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Vídeo: Enquanto um delinquente arruaceiro é enxovalhado no estádio em Santos, rejeição à Lula cai 6%

A ideia de que Bolsonaro vem recuperando espaço no eleitorado brasileiro, é só mais uma daquelas tentativas furadas da mídia de vender gato por lebre.

Na verdade, a realidade é bem outra, mostrando que, mesmo no mundo circunscrito, extremamente localizado, Bolsonaro cem sofrendo uma cercopenia, ou seja, uma queda acentuada de musculatura na medida em que o tempo passa.

Isso seria inevitável, não só porque ele fez nada de bom, mas pelo que ele produziu de trágico contra o povo brasileiro.

Já Lula, vai no sentido diametralmente oposto, e é disso que estamos falando.

Assista:

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Ala da PF defende ruptura com Bolsonaro depois de frustração com reajuste salarial

Boa parte da Polícia Federal passou a defender que a corporação adote uma postura dura contra o governo Bolsonaro, após a categoria não ter tido seu pleito de aumento salarial atendido. Associações de delegados e de agentes da PF marcaram reuniões nesta terça-feira para deliberarem sobre quais medidas tomarão diante desse cenário.

Na mesa estão proposta como pressionar pela renúncia do ministro da Justiça, Anderson Torres, que também é delegado da PF. As associações avaliam ainda pedir que o diretor-geral do órgão, Márcio Nunes, entregue seu cargo. Grande parte da corporação defende que os policiais tornem públicas outras promessas não cumpridas por Bolsonaro e rompam de vez com o presidente.

Como a coluna informou, entidades como a Associação Nacional dos Delegados (APDF) decidirão, nesta terça, se a categoria vai realizar a paralisação de suas atividades.

Em comunicado aos seus membros, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), também convocou uma assembleia para debater a reestruturação prometida e não atendida pelo governo. No texto, a Fenapef orienta que os 27 sindicatos estaduais ligados a ela “estejam em estado de alerta, mobilização e prontidão, para os possíveis desdobramentos da próxima semana, que poderão incluir: deslocamentos a Brasília e/ou movimentos reivindicatórios nos respectivos estados”.

A informação publicada pela imprensa na semana passada, de que a reestruturação policial não vai acontecer e que o governo concederá um aumento a todo funcionalismo público de 5%, incendiou a PF. A expectativa da categoria, que computou perdas salariais desde a reforma da previdência, era ter um reajuste entre 16% e 20% para recompor as perdas inflacionárias dos últimos anos.

Em dezembro, Bolsonaro chegou a assumir publicamente o compromisso com a categoria para corrigir o que chamou de “injustiças”. O ex-ministro da Justiça André Mendonça também chegou a prometer a reestruturação em um evento dentro da PF, quando ainda estava no posto.

*Malu Gaspar/O Globo

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Se Dória for não emplacar, FHC, Aloysio Nunes e tucanos históricos devem ir com Lula

Caso o fim da candidatura de João Doria seja consolidado, tucanos históricos devem apoiar Lula.

A tendência no PSDB, caso se consolide o isolamento de João Doria e o fim de sua candidatura, é a adesão dos quadros históricos do partido à candidatura de Lula.

Fernando Henrique, Aloysio Nunes, Arthur Virgílio e outros tucanos cabeças brancas avaliam que o melhor seria uma adesão a Lula já no primeiro turno. De público, não tratam do assunto e seguirão dizendo que Doria é o candidato.

Mas se Doria jogar a toalha, ou for levado a isso pelo PSDB, irão com Lula.

*Guilherme Amado/Metrópoles

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O fracasso da motociata de Bolsonaro mostra que o fracasso da sua reeleição apertou o passo

Não há uma repulsa unânime da sociedade ao governo Bolsonaro, isso é fato. Em compensação é cada vez mais raro alguém pronunciar o nome de Bolsonaro no sentido positivo nas ruas do país.

Quem ainda entoa uma defesa do atual presidente é nitidamente surdo ou escancaradamente desonesto.

O conjunto de crimes cometidos pelo seu governo, seja na pandemia, seja na corrupção generalizada dos seus ministérios, são hoje as maiores referências desse governo.

É bom salientar que não há o tal bolsonarista legítimo, pelo menos não para quem tem bom senso de alcançar o entendimento de que o bolsonarismo chamado raiz, na verdade é um guimba de fumo que a direita levou nesses últimos anos.

