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Silas Malafaia compartilha fake news sobre Lula para tirar o foco da pedofilia que envolve Bolsonaro

Conforme a sociedade vai percebendo a gravidade da fala de Bolsonaro, “pintou um clima” entre ele e crianças venezuelanas, o uso geral de fake news por parte dos bolsonaristas, explodiu nas redes.

Coincidência é que não foi, né!

A campanha de Bolsonaro foi rapidamente repensada para tirar o foco de sua fala, que ele correu para censurar no Youtube e, imagina isso, os bolsonaristas se dizem radicalmente “contra a censura”.;

Não é sem motivo que Malafaia, ligado aos pastores lobistas do MEC, incluindo o ministro de Bolsonaro, Milton Ribeiro, preso por corrupção, porque a coisa envolvia até barras de ouro, correu para acudir o patrão, porque está se vendo espremido pela frase característica de um pedófilo, “pintou um clima”.

Isso é tão escancaradamente orquestrado, que André Valadão, que rima com pastor charlatão, também produziu uma fake news envolvendo até o TSE e, logicamente, utilizando um ataque a Lula para espalhar para os fieis neopentecostais, com o claro intuito de tirar da pauta, Bolsonaro, pedofilia, crianças venezuelanas.

Ora, até um boboca com eu, percebeu que essa indústria de fake news, que se expandiu nas últimas 48 horas, sob o comando do Palácio do Planalto, com uma capacidade bélica impressionante, é especializado em criar fumaça para encobrir os crimes do chefe de toda essa bandallha.

Qualquer brasileiro minimamente ético não aceitaria que um amigo ou vizinho se dirigisse a uma criança, que poderia ser sua filha, neta ou sobrinha, dizendo que pintou um clima entre ele e a criança.

E este foi o caso, com um adendo, Bolsonaro, em várias ocasiões, em fala pública, fez questão de sustentar uma mentira que criou sobre aquelas crianças para classificá-las como prostitutas, como se isso reduzisse o peso de pensamentos não confessados de uma atração sexual contida, por exemplo, na fala “pintou um clima”.

Se há algum contexto nessa frase nua e crua, ele só pode ser pior para Bolsonaro, porque não sai da boca de ninguém que presta, referindo-se a meninas de 14 e 15 anos, “arrumadinhas”, como ele disse.

Isso nos faz refletir que o ato do presidente da República é muito mais monstruoso e criminoso do que se imagina.

Por isso esses charlatães neopentecostais estão espalhando fake news para tirar o foco do comparsa.

Da mesma forma, não foi sem motivos que toda a bancada de apoio de Bolsonaro votou contra a urgência da votação da lei que torna pedofilia em crime hediondo.

Qualquer um sabe que, em política, não existe acaso, sobretudo quando uma base inteira do governo vota em determinado tema, escancarando qual é a posição do governo diante de tal pauta.

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Lula: “quem tiver uma gota de sangue nordestino não pode votar nesse monstro que governa o país”

“Meu adversário disse que só ganhei dele porque o nordestino é analfabeto. Ele que vá pegar os votos dos milicianos, da quadrilha do Queiroz”.

Em discurso após a caminhada de campanha nesta quinta-feira (6) em São Bernardo do Campo, ao lado do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), do ex-ministro Fernando Haddad (PT) e do deputado federal eleito Guilherme Boulos (PSOL-SP), o presidenciável petista Luiz Inácio Lula da Silva criticou os ataques xenófobos de Jair Bolsonaro (PL) contra a população do Nordeste brasileiro.

Nesta quarta-feira (5), Bolsonaro associou o bom desempenho de Lula no Nordeste nestas eleições a um suposto ‘analfabetismo’ da região: “Lula venceu em 9 dos 10 estados com maior taxa de analfabetismo. Você sabe quais são esses estados? No nosso Nordeste. Não é só taxa de analfabetismo alta ou mais grave nesses estados. Outros dados econômicos agora também são inferiores na região”, disse o atual chefe do Executivo.

Lula, então, falou hoje sobre o lamentável ataque bolsonarista: “Aqui tem nordestino? Levanta a mão. Aqui tem gente que tem parente no Nordeste? (…) Ontem o meu adversário disse que eu só ganhei dele porque o povo nordestino é analfabeto. As pessoas que são analfabetas não são analfabetas por culpa delas. As pessoas que são analfabetas ficaram analfabetas porque esse país nunca teve um governo que se preocupasse com a educação.”

“E eles têm que saber que a gente não quer ser analfabeto porque a gente gosta, ele tem que saber que nós, nordestinos, ajudamos a construir cada metro de asfalto desse país, cada ponte, cada casa. Ele tem que saber que nós não queremos mais passar fome; queremos comer. Não queremos ser apenas pedreiros querendo ser engenheiros. Não queremos apenas ser empregada doméstica. Nós queremos ser médicas, sociólogas, professoras”, complementou o presidenciável petista.

“Portanto, gente, queria pedir para vocês que vocês fizessem um telefonema para os parentes de vocês no Nordeste. Quem tiver uma gota de sangue nordestino não pode votar nesse negacionista, monstro, que governa esse país. Ele tem que aprender uma lição. Ele que vá pegar os votos dos milicianos, daqueles que mataram Marielle. Ele que vá pegar os votos daqueles que são responsáveis pela morte de milhares de pessoas pela pandemia. Ele que vá pegar o voto da quadrilha chefiada pelo Queiroz que ele guardou até agora. Ele que vá pedir voto para aqueles que estão organizando a rachadinha dos seus filhos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Nós, paulistas de honra, nordestinos de honra, mulheres e homens trabalhadores, já tomamos uma decisão: dia 30 de outubro é 13 para governador, é 13 para presidente e Lula e Alckmin para governar esse país”, bradou Lula.

Cidadania x desmonte do país e fake news

Além de falar sobre os ataques de Bolsonaro ao Nordeste, Lula exaltou os resultados atingidos pelos governos petistas e criticou o desmonte promovido pelo atual governo: “O Brasil, no nosso tempo na Pesidência, era a sexta economia do mundo. Fizemos mais universidades do que qualquer outro presidente em qualquer outro tempo desse país, e hoje, não sei se você viu no jornal, ele [Bolsonaro] está cortando do Orçamento quase R$ 900 milhões da universidade, da mesma forma que ele negligenciou a vacina”.

O candidato do PT à presidência falou em recuperar a dignidade do povo brasileiro após o país ter voltado ao mapa da fome com Bolsonaro: “Nós estamos aqui agora porque queremos recuperar o Brasil, e o povo brasileiro só quer algumas coisas simples: primeiro, a gente quer ter o direito e trabalhar, estudar, de tomar café, almoçar e jantar todo dia, a gente quer ter o direito de ter acesso à cultura, ao lazer, de ir ao cinema, ao teatro, de poder participar de tudo aquilo que a gente constrói. A gente quer se vestir bem, comer bem, a gente não gosta só de carne de segunda ou de pescoço de frango. Eu queria dizer para vocês: a gente tinha tirado o Brasil do mapa da fome. A fome voltou. 33 milhões de brasileiros hoje vão dormir toda noite sem ter o que comer. [Para] 105 milhões falta algum problema de proteína para poder atender às necessidades do seu corpo. E o desemprego está caminhando, e as pessoas que estão trabalhando na maioria estão fazendo bico, estão trabalhando em empresas de aplicativo sem documento assinado, sem férias, sem 13º, sem descanso remunerado, não têm nem o Natal e Ano Novo para descansar”.

Lula também criticou a estratégia bolsonarista de difusão de mentiras e fake news para confundir e enganar a população: “Então nós estamos de volta, estamos de volta para recuperar o Brasil para o povo brasileiro. Para, juntos, Haddad e Lula governar o Brasil e São Paulo. Estamos juntos para dizer a vocês que vale a pena. A gente não quer arma, a gente quer livro. A gente não quer mentira, a gente quer a verdade. E aí é que entra a responsabilidade de vocês. Vocês sabem que nosso adversário é especialista em mentir. É sete ou oito mentiras por dia através das fake news, do zap e de qualquer outra forma de conversar com as pessoas. Nesses próximos 24 dias vocês têm que ficar alertas, têm que saber distinguir o que é mentira e o que é verdade, porque a verdade normalmente engatinha, enquanto a mentira corre e voa.”

