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Política

Lula indica Flávio Dino para vaga no STF; nome vai para o Senado

Caso seja aprovado no Congresso, Flávio Dino deixará Ministério da Justiça e Segurança Pública para assumir vaga deixada por Rosa Weber.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, para ocupar vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (27/11). O posto foi deixado em vacância com a saída da ministra Rosa Weber, aposentada da Corte no fim de setembro.

Dino foi convocado para uma reunião com Lula no Palácio da Alvorada, nesta segunda-feira, fora da agenda oficial do petista. O chefe do Executivo federal parte esta tarde para giro pelo Oriente Médio e viagem para Alemanha, roteiros que marcam o retorno dele à agenda internacional após a cirurgia no quadril, no fim de setembro.

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Política

Lula decide indicar Flávio Dino para o STF e Gonet para a PGR

O presidente deve formalizar as indicações de Dino e Gonet nesta segunda-feira.

Lula decidiu que indicará o ministro Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal, na vaga aberta com a aposentadoria de Rosa Weber, e o subprocurador Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República. O presidente deve formalizar as indicações nesta segunda-feira (27/11), antes de viajar para a Arábia Saudita, diz Guilherme Amado, Metrópoles.

Dino se reunirá com Lula nesta manhã. Deverá ser comunicado diretamente pelo presidente. Gonet também será avisado antes. A informação sobre as nomeações foi publicada pelos jornalistas Bruno Boghossian e Julia Chaib e confirmada pela coluna.

Na semana passada, auxiliares de Lula chegaram a dizer que Dino havia perdido tração na disputa, devido à necessidade de haver um ministro forte à frente da pasta. Entretanto, prevaleceu o desejo de Lula de ter um aliado com capacidade de articulação política no STF, qualidade que ele vê em Dino.

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Política

“Só agora, depois de 6 mil crianças mortas, os insanos decidem fazer um acordo”, lamenta Lula sobre trégua em Gaza

Presidente Lula afirmou que o planeta está ficando cada vez mais desumano ao comentar a guerra em Gaza.

presidente Lula fez fortes críticas a Israel e à Resistência Palestina por conta da guerra em curso na Faixa de Gaza, lamentando que somente após a morte de milhares de pessoas as partes tenham chegado a um acordo de trégua limitado a apenas quatro dias, diz o 247.

Enfurecido, ele reclamou que só depois de 6 mil mortes de crianças, os “insanos” envolvidos na guerra decidam fazer um acordo. “Precisava matar 6 mil crianças? Fazer reféns? Estamos ficando desumanos, sem sentimento, fraternidade e solidariedade. nascemos para viver em comunidade”, disse Lula durante a cerimônia de anúncio da primeira seleção de propostas do Novo Minha Casa, Minha Vida, em Brasília, nesta quarta-feira (22).

Dezenas de mulheres e adolescentes palestinos mantidos como prisioneiros políticos pelo regime de Israel por períodos que vão de alguns meses a vários anos vão conquistar a liberdade com o acordo desta quarta-feira (22) para a libertação de 50 reféns israelenses mantidos em Gaza pelo grupo militante Hamas.

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Política

Lula condecora embaixador da Palestina no Brasil com o mais alto grau da Ordem do Rio Branco

Ibrahim Mohamed Alzeben recebeu homenagem concedida a quem presta serviços ao país ou tem méritos por feitos excepcionais.

Em um gesto de reconhecimento diplomático, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condecorou, nesta terça-feira (21/11), o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Mohamed Alzeben, com o mais alto grau da Ordem do Rio Branco, a Grã-Cruz.

A cerimônia de entrega da honraria ocorreu em um momento marcado pela intensificação do conflito no Oriente Médio, com Israel promovendo ataques contra a população palestina na Faixa de Gaza.

Após a conclusão da repatriação de um grupo de 32 brasileiros vindos de Gaza, Lula subiu o tom das críticas contra Israel. O mandatário brasileiro declarou, nos últimos dias, que as forças israelenses estão matando inocentes “sem critério nenhum” e que ele nunca soube que “crianças fossem vítimas preferenciais numa guerra”.

O governo brasileiro também já identificou o conflito como “genocídio contra os palestinos” e defendeu a criação do Estado Palestino no Conselho de Segurança da ONU.

Além de condecorar Alzeben, Lula também entregou a honraria a diversas outras figuras de destaque, como os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, a primeira-dama, Janja, e o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips.

Este ano também receberam homenagens o ativista indígena Raoni Metuktire, o cantor Chico César, o padre Júlio Lancellotti e a escritora Conceição Evaristo.

Criada em 1963, a Ordem de Rio Branco é concedida a quem presta serviços ao país ou tem méritos por feitos excepcionais.

*Opera Mundi

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Opinião

Milei isola Lula? Sargento Garcia prendeu o Zorro?

Quer ter uma aula gratuita de falta de inspiração, para não dizer burrice aguda?

Às vezes, algumas pessoas, travestidas de jornalistas, por saberem que as redações nesse país estão cada dia mais mal frequentada, exageram na dose.

É de lascar essas aulas online de falta do que dizer para buscar leitores a laço.

Pra quem gosta de carboidrato jornalístico, reserve a vaga nesse tipo de material sensacionalista.

Milei tem lá bola para isolar Lula?

Digite a biografia de Milei e a de Lula, e compare os perfis.

Ai meu santo Cristinho, em que bobajada está mergulhada a imprensa brasileira! Essas especulações sem qualquer procedência, só tem como resultado a lata do lixo. Nem vale a pena comentar. Não vale mesmo.

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Política

Lula conversa com presidente de Israel e avisa que Brasil apresentará nova lista com brasileiros que desejam deixar Gaza

Uma nova lista de brasileiros e parentes palestinos está em elaboração e será apresentada pelo Brasil. A informação foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente de Israel, Isaac Herzog, em conversa telefônica que durou 40 minutos nesta quinta-feira (16). Lula agradeceu a Herzog pela liberação de 32 nacionais, que chegaram a Brasília na última segunda-feira, após atravessarem a fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito.

De acordo com o Palácio do Planalto, o presidente de Israel revelou sua preocupação com os reféns sequestrados pelo grupo extremista Hamas, entre eles diversos latino-americanos. Herzog pediu que o presidente Lula reforce o apelo pela sua libertação, em articulação com outros países da América Latina.

Lula reafirmou a posição do Brasil em defesa de dois Estados, o de Israel e o da Palestina, “vivendo lado a lado, com fronteiras seguras e mutuamente aceitas”. Lembrou que o governo brasileiro defende uma ampla reforma da governança global, que também seja voltada e eficiente para a prevenção e resolução de conflitos como o que se prolonga no Oriente Médio.

“Além de se comprometer com o pedido, o presidente Lula recordou que já fez apelos pela libertação de todos os reféns em contatos mantidos com vários líderes do Oriente Médio (Irã, Emirados Árabes, Turquia, Catar, Egito, Autoridade Palestina), além de França, Rússia e Índia. Informou ter realizado videoconferência com familiares israelenses dos reféns”, diz nota divulgada pelo Planalto, diz O Globo.

Sobre a nova lista em elaboração, Lula afirmou estar certo de que continuará a contar com o apoio do governo de Israel para que essas pessoas consigam atravessar a fronteira entre Gaza e o Egito. Ouviu do presidente Herzog que serão feitos todos os esforços para que esses cidadãos possam sair de Gaza com a devida rapidez.

“O presidente Lula reafirmou a tradição pacífica do Brasil, onde judeus e árabes sempre conviveram em paz. Reafirmou, ainda, repúdio a atos de antissemitismo e reiterou o empenho do governo brasileiro para coibir essas manifestações”, destacou o Palácio do Planalto.

Disse que uma de suas grandes preocupações, em meio à crise humanitária em Gaza, e com a perda de civis, especialmente crianças.

Ainda há uma demanda de mais de 60 pessoas que pedem para entrar em uma segunda lista. Lula quer que o Brasil seja o mais flexível possível, liberando o ingresso no país, por exemplo, de cidadãos em graus de parentesco a partir do segundo grau, como irmãos.

A questão é que as regras a serem estabelecidas não são do Brasil. Por isso, o governo brasileiro conversa com autoridades israelenses, egípcias e palestinas: é preciso conhecer bem as condições exigidas para que seja possível aos estrangeiros sair da zona de conflito entre Israel e o grupo extremista palestino Hamas.

