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Política

De vira-lata a cachorro louco mordendo o próprio rabo

A burrice é de fato infinita, a soberba então…

Quando o burro é gabola usa um artificio qualquer para tentar ajustar suas desmascaradas patacoadas.

Eduardo Bolsonaro conseguiu fixar sua imagem em nível de estupidez maior que a do pai.

Não satisfeito, o traíra mostrou que não tem competência nem para ser sabujo dos EUA.

Como toda a direita, o telefonema de Trump a Lula desnorteou esses pangarés, mas Eduardo e se chaveirinho Figueiredo quiseram mostrar que a idiotice não tem fundo.

Marco Rubio virou o Rubio papão dos patetas. Será o grande carrasco do Brasil de Lula e vai atropelar o próprio patrão nos EUA.

Quem manda na porra toda é o Rubião das massas.

Não tem ninguém para dar uma sugestão a Eduardo de calar a boca e parar de bancar o paspalho de rodinha de playboy “porradeiro”?

O sujeito está passando recibo de tolo para quem acredita em suas baboseiras, mas para a maioria da população é só um cachorro louco mordendo o próprio rabo.


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Mundo

O combustível que move o sionismo é o ódio. Então, a única bandeira que sobrou para o bolsonarismo é a de Israel

Há muito, a bandeira do Brasil foi substituída pelas bandeiras de Israel e EUA nas manifestações antinacionais dos bolsonaristas.

Com a fala elogiosa de Trump a Lula, a bandeira americana some do mapa e fica apenas as de Israel pela afinidade dos fígados.

Bolsonarismo e sionismo vêm da mesma escola do ódio. Justifica-se aí a liga nessa mistura macabra.

Um mata e, o outro, cospe e roga praga. Os dois são o avesso do humano.

Ambos vivem da sobra do mal, onde a terra é um campo de guerra.

É o espelho do sionismo no bolsonarismo e vice-versa. Tanto lá quanto cá, essa gente se alimenta das cinzas de Gaza.

Despem-se juntos da mesma hipocrisia religiosa que maquia a alma do mal.


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Brasil Mundo

Lula sendo Lula

Trump disse, “Tive uma ótima conversa com o presidente Lula do Brasil. Gostei da conversa e EUA e Brasil se darão bem juntos. Vamos nos encontrar em breve!”

Esse post foi compartilhado por volta do meio-dia (horário de Washington) e destaca o tom positivo da ligação de cerca de 30 minutos.

Trump enfatizou a “boa química” entre os dois líderes, ecoando comentários que ele já havia feito após o encontro breve na ONU em setembro.

Reconciliação diplomática
Lula conseguiu estabelecer um canal direto com Trump, algo que ele havia descartado publicamente em agosto de 2025, quando disse que “não ligaria para Trump” porque “ele não quer conversar”.

A troca de números de telefone e o tom “amigável” da ligação mostram uma reaproximação após meses de tensões devido às tarifas de 40% e 50% impostas pelos EUA e às sanções contra autoridades brasileiras (como Alexandre de Moraes).

O fato de Trump ter postado no Truth Social que “gostou da conversa” e que “EUA e Brasil se darão bem juntos” reforça a percepção de que Lula conseguiu suavizar as relações, algo que parecia improvável semanas atrás.

Avanço em pautas sensíveis
Lula pediu a remoção das tarifas comerciais impostas pelos EUA em retaliação à perseguição judicial contra Jair Bolsonaro. Embora não haja confirmação imediata de que Trump cedeu, o tom positivo da conversa e o compromisso de uma reunião presencial (possivelmente na cúpula da ASEAN na Malásia) sugerem que negociações estão em curso.

Isso pode ser visto como um passo diplomático importante para Lula, que enfrenta pressão doméstica para proteger a economia brasileira.

A discussão sobre sanções contra figuras como Moraes também coloca Lula em uma posição de mediador, o que pode fortalecer sua imagem como líder global capaz de dialogar até com adversários ideológicos.

