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PCC e Faria Lima compram pesquisa dando vitória a Tarcísio em 2026 e queimam ainda mais seu filme

A coroa de rei da fintech/PCC/Fundos de investimento enfiada na cabeça de Tarcísio é o maior queima filme que o traidor da pátria poderia receber.

Segundo a Receita, uma fintech atuava como banco paralelo da organização e movimentou sozinha R$ 46 bilhões não rastreáveis no período.

Além disso, pelo menos 40 fundos de investimentos foram utilizados como estruturas de ocultação de patrimônio.

O esquema usava fintechs e fundos de investimento para facilitar as fraudes, movimentações finaneiras e lavagem de dinheiro.

Operação Carbono Oculto foi deflagrada nesta ultima quinta 29 e teve 42 alvos na Faria Lima.

Segundo a Receita Federal, trata-se da ‘maior operação contra o crime organizado da história do País em termos de cooperação institucional e amplitude’

Lembra?

Faria Lima, do PCC, é aquela ruazinha dos “donos da terra” que está em campanha intestina por Tarcísio de Freitas.

Por que será?

Só sei que o sol não pode ser tapado com peneira e até o Globo sapecou em garrafais hoje sobre o reduto político de Tarcísio:
“Operação sobre máfia dos combustíveis mostra como a Faria Lima virou terra sem lei”

Pois é, essa terra sem lei está mergulhada de cabeça na campanha de Tarcísio. Para qualquer coisa, seja para presidente, seja para sua reeleição de governador de SP.

O ôme é o Bem Amado da Faria Lima/PCC e sabe lá mais o quê.


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Política

Se Bolsonaro pegar a pena máxima, poderá ficar até 7 anos em regime fechado

Sim, segundo informações publicadas em 29 de agosto de 2025, Jair Bolsonaro pode cumprir até sete anos em regime fechado caso receba a pena máxima de 43 anos pelos crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no processo da trama golpista.

Ele é acusado de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

A pena mínima prevista é de 12 anos, mas circunstâncias agravantes, como liderança da organização criminosa, podem elevar a punição.

Especialistas indicam que, para penas superiores a 8 anos, o cumprimento inicial deve ser em regime fechado, com progressão para o semiaberto após 16% a 25% da pena, o que, na pena máxima, equivale a cerca de sete anos.

Como ex-presidente, Bolsonaro teria direito a uma cela especial, chamada “sala de Estado-Maior”, possivelmente na Papuda ou na Polícia Federal em Brasília. Sua defesa pede absolvição ou, no máximo, 14 anos de pena.

No julgamento, o cálculo da eventual pena passará por uma análise complexa dos cinco ministros da Primeira Turma do Supremo, envolvendo tanto critérios objetivos como subjetivos, segundo especialistas. Para o cálculo final das penas, serão levadas em conta também eventuais divergências entre os integrantes da turma sobre cada uma das acusações analisadas no julgamento.

Além das penas mínimas e máximas para cada conduta, há circunstâncias que podem aumentar ou atenuar as penas imputadas a Bolsonaro e aos demais réus do caso, que trata da tentativa de golpe de Estado após a derrota para o presidente Lula (PT) em 2022, segundo José Marques, ICL.

Por exemplo, no caso da acusação de liderar uma organização criminosa armada, a PGR afirma que esse grupo é composto de funcionários públicos, que se valeram dessa condição.


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Política

Sentiu: Nikolas Ferreira ficou perturbado com a acusação de fazer triangulação com a Faria Lima e o PCC

Quantas crônicas existem sobre velhos malandros que sucumbiram por excesso de malandragem?

O desempenho de Nikolas Ferreira em um debate nesta quinta (28) com Boulos, na CNN, foi pífio, para dizer o mínimo.

O fedelho estava visivelmente abatido e retido quando que Boulos o apertou para falar da fake news dele sobre o Pix, que beneficiou o PCC via Faria Lima.

Todas as respostas dele tinham o já manjado e, e, e, sem conseguir engatar ou encaixar uma que lhe devolvesse o chão.

O restante do debate foi de dar pena do malandro mirim. Não teve sequer um momentozinho que lhe desse um gás qualquer.

Foi direto para a lona e, de lá, não se levantou mais com a cutucada que levou de Boulos sobre o assunto que dominou as redes depois da megaoperação da PF contra o PCC na Faria Lima.

Na verdade, o nome de Nikolas aparece no assunto mais que o da Faria Lima e o PCC.

O troço está tão grudado no seu pé do malandrinho, que só lhe restou ameaçar processar Boulos, que só riu porque viu que Nikolas Ferreira sentiu.


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Brasil Mundo

Capa da Economist: Com o julgamento de Bolsonaro, Brasil dá lição aos EUA de maturidade democrática

O ex-presidente Jair Bolsonaro e o julgamento da ação penal na qual ele é acusado de liderar uma suposta tentativa de golpe de Estado são o foco da capa da revista britânica The Economist desta semana.

Na publicação, o ex-presidente é retratado com o rosto pintado com as cores do Brasil e com um chapéu igual ao que usava o “viking do Capitólio”, um dos apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ficou conhecido por ter participado assim da invasão ao Congresso americano em 6 de janeiro de 2021.

Em suas páginas, a revista traz uma longa reportagem sobre a trajetória política brasileira e a investigação contra Bolsonaro e seus aliados.

Em um segundo texto, com tom opinativo, a Economist discute ainda as diferenças entre a forma como os Estados Unidos lidaram com as ameaças contra a sua democracia, após os ataques ao Capitólio em 2021, e a conduta adotada pelo Brasil nos últimos meses.

Chamado de “polarizador” e “Trump dos trópicos”, segundo a revista, o ex-presidente brasileiro e “seus aliados, provavelmente, serão considerados culpados” pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A “The Economist” ainda afirma que “o golpe fracassou por incompetência, e não por intenção”.

“Isso torna o Brasil um caso de teste para a recuperação de países de uma febre populista”, diz a reportagem, enumerando exemplos de outros países como os EUA, Reino Unido e Polônia.

Entre os argumentos apresentados para justificar a manchete – “O que o Brasil pode ensinar para a América” –, a revista enumera ações recentes do governo Donald Trump.

*BBC/G1


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Política

Tarcísio, o ‘pessoal da Faria Lima’ e a turma do PCC

“O pessoal está tímido ainda, mas vou mostrar como é que faz”.

“Tarcísio vai apenas resolver a vida do pessoal da Faria Lima”, disse Eduardo a Jair Bolsonaro, em julho, por WhatsApp, falando sobre possíveis saídas para o encalacrado clã e descartando como uma delas o ex-ministro de Bolsonaro que virou governador de São Paulo com ajuda de um “pessoal do agro” ligado a lavagem de dinheiro para o PCC.

A trama na qual aparece o nome da pecuarista Maribel Schmittz Golin, sexta maior doadora da campanha de Tarcísio em 2022, envolve até um consórcio entre o PCC e a máfia italiana ‘Ndrangheta para a saída de cocaína para a Europa pelo porto de Paranaguá, no Paraná.

Quando a ligação de Maribel Golin com o PCC veio à tona, Tarcísio disse que não sabia quem era Maribel. Mas o De Olho Nos Ruralistas mostrou que o governador sabia muito bem.

Quanto ao pessoal cuja vida Tarcísio está aí pra resolver, um pessoal da Faria Lima que entrou recentemente na bolsa de valores é a Reag Investimentos, umas das maiores gestoras independentes do país. Há uma bela foto da estreia da Reag no mercado acionário, em janeiro, com a turma toda da firma reunida no balcão da B3, o mesmo que Tarcísio quase pôs abaixo, várias vezes, batendo com raiva o martelo de leiloeiro quando vendeu estradas públicas a consórcios formados pelo capital construtor junto e misturado com o capital gestor do capital.

Nesta quinta-feira, 28, a Reag foi um dos alvos da Operação Quasar, da Polícia Federal, por suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio para o PCC. Segundo a PF, o PCC controla pelo menos 40 fundos de investimentos com capital somado de R$ 30 bilhões e por meio dos quais a máfia de São Paulo adquiriu seis fazendas, usinas sucroalcooleiras, mansões e até um terminal portuário.

É bom lembrar que, segundo a PF, a pecuarista que deu meio milhão para a campanha de Tarcísio tem quatro empresas sem funcionários registrados mas com movimentação de mais de R$ 1,4 bilhão entre 2020 e 2022.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, disse que as Operações Quasar e Carbono Oculto, desencadeadas nesta quinta contra o PCC, são, juntas, a maior ação contra o crime organizado da história do Brasil. A Carbono Oculto mostrou, por exemplo, que o PCC importou milhões de litros de metanol irregularmente para misturar o composto, em nível muito acima do permitido, à gasolina vendida em mil postos de combustíveis controlados pelos mafiosos.

O metanol irregular entrava no Brasil com documentação falsa, sob pretexto de uso industrial, e entrava pelo porto de Paranaguá, o mesmo por onde saía a cocaína do esquema entre máfias no qual pintou o nome da sexta maior financiadora da campanha de Tarcísio para o Palácio dos Bandeirantes.

