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Esperto é esperto no mundo todo, só muda o endereço

Elon Musk pode estar cortando gastos do governo, mas não em seus próprios projetos — bilhões de dólares em dinheiro federal provavelmente estão indo para a SpaceX, graças a mudanças de política que tornarão o homem mais rico do mundo ainda mais rico

Musk procede como qualquer vigarista que por meios políticos contraria a lógica para se beneficiar seus negócios.

Não temos tantos desses aqui no Brasil?

Isso é uma forma de suborno por meio direto, na fonte.

Não é sem motivos que nos EUA Elon Musk é acusado de estar de olho grande no talão de cheques da Casa Brasnca.

A SpaceX está posicionada para garantir bilhões em novos contratos federais sob Trump.

Sob o presidente Trump, o papel de Elon Musk permite que ele influencie a política, potencialmente beneficiando suas empresas. Os apoiadores dizem que ele tem a melhor tecnologia.

Ou seja, como no Brasil, os EUA tem espertos e trouxas.

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Manifestação neonazista em Berlim é cercada por antifascistas e impedida de seguir

Marcha organizada por ex-membro da AfD é a terceira na Alemanha nos últimos meses.

Cerca de 800 neonazistas tentaram marchar, neste sábado (22) em Berlim, no distrito de Friedrichshain, mas tiveram de ir para casa mais cedo devido à forte oposição de contra-manifestações antifascistas.

Os participantes não conseguiram avançar além do ponto de chegada na estação de trem de Ostkreuz, no leste da capital alemã.

“Algumas centenas de nazistas se reuniram em Ostkreuz, mas só puderam andar cerca de 50 metros porque a rota do protesto estava bloqueada por milhares de antifas!” disse à coluna uma jovem alemã que fez parte das contramanifestações mas pediu para não ser identificada.

O que se sabe até agora é que a polícia mobilizou cerca de 1500 policiais para evitar confrontos entre o grupo de extrema direita e os grupos antifascistas. Enquanto, segundo a polícia alemã, o grupo neonazista tinha aproximadamente 850 pessoas, as contra manifestações antifascistas reuniram entre 2 mil e 5 mil participantes.

Até o momento da publicação da coluna, 100 pessoas haviam sido presas. Os motivos teriam sido o uso de disfarces e símbolos de organizações inconstitucionais. Investigações também estão em andamento por perturbação da paz. Além disso, a saudação de Hitler teria sido feita diante de policiais.

Mas manifestantes antifascistas também relatam violência policial e o uso de gás de pimenta.

Além disso, segundo o jornal alemão Deutsche Welle, três pessoas foram impedidas de participar da manifestação neonazista por determinação judicial. Elas já haviam sido presas anteriormente por exibirem símbolos de organizações inconstitucionais, incluindo um homem que fez a saudação nazista.

Essa foi a terceira de uma série de marchas de extrema direita desde dezembro na Alemanha, com o mesmo lema: “Pela lei e pela ordem. Contra o extremismo de esquerda e a violência com motivação política” e estariam sendo organizados pelo ex-membro da ala mais radical da AfD (partido de extrema direita alemão que ficou em segundo lugar nas últimas eleições parlamentares) Ferhat Sentürk.

Os atos passaram de 150 manifestantes em fevereiro para 850 neste sábado.

Há relatos de que os primeiros atos contaram com outros integrantes da AfD, mas o partido nega que tenha relação com a série de encontros neonazistas, segtundo o ICL.

A polícia alemã declarou no X que estava protegendo a liberdade de expressão e o direito ao protesto e não o conteúdo do ato em si, mas afirmou que fará novas declarações neste domingo (23).

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Israel prossegue massacre com tropas invadindo sul e norte de Gaza

Exército israelense já matou aproximadamente 600 palestinos, sendo 200 crianças; Hamas e Houthis contra-atacam regime sionista

Israel realizou ataques ao longo da noite de quinta-feira (20/03) e na madrugada de sexta-feira (21/03) em todas as áreas da Faixa de Gaza, sobrecarregando necrotérios. Nos últimos três dias o Ministério da Saúde de Gaza já confirmou quase 600 mortes, sendo 200 de crianças. As tropas sionistas atacaram por terra extensivamente áreas residenciais da cidade de Beit Lahiya, onde a população acordou com o som das bombas e tanques, e também em Rafah, no sul do enclave. O exército também voltou a isolar o norte de Gaza do sul.

Em uma vila perto de Khan Younis, o ataque matou 16 pessoas da mesma família, a maioria mulheres e crianças, segundo o Hospital Europeu próximo. Sobreviveu apenas um bebê de um mês e seus avós.

