debate público na TV GGN (clique aqui para acessar o link permanente do documentário).

Kotscho, que assistiu em primeira mão ao vídeo, fez uma resenha sobre o filme realizado entre novembro de 2020 e janeiro de 2021 pelos jornalistas Luis Nassif e Marcelo Auler, com apoio de Cintia Alves (produção, pesquisa, entrevistas e roteiro), Nacho Lemus (edição, sonorização e artes), Patrícia Faermann (entrevista) e Lourdes Nassif (produção e coordenação).

O documentário, segundo Kotscho, “apresenta provas e depoimentos de personagens centrais, desmontando uma a uma as diversas versões oficiais já contadas em filmes e livros, para fazer de Moro & Dallagnol dois ‘heróis nacionais’ do combate à corrupção, louvados pela grande mídia nacional e com o beneplácito das instâncias judiciais superiores.”

“Em 73 minutos, eles fazem uma verdadeira autopsia da Lava Jato e dissecam o ‘modus operandi’ do ex-juiz Sergio Moro e seus comparsas, os procuradores da força-tarefa da República de Curitiba.”

“Minha indignação foi crescendo com o cinismo e a desfaçatez dos personagens, toscos e provincianos, que não tinham limites para atingir seus objetivos centrais, que eles não escondiam: destruir a Petrobras e a indústria pesada nacional, o sistema político-partidário do país, derrubar o governo de Dilma Rousseff e condenar e prender o ex-presidente Lula, abrindo caminho para a entrega do pré-sal a grupos estrangeiros, consumada com a eleição de Jair Bolsonaro, de quem Sergio Moro se tornaria ministro da Justiça”, escreveu.

“Assistam ao vídeo para entender como o Brasil chegou ao atual estado de calamidade pública permanente”, recomendou.

*Do GGN

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H61txRpTVWc7W7yyCu0frt

Siga-nos no Telegram: https://t.me/joinchat/IMjlP7niNwYSId8X

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição