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Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro está emperrada sem marqueteiro, aliados e com alta rejeição

Senador enfrenta rejeição elevada, dificuldade de montar palanques regionais e disputa interna no campo conservador

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) iniciou a pré-campanha presidencial sob um conjunto de obstáculos políticos e estratégicos. Sem o respaldo explícito de lideranças expressivas da oposição, ele enfrenta dificuldades para reduzir índices de rejeição, ampliar apoios além do núcleo bolsonarista e se firmar como um nome competitivo para 2026. O cenário é agravado pela presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), visto por setores do campo conservador como uma alternativa eleitoralmente mais viável ao Palácio do Planalto, o que pressiona o senador a acelerar a organização de sua campanha, relatam O Globo e 247.

Interlocutores próximos avaliam que o principal desafio de Flávio é construir uma imagem que ultrapasse o chamado bolsonarismo raiz, mantendo a associação com o pai, Jair Bolsonaro (PL), mas com um perfil mais moderado e próprio. Esse diagnóstico impulsionou a busca por um marqueteiro capaz de estruturar a comunicação, integrar redes sociais, imprensa e agenda territorial, além de oferecer um roteiro estratégico para a disputa presidencial. A avaliação interna é de que a campanha precisará abandonar um discurso excessivamente reativo e centrado em pautas identitárias, avançando para temas como economia, institucionalidade e capacidade de diálogo político.

A rejeição ao nome do senador segue como um dos principais entraves. Levantamento mais recente da pesquisa Genial/Quaest aponta uma redução nesse índice, de 60% para 55%, ainda assim superior ao registrado por Tarcísio de Freitas, que aparece com 43%. No entorno de Flávio, há o entendimento de que apenas a mobilização orgânica do bolsonarismo não será suficiente para sustentar uma campanha nacional competitiva.

No esforço de reforçar a comunicação digital, o publicitário Daniel Braga, próximo ao senador Rogério Marinho (PL-RN), passou a colaborar na produção de conteúdos para redes sociais durante a pré-campanha. Apesar disso, a avaliação predominante é que ele não assumirá o papel de estrategista principal. Outro nome cogitado foi o de Duda Lima, marqueteiro do PL, hipótese considerada improvável em razão do desgaste após a campanha municipal de 2024 em São Paulo.

A comparação com o alcance digital de Jair Bolsonaro também pesa. Mesmo sem publicações desde julho, o ex-presidente mantém cerca de 27 milhões de seguidores no Instagram. Flávio soma aproximadamente 8,3 milhões, número que corresponde a cerca de 30% da base do pai, ainda que tenha registrado crescimento desde que passou a ser tratado como presidenciável.

Além da comunicação, a construção de palanques regionais aparece como um desafio central. O foco está especialmente no Nordeste, região em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concentrou sua maior vantagem eleitoral em 2022. Rogério Marinho surge como peça-chave nessas articulações, por sua proximidade com a família Bolsonaro e por sua atuação política na região. Segundo ele, o partido trabalha com estratégias diferenciadas por região. “Cada região vai ter uma estratégia. Nas outras quatro regiões onde o Bolsonaro venceu, a ideia é ampliar essa distância”, afirmou.

Em 2022, Lula venceu nos nove estados nordestinos, com cerca de 69,3% dos votos válidos na região, contra 30,6% de Jair Bolsonaro, desempenho considerado decisivo para o resultado nacional. Apesar de Bolsonaro ter vencido no Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte, a diferença construída no Nordeste foi determinante para a vitória do atual presidente.

No plano interno do PL, ainda há impasses em torno de palanques estaduais considerados estratégicos, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás. Paralelamente, ganha relevância a movimentação de Michelle Bolsonaro. De acordo com aliados, ela atua para reabilitar o nome de Tarcísio de Freitas como opção presidencial, diante da possibilidade de Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar e permanecer inelegível. Dirigentes do partido reconhecem que Flávio ainda precisa consolidar apoios dentro do próprio campo político e demonstrar capacidade de liderar esse processo de transição.

Embora Tarcísio reafirme publicamente a intenção de disputar a reeleição em São Paulo, seu nome segue sendo tratado como alternativa preferencial por segmentos do empresariado e do centrão, o que mantém a disputa interna em aberto e amplia a pressão sobre a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro.


