Fabiano Zettel desembolsou R$ 2 milhões na campanha de Tarcísio e R$ 3 milhões na tentativa de reeleição de Bolsonaro
A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quarta-feira (14), o empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, na segunda fase da Operação Compliance Zero. Ele foi preso de forma temporária porque tentava embarcar em um voo para os Emirados Árabes Unidos. Zettel foi o maior doador das campanhas de Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro em 2022.
A prisão de Zettel ocorreu para impedir que ele saísse do país e deve ter duração de apenas um dia, com o objetivo de adotar outras medidas para evitar a fuga.
A PF, nesta quarta, cumpre 42 mandados de busca e apreensão contra alvos ligados ao Banco Master para aprofundar suspeitas de gestão fraudulenta. Vorcaro foi novamente alvo de busca e apreensão, além de sua irmã, seu cunhado e um primo dele. As diligências ocorrem em São Paulo e também em endereços na Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.
Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), além de medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que somam mais de R$ 5,7 bilhões.
Segundo a Polícia Federal, as medidas judiciais visam interromper a atuação da organização criminosa, assegurar a recuperação de ativos e aprofundar as investigações. A apuração aponta indícios dos crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.
Cunhado de Vorcaro foi o maior doador das campanhas de Tarcísio e Bolsonaro em 2022 Preso nesta quarta, Fabiano Campos Zettel, pastor evangélico e cunhado de Daniel Vorcaro, foi o principal doador das campanhas eleitorais de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Jair Bolsonaro (PL) em 2022. Segundo o portal de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Zettel desembolsou R$ 2 milhões na campanha ao governo de São Paulo e R$ 3 milhões na tentativa de reeleição do então presidente da República.
Zettel foi o maior doador individual de ambas as campanhas. Os valores só são superados pelas verbas desembolsadas pelos partidos dos candidatos, oriundas do fundo eleitoral.
Fabiano é casado com Natália Vorcaro Zettel, irmã do banqueiro Daniel Vorcaro. Ele já atuou como diretor da Super Empreendimentos, empresa citada no âmbito da liquidação do Master e também nas investigações do uso de fundos de investimento para lavagem de dinheiro pelo crime organizado.
Zettel é fundador e CEO da Moriah Asset, um fundo de investimentos que negocia a participação em empresas não listadas na bolsa. Ele alia a atuação no setor financeiro com pregações na Igreja Lagoinha em Belo Horizonte, onde é pastor.
*ICL
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Não há como reconfigurar essa dura realidade para a mídia brasileira, que já havia ocupado seu lugar na tribuna de honra da eleição de 2026, enviando um recado para a sociedade, o de que Tarcísio de Freitas era seu candidato para enfrentar Lula.
Na verdade, a mídia ofereceu um produto que não tinha como entregar e, com isso, os Marinho e cia. acabaram telegrafando a jogada que ajustava a imagem da direita à sua própria fábula e, de lambuja, arremessava Bolsonaro e seus filhos no piche.
Deu tudo errado. A mídia, agora, amarga um amarra-bode de quarta-feira de cinzas, sem candidato para se contrapor à candidatura de Lula, sobrando apenas a satanização ao aumento do salário mínimo para tentar fazer um arranhão qualquer na imagem de Lula, com futurologia pateta daquela velha forma de terrorismo do homem do saco, do velho da porteira, da mula sem cabeça e de outras divindades do submundo folclórico.
Na prática, ali na batata, a mídia está com as mãos vazias para jogar pedra em Lula, já que seria uma desmoralização total apoiar Flavio Bolsonaro, suas rachaqdinhas, sua fantástica fábrica de chocolate, sua relação direta com assassinos como Adriano da Nóbrega e outros milicianos como Queiroz, herdados do esquema de peculato e formação de quadrilha do seu pai, hoje, carta fora do baralho numa cadeia da Federal.
Fico imaginando o tabuleiro de xadrez na frente dos barões da mídia na busca por uma solução tão crua de uma bomba que caiu sobre as suas cabeças.
Não há espaço para ser ocupado nesse novo desenho, o que significa que não há como prometer nada para os endinheirados numa nova remessa de beneces, já que Bolsonaro enfiou toda a direita dentro do mesmo caixão que enterrou a candidatura de Tarcísio.