Um porta-voz do hospital dos Mártires de al-Aqsa, em Deir al-Balah, disse que 70% dos feridos que receberam eram mulheres e crianças, a maioria em estado crítico. Saher al-Wahidi, do Ministério da Saúde de Gaza, disse que a situação dos hospitais é catastrófica:

“Os feridos estão caídos no chão que está coberto de sangue. Estamos sofrendo muito com a escassez de suprimentos e equipamentos para emergência, tratamento intensivo e cirurgias. Há escassez de oxigênio, estações de dessalinização de água e de combustível”, disse Wahidi à reportagem da Al Jazeera.

‘Se não nos bombardearem, morreremos de fome’
Há 20 dias, Israel bloqueou novamente a entrada de toda e qualquer ajuda humanitária em Gaza, incluindo alimentos, remédios e água potável. Pouco depois interrompeu o fornecimento de eletricidade, paralisando a maior estação de dessalinização de água.

Além dos ataques, Israel isolou novamente a parte norte de Gaza e emitiu várias novas ordens de deslocamento forçado para moradores de Beit Lhia e Beit Hanun, no norte, da Cidade de Gaza e para os subúrbios ao sul de Khan Yunis.

“A guerra está de volta. Deslocamento e morte estão de volta. Sobrevivermos a esta rodada?”, perguntou à agência Reuters Samed Sami. Junto com centenas de outros palestinos, ele fugiu de Shejaia na quinta-feira para montar um acampamento improvisado perto da Cidade de Gaza. “Vivemos com medo, se não nos bombardearem, morreremos de fome”, disse uma refugiada à Al Jazeera.

Entre os mortos estão cinco funcionários da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). Segundo o comissário-geral da agência, Philippe Lazzarini, eles eram “professores, médicos, enfermeiros que serviam aos mais vulneráveis”. Todos estavam em instalações das Nações Unidas, que segundo o direito internacional devem ser protegidas por todas as partes em conflito. A localização dessas instalações era amplamente conhecida.

Hamas e houthis do Iêmen contra-atacam
Após dois dias sem responder aos ataques, o Hamas lançou três foguetes que acionaram as sirenes em Tel Aviv e em partes do centro de Israel. Um deles foi interceptado e dois atingiram áreas desabitadas, sem causar feridos.

Em solidariedade aos palestinos, os houthis do Iêmen também lançaram dois mísseis balísticos contra Israel. Ambos foram interceptados pelas defesas israelenses.

Os Estados Unidos, por sua parte, lançaram ataques sobre duas regiões do Iêmen controladas pelos houthis. Há dias que há ataques mútuos entre a frota de guerra norte-americana ancorada no Mar Vermelho e os houthis.

*Opera Mundi

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Alemães são barrados nos EUA e política migratória de Trump gera alerta em Berlim

Chancelaria alemã advertiu cidadãos que visto de entrada não garante acesso ao país norte-americano.

A Alemanha atualizou suas recomendações de viagens para os Estados Unidos para alertar seus cidadãos que um visto ou isenção de visto de entrada não garante o acesso ao país, após Washington reforçar os controles como parte do endurecimento da política migratória adotada do governo do presidente Donald Trump.

A recomendação foi emitida depois de três alemães serem barrados pelas autoridades norte-americanas de fronteira, informou um porta-voz do Ministério alemão do Exterior nesta quarta-feira (19/03).

Um desses casos envolveu um cidadão alemão que vive no país, que, de acordo com familiares, está detido em Boston há mais de uma semana.

De acordo com a emissora pública WGBH, sediada em Boston, o alemão, que possui uma autorização de residência – o chamado “green card” – foi detido este mês por autoridades de imigração no aeroporto de Boston ao retornar ao país vindo de Luxemburgo e estava sendo mantido em um centro de detenção.

Outros dois casos receberam ampla cobertura na imprensa alemã.

Um deles envolve um alemão de 25 anos, detido ao cruzar a fronteira do México com sua noiva norte-americana em fevereiro, de acordo com a revista alemã Der Spiegel. Ele passou duas semanas detido antes de ser enviado de volta para a Alemanha. De acordo com sua noiva, ele foi detido depois de responder incorretamente a uma pergunta sobre onde morava, devido ao seu fraco domínio do inglês.

O outro caso envolve uma mulher de 29 anos que também foi parada na fronteira entre os EUA e o México em janeiro. Amigos relataram que ela estava viajando com equipamento de tatuagem – que pode ter sido interpretado pelos funcionários da imigração como um sinal de que ela estava planejando trabalhar nos EUA. Segundo os relatos, ela passou três semanas detida, incluindo nove dias em confinamento solitário – uma alegação refutada pelo centro de detenção.

