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Vídeo: Tabata Amaral mostra quem de fato é Pablo Marçal

No vídeo abaixo houve um aperfeiçoamento na campanha de Tabata Amaral para revelar quem de fato é o gênio da raça, Pablo Marçal.

O sujeito, simplesmente, transformou-se na grande lenda dos brasileiros mais trouxas.

Seu Olimpo? A garganta, suas feições angulosas e seus  disparates.

Temos que lembrar que esse deus dos negócios foi pego ainda na juventude, menor de idade quando invadia contas bancárias de idosos para roubá-los.

Ou seja, o camarada tem credenciais de um grande bandido desde sempre e vende a cascata de grande administrador. Só que às vezes ele se empolga e ultrapassa até o universo de sua vaidade. Então, gabola escorrega na casca de banana que o próprio jogou no chão.

Neste vídeo, muito bem produzido, Tabata Amaral vai no âmago da questão da suposta riqueza do coach e traz uma geografia límpida de como o sujeito opera no mundo do crime.

https://youtu.be/et-1Ngf133M

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STF decide por 5 x 0 manter suspensão da rede social X no Brasil

Decisão unânime do STF decide pelo bloqueio da plataforma e mantém a multa de R$ 50 mil para quem usar VPN.

A primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na manhã de segunda-feira (02) manter a rede social X fora do ar. A decisão foi unânime, com votos favoráveis dos cinco ministros que compõem o colegiado.

A ministra Cármen Lúcia e os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Luiz Fux referendaram a decisão da sexta-feira (30) de bloquear o X, de propriedade do empresário Elon Musk, por falta de pagamento de multas e pela ausência de representante legal no país.

Os ministros também mantiveram a multa de R$ 50 mil diários para pessoas e empresas que utilizarem “subterfúgios tecnológicos” para manter o uso do X, como o uso de VPN (rede virtual privada), diz o ICL.

Entenda o bloqueio do X determinado pelo STF
Desde abril de 2024, Elon Musk tem descumprido ordens do ministro Alexandre de Moraes de bloquear contas de investigados pelo STF por envolvimento em atos antidemocráticos. Musk também não pagou as multas da ordem de R$ 18,35 milhões pelo descumprimento das ordens judiciais.

O escritório da plataforma no Brasil foi fechado em 17 de agosto e, desde essa data, não está sem representante legal no Brasil. A suspensão do X foi determinada até que sejam cumpridas as ordens judiciais, as multas sejam pacas e a rede indique novo representante legal no país.

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Pablo Marçal tranca a boca no debate da TV Gazeta

Enrolado, nervoso, sorriso amarelo e boca seca, este é o padrão comportamental de Pablo Marçal no debate da TV Gazeta.

Zero resposta para a sua ficha criminal. O vagabundo que roubava conta de idosos e pobres aposentados e pensionistas, foge de dar esclarecimento.

A impressão que se tem é que o mundo de Pablo Marçal caiu hoje. A cinderela coach está vendo sua carruagem virar abóbora. Está apanhando de próprio punho de todos os candidatos. Seu silêncio sobre o passado de criminalidade por suas vagabundagens e, claro uma pergunta óbvia.

A polícia paulistana aceitaria ser comandada por um condenado e preso?

O passado de Marçal é o seu mais cruel inimigo, e é aí que acaba deteriorando sua imagem e fazendo o sujeito afinar com escapismos desconexos, porque todos os candidatos já sabem como lidar com o pavão, mostrando seu passado com o pé na vagabundagem mais vil da bandidagem.

O debate segue e mais tarde falaremos mais sobre a derrocada de Pablo Marçal.

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Alexandre de Moraes envia para a Primeira Turma do STF decisão que suspendeu o X e evita Plenário com ao menos dois votos contrários

Sessão está marcada para esta segunda-feira (2) no plenário virtual, onde a decisão não é debatida.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, enviou na tarde deste domingo (1) para a 1ª Turma do STF a decisão que suspendeu o X no Brasil. Poderia ter enviado ao plenário — muitos esperavam que o referendo fosse discutido pelos onze ministros. No entanto, não o fez porque não queria ouvir pelo menos dois votos divergentes: de Nunes Marques e André Mendonça, segundo o colunista Lauro Jardim, do Globo.

