Categorias
Política

Novo lançamento do kit irmãozão entre Vorcaro e Flavio Bolsonaro tem até sniper além de milícia

Matador de longo alcance, ou seja, a milícia de Vorcaro tinha até sniper. É ou não irmãozão de Flavio?

Põe irmãozão nisso!

Milícia com sniper lembra o ex-Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio na cadeia com medalha de Tiradentes, por comandar o escritório do crime e seu patrãozão da milícia em Rio das Pedras e Muzema.

Sim, existem laços afetivos entre os dois, a mãe e esposa de Adriano estavam lotadas como fantasmas no gabinete do então deputado estadual, Flavio Bolsonaro.

O sniper é a versão física do cancelamento de quem cruza na frente dessa gente. Detalhe, sem direito à resposta. Pior, é coisa de longo alcance.

Trocando em miúdos, o lema era, aqui a gente mira na informação antes que ela mire em você. Nada mais bolsonarista do que isso.

É um pacote completo, compra-se um banqueiro esperto do Master e já vem acoplado a ele uma milícia e um sniper.

Toda essa ingênua afinidade entre os irmãozões de R$ 134 milhões é de fazer inveja em qualquer bandido que está em cadeia de segurança máxima.

Não é o caso de Flavio, ainda, mas convenhamos, o sujeito tem cacife para tanto, não só ele, claro, mas o sacroclã inteiro. Pai, madastra e pupilos são, por si só, um prêmio de loteria no mundo paralelo.

E assim, os exercícios dos nossos pensamentos nos levam à obviedade nesse pacto de sangue entre Flavio e Vorcaro. E o sujeito ainda tem o descaramento de posar de vítima de Moraes.

Uma amizade que sempre foi planejada e que se transformou num negócio sustentável, com o Master irrigando a amizade para pagar os favores que Vorcaro obteve durante o governo Bolsonaro.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Afundado em escândalos diários e descrença de aliados, Flavio Bolsonaro usa a proibição de Moraes de visitar o pai para produzir catarse da censura da cartinha

Flavio não está atolado numa areia movediça, o problema de atolamento não é a areia, é que a cada escândalo novo, é um balde de cimento que joga sobre si e sua campanha.

Aliado que vê cimento vindo, e virá muito mais, corre para não respingar nele.

É fato que, quanto mais o sujeito se rebate para explicar, mais afunda. Flavio é uma caixa de escândalos, e não de hoje, muitos deles como a rachadinha, têm nomes mimosos, mas suas mansões, as explicações não dadas, que havia prometido da parceria com o irmãozão Vorcaro de R$ 134 milhões, seguem mudas quase 40 dias além da data estabelecida pelo próprio para explicar o inexplicável.

Sem falar de viver como um político no modo, deixa eu explicar, desde sempre, Flavio tenta gritar junto com seus críticos, utilizando a proibição por Moraes das visitas a seu pai em função de sua campanha  antecipada via cartinha, fazendo com que o papai golpista asrrumasse um jeito de furar a ordem do STF de não estabelecer qualquer tipo de comunicação de dentro de sua invejável mansão luxuosa na sua suposta prisão do,iciliar..

Será que ninguém avisa a Flavio que ele está num buraco sem colete salva-vidas e não tem como sair?

Usando o clássico, me proibem, logo existo, e a portaria da casa vira palanque com edição de, não posso visitar meu pai.

Flavio segue a condição que muda seu status de senador para candidato genérico à Presidência da República, que depende da cartinha do papai para fazer campanha antencipada, e a proibição de Moraes vira combustível na esperança de produzir engajamento como o “não pode”, com argumento jurídico emocional e de marketing.

Na vitimização, Flavio tenta usar o não judicial em sim eleitoral. O que ele quer é transformar a decisão técnica de Moraes em novela trash.

Lógico, a comparação do pai com Lula não sai do roteiro, tentando criar um duelo de narrativas em que Lula, preso, sem qualquer prova de crime, tinha regalias dentro da prisão na PF em curitiba. Já o papai, com planos de golpe de Estado, assassinatos de Moraes, Lula e Alckmin e atos terroristas como o caminhão de combustível com bomba no aeroporto de Brasília, são coisas de pouca monta, do ponto de vista criminal.