De acordo com portal de internet do Ministério, ter antecedentes criminais nos EUA, fornecer informações falsas sobre o propósito da viagem ou até mesmo uma curta extensão da permanência além do prazo oficial pode levar à prisão, detenção e deportação ao entrar ou sair do país.

*Opera Mundi

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O álibi de Israel para seu genocídio em Gaza é o “Hamas”. As milhares de vítimas fatais são civis desarmados, sobretudo crianças como esta

O Hamas nasceu em 1980, ou seja, mais de 30 anos após o inicio dos massacres promovidos pelos sionistas de Israel na Palestina.

Dito isso, qualquer justificativa para Israel matar civis inocentes em sua própria terra, que é a Palestina, é mais um tipo de roubo adicionado numa lista de tantos outros que os europeus colonialistas de Israel têm em suas costas.

Essa nojeira, essa podridão chamada Estado de Israel, que tem a permissão do mundo, dito civilizado, para exterminar palestinos, tendo as crianças e bebês como alvo primeiro, não passa de cretinice de quem, como a Europa e EUA, finge acreditar nas mentiras de Israel para colonizar Gaza.

Qualquer relatório sério sobre as ações assassinas de Israel na Faixa de Gaza desde 1948, só pode chegar a uma conclusão, Israel repete em Gaza a Alemanha Nazista de Hitler contra os judeus.

Todo o resto, é só um amontoado de cinismo, roubos e mentiras dos assassinos genocidas do Estado pirata-sionista de Israel.

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Quase 200 crianças palestinas são mortas por Israel em retomada de massacre na Faixa de Gaza

Quase 200 crianças palestinas são mortas por Israel em retomada de massacre na Faixa de Gaza.

O ofensiva miliar israelense que rompeu o cessar-fogo na Faixa de Gaza já resultou na morte de 200 crianças palestinas, segundo números do Ministério da Saúde na Faixa de Gaza desde a retomada dos ataques na madrugada de terça-feira (18).

Após uma trégua de quase dois meses, os bombardeios isralenses na Faixa de Gaza resultaram na morte de pelo menos 436 palestinos, incluindo 183 crianças, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza. As mortes incluem 125 homens, 94 mulheres e 34 pessoas idosas.

Enrte a madrugada e manhã de terça-feira (18), o número de crianças palestinas mortas nos ataques israelenses foi de pelo menos 174 crianças, “marcando um dos maiores números de mortes em um dia desde o início do genocídio”, de acordo com a ONG Defense for Children Palestine.

O ofensiva miliar israelense que rompeu o cessar-fogo na Faixa de Gaza já resultou na morte de 200 crianças palestinas, segundo números do Ministério da Saúde na Faixa de Gaza desde a retomada dos ataques na madrugada de terça-feira (18).

Após uma trégua de quase dois meses, os bombardeios isralenses na Faixa de Gaza resultaram na morte de pelo menos 436 palestinos, incluindo 183 crianças, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza. As mortes incluem 125 homens, 94 mulheres e 34 pessoas idosas.

Entre a madrugada e manhã de terça-feira (18), o número de crianças palestinas mortas nos ataques israelenses foi de pelo menos 174 crianças, “marcando um dos maiores números de mortes em um dia desde o início do genocídio”, de acordo com a ONG Defense for Children Palestine.

*Com Al Jazeera, The Guardian e Haaretz

*Publicado no BdF

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A Europa se prepara para a guerra

Há sinais de fumaça no horizonte de que os países europeus preparam-se para a guerra. Que guerra? Contra a Rússia.

Tomemos a Alemanha como exemplo.

Primeiro exemplo: a Volkswagen, empresa que há quase um século está vinculada à identidade nacional alemã, vai fechar três de suas fábricas, devido à crise econômica que assola o país e o continente.

Mas há uma empresa interessada na compra das três. Qual? a Rheinmetall, uma das principais produtoras de armamentos na Alemanha.

Por quê? Porque seus diretores preveem uma margem de lucro considerável, graças ao anúncio, por parte da presidenta da Comissão Europeia, Úrsula von der Leyen, de que a União vai investir 800 bilhões de euros em armamentos para incrementar a defesa do continente.

Exemplo 2: paradoxalmente, o diretor de uma das agências do serviço secreto alemão, Bruno Kahl, do Bundesnachrichtendienst, manifestou, em entrevista à Deutsche Welle, em 03/03/2025, a preocupação com a possibilidade de que a guerra na Ucrânia tenha um “fim rápido”.

