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PL confirma, é o Partido Ladrão

O PL é um suco de corrupção. Todo santo dia enfrenta com a PF uma nova operação.

Não é sem razão que a população já o define como Partido Ladrão. Começa com o cacique da corrupção que comanda o partido e chega nos comédias do PL, que dizem não serem corruptos, quando, na verdade, no PL, corrupção é sinônimo de religião.

A legião de bandidos, flagrada com muito dinheiro na mão, com rachadinha, peculato, chocolate e mansão, jorra como um vulcão. Se fossem pobres, seria o partido do safanão., do enquadro e do esculacho. Mas como é um partido do “cidadão de bem”, os congressistas do PL, nada fazem pelo país, mas para roubar, fazem até  plantão.

Na verdade, nesse país, nunca se viu um partido como o PL. Cínico, larápio, moralista e, consequentemente, ladrão. Todos, sem exceção, ou é ladrão ou filho de ladrão.

Até os adoradores de pneu, de ETs e terra plana, sabem disso;

Com a queda do mito cagão, que faz da prisão a sua nova mansão, não poderia ser comandante de outro batalhão que não fosse formado só  por ladrões, com todo tipo de corrupção, Sóstenes e Jordy, que hoje ocupam as manchetes do jornalismo mundo cão, são somente mais dois espertos desse mar de corrupção.

Na realidade, são somente a ponta de um iceberg que mostra que o fundo do poço está dois andares acima desse partido de ladrões.


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PL da Dosimetria: esquerda vence batalha digital, com sete vezes mais posts do que o bolsonarismo, diz relatório

Mobilização favorável à gestão petista repete um cenário próximo ao observado após a aprovação da PEC da Blindagem

O debate digital sobre a aprovação do projeto de lei da Dosimetria, que prevê a redução de pena para o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus por atos golpistas, foi dominada por postagens de apoiadores do governo Lula. Segundo relatório da consultoria Bites, publicações governistas foram quase sete vezes mais frequentes que posts do bolsonarismo sobre o tema. De acorrdo com O Globo, mobilização favorável à gestão petista repete um cenário próximo ao observado após a aprovação da PEC da Blindagem.

Desde terça-feira, o PL da Dosimetria foi mencionado mais de 1,8 milhão de vezes nas redes sociais. Foram geradas 24 milhões de interações, com o pico tendo ocorrido na quarta-feira.

A versão do PL da Dosimetria aprovada na madrugada de quarta-feira pela Câmara, e que segue para análise no Senado, acelera o cumprimento da pena de Bolsonaro no caso da tentativa de golpe, mas mantém como remota a possibilidade de que ele volte a disputar uma eleição.

A articulação para a votação do projeto, que diminuiria pela metade o tempo de Bolsonaro no regime fechado, ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se apresentar como o nome escolhido pelo ex-presidente como candidato do campo da direita nas eleições presidenciais de 2026.

A proposta foi aprovada com 291 votos a favor e 148 votos contrários. Os votos contra o projeto ficaram restritos à base de partidos mais ideologicamente ligados ao governo, como o PT, o PSOL, o PDT e o PSB. No caso das duas primeiras siglas, a votação foi unânime contra a proposta, enquanto o PDT e o PSB tiveram apenas um voto favorável cada um.

Por outro lado, o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro deu 75 votos favoráveis e apenas um contrário. Em geral, os partidos do Centrão apoiaram em peso a proposta. O MDB, por exemplo, que tem três ministros no governo Lula, deu apenas cinco votos contra o PL da Dosimetria. Em outros partidos mais à direita, como o União e o PP, o nível de divergência foi ainda menor: foram quatros votos contrários no União Brasil e apenas dois no PP.


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O Dia em que Michelle Bolsonaro Pediu que o PL Orasse por Alexandre de Moraes e o Perdoasse

O episódio ocorreu em 2 de dezembro de 2025, durante uma reunião fechada da bancada do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, em Brasília. Segundo relatos de parlamentares presentes, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tomou a palavra de forma inesperada e surpreendeu os presentes ao pedir que os deputados orassem pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e que o perdoassem.