Moraes optou que sua decisão seja referendada por uma turma presidida por ele e da qual participam Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. A sessão está marcada para esta segunda-feira no plenário virtual, onde a decisão não é debatida.

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Milhares protestam em Tel Aviv após Israel confirmar mortes de reféns

As ruas do centro de Tel Aviv estavam cheias de dezenas de milhares de manifestantes na noite deste domingo (1º) pedindo ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que fizesse mais para trazer para casa os reféns restantes em Gaza.

Israel disse neste domingo que recuperou os corpos de seis reféns de um túnel em Gaza, onde eles foram aparentemente mortos pouco antes de suas tropas chegarem até eles.

Netanyahu disse que Israel não descansaria até pegar os responsáveis.

Em Jerusalém, os manifestantes bloquearam estradas e se manifestaram do lado de fora da residência do primeiro-ministro, enquanto o sindicato de Israel convocou uma greve geral na segunda-feira (2) para pressionar ainda mais o governo a garantir um acordo de reféns.

Os corpos recuperados eram de cerca de 250 reféns capturados durante a incursão de choque liderada pelo Hamas no sul de Israel em 7 de outubro, que desencadeou a guerra retaliatória de Israel em Gaza.

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Por tentativa de golpe de Estado, Polícia Federal indiciará, Bolsonaro, Braga Netto e Ramagem

O inquérito está em fase de finalização pela Polícia Federal, com previsão de conclusão na segunda quinzena deste mês, quando serão indiciados, Bolsonaro, Braga Netto e Ramagem, por quebra da ordem democrática, quando milhares de bolsonaristas invadiram as sedes dos três poderes, destruindo o que viam pela frente, sob a liderança de Bolsonaro. Ou seja, tentativa de golpe de Estado.

Segundo a investigação da PF, vários órgãos do governo de Jair Bolsonaro trabalharam em conexão para tentar impedir a posse de presidente Luiz Inácio Lula da Silva, numa clara tentativa de golpe, crime tipificado no Código Penal.

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Fotos de crimes de guerra dos EUA no Iraque vêm à tona após 19 anos

Imagens reveladas quase 2 décadas após massacre de Haditha evidenciam as violações perpetradas pelos EUA no Iraque.

Em um relatório de investigação publicado na terça-feira, o jornal norte-americano The New Yorker revelou o que as pessoas no Iraque haviam sofrido na própria pele as atrocidades, mas que o complexo militar-industrial dos EUA tentou desesperadamente ocultar a verdade durante 19 anos.

Em 19 de novembro de 2005, na província ocidental iraquiana de Al-Anbar, os fuzileiros navais americanos estacionados na cidade de Haditha foram de casa em casa executando pelo menos duas dezenas de civis a sangue-frio.

Naquele momento, as testemunhas oculares e sobreviventes disseram que a vítima mais jovem era uma menina de três anos e que não houve piedade com crianças, mulheres ou homens, que receberam tiros à queima-roupa.

Antes da execução em massa, quatro estudantes que viajavam em um táxi foram obrigados a sair de seu veículo e assassinados a tiros junto com seu motorista.

Foi necessário um relatório da revista Time para que o exército dos EUA abrisse uma investigação alguns anos após o incidente, mas todas as acusações contra os fuzileiros navais foram rapidamente retiradas porque o massacre foi um crime de guerra e poderia ter manchado ainda mais a imagem das forças de ocupação americanas.

No entanto, todas as acusações contra os fuzileiros navais foram rapidamente retiradas porque o brutal episódio teria constituído um crime de guerra e, portanto, teria manchado ainda mais a imagem já desgastada das forças de ocupação americanas.

Quase 19 anos depois, as fotografias vazadas publicadas pelo The New Yorker mostram os pais tentando proteger seus filhos. Famílias inteiras e seus bebês foram brutalmente assassinados e depois fotografados pelas forças de ocupação por prazer sádico.