“E eu preciso de vocês, o Haddad precisa de vocês. Vocês, na verdade, não são cabos eleitorais. A partir de agora vocês são candidatos a governador e candidatos a presidente da República. E até o dia 30 a gente não pode descansar. Não só no celular, mas a gente visitar cada loja, cada banco, cada local de trabalho, cada vizinho. Aquele vizinho que está mal-humorado, vamos discutir com ele e fazer uma comparação entre os governos do PT e do Bolsonaro. Vamos ver quem é que investiu mais na Educação, no emprego, no salário. Sabe quantos anos faz que não aumenta o salário? Quatro anos. Sabe quanto tempo faz que os aposentados não recebem aumento de salário? Quatro ou cinco anos. E nós vamos regulamentar para que a mulher, fazendo o mesmo trabalho, ganhe o mesmo o salário do homem, porque a mulher não pode ser tratada como cidadã de segunda classe”, concluiu.

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Campanha de Lula aciona TSE contra site de fake news e pede “multa máxima” a Bolsonaro

“O site é impulsionado pela campanha de Bolsonaro. É proibido o impulsionamento de propaganda negativa contra outras candidaturas”, diz a campanha.

A campanha do ex-presidente Lula (PT) entrou com uma representação junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (15) pedindo a retirada do ar do site “Lulaflix”, que traz “comprovadas fake news” sobre o petista. “O site é impulsionado pela campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL)”, diz a Coligação Brasil da Esperança.

Foi pedido ao TSE que seja aplicada à campanha de Bolsonaro a “multa máxima” por “impulsionamento de propaganda negativa” contra a candidatura de Lula, o que é “expressamente proibido”.

“Entre as fake news impulsionadas pelo site, está a que associa o ex-presidente Lula ao PCC. No início do mês de setembro, o próprio TSE já aplicou multa a Bolsonaro e determinou a exclusão de conteúdos falsos, que ligavam o candidato Luiz Inácio Lula da Silva à facção criminosa”, argumenta a coligação.

“A bem da verdade, todas as publicações do site, sem exceção, realizam propaganda negativa contra o candidato Luiz Inácio Lula da Silva. O conteúdo de cada uma das postagens na página impulsionada pelos adversários diretos do candidato da Coligação Brasil da Esperança é movido pelo estratagema de distorcer eventos ou descontextualizar informações para sustentar críticas infundadas ao ex-presidente Lula”, dizem os advogados da campanha de Lula.

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Eduardo Bolsonaro prega terror eleitoral divulgando fake news de que Lula quer invadir igrejas

PT já acionou o bolsonarista Marco Feliciano na Justiça por espalhar a mesma mentira nas redes sociais.

Na mesma semana em que o parlamentar bolsonarista Marco Feliciano (PL) admitiu difundir fake news entre religiosos de que o ex-presidente Lula (PT) pretende fechar igrejas evangélicas caso vença a corrida presidencial, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) reforçou a narrativa mentirosa em postagem nas redes sociais nesta sexta-feira (19).

O filho ‘zero três’ de Jair Bolsonaro (PL) publicou foto afirmando, de maneira mentirosa, que “Lula e PT apoiam invasões de igrejas e perseguições de cristãos”. O post contém associações infundadas entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e o governo da Nicarágua, que tem reprimido manifestações religiosas em seu país.

Eduardo e Feliciano tentam emplacar narrativa falsa de que Lula perseguirá religiosos, mas a realidade que se mostrou durante os governos petistas foi exatamente oposta: Lula foi quem sancionou a lei da liberdade religiosa ainda no primeiro ano em que governou o país, em 2003. O petista também sancionou a lei que criou o Dia da Marcha para Jesus, em 2009, proposta pelo então senador Marcelo Crivella, que é bispo da da Igreja Universal do Reino de Deus.

Além disso, nesta quinta-feira (18), a ‘Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito’ – que atua em 20 Estados do Brasil –, formalizou apoio à candidatura de Lula na corrida pelo Palácio do Planalto.