Por isso, o estreitamento de seu eleitorado não foi essencialmente formado pelo suposto bolsonarismo. A maioria dos votos foi de ocasião, e estes Bolsonaro já perdeu.

Vendo que Bolsonaro não encanta e não consegue emplacar uma nova fraude, como a farsa da facada e o acordo feito às escuras entre ele e Moro para tirar Lula do páreo, o dito bolsonarista anda tão brocha quanto os militares que protagonizaram a imagem do último escândalo envolvendo as Forças Armadas com a compra de vários produtos absurdos como viagra, próteses penianas e gel lubrificante.

O fato é que a classe média, que, numericamente, deu mais votos a Bolsonaro, começa a entender que não manda em nada pelas perdas que acumulou nesses mais de três anos.

Por outro lado, não são poucos os empresários que reclamam não exatamente da inflação, mas de um efeito pesado desse processo, que são as maiores taxas de juros do planeta.

Pela própria pobreza, os juros de crédito bancário, que chegam a passar de 1000% ao ano, não afeta diretamente as camadas segregadas da sociedade, mas aquele hipnótico Bolsonaro, nem de longe é o mesmo que, de forma ilegítima, encantou a, digamos, parte branca da sociedade brasileira.

O fato é que o que pairou ontem com a motociata de Bolsonaro, que já foi para o bolsonarismo, uma manifestação simbólica, é que ela não é mais referência de nada, assim como o Whatsapp que, fechando acordo com o TSE, de não deliberar o uso da rede para a disseminação de fake news, naturalmente abriu concorrência com a campanha de Bolsonaro. Daí o furor de ódio daqueles que não gostaram desse acordo que acabou por impedir que aquela coisa horrível que se viu em 2018 fosse reproduzida em 2022.

Assim, a realidade está emitindo sinais para Bolsonaro que seu tempo encurtou muito para tentar uma reação, com a ampulheta já adiantada.

As vozes desse tempo sombrio foram resgatadas pelo historiador Carlos Fico, titular de História do Brasil da UFRJ.

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Caso Moro: pena para quem frauda domicílio eleitoral é de 5 anos de reclusão

Sergio Moro e a esposa são alvos de notícia-crime por suspeita de fraude em domicílio eleitoral. Falsificação de documentos rende pena dura.

Se de fato cometeu fraude em domicílio eleitoral, o ex-juiz Sergio Moro estará sujeito a uma processo que pode render, ao final, uma pena dura de 5 anos de reclusão por falsificação de documentos. É o que explica o advogado Luiz Paulo Viveiros de Castro, especialista em Direito Eleitoral e professor da EMERJ. Em entrevista a Luis Nassif, para a TVGGN [assista abaixo], Castro comentou que a situação de Moro, suspeito de ter cometido fraude na mudança de domicílio eleitoral, é, no mínimo, “engraçada”.

Sergio Moro mudou de domicílio eleitoral no final de março, a toque de caixa, para cumprir com a missão de disputar a eleição de 2022 por São Paulo. Seu novo partido, a União Brasil, quer que Moro seja candidato a deputado federal, estadual ou senador. O ex-juiz da Lava Jato, por outro lado, não desistiu oficialmente de sua candidatura presidencial.

Através da assessoria de imprensa do União Brasil, a reportagem do GGN procurou Moro para saber como ele justificou os vínculos com São Paulo na mudança de domicílio, mas não obteve respostas. Dias depois, a defesa de Moro disse ao jornal Folha de S. Paulo que o ex-juiz “mora” em um hotel na capital paulista.

Moro alegou que São Paulo seria seu “hub”, ou seja, o ponto de partida ou chegada de suas viagens nacionais e internacionais. Ainda de acordo com o advogado, Moro se hospeda em São Paulo ao menos uma vez por semana desde 2021, para cumprir agendar.

“Quando você usa um argumento pouco razoável, é porque não tem um argumento sério”, disse Castro a respeito de São Paulo ser um “hub” para Moro.

Moro virou alvo de notícia-crime no começo de abril, por suspeita de fraude eleitoral. As autoras da ação querem que a Procuradoria Eleitoral investigue os documentos que Moro apresentou para justificar a transferência do título de eleitor.

Na semana passada, a Procuradoria declinou a competência para investigar Moro para o Ministério Público Eleitoral, já que o ex-juiz não possui foro privilegiado.