Em uma avaliação interna, a previsão é que essa segunda fase pode ser demorada. Se Israel não atender à resolução aprovada na última quarta-feira pelas Nações Unidas, que prevê pausas humanitárias para o ingresso de suprimentos e a saída de estrangeiros de Gaza, a autorização para a saída de cidadãos brasileiros e seus parentes deve levar, pelo menos, duas semanas.

Além disso, a saída de brasileiros e parentes de Gaza vai significa uma mudança radical, que terá como bojo a vinda para um país com o qual muitas pessoas que querem fugir da região têm vínculo limitado. Entre as dificuldades a serem solucionadas, por exemplo, é a falta de documentação.

Os dois presidentes não comentaram as críticas de Lula a Israel feitas recentemente. Uma delas é que a “atitude” de Israel com mulheres e crianças é “igual a terrorismo”, em referência aos bombardeios à Faixa de Gaza, que já deixaram mais de 18 mil mortos, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

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Mundo

Lula sobe tom contra Israel porque EUA não conseguem parar Netanyahu, diz mídia brasileira

A diplomacia tem seus limites e vai usar as palavras que lhe são permitidas, mas Lula como líder político tem a chance de falar mais francamente, analisa jornalista brasileiro. Para presidente, o premiê israelense está “fora de controle” e nem mesmo Washington consegue controlá-lo, diz portal de notícias.

Em meio às tratativas para repatriação do grupo de 34 brasileiros que estavam na Faixa de Gaza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu algumas declarações sobre a guerra entre Israel e Hamas, no entanto, com um tom mais suave. Após a chegada dos brasileiros, o mandatário passou a dizer mais o que pensa.
Ontem (14), Lula disse que “é verdade que houve ataque terrorista do Hamas, mas o comportamento de Israel é igual ao terrorismo”.

“A atitude de Israel é igual terrorismo, não tem como dizer outra coisa. Israel, para atacar o monstro, está jogando bombas em crianças. Temos que matar o monstro sem matar as crianças”, afirmou o presidente durante o programa Conversa com o Presidente no qual é entrevistado pelo jornalista Marcos Uchôa.

A campanha israelense está sendo apoiada pelos Estados Unidos e seus aliados ocidentais, não só na mídia, como através do envio de armas. Na visão do colunista do UOL, Kennedy Alencar, “Lula sobe o tom contra Israel porque os Estados Unidos não conseguem parar Netanyahu e isso só agrava o conflito”.

Para o jornalista, Benjamin Netanyahu não dá ouvidos aos democratas norte-americanos e pelo fato de o premiê não ouvir seu maior aliado, Lula pensa que a situação tende a piorar, uma vez que o líder israelense “está fora de controle”.

“Netanyahu não ouve [o presidente] Joe Biden, e o [secretário de Estado] Antony Blinken já pediu há alguns dias para Israel dar uma aliviada, mas o governo de Israel não alivia. Isso significa que o maior aliado de Israel não consegue interromper a escalada da guerra […] Netanyahu não está nem aí para os democratas […]”, afirmou o jornalista.

“A diplomacia tem os limites dela e o Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores, vai usar as palavras que a diplomacia permite. Lula é um líder político e tem que ter uma posição política […]”, continuou.

Com esse contexto, o líder brasileiro acredita que a pressão internacional sobre Netanyahu deve aumentar, e por isso, tem elevado o tom sobre as declarações.

“Lula acha que há uma captura do governo pela extrema direita. Netanyahu é o Bolsonaro de Israel e ele falou Estado de Israel porque o Judiciário e o Legislativo não param o massacre que está acontecendo em Gaza. Então, Lula fez a mais grave e mais forte declaração sobre o conflito quando falou da equivalência entre o que o Hamas fez e o que Israel está fazendo”, escreve o colunista.

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Política

Lula endureceu críticas contra Israel ao longo de quase 40 dias de ataques em Gaza; veja histórico de declarações

O discurso de Lula sobre a guerra entre Israel e o Hamas passou por mudanças ao longo de quase 40 dias de conflito. O presidente subiu o tom após concluir a repatriação dos cidadãos brasileiros e palestinos em processo de naturalização que solicitaram retorno ao país.