Detalhe, tudo absolutamente comprovado, que desembocou no 8 de janeiro de 2023.

O fato é que Flavio está cada dia mais asfixiado pella quantidade de cimento que jogou sobre si e muitos, inclusive aliados, dizem que isso é apenas um aterro de concreto e que o pior sobre os escândalos de Flavio que ainda virão, dão conta de material para erguer um arranha-céu.

Assim, sua pífia interpretação de filho sensível contra a censura do pai imposta pelo StF, Flavio jura que essa charanga melodramática pode ser o ponto da sua virada de chave.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Campanha de Flávio Bolsonaro calcula prejuízos com proibição de visitas ao pai

Campanha de Flávio Bolsonaro calcula prejuízos com proibição de visitas e reconhece impacto

A decisão que restringe visitas a Flávio Bolsonaro provocou preocupação entre aliados e integrantes de sua campanha, que já fazem contas sobre os efeitos políticos da medida. Nos bastidores, o entendimento é que a proibição produz um desgaste que vai além do aspecto jurídico, atingindo diretamente a capacidade de articulação política e a construção de uma narrativa positiva junto ao eleitorado.

A avaliação de pessoas próximas ao senador é que o episódio reforça a associação de sua imagem a investigações, controvérsias e questionamentos que vêm se acumulando nos últimos anos. Em um momento em que a pré-campanha buscava concentrar esforços na apresentação de propostas e na consolidação de apoios, o foco voltou a recair sobre temas que a equipe preferiria manter fora do debate eleitoral.

Aliados admitem reservadamente que a restrição dificulta reuniões presenciais, reduz a circulação de lideranças políticas ao redor do candidato e alimenta a percepção de isolamento. A preocupação é ainda maior porque adversários já exploram o episódio como evidência de fragilidade política e jurídica, ampliando seu alcance nas redes sociais e no debate público.

Outro temor é o impacto sobre possíveis alianças. Partidos e lideranças que ainda avaliavam um alinhamento com Flávio tendem a agir com mais cautela diante do cenário de incerteza. Em disputas majoritárias, a percepção de viabilidade costuma ser um ativo decisivo, e qualquer sinal de enfraquecimento pode acelerar movimentos de distanciamento.

A situação ocorre em um contexto já marcado por dificuldades para a campanha. Questionamentos envolvendo aliados, polêmicas recorrentes e a necessidade constante de responder a crises sucessivas têm consumido tempo e energia da equipe. Com a nova restrição, a avaliação interna é que será necessário reorganizar estratégias de comunicação e reforçar a atuação digital para tentar compensar a perda de espaço político presencial.

Embora publicamente os aliados minimizem os efeitos da decisão, nos bastidores o diagnóstico é menos otimista. A campanha reconhece que o episódio tem potencial para produzir danos duradouros à imagem do senador e dificultar a tarefa de convencer eleitores e lideranças de que sua candidatura permanece competitiva. Em um cenário eleitoral cada vez mais sensível à percepção pública, o prejuízo político pode acabar sendo maior do que o jurídico.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Moraes suspende visitas de Flávio e exige explicações de Bolsonaro

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender as visitas de Flávio Bolsonaro e exigir explicações do ex-presidente Jair Bolsonaro amplia a pressão judicial sobre o núcleo político e familiar do bolsonarismo. A medida sinaliza que o Supremo Tribunal Federal pretende acompanhar com rigor o cumprimento das determinações impostas aos investigados e não tolerará possíveis tentativas de contornar restrições estabelecidas pela Justiça.

Ao cobrar esclarecimentos de Bolsonaro, Moraes demonstra preocupação com eventuais condutas que possam interferir no andamento das investigações ou descumprir medidas cautelares. O episódio reforça a percepção de que o ex-presidente continua no centro das atenções das autoridades responsáveis por apurar fatos relacionados às diversas frentes de investigação que envolvem seu entorno político.