A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral tem sido bem flexível com cidadãos que querem mudar de domicílio eleitoral. Mas Moro não poderia ter apresentado um endereço em São Paulo como se fosse sua residência, se ele, de fato, não mora no local. Conforme o GGN apurou nesta reportagem aqui, esse tipo de declaração configura fraude.

*Com GGN

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Vídeo: Bandidos aterrorizam aldeia no PA, e Bolsonaro reage com motociata eleitoral

Enquanto garimpeiros armados invadiam Terra Indígena Xipaya, Bolsonaro arrumava as malas para motociata que aterroriza feriado dos paulistas.

Horas depois de garimpeiros armados invadirem uma aldeia indígena no sul do Pará, às 8h da manhã da Sexta-Feira Santa, uma importante rodovia de São Paulo estava fechada para receber uma atividade eleitoral do presidente. Enquanto os bandidos chegavam na Terra Indígena Xipaya para aterrorizar os habitantes, na noite desta quinta-feira (14), ele arrumava as malas. Bolsonaro desembarcaria na capital paulista para mais uma ação de campanha antecipada, uma motociata. Então, iria acompanhado de sua seita de seguidores em direção a Americana, no interior, pela Rodovia dos Bandeirantes. Segundo o estado de São Paulo, a despesa para dar segurança durante o trajeto do palanque de duas rodas seria de R$ 1 milhão.

Nas redes sociais, na noite de ontem, já circulava a mensagem da cacica Juma Xipaya em tom de desespero. Segundo ela, uma balsa de grande porte, com maquinários para a extração de ouro, desceu o Rio Iriri em direção ao território. Seu pai, Francisco Kuruaya, foi agredido com socos e empurrões por homens armados. O território Xipaya, onde vivem cerca de 200 pessoas, fica a 400 quilômetros de Altamira, no sudeste do estado do Pará. “A gente nunca tinha visto um maquinário desses por aqui”, declarou Juma, contando temer a destruição ambiental do território Xipaya com o possível incremento da atividade ilegal de garimpo.

Assista ao apelo de Juma Xipaya, por ajuda das “autoridades”

*Com RBA

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Motociata de Bolsonaro é patrocinada por empresa que fornece suplementos ao Exército

O evento em apoio ao presidente foi realizado na manhã desta sexta em São Paulo.

A empresa GDS – Grow Dietay Supplement, que fornece suplementos para o Exército, está listada como uma das patrocinadoras da motociata em apoio ao presidente Bolsonaro (PL) que ocorreu na manhã desta sexta-feira (15), em São Paulo.

Segundo informações do jornalista Guilherme Amado, no Metrópoles, a empresa aparece na lista de patrocinadores da motociata com o seu nome fantasia, Black Skull.

A GDS consta no Portal da Transparência como fornecedora de diferentes complementos alimentares ao Comando do Exército. Somadas, as notas fiscais representam R$ 83 mil. A primeira nota data de 28 de outubro do ano passado e a última de 2 de março.

No site da empresa é informado que eles oferecem descontos para militares. “Qualquer membro de qualquer polícia (seja militar, Guarda Municipal, Civil, Federal, científica ou outra) brasileira que possua funcional válida, inclusive bombeiros e combatentes das Forças Armadas (FEB, FAB e MB) recebem desconto de 20%”, diz a empresa.

*Com Forum

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Motociata pró-Bolsonaro mobiliza R$ 1 milhão com PMs e fecha Bandeirantes, nesta sexta

Motociata a favor de Jair Bolsonaro e com a presença dele nesta sexta (15), em São Paulo, gasta R$ 1 milhão só com PMs.

Uma motociata a favor de Jair Bolsonaro e com a presença do mandatário é realizada nesta sexta (15), em São Paulo, com um gasto de R$ 1 milhão dos cofres públicos e o bloqueio de uma rodovia, que liga a capital ao interior do estado.

Somente com policiamento para o ato de motocicletas por apoiadores de Bolsonaro em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública do estado calculou R$ 1 milhão.

Com este valor dos cofres públicos, a Secretaria está mobilizando 1.900 policiais militares ao longo do trajeto das motocicletas. Segundo a Secretaria, o objetivo é “proteger as pessoas, preservar patrimônios e garantir o direito de ir e vir, bem como o de livre participação do ato e a fluidez no trânsito”.

Nesta quinta (14), Bolsonaro compartilhou em suas redes sociais que participaria do evento. Também estará presente o ex-ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que é pré-candidato ao governo de São Paulo.