O momento gerou um silêncio constrangedor na sala, dado o histórico de críticas e tensões entre a família Bolsonaro e o ministro, que é relator de inquéritos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, como o suposto plano de golpe de Estado.
Contexto do Evento

Reunião da Bancada do PL: A sessão foi parte de uma agenda rotineira do partido, mas o discurso de Michelle trouxe um tom espiritual e conciliador, contrastando com o discurso político usual. Ela justificou o pedido afirmando ter sido informada de que Moraes “anda sempre com um terço na mão”, sugerindo uma possível inclinação religiosa do ministro, o que a motivou a recomendar: “Temos que orar e perdoar o Alexandre de Moraes.”

Reação dos Presentes: O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, teria reagido com um comentário leve, rindo e dizendo algo como “Eu prefiro as orações que o Malafaia fez pro Alexandre na Paulista”, referindo-se a um ato evangélico anterior. Um deputado anônimo foi ouvido nos corredores comentando o espanto geral: “Quem será que fez mais mal para o Bolsonaro: o Ciro ou o Moraes?” O pedido de perdão chocou especialmente por Moraes ser visto como “inimigo absoluto” pela horda bolsonarista.

Antecedentes Espirituais de Michelle
Embora o evento de 2 de dezembro seja o mais direto ao pedido de oração e perdão coletivo, Michelle Bolsonaro tem histórico de expressões públicas de oração pelo ministro, sempre em meio a críticas às suas decisões judiciais. Esses momentos ocorreram em um contexto de “guerra espiritual”, como ela descreve as perseguições à família.

23 de novembro de 2025: Em um vídeo divulgado durante um evento do PL Mulher no Ceará (no dia em que Jair Bolsonaro foi preso preventivamente por ordem de Moraes), Michelle orou explicitamente pelo ministro, pedindo que ele “se arrependa de todos os seus pecados” e abençoando sua família. Ela criticou a “simbologia” da data da prisão (dia 22, após multa de R$ 22 milhões ao PL) e chamou o episódio de “injustiça”.

24 de novembro de 2025: Em outra reunião da bancada do PL, Michelle chorou ao relatar o sofrimento da família, tratou o processo contra o marido como “guerra espiritual” e revelou que “tem orado pelo ministro Alexandre de Moraes”, apesar de considerar as decisões do STF “cruéis”. Nesse encontro, ela também pediu união no partido e que não se antecipasse a discussão sobre as eleições de 2026.

Esses episódios refletem a abordagem de Michelle, que, falsamente, mescla fé evangélica com política, enfatizando orações pelos “inimigos” como forma de resistência espiritual. O pedido de 2 de dezembro, no entanto, foi o mais explícito em envolver a bancada partidária no ato de perdão coletivo, o que amplificou o impacto midiático.


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A madrasta mostra as suas unhas

Sabe lá Deus de que passado sujo tem Michelle que Mauro Cid disse com tanto realismo, típico de quem sabe de coisas que nós não sabemos.

Por exemplo, para muitos de nós, a relação dos filhos de Bolsonaro com Michelle tinham rusgas, mas nada que tivesse que ser lavagm de roupa suja em praça pública. Tudo ficava no interior e de forma hermética.

Agora, o que parece é que, aliviada com a prisão de Bolsonaeo, Michelle não colocou as manguinhas de fora, mas as unhas, as garras para os filhos de Bolsonaro e para o resto da falange do PL para que todos se sentissem ofendidos e revoltados com ela.

Não há motivos para surpresas, Michelle sempre trabalhou em operação de bastidores ou na relação direta com eleitores para onstrur a sua imagem não a de Bolsonaro.

É fato é que ela tem traquejo para falar em público, mas é escancarado que isso não ocorreu de forma natural, tem método, tem técnica para Michelle aparecer tão desenvolta, sem atropelar palavras e produzindo, através de técnica emocional, um discurso e um tom de voz apropriado para cada situação.