Por quê? Segundo ele, porque isto liberaria a Rússia para ameaçar o restante da Europa antes de 2029 ou 2030, isto é, antes de que os outros países do continente estejam preparados para enfrentar o “inimigo”.A afirmativa, que provocou indignação em Kiev, mostra que

há uma estratégia pensada a respeito da possibilidade e previsão da guerra.

E a indústria da guerra parece ser um dos vetores mais importantes para a recuperação econômica da Alemanha e do continente.

A Alemanha ocupa o quinto lugar entre os maiores exportadores de armas do mundo.

São eles, em ordem crescente, segundo o Instituto Internacional de Investigação para a Paz, sediado em Estocolmo: Israel, Coreia do Sul, Espanha, Reino Unido, Alemanha, China, França e Rússia praticamente empatadas, e Estados Unidos.

Há duas enormes discrepâncias entre estes países. Primeira: de Israel à China, o percentual de participação nas exportações mundiais de armas fica em um dígito, de 1 a 5%.

Com Rússia e França, o índice dá um salto, para 10,5 e 10,9%, respectivamente, sendo que a França superou a Rússia porque as exportações desta caíram, graças à guerra com a Ucrânia e os aliados que a apoiam.

Com os Estados Unidos, o salto é maior ainda: o índice de sua participação é de 40% do mercado mundial.

Segunda discrepância: nos últimos dez anos o valor destas exportações caiu, em oito dos dez países. A duas grandes exceções são a França e os Estados Unidos. No caso destes, o aumento foi de 24%.

Das 100 maiores empresas privadas de produção de armamentos, 41 são norte-americanas, e 27 europeias, excluindo-se a Rússia, que tem apenas 2 empresas entre elas.

Invertendo-se a perspectiva, verifica-se que o país que mais importa armas no mundo é a Ucrânia, com quase 9% do setor. E seus principais fornecedores são os Estados Unidos, a Alemanha e a Polônia.

Assinale-se uma curiosidade: nenhum país da América Latina figura entre os principais exportadores ou importadores de armas.

Aqueles números acima mostram que, como no passado, infelizmente a guerra ou sua perspectiva permanecem sendo um bom negócio para afastar o fantasma de recessões econômicas para quem produza armas, não para quem suporte seus efeitos.

Como afirmei no começo, há sinais de fumaça no horizonte apontando na direção de uma guerra. Sabe-se que onde há fumaça, há fogo.

Sempre que os países da Europa prepararam-se para uma guerra, a guerra aconteceu. E este continente propiciou as duas guerras que em toda a história humana ganharam o triste título de “mundiais”.

*Por Flávio Aguiar

*Publicado originalmente na Rádio França Internacional (Brasil).

*Flávio Aguiar, jornalista e escritor, é professor aposentado de literatura brasileira na USP. Autor, entre outros livros, de Crônicas do mundo ao revés (Boitempo

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Lojas da Tesla, de Elon Musk, são atacadas nos Estados Unidos

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que já identificou alguns dos responsáveis.

O bilionário Elon Musk viu as fábricas e concessionárias de sua empresa de carros elétricos, a Tesla, serem alvo de ataques que depredaram a propriedades da empresa nos Estados Unidos.

Os ataques ocorreram em diversos estados do país, com vandalismo, incêndios criminosos e invasões. Uma das concessionárias atacadas, em Las Vegas, foi completamente destruída. Imagens de segurança mostram indivíduos destruindo veículos e instalações.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos classificou os ataques como atos de terrorismo doméstico e disse que já identificou alguns dos responsáveis. O FBI tem ajudado nas investigações para mapear os possíveis mandantes e cúmplices dos crimes.

Reação do governo aos ataques à Tesla
Elon Musk, que além de CEO da empresa é Comissário do Departamento de Eficiência Governamental do país, criticou em suas redes sociais a falta de segurança diante da escalada de violência contra a Tesla e pediu que os responsáveis sejam punidos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condenou os atos e prometeu ações rigorosas para evitar novos incidentes deste tipo.

A Procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, chamou os ataques de “pequenos ataques terroristas”. Ela afirmou que as investigações estão avançando para chegar aos envolvidos, tanto os que cometeram atos físicos quanto os que agiram por trás, coordenando os ataques, segundo o ICL.

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Mina de ouro descoberta na China pode ser a maior do mundo e mudar economia global

China já é líder na produção mundial de ouro; Nova jazida é avaliada em R$ 483 bilhões.