A suspensão das visitas de Flávio Bolsonaro também possui forte peso simbólico. Como um dos principais articuladores políticos da família, o senador exerce papel relevante na defesa pública do pai e na mobilização de aliados. Qualquer restrição a esse contato é vista como uma tentativa de preservar a integridade das apurações e evitar a circulação de informações que possam comprometer a eficácia das medidas determinadas pelo Judiciário.

Politicamente, o episódio ocorre em um momento de crescente desgaste para o grupo bolsonarista. Enquanto aliados tentam construir uma narrativa de perseguição política, as decisões judiciais indicam que as autoridades seguem encontrando elementos considerados suficientes para manter o monitoramento e a adoção de medidas cautelares. A cada nova determinação, torna-se mais difícil para o ex-presidente afastar-se do foco das investigações e sustentar a imagem de vítima de uma suposta ofensiva institucional.

A decisão de Moraes reforça, sobretudo, que o cumprimento das ordens judiciais não é facultativo. Em um Estado Democrático de Direito, a condição de ex-presidente, senador ou liderança partidária não confere privilégios diante da lei. O recado do Supremo é claro: qualquer indício de descumprimento ou tentativa de driblar determinações judiciais poderá resultar em novas restrições e em consequências ainda mais severas.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Pode isso, Arnaldo?: De Bic na mão, Bolsonaro escreve cartinha Para o JN digital ler para o gado premiado

Bolsonaro escreveu, Flavio leu.

Isso é o mesmo que estar com o celular dando as cartas para a campanha do seu primogênito, de dentro de sua prisão fofa em seu spá de luxo particular, com direito à piscina, churrascada e outras coisitas mais, além da visita constante da campanha de Flavio e suas confabulações constantes com Michelle.

Qual outro condenado nesse país tem essa regalia, de ir, vir, voar e voltar?

As cartinhas que Bolsonaro anda escrevendo não são meros papéis, mas sim legendas em cadeia, lidas em horário nobre pelo irmãozão de Vorcaro, Flávio Bolsonaro.

Essa é a verdeira cadeia que Bolsonaro está, cadeia nacional. Agora, é o JN das redes com a mesma caneta de sempre e menos gravatas.

Na verdade, Bolsonaro escreve no comforto de seu pijama em papel pautado para pautar a estratégia de sua campanha via Flavio. A edição é feita em sua luxuosa mansão. E ainda tem gente que acredita que ele está preso.

Na realidade, suas cartinhas são verdadeiros twitters disfarçados de papel, no rodapé vai um “apoie o bolsonarismo”, “apoie Flavio”. Nem precisa ler a cartinha, basta fingir que leu e repassar o ramerrão em forma de artigo fascista.

Com isso, Bolsonaro acaba fazendo de sua prisão uma charge do próprio sistema de justiça. Nela, para variar, diz-se perseguido, carregando as tintas no vitimismo vigarista e fazendo os celulares vibrarem em todo o cenário bolsonarista como um aviãozinho de papel digital para acertar direto na timeline do adversário, no caso, Lula.

O fato é que a cartinha fofa tem alcance nacional, a autoria na base do, “sem querer”, é de um suposto presidiário com o velho drama, agora, com mais aerodinâmica.

Missão que deveria ter sido abortada já na saída, mas chegou ao seu destino final, mesmo que na caixa do spam. Assim, o aviãozinho pousa tranquilo para promover a campanha do pelelequeiro 01 com o carimbo oficial do genocida a partir do grupo da família.

Então, fica a pergunta, pode isso, Arnaldo?


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Caminhoneiros cruzam os braços em paralisação e apontam Alcolumbre como responsável pela crise

A greve de caminhoneiros em defesa da MP do Frete expõe mais uma crise política produzida pela incapacidade do Congresso de dar respostas a demandas que afetam diretamente milhões de trabalhadores. À medida que a paralisação ganha adesão em diferentes regiões do país, lideranças da categoria apontam um responsável pelo impasse: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Para os caminhoneiros, a situação não surgiu por acaso. A demora na tramitação da medida e a falta de definição sobre seu futuro alimentaram a insatisfação de um setor que já convive com custos elevados, fretes pressionados e crescente insegurança econômica. Na avaliação dos manifestantes, a omissão do Senado transformou um problema político em uma crise nacional com potencial de afetar a logística e o abastecimento.