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Entre raios e trovões: Nikolas Ferreira na Mira da CPMI do INSS; Entenda a Ligação com o Banco Master

O cenário político e investigativo em Brasília ganhou novos contornos nesta semana com a divulgação de documentos sigilosos provenientes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. O foco das atenções recai sobre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), cujo contato telefônico foi identificado nos registros telemáticos de um dos principais investigados no esquema de fraudes previdenciárias. A descoberta lança luz sobre a complexa teia de relacionamentos que a comissão tenta desvendar, envolvendo instituições financeiras, lideranças religiosas e figuras públicas.

A presença do número de telefone de Nikolas Ferreira na agenda de contatos de Daniel Vorcaro, empresário e proprietário do Banco Master, gerou repercussão imediata nos corredores do Congresso Nacional e nas redes sociais. O fato coloca o parlamentar mineiro na órbita de uma investigação que apura desvios milionários através de descontos indevidos em folhas de pagamento de aposentados e pensionistas.

Para compreender a profundidade deste caso e o porquê de o nome de Nikolas Ferreira ter surgido nos autos, é necessário dissecar a estrutura da investigação, o perfil dos envolvidos e as implicações políticas e jurídicas desse cruzamento de dados.

A CPMI do INSS foi instaurada com o objetivo de investigar uma indústria de fraudes que penaliza a parcela mais vulnerável da população brasileira: os idosos. O esquema envolve a aplicação de descontos não autorizados em benefícios previdenciários, muitas vezes operados por associações e instituições financeiras de idoneidade questionável. Foi no curso dessas diligências que a quebra de sigilo telemático de Daniel Vorcaro foi autorizada.

Ao analisar o arquivo identificado como “WhatsApp Business Record”, os peritos da CPMI encontraram o número com final 0022, atribuído a Nikolas Ferreira. Este arquivo compila os contatos salvos ou sincronizados com a conta comercial de WhatsApp utilizada pelo banqueiro. A descoberta técnica é fria: ela prova que Vorcaro possuía o contato de Nikolas Ferreira.

Em uma investigação de alto nível, coincidências são tratadas com ceticismo. A CPMI busca mapear redes de influência. A pergunta que os investigadores fazem não é apenas “se” eles conversaram, mas “por que” o dono de um banco investigado por fraudes sistêmicas teria o contato pessoal de um dos deputados mais votados do país, como Nikolas Ferreira. Esse tipo de mapeamento de rede é fundamental para entender se houve sustentação política para as operações suspeitas do Banco Master e de suas afiliadas.

O Elo Religioso: Igreja Batista da Lagoinha

A análise dos documentos sugere que a conexão entre Nikolas Ferreira e o empresário Daniel Vorcaro pode não ser direta, mas sim mediada por instituições terceiras, especificamente no âmbito religioso. Nikolas Ferreira é membro público e notório da Igreja Batista da Lagoinha, uma das maiores denominações evangélicas do Brasil. A investigação aponta para a existência de braços financeiros ligados à instituição religiosa que podem ter servido de ponte para as operações investigadas.

Deputados da base governista e membros da CPMI já acionaram o Banco Central para cobrar esclarecimentos sobre a Clava Forte Bank S/A. A suspeita é que esta empresa, ligada à esfera de influência da igreja frequentada por Nikolas Ferreira, atue como uma instituição financeira ou fintech sem as devidas autorizações regulatórias. O requerimento parlamentar busca esclarecer se a Clava Forte mantém vínculos operacionais com o Banco Master ou com pessoas associadas a Daniel Vorcaro.

Nesse contexto, Nikolas Ferreira aparece como uma figura central devido à sua projeção dentro da comunidade da Lagoinha. A investigação tenta determinar se líderes religiosos e políticos foram utilizados, consciente ou inconscientemente, para legitimar ou facilitar a penetração desses serviços financeiros junto à base de fiéis e, consequentemente, no sistema previdenciário. A presença do contato de Nikolas Ferreira na agenda de Vorcaro pode ser um indício de que o empresário buscava, ou mantinha, canais de comunicação com a liderança política emergente desse segmento religioso.

A Defesa de Nikolas Ferreira: “Virei Criminoso?”

Diante da repercussão dos fatos, Nikolas Ferreira adotou uma postura de defesa agressiva e transparente. Em entrevista concedida à Rádio Itatiaia, durante uma manifestação do movimento Acorda Brasil, o deputado refutou qualquer envolvimento com as irregularidades investigadas. O parlamentar utilizou a ironia para desqualificar a associação feita pelos investigadores e pela imprensa.

Encontraram meu número nos contatos do Daniel Vorcaro e pronto, agora eu virei criminoso?”, questionou Nikolas Ferreira. A retórica do deputado foca na ausência de materialidade delitiva. Ter o número salvo na agenda de alguém, argumenta ele, não constitui crime nem prova de cumplicidade. Nikolas Ferreira desafiou as autoridades a aprofundarem as investigações sobre sua vida pessoal e financeira, colocando seus sigilos bancário e telefônico à disposição.