O telefonema pode ser considerado uma vitória política para Lula, especialmente por estabelecer diálogo direto com Trump, suavizar tensões e abrir caminho para negociações sobre tarifas e sanções.

A percepção pública no Brasil e a narrativa do governo reforçam essa visão, com o Planalto destacando a ligação como “construtiva”.


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Mundo

Por que o genocídio em Gaza não tem nada a ver com o ataque do Hamas

Israel impõe restrições à pesca em Gaza por meio de um bloqueio naval desde 2007, limitando a zona permitida (que varia de 3 a 15 milhas náuticas ou até proibição total em 2025).

Há relatos de incidentes em que a marinha israelense atira em pescadores que ultrapassam esses limites, resultando em mortes e ferimentos.

Relatos consistentes de organizações como a ONU, Human Rights Watch e grupos locais documentam incidentes em que a marinha israelense dispara contra pescadores que ultrapassam os limites ou se aproximam deles, resultando em mortes, ferimentos e danos a embarcações.

Por exemplo, relatórios de 2020-2024 indicam casos de pescadores mortos ou feridos, com embarcações confiscadas ou destruídas.
Em 2025, a situação permanece tensa, com restrições agravadas em períodos de limpeza étnica.

Não há dados precisos de 2025 nos resultados disponíveis, mas o padrão histórico sugere continuidade desses assassinatos de Israel a sangue frio.

O sofrimento humano gerado pela monstruosidade dessas ações sionistas é inegável e injustificável para qualquer ser minimamente decente.


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Política

Dispara a rejeição à anistia para Bolsonaro

A catequese bolsonarista deu bolor.

Pesquisa fresca mostra um salto na rejeição dessa distopia.
A imensa maior parte do povo brasileiro não quer nem ouvir falar em anistia para criminoso golpista.

De acordo com os resultados, 64% dos brasileiros são contrários ao perdão a quem participou do 8 de Janeiro.

O grupo era de 51% em março deste ano. Há, portanto, um crescimento de 13 pontos percentuais no índice.

O que todos perguntam é, quando esse vagabundo vai sair da zona de conforto em sua mansão e encarar a Papuda? assim como quer a cassação e prisão de Eduardo.

Na verdade, a pesquisa mostra que o brasileiro está de saco cheio da quadrilha familiar que chegou ao poder com uma fraude eleitoral tramada por Bolsonaro e Moro em 2018.

A rejeição ao projeto, que visa conceder anistia aos golpistas, em discussão na Câmara dos Deputados, cresceu em setembro, segundo a nova pesquisa do instituto PoderData.

O levantamento sobre o tema foi divulgado nesta sexta-feira (3) pelo site Poder360.

Em resumo, a rejeição não só dispara enormemente de 51 pra 64% como consolida uma barreira à anistia, tornando sua aprovação impossível.

O Congresso arrisca desgaste maior se ignorar a voz das ruas e das urnas.

O Brasil busca justiça para atos antidemocráticos. A condenação de Bolsonaro como primeiro ex-presidente por golpe reforça isso.


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Política

O pileque da direita e a ressaca da mídia

Em resumo, a direita tem opções, mas nenhuma “cola” a família Bolsonaro ao Centrão sem rupturas.

Como alertou um analista no Estadão, uma vitória fora da família, como Tarcísio, poderia deixar o bolsonarismo em “limbo político”, enquanto radicais preferem até uma reeleição de Lula para manter a narrativa de “vítimas do sistema”

A impaciência é palpável a um ano do pleito, e o foco está em demissões ideológicas ou brigas fratricidas, não em uma pauta unificada.

Até porque, jamais a direita brasileira, criada e moldada por oportunistas, teve um cisco de pauta além do Estado mínimo para as camadas mais pobres da população e um Estadão para a velha oligarquia nas deliciosas tetas dos cofres públicos para os bem nascidos.

A Mídia dá seu faniquito de impaciência e amplifica o caos.

