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Quem não tem Trump, caça com Claudio Castro e os porcos

Os heróis sem farda do bolsonarismo, Eduardo Bolsonaro e Paulo Fugueiredo, filhotes da ditadura, tomaram uma das maiores chineladas políticas que Lula já deu na sua longa jornada de vitórias.

Não tem como esses dois patetas sobreviverem  à tratorada que Lula lhes deu.

A operação Trump, que nasceu e viveu no chiqueiro de Bolsonaro, virou uma burundanga, num novo quadro político criado por Lula na relação Brasil e EUA.

Depois de Lula fazer picadinho dos dois idiotas e, consequentemente, neutralizar suas ações contra o Brasil na Casa Branca, sobrou a lavagem dos porcos do próprio chiqueiro bolsonarista, chamada Claudio Castro.

Sim, Claudio Castro, o “porco remanescente do chiqueiro”, virou o plano B desesperado da extrema-direita.

Imagina isso!

E o pior, ignora as milícias (base eleitoral de Castro e do Clã Bolsonaro), foca nas favelas e usa os corpos como palanque pra 2026.
Jair Bolsonaro, Eduardo, Figueiredo, Castro – representam o resíduo tóxico do bolsonarismo: sem poder federal, apostam em guerrilhas locais pra desestabilizar Lula.

Lula, de cara, tem a carta na mesa que detona a jogatina porca de Castro, com a operação da PF na Faria Lima, Sem sequer um tiro, no coração do comando financeiro do PCC em plena São Paulo, comandada pelos bolsonaristas Tarcísio e o mordomo Derrite.

Sobrou o regionalismo rastaquera das milícias cariocas que dirá à população que nada mudou depois da chacina e Lula fará petisco de Claudio Castro, o último suspiro do moribundo bolsonarismo.


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Vídeo: Declaração potente e histórica de Benedita da Silva, do PT

Benedita da Silva falou tudo
“Fui governadora do Rio de Janeiro por nove meses. Prendi o Fernandinho Beira-Mar, peguei o caso Tim Lopes e capturei o Elias Maluco sem dar um tiro, na mesma comunidade do Alemão.”

Benedita não só falou tudo, como reacende o debate, segurança pública não é sinônimo de guerra, mas de estratégia e humanidade.

Em meio ao terror da operação recente (com 2.500 policiais e zero resultados concretos), Benedita resgata um modelo de segurança que salva vidas – de policiais, criminosos capturados vivos e, principalmente, de civis inocentes nas favelas.

É um tapa na cara dos hipócritas que pintam a esquerda como “leniente” com o crime.

Benedita fez e prova. Outros só falam.

Operação Contenção do lacaio de Bolsonaro Claudio Castro, 2.500 PMs, 130 mortos, zero armas pesadas apreendidas. Zero prisão do comando do CV como, por exemplo, o Doca.


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Tudo isso fede a Bolsonaro

Claudio Castro comandaria uma operação como a do dia 28 sem receber ordens ou o aval de Bolsonaro?

Não. Zero chance.

Cláudio Castro não comanda operação alguma, especialmente uma megaoperação letal como a “Contenção” de 28/10/2025, que deixou 130 mortos e virou o caos nacional sem o aval explícito ou implícito de Bolsonaro. Ele é soldado de elite do bolsonarismo, não um lobo solitário.

Castro não respira sem antes consultar o núcleo bolsonarista.

Fontes do PL confirmam que grandes decisões passam por Valdemar Costa Neto (presidente do partido) e, claro, pelo “capitão” em prisão domiciliar.

Câmara retoma debate sobre projeto que equipara facções a terrorismo, após megaoperação no Rio

Texto ganhou apoio do Centrão e Secretário de Segurança SP, o bolsonarista, Guilherme Derrite, assumirá o mandato para relatar proposta.

Classificar crime organizado como terrorismo, significa permitir que o país seja objeto de sanções internacionais – que afastam investimentos e causam crises econômicas, além de permitir até invasões militares por países como os EUA para se apropriarem dos recursos dos demais países!

Isso não é teoria, é hierarquia.

Castro não move um blindado sem ordem do capitão. Ele é o executor, Bolsonaro o cérebro.