Podem virar minha vida de cabeça para baixo, não vão encontrar absolutamente nada”, declarou Nikolas Ferreira. Essa estratégia de “nada a esconder” visa blindar sua base eleitoral contra o desgaste de imagem. O deputado mineiro sabe que, no tribunal da opinião pública, a narrativa de perseguição política é uma ferramenta poderosa. Ao se colocar como alvo de uma tentativa de “associação indevida”, Nikolas Ferreira tenta transformar a suspeita em capital político, reforçando seu discurso antissistema.

Daniel Vorcaro e o Banco Master: O Centro do Furacão
Enquanto Nikolas Ferreira trabalha na contenção de danos políticos, a situação de Daniel Vorcaro e do Banco Master é de natureza jurídico-empresarial. O empresário teve múltiplas linhas telefônicas e contas de WhatsApp submetidas ao escrutínio da CPMI. O material onde o número de Nikolas Ferreira foi encontrado é apenas uma fração do volume de dados analisados.

O Banco Master tem sido alvo de questionamentos recorrentes sobre suas práticas de mercado, especialmente no que tange ao crédito consignado e às parcerias com associações de aposentados. A investigação busca entender se houve um esquema estruturado para ludibriar beneficiários do INSS, inserindo descontos em seus contracheques sem a devida autorização.

A conexão com figuras políticas como Nikolas Ferreira interessa à CPMI porque pode revelar como o banco buscava proteção ou expansão de seus negócios através de lobby político. Se Vorcaro tinha o número de Nikolas Ferreira, ele pretendia usá-lo? Houve tentativas de contato não registradas nessa extração específica? São perguntas que a comissão tentará responder nas próximas fases do inquérito.

O Papel da CPMI e os Próximos Passos
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito é um instrumento político por excelência. Diferente de um inquérito policial, que segue ritos estritamente técnicos, a CPMI navega pelas águas da política. A inclusão do nome de Nikolas Ferreira nos relatórios não é apenas um dado técnico; é um fato político.

Os relatórios técnicos elaborados após a quebra de sigilo têm como objetivo reconstruir fluxos de comunicação. A identificação de igrejas e líderes religiosos que podem ter se beneficiado do esquema é uma nova frente de apuração que promete gerar polêmica. Nikolas Ferreira, como uma das principais vozes do conservadorismo religioso no Congresso, torna-se um alvo natural dessa linha investigativa.

A oposição, liderada por figuras como Nikolas Ferreira, argumenta que a CPMI está sendo instrumentalizada para atingir adversários do governo. Já a base governista sustenta que a proteção aos aposentados exige a investigação de todos os atores, independentemente de sua patente política ou religiosa. O embate sobre a Clava Forte Bank S/A e sua relação com o Banco Master será crucial para definir se Nikolas Ferreira será apenas citado ou se será convocado a prestar esclarecimentos formais.

A Reação do Mercado e da Sociedade
O caso envolvendo Nikolas Ferreira e o Banco Master também reverbera no mercado financeiro e na sociedade civil. A credibilidade das instituições financeiras e a integridade dos representantes eleitos são pilares da democracia. Quando surgem suspeitas de que a fé das pessoas ou a vulnerabilidade dos idosos estão sendo exploradas para lucro ilícito, a resposta institucional precisa ser rápida.

Para Nikolas Ferreira, o episódio serve como um teste de resiliência. Sua base de apoio, altamente engajada nas redes sociais, tende a ver as acusações como ataques infundados. No entanto, o eleitor de centro e o mercado observam com cautela. A promessa de Nikolas Ferreira de que defende “cadeia” para qualquer envolvido, seja pastor, empresário ou político, é uma tentativa de manter a coerência de seu discurso de moralidade pública.

Análise Técnica: O Significado do “Vínculo Unilateral”
Do ponto de vista forense e digital, a distinção feita nos relatórios sobre o vínculo ser “unilateral” é vital para a defesa de Nikolas Ferreira. Em investigações modernas, metadados de aplicativos como WhatsApp Business fornecem um raio-x das interações. O fato de não haver registros de chamadas ou mensagens trocadas entre Nikolas Ferreira e Vorcaro no período analisado enfraquece a tese de conluio direto.