Ao receber o grupo de repatriados em Brasília, Lula voltou a classificar os ataques de Israel a Gaza como terroristas, equiparando à ofensiva do Hamas no dia 7 de outubro.

“Se o Hamas cometeu um ato de terrorismo e fez o que fez, o Estado de Israel também está cometendo vários atos de terrorismo ao não levar em conta que as crianças não estão em guerra; ao não levar em conta que as mulheres não estão em guerra; ao não levar em conta que eles não estão matando soldados, estão matando junto crianças”, discursou Lula. “Não estão matando soldados, estão matando junto crianças”.

O número de mortos em Gaza superou os 11 mil, segundo informações do Ministério da Saúde em Gaza. Desse total, 5 mil são crianças. “Tem mais de 1,5 mil crianças desaparecidas que certamente estão no meio dos escombros”, destacou o presidente brasileiro.

Enquanto o avião voava em direção ao Brasil, Lula fez um discurso enfático sobre a maneira como os palestinos estão sendo tratados. Afirmou que Israel está “matando inocentes sem nenhum critério” e que as consequências dos ataques israelenses são tão graves quanto foi o ataque do Hamas no dia 7 de outubro, que deixou cerca de 1,2 mil israelenses mortos, 240 sequestrados e serviu de pretexto para o massacre que Israel vem protagonizando em Gaza.

Com duas semanas, Lula classifica ataques do Hamas de terrorismo e reação de Israel de ‘insana’

Cobrado por um posicionamento em relação aos ataques do Hamas contra Israel no dia 7 de outubro, que resultaram na morte de cerca de 1.400 pessoas, o Ministério das Relações Exteriores se manifestou no dia 12 de outubro por meio de uma nota em que explicou a motivação do governo Lula para não adotar a classificação de grupo terrorista ao se referir ao Hamas.

“No tocante à qualificação de entidades como terroristas, o Brasil aplica as determinações feitas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, órgão encarregado de velar pela paz e pela segurança internacionais, nos termos do Artigo 24 da Carta da ONU”, disse a pasta no comunicado.

Na véspera do comunicado, um requerimento assinado por 61 deputados bolsonaristas, entre representantes do PL, Podemos, MDB, PSD e Republicanos, cobraram que o governo Lula (PT), por meio do Itamaraty, reconhecesse o Hamas como uma “organização terrorista”.

Uma semana após a divulgação da nota, no dia 20 o presidente brasileiro classificou pela primeira vez os atos de Hamas como terrorismo e classificou a reação de Israel como “insana”.

Em discurso durante a cerimônia de 20 anos do Bolsa Família, Lula chamou a atenção para o número de crianças mortas no conflito pelos ataques israelenses. “Hoje, quando o programa completa 20 anos, fico lembrando que 1.500 crianças já morreram na Faixa de Gaza. Que não pediram para o Hamas fazer ato de loucura que fez, de terrorismo, atacando Israel, mas também não pediram que Israel reagisse de forma insana e matassem eles. Exatamente aqueles que não tem nada a ver com a guerra, que só querem viver, que querem brincar, que não tiveram direito de ser criança.”

Na terceira semana, presidente classifica guerra como ’genocídio’ e diz que Netanyahu quer ‘acabar com a Faixa de Gaza’
No dia 25 de outubro, Lula usou pela primeira vez o termo “genocídio” para classificar os ataques de Israel contra Gaza em uma endurecimento do discurso contra a reação desproporcional de Israel em relação aos ataques do Hamas.

“Não é uma guerra, é um genocídio que já matou quase 2 mil crianças que não têm nada a ver com essa guerra, são vítimas dessa guerra. E sinceramente, eu não sei como um ser humano é capaz de guerrear sabendo que o resultado dessa guerra é a morte de crianças inocentes”, disse.

Naquele dia, Lula tinha uma conversa por telefone com o emir do Qatar como parte do esforço diplomático para a repatriação de brasileiros, diante do impasse entre as autoridades sobre a abertura da fronteira com o Egito. Naquele momento, o presidente brasileiro já havia conversado com líderes de diversos países, incluindo Israel, Autoridade Palestina, Egito, Irã, Turquia, França, Rússia e Emirados Árabes, com o objetivo de mediar uma solução para o conflito.

