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Vídeo: Bolsonaro anuncia o fechamento de 361 agências do Banco do Brasil e Ford avisa que vai embora do Brasil

São muitos milhares de emprego indo embora com a Ford e com o fechamento das 361 agências do Banco do Brasil, isso, em plena pandemia que, por total descaso de Bolsonaro, está em franco crescimento e ainda sem data para acabar. Mas os banqueiros, agiotas, estes estão felizes da vida, afinal, a pandemia e o governo que, juntos, mataram mais 200 mil brasileiros, proporcionaram a eles lucros jamais vistos.

Assista:

*Da redação

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Saul Leblon: A pandemia não recriou o mundo, apenas tornou-o mais visível

País supera a média de 1.000 mortos/dia; curva de novos infectados muda o patamar e acelera; desemprego e subutilização da mão de obra atingem 50% da população ativa; vacinação nem começou. E Bolsonaro faz o quê? Corta o auxílio emergencial burocraticamente, joga milhões na miséria.

Pandemia matou quase dois milhões no mundo; infectou 90 milhões; 42 países estão vacinando: 36 são de alta renda; 6 são de renda média.

Bolsonaro acha OK empresas de saúde importarem imunizante e criarem seus próprios planos de vacina para ricos que podem pagar.

Não precisa desenhar.

211 contratos de venda de vacina foram assinados ou estão em curso no mundo: China e Rússia são fornecedores em 76 deles.

A maioria destinados a países pobres e emergentes.

Laboratórios privados suprem o mundo rico.

A pandemia não recriou o mundo, apenas tornou-o mais visível.

*Twitter de Saul Leblon/Carta Maior

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Chorume da escória, Moro virou um sem-vergonha comum, do tipo Jefferson e Cunha

Moro, agora, é um corrupto que coloca plaquinha pendurada no peito, oferecendo-se como ouro de tolo para um candidato à presidência em troca (outra vez, novamente) de uma vaga naquele balaio de gatos em que se transformou o STF, depois de ser capturado pela Globo para servir de culto ao direito às avessas.

A informação de que Moro virou um camelô de si mesmo é do próprio Globo (casa que inventou e premiou o herói do pé de barro) colocando à venda como cabo eleitoral em troca de uma vaga no STF.

Isso é emblemático. Diria mais, é simbólico.

O ex-herói, agora em promoção na banca do encalhe, ainda é tratado no STF como alguém sério.

Não há exatamente espanto nisso.

O STF tratou como verídica toda aquela cena ridícula sem pé nem cabeça contra o PT e, sobretudo, sem apresentar qualquer prova que Roberto Jefferson, de estalão, arrumou quando foi pego em corrupção.

Lógico que o STF não teve autonomia para tanto.

Renata Lo Prete, da Globo, na época, escriba da Folha, a mesma que ataca seus colunistas se esses forem do PT, como ocorreu agora com Haddad, deu aval ao STF para o aceite daquela maçaroca de conversa mole do corrupto, chefe do PTB.

Com Cunha não foi diferente.

Primeiro, o STF deixou o maior corrupto da história golpear Dilma, depois que Dilma se negou a salvá-lo na comissão de ética da Câmara, para, em seguida e no sopapo, arrancá-lo da cadeira da presidência da Câmara, mostrando que seu serviço sujo já tinha sido entregue e que, naquele momento, não tinha mais serventia para o jogo imundo que estava por trás de toda uma trama macabra armada contra o povo brasileiro.

Agora é Moro que escancara como operou nos bastidores políticos, atendendo ao pedido de Guedes e Bolsonaro para tirar Lula do páreo, em troca de uma super pasta no ministério e uma vaga no STF.

Bastaria essa informação para o STF ter coragem de, além de inocentar Lula imediatamente, anular uma eleição fraudada pelo uso político do ex-juiz Sergio Moro como forma de barganha por um lugar ao sol com Bolsonaro e Guedes.

O fato é que Moro perdeu o chão e, junto, o verniz e a compostura mínima que lhe dava, em certa medida, a aura, mesmo que rala e sem cor, de um nostálgico herói com cheiro de naftalina.

Agora, a sem-vergonhice de Moro o libera para, em praça pública, escancarar  como ele agiu nos bastidores para condenar e prender Lula, ser ministro e arrumar uma promessa para compor o time do STF.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Governadores e prefeitos não decretam lockdown por oportunismo político, covardia e pela ganância de empresários

Se a ganância por dinheiro transforma homens em monstros, a ganância política transforma ratos em camundongos.

Quando esses dois tipos de gananciosos se unem, formam um Bolsonaro que, por sua vez, negociou a vida de milhares de brasileiros por poder e lucro.

Com a pandemia, a ganância levou empresários e políticos de direita ao egoísmo e este levou o Brasil a ter o segundo maior número de vítimas da Covid no planeta.

O que essa gente faz por lucro e poder é inacreditável, mas faz e sem freios ou amarras.

O custo disso na pandemia neste sábado é de 1.115 mortos, salto de 55% na média móvel e 59.750 novos infectados. UTIs lotadas.