O PT já entrou com interpelação contra Feliciano no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, exigindo uma retratação por espalhar tais mentiras sobre Lula e cobrando esclarecimentos se o parlamentar bolsonarista “possui algum documento que indique ou prove” as acusações. Sobre Eduardo Bolsonaro, o partido ainda não se manifestou até o momento da publicação desta notícia.

Vale lembrar que Michelle Bolsonaro, a primeira-dama, também já fez declarações tentando demonizar Lula e o PT, afirmando que o Palácio do Planalto “por muitos anos, por muito tempo, foi um lugar consagrado a demônios.”

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Bolsonaro em mais crime de responsabilidade e pede que Fux, presidente do STF, seja investigado por defender urna eletrônica

“Fux está no mínimo equivocado, ou é fake news. Deveria então o Fux estar respondendo no inquérito do Alexandre de Moraes, se fosse um inquérito sério”, disse Bolsonaro.

Jair Bolsonaro, que tem ficado cada vez mais isolado politicamente em seus ataques ao sistema eleitoral e às instituições, cometeu nesta terça-feira (2) mais um crime de responsabilidade ao atacar o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

Durante entrevista à Rádio Guaíba, Bolsonaro defendeu que Fux seja incluído no chamado inquérito das Fake News por ter defendido, ontem, a lisura das urnas eletrônicas durante seu discurso de abertura do semestre do Judiciário.

“Fux está no mínimo equivocado, ou é fake news. Deveria então o Fux estar respondendo no inquérito do Alexandre de Moraes [das fake news], se fosse um inquérito sério”, disse Bolsonaro. “Prezado Fux, qual país desenvolvido do mundo adota nosso sistema eleitoral? Que maravilha esse sistema eleitoral que ninguém quer”.

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Repórter é ameaçado por revelar esquema de fake news

Lucas Neiva, do site Congresso em Foco, divulgou esquema pró-Bolsonaro em circulação dentro de fórum anônimo, segundo o GGN.

O jornalista Lucas Neiva, do site Congresso em Foco, teve seus dados pessoais vazados e se tornou alvo de ameaças de morte por ter divulgado um esquema de disseminação de fake news em favor do presidente Jair Bolsonaro.

Neiva divulgou neste sábado (04/06) uma reportagem onde denunciava a tática de produção de notícias falsas a favor do atual presidente no imageboard 1500chan – fórum onde é possível encontrar diversas postagens anônimas com teor antissemita, racista, extremista e disseminadora de teorias da conspiração nas abas relacionadas à política.

Um usuário da plataforma (considerado o mais ativo imageboard brasileiro) se propôs a pagar em criptomoedas pela criação de conteúdo a favor de Bolsonaro que viralizasse na Internet.

O anúncio em questão não só apresentou uma série de instruções para que o conteúdo seja disseminado, como apresentou uma carteira de bitcoins para os interessados em doar para a campanha, e a orientação de que o criador não precisa acreditar no que diz.

Os usuários também propõem medidas sobre como a própria plataforma pode moldar a população a favor de Bolsonaro por meio de propagandas online, com o foco na criação de um “sentimento de ódio contra tudo o que (o ex-presidente) Lula representa e no mínimo a sensação de ‘o Bolsonaro está certo em alguma coisa’”.

Em meio a sucessivos ataques à mídia, os usuários também discutiram a criação de uma biblioteca de material midiático a favor de Bolsonaro, assim como formas de jogar a culpa na oposição pelo desempenho econômico da gestão presidencial.

Com a revelação do esquema, Neiva passou a ser alvo de ataques à sua honra, seus dados pessoais e endereço foram divulgados, além de receber ameaças de morte. A editora do site Vanessa Lippelt também foi citada.

O site Congresso em Foco chegou a ser derrubado pela madrugada, voltando ao ar na manhã deste domingo (05/06). O caso foi registrado na 9ª Delegacia de Polícia de Brasília.

Após a descoberta, o site 1500chan trocou sua interface, tornando-a acessível apenas para usuários que utilizarem ferramentas específicas do navegador, em uma estratégia chamada de “máscara de chumbo”.