A imprensa tradicional (Globo, Estadão, Folha) quer que o nome de Tarcísio seja carimbado logo como candidato da direita para confeitar o bolo do lambe-botas de Trump.

Outros nomes no tabuleiro do baixo clero, como os três patetas Caiado, Zema e Ratinho Jr, colocaram-se à disposição, mas sem unidade, viram medíocres medidores de força no 1º turno, uma estratégia arriscada que pode diluir ainda mais os votos.

Trocando em miúdos, Jair Bolsonaro, inelegível até 2030 e condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado (confirmado pelo STF em setembro de 2025), continua sendo o “fiador” informal da direita, mas sua ausência das urnas cria um limbo.

Ou seja, há um gigantesco vácuo de liderança, porque não há um candidato claro.

Pesquisas recentes, como a Quaest de julho, mostram que alternativas como Tarcísio de Freitas (SP) e Michelle Bolsonaro têm intenções de voto (15% e 13%, respectivamente), mas sem o aval explícito de Bolsonaro, ninguém avança.

Eduardo Bolsonaro, exilado nos EUA desde fevereiro e com mandato sob risco de cassação, oscila em 8%, mas sua radicalidade verborrágica afasta o Centrão.

A impaciência da base é justificada.

Sem um nome de peso nacional em 2026, a direita não só perde a disputa pelo Planalto, mas também influência no Congresso.


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Política

Lembrem-se do que Mauro Cid falou em delação sobre a dupla de golpistas, Eduardo e Michelle Bolsonaro

No 1º depoimento à PF em 2023, Mauro Cid entregou a rapadura.
Naquela ocasião, ele disse que o núcleo do comando terrorista do golpe era determinado por Eduardo e Michelle Bolsonaro.

Ou seja, a linha dura, a ala mais radical, mais violenta e assassina que pregava a morte de Lula, Alckmin e Moraes, além de outros retirados do corredor da morte pelo próprio chefe, Jair Bolsonaro.

Os dois, Eduardo e Michelle defendiam medidas extremas, incluindo o uso de um “braço armado” com apoio de CACs (caçadores, atiradores e colecionadores de armas).

Os dois defendiam explicitamente um golpe armado.

Aqui, Cid coloca Michelle e Eduardo como figuras centrais, descrevendo-os como pessoas com “acesso direto” a Bolsonaro, que se reuniam esporadicamente no Palácio da Alvorada para pressioná-lo por ações mais drásticas.

Eduardo, em particular, teria mais contatos com os CACs, vistos como uma “tropa civil” para o golpe.

Cid enfatizou que esse núcleo radical não era um grupo formalmente organizado, mas sim uma rede de aliados próximos que instigavam Bolsonaro a não aceitar o resultado eleitoral, argumentando que ele contava com “apoio do povo e dos CACs”.

O depoimento menciona outros nomes nessa ala, como Onyx Lorenzoni (ex-ministro), Gilson Machado (ex-ministro do Turismo), Felipe Martins (ex-assessor internacional), general Mário Fernandes, e senadores como Jorge Seif (PL-SC) e Magno Malta (PL-ES).
Redes sociais amplificaram o debate, com hashtags como #MichelleEDuardoGolpistas.

Mas como Eduardo e Michelle não foram indiciados, a coisa esfriou.
Agora, vemos Eduardo babando ódio ao Brasil e aos brasileiros e, como um cachorro louco, quer por que quer ser candidato à Presidência da República como legítimo representante do papai.
Michelle, com um passado podre, segundo Cid, está cotadíssima para ser vice de Tarcísio.

A disputa interna na direita promete sangue para ver quem de fato será escolhido para ser humilhado nas urnas por Lula.


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Política

Vídeo: Mentiu e tomou na cara

Esse fulano parece que não aprende.

Mentiras e Moro são polos magnéticos que se atraem. O camarada não vale um ponto de bosta.

Todas as vezes em que acha que fará um discurso histórico no Senado contra o PT e Lula, o burrão vigarista toma na fuça.

