Débora Rodrigues, vendida pelo Estadão e congêneres como uma mãe simplória, beirando à inocência infantil, é ridículo. Ela t
em formação superior em administração de empresas e é articulada na exata medida de sua formação profissional.
Não tem nada de bobinha, inocente, desavisada ou coisa que o valha.
Ela sabia exatamente o que foi fazer no acampamento golpista, antes do terrorismo, assim como depois do ato criminoso em que ela foi parte ativa, junto com outros, segundo suas palavras, Patriotas.
Basta esse termo “patriotas” para entender que ela é parte do gado. premiado.
Não tem nada de passeio desinteressado na praça dos Três Poderes, onde ela chegou chegando e saiu como qualquer outro golpista que tinha uma missão de emplacar um golpe que deveria ser cumprida, assim foi feito.
Ou seja, não passam de adereços carnavalescos o batom, a estátua, e o restante do circo demagogo de 5ª categoria que a mídia armou em defesa da impunidade de Bolsonaro.
Veículos da indústria jornalística, como a revista Veja, insistem em apresentar cenário negativo do governo Lula, apesar dos avanços.
Mídia e governo Lula: avanços ignorados Colocadas lado a lado, as duas capas da revista Veja mostram, no mínimo, uma indisposição com o governo Lula e apoio à política do ex-ministro Paulo Guedes.
A capa da edição 2718 da revista Veja, de 23 de dezembro de 2020, trazia a manchete “Ano da Virada” se referindo à promessa de Paulo Guedes do PIB crescer 4% no ano seguinte. À época, o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu R$ 7,6 trilhões em 2020, com queda de 3,3% ante 2019. O PIB per capita chegou a R$ 35.935,74. A Agropecuária cresceu 4,2%, a Indústria caiu 3,0% e os Serviços caíram 3,7%. O consumo das famílias caiu 4,5%.
De fato, o PIB cresceu mais de 4% em 2021, devido ao aumento da demanda interna, à recuperação do setor de serviços e à flexibilização das medidas de restrição da pandemia de COVID-19, por conta da chegada das vacinas em março daquele ano. Vacinas, aliás, que o governo da época fez de tudo de para evitar e criminalizar.
O que chama a atenção para a capa é o voto de confiança no então ministro da Economia, Paulo Guedes. É uma foto do ministro com o olhar confiante e postura de quem está “pronto para ação”. Não há composição de imagens e truques de edição.
Mídia e Governo Lula: corta para 2025 Edição que mostra a indisposição da relação mídia e governo Lula. A capa da edição 2935 da revista Veja, de 14 de março de 2025 traz o presidente Lula dirigindo um suposto trem verde e amarelo, uma alusão à condução do país. A imagem é uma montagem e o trem de alta velocidade percorre trilhos perigosos, de madeira, quase despencando em um precipício.
Ao contrário do cenário negativo de 2020, os números da economia brasileira são positivos. Na semana de publicação da revista, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,2% no quarto trimestre deste ano em comparação com o terceiro. Em 2024, o PIB cresceu 3,4% de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior alta desde 2021.
PIB cresce 3,4% em 2024; maior alta desde 2021
Ao contrário do resultado de 2021, em que o crescimento aconteceu após o ano de retração por conta da Covid-19, o crescimento de 2024 em relação a 2023 foi de crescimento sobre crescimento.
“Foi o quarto ano de crescimento consecutivo após o auge dos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre a economia brasileira e acima das expectativas do mercado do início de 2024”, segundo nota publicada pela Secretaria Executiva do Ministério do Planejamento e Orçamento.
“O crescimento da indústria e dos serviços foram o destaque no lado da oferta. Na ótica da demanda, todos os componentes registraram variação positiva: consumo das famílias acumulou alta de 4,8%; consumo do governo com expansão de 1,9% e o investimento mantendo taxas positivas no acumulado em quatro trimestres, pela segunda vez consecutiva”, diz a nota.
“De 2022 a 2024, o PIB cresceu em todos os trimestres. Esse resultado é superior às estimativas do início de 2024 (+1,59% – Focus de 05/01/2024). O PIB per capita variou, em termos reais, 3,0% em 2024, alcançando R$ 55.247,45 no total do ano e R$ 4,6 mil em valores mensais”, ressalta o texto do Ministério do Planejamento e Orçamento.
Ao contrário da capa do Paulo Guedes, a capa do Lula no trem desgovernado passa a sensação de desconfiança, de falta de direção, do país indo para o abismo, mesmo com números positivos.
O que explica a capa da revista Veja é velho ranço da relação mídia e governo Lula.