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Política

Há uma do bomba como a do Riocentro para explodir no colo de Bolsonaro

Bolsonaro não está nervoso só por conta da iminente derrota na eleição, ele sente de longe o cheiro de isolamento, sobretudo daqueles que patrocinavam seu terrorismo digital, consequentemente, esse é apenas um dos desdobramentos que vão afetar pesadamente a campanha, mas também o futuro de Bolsonaro.

As palavras do presidente do STF, principalmente sendo ele Fux, que nunca foi antibolsonarista, são extremamente graves e dá conta do império de fake news envolvendo Bolsonaro. Em O Globo, Fux destacou a importância de o inquérito das fake news ter sido aberto diretamente pelo STF:

“Vêm ao lume notícias de atos preparatórios de terrorismo contra o Supremo Tribunal Federal. Daí a necessidade de ter sido um processo sigiloso, de algumas notícias terem sido fornecidas dessa maneira genérica.”

O fato é que tudo leva a crer que esse terrorismo acendeu uma outra luz no STF que resolveu agir na calada para descobrir não só os autores e mandantes, mas quem patrocina ou patrocinou, até então, esse terrorismo contra o STF a que se refere Fux.

Ou seja, uma espécie de bomba que Bolsonaro preparava para o STF, assim como a do Riocentro que, num ato terrorista, explodiu no colo dos próprios terroristas.

Existe muito mais coisa envolvendo STF x Bolsonaro do que havíamos julgado até agora. E tudo indica que Bolsonaro pagará um preço extremamente amargo.

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Por uma foto com Putin, Bolsonaro se submete a todas as exigências do Kremlin

Encontro com o presidente russo tenta alimentar a falsa ideia de que o brasileiro tem o respeito dos principais governos do mundo, além de dar “munição” exército de aliados e robôs nas redes sociais.

Em encontro que rendeu foto para usar na campanha eleitoral, Jair Bolsonaro discursou no Kremlin ao lado do presidente russo Vladimir Putin. A fala foi em parte dirigida ao chamado cercadinho. “Compartilhamos de valores comuns, como a crença em Deus e nos valores da família”, disse. “O mundo é a nossa casa, e Deus está acima de todos nós. Pregamos a paz e respeitamos todos aqueles que agem dessa maneira. Paz para o mundo”, declarou ainda. O chefe do governo brasileiro vai usar a agenda na Rússia, um dos símbolos do comunismo no século 20, para “vender” no Brasil uma liderança que não tem.

Paea isso, a foto com Putin era crucial. O presidente brasileiro está isolado e precisa ter o que mostrar na campanha para se contrapor a Luiz Inácio Lula da Silva. Em novembro, o petista foi recebido na Europa por líderes como o presidente francês, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, e o então novo chanceler alemão Olaf Scholz.

Ao mesmo em que tenta alimentar a falsa ideia de que é respeitado por políticos importantes no mundo, Bolsonaro também dá gás ao exército de aliados e robôs nas redes sociais para fomentar a disseminação de fake news ou informações distorcidas.

Já para o presidente da Rússia, o encontro com Bolsonaro (assim como com o argentino Alberto Fernández semanas atrás) foi importante para marcar posição em países da América Latina, o “quintal” dos Estados Unidos. Putin usa “a lógica de dividir o Ocidente, pela qual é melhor incentivar a divisão (dos aliados dos Estados Unidos)”, na avaliação de Giorgio Romano Schutte, professor de Relações Internacionais e Economia da Universidade Federal do ABC (UFABC).

Estratégia: fake news

Em plena crise entre Rússia e Ocidente/Estados Unidos sobre uma “iminente” invasão da Ucrânia que, tudo indica, não vai acontecer, aliados do presidente brasileiro já mostraram a intenção de criar fake news em torno da visita. Ontem. usaram um “recuo” tático de Putin em relação a suas tropas na Bielorússia para dizer que, com sua viagem, Bolsonaro teria evitado a terceira guerra mundial.