Quando a turma do PCC teve a ideia de se unir ao “pessoal da Faria Lima”, e vice-versa, a turma toda deve ter dito entre si o mesmo que Tarcísio de Freitas disse à sua turma, na B3, no dia 14 de março de 2023, momentos antes bater o martelo com força, sete vezes, para dar como vendido ao fundo de investimento Via Appia o trecho norte do Rodoanel:

“O pessoal está tímido ainda, mas vou mostrar como é que faz”

*Come Aananás


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A conexão entre o vídeo de Nikolas sobre o Pix e a megaoperação contra o PCC

Secretário da Receita diz que norma sobre fintechs teve de ser revogada após onda de fake news; ‘Operações mostram quem ganhou com essas mentiras’, diz

O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse nesta quinta, 28, em São Paulo, que a circulação de fake news impediu que o governo ampliasse já no início deste ano a fiscalização

das fintechs, que se tornaram um dos principais braços de atuação da facção criminosa PCC. Embora não tenha dito nomes, a referência era ao famoso vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG),

que viralizou fortemente em janeiro, com a tese de que Lula iria taxar o Pix, e obrigou a gestão federal a revogar norma que aumentava o rigor sobre as operações dessas empresas financeiras.

“Publicamos essa instrução em setembro do ano passado, para valer a partir de janeiro. O que aconteceu em janeiro todos nós sabemos. A Receita Federal recebeu o maior ataque da história dela, de mentiras, de fake news dizendo mentirosamente que aquela instrução normativa tratava de tributação de meios de pagamento”, disse, durante entrevista coletiva com outros membros da Operação Carbono Oculto, que realizou várias ações de busca e apreensão contra fintechs nesta quinta-feira.

Segundo ele, o governo tentou manter a norma, que era positiva para o país e para combater o crime organizado, mas foi obrigado a recuar em razão da forte repercussão negativa nas redes sociais. “Essas fake news foram tão fortes, que apesar de todo o esforço da Receita Federal, nós não conseguimos seguir essas mentiras, por conta da força de quem as impulsionava, o que já estava, inclusive, prejudicando o uso dos meios de pagamento instantâneo. Nós tivemos que dar um passo atrás e revogar essa instrução normativa. E as operações de hoje mostram quem ganhou com essas mentiras, com essas fake news, completou.

Ele voltou a lembrar que a norma revogada da Receita previa estender às fintechs as mesmas obrigações de outros agentes do sistema financeiro. “Depois de muito debate com o sistema financeiro, com as instituições financeiras, fizemos o óbvio: publicamos uma instrução normativa estendendo às fintechs as mesmas obrigações de transparência, as mesmas obrigações de prestação de informações que todas as instituições financeiras têm há mais de 20 anos no Brasil”, disse.

Recuo
O vídeo de Nikolas sobre o Pix atingiu centenas de milhões de visualizações e ajudou a espalhar pelas redes sociais, inclusive por meio de outros políticos de oposição, a falsa informação de que o governo queria monitorar quem usasse o método de pagamento para arrecadar mais do contribuinte. O efeito mais danoso foi o início do boicote ao Pix por vários comerciantes, temerosos de que poderiam ser taxados.

O estrago obrigou gente graúda do governo, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a dar entrevistas e gravar vídeos para as redes sociais dizendo que esse não era o objetivo. Ainda assim, diante do alto desgaste político, que impactou até a aprovação do governo, Lula decidiu recuar e, no dia 15 de janeiro, revogou a norma da Receita Federal.

À época, o governo prometeu enviar uma medida provisória sobre o tema. “Não queremos que a oposição continue levando desinformação sobre o Pix. Os estragos causados por inescrupulosos no caso Pix, incluindo senador e deputado, está feito”, disse Haddad em coletiva.

*Veja


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Política

Após megaoperação revelar PCC na Faria Lima, o crime vai usar coletinho?

O PCC pode ter nascido dentro dos presídios, mas há tempos ele não está apenas em vielas escuras, mas ocupa poltronas confortáveis em gabinetes com ar condicionado.

Uma megaoperação, nesta quinta (28), escancarou um novo patamar de sofisticação: a infiltração do Primeiro Comando da Capital no coração do sistema financeiro nacional, a região da avenida Faria Lima, em São Paulo.

A imagem de uma busca e apreensão em uma empresa listada na Bolsa de Valores, a Reag Investimentos, colocando uma das maiores gestoras independentes do país, com foco em recursos e de patrimônio, como suspeita de participar de uma “lavanderia” de dinheiro da facção ajuda a derrubar preconceitos ao lembrar que ricos e pobres podem ser suspeitos de crimes.

Os agentes também estiveram em administradoras em outros endereços da Faria Lima. A força tarefa aponta que cerca de 40 fundos e suas gestoras são suspeitos de serem utilizados pelo PCC. Há leis que impedem isso e o mercado é regulado, mas tem sempre alguém esperto achando que dinheiro é dinheiro.