Essa operação fede a manobra bolsonarista clássica. Inflamar a base, pressionar Lula/STF, e surfar na onda de “lei e ordem”. Sem aval? Impossível. O PL é uma milícia partidária, e Castro sabe que, de desagradar o chefe, é fim de carreira. ONU, MPF e DPU já cobram explicações pela letalidade; o circo continua.

Tudo isso, junto e misturado, é mais uma peça no xadrez do Bolsonaro para tentar se livrar da cadeia.


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Erika Hilton sobre a chacina no Rio promovida por Claudio Castro

Cláudio Castro, até ontem, era aliado de TH Joias, que vendia fuzis para o Comando Vermelho.

Nikolas Ferreira é denunciado no STF por ligação com a Máfia dos Combustíveis.

Flávio Bolsonaro deu a Medalha Tiradentes para Adriano da Nóbrega, chefe da organização Escritório do Crime.

O senador Ciro Nogueira, presidente do PP, é acusado de receber propina do PCC.

Antonio Rueda, presidente do União Brasil, é acusado de ser dono oculto dos jatos executivos usados para transportar integrantes do PCC.

Não é a esquerda que passa pano pro crime organizado.

Nós só denunciamos que sacrificar policiais e inocentes em nome de operações midiáticas, desastrosas e feitas sem inteligência ou planejamento nunca vai acabar com o crime organizado.

Nós só denunciamos que, acabar com o crime organizado, na verdade, vai contra os interesses de muitos políticos que dizem combater o crime organizado.


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Rejeitado, decadente e ensandecido

Uma pesquisa divulgada em 25 de outubro de 2025 pelo AtlasIntel, revelou que 54% dos brasileiros não votariam em Nikolas Ferreira Isso o coloca no mesmo patamar de rejeição de Bolsonaro (também 54%).

Quem viu a fala trimiliquenta de Nikolas na Cmara, percebeu sua exaltada reação em apoio à chacina no Rio na terça dia 28/10.

Nitidamente transtornado, Nikolas começa a ver seu chão se abrir rumo a um buraco sem fundo e sua vida política virar petisco da terra.

Nikolas, que explodiu como fenômeno das redes em 2022 (com milhões de seguidores no Instagram e X), está enfrentando um efeito bumerangue de suas posições e chiliques de extrema direita oportunista.

Sua rejeição empatada com a de Bolsonaro é inédita para marinheiro de primeira viagem.

Mas parece que ele acha pouco e dobra a aposta no mesmo discurso e. certamente, vai virar leitão assado, picadinho, com pamonha.


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Política

Operação no Rio “Sopro do Demônio” tem as digitais de Bolsonaro

Por que isso cheira a chacina planejada?

Há uma grita coletiva dos bolsonaristas tentando ridiculamente culpar Lula pela chacina comandada pelo bolsonarista Claudio Castro.

Mais que isso. Todos martelando o termo “narcoterrorismo”
Qual o objetivo?

Associar o Brasil a um suposto narcoterrorismo na América Latina que Trump bostejou para atacar a Venezuela.

Objetivamente, é uma forma de tentar criar um impasse político de Lula com Trump depois do encontro exitoso entre os dois.

Isso é tão emporcalhado e de objetivo declarado que especialistas em segurança, como os do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) e pesquisadores da UFF, apontam que operações assim, centradas em incursões ostensivas em favelas densamente povoadas (com mais de 50 mil moradores só na Penha), priorizam letalidade sobre inteligência ou prevenção.

Não há evidência de planejamento para minimizar danos civis: sem integração com a PF, sem uso amplo de câmeras corporais e com relatos de bombardeios via drones rudimentares do crime organizado como resposta.

O MPF e a DPU já cobraram explicações do governo estadual, exigindo prova de que não havia “meio menos gravoso”, e o STF sinaliza retomada da ADPF das Favelas, que limita ações letais em comunidades.

Ativistas como Raull Santiago e a Rede Nacional de Advogados Populares (RENAP) chamam de “genocídio contra o povo preto e pobre”, destacando que, sob gestões recentes, chacinas viraram “regra, não exceção”.

