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Mudo, Claudio Castro e sua pureza de alma, está até o talo nessa história do Banco Master

Comecemos do começo

O que é o Banco Master?

O Banco Master é uma instituição financeira brasileira, fundada em 2008, com sede em São Paulo. Ele se destacou nos últimos anos por um crescimento acelerado, especialmente na captação de recursos via Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que oferecia com rendimentos bem acima do mercado – até 40% acima do CDI em alguns casos. Isso atraiu investidores pessoa física e fundos de pensão, mas também levantou bandeiras vermelhas por causa de investimentos de alto risco, como em precatórios e empresas em recuperação judicial.

O banco faz parte de um conglomerado que inclui corretoras, bancos de investimento e o Will Bank (um banco digital). Em 2024-2025, o conglomerado chegou a R$ 86 bilhões em ativos, mas representava apenas 0,57% do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

A Crise Recente: Liquidação e Prisão

A crise do Banco Master explodiu de vez em novembro de 2025, culminando na liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central (BC) no dia 18/11/2025.

2024 – Início 2025
Banco cresce rápido com CDBs caros. BRB (Banco de Brasília) injeta R$ 16,7 bilhões no Master, com apoio do governador Ibaneis Rocha (MDB-DF). Tentativa de fusão barrada pelo BC por falta de transparência e riscos ao erário público.

Maio-Setembro 2025
Crise de liquidez: Master pega empréstimo emergencial de R$ 4 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), renovado duas vezes. Rejeição final da fusão com BRB. Investidores tentam vender CDBs no secundário, forçando taxas a subir para 177% do CDI.
Outubro 2025

Alerta do TCE-RJ: Rioprevidência (fundo de previdência do RJ) investe quase R$ 1 bilhão em títulos do Master, apesar de sinais de risco. Roberto Campos Neto (ex-presidente do BC) diz que não há risco sistêmico, mas o mercado fica nervoso.
Novembro 2025 (até 17/11)

Proposta de venda para Fictor Holding (com investidores estrangeiros) por R$ 3 bilhões é anunciada, mas barrada pelo BC. Suspeitas de fraudes em emissões de títulos (até R$ 12 bilhões sem lastro).
18/11/2025

Banco Central decreta liquidação do conglomerado (incluindo Banco Master S/A, Master Corretora e Letsbank). Dono Daniel Vorcaro é preso pela PF ao tentar fugir para Abu Dhabi. Indisponibilidade de bens de controladores e ex-administradores. Banco Master Múltiplo vai para Regime de Administração Especial Temporária (RAET) para preservar o Will Bank, que atrai interesse de fundos como Mubadala.

Conexões Políticas e o “Escândalo Maior”A crise tem cheiro de política pesada:Ibaneis Rocha (DF): Pressionou pela compra pelo BRB com dinheiro público. Adversários cobram investigação por possível prejuízo ao erário.

Cláudio Castro (RJ): Sob fogo cruzado pelo investimento do Rioprevidência. TCE-RJ alertou contra mais aportes, mas o fundo prosseguiu. Críticos ligam a “incompetência ou propina”, especialmente com a reeleição em 2026 no horizonte.

Hugo Motta, presidente da Câmara, e Alessandro Vieira (oposição) trocam farpas sobre a PEC da Bengala, que”atrapalharia” investigações como essa.

“Banco Master: onde o CDB rendia mais que o jogo do bicho, mas agora é o FGC que paga o pato”

Ah, o rolo do Cláudio Castro com o Banco Master está cada vez mais complicado, né?

Com a liquidação do banco nesta terça (18/11) e a prisão do Daniel Vorcaro (dono do Master), o foco está todo no governador do RJ, que parece ter enfiado a mão no vespeiro com dinheiro público.

O que rolou com os investimentos do governo Castro?O epicentro é o Rioprevidência, o fundo que cuida das aposentadorias e pensões de mais de 235 mil servidores públicos do RJ (civis e militares). É o terceiro maior fundo de pensão do país, com um patrimônio bilionário.
Sob o governo Castro, eles jogaram pesado no Master, mesmo com bandeiras vermelhas piscando:

Outros tentáculos no governo Claudio Castro, a coisa não para por aí.

A Cedae (companhia de águas do RJ) tinha R$ 248 milhões investidos no Master até o balanço do segundo trimestre de 2025.

E o governo Castro autorizou a Credcesta (cartão consignado ligado ao Master) a descontar direto na folha dos aposentados da Rioprevidência – contrato assinado em março de 2025.