A não ser que a ex-primeira dama tenha uma marcada guardada na manga, ela parece não ter combinado sua estratégia com os russos, porque o PL e, em bloco, os filhos de Bolsonaro deram um calor na moça, típico de quem se surpreendeu com sua ousadia, mas nem por isso saiu barato esse relevo qua a moça de passado duvidoso resolveu jogar.

Afinal de contas, o defunto político, Jair Bolsonaro,  fez a passagem.

Michelle não esperou sequer o corpo esfriar, jogou o seu traje de luto no lixo e foi à luta.

Agora é aguardar o que a turma do deixa disso, que é praticamente agulha no palheiro no univeso de intolerância bolsonarista, altamente misógino, vai aprontar para escanteá-la sem fazer alarde.

Michelle, assim como Tarcísio, tem conteúdo zero para apresentar.


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O autoritário Moraes mantém Bolsonaro preso em uma luxuosa mansão cujo aluguel de R$ 90 mil é pago com dinheiro público, via PL

Está aí um exemplo de maus-tratos dessa ditadura da toga no regime ditatorial que faz de Bolsonaro a principal vítima. Pode rir.

O coitado está numa mansão de primeira linha com todo o luxo e conforto e quem paga a barbada de aluguel do castelo do rei do golpe e do crime organizado é o povo brasileiro. A mansão fica numa região em que o aluguel chega a custar R$ 90 mil.

Esse é o sacrifício de ser uma vítima de nosso malvado sistema de justiça.

Um homem santo como Bolsonaro sendo torturado pela gula por suas próprias geladeiras abarrotadas de deliciosas opções deixando o pânico pela escolha difícil, dominar o recinto doméstico em que se encontra o mártir dos tolos.

Enquanto Bolsonaro chupa gostosamente essa teta do Estado, a direita comandada por ele fala em transformar o Brasil em um estadinho, reduzindo todo e qualquer custo para benefício dos desvalidos.

Bolsonaro pediu afrouxamento de sua prisão, mas o malvado Moraes mantém o miliciano errante naquela masmorra.

Oremos por sua estadia sofrida na prisão domiciliar!

Afinal, Bolsonaro está vivendo um drama pessoal dentro do Condomínio de luxo Solar de Brasília, no Jardim Botânico, Distrito Federal, numa micro solitária de, aproximadamente, 400 m² tendo dois andares, jardim e piscina, quadras esportivas e outras comodidades.

É realmente muito sofrimento do pobre coitado.


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A chinelada de Lula nos vigaristas da Câmara dos Deputados

Governo demite indicados de PP e PL na Caixa

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vive um momento de tensão com partidos do Centrão, como PP (Progressistas) e PL (Partido Liberal), após uma série de atritos no Congresso Nacional.

Em setembro de 2025, os presidentes dessas legendas — Ciro Nogueira (PP-PI) e Antonio Rueda (União Brasil, aliado ao PL em alguns contextos) — anunciaram o rompimento com o Executivo, exigindo que filiados deixassem cargos no governo federal. Essa decisão impactou indicações em ministérios e estatais, incluindo a Caixa Econômica Federal, que historicamente é um espaço de barganha política.

A gota d’água veio na votação da Medida Provisória (MP) 1.303/2025, que propunha alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para elevar a arrecadação em cerca de R$ 17 bilhões em 2026, ano eleitoral. Em 8 de outubro de 2025, a Câmara dos Deputados, por 251 votos a 193, retirou a MP da pauta, fazendo-a caducar e representando uma derrota clara para o Planalto. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), celebrou o resultado como uma “vitória do povo brasileiro” contra aumentos de impostos, enquanto o líder petista na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), chamou o episódio de “sabotagem contra o Brasil”.

A Reação do Governo: Demissões na Caixa

Em retaliação direta, o governo agiu rapidamente. Na sexta-feira, 10 de outubro de 2025, a Caixa Econômica Federal exonerou dois executivos ligados a figuras centrais do Centrão:

Raimundo Nonato Lopes Filho: Vice-presidente de Habitação, indicado pelo vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ). Ele foi substituído interinamente por Jean Rodrigues Benevides, atual diretor executivo da área.