Mídia e governo Lula: velha relação de má-vontade Não foi a primeira vez que a relação mídia e governo Lula pendeu para a visão negativa dos dados da economia.
Em artigo publicado originalmente no Estadão (e disponível nas redes sociais), o professor titular da USP, Eugênio Bucci, chamou a atenção para o que ele chamou de “manchetes adversativas”: o PIB cresceu, mas….
Na mídia, a adoração por FHC segue até hoje intacta.
O mais puro dos neoliberais é o príncipe das redações nativas. Difícil é explicar o porquê.
As alarmantes taxas de desempregos jogavam na sarjeta milhões de brasileiros.
Inflação e juros chegaram a 35% e 45%. Divida externa sugando 30% de toda a produção interna do País (PIB)
Dívida pública nem tem graça comentar, pois, naquele período, chegou a ultrapassar a cifra de R$ 328 bilhões, depois da privataria criminosa.
A corrupção era moeda corrente no governo FHC.
Exportações em total declínio, por conta de um câmbio artificial que tirou completamente a capacidade do Brasil disputar o mercado internacional.
Fome, miséria, desemprego no segundo mandato de FHC alarmavam o mundo.
O alto índice de corrupção política, desviou investimentos das áreas da saúde, educação, transportes etc.
Tais ações corruptivas colocaram o Brasil nesse momento entre os países do mundo que possuíam os maiores níveis de desvios de verbas públicas do planeta.
As desigualdades sociais estavam alarmantes e o IDH (índice do desenvolvimento humano que mede a expectativa de vida da população, o grau de escolaridade, sanitarismo e renda per capita) do ano de 2001, da Organização das Nações Unidas, mostrou que o Brasil ocupava a 69° posição entre 162 países.
O agravando com o aumento da má distribuição de renda por todo o país gritava!
Segundo um relatório da ONU de 1999, os 20% mais pobres do Brasil detinham apenas 2,5% da renda nacional, ao passo que os 20 % mais ricos possuíam 63,4%.
A estagnação econômica foi covarde e parou o país.
Mas FHC, com o aplauso da grande mídia, criou o Proer, a Bolsa Banqueiro para tirar da falência os maiores agiotas do país.
Como forma de tentar salvar estes os bancos, FHC, autorizou o repasse de dinheiro público para as instituições financeiras chamando de “auxílio econômico” pra banqueiro quebrado
Uma pesquisa realizada pela OMS – Organização Mundial da Saúde revelou que os serviços da saúde pública brasileira na era FHC, eram piores do que os de alguns países periféricos, como Paraguai e El Salvador. Entre 191 nações, o Brasil ocupava a 125° posição em qualidade do sistema de saúde.
Na América, o Brasil ocupou a 30° posição entre 35 países.
Foi esse caco de país que Lula herdou de FHC.
Mas para a mídia, Lula é o alvo de pesadas críticas doentias, enquanto FHC, nos seus dois mandatos era, nas redações a própria Vaca Sagrada.
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Ora, ora, que surpresa nenhuma as previsões compradas pela mídia a peso de ouro contra a economia brasileira darem com a cara na porta.
O Índice de Atividade Econômica (IBC-BR) do Banco Central, considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), registrou expansão de 3,8% em 2024 na comparação com o ano anterior, informou a instituição nesta segunda-feira.
O ritmo de crescimento do consumo das famílias e da formação bruta de capital fixo [taxa de investimentos] evidencia uma demanda interna crescendo em ritmo bastante intenso.
Ministério da Fazenda, que avaliou, na semana passada, que o ritmo de crescimento surpreendeu mais uma vez em 2024, citou os seguintes indicadores:
O desemprego atingiu patamar histórico mínimo em cenário de expansão da população ocupada e força de trabalho; Houve aceleração no ritmo de expansão das concessões de crédito;
Pela perspectiva da demanda, o crescimento do consumo e o ritmo de recuperação dos investimentos foram surpresas positivas, contrabalanceando a contribuição negativa vinda do setor externo;
Do lado da oferta, a expansão da indústria e dos serviços mais que compensou o recuo na atividade agropecuária em 2024;
Na indústria, o crescimento foi impulsionado pela recuperação da transformação e da construção;
A aceleração no ritmo de crescimento do setor de serviços refletiu o crescimento das atividades de comércio, informação e comunicação e dos serviços prestados às famílias.
É como escrevi ainda hoje sobre os especuladores do caos. Quem segue guru fanfarrão de mercado futuro não precisa de charlatães como Infomoneys da vida.
Uma mídia, que diante do governo Lula, ouve o galo cantar mas não sabe aonde. Quando descobre, já foi.
Comprometida com os banqueiros da Faria Lima como André Esteves e outros bichos soltos da agiotagem nacional, os barões da mídia estão perdidos na caça a Lula.