Enquanto isso, comerciantes abandonam de vez qualquer regra de distanciamento, ao contrário, querem lojas e supermercados lotados e caixas registradoras contando o máximo de lucro possível.

Chamar essa gente de inconsequente não muda nada, pois ela não se importa com a vida dos outros, pior, com mais 200 mil mortes resultantes de seus atos e lucros.

Esse é o preço de um poço escuro chamado bolsonarismo, declarado ou no anonimato.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Moro, que virou um encalhe político, agora é uma mercadoria em liquidação em troca de uma vaga no STF

Está aí um sujeito que teve o mundo aos seus pés, depois de ser vendido pela Globo como o pica das galáxias.

Agora, ele se encontra no departamento de recuperados como ponta de estoque para ser queimado numa liquidação jurídica em que se transformou o STF.

O sujeito é tão ordinário que, mesmo o ministro Marco Aurélio Mello declarando que ele deveria largar a magistratura para o bem da justiça brasileira, o muquirana, que quer jogar nas onze posições e não joga em nenhuma, está atirando para todos os lados na busca por recuperar ao menos um troco miúdo do investimento que ele fez para se tornar uma celebridade.

hoje, ele é visto nos quatro cantos do planeta como um mero lacaio disposto a vender a alma para o diabo por qualquer vintém, acentuando o perigo que é uma justiça que se coloca acima do cidadão, somado a uma mídia que acha que é a dona dos destinos da nação. E como a elite que não acha nada e vê o mundo pela fresta de um caixa forte pronta para dar o bote no próximo lucro, nem que para isso tenha que dar um golpe e destruir as bases institucionais do país, levando, como vemos, 40 milhões de brasileiros de volta para a miséria.

Porque para a elite se sentir satisfeita, ela tem que arrancar o último farelo de pão dos miseráveis nesse país.

Moro serviu não só a Bolsonaro, que é uma versão miliciana da própria elite, mas ela em sua plenitude intelectual que é, em última análise, a mais provinciana, rude e bárbara do planeta.

*Carlos Henrique Machado Freitas

*Arte foto destaque: GGN

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Como Maia, Rossi não quer saber de combater a pandemia ou teria que pedir o impeachment de Bolsonaro

No Brasil, combate à pandemia é sinônimo de impeachment do genocida que conduz o país para o matadouro.

Não há como bancar o bom moço e separar uma coisa da outra ou esse combate de Rossi à pandemia é como o de Maia, de araque.

Então, dizer que seu compromisso é com a pandemia e não o de colocar para fora da presidência o principal responsável pela promoção do segundo maior desastre humanitário do mundo, com mais de 200 mil mortos até agora, é de uma hipocrisia que beira ao sarcasmo.

A esquerda tem que esquecer esse sujeito.

A sociedade cobra do presidente da câmara, e consequentemente da esquerda, coragem para impedir que essa escalada macabra, estimulada pelo maníaco do planalto, encontre um fim.

Gleisi Hoffmann já contesta e dá sinais de que o PT pode abandonar o bloco de Baleia Rossi:

“Dar resposta a crimes do Executivo é o item 3.6 do compromisso de Baleia Rossi c/ oposição. Inclui analisar denúncias de crimes do presidente da República, mesmo q ñ haja acordo p/ aprovar impeachment. Ao negar o q tratamos e fechar essa possibilidade, Baleia perderá votos no PT”, disse Gleisi.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Glauber Braga testa a covardia de Rodrigo Maia: vai abrir o impeachment?

Deputado do Psol diz que o presidente da Câmara despertou de um sono profundo e afirma que, até agora, ele tem sido cúmplice da Jair Bolsonaro.

“Maia despertou de um sono profundo? Hoje chamou o fascista de covarde e depois disse que ele tem culpa nas 200 mil mortes. É verdade. Só lembro ao deputado que quem tem instrumentos e não age é também covarde e cúmplice do que está ocorrendo. Vai abrir o impeachment @RodrigoMaia?”, postou o deputado Glauber Braga, em seu twitter, comentando o fato de que o presidente da Câmara finalmente sinalizou a possibilidade de apoiar o impeachment de Jair Bolsonaro.

*Com informações do 247

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Para o trumpismo rococó, os EUA, agora sem Trump e com Biden, deixa de ser paraíso e passa a ser base chinesa

Bolsonaristas sempre se comportaram como trumpistas rococós na parte sucupiriana do Brasil.

A transferência de imagem do líder fascista americano para o nosso Trump Paraguaçu, deu-se num estalar de dedos.

Bastou o gado atestar que Bolsonaro seria 100% submisso ao seu mito ianque, para que carneiros, cavalos, bois, cabritos e afins, que formam o universo do bolsonarista, que a passagem do bastão simbólico de capacho dos EUA fosse feita.

Para esse conjunto de animais, Trump era a própria encarnação da lei do Gerson americana (gosto de levar vantagem em tudo).

Mas, agora, o vento virou e o rebanho tem outro plano. Vai atender ao berrante que soar o antiamericanismo contra Biden.