A informação bizarra foi divulgada pelo ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, via Twitter. A própria CNN Brasil desmentiu a “informação”, já que foi envolvida por Salles. A emissora postou o desmentido na mesma rede, acusando a “montagem que atribui à CNN a informação de que Bolsonaro evitou a 3ª Guerra Mundial”. A emissora norte-americana afirmou no tuíte que “a frase mentirosa entra como suposta causa do recuo do presidente da Rússia para invasão da Ucrânia”.

Salles e o ministro do Meio Ambiente, Gilson Machado, compartilharam montagem com suposta matéria de capa da revista Time segundo a qual Bolsonaro teve “papel fundamental” na crise entre os países e seria indicado ao Nobel da Paz”.

Tudo por uma foto

essoas como Salles e Machado sabem que essas informações são mentirosas. Mas a intenção é justamente que elas sejam disseminadas em redes sociais, inclsive nos grupos de família de WhatsApp e Telegram. Devido às rígidas regras sanitárias do Kremlin, o governo russo exigiu que Bolsonaro ficasse confinado em seu hotel, em Moscou, até a reunião com Putin.

Mas, antes da reunião, o presidente brasileiro iniciou a visita oficial à Rússia em uma irônica cerimônia em que ofereceu flores no Túmulo do Soldado Desconhecido, como fazem chefes de Estado que vão à Rússia. Fora essa aparente contradição de visitar um túmulo comunista, Bolsonaro teve de fazer cinco testes de covid-19 desde sua saída do Brasil até o encontro com Putin, para poder encontrar o líder russo de perto.

Para obter a foto do encontro, Bolsonaro esqueceu seu combate a medidas sanitárias no Brasil, à ideia de lockdown e isolamento social para combater a pandemia e se submeteu a todas as condições. Sem isso, seria obrigado e se sentar a uma mesa de cinco metros, como fizeram o alemão Olaf Scholz e o francês Emmanuel Macron, que evitaram os protocolos para supostamente evitar terem seu DNA “roubado”.

Já o argentino Fernández, como Bolsonaro, se dispôs a seguir todas as exigências do Kremlin e foi recebido por Putin em encontro “face a face”.

*Com informações da Rede Brasil Atual

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Vitória de Lula nas pesquisas faz Bolsonaro se desesperar e testar controle de fake news

As novas pesquisas de opinião, que confirmam a folga crescente de Lula em relação ao segundo colocado – que está “quase em quinto lugar” – já acirram o processo de comunicação dos seguidores e da família do ex-capitão, informa Olga Curado, do Uol.

A onda de disseminação de fake news está se formando como recurso ansioso e macabro de um governo que deveria estar contratando o caminhão de mudança, mas insiste em resfolegar, de maneira obscena, diante da opinião pública.

O filho 01, o próspero senador Flávio Bolsonaro, publicou, no último domingo, um vídeo editado em que Lula fala a praticantes de religião de matriz africana, relacionando-o a signatário de um pacto diabólico. Teve que tirar do ar. Mas tem gente disseminando a versão do ódio, numa demonstração explícita da dificuldade de se conter a reprodução ilimitada e irresponsável de conteúdos mentirosos e venais.

No jornalismo aprende-se a técnica da edição como recurso para a clarear e dar mais evidência a pontos de vista do entrevistado ou às ideias centrais de um documento. O que não se aprende, porque contraria a prática fundamental da atividade, é selecionar para contorcer, esconder e distorcer a verdade. Mas 01 não é jornalista. É um bem-sucedido dono de franquia e proprietário de mansão em Brasília. A sua habilidade está mais desenvolvida em multiplicar riqueza.

A sordidez com que a campanha eleitoral se descortina vai exigir mais do que a disciplina e o investimento das plataformas digitais. Será mandatório que a Justiça alcance com celeridade todos os públicos que são afetados pelos disparos de mentiras.

É absolutamente visível o desespero que abate o clã.

Como se não bastasse, a vocação para fake news – para mentiras por atacado – o Zero 1 virou media training do minúsculo Queiroga, ficando ao lado dele como escudo que garanta uma mensagem antivacina, pró kit covid, contra o poder da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias para o Sistema Nacional de Saúde), para sinalizar que, caindo o colo dele o questionamento contra a decisão do mínimo Hélio Angotti, que repudia a ciência (por ignorância e dolo), vai se manter fiel contra a ciência.