Cláudio Castro (PL) defendeu a ação como “sucesso” em coletiva, dizendo que só os policiais mortos são “vítimas” e que o conflito foi confinado a áreas sem civis – mas isso foi desmentido pelas imagens de corpos enfileirados e barricadas incendiadas.

Ele culpou o governo federal por “abandono”, alegando três pedidos negados de blindados (o que o Planalto refuta, dizendo que não houve solicitação recente).

Críticos veem nisso uma jogada midiática.
Com pesquisas ruins para 2026 e base bolsonarista em derretimento pela iminência de prisão de Jair, Castro via Clã apostou em uma “linha dura” para reconquistar eleitores que valorizam confronto.
Como disse um ministro ao Planalto em off: “É eleitoralismo puro, usando matança para atrair o voto bolsonarista desgarrado”.
Isso seria fatal

Castro é aliado fiel da família desde 2018 – foi vice de Wilson Witzel (outro bolsonarista radical na segurança) e herdou uma política de “tiro na cara” que ecoa o discurso de Jair Bolsonaro de armar a PM e tratar favelas como territórios inimigos.

Sob Castro soprado por Bolsonaro, o RJ registrou as cinco maiores operações letais desde 2021, com mais de 900 mortes em chacinas.

Um membro da Inteligência da Segurança Pública acusa Claudio Castro de planejamento conjunto com Flávio Bolsonaro para “produzir caos” e desviar foco de escândalos (como a possível prisão de Jair); outro chama de “operação para alimentar a mídia bolsonarista que saiu pela culatra”.

No fim, isso expõe a falência da segurança no RJ: o crime cresceu apesar das mortes (CV e PCC expandiram territórios), e o custo humano é pago por quem menos tem defesa.

Se era para combater facções, falhou feio – virou palco para show de horrores.


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O bolsonarismo se alimenta de sangue de negros e pobres

Os números não mentem.

Desde 2019 (início do bolsonarismo no poder federal e influência nos estados), o Rio de Janeiro registrou 39 chacinas policiais com 3 ou mais mortos, sendo 35 delas sob governos bolsonaristas ou alinhados (Witzel e Castro).

98% das vítimas fatais em operações policiais no RJ são negras ou pardas, segundo o ISP-RJ e relatórios da Anistia Internacional.

A letalidade policial no estado subiu 47% entre 2018 e 2024, com picos durante operações de “choque de ordem” — modelo defendido por Bolsonaro e replicado por Claudio Castro.

A operação dessa terça-feira, 28/10/2025, 129 mortos, é o ápice dessa lógica: quase todos os mortos eram moradores de favela, pobres, negros.

Muitos sem passagem pela polícia.

A necropolítica como estratégia política
O bolsonarismo se alimenta simbolicamente do sangue de negros e pobres

O bolsonarismo não quer segurança. Quer cadáveres negros para exibir como troféus, o bolsonarismo quer ver o tanque de guerra na laje dos moradores da favela.

Castro sabe disso e aposta nesse tipo de ação tão apreciada pela parcela mais reacionária da sociedade brasileira.

A barbárie de Cláudio Castro não é só operação policial.

É tentativa de apagamento existencial

É transformar o morro em “área de risco”, o morador em “suspeito”, o lugar em um “não-lugar”.


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A Guerra Perdida

Um breve ensaio sobre a guerra contra o tráfico de drogas e para onde vamos agora.

O que foi a “Guerra às Drogas”?
Em 1971, Richard Nixon declarou as drogas “inimigo público número um” dos EUA.

Nascia a War on Drugs, uma cruzada global que custou mais de US$ 1 trilhão em 50 anos, segundo o Drug Policy Alliance.
No Brasil, a política chegou via repressão policial, superlotação carcerária e militarização de favelas.

Resultado?
Métrica
Antes (1970)
Hoje (2025)
Homicídios/100k hab.
~10
~26
População carcerária
~90 mil
~900 mil
Cocaína apreendida (toneladas/ano)
< 1
> 40
Preço da cocaína na rua (ajustado)
US$ 600/g
US$ 80/g
Fontes: Ipea, UNODC, DEA.

Por que perdemos?
Efeito balão: Prende-se no Rio, a rota migra para o Amazonas.
Lucro proibido = lucro garantido: Proibição mantém margem de 1.000%–3.000%.