Contudo, investigadores experientes sabem que contatos sensíveis muitas vezes ocorrem fora dos canais digitais monitorados ou através de intermediários. É por isso que a CPMI foca agora na Clava Forte Bank e na estrutura da Igreja Batista da Lagoinha. Se houver um elo financeiro entre essas entidades e o Banco Master, a posição de Nikolas Ferreira como figura pública ligada a esses grupos exigirá explicações mais detalhadas do que a simples negativa de contato telefônico.

O Futuro de Nikolas Ferreira na CPMI
O aparecimento do número de Nikolas Ferreira nas investigações do INSS é um capítulo que está longe de ser encerrado. Embora a prova material de ilicitude não exista no momento, a conexão simbólica e a rede de relacionamentos exposta colocam o deputado sob holofotes indesejados.

A estratégia de Nikolas Ferreira de desafiar a quebra de seus próprios sigilos demonstra confiança, mas a política é feita de percepções. A CPMI continuará a puxar o fio da meada, investigando se a influência política foi usada para facilitar fraudes contra o INSS. Para Nikolas Ferreira, resta aguardar os desdobramentos e manter sua defesa baseada na inexistência de atos concretos. Para a sociedade, fica a expectativa de que a investigação seja técnica, imparcial e capaz de separar o joio do trigo, punindo quem de fato lucrou com o suor dos aposentados brasileiros, independentemente de quem tenha o número salvo na agenda.

Acompanharemos os próximos passos da CPMI e a evolução das apurações sobre a Clava Forte, o Banco Master e as possíveis implicações para o mandato e a reputação de Nikolas Ferreira.

*Gazeta Mercantil


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Direita sopra diapasão da campanha que será a mais baixa da história. É daí para pior, muito pior

Historicamente, a direita nunca teve qualquer propósito, projeto de país ou sentido que busque fortalecer a economia, o desenvolvimento ou algo que o valha. Para essa gente, tudo é reduzir o tamanho do Estado, procrastinar o máximo possível qualqer sopro de desenvolvimento e vilipendiar a infraestrutura do país, liquidando, na bacia das almas, estatais estratégicas, seguindo a cartilha antinacional neoliberal de um império que não não tem  mais como parar em pé.

Mas a questão brasileira tem uma cartilha multiuso. Sim, Bolsonaro representou como ninguém o antipetismo, o anticomunismo, o desmonte das instituições, das estatais, da moeda brasileira, de qualquer política social, porque, junto a tudo isso, estão um racismo latente, que hoje, é um ativo político para parcela da sociedade, ódio de classe contra os pobres, homofobia e uma série de outras violências contra o cidadão que não esteja no perímetro social que contempla o domínio da oligarquia.

Para a direita, não existe um país, portanto, não tem sentido a contrução de uma política nacional, é um país que deve ser visto de forma cirurgiamente fragmentada para privilegiar somente as classes economicamente dominantes.

Nesse universo, há um padrão empresarial dominante de DNA flagorosamente escravocrata, daí a tara de moer direitos dos trabalhadores como se fossem peça de uma engrenagem que, danificada, troca-se por outra sem qualquer custo adicional. É uma espécie de padrão patrão.

Para essa gente, esse é o conceito de civilização que lhe interessa, onde se ataca direitos de muitos para manter privilégios de pouquíssimos.

O problema é que há um lado que resiste bravamente e combate essa visão oitocentista em pleno século XXI.

No Brasil, o sistema financeiro deu no deu com os maiores juros do mundo, justamente porque tem uma terra sedimentada para tal prática de explorção coletiva.

É tudo isso misturado que dá à direita o inapelável resultado de fracasso para o país, sempre. Mas isso insiste e se aprofunda no meio dos  abastados, porque os próprios são diretamente beneficiados pelo caos, pelo atraso, pela distopia, pelo conceito de terra arrasada.

Todavia, na campanha de 2026, em defesa de um candidato que a direita ainda nem tem, é que já foi colocado o cordão do boi tonto para produzir catarses, fakes, focos que produzam vertigens para que não haja debates, já que muitos dos argumentos utilizados pela direita, na prática, já cairam por terra há muito tempo.

Ou seja a manutenção do poder ou a retomada dele, que é o que se objetiva, tem apenas uma direção e usarão todas as armas de todos os calibres que  tiveren às mãos.

É bom que as ideranças progressistas mantenham a maior parte da sociedade, que quer o desenvimento do país, em alerta máximo, porque, pela inrodução dessa passeata de raios e trovões, a campanha da dirita será toda feita na base dos sermões religiosos e das procissões, como se viu neste domingo em Brasília, com resultado trágico para os apoiadores dessa insanidade histérica, que será recorrente porque não há outro caminho para essa gente percorrer.