Aliás vale uma apresentação do tal Angotti, dono do título pomposo de Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde. Tem oito publicações menores no PubMed, não tem curriculum na plataforma Lattes do CNPq. Diz ter inúmeras publicações e livros e se intitula professor. Não há menção de doutorado. Aparentemente, ainda luta para obter um metrado profissional. É o gabarito do funcionário que avalia realizações de cientistas e profissionais sérios, com titulações e reconhecimento internacional. E agora tenta arranjar um emprego na Anvisa.

Por outro lado, o chefe dele, o igualmente mínimo Queiroga, dentro do mesmo padrão de mediocridade que tomou conta da gestão pública da Saúde (com vênia para os que naturalmente se excluem, mas que precisam se mostrar para atestar a exceção à regra), pode sofrer uma inédita exclusão da Academia Nacional de Medicina, depois de ter sido repudiado nacionalmente pelos pares em abaixo-assinado sem precedentes.

Mas há mais pedras no caminho do ex-capitão, além das pesquisas de opinião.

O Brasil do ex-capitão é percebido como mais corrupto desde que ele assumiu o poder, segundo a prestigiosa ONG Transparência Internacional. O discurso da campanha de 2018 cai pelo ralo com o governo federal, enquanto seus minúsculos titulares se dão as mãos, em alegre convescote com dinheiro público, com gastos não auditáveis.

O debate entre oposições, de diversos matizes ideológicos, é prática democrática necessária, a partir da qual se constroem dissensos e consensos, mas não interpõe como argumento do debate a mentira. Sim, a verdade nos libertará.

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Política

A ordem é negacionismo: Bolsonaro se irrita com recomendação de vacinação de militares

Diretriz assinada pelo comandante do Exército sobre imunização segue teor de portaria do Ministério da Defesa.

Coisas do Brasil

A recomendação do Comando do Exército para que militares se vacinem para o retorno ao trabalho presencial e a proibição sobre a disseminação de fake news irritaram o presidente Jair Bolsonaro. Diante da reação, o ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, em uma reunião na tarde desta sexta-feira com representantes das três Forças expôs a contrariedade com a repercussão da diretriz assinada pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, que se choca com posicionamentos do presidente. Bolsonaro não se vacinou e é contrário à exigência do comprovante de imunização.

Na reunião foi discutida a divulgação de uma nota do Exército pontuando que a imunização não é uma obrigação nem condição para retornar ao trabalho. A expectativa no governo é que o comunicado seja publicado ainda hoje.

O documento de oito páginas, assinado pelo comandante no último dia 3, reconhece que o avanço da vacinação permite a possibilidade da normalização das atividades. Entre os 52 itens do texto, o Exército destaca que o retorno ao trabalho deve ser avaliado desde que respeitado o período de 15 dias após a imunização. “Os casos omissos sobre cobertura vacinal deverão ser submetidos à apreciação do DGP (Departamento Geral do Pessoal), para adoção de procedimentos específicos”, diz o texto.

Apesar da irritação do Planalto, a diretriz do Exército segue uma portaria de 29 de novembro do próprio Ministério da Defesa. Assinada pelo general Braga Netto para entrar em vigor no dia 3 de janeiro, a portaria, no parágrafo 3, destaca que os servidores e militares da administração central do Ministério da Defesa, com exceção de pessoas com comorbidades e outros casos específicos, “retornarão às atividades presenciais quinze dias após terem se imunizado contra a COVID-19″.

Outro ponto que incomodou o governo é o trecho em que trata sobre a disseminação de fake news. O documento destaca que “a prestação de informação falsa sujeitará o militar ou o servidor às sanções penais e administrativas previstas em Lei”. A recomendação do Exército é que familiares também sejam orientados a checarem a veracidade das informações.

“Não deverá haver difusão de mensagens em redes sociais sem confirmação da fonte e da veracidade da informação. Além disso, os militares deverão orientar os seus familiares e outras pessoas que compartilham do seu convívio para que tenham a mesma conduta”, diz o texto.

*Com informações de O Globo

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