Combater esse crime de colarinho branco é tão urgente quanto enfrentar a violência nas pontas. Enquanto o Estado não cortar o fluxo que alimenta e lava o dinheiro das facções, estaremos apenas enxugando gelo. As operações policiais são fundamentais, mas precisamos de um sistema de inteligência financeira mais ágil, de reguladores mais rígidos e de uma Justiça que puna não só os executores no morro, mas os estrategistas nos escritórios.

Se o crime já possui estrutura corporativa, já faz gestão de risco, tem política de due diligence, está atento ao compliance (garantido por tribunais do crime) e atua no mercado financeiro, o que falta para ele lançar um IPO e abrir seu capital? Em quanto tempo, estarão camuflados com coletinhos puffer, disfarçados entre trabalhadores sérios do mercado, andando pelo Itaim Bibi?

O PCC, que hoje é uma máfia transnacional e não quer apenas dominar os mercados ilícitos. E, se nada for feito, em breve, poderemos ter que ler nos jornais não sobre operações policiais, mas sobre a cotação do crime organizado na bolsa.

*Leonardo Sakamoto/Uol


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Política

PEC da bandidagem no Congresso tenta barrar a ida dos parlamentares bolsonaristas para a Papuda fazer companhia a Bolsonaro

Vai todo mundo se foder!

Essa, em síntese, foi a mensagem que Bolsonaro jogou na cara de sua corriola no Congresso.

Se eu cair, vocês serão os próximos, em outras palavras, porque aqui ninguém vale nada. Só tem corrupto, assassino, ladrão e miliciano.

O desespero bateu forte na bolsonarada do Congresso e piora a cada dia com a inevitável condenação e prisão de Bolsonaro na Papuda.

Só pilantra, só vigarista, só gente do esgoto dos ratos mais imundos.

O real motivo dessa falange com a PEC da bandidagem, é fugir das garras do STF, sobretudo de Dino e Moraes.

Sóstenes e seu bando de delinquentes estão fugindo da morte política, mas principalmente da cadeia.


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Mundo

Aumenta exponencialmente o repúdio do mundo ao Estado terrorista de Israel

Dizer que terrorista é o outro não cola mais.

A colonização de europeus, sempre eles, na Palestina, tendo bebês e crianças como alvos, confessadamente, prioritários dos sionistas do Estado pirata de Israel, revolta qualquer ser humano minimamente decente em todo o planeta.

A miséria moral de Israel só não é pior que a miséria total de Gaza, imposta pelos sionistas, que mata indiscriminadamente por ordem de um comando de guerra contra a população civil desarmada, com o objetivo único de uma escancarada limpeza étnica, é pior que a do nazismo de Hitler contra os judeus.

Há uma indignação e repulsa cada dia maior no planeta contra os terroristas de Israel diante da desproporção entre as forças militares de Israel e a população civil de Gaza, especialmente considerando o impacto devastador sobre grupos vulneráveis como crianças, mulheres, idosos e doentes.

As Forças terroristas do colonialismo de Israel (FDI) são uma das mais avançadas do mundo, com um orçamento militar de cerca de US$ 46,5 bilhões em 2024, acesso à tecnologia de ponta (como drones, mísseis guiados e sistemas de defesa como o Domo de Ferro) e apoio de aliados como os EUA.

Essa superioridade militar é inegável, mas isso não basta para a perversidade dos sionistas, que saciam sua gana por extinguir o povo palestino.

A fome, usada como arma de guerra contra crianças, é crônica porque tem que ser lavada à inanição e morte de todas elas, inclusive dos bebês.

Não tem nada que se compare a isso na história da humanidade.

A população civil não possui meios de defesa contra os monstruosos bombardeios aéreos ou terrestres.

A situação em Gaza é uma tragédia humanitária de proporções extremas, com a população civil sofrendo desproporcionalmente em meio a uma ofensiva militar de grande escala, que só aumenta.

O mundo está assistindo ia sso tudo em tempo real e repudiando cada vez mais os terroristas de Israel

Crimes de guerra são cometidos pelos sionistas contra os palestinos como quem queima combustível para alimentar o ódio contra inocentes.

Tudo isso está produzindo na opinião pública mundial uma incontrolável revolta cada dia maior contra a existência do Estado terrorista de Israel.

O sofrimento da população civil em Gaza, crianças, mulheres, idosos, doentes, jornalistas, médicos e demais profissionais da saúde, é inegável e de proporções catastróficas.

A desproporção entre o poderio militar de Israel e a vulnerabilidade dos civis palestinos, somada à destruição de infraestrutura essencial e à crise humanitária, levou a condenações internacionais e a um crescente clamor por justiça e cessar-fogo.


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