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Raio feriu mais de 89 pessoas, seis em estado grave e Nikolas Ferreira mantém ato sob forte chuva

Manifestação seguiu sob forte chuva; vídeo mostra momento em que descarga elétrica atinge pessoas durante caminhada. Manifestação seguiu sob forte chuva; vídeo mostra momento em que descarga elétrica atinge dezenas de pessoas durante caminhada.

Mesmo após um raio atingir mais de 30 pessoas e deixar pessoas feridas, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) manteve a realização de um ato político em Brasília neste domingo (25), sob forte chuva. O incidente ocorreu nas proximidades da Praça do Cruzeiro, onde estava previsto o encerramento da manifestação.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento exato em que a descarga elétrica atinge pessoas durante a caminhada do parlamentar.

De acordo com PlanNews, ao todo, dezenas de pessoas foram transportadas ao Hospital de Base, sendo seis em estado grave, de acordo com fontes na unidade de saúde, sendo 17 foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a descarga elétrica caiu em meio à concentração de apoiadores, provocando pânico e correria generalizada. Mesmo após o incidente, o ato seguiu por um período, apesar da continuidade da chuva e dos riscos associados às descargas elétricas. Até o momento, não há um balanço oficial sobre o número total de feridos, embora conste que 89 pessoas foram atingidas, das quais 6 estão em estado grave.

Testemunhas relataram que várias pessoas sofreram choques elétricos no momento em que o raio atingiu a área da manifestação. Algumas vítimas caíram no chão logo após a descarga, e houve registros de pessoas desacordadas. O clima no local passou rapidamente de mobilização política para apreensão, enquanto participantes tentavam prestar socorro aos feridos.

As autoridades seguem acompanhando o caso e aguardam a consolidação das informações sobre o número de pessoas atingidas e o estado de saúde dos feridos, enquanto as imagens do vídeo que registra o momento da queda do raio reforçam a gravidade do ocorrido.

Matéria atualizada.


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Vídeo: Raio em ato de Nikolas deixa feridos com queimaduras no tórax, segundo os bombeiros

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal informou neste domingo (25) que oito pessoas foram atingidas diretamente por um raio durante uma manifestação organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, em Brasília. O ato reunia apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e ocorria sob forte chuva na região central da capital.

Segundo a corporação, o número total de atendimentos chegou a 72 pessoas. Desse grupo, 30 manifestantes precisaram ser encaminhados a hospitais públicos do Distrito Federal, enquanto outros 42 receberam atendimento no próprio local da concentração, sem necessidade de remoção imediata.

Entre os casos associados diretamente à descarga elétrica, os bombeiros relataram a ocorrência de queimaduras, principalmente nas mãos e na região do tórax. Até o momento, o estado de saúde individual dos atingidos pelo raio não foi detalhado oficialmente pelas autoridades.

Além das vítimas do raio, as equipes de resgate registraram outros atendimentos relacionados às condições climáticas adversas. Houve casos de torções, quedas e episódios de hipotermia, provocados pela combinação de chuva intensa, vento e queda brusca de temperatura durante a manifestação.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal informou neste domingo (25) que oito pessoas foram atingidas diretamente por um raio durante uma manifestação organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, em Brasília. O ato reunia apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e ocorria sob forte chuva na região central da capital.

Segundo a corporação, o número total de atendimentos chegou a 72 pessoas. Desse grupo, 30 manifestantes precisaram ser encaminhados a hospitais públicos do Distrito Federal, enquanto outros 42 receberam atendimento no próprio local da concentração, sem necessidade de remoção imediata.

Entre os casos associados diretamente à descarga elétrica, os bombeiros relataram a ocorrência de queimaduras, principalmente nas mãos e na região do tórax. Até o momento, o estado de saúde individual dos atingidos pelo raio não foi detalhado oficialmente pelas autoridades.

Além das vítimas do raio, as equipes de resgate registraram outros atendimentos relacionados às condições climáticas adversas. Houve casos de torções, quedas e episódios de hipotermia, provocados pela combinação de chuva intensa, vento e queda brusca de temperatura durante a manifestação.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal informou neste domingo (25) que oito pessoas foram atingidas diretamente por um raio durante uma manifestação organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, em Brasília. O ato reunia apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e ocorria sob forte chuva na região central da capital.

Segundo a corporação, o número total de atendimentos chegou a 72 pessoas. Desse grupo, 30 manifestantes precisaram ser encaminhados a hospitais públicos do Distrito Federal, enquanto outros 42 receberam atendimento no próprio local da concentração, sem necessidade de remoção imediata.