Esteves, todos sabem, é uma espécie de tubarão que vive a espreita para não perder oportunidade que os próprios banqueiros criam para saquear o país, mas a mídia que está sempre a serviço dele está cada dia pior. Cada dia mais mentirosa e atrasada.
É um dos sinais mais claros que a direita está batendo cabeça diante de uma luz crua.
Quanto mais fabrica fatos, mais se mostra obsoleta diante de um governo que busca efetivamente soluções para a vida prática dos brasileiros.
O própria boia que ela faz de um morto vivo como Bolsonaro para tentar frear a escalada popular de Lula, revela que a mídia está oca como uma árvore velha virando abrigo de gambas, tatus, ratos e cobras.
Essa gente está prisioneira saudosista da guerra fria. Lula, tá lá na frente. Longe da vista de quem perdeu a visão espacial do mundo. Como esse anacronismo de pedra quer barrar Lula pra 2026, realizando apenas asneiras editorialistas?
Um frotão desses vaza qualquer coisa, porque esse revestimento é só pra inglês ver. Isso não faz nem cosquinha em Lula.
Quem consegue ser mais urubuzento na mídia antipetista?
A disputa é dura.
Não pela qualidade dos argumentos que nem existem, mas pela gesticulação dos braços e a pressa em dar notícias ruins para a sociedade brasileira em tom solene-tosco.
O importante é fechar os olhos da audiência fretando opiniões de “economistas” de salão da Faria Lima.
Aqui na terra das lendas urbanas, há um estranho caso de uma “economia aos cacos” que só apresenta números reais opostos ao que está na língua de trapo dos neoliberais via lixo achista.
Convence mas não vence.
Esse é o dilema de quem fala ao próprio fígado.
No final da peleja discursiva, o governo Lula tem levado todas de braçada.
O arco de alianças contra o governo na mídia, consegue convencer as pessoas, mas não consegue vencer a realidade.
Não sei se isso é um fenômeno exclusivo do Brasil, mas criar fantasmas contra o país, é tradição da Casa Grande.
Aí, é asneira de pedra, todo santo dia no universo corporativo, a começar pela mídia.
Todo esse melancólico tremelique da mídia sobre a inflação, que passou um cisco da meta, é falta de discurso para enfrentar Lula que será candidato à reeleição em 2026.
Mídia alardeia: Índice oficial de inflação do Brasil, o IPCA, fechou o ano passado em 4,83% e ficou fora do limite.
Mas qual era esse limite tão propalado pelos jornalões? 4,5%.
Mas qual foi a inflação que Lula herdou de Bolsonaro via o posto Ipiranga Paulo Guedes que jamais leu uma nota crítica a ele na mídia? 5,79%.
Mas não para aí.
A inflação oficial do governo Bolsonaro fechou 2021 em 10,06% Alguém se lembra de uma notinha qualquer na mídia descascando Bolsonaro ou Paulo Guedes?
Para deixar a mídia em total desespero, pesquisa de hoje mostra que Lula lidera com folga intenções de voto para 2026.
A resenha sobre o prêmio de melhor atriz, merecidamente, dado à Fernanda Torres, o Globo de Ouro, limita-se a isso.
O enredo não está disponível na impecável cobertura feita pela midia sobre a premiação. Porque, quem quiser assistir a uma aula de dissimulação, observará que, nos diálogos que ocorrem sobre o filme, a coisa está limitada zpenas à premiação da atriz brasileira, Fernanda Torres.
O porquê da premiação e o enredo do filme, extraído do livro, homônimo de Marcelo Rubens Paiva, Ainda Estou Aqui, são absolutamentamente censurados pela mídia corporativa, mídia esta, que é bom lembrar, apoiou solenemente o golpe de 1964, que é o foco principal da trama do longa metrgem exibido em tela.
Mas o absurdo não para aí, Marceclo Rubens Paiva fez questão de textualmente dizer nas redes sociais.
“Tenho dito! Por conta da Comissão da Verdade, tive elementos para escrever o livro Ainda Estou Aqui, agora temos esse filme deslmbrante. E Dilma pagou um preço alto pelo necessário resgate da memória.”
Provavelmente a midia sabe que a memória da ditadura militar e do golpe que Dilma sofreu em 2016, em que se uniram militares golpistas, grande mídia e os cavaleiros do apocalipse, Eduardo Cunha, Aécio Neves e Michel Temer, não é algo convenientte para ser lembrado.
A ordem na grande mídia foi, garanta todos os holofotes no talento dramático de Fernanda Torres sem, com isso, harmonizar o kit macabro que traz o enredo do filme.