Se essas fotos não tivessem sido vazadas, essa história não teria recebido a cobertura da mídia que tem agora, e a pergunta continua sendo se os fuzileiros navais americanos envolvidos nesse crime de guerra diabólico serão julgados. Embora, todos saibamos a resposta.

Quando se trata de Iraque e da ocupação militar americana do país árabe, a narrativa de Washington sempre foi “algumas maçãs podres”.

*Diálogos do Sul

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Mais um imbróglio de Marçal: PRTB é notificado em ação que pode implodir a sua candidatura

O PRTB foi notificado nesta quinta-feira 29 sobre a decisão da ministra Cármen Lúcia de que a legenda deve prestar esclarecimentos na ação que contesta o registro da candidatura do ex-coach Pablo Marçal à Prefeitura de São Paulo. A partir da notifica.

A ação chegou ao gabinete de Cármen no início de agosto, mas estava emperrado. No domingo 25, a magistrada publicou um despacho no qual pede informações ao atual presidente da sigla, Leonardo Avalanche, acusado pela viúva de Fidelix de “agir ao arrepio do estatuto” do PRTB e violar “a democracia interna do partido”.

A ministra também quer que o Ministério Público Eleitoral se manifeste sobre a contenda judicial. O processo é assinado pelos juristas e ex-ministros do TSE Sérgio Banhos, Carlos Eduardo Caputo Bastos e Carlos Horbach.

.Na ação, Aldineia Fidelix sustenta que Avalanche teria desrespeitado um acordo firmado em fevereiro deste ano para pacificar o partido. O arranjo previa a concessão da vice-presidência nacional da agremiação, seis cargos na comissão executiva nacional. Também ficou acertada a garantia do comando político de cinco representações estaduais.

O diretório de São Paulo, segundo a viúva do dirigente partidário, deveria ter ficado sob sua responsabilidade – o que não aconteceu. Para comandar a agremiação no estado, o atual chefe do PRTB designou Tarcísio Escobar de Almeida.

Marçal não é citado no processo, mas sua candidatura poderia ser prejudicada: Aldineia pede a anulação dos atos de Avalanche que teriam desrespeitado o acordo, o que derrubaria a comissão provisória que validou a candidatura do influenciador. Em decisão assinada em 2 de agosto, a presidente do TSE negou uma liminar, mas a viúva de Fidelix recorreu.

Ao questionar o entendimento da magistrada, alegou que o suposto arranjo “foi assinado a mão”. “Não bastasse, o Sr. Leonardo Alves de Araújo não só está descumprindo o acordo como também tem deliberado sobre o processo eleitoral de 2024 como se fosse ‘dono’ do partido, fazendo acordos e indicando candidatos ao arrepio das normas estatutárias”, diz o recurso.

*Carta Capital

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Clientes acusam Marçal de enganação, lavagem cerebral e cobranças indevidas

Marçal e suas empresas são alvo de ao menos 18 processos judiciais movidos por consumidores insatisfeitos.

Conhecido pelo império digital que construiu graças às suas mentorias, o influenciador Pablo Marçal (PRTB), hoje candidato à Prefeitura de São Paulo, costuma dizer que mudou a vida de milhares de pessoas. Parte de seus consumidores, porém, o acusam de “enganação”, “lavagem cerebral”, cobranças indevidas e falhas na entrega dos produtos.

Marçal e suas empresas são alvo de ao menos 18 processos judiciais movidos por consumidores insatisfeitos, segundo levantamento da reportagem. Outras centenas escreveram reclamações em sites destinados a este fim — a maioria não recorreu à Justiça.

O empresário é hoje uma das maiores referências no ramo de produtos digitais. Ele afirma ter enriquecido a partir de seus cursos e mentorias, com pitadas de auto-ajuda e messianismo, pelos quais diz cobrar até R$ 250 mil.

O influenciador promete ajudar as pessoas a melhorar suas vidas de forma rápida, desafiando os alunos a adotar mudanças na mentalidade e em seus hábitos.