Entre os casos associados diretamente à descarga elétrica, os bombeiros relataram a ocorrência de queimaduras, principalmente nas mãos e na região do tórax. De acordo com o DCM, até o momento, o estado de saúde individual dos atingidos pelo raio não foi detalhado oficialmente pelas autoridades.

Além das vítimas do raio, as equipes de resgate registraram outros atendimentos relacionados às condições climáticas adversas. Houve casos de torções, quedas e episódios de hipotermia, provocados pela combinação de chuva intensa, vento e queda brusca de temperatura durante a manifestação.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal informou neste domingo (25) que oito pessoas foram atingidas diretamente por um raio durante uma manifestação organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, em Brasília. O ato reunia apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e ocorria sob forte chuva na região central da capital.

Segundo a corporação, o número total de atendimentos chegou a 72 pessoas. Desse grupo, 30 manifestantes precisaram ser encaminhados a hospitais públicos do Distrito Federal, enquanto outros 42 receberam atendimento no próprio local da concentração, sem necessidade de remoção imediata.

Entre os casos associados diretamente à descarga elétrica, os bombeiros relataram a ocorrência de queimaduras, principalmente nas mãos e na região do tórax. Até o momento, o estado de saúde individual dos atingidos pelo raio não foi detalhado oficialmente pelas autoridades.

Além das vítimas do raio, as equipes de resgate registraram outros atendimentos relacionados às condições climáticas adversas. Houve casos de torções, quedas e episódios de hipotermia, provocados pela combinação de chuva intensa, vento e queda brusca de temperatura durante a manifestação.

“O uso de manta térmica foi necessário por causa da variação de temperatura. Sobre as vítimas do raio, não sei informar se eram homens, mulheres ou crianças, apenas que foram oito pessoas. O raio atingiu uma área extensa”, afirmou o capitão Robson, do Corpo de Bombeiros, ao comentar o atendimento prestado no local.

O incidente ocorreu pouco antes das 13h, nas imediações do Memorial JK, onde os manifestantes aguardavam o avanço do ato político. Bombeiros militares que já acompanhavam a mobilização montaram rapidamente uma tenda de emergência para realizar os primeiros socorros, diante do grande número de pessoas feridas.

Entre os internados, ao menos oito pacientes apresentaram quadro considerado grave pelas equipes médicas. Treze vítimas foram encaminhadas ao Hospital de Base do Distrito Federal, enquanto outras 11 deram entrada no Hospital Regional da Asa Norte, ambos referência no atendimento de urgência.

De acordo com o balanço oficial, os 30 encaminhamentos hospitalares ocorreram por diferentes causas, incluindo descarga elétrica, queimaduras, traumas e hipotermia. Não há registro de óbitos até o momento, e as autoridades seguem monitorando o estado de saúde dos pacientes internados e apurando as circunstâncias do acidente.


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Com grandes chances de perder o foro privilegiado, Flávio Bolsonaro será mesmo candidato à presidência?

Estou longe de acreditar que Flavio Bolsonaro será candidato a presidente. Com chances mínimas, vai arriscar perder o foro privilegiado?

Independente do ambiente cada vez mais azedo que Flávio enfrenta com boa parte do centrão, e não falando do bolsonarismo puro, Flavio terá que buscar um peso líquido bem mais hipertrofiado, e não pode ser de gordura, tem que ser de músculos, ou seja, terá que utilizar anabolizante Trembolona às pencas.

No caso de Flavio, que tem uma rejeição bombástica, Trembolona é café pequeno, sem dizer que terá que se apresentar como candidato multiuso, menos sectário, intransigente, arrogante ou algo que seja avaliado como um sósia do pai.

Como é bem menos conhecido por não ser da família Bolsonaro, Tarcísio de Freitas tem menos rejeição, e é aí que o centrão se pega para torcer o nariz para a candidatura de Flavio.

A questão, que certamente será o fiel da balança, é a sua própria liberdade, não que sua reeleição ao Senado seja fato consumado, mas as suas chances para qualquer outro cargo que não seja a Presidência da República, são bem maiores para encobri-lo com o manto da impunidade, já que o sujeto é um cagado de fora a fora, com rachadinha, compra de mansão com venda de chocolate, aquelas coisas que até mesmo uma criança de 5 anos já sabe de cor sobre essa família de cangaceiros.

Por isso a candidatura de Flavio pode ser meramente decorativa para manter o nome do pai e alta e, assim, seguir sendo líder dessa direita em ruínas,

Seja como for, isso não é mera especulação, mas uma conta eleitoral em que, estar dentro ou fora da cadeia, com um risco iminente de ser preso, caso não se eleja a qualquer coisa que o mantenha com foro, será de importância decisiva.