O desgaste é ainda maior porque a MP do Frete vinha sendo tratada como uma demanda prioritária para a categoria. Ao deixar a proposta em compasso de espera, o Congresso abriu espaço para o aumento da tensão e para a radicalização do movimento. Não por acaso, lideranças dos caminhoneiros afirmam que a paralisação poderia ter sido evitada caso houvesse vontade política para enfrentar o tema.

A crise também reforça a imagem de um Senado cada vez mais distante dos problemas concretos da população. Enquanto disputas de poder e negociações de bastidores ocupam o centro da agenda política, trabalhadores que dependem da estrada para sobreviver veem suas reivindicações empurradas para segundo plano.

Agora, com caminhões parados e a ameaça de prejuízos à economia, cresce a pressão sobre Alcolumbre e sobre os líderes do Congresso. O custo político da inação começa a aparecer, e a conta pode ser cobrada não apenas pelos caminhoneiros, mas por toda a cadeia produtiva afetada pela paralisação.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Republicanos recua de aproximação com Flávio Bolsonaro e mantém distância da pré-candidatura

A tentativa de Flávio Bolsonaro de consolidar sua pré-candidatura à Presidência sofreu um revés neste domingo (12). Em nota oficial, o Republicanos desmentiu as informações de que teria fechado um acordo para apoiar o senador do PL e também negou qualquer negociação envolvendo a indicação de seu presidente, Marcos Pereira, para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Mais do que afastar rumores de um acerto político, a legenda revelou um cenário pouco favorável ao projeto de Flávio. Segundo o partido, as primeiras consultas internas apontaram um sentimento de frustração entre dirigentes e lideranças em relação à pré-candidatura do senador, enquanto cresce a preferência pela manutenção da neutralidade na disputa presidencial. A decisão definitiva ficará para a convenção nacional da sigla, mas, por ora, o Republicanos afirma que seguirá ouvindo suas bases estaduais.

A nota representa um duro golpe para a estratégia de Flávio Bolsonaro, que buscava ampliar sua base de apoio entre partidos do campo conservador. Sem o endosso imediato do Republicanos, sua articulação enfrenta mais um obstáculo justamente no momento em que tenta demonstrar força política e viabilidade eleitoral.

O episódio também evidencia que, apesar do alinhamento ideológico de parte da legenda com o bolsonarismo, o Republicanos prefere preservar margem de negociação antes de assumir qualquer compromisso com a candidatura de Flávio. Ao rejeitar o suposto acordo e admitir a insatisfação de suas bases, o partido sinaliza que a construção de uma aliança está longe de ser consenso.

Consulta interna indica preferência por neutralidade, o que dificulta ainda mais para Flavio

Levantamentos realizados pelo Republicanos junto a dirigentes e lideranças estaduais apontam uma tendência crescente pela neutralidade na disputa presidencial de 2026. O resultado contraria as expectativas de Flávio Bolsonaro, que buscava consolidar o apoio da legenda como parte de sua estratégia para ampliar alianças no campo conservador.

Segundo integrantes do partido, a consulta interna revelou resistência a um alinhamento antecipado com a candidatura do senador. A avaliação predominante é que o Republicanos deve preservar sua autonomia política e evitar compromissos que possam limitar futuras negociações eleitorais.

O diagnóstico também expõe um cenário de cautela dentro da legenda. Em vez de embarcar imediatamente no projeto de Flávio Bolsonaro, lideranças defendem aguardar a evolução do quadro eleitoral antes de definir posicionamentos. A preferência pela neutralidade, portanto, surge como um sinal de que a candidatura ainda enfrenta dificuldades para conquistar apoios considerados estratégicos.