Curso famoso de Marçal custa R$ 20 mil
No Método IP, um dos cursos mais famosos, os alunos pagam R$ 20 mil pela promessa de aprender, segundo o site de Marçal, a “governar a sua mente, vontade e emoções”; “destravar a prosperidade, que é completamente natural”; “criar hábitos desencadeadores de sucesso”; “ressignificar crenças e reprogramar trilhas neurais” e “instalar drives mentais de alto impacto emocional”.

Entre as 18 ações, em 6 a empresa de Marçal foi condenada ou houve acordo para ressarcir os consumidores. Outras duas foram julgadas improcedentes, e as demais estão em curso ou foram arquivadas por abandono da parte autora.

A reportagem questionou a campanha de Marçal sobre os processos movidos pelos consumidores, mas não obteve resposta.

Processos
Um dos processos em curso foi movido em abril deste ano pela produtora de eventos Katia Scalone, que pede a devolução de R$ 85 mil por serviços não prestados e mais R$ 100 mil em danos morais.

Na petição inicial, Katia fala sobre um passado conturbado, com brigas em sua família de origem e em seu casamento, que a colocaram em uma situação de vulnerabilidade. “Então um dia na internet conheceu Pablo Marçal que dizia que até para nascer as pessoas precisam dos pais e do médico e ‘até quando estaria tentando fazer tudo sozinha’ ???”, diz o texto do processo.

Ela narra que, depois de descobrir o influenciador pela internet, comprou um ingresso para assistir a uma palestra presencial em dezembro de 2023, em Alphaville, bairro nobre dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.

“A autora ficou entusiasmada por estar adentrando no ‘ecossistema’ de Pablo Marçal”, afirma a petição.

Katia conta que então comprou o Método IP, curso que ela diz que “pega muito no emocional” e leva o aluno a se sentir culpado por não estar ajudando aos outros. No segundo dia, de acordo com ela, Marçal tentou convencê-los a adquirir outra mentoria, chamada O Conselheiro, mais cara e voltada para um grupo mais seleto.

A produtora de eventos afirma que naquele dia Marçal espatifou no chão um relógio de mais de R$ 1 milhão, para convencer as pessoas “que nada tinha a ver com dinheiro”. O influenciador já contou sobre um episódio em que quebrou um relógio da marca de luxo Patek Philippe na tentativa de “acessar” os alunos, que não entendiam o que ele dizia.

“Fui para casa aquele dia me sentindo mal por não ter aquele dinheiro que era para ajudar o meu sonho de ajudar pessoas!!! Fiquei mal a quinta inteira!”, diz a petição. “E aí a vendedora me chama diz que eu ouvisse meu coração que Deus me capacitaria!”

Cliente pegou empréstimo no banco
Katia afirma que, depois de ter sido alvo de “verdadeira lavagem cerebral”, “num momento de total envolvimento emocional” com Marçal, decidiu pegar um empréstimo no banco no valor de R$ 75 mil para pagar pelo curso mais seleto.

Então, segundo ela, a vendedora afirmou que, na verdade, a mentoria custava R$ 79,5 mil, e encaminhou uma ficha de adesão com o valor rasurado. No documento, anexado ao processo, constam os dados de Katia, o valor do curso escrito à caneta e rasurado, e o cabeçalho: “Termo de compromisso de pagamento e de aquisição de serviço mentoria O Conselheiro”.

A produtora de eventos narra que começou a perceber que poderia ter sido ludibriada.

“Voltando sua consciência questionou: ‘Como não era apenas dinheiro se já foram logo mostrando a adesão??? Naquele dia participei de um curso sobre montar mentoria e no final Pablo veio vender para gente mais 60 mil reais e aí falei que não tinha mais dinheiro e ele disse que faltava então mais empenho para fazer mais dinheiro!!!’ “, afirma a petição.

Ainda segundo o relato, Katia tentou desistir da compra e uma funcionária do setor financeiro orou com ela e tentou convencê-la a não voltar atrás. Ela diz ainda que descobriu que seu contato com o influenciador “seria como todo mundo, 20 minutos por Zoom ou quando ele quisesse fazer algum evento”.

Sem conseguir a restituição do valor, a produtora procurou a Justiça. Marçal ainda não foi citado nesse caso e, portanto, não apresentou defesa. A reportagem conseguiu os detalhes do processo, que é público, mas não conseguiu falar com Katia.