José Trabulo Junior: Consultor do presidente da Caixa, Carlos Vieira (indicado pelo ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, do PP-AL), atuando no cargo desde setembro de 2024. Trabulo também foi afastado.

Essas demissões foram interpretadas como um recado do Palácio do Planalto aos partidos que “aboncaram” cargos na estatal, apesar de tentativas do governo de consolidar uma base aliada no Congresso. A Caixa, presidida por Carlos Vieira desde 2023 (após a demissão de Rita Serrano para acomodar interesses do Centrão), continua sob influência de Lira, mas o governo sinaliza que não tolerará mais obstruções.

No Executivo, a crise pode afetar outros filiados, como o ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil-PA), que já foi afastado de funções partidárias. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), reagiu ao rompimento inicial afirmando que “ninguém é obrigado a ficar no governo”, mas cobrou compromisso de indicados com as pautas de Lula.

No Congresso, o episódio destaca os desafios de Lula em negociar com o Centrão, que historicamente usa estatais como moeda de troca. A derrubada da MP agrava o rombo fiscal projetado para 2026, forçando o governo a buscar alternativas via projetos de lei.


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Bando da PEC da bandidagem, votou contra o povo, sabotou a taxação de bancos, bets e bilionários

Os partidos que mais apoiaram a retirada de pauta (ou seja, contra o povo e a favor de isenções para bilionários, bancos e bets) foram: Novo, PSDB, PL, PP e União Brasil.

Eles formaram o núcleo da oposição, com coesão alta. Outros do Centrão, como Republicanos e PSD, se dividiram, mas tenderam contra.

Mais uma vez, Tarcisio de Freitas manobrou com Ciro Nogueira uma defesa escancarada dos interesses da Faria Lima/PCC.

Essa manobra “matou” a medida provisória do governo Lula, que taxaria aplicações financeiras de super-ricos, bancos e bets (apostas esportivas) para arrecadar R$ 10-35 bilhões em 2025-2026, ajudando a equilibrar as contas públicas e financiar programas sociais.

Ao invés de justiça tributária, priorizaram os bolsos dos que já têm muito.

Uma traição com o povo, como bem disse Lula em seu post oficial.
Seu principal defensor? O PL de Bolsonaro, seguido por aliados no Centrão.

Esses mesmos votaram em bloco contra a MP 1303, da sabotagem contra os pobres, fechando questão para barrar impostos aos “amigos ricos”.

É um padrão: protegem bandidos e bilionários, ignorando o povo.


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Fogo no parquinho: Anistia sem impunidade para Bolsonaro racha o PL

Ala mais bolsonarista do partido se vê traída por texto que não livra Jair Bolsonaro da cadeia

O acordo costurado entre setores do centrão e lideranças do PL para substituir o debate sobre anistia por uma proposta de redução de penas provocou forte reação no núcleo do bolsonarismo. Segundo a jornalista Andréia Sadi, do g1, parlamentares e figuras próximas ao ex-presidente Jair Bolsonaro consideram a movimentação uma “traição” e articulam para que ele retire apoio à iniciativa.

O entendimento inicial era de que a anistia ampla, geral e irrestrita seria o ponto central. No entanto, diante da resistência no Supremo Tribunal Federal (STF) e da dificuldade de aprovação no Senado, a proposta foi remodelada para focar na diminuição das penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.

Entre os principais defensores da anistia integral está o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele tem repetido publicamente que só aceita “anistia ampla, geral e irrestrita”. Em sintonia com o discurso, o empresário Paulo Figueiredo, que acompanha Eduardo nos Estados Unidos, reforçou que a medida seria alcançada “por bem ou por mal”.

A avaliação de aliados próximos é que Bolsonaro deve se manifestar oficialmente por meio de uma carta aberta, rejeitando a proposta que não o tira da prisão. De acordo com o 247, o movimento busca frear a articulação que ganhou força após reuniões entre líderes políticos como Paulinho da Força, relator do projeto, e o ex-presidente Michel Temer.