Não resta a menor dúvida de que assistiremos a uma multidão de idiotas que divinizavam o capitalismo americano, chamar Biden de infiltrado chinês.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Se antes o lema de Pazuello era: “Bolsonaro manda e eu obedeço”, agora é: “Bolsonaro bate e eu apanho”

Bolsonaro jogou no colo de seu “gordo preferido” a fatura pela total incapacidade do mito da milícia governar o país.

O incompetente, burro e preguiçoso, que nunca trabalhou na vida, vivendo mais de 30 anos sugando as tetas gordas do Estado sem devolver qualquer benefício à sociedade, chamou de leso, com outras palavras, o general muquirana que lhe serve de capacho abestado, por assumir o papel de ministro da Saúde do outro abestado que governa o país comporta-se como uma besta mais empacada que o chefe.

Na verdade, Pazuello foi classificado por Bolsonaro como um bicho de pé que provoca sono e cansaço no ministério da Saúde que não consegue dar uma passo na política de vacinação.

Mas justiça seja feita. Bolsonaro elogiou o parvo dizendo que gostou de seu ataque à mídia.

Como é próprio de Bolsonaro, e todos sabem disso, costuma preservar os auxiliares até o momento em que a coisa começa a prejudicar a sua popularidade.

*Da redação

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Aras assina portaria que dá amplo compartilhamento de dados sigilosos da Lava Jato

De acordo com portaria assinada nesta sexta-feira (8), o acesso será permitido aos integrantes do MPF em todo o país.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, assinou nesta sexta-feira (8) portaria que permite amplo compartilhamento interno de informações colhidas em investigações do Ministério Público Federal, incluindo dados sigilosos da Lava Jato.

A ideia foi anunciada por Aras no final do ano passado. A medida, agora, assinada em conjunto com a corregedora-geral do MPF, Elizeta Ramos, regulamenta como será o recebimento, o armazenamento e o compartilhamento das informações.

Só o arquivo da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba tem um total de 1.000 terabytes. O material está em poder da Sppea (Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise), órgão da PGR (Procuradoria-Geral da República).

O compartilhamento de informações colhidas em apurações não é novidade na rotina do MPF. Busca-se, a partir de agora, segundo a PGR, fazê-lo de forma mais sistematizada e ampliada.

Aras defende esse modelo de compartilhamento por entender que ele é um avanço institucional. O procurador-geral tem defendido que a inovação simplificará o trabalho dos integrantes do órgão, por possibilitar, segundo avalia, atuação mais célere e efetiva dos investigadores, com melhor aproveitamento do conhecimento produzido pela Procuradoria.

O banco de dados da Lava Jato reúne informações, parte delas sigilosa, sobre pessoas e empresas, incluindo os acordos de delação premiada e de leniência.

O procurador que estiver atuando em determinada investigação poderá consultar o arquivo em busca de elementos que possam contribuir com seu trabalho.

Para isso, o interessado terá que formalizar um pedido e justificá-lo. A Sppea fará a pesquisa e enviará um relatório a quem solicitou a informação. Além disso, a distribuição pode ocorrer por iniciativa do procurador responsável pelo ofício ao qual os dados estão vinculados.

Para uma informação sigilosa obtida por meio de decisão judicial ser compartilhada, explica a PGR, é preciso haver autorização da Justiça.

Ao comentar o assunto em dezembro, em conversa com jornalistas para fazer o balanço de 2020 das ações da PGR, Aras explicou que a ideia era adotar modelo similar ao Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras), que produz relatórios de inteligência para órgãos de investigação, com “monitoramento e rastreamento de quem acessa os dados”.

O banco de dados da força-tarefa no Paraná foi uma das polêmicas envolvendo o procurador-geral e integrantes da Lava Jato no ano passado. Aras comentou que a operação tinha “caixa de segredos”.

O imbróglio motivou, inclusive, um recurso da PGR ao STF (Supremo Tribunal Federal) para ter acesso às informações coletadas por Curitiba. A força-tarefa coleciona informações desde março de 2014, quando foi realizada a primeira fase da operação.

A Lava Jato negou inicialmente o acesso e denunciou à Corregedoria-Geral do Ministério Público Federal a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, uma das principais auxiliares de Aras e encarregada de levar os dados para Brasília.

“A situação agora está equalizada”, disse o procurador-geral em dezembro.

De acordo com os estudos da PGR que embasaram a edição da portaria, o compartilhamento de dados sigilosos ocorrerá sem prejuízo do caráter sigiloso e da possibilidade de a corregedoria fiscalizar os acessos realizados.

Todos os dados recebidos por procuradores deverão ser registrados no Único, sistema de informações processuais do MPF, e classificados de acordo com o grau de sigilo necessário. “Todo o procedimento ficará registrado no Único, com transparência”, disse Aras.

O armazenamento desses dados deverá ser feito nessa plataforma ou em solução disponibilizada pela própria instituição.

“O objetivo é formalizar o compartilhamento interno”, disse a corregedora Elizeta Ramos. “Como se deve pedir, quem pode pedir, quem pode autorizar.” De acordo com ela, isso dará segurança jurídica ao procedimento, além de propiciar que o armazenamento seja feito com a devida segurança.

*Marcelo Rocha/Folha

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