Site de reclamações
Em um site de reclamações, há mais de 300 relatos críticos à empresa do influenciador. Um deles conta sobre a experiência com o Método IP presencial por R$ 10 mil. A autora diz que os alunos chegaram a ser guiados a imitar um leão no chão, ajoelhados de quatro, e a passar a mão no solo e depois no rosto, o que ela descreveu como humilhante.

Outro, de Renato Yuri da Silva, trabalhador do setor de turismo, descreve a mentoria de Marçal como um “curso superficial de lavagem cerebral”.

“O curso é caríssimo para ouvir Pablo orando e fazendo a gente imaginar uma vida maravilhosa. Os cursos bônus são medianos ou ridículos, e tudo vem com uma promessa de vc avançar 10 anos em 1, o que não aconteceu”, relatou Renato Yuri da Silva.

Procurado pela reportagem, Renato diz que comprou o curso em 2021, por R$ 3.000, e se arrependeu. Ele afirma que os áudios de Marçal inseridos no pacote já estavam disponíveis gratuitamente no YouTube.

“Descobri que o melhor conteúdo dele é o gratuito”. Além disso, Renato fala que a compra incluía outros cursos ensinados por amigos de Marçal, que eram “extremamente rasos”.

“Essa parte só ficou disponível depois que passou o tempo de garantia. Quando me dei conta que não prestava, entrei em contato para solucionar, mas ninguém respondia.”

Ainda assim, Renato ainda é um admirador do trabalho do influenciador. Afirma apoiar “todo o trabalho de pessoas ricas e bem-sucedidas que ajudam os outros” e que ele é a melhor opção para a prefeitura.

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“Musk cruzou todas as linhas vermelhas e ainda bem que temos um ministro com coragem”, diz Eugênio Aragão

Ex-ministro da Justiça defende a decisão de Alexandre de Moraes que suspendeu o X no Brasil.

Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça, apoiou veementemente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender a operação da plataforma X, antigo Twitter, em território brasileiro. A determinação veio após a plataforma, sob a direção de Elon Musk, descumprir reiteradas decisões judiciais e demonstrar uma atitude de desobediência contínua às ordens da corte.

“Elon Musk cruzou todas as linhas vermelhas”, afirmou Aragão em uma entrevista à TV 247. Ele lembrou que, quando ainda era Twitter, a plataforma havia banido o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, mas sob a gestão de Musk, a empresa tomou um rumo que, segundo ele, visa abalar as instituições democráticas. “Musk é um pregador da ditadura e do imperialismo”, disse Aragão, expressando preocupação com a influência do empresário sobre a liberdade de expressão e o estado democrático.

A decisão do STF, liderada por Alexandre de Moraes, exigiu a suspensão total do X até que todas as multas aplicadas sejam pagas e a empresa designe um representante legal no Brasil. A medida drástica foi elogiada por Aragão, que destacou a coragem do ministro em enfrentar uma corporação tão influente. “Ainda bem que temos um ministro no STF com coragem para fazer isso”, enfatizou, reconhecendo o desafio de impor limites a uma empresa global que, segundo ele, tenta impor suas próprias regras acima das leis nacionais.

“Liberdade de expressão não é liberdade de agressão”, Aragão pontuou, refutando a ideia de que a presença do X é indispensável para a democracia brasileira. Ele argumentou que a soberania nacional e o respeito pelas instituições devem prevalecer sobre os interesses comerciais de uma única empresa, especialmente quando esta se mostra relutante em cumprir as leis locais.

A suspensão, segundo o ex-ministro, é uma questão de soberania nacional e de fazer o Brasil se respeitar internacionalmente. Com uma multa diária de R$ 50 mil para quem tentar burlar o bloqueio, a decisão também inclui sanções nos âmbitos cível e criminal, demonstrando a seriedade com que o judiciário brasileiro trata o caso.

Esta medida, embora radical, é vista por Aragão como necessária para garantir que o Brasil mantenha sua integridade institucional frente a desafios globais e pressões corporativas que testam os limites da jurisdição e soberania nacional.