No total, órgãos do estado somam quase R$ 3 bilhões expostos. Isso é dinheiro de royalties, venda de estatais e contribuições dos servidores, né?

Resumo do resumo: o “herói da segurança” pode ter ferrado 235 mil aposentados pra sempre. A bomba está armada

PF já investiga Castro, diretores do fundo e o dono do Master (preso tentando fugir).

Castro ainda não se pronunciou diretamente (só notas do fundo), mas isso vai explodir mais.

A conferir.


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Ou Claudio Castro é corrupto ou displicente e inoperante para investir em um banco quebrado

O dilema que está na mesa hoje, e é exatamente assim que a maioria das pessoas (técnicas e leigas) está enxergando o caso:

Não tem terceira opção lógica.

Ou Cláudio Castro e sua equipe sabiam dos riscos altíssimos do Banco Master e mesmo assim despejaram bilhões da previdência dos servidores lá dentro, porque tinha algum interesse por fora (corrupção ativa/passiva, propina, favorecimento, lavagem etc.)

Ou

Eles realmente não sabiam ou ignoraram todos os alertas do TCE-RJ, do mercado, da imprensa e até do próprio Banco Central, o que configura displicência criminosa, imperícia gravíssima e absoluta inoperância na gestão de um fundo de R$ 40 bilhões que paga aposentadoria de 430 mil famílias.

Não existe “meio-termo técnico” nem “erro honesto” possível nesse tamanho de operação e com esse volume de alertas ignorados.
Em resumo:

Ou é ladrão, ou é um incompetente perigoso.

As duas coisas são gravíssimas para quem governa um estado, no momento, os fatos apontam muito mais para a primeira opção do que a segunda.

A bola agora está com PF, MP-RJ, TCE e, eventualmente, uma CPI na Alerj.

O desfecho vai definir se vai ser só mais um escândalo ou se alguém vai preso por isso.


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PGR aponta que Domingos Brazão “arquitetou o homicídio” de Marielle Franco

A Procuradoria-Geral da República afirmou em denúncia enviada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) que o político Domingos Brazão “arquitetou o homicídio da vereadora Marielle Franco e visando manter-se impune, esquematizou a difusão de notícia falsa sobre os responsáveis pelo homicídio.”

Esta é a primeira declaração taxativa de uma autoridade sobre o mandante do atentado da vereadora e de seu motorista, Anderson Gomes, em 14 de março do ano passado.

A denúncia foi assinada pela então procuradora-geral da República Raquel Dodge, antes de deixar o cargo. Ela acusou Brazão e outras quatro pessoas por participação em suposto esquema de obstrução da investigação do atentado (leia mais abaixo).

“Fazia parte da estratégia que alguém prestasse falso testemunho sobre a autoria do crime e a notícia falsa chegasse à Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, desviando o curso da investigação em andamento e afastando a linha investigativa que pudesse identificá-lo como mentor intelectual dos crimes de homicídio”, lê-se na denúncia obtida com exclusividade pelo UOL.

Em outro pedido feito também ao STJ, Dodge pediu a federalização das investigações. Neste caso específico, a PGR investigaria, caso houvesse federalização, os indícios que Brazão foi o mandante do crime.

Brazão sempre negou envolvimento no caso. O UOL enviou email a seu advogado e assim que ele responder aos questionamentos da reportagem, sua resposta será publicada.

Polícia Civil diz que Brazão é “testemunha” Ontem, o UOL apurou que a Polícia Civil do Rio apura uma possível participação do ex-deputado e conselheiro afastado do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Rio) no atentado. Brazão era filiado ao MDB antes de assumir o cargo em 2015.

O chefe do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), delegado Antônio Ricardo Nunes negou que Brazão seja formalmente suspeito no âmbito do inquérito, mas a reportagem verificou que ele “está no cerne das investigações” da Polícia Civil e do MP do Rio (Ministério Público do Rio) que, neste momento, apuram a motivação e os mandantes do crime.

“Essa é uma linha de investigação que nós seguiremos também”, resumiu o delegado sobre Brazão, em entrevista coletiva na porta da DH hoje. “[Mas] Por enquanto, ele é considerado testemunha”, acrescentou.

Tentativa de obstruir as investigações

Em seu último dia à frente do cargo, no dia 17 de setembro de 2019, Dodge anunciou ter apresentado à Justiça uma denúncia criminal sobre a tentativa de obstrução às investigações da morte da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e seu motorista. Cinco pessoas foram acusadas de tentar atrapalhar as investigações sobre o crime.

Entre os denunciados estão:.