Conflito interno no PL
Fontes relatam que havia consenso dentro do PL para apoiar a mudança no texto da proposta, considerada mais viável politicamente. O entendimento era de que a redução das punições teria chances de avançar no Senado, diferentemente da anistia total, que enfrenta resistência aberta no STF. Ainda assim, a reação da base bolsonarista foi negativa.


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Urubus do PL já tratam Bolsonaro como carniça

Tarcísio, um dos ratos que Carluxo espinafrou pela traição dos supostos aliados de seu pai, faz parte da turma que já trata Bolsonaro como morto-vivo, carniça fresca.

Tarcísio, lógico, não está sozinho e não trata só Bolsonaro como carta fora do baralho, mas todo o clã.

Não há mais nada que tire a cabeça de Bolsonaro da bandeja e devolva a seu lugar. Até porque todos no seu entorno olham para ele como restos mortais.

A coroa de Bolsonaro enferrujou dentro do PL.

Mal a pauta da anistia é tratada como algo importante, Bolsonaro já é visto como passado. Bolsonaro não é mais marca de etiqueta na extrema direita.

Para adicionar ainda mais sal grosso no lombo do falecido, Bolsonaro já entregou a rapadura e não consegue reagir a mais nada. Está totalmente entregue às baratas.


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Meta, do Facebook, patrocina evento do PL e mostra que tem lado, o dos fascitas

Poucos meses após anunciar o fim do seu programa de verificação de fatos, a Meta ensina disparadores de fake news a “extrair o melhor da IA” para produzir “narrativas” para o WhatsApp.

“Meu nome é Felipe Ventura. Eu trabalho na Meta, em um departamento chamado Meta Blueprint. É o departamento educacional da Meta. E lá no nosso site tem muito conteúdo educacional sobre tudo o que eu vou falar aqui hoje e muito, muito, muito mais. Fica a dica pra vocês estudarem muito com a gente”, disse o funcionário de Mark Zuckerberg nesta sexta-feira, 30, no palco do 2º Seminário Nacional de Comunicação do PL.

A participação da Meta, e da Google também, no 2º Seminário Nacional de Comunicação do PL, realizado nesta sexta em Fortaleza, no Ceará, está estampada no cartaz oficial do evento, com os logotipos das big techs de Zuckerberg e de Larry Page e Sergey Brin ao lado dos logos do PL e da Fundação Álvaro Valle.

Poucos meses após anunciar o fim do seu programa de verificação de fatos, a Meta envia a um encontro de disparadores de fake news um jovem “Business Education Trainer” para ensiná-los a “extrair o melhor da inteligência artificial para a comunicação de vocês”.

Para ensinar bolsonaristas a gerarem “argumentos e narrativas” com IA especialmente no aplicativo que Felipe Ventura chamou, no palco do PL, de “queridinho do Brasil” – o WhatsApp, queridinho do bolsonarismo para comprometer com disparos em massa de fake news a integridade de processos eleitorais.

O anúncio da Meta do fim do seu programa de verificação de fatos foi feito pelo próprio Zuckerberg em janeiro, poucos dias antes da posse de Donald Trump nos EUA.

A participação da Meta no 2º Seminário Nacional de Comunicação do PL, para ajudar o fascismo à brasileira a extrair o melhor da IA para narrativas no WhatsApp, acontece poucos dias após o Ministério da Justiça receber uma carta do Departamento de Justiça dos EUA com reprovações a Alexandre de Moraes.

Com reprimendas a Moraes pelo bloqueio no Brasil de outra rede social estadunidense, o Rumble, conhecido como “ponto de encontro da extrema direita”, inclusive dos seus neófitos, como Glenn Greenwald.

Com advertências a Moraes por este pôr um mínimo de ordem na chacrinha política que as big techs estadunidenses ajudam a causar no Brasil.

Aliás, nesta sexta, diante da plateia de mentirosos, embusteiros e trapaceiros, o jovem “Business Education Trainer” da Meta foi logo dizendo ao microfone, logo assim que subiu ao palco do Goebbels Coaching Day em Fortaleza:

*Hugo Souza/Come ananás

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