O ato parte do sambódromo de São Paulo, às 10h, em direção ao Parque de Eventos da cidade de Americana, a 130 km da capital. Para isso, além dos recursos públicos com policiamento, um trecho da rodovia dos Bandeirantes teve que ser interditada, desde às 8h desta sexta.

Mais de 100 km da rodovia foi bloqueado para a passagem dos apoiadores de Jair Bolsonaro em motocicleta: do km 13, próximo da marginal Tietê, até o km 134, próximo de Santa Bárbara D’Oeste.

*Com GGN

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Pastores lobistas visitaram Bolsonaro 45 vezes no Planalto

Áudio vazado do ex-ministro Milton Ribeiro indicava que os pastores lobistas Arilton Moura e Gilmar Santos tinham o aval de Bolsonaro para negociar propina no MEC.

Os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, suspeitos de pedirem propina a prefeitos para que o Ministério da Educação (MEC) liberasse recursos, estiveram 45 vezes no Palácio do Planalto desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A revelação foi feita pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ao Jornal O Globo um dia depois do ministério ter negado as informações alegando um suposto risco à vida do presidente da República e de seus familiares. Partidos de oposição chegaram a se mobilizar contra a tentativa de manter os encontros de Bolsonaro com os pastores lobistas em sigilo.

Segundo os dados apresentados ao jornal, Arilton esteve 35 vezes no Planalto, enquanto Gilmar esteve outras 10 vezes. Os dados foram liberados pelo GSI devido a uma “recente manifestação da Controladoria-Geral da União quanto à necessidade de atender o interesse público”.

Gilmar é presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil e Arilton era seu assessor. Eles teriam montado um “gabinete paralelo” que controlava a distribuição de recursos do Ministério da Educação. O escândalo derrubou o chefe do MEC, o reverendo Milton Ribeiro.

Prefeitos confirmam corrupção no MEC em audiência no Senado

Em audiência pública realizada na Comissão de Educação do Senado, três prefeitos confirmaram o escândalo de corrupção envolvendo pastores no Ministério da Educação do governo Bolsonaro e deram detalhes de como a esquema funcionava. Áudio vazado do ex-ministro Milton Ribeiro indica que eles teriam o aval de Bolsonaro para atuar.

Os prefeitos Gilberto Braga (PSDB), de Luís Domingues (MA); José Manoel de Souza (PP), de Boa Esperança do Sul (SP); e Kelton Pinheiro (Cidadania), de Bonfinópolis (GO) relataram que receberam pedidos de propina dos pastores para a liberação de recursos.

Braga chegou a ouvir um pedido de propina em barras de ouro durante um almoço com mais de 20 prefeitos em um restaurante de Brasília. “O pastor Arilton me disse: ‘Você vai me arrumar R$ 15 mil para protocolar suas demandas; depois que o recurso já estiver empenhado, como a sua região é de mineração, vai me trazer um quilo de ouro’. Eu não disse nem que sim nem que não, me afastei da mesa”, relatou ao Senado.

Dois prefeitos convidados – Calvet Filho, prefeito de Rosário (MA), e Hélder Aragão, de Anajatuba (MA) – negaram ter recebido esses pedidos. Eles, no entanto, tiveram recursos liberados.

“Todos os prefeitos que disseram que não aceitaram dar propina não tiveram nenhum recurso público empenhado. Todos os que tiveram recurso empenhado negam que tenham dado propina”, apontou o presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI).

*Com Forum

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STF decidirá sobre sigilo de reunião de Bolsonaro e pastores do MEC

Peça é assinada pelo deputado federal Professor Israel, que coordena a Frente da Educação, e o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

O PSB quer que o STF derrube o sigilo determinado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no conteúdo das reuniões entre Jair Bolsonaro e os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, pivôs do escândalo no Ministério da Educação, em crise que levou à queda de Milton Ribeiro.

A peça a ser apresentada ainda nesta quinta-feira é assinada pelo deputado federal Professor Israel, presidente da Frente da Educação no Congresso, e pelo presidente do PSB, Carlos Siqueira.

No documento, eles pedem uma medida cautelar determinando que Bolsonaro “se abstenha de mobilizar a norma excepcional de sigilo para proteção estratégica eleitoreira, de campanha ou que não evidencia qualquer interesse público”.

O sigilo foi determinado após o repórter Patrick Camporez solicitar, via Lei de Acesso à Informação, dados sobre os encontros de Bolsonaro com os pastores.

*Com Metrópoles

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