– o conselheiro do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro), Domingos Inácio Brazão

– o agente aposentado da Polícia Federal, Gilberto Ribeiro da Costa

– o policial militar do Rio, Rodrigo Jorge Ferreira,

– a advogada Camila Moreira Lima Nogueira

– o delegado da polícia federal, Hélio Khristian Cunha de Almeida.

O advogado de Gilberto Costa afirmou que a denúncia é “infundada e desconexa da realidade com tudo o que foi apurado pela Polícia Civil”. A defesa aponta que Gilberto, segundo o inquérito policial, não chegou a ser investigado e não teve seu nome ventilado como suspeito.

Também procurada, Camila Nogueira não quis comentar a acusação da PGR. A reportagem do UOL não conseguiu entrar em contado com as defesas de Brazão e de Rodrigo Ferreira.

defesa de Hélio Khristian afirmou ser “absurda” a acusação da PGR e disse que investigação do Ministério Público do Rio havia concluído não haver envolvimento do delegado na obstrução das investigações.

A denúncia foi apresentada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), pois Brazão possui foro privilegiado por ser conselheiro do TCE. Ele foi afastado do cargo em março de 2017 por suspeita de corrupção, mas mantém as prerrogativas, como a de receber salário que gira volta de R$ 35 mil mensais.

 

 

*Com informações do Uol

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Bolsonaro dá passaporte diplomático a parentes de suspeito da morte de Marielle

Documento originalmente é concedido só para pessoas que “representam o país”. Familiares de Joice Hasselman também receberam o benefício.

João Vitor Moraes Brazão e Dalila Maria de Moraes Brazão, filho e esposa do deputado federal Chiquinho Brazão (Avante-RJ), receberam do Itamaraty o passaporte diplomático em 9 de julho deste ano. O parlamentar, que também possui o documento, é irmão de Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) acusado de obstruir as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em março de 2018, e suspeito de ser um dos mandantes do crime.

Os integrantes da família Brazão estão em uma lista com os 1694 passaportes diplomáticos emitidos pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) até 15 de agosto, a qual o Brasil de Fato teve acesso por meio da Lei de Acesso à Informação.

Domingos Brazão é investigado desde fevereiro deste ano sob suspeita de obstruir as investigações do caso Marielle. No último dia 17 de setembro, a ex-procuradora geral da República, Raquel Dodge, apresentou uma denúncia contra ele nesse sentido e também solicitou a abertura de um inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para apurar se o conselheiro foi o mandante do assassinato.

Chiquinho Brazão, que é sócio do irmão Domingos Brazão em uma rede de postos de gasolina, fez toda sua trajetória política em Rio das Pedras, zona oeste do Rio de Janeiro, e região controlada pelas milícias.

Em 2012 e 2016, Chiquinho Brazão foi o vereador mais votado na região de Rio das Pedras. Em 2018, foi eleito deputado federal, usando o bairro como base para sua campanha. Entre 2016 e 2018, seu patrimônio subiu de R$ 2,3 milhões para R$ 3,4 milhões, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Joice Hasselmann

A relação com os 1694 beneficiários do benefício, que ainda será alvo de outras matérias no Brasil de Fato, mostra, também, que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), eleita com um discurso contra os privilégios da classe política, requereu e conseguiu um passaporte diplomático para sua filha, a estudante Gabriela Hasselmann, e outro para o marido, o médico Daniel França Mendes de Carvalho. Ambos vencem em 31 de julho de 2023.

As vantagens para os que possuem passaporte diplomático começam na gratuidade para a emissão do documento, que custa R$ 257,25 para os demais viajantes. Além disso, os portadores do documento não pegam filas nos aeroportos internacionais e conseguem o visto mais facilmente. Em alguns países, a depender de acordos com o Brasil, o visto é dispensado.

Imoral

Em nota enviada ao Brasil de Fato, o Itamaraty aponta que o passaporte diplomático é um direito garantido pelo Decreto 5.978 de 2006, que prevê a entrega do documento para os seguintes cargos: Presidente e vice-presidente da República; Ministros de Estado e chefes de Secretarias ligadas à Presidência da República; Governadores de estados; Adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores; militares a serviços em missões da Organização das Nações Unidas (ONU); Membros do Congresso Nacional; Ministros do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e do Tribunal de Contas da União; Procurador-Geral da República; e juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Arbitrais.

Sobre a entrega do documento para parentes de parlamentares, o decreto afirma. “A concessão de passaporte diplomático ao cônjuge, companheira ou companheiro e aos dependentes das pessoas indicadas neste artigo será regulada pelo Ministério das Relações Exteriores.”