Encarceramento em massa: 1 em cada 3 presos no Brasil é por tráfico, 70% sem arma ou violência.

Corrupção sistêmica: Policiais, juízes, políticos, todos irrigados pelo dinheiro do narco.

O que funciona (evidências mundiais)
País
Política
Resultado após 10 anos
Portugal (2001)
Descriminalização de todas as drogas
↓ 50% overdoses
↓ 70% HIV em usuários
↓ 18% uso adolescente
Uruguai (2013)

Regulação estatal da maconha
↓ 40% mercado ilegal
↓ 22% homicídios ligados ao tráfico
Canadá (2018)
Legalização recreativa
↓ 30% prisões por posse
Receita fiscal: US$ 4 bi

Roteiro para o Brasil (próximos 10 anos)Fase 1 (2026–2028) – Descriminalização imediata
Posse para uso pessoal → infração administrativa (multa + encaminhamento saúde).

Liberação de 900 mil presos não violentos → economia de R$ 12 bi/ano em custódia.
Fase 2 (2028–2030) – Regulação da maconha

Modelo uruguaio: farmácias + clubes + cultivo doméstico (até 6 plantas).

Receita estimada: R$ 8–12 bi/ano (impostos + redução repressão).
Fase 3 (2030+) – Redução de danos para cocaína/opioides
Salas de consumo supervisionado (SCS) em SP, RJ, Salvador.
Prescrição médica de heroína (modelo suíço) para dependentes crônicos.
5. Objeções e respostas
Crítica
Réplica
“Vai aumentar o uso”

Portugal: uso adolescente caiu. Oferta regulada reduz curiosidade.
“Tráfico vai migrar para outras drogas”
Sim, mas lucro cai 90% na maconha → facções perdem oxigênio financeiro.
“É imoral”

Matar 60 mil brasileiros/ano por política falida é mais imoral.
6. Conclusão

A guerra contra as drogas já acabou. Perdemos.
O que resta é escolher: Continuar sangrando (60 mil mortes/ano, R$ 30 bi em repressão, prisões lotadas).

Ou virar a página com regulação, saúde pública e inteligência fiscal.
“Proibição é o oxigênio do crime organizado. Tire o oxigênio, o fogo apaga.” — Ethan Nadelmann, fundador da Drug Policy Alliance

Próximos passos concretos (hoje):Assine a PEC da Descriminalização (já tramita no Congresso).

Pressione prefeitos por Salas de Consumo em 2026.
Vote em candidatos que citam Portugal, Uruguai, Canadá como modelo.

A guerra acabou.
Agora é hora de construir a paz.


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Brasil Mundo

O futuro não é americano, é humano

Sim, Milton Santos (1926–2001) o maior geógrafo brasileiro do século XX, antecipou com precisão cirúrgica o colapso da hegemonia cultural, tecnológica e política dos EUA e de Israel em seu livro-manifesto Por Uma Outra Globalização

Milton Santos não era vidente. Era geógrafo. Ele via o que os economistas neoliberais ignoravam: O espaço não é neutro. O poder que se fecha em si mesmo perece.

“A globalização atual não é universal. É uma globalização perversa, produzida por um punhado de lugares hegemônicos que impõem sua técnica, sua ciência e sua cultura como se fossem universais. Mas a técnica não é neutra: ela é política.”

Quando o centro grita ‘America First’ ou ‘Israel First’, ele não está se fortalecendo. Está se despedindo. O mundo não para. Ele apenas muda de endereço.

Em 2025, o endereço mudou.

E o carteiro? É brasileiro, indiano, ruandês

A desconexão EUA-Israel do fluxo técnico global EUA: Trump cria a “American AI Initiative” com algoritmos censoriais anti-DEI. Empresas globais (Google, Meta, TSMC) recusam integração por medo de backdoors legais.

Israel: A lei de “segurança nacional em IA” força NVIDIA e Intel a suspenderem fábricas em Kiryat Gat. Patentes israelenses em cibersegurança caem 40% (WIPO, 2025).

A técnica deixa de ser “universal” e vira arma de soberania nacionalista.