A ver.


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Vídeo: TromPetista toca berrante em caminhada de Nikolas: “Gado solto na pista”

Fabiano Leitão foi visto entre Cristalina e Luziânia tocando trompete e berrante em direção aos apoiadores de Nikolas Ferreira

Músico conhecido por protestos contra Bolsonaro apareceu no trajeto da marcha liderada pelo deputado do PL e compartilhou o ato nas redes sociais –

Conhecido pelos protestos em atos em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Fabiano Leitão, mais conhecido como TromPetista, apareceu na caminhada de Minas Gerais a Brasília promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Entre Cristalina e Luziânia, em Goiás, o músico, que se intitula “militante do PT”, é visto no alto de um morro tocando o instrumento na direção da estrada.

O momento foi compartilhado no perfil do Instagram do trompetista. “Cuidado. Tem gado solto na pista”, escreveu como legenda. A publicação conta com mais de 108 mil visualizações no Instagram. Fabiano aparece tocando um berrante na direção dos apoiadores do deputado, interpretando Marcha, soldado no trompete em seguida.

Veículos que passam pela rodovia buzinaram a favor do petista, cumprimentando-se com uma celebração ao presidente do Brasil. “É Lula!”, gritam.

Desde segunda-feira (19/1), Nikolas promove a “Caminhada pela Justiça e Liberdade”, percurso de 240 km, de Paracatu (MG) até a capital. Segundo o parlamentar, a mobilização ocorre em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de pessoas condenadas em decorrência dos atos de 8 de janeiro de 2023. Correio Braziliense.


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Sistema do CNJ é alvo de fraude com mandados falsos contra Lula e Moraes

A informação foi divulgada oficialmente pelo próprio Conselho Nacional de Justiça, que detalhou o ocorrido após identificar irregularidades

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou nesta quinta-feira (22) que houve uma nova tentativa de manipulação de dados em seu sistema, envolvendo registros associados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada oficialmente pelo próprio CNJ, que detalhou o ocorrido após identificar a irregularidade registrada na última terça-feira (20).

De acordo com o CNJ, a ação não resultou na emissão de mandados de prisão, mas consistiu na alteração indevida de informações vinculadas a um mandado judicial já existente. O órgão esclareceu que o episódio foi rapidamente detectado e corrigido, sem qualquer comprometimento da segurança das plataformas institucionais.

Em nota, o CNJ informou que houve uma “substituição indevida de dados vinculados a um mandado judicial por dados associados a autoridades brasileiras”. O Conselho ressaltou ainda que “a alteração não resultou na expedição de mandados contra as autoridades mencionadas” e garantiu que “o incidente foi identificado, tratado e os dados foram devidamente corrigidos”.

O órgão também afirmou que, após a apuração técnica inicial, não foi constatada invasão ou violação estrutural de seus sistemas. “Não foi constatada a violação ou o comprometimento dos sistemas do CNJ”, informou o Conselho, reforçando que os mecanismos de controle permitiram a rápida contenção do problema.

Antecedentes e condenações no STF
O episódio ocorre em um contexto recente de ataques e tentativas de adulteração de sistemas do Judiciário. Em maio de 2025, o Supremo Tribunal Federal condenou a ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti Neto por crimes relacionados à invasão de sistemas do CNJ e à falsificação de documentos oficiais.

Ambos foram condenados na Ação Penal 2428 pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A pena imposta a Carla Zambelli foi de 10 anos de prisão em regime inicial fechado, além de multa equivalente a dois mil salários mínimos.

A ex-parlamentar fugiu para a Itália. Ela está presa em Roma desde junho de 2025. A defesa de Carla Zambelli informou que solicitará a substituição do colegiado responsável por analisar o pedido de extradição apresentado pelo Brasil à Justiça do país europeu. De acordo com o 247, a iniciativa ocorre após novo adiamento da decisão, agora prevista para fevereiro, no processo que tramita na Itália.

Já Walter Delgatti Neto recebeu pena de oito anos e três meses de prisão do STF, também em regime inicial fechado, acompanhada de multa de 480 salários mínimos.

Além das penas criminais, os dois foram condenados ao pagamento de indenização no valor de R$ 2 milhões por danos materiais e morais coletivos. Conforme prevê a legislação eleitoral, ambos se tornaram inelegíveis desde a condenação até o término de um período de oito anos após o cumprimento integral da pena.