Para Gisele Ricobom, professora da Faculdade Nacional de Direito e membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), o decreto permite uma interpretação ampla, que afasta a possibilidade de ilegalidade. Porém, “é uma prática imoral, já que filhos de deputados não representam o Brasil no exterior.”

“Qual a função do passaporte diplomático? Não é um privilégio, é uma prerrogativa de um funcionário público que estará representando o país em uma missão internacional, seja ela permanente ou temporária. Por essa lógica, o passaporte tem que ser utilizado para o cumprimento da função pública. Ele pode não ser estritamente irregular, mas podemos avaliar que existem princípios administrativos, que a Constituição prevê, que é, por exemplo, a impessoalidade, que proibiriam esses abusos que estão ocorrendo”, explica Ricobom.

Segundo o embaixador e ex-secretário geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, “todo privilégio é injusto”.“A concessão de passaporte diplomático se justifica para pessoas em missão oficial. Isso é o que significa, porque a situação diplomática é o indivíduo que está em missão oficial, então ele está representando o Brasil. Agora, o sujeito que vai a passeio, não há justificativa.”

Ricobom recorda o episódio ocorrido em Sevilla (Espanha) em 25 de junho deste ano, quando um integrante da comitiva presidencial de Jair Bolsonaro (PSL) foi detido com 39 quilos de cocaína, na escala para a reunião do G20 no Japão.

“Se no avião presidencial tivemos essa bomba, uma quantidade expressiva de cocaína, não é de se duvidar que pode ser uma facilidade para que eles cometam ilícitos. Sabemos que há uma passagem privilegiada pelas alfândegas, há o pressuposto que essas pessoas têm prerrogativas maiores que as demais”, encerra a jurista.

Outro lado

Procurados, os deputado federais Chiquinho Brazão e Joice Hasselmann não enviaram nenhuma nota até o fechamento desta matéria.

 

 

*Rodrigo Chagas e João Paulo Soares/Brasil de Fato

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Só no último dia, Raquel Dodge, depois de chutada por Bolsonaro, denuncia conselheiro do TCE-RJ no caso do assassinato de Marielle

No dia em que se despede da Procuradoria-Geral da República, Raquel Dodge informou que apresentou uma denúncia contra Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, por suposto envolvimento no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

Segundo Dodge, houve desvirtuamento na condução das investigações do caso. Dodge também pediu ao Superior Tribunal de Justiça a abertura de um novo inquérito para apurar os dois assassinatos.

“Estou denunciando Domingos Brazão, um funcionário dele chamado Gilberto Ferreira, Rodrigo Ferreira, Camila, uma advogada e o delegado da Polícia Federal, Hélio Kristian. Eles todos participaram de uma encenação, que conduziu ao desvirtuamento das investigações”, disse Dodge.

Segundo Raquel Dodge, Domingos Brazão valeu-se do cargo e da estrutura do gabinete no TCE-RJ, acionou um dos servidores – um agente da PF aposentado – que exercia cargo no gabinete para engendrar simulação para conseguir desvirtuar a investigação, com ajuda do delegado da Polícia Federal Helio Khristian.

“O modo como foram engendrados depoimentos que conduziram a Polícia Civil a um certo tempo, a indicar que os autores eram pessoas que não tinham participado da atuação. O inquérito inicial apontou para receptores que não eram os verdadeiros. Estou pedindo o deslocamento de competência para que haja uma investigação para se chegar aos mandantes”, disse.

Domingos Brazão virou réu em ação penal no STJ em junho deste ano em razão da operação “quinto do ouro”, desdobramento da “lava jato” que apura fraudes na corte.

Brazão está afastado do cargo em razão das suspeitas. Ele chegou a ser preso em 29 de março de 2017. Em 7 de abril de 2017 foi solto, mas afastado da função – situação que perdura até hoje. Ao receber a denúncia em junho, o STJ confirmou o afastamento.

Irregularidades Entregues
No dia 30 de agosto, o ministro Raul Araújo, do STJ, determinou que a 28ª Vara Criminal do Rio de Janeiro entregasse à procuradora-geral uma cópia do inquérito que apura irregularidades na investigação dos assassinatos.

Com o material, a PGR pôde analisar a “investigação da investigação” para saber se a apuração sobre as mortes na Justiça estadual está comprometida. A PGR pode pedir que o inquérito passe a ser conduzido pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal.

Dodge fez a declaração ao apresentar um balanço da sua gestão nos dois anos em que esteve à frente da Procuradoria Geral da República (PGR).

 

*Com informações de Gabriela Coelho, correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.