Nesta quinta (02), ele batalhou para ser humilhantemente nocauteado.

Nelson Willians, conhecido como Advogado Ostentação, apontado como envolvido na Fraude do INSS, patrocinou Palestra do Sergio Sergio Moro em Nova Iorque

Pois bem, ontem, Moro passou por uma sessão bem tensa e constrangedora na CPI do INSS

O embate principal foi durante o depoimento do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho, quando Moro foi questionado sobre denúncias de fraudes em descontos associativos de benefícios de aposentados que ele recebeu em 2019, quando era ministro da Justiça no governo Bolsonaro.

O confronto com o ministro da CGU custou caro a Moro
Vinícius de Carvalho confrontou Moro diretamente, mostrando documentos que comprovam que ele e Paulo Guedes (então ministro da Economia) foram alertados sobre reclamações de aposentados em 2019, via Procon-SP e outros órgãos.

O ministro destacou que, na época, foram suspensas apenas quatro entidades suspeitas e os descontos caíram pela metade, mas não houve ressarcimento aos lesados (que somam bilhões em prejuízos).

Ele ironizou: “Ressarciram os aposentados? R$ 400 milhões, senador Sergio Moro. E as medidas não garantiram a reparação”.

No plenário, Moro bambeou, gaguejou, pipocou e ficou na defensiva, o que viralizou como “humilhação”. Cruzou os braços e engoliu seco, reforçando a acusações de prevaricação.


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Sem ter como negar a vitória de Lula no Congresso, mídia tarcisista roga praga

Reações enviesadas

A mídia, alinhada a Tarcísio de Freitas, o governador de SP que é visto como herdeiro de Bolsonaro e rival de Lula em 2026, sim, há um padrão de minimizar ou torcer o nariz para vitórias petistas.

Capturando a bolha bolsonarista que ainda domina veículos como Jovem Pan, Folha, em editoriais, ou colunistas do Globo.
aqui vão algumas perolas que rolaram nas reações iniciais:

No raiar do dia, o insuspeito antipetista Andreazza, no Youtube do Estadão. irritado, admitiu a retomada do protagonismo de Lula na vida nacional.

Mas não só isso.

O lumbriguento se contorceu todo para arrumar uma substância tóxica e sapecar no champagne de Lula, mas admitiu que, há um ano da eleição, Lula conseguiu unanimidade em pauta chave.

Contudo, a coisa não para aí.

O língua de trapo, entre coçada na cabeça e na nuca, de boca torta quase paralisada, disse entre os dentes que, Lula ganhou muito mais fôlego para 2026, e um favoritismo consolidado.

Minimização no Globo e na Folha

Reportagens destacam a vitória, mas enfatizam que o Centrão “evitou associar o avanço ao governo” e que foi “mais um símbolo eleitoral do que mérito de Lula”. Tipo: “Ok, passou, mas é por causa da população, não do PT”. É o clássico “vitória parcial” ou “apesar de Lula”.

Há até menção a “titubeio de Tarcísio” em pesquisas, sugerindo que ele vacila enquanto Lula avança.

No fim, negar essa vitória, é como negar o sol, unânime, prática e necessária. Lula ganhou terreno num Congresso que não é dele, e a mídia oposicionista? Continua no script de 2022 — roga praga, mas não muda o placar.


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Mundo

Nos EUA, os ventos mudaram a favor da Palestina

Segundo o NYT, pesquisas nos EUA revelam erosão rápida do apoio dos norte-americanos a Israel no genocídio em Gaza.

Várias pesquisas de 2025 destacam essa transformação, com a desaprovação das ações de Israel agora superando a aprovação por grandes margens.

O apoio despencou entre democratas, independentes, jovens e até alguns republicanos, refletindo frustração com as baixas civis, a ajuda financiada pelos EUA e a percepção de excesso por parte de Israel.
Essas tendências não são isoladas.

Uma análise da Brookings observa uma “mudança paradigmática” entre jovens americanos (especialmente democratas e independentes), que veem o “horror” de Gaza como reflexo do caráter de Israel.