Para aliados de Flávio, o resultado representa um alerta. Sem conseguir atrair de forma consistente partidos que orbitam o campo conservador, sua pré-candidatura encontra obstáculos para demonstrar força política e viabilidade eleitoral. Já para o Republicanos, a neutralidade aparece como a opção mais segura enquanto o cenário para 2026 permanece indefinido.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Vídeo – A emenda saiu pior que o soneto: Valdemar usa Tiririca para explicar trambique com emendas clandestinas

Até tu, Tiririca?

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, revelou detalhes sobre a relação entre a direção do partido e as emendas parlamentares de deputados. Em entrevista à CNN Brasil, ele afirmou que deputados como o humorista deixavam parte dos recursos para que ele, mesmo sem mandato, decidisse onde seriam aplicados.

“O Tiririca não tem contato com o prefeito. Então acertei com o Tiririca quando ele foi eleito: você deixa essas emendas para a gente atender os municípios nossos. E ele fazia isso direitinho”, declarou.

A declaração ocorre após a Polícia Federal investigar uma suposta estrutura informal de direcionamento de recursos públicos dentro da Câmara dos Deputados. Na sexta-feira (10), a apuração levou o ministro Flávio Dino, do STF, a determinar bloqueio de bens de Valdemar e suspender a execução de emendas que, segundo a investigação, chegariam a R$ 119 milhões.

Segundo Valdemar, o deputado seguia a orientação e dividia os recursos conforme as demandas apresentadas pelo partido. “Eu usava as emendas dele e sugeria que ele desse para tal lugar, tal lugar, e você faz isso”, disse. A declaração foi dada em meio às investigações sobre a atuação do dirigente no direcionamento de emendas parlamentares.

Valdemar se notabilizou por ter inventado Tiririca. O deputado que se elegeu com o bordão “pior que tá não fica” revelou, ao longo do processo, que nunca passou de uma marionete na mão de seu criador. Ainda assim Valdemar negou irregularidades e afirmou que esse tipo de articulação faz parte da rotina política dos partidos. “Isso é normal em todo partido político”, disse.

A Polícia Federal aponta que tais práticas ocorreram enquanto ele ocupava a presidência do PL, em paralelo ao acompanhamento do orçamento parlamentar.

O dirigente afirmou que as emendas de deputados eram aplicadas em municípios indicados pela direção partidária e que o procedimento não envolvia contato direto dos parlamentares com as prefeituras. “O Tiririca não tem contato com o prefeito… e ele fazia isso direitinho”, reforçou Valdemar em outro trecho da entrevista.

A investigação da PF segue em curso, e os bloqueios determinados pelo STF têm caráter cautelar. Valdemar Costa Neto afirmou que recorrerá das decisões e que todas as ações estão dentro do que ele considera a prática política habitual dentro dos partidos. DCM.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Dino manda bloquear até R$ 6 milhões de Eduardo Cunha por indicação de emendas

Ministro do STF afirma que foram identificadas pelo menos 21 emendas empenhadas e pagas

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 6 milhões do ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG), por suspeita de desvio de emendas parlamentares. A decisão é de 6 de julho e tornou-se pública neste domingo (12).

O ex-presidente da Câmara é alvo da mesma investigação que bloqueou R$ 119 milhões do presidente do PL, o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto por indicação irregular de emendas.

A indicação de emendas é uma prerrogativa de deputados e senadores em exercício. Mas a Polícia Federal identificou que Eduardo Cunha, que é ex-deputado, “dispõe dos serviços de MARIANGELA FIALEK e da liberalidade política para destinar recursos conforme seus interesses, em sintomas inequívocos do cometimento dos crimes de peculato”.

De acordo com o ICL, as medidas ocorrem após uma representação da PF que é desdobramento da chamada “Operação Transparência”, realizada em dezembro do ano passado e que teve a funcionária da Câmara Mariângela Fialek, a Tuca, como alvo.

“Como dito, se na primeira etapa da Operação Transparência já se tinha por muito delineada ausência de controle na distribuição desses valores em emendas, o aprofundamento das investigações passou a delimitar situações claras de desvio desses valores a partir da figura de TUCA. A extração e análise de dados do aparelho de MARIÂNGELA FIALEK indica a existência de um arranjo decisório paralelo para a destinação de verbas públicas, no qual EDUARDO COSENTINO DA CUNHA, desprovido de mandato, aparece como vetor relevante de definição e remanejamento de emendas”, diz trecho da decisão de Dino.