No caso de Carla Zambelli, o STF também determinou a perda do mandato parlamentar, uma vez que a condenação em regime fechado ultrapassa o limite constitucional de 120 dias de ausência em sessões legislativas. A declaração formal da perda do mandato cabe à Câmara dos Deputados.

O CNJ informou que seguirá monitorando seus sistemas e reforçando protocolos de segurança para evitar novas tentativas de manipulação de dados judiciais, mantendo a integridade das informações e o funcionamento regular do Judiciário.


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Política

Reajuste piso professores: governo Lula anuncia aumento do piso salarial em 5,4%

Com a MP, o piso do magistério terá ganho real a cada ano

O presidente Lula e o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciam, nesta quarta-feira (21/1), o reajuste no piso dos professores. O reajuste será enviado ao Congresso Nacional por meio da MP do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério Público da Educação Básica.

Reajuste piso professores em 2026 será de 5,4%
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira, 21 de janeiro, uma Medida Provisória que trata da atualização do cálculo do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.

Para 2026, o piso será atualizado em 5,4%. Passará de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais

O texto define que o piso será atualizado a partir da soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior e de 50% da média da variação percentual da receita real, com base no INPC, relativa à contribuição de estados, Distrito Federal e municípios ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), realizada nos cinco anos anteriores ao ano da atualização.

Também é previsto que o percentual estabelecido nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior, apurada pelo INPC.

A partir desse cálculo, o piso do magistério terá ganho real a cada ano. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a medida pretende adequar a Lei nº 11.738/2008 – Lei do Piso – às mudanças introduzidas pela Emenda Constitucional nº 108, que instituiu o novo Fundeb.

A nova fórmula prevê que o piso salarial nacional mantenha, no mínimo, o poder de compra e busque o ganho salarial real, em consonância com a meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece a valorização dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica.

Qual será o reajuste dos professores?
Para 2026, o piso será atualizado em 5,4%. Passará de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais. O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo INPC de 2025, que foi de 3,9%.

O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar em todo o Brasil. A atualização do piso será publicada em portaria assinada pelo Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, e foi calculada com base nos novos critérios previstos na medida provisória.

As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas pelas redes de ensino de estados e municípios, a partir de recursos do Fundeb, bem como de complementações da União. Cada estado da federação precisará oficializar o valor por meio de norma própria.

O ministro Camilo Santana já havia adiantado que o governo do Brasil preparava uma Medida Provisória para mudar as regras do reajuste ao magistério. Pelas regras atuais, os professores só receberiam 0,37% e, para aumentar o ganho real, é necessário uma nova MP.

*TVTNews


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Master: Renan Calheiros diz que Motta e Lira pressionaram TCU contra liquidação

Senador não detalhou como teria sido atuação; Arthur Lira afirmou que Renan Calheiros ataca “sem provas seus adversários”

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou, nesta segunda-feira (19/1), que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) pressionaram membros do Tribunal de Contas da União (TCU) a fim de reverter uma decisão do Banco Central que liquidou o Banco Master.

Renan confirmou ao Metrópoles ter recebido informações de que Motta e Lira teriam atuado para influenciar os rumos de um processo da Corte de Contas que analisa a atuação do BC no caso Master. O ex-presidente do Senado não detalhou como teria ocorrido a pressão.

O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, teve a liquidação extrajudicial anunciada pelo Banco Central em novembro passado. Segundo o Metrópoles, a autoridade monetária argumentou que a medida foi motivada pela grave crise de liquidez e pelo comprometimento da sua situação econômico-financeira da instituição

À época, o BC também afirmou que o Master violou normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

O caso chegou ao Tribunal de Contas da União depois de o Ministério Público junto ao TCU afirmar que existem suspeitas de que o BC falhou na supervisão da instituição financeira. A relatoria do processo ficou com o ministro Jhonatan de Jesus, ex-deputado pelo Republicanos e indicado ao posto pela Câmara.

Renan Calheiros, que é adversário de Lira em Alagoas, indicou que o ex-presidente da Casa e o sucessor teriam pressionado membros do TCU a reverter a liquidação decretada pelo BC no âmbito do processo relatado por Jhonatan de Jesus e em outros casos.

Em um dos despachos feitos dentro do processo apresentado pelo MP, Jhonatan de Jesus chegou a sugerir que a decisão do BC poderia ser reavaliada pela Corte de Contas. “Não se descarta que venha a ser apreciada, em momento oportuno, providência cautelar voltada à preservação do valor da massa liquidada e da utilidade do controle externo”, disse.


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