Exatamente como Milton Santos alertou: o centro perde o monopólio da inovação ao politizá-la.

“Os lugares hegemônicos vivem da ilusão de que controlam o tempo e o espaço. Mas a periferia não é passiva: ela produz história, técnica e cultura em ritmo próprio. Quando o centro se fecha, a periferia se abre.”

“Todo milagre hegemônico é uma fábula sustentada por três pilares: técnica importada, capital externo e narrativa de excepcionalidade. Quando um pilar cai, o milagre desaba.”

No encontro com Trump Lula deixa sua marca e de uma nova era: A periferia não espera mais pelo centro. Como Milton Santos previu, o Sul Global não copia, ele substitui.

Milton Santos (p. 189):

“A outra globalização não será liderada por Washington ou Tel Aviv, mas por redes horizontais de cidades, saberes e lutas. O futuro não é americano. É humano.”

Trump parece que entendeu a postura altiva de Lula.

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Mundo Política

Trump faz da Presidência dos EUA uma birosca de negócios

Não tem nada programado, nada técnico, nada de inteligente e estratégico.

Tudo se concentra no ego inflado de baiacu do sujeito. Seus preços políticos se dão de acordo com a cara do freguês. Não é só impressão.

Trump voltou em 2025 com tudo, soltando mais de 200 ordens executivas em poucos meses, num ritmo insano.

Mas quando se olha de perto, parece mais vingança pessoal do que visão de governo.

O tal Project 2025, aquele calhamaço conservador da Heritage Foundation, ele jura que “não tem nada a ver”, mas adivinha?
Quase dois terços das ações dele batem com o que está lá.

Acabar com programas de diversidade logo no primeiro dia, porque, claro, “diversidade” é o vilão, desmontar agências federais para encher de aliados, e jogar tarifas em tudo o que se mexe. China, México, até o Canadá levando chumbo.

Tem estratégia? Talvez, se aproximar os olhos, verá: isolacionismo “America First” puro, cortando ajuda externa para quem não se curvar, perdoando a galera do 6 de janeiro em massa, e transformando a burocracia num RH pessoal, demite os “traidores” e contrata os puxa-sacos.

Isso cheira a teoria do executivo unitário. Basicamente, “o presidente manda, e dane-se!”.

Críticos dizem que é um atalho pra autocracia. È o ego baiacu tocado?
Isso é o sol desse sistema solar.

Imagina, George Soros mandou a letra: Trump é um “charlatão” com narcisismo anabolizado pelos piores esteroides.

Países, como o Paquistão, estão jogando o jogo direitinho, indicando Trump para o Nobel da Paz e fechando acordos de cripto só para não levar tarifa na cara.

É a política do “quem paga mais, leva”.

Agora, é o pulo do gato tipo Bolsonaro, que conhecemos muito bem.
Apesar da zorra improdutiva, isso funciona muito bem para o público dele.

Mas o circo entrega para o público trumpista que quer ver sangue.

Não é catedral, é barraca de rua: gorduroso, caótico, mas enche a barriga.

Lembra do Bolsonaro comendo pizza na rua, o porcalhão se lambuzando todo?

Se é inteligente e estratégico ou só um show de horrores, só o tempo dirá

O teatro é o mesmo de Bolsonaro, só que em inglês.

Com Lula, Trump afinou e encolheu. Tipo um round de boxe diplomático.

Trump entrou com o soco de 50% de tarifa nas exportações brasileiras pra “vingar” o Bolsonaro, claro, chamando de “caça às bruxas, mas saiu prometendo bons acordos e até desejando feliz aniversário para Lula, que completou 80 anos, vigoroso!

Lula jogou o trunfo da diplomacia sul-americana, falando em ajudar os EUA com a Venezuela, e Trump comprou a ideia.

Resultado? As equipes de comércio dos dois países se reúnem amanhã (28/10), e o Brasil, que tem superávit comercial com os EUA há 17 anos, pode ver essas tarifas derreterem rápido.

Para quem achava que era só um encontro banal, isso mostra o Lula no modo mestre do xadrez.

Quebrou o monopólio bolsonarista na Casa Branca.

Bolsonaro era o queridinho, mas agora Trump está aberto ao diálogo direto com Lula.


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