Até democratas mais velhos estão se tornando críticos, isolando republicanos mais velhos como a base principal de apoio a Israel nos EUA.

O Papel das Mídias Sociais
Imagens Cruas vs. Narrativas ControladasAs redes sociais democratizaram a narrativa de Gaza, inundando os feeds americanos com vídeos não filtrados de ataques aéreos, crianças famintas procurando comida e famílias vasculhando escombros — conteúdos muitas vezes ausentes dos meios de comunicação tradicionais.

Plataformas como TikTok, Instagram e X (antigo Twitter) são populares entre os menores de 35 anos, onde a oposição a Israel é mais alta (por exemplo, 76% dos jovens americanos nas pesquisas da Pew veem Israel desfavoravelmente).

Amplificando Vozes Palestinianas
Jornalistas e influenciadores de Gaza, como Motaz Azaiza (mais de 10 milhões de seguidores no Instagram), compartilharam imagens em primeira mão, humanizando a crise e acumulando bilhões de visualizações.

Hashtags como #FreePalestine e #GazaUnderAttack têm sido tendência global, fomentando solidariedade e ativismo.

Um relatório do CSIS destaca como essa “guerra de representação” influenciou jovens americanos, com as redes sociais permitindo compartilhamento em tempo real que contorna os vieses da mídia tradicional (por exemplo, meios ocidentais mencionam visões israelenses 3 vezes mais que palestinas).

Esforços de Contrapropaganda de Israel: Israel também usou as redes sociais como “ferramenta” para influenciar a opinião dos EUA, admitindo em 2025 o uso de influenciadores pagos, conteúdo gerado por IA e bots.

O governo de Netanyahu financiou campanhas secretas visando democratas, mas estas tiveram efeito contrário em meio a acusações de desinformação.

Apesar de restrições a postagens palestinas (por exemplo, limitações do Meta em contas de Gaza), o volume de conteúdo bruto de Gaza superou as narrativas pró-Israel.

Essa batalha digital acelerou a mudança de opinião.

Pesquisas pós-7 de outubro mostravam 47% de simpatia dos EUA por israelenses contra 20% por palestinos; em meados de 2025, isso se inverteu.

Especialistas como Shibley Telhami (Universidade de Maryland) argumentam que as redes sociais “consolidaram um paradigma geracional”, tornando a política dos EUA — que ainda fornece mais de US$ 3,8 bilhões em ajuda anual — politicamente insustentável a longo prazo.

Implicações Mais Amplas: Política, Política Interna e um Acerto GeracionalO backlash ameaça fraturar a política dos EUA.

Democratas estão cada vez mais vocais: quase metade do caucus apoiou a suspensão de envios de armas no verão de 2025, e figuras como a deputada Summer Lee exigem um cessar-fogo.

À direita, isolacionistas do MAGA (por exemplo, Tucker Carlson, Matt Gaetz) condenam a hipocrisia do “America First”, enquanto até republicanos pró-Israel como Lindsey Graham alertam sobre a erosão do apoio.

Evangélicos, antes aliados firmes, veem defecção entre jovens
Globalmente, isso reflete tendências.

Reino Unido e França avançaram para reconhecer a Palestina, e 78% dos americanos (incluindo 75% dos republicanos) agora querem um cessar-fogo imediato.

Para Israel, a perda do “amor incondicional” dos EUA pode significar redução de ajuda e isolamento; para os palestinos, sinaliza uma possível alavanca para a criação de um Estado.

No entanto, como observa a Al Jazeera, a política de Washington está atrasada em relação à vontade pública — o apoio inabalável persiste apesar das pesquisas.

Em resumo, a lente crua das redes sociais expôs a devastação de Gaza, catalisando um despertar nos EUA. Isso não é passageiro: à medida que eleitores mais jovens ganham influência, o velho consenso desmorona, forçando uma reavaliação do papel dos EUA em um conflito há muito definido por assimetria e impunidade.


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