Uma mina de ouro descoberta na China no final de 2024 pode ser considerada a maior do mundo após ser revelado que a jazida contém mil toneladas do metal, localizadas a profundidades de até três mil metros. Inicialmente, foi anunciado que foram encontradas 300 toneladas de ouro.

O ouro é um dos metais preciosos mais valorizados e atualmente, a China já é líder na produção mundial do metal. Somente em 2023, o país extraiu 370 toneladas de ouro . De acordo com o Conselho Mundial do Ouro, cerca de 10% da produção global desse ano foi de origem chinesa.

China

Um relatório da agência estatal Xinhua estima que as milhões de toneladas de ouro da mina supergigante estão avaliadas em aproximadamente US$ 83 bilhões , o equivalente a R$ 483 bilhões. A mina apresenta uma média de 138 gramas de ouro por tonelada de minério, segundo reportagem do ICL.

A descoberta pode aumentar a oferta de ouro no mercado internacional e impactar a economia do planeta. Especialistas aponta que o volume pode afetar as economias que dependem da exportação de metal, os países que possuem reservas de ouro como último recurso financeiro e investidores que aplicam seus recursos nesse ativo.

Impacto na China
Por outro lado, há expectativas de que a descoberta provoque impactos positivos na macroeconomia chinesa e também beneficie as comunidades vizinhas da província de Hunan, onde está localizada a mina.

Um estudo sobre os impactos da mineração na pobreza e na desigualdade, realizado por Loayza e Rigolini, apontou que províncias com atividade mineradora tendem a ter maior consumo per capita e redução da pobreza. A mineração, porém, pode provocar problemas sociais, como deslocamentos populacionais e desigualdade econômica, além dos impactos ambientais.

De acordo com a agência Reuters, embora a China já seja o maior produtor de ouro do mundo, responsável por cerca de 10% da produção global em 2023, sua demanda supera amplamente a produção interna. O país consome cerca de três vezes mais ouro do que é capaz de extrair, o que o obriga a depender significativamente de importações de nações como Austrália e África do Sul.

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Acredite, Zelensky pede apoio ao Brasil

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, apresentou seu “plano de paz” durante uma reunião com líderes europeus, rejeitando qualquer tipo de concessão à Rússia. Ele também solicitou o apoio do Brasil, que tem defendido consistentemente a inclusão de ambas as partes em qualquer processo de negociação para resolver o conflito.

Em postagem na plataforma X neste sábado (15), Zelensky pediu um contingente de soldados estrangeiros na Ucrânia como uma “garantia de segurança”, proposta que enfrenta resistência de muitos países aliados do regime de Kiev.

“O contingente deve ser estacionado em solo ucraniano. Esta é uma garantia de segurança para a Ucrânia e uma garantia de segurança para a Europa. Se Putin quer trazer algum contingente estrangeiro para o território da Rússia, isso é problema dele. Mas não é problema dele decidir nada sobre a segurança da Ucrânia e da Europa”, escreveu.

Ele também citou o Brasil e a China como países que podem contribuir para o seu plano e acusou a Rússia de violar um “acordo” que ainda não foi firmado, enquanto vê a situação no campo de batalha se deteriorar.

“Precisamos unir não apenas a Europa e o G7, mas também todos os outros países ao redor do mundo em prol da paz. Muitos de vocês têm conexões ao redor do globo – na América Latina, Ásia, África, região do Pacífico. Queremos acabar com esta guerra de uma forma justa e final. Mobilizamos a diplomacia ao máximo para conseguir isso. O mundo deve entender que a Rússia é o único obstáculo que impede a paz”, disse.

“Peço que você fale com todos – do Brasil à China, das nações africanas aos países asiáticos – sobre o fato de que a paz real é necessária. Paz através da força. Paz através de forçar a Rússia a tomar todas as medidas necessárias em prol da paz”, acrescentou.

Por fim, rejeitou qualquer concessão a Moscou. “A paz é possível. É possível quando todos nós trabalhamos juntos – pela paz, por garantias de segurança, para garantir que o agressor não ganhe nada com esta guerra”, disse.

Na terça-feira (11), uma reunião entre as delegações dos Estados Unidos e da Ucrânia ocorreu em Jeddah, na Arábia Saudita. O gabinete de Zelensky publicou um comunicado conjunto após as negociações, no qual Kiev se declarou pronta para aceitar a proposta dos EUA de um cessar-fogo de 30 dias com a Rússia, com possibilidade de extensão mediante acordo mútuo.

O documento também afirmou que os Estados Unidos retomariam imediatamente a ajuda à Ucrânia e suspenderiam a pausa no compartilhamento de inteligência.