A decisão do ministro Dino afirma ainda que, “das pesquisas realizadas, foram identificadas pelo menos 21 emendas parlamentares, num total de R$ 6,15 milhões, que foram empenhadas e pagas e que, nesse cenário, foram forjadamente documentadas para escamotear o verdadeiro solicitante da indicação.”


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Não se esqueçam, Michelle e Eduardo Bolsonaro lideraram a ala mais radical da tentativa de golpe do 8 janeiro

Não se esqueçam de um fato que muitos tentam apagar da memória coletiva: Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro foram apontados pelo tenente-coronel Mauro Cid como integrantes da ala mais radical do entorno bolsonarista após a derrota eleitoral de 2022. Segundo seu relato às autoridades, eles estariam entre os que mais pressionavam Jair Bolsonaro a rejeitar o resultado das urnas e a adotar medidas de exceção para impedir a posse do presidente eleito.

Enquanto o país assistia à transição democrática prevista pela Constituição, setores do bolsonarismo alimentavam teorias conspiratórias sobre fraude eleitoral, desacreditavam as instituições e incentivavam a mobilização de grupos que não aceitavam o resultado das eleições. O ambiente político criado por essa radicalização não surgiu do nada: foi construído por meses de ataques ao sistema eleitoral, ao Supremo Tribunal Federal e às regras básicas da democracia.

Por isso, quando se fala nos acontecimentos que culminaram nos atos de 8 de janeiro, é impossível ignorar o papel desempenhado por figuras que ajudaram a insuflar a narrativa de que a eleição deveria ser contestada a qualquer custo. A tentativa de reescrever essa história, apresentando alguns de seus protagonistas como meros espectadores dos acontecimentos, não resiste aos fatos já conhecidos.

Potanto, não permitam que a conveniência política reescreva a história. Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro passaram anos alimentando a ala mais radical do bolsonarismo, difundindo discursos de confronto contra as instituições, desacreditando o sistema eleitoral e estimulando a narrativa de que uma derrota nas urnas só poderia ser resultado de fraude.

Após as eleições de 2022, quando a maioria dos brasileiros esperava uma transição pacífica e democrática, o núcleo mais extremista do bolsonarismo intensificou a pressão por medidas de ruptura institucional. Segundo o relato de Mauro Cid às autoridades, Michelle e Eduardo, figuravam entre os mais alinhados com essa estratégia de enfrentamento. Não se tratava de simples divergência política ou de contestação jurídica de resultados eleitorais. O que estava em jogo era a tentativa de manter vivo um movimento que se recusava a aceitar a soberania do voto popular.

O ataque às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, não nasceu espontaneamente. Foi o desfecho de uma campanha sistemática de desinformação, radicalização e hostilidade contra a democracia. Durante anos, lideranças bolsonaristas trabalharam para convencer seus seguidores de que as instituições eram inimigas do povo, que as eleições eram suspeitas e que apenas uma intervenção de força poderia “salvar” o país. O resultado dessa semeadura foi colhido naquele domingo vergonhoso que entrou para a história como uma das maiores agressões à ordem democrática brasileira.

Agora, diante do desgaste político e jurídico que cerca aquele episódio, alguns tentam reconstruir suas biografias públicas como se fossem personagens periféricos ou meros espectadores dos acontecimentos. Não eram. Estavam no centro do movimento político que insuflou a desconfiança nas urnas, atacou adversários, desacreditou instituições e criou o ambiente que tornou possível a tentativa de ruptura.

A memória é um obstáculo para os que apostam no esquecimento. Por isso é importante recordar, sempre que necessário, quem ajudou a construir a narrativa golpista, quem incentivou a radicalização e quem apostou no caos quando a democracia exigia responsabilidade. O Brasil tem o dever de seguir em frente, mas não tem a obrigação de esquecer. E muito menos de absolver politicamente aqueles que contribuíram para levar o país à beira do abismo institucional.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs