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Moraes vai na jugular de Claudio Castro

Pressão Máxima: Olho Vivo e Faro Fino na Operação Contenção
Moraes não está pra brincadeira.

Nem com a Civil, MP Rio e muito menos com o Caveira.

De fato, o ministro Alexandre de Moraes apertou o cerco de vez contra o já cagado bolsonarista, Cláudio Castro (PL-RJ), com uma decisão que cheira a “não tem escapatória, ajoelha no milho, coloca chapéu e orelha de burro”

É como se o STF dissesse: “Governador, cadê as provas?

Ajoelhou tem que rezar!

Moraes, é relator da ADPF 635 (a “ADPF das Favelas” que, desde abril/2025 bota freio na letalidade policial em comunidades) soltou um despacho cirúrgico no STF.

Ele deu 48 horas (até 12/11) para o governo do RJ entregar um caminhão de documentos sobre a Operação Contenção – aquela megaoperação de 28/10 nos Complexos da Penha e do Alemão, que ceifou 121 vidas (a mais mortal da história brasileira, batendo até mesmo o Carandiru).

O foco? Garantir que nada se perca na “cadeia de custódia” das provas, após relatos de Defensoria Pública e entidades civis sobre perícias precárias e acesso negado.

Principais demandas para ter no radar, em tabela rapidinha.
Por que isso é pica?

Imagens das Câmeras Corporais
Preservar todas as gravações de PMs e PCs envolvidos; enviar lista de agentes e câmeras usadas.

Vai mostrar o que rolou no calor da ação – tiroteios, execuções sumárias? Olho vivo aqui para checar violações à ADPF.

Laudos de Autópsia
Cópias dos 121 laudos necroscópicos, com fotos, projéteis e mapas de lesões.

Muitos corpos saíram sem ID oficial; faro fino para indícios de “chacina”, tiros na nuca, mutilações relatados por famílias.

Relatórios de Inteligência
Docs sigilosos que justificam a op: razões técnicas, planejamento, link entre 51 alvos e mandados da 42ª Vara Criminal.

Comprova se foi “inteligência” ou “bala para todo lado”.

Castro chamou de “sucesso”, mas muitos dizem massacre!

Prisões e Mandados
Lista de presos (com/sem mandado), audiências de custódia e buscas cumpridas.

Acesso a Perícias
Defensoria entra em tudo: laudos de cena, croquis, etc., pra revisão independente.

Evita obstrução; MP-RJ também tem que mandar seus relatórios periciais.

Para adoçar o amargo: Moraes suspendeu um inquérito da PC-RJ contra familiares de vítimas que levaram corpos pra centros comunitários (acusados de “obstrução”).

“Não cola”, disse ele – ponto para os direitos humanos.

Isso vem na sequência de uma audiência tensa no STF hoje, com Castro, cúpula de segurança, MP-RJ e civis.

Moraes citou “contradições” e “dúvidas” do encontro de 3/11 (que durou 2h e não colou acordo).

Se Castro patinar, rola responsabilização pessoal – intervenção federal no horizonte?

“Malu Gaspar, de O GLOBO, revelou que Cláudio Castro foi aos EUA propor que o Comando Vermelho fosse classificado como ‘narcoterrorista’.

Com apoio de Tarcísio, a ação não busca segurança, mas influência: abre caminho para acordos diretos com Washington e visa enfraquecer o governo Lula.”
Próximos Passos e o Cheiro de Mais Fogo

  • Amanhã (11/11): MP-RJ tem que entregar perícias independentes.
    Se atrasar, Moraes pode escalar.
  • 12/11: Audiência no STF com Hugo Motta (pres.
    Câmara) sobre PL Antifacções – vai debater se a Contenção violou a ADPF?

Faro Fino Geral: Entidades como Anistia e Sou da Paz pedem investigação federal; Castro rebateu chamando ADPF de “maldita”.
A jugular de Castro, de fato, foi apertada!

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Política

Goiás brilha como o Império do Pó

Caiado é, segundo o dicionário, alguém revestido de pó branco.

Ou seja, o nome do falastrão, que diz ter a melhor polícia do Brasil, é um dádiva nostradâmica.

Caiadão das porradas, tiros e bombas, está levando essa bola nas costas?

125 (cento e vinte cinco) refinarias de pasta de coca?
Caraca, O cara é brabo mesmo.

Quebra tudo em segurança pública.

Se o Trump for mesmo bombardear o Brasil, para acabar com os narcoterroristas tropicais, acho que Goiás será o primeiro estado da lista a tomar bomba na cabecinha, né não Caiadão?

O macho alfa tem que vir a público dar uma explicação sobre esse fenômeno do “ouro branco”, que abunda em seu estado, vigiado com faro de Doberman

Aquela macheza toda do “eu bato, prendo e arrebento” parece que faiou dotô!

Faro de Doberman vai farejar ou só latir?

Dá seus pulos aí para explicar essa chinelada que o tráfico está lhe dando, meu rei.

Rei do pó branco, lógico!


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Economia Política

Inflação sob controle, pleno emprego e crescimento: A exuberância da exonomia de Lula

A situação é de crescimento, melhoria da renda e do emprego, num clima de crescente confiança e sensação de segurança monetária

– Menor inflação em 3 anos desde o Plano Real (há 30 anos): caindo em direção à meta anual de 3%.

– Menor desemprego desde o Plano Real: 5,6%

– Maior crescimento acumulado em 4 anos: 10,8% (est.)

– Maior renda média da história: R$ 3.477

– Maior valorização da Bolsa num ano: 28,8%, aos 154 mil pontos, após 25 quebras de recordes no ano, sendo 13 seguidos até esta sexta-feira.

Diante desses dados só resta parabenizar o presidente Lula e seus auxiliares do Ministério da Fazenda e do Banco Central, pela maneira brilhante com que vêm conduzindo o país a uma virada de ambiente e humor.

A situação é de crescimento, melhoria da renda e do emprego, num clima de crescente confiança e sensação de segurança monetária.

Para além da retórica e das boas intenções, uma gestão deve ser avaliada por métricas que possam ser conferidas por todos e comparadas com outros momentos históricos. Isso evita que avaliações sejam falseadas, que sejam mera para expressão de torcidas ou sentimentos subjetivos.

Vale registrar que o presidente Lula herdou uma situação catastrófica do governo de Jair Bolsonaro. Contas públicas descontroladas, dívidas não pagas, repasses adiados, inflação em rota explosiva, desconfiança generalizada caracterizando bomba relógio prestes a explodir.

Foram necessários dois anos para começar a curar as sequelas daquele período.

Em seu esforço, Lula, mesmo em aparente minoria, teve que negociar com um Congresso por vezes hostil, mas na verdade colaborativo na maioria das votações mais importantes. Colheu, por saber usar o momento, até unanimidades.

Segue tendo que lidar com incompreensões vindas da direita e até mesmo de dentro de seu próprio campo.

Nada está garantido quanto ao futuro. As certezas podem sofrer súbitas mudanças num tempo de imensa fluidez e reviravoltas.

Um dos maiores obstáculos foi o pessimismo, que prevalece em todos os momentos. De todas as conquistas, o avanço na luta contra a inflação foi o mais decisivo para a melhora do humor da população. Refletiu-se diretamente no aumento da aprovação do governo, o que é em geral subestimado por implicar atribuir responsabilidade ao BC e sua gestão da taxa de juros na melhora da aprovação do governo.

Mas a vitória não é propriedade de uma pessoa, nem de um órgão. Ela tem muitos pais e mães, a começar por Lula.

Que ela seja reconhecida como tal, entretanto, constitui uma batalha à parte. Prevalece o negacionismo em relação aos feitos do governo, mesmo entre seus apoiadores. Estes chegam a sorrir ao primeiro contato com as boas novas, para logo retornar ao estado de melancolia, que anda junto da pânico da queda iminente, um catastrofismo.

Que os inimigos no bolsonarismo e na mídia da “terceira via” neguem as conquistas do governo é natural. Fazer o quê?

Que os amigos também neguem, ou que só reconheçam por cumprir uma formalidade, é injusto e errado.

São os números que mostram. A gestão da economia e dos preços no governo Lula vem conquistando resultados que no conjunto enfeixam apenas um qualificativo (é preciso afimar com coragem para ser fiel aos fatos): espetacular.

*Mario Victor Santos/247


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Política

Goiás lidera número de laboratórios de cocaína no Brasil: 125

Goiás tornou-se o Estado com mais laboratórios de cocaína do país. Entre 2019 e julho de 2025, foram identificadas 125 unidades de refino, de um total de 550 localizadas em território nacional.

O levantamento, apresentado no estudo Floresta em Pó por entidades nacionais e internacionais, aponta que o refino de cocaína movimenta bilhões de reais e financia uma ampla rede de crimes ambientais e econômicos — do garimpo ilegal à grilagem de terras e extração de madeira. O relatório estima que o refino tenha injetado mais de R$ 30 bilhões no mercado da droga, dentro de um faturamento global projetado de US$ 65,7 bilhões em 2024.

Segundo o estudo, o problema transcende o narcotráfico: envolve aumento da violência, corrupção, degradação ambiental e expansão do crime organizado. Produtos químicos usados no processamento contaminam rios e lençóis freáticos, e muitos laboratórios ocupam áreas de preservação, contribuindo para o desmatamento.

Os laboratórios se dividem entre grandes centros de produção e pontos menores de adulteração. Goiás ocupa posição estratégica por conectar o Centro-Oeste a rotas que levam a portos de exportação e capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Parte da droga segue para a Europa — Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda e Alemanha — além da África e do Caribe, segundo o DCM.

Festa do PCC
Essa estrutura fortalece facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que ampliam suas operações com o lucro do tráfico. O Brasil atua como corredor entre países produtores andinos e mercados consumidores globais, usando portos como Santos, Paranaguá e Itajaí. Entre 2010 e 2019, as apreensões de cocaína nesses portos cresceram de 4,5 para 66 toneladas, reflexo do avanço do comércio ilícito.

Os lucros do tráfico alimentam outras atividades ilegais, especialmente na Amazônia e no Cerrado, onde há avanço de garimpos e desmatamento ligados ao dinheiro do narcotráfico. A disputa por rotas e laboratórios gera confrontos armados e aumenta o risco para comunidades locais. Estima-se que mais de 5 mil laboratórios estejam ativos no país, embora a maioria nunca seja descoberta. A concentração de riqueza está no atacado e no varejo da droga, enquanto o cultivo representa parcela mínima dos ganhos.

Os dados desmentem a bravata recente do governador Ronaldo Caiado (PL-GO) que a sua gestão havia acabado com a criminalidade em seu estado.


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Política

Na Conib, Castro desafia STF em evento judaico e promete manter operações policiais

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), participou na noite de sexta-feira (7/11/2025) da 56ª Convenção da Confederação Israelita do Brasil (Conib), um evento de gala em São Paulo com foco em democracia, pluralidade e convivência.

Durante o jantar, Castro foi recebido como uma das principais atrações, ao lado de outros governadores como Tarcísio de Freitas (SP), Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS). Ele aproveitou a ocasião para defender a continuidade de operações policiais de grande porte no estado, mesmo sob escrutínio do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à ADPF 635 (conhecida como “ADPF das Favelas”), que impõe regras para reduzir a letalidade em ações nas comunidades.

Castro prometeu lançar dez novas operações com autorização judicial nas próximas semanas, incluindo uma megaoperação de retomada de territórios na Zona Oeste (como o Corredor Itanhangá, envolvendo comunidades como Rio das Pedras e Muzema), com foco em desarticular milícias e facções como Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP).

Ele classificou o crime organizado como “narcoterrorismo” e afirmou que as ações seguirão “em estrita observância ao Estado Democrático de Direito”, mas sem recuos, apesar das críticas à letalidade policial. O governador enviou relatórios ao STF justificando operações recentes, como a Contenção (que deixou 121 mortos no final de outubro), alegando cumprimento de diretrizes constitucionais e uso de câmeras corporais.

O tom desafiador ao STF ecoa declarações anteriores de Castro, que já chamou a ADPF de “maldita” e culpou restrições judiciais pelo fortalecimento de facções. No evento da Conib, ele foi aplaudido ao reforçar que o Rio “não está sozinho” no combate ao crime, em meio a tensões com o governo federal (Lula criticou a operação como “matança”) e à esquerda, que acusa excessos policiais.

O episódio gerou reações: uma assessora de Lula deixou o local durante discurso de Caiado com ataques ao Planalto, destacando o clima polarizado. A presença de Castro no evento judaico reforça seu alinhamento com setores conservadores e opositores ao governo federal, enquanto o STF, via ministro Alexandre de Moraes, continua cobrando detalhes sobre conformidade com a ADPF.


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Política

Moraes mete uma pica do tamanho de um cometa em Bolsonaro

Moraes vota para manter condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão na trama golpista.

Deu ruim!

Sujeito trama a morte de Moraes e quer que ele alivie para o sacripanta? Está de secanagem!

É Papuda na veia. Sem faniquito fascista!

Cana dura não é mole não!

Resumo do Voto de Alexandre de Moraes no STF:
Nesta sexta-feira, 7 de novembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), votou para rejeitar os recursos apresentados pela defesa de Jair Bolsonaro e de outros cinco condenados na ação penal conhecida como “trama golpista”.

Com isso, Moraes defendeu a manutenção da pena de 27 anos e três meses de prisão imposta ao ex-presidente em setembro de 2025, por liderar uma organização criminosa armada que visava anular as eleições de 2022 e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.

O julgamento ocorre em plenário virtual da Primeira Turma do STF, iniciado às 11h de hoje e com prazo para votos dos demais ministros até 23h59 de 14 de novembro.

Os colegiados participantes incluem Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

O ministro Luiz Fux, que divergiu na condenação original, transferiu-se para a Segunda Turma e não participa desta fase.

No voto, Moraes rejeitou todos os pontos, afirmando que o acórdão de setembro detalhou “todas as etapas do cálculo da punição” sem omissões ou contradições.

Ele destacou que as provas comprovam a liderança de Bolsonaro em uma “estrutura criminosa” que utilizou o aparato do Estado para um “projeto autoritário de poder”.

Moraes também defendeu a validade da delação de Cid e a distinção entre os crimes, negando bis in idem.

Essa decisão reforça o posicionamento do STF contra tentativas de ruptura democrática, ecoando condenações anteriores por inelegibilidade (TSE, 2023). Para atualizações, acompanhe fontes oficiais como o site do STF.

Fora! Fu! Fora Bolsonaro!


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Política

A direita bolsonarista é uma papa de sabujos dos EUA

As armas pesadas, usadas pelo tráfico, vêm dos EUA, mas Trump quer punir países considerados tocas de um suposto narcoterrorismo e, para tanto, tem apoio irrestrito da direita bolsonarista e de outros bacorinhos conservadores

Por isso, Derrite, que é um filhote de Bolsonaro com Tarcísio, quer que os EUA ataquem o Brasil militarmente para “combater” PCC e CV, por conta de uma classificação ajeitadora de “narcoterrorismo” para o crime organizado no Brasil

Trump agradece tanta submissão espontânea, tanta viralatisse rastejante desses lacaios rastaqueras antinacionais.

Os EUA exportam para o Brasil, ilegal ou legalmente, milhões de armas por ano, e o “leak” para o mercado negro é um problema crônico.

Relatórios da Polícia Federal e estudos independentes mostram que fuzis AR-15, AK-47 e similares, são contrabandeados via fronteiras terrestres

Em 2023, por exemplo, uma operação da PF desmantelou uma rede que movimentou mais de 43 mil armas europeias (da Croácia, Turquia, etc.), mas que passavam pelo Paraguai e entravam no Brasil – e boa parte das munições e peças extras tem origem yankee.

Agora, o pulo do gato:

Trump está batendo nessa tecla.

Em agosto de 2025, ele assinou uma diretiva secreta dando luz verde para o Pentágono usar força militar contra cartéis latinos rotulados como “organizações terroristas estrangeiras” (FTOs).

É aí que a direita bolsonarista quer enfiar o Brasil, enquadrando as facções criminosas nativas de “narcoterroristas” para viabilizar a invasão do Exército dos EUA no Brasil.

Só sendo muito vagabundo. traidor da pátria como Bolsonaro, Tarcisio, Derrite e Eduardo Bolsonaro. para tramar contra o próprio país e o povo brasileiro.


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Política

Delegado Orlando Zaccone: foi emboscada

Para o delegado Orlando Zaccone, a operação ba Penha e Alemão, no Rio, foi emboscada, troia (técnica de se preparar homicídios pela polícia)

A entrevista de Orlando Zaccone à Folha de S.Paulo, publicada em 3 de novembro de 2025, é realmente desconcertante e expõe, de forma crua, as entranhas de uma violência policial que, por mais “acostumados” que estejamos no Brasil, ainda choca pela franqueza e pela crítica interna ao sistema.

Zaccone, delegado aposentado da Polícia Civil do Rio, conhecido por desmascarar a farsa no caso Amarildo de Souza em 2013, quando o pedreiro foi torturado e morto por PMs da UPP e rotulado como traficante, não poupa palavras ao analisar a operação nos complexos da Penha e do Alemão – a mais letal da história do estado.

Até para nós, brasileiros “acostumados” com números como os 6.393 mortos em ações policiais no país em 2024, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ouvir isso de um ex-delegado – alguém do “lado de dentro”, é um soco no estômago.

Zaccone não é um ativista externo; ele atuou na repressão, mas escolheu denunciar o racismo estrutural e o genocídio seletivo contra pobres e negros.

“O racismo da sociedade nutre ações genocidas da polícia”, como ele já disse em entrevistas anteriores.

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Brasil Política

Chacinas em favelas é a plataforma eleitoral da direita para 2026

Os ditos setores da extrema direita estão explorando a violência em favelas como ferramenta para reconquistar terreno eleitoral em 2026.

Isso mostra o nível do debate político dessa escória de oportunismo barato e imundo.

Com base em eventos recentes, como a operação policial no Rio de Janeiro em outubro de 2025, a direita tem um genocídio para chamar de seu e engatar a matança indiscriminada nas favelas como proposta de governo para a eleição de 2026.

As chacinas, como a do RJ. que estão sendo instrumentalizadas pela direita para 2026, alimentando uma necropolítica que trata favelas como zonas de guerra e pobres como terroristas descartáveis.

Mas isso não é inevitável: exige disputa por uma segurança pública democrática, com prevenção e justiça.

É isso que Lula deve implementar para mitigar o problema das facções e adicionar um programa consistente que aponte para uma solução nada fácil, mas sem perder de vista a busca por ações conjuntas que possam efetivamente engrossar fileiras de combate à criminalidade.

Nada de chacina ou redesenho dos palavrórios com nome fantasia de narcoterrorismo.

Como a direita bolsonarista não tem nada de positivo para mostrar quando Bolsonaro governou o Brasil, matar pobres e pretos favelados virou martelo definitivo na bigorna para servir de slogan eleitoral em 2026, num macabro oportunismo rasteiro que transforma sangue em palanque.

O bolsonarismo sem pauta positiva
O legado de Bolsonaro foi caos econômico, negacionismo na pandemia e 700 chacinas policiais no Rio desde 2007, com 2.905 civis mortos, segundo o Geni/UFF.

Agora, com ele inelegível e condenado, a extrema direita busca um novo eixo, o “narcoterrorismo” como pretexto para estado de exceção, inspirados no modelo Bukele de El Salvador.

Analistas como Ignacio Cano (Uerj) alertam que isso converge com o calendário eleitoral, reagrupando a militância digital e criando comoção para disputar o Senado em que Castro é cotado ou até a Presidência.

A ONU se horrorizou, a Defensoria Pública da União protocolou medidas cautelares sob a ADPF 635 (que regula operações em favelas), e o STF cobra explicações ,mas o estrago já está feito, com mães como as de Acari e Vigário Geral revivendo o pesadelo 30 anos depois.


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