Naquele momento, o número de mortes em Gaza pelos ataques israelense já se aproximava de 5 mil pessoas. Dois dias depois, durante um café da manhã com jornalistas que cobrem a Presidência da República no Palácio do Planalto no dia 27, Lula endureceu novamente o discurso ao afirmar que o objetivo do primeiro-ministro de Israel seria “acabar com a Faixa de Gaza”.

“Agora, o que nós temos é a insanidade do primeiro-ministro de Israel querendo acabar com a Faixa de Gaza, se esquecendo que lá não tem só soldado do Hamas, que lá tem mulheres e crianças, que são as grandes vítimas dessa guerra”, disse. Na ocasião, o presidente brasileiro deixou claro que seu governo não considera o Hamas como um grupo terrorista, apesar de adotar essa classificação para o ataque do dia 7.

“Não queria que a imprensa brasileira tivesse dúvidas sobre o comportamento do Brasil. Ele só reconhece como organização terrorista aquilo que o Conselho de Segurança da ONU reconhece. E o Hamas não é reconhecido pelo Conselho de Segurança da ONU como uma organização terrorista, porque ele disputou eleições na Faixa de Gaza e ganhou. O que é que nós dissemos? Que o ato do Hamas foi terrorista”, disse Lula.

*Opera Mundi

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Opinião

Lula disse o que tinha que ser dito: Israel é um Estado terrorista

Confederação Israelista do Brasil diz que a fala de Lula sobre o terrorismo nazisionista é perigosa. Imagina então o perigo que é a ONU que deu direito aos sionistas de ter um Estado, acusar esse mesmo Estado de criminoso de guerra, inúmeras vezes?

O Estado terrorista de Israel matou muito mais de CINCO MIL CRIANÇAS no genocídio que provoca em Gaza, mas acha perigoso, Lula dizer a verdade sobre os monstros sionistas.

Na verdade, a grita do sionismo tropical contra Lula, é por Lula tratar crianças palestinas como crianças e não como o Zimbório nazisionista as trata, como alvo preferencial dos monstros do exército terrorista de Israel.

Confederação Israelista afirmou que a comparação sobre terrorismo feita pelo presidente Lula em relação a Israel e o Hamas é “equivocada e perigosa.

Verdade. Nem de longe o Hamas conseguiu chegar perto das atrocidades feitas pelos sionistas do Estado Terrorista de Israel.

A Conib, diz que Lula estimula seus seguidores uma visão distorcida e radicalizada do conflito.

Em 1º lugar, não é conflito, é genocídio promovido pelo Estado Terrorista de Israel contra civis palestinos Em 2º, Lula não está propondo visão. É a realidade nua e crua que grita.

O resto da nota da confederação Israelita é um rebotalho sionista já martelado e que não tem credibilidade nenhuma no planeta.

Para o Conib, a fala de Lula, “equivocada, injusta e perigosa”, é essa: a palavra paz. Tudo que os sionistas odeiam. Os nazisionistas de Israel têm tara por sangue de crianças e mulheres palestinas.

Por isso, eles estão há 75 anos massacrando a população civil palestina para roubar-lhes as terras, as casas e as riquezas. Esse povo sofrido.

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Política

“Israel joga bombas onde tem crianças e mata inocentes sem nenhum critério”, diz Lula

Presidente declarou que reação do governo israelense é tão grave quanto os ataques de 7 de outubro do Hamas, que ele classificou como atos terroristas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (13) que Israel bombardeia locais onde há crianças e mata inocentes sem critério algum.

“Eles estão matando inocentes sem critério nenhum. [Israel] joga bomba onde tem criança, onde tem hospital, a pretexto que um terrorista está lá. Não tem explicação”, declarou Lula durante evento em Brasília.

“A quantidade de mulheres e crianças que já morreram e a quantidade de crianças desaparecidas, a gente não tem conhecimento em outra guerra. Nessa guerra, depois do ato provocado, e eu digo ato de terrorismo do Hamas, as consequências, as soluções de Israel, é tão grave quanto foi a do Hamas.”

A CNN procurou a Embaixada de Israel para comentar as declarações do presidente Lula e aguarda retorno.