Ora, a poucos metros dali essa realidade gritava. Bolsonaro não daria de graça seu espólio para ninguém que não fosse do seu próprio templo familiar.
Lógico, a mídia não admite que foi de uma ingenuidade infantiloide de acreditar que poderia substituir o maldito Bolsonaro por um bendito Tarcísio.
A mídia sonhou com esse milagre e, agora, enfrenta uma verdadeira loucura, porque após a redemocratização, é a primeira vez que ela se encontra em um não lugar na disputa eleitoral.
A Globo e congêneres ficaram no vácuo, porque foram diretamente atingidas por um mata-leão empregado coletivamente por Bolsonaro no pecoço daqueles que, de olho no pescoço de Lula, esqueceram de investir em sua própria guarda.
Deu no que deu. A mídia se encontra num nonsense total.
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Em descarada campanha contra Lula, Globo usa a fala do bolostrô antinacional, Tarcísio de Freitas, para demarcar território e deixar claro que os Marinho são herdeiros de um DNA antipovo, antipreto e, sobretudo, antitrabalhbador.
E é bom que a esquerda não fuja desse embate, tratando o inimigo com tal, e suas intenções para voltar a ter o poder de antes.
Lógico que tem um mata-burro nessa história, chamado Flavio Bolsonaro, colocado pelo pai para não perder a própria cabeça.
Bolsonaro usa a estratégia de sobrevivência, porque sabe que, a vitória de qualquer pessoa da direita, que não seja um dos seus filhos, o sujeito será suicidado.
Ou seja, Bolsonaro precisa dizer para a Globo e afins quem ainda manda na direita, dane-se se Lula vencer a eleição, pois venceria de qualquer forma, já que o presidente deu um sacode em Bolsonaro, em 2022, mesmo o ogro tendo a máquin na mão.
Assim, Bolsonaro se contenta com não deixar Tarcísio colocar as manguinhas de fora, porque sabe que é traição e estrangulamento imediato.
É a velha história, gambá cheira gambá. traidor cheira traidor.
Mas se a intenção dos Marinho em destacar o ataque grosseiro de Tarcísio ao PT, direcionado a Lula, não terá qualquer efeito a favor de Tarcísio, por que essa exibição de parcialidade do maior grupo de mídia industrial contra a reeleição de Lula?
A resposta está na lógica da velha oligarquia brasileira, quem, até hoje, mantém o ódio em riste contra Getúlio Vargas e afins, por conta da CLT. Para os Marinho, de herança antitrabalhista, qualquer vírgula de avanço dos trabalhadores e da maioria do povo, é uma tragédia.
Isso determinará o conteúdo crítico dos Marinho contra Lula na eleição deste ano, ao estilo, não venceremos Lula, mas faremos o possível para criar barreiras para que sua vitória não signifigue um gol de placa dos trabalhadores brasileiros.
Já Tarcísio tem que se concentrar na sua sobrevivência, porque Lula está fazendo uma frente para atropelar o bolostrô na disputa ao governo de São Paulo, porque Lula, como toda a direita sabe, não joga para perder.
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Especialistas e entidades denunciam falha no modelo baseado na repressão e militarização
Em um ano marcado por casos recorrentes de violência de gênero, operações na Favela do Moinho, no centro da capital paulista, que deixaram, até o momento, centenas de famílias sem ter para onde ir e pela dispersão do fluxo da chamada Cracolândia, com relatos de truculência policial, as polícias Civil e Militar do Estado de São Paulo mataram 649 pessoas até o final de outubro de 2025.
As corporações eram coordenadas pelo ex-secretário Guilherme Derrite (PP-SP) e pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O número de pessoas mortas em decorrência da atividade policial nos últimos 10 meses é maior do que em todo o ano de 2023, primeiro da gestão de Tarcísio, quando ocorreram 510 óbitos. Com relação a 2024, a queda foi pouco expressiva, apenas 3,8% para o mesmo período.
Para o ouvidor das polícias de São Paulo, Mauro Caseri, o número de mortos é substancial, já que, comparado ao ano passado, não houve operações de alta letalidade, como a Escudo e a Verão, que deixaram dezenas de mortos na Baixada Santista. “No ano todo de 2024, tivemos 813 casos de morte decorrente de intervenção policial. O que preocupa é que em 2025 não houve essas operações e o número já está muito próximo do de 2024. Não houve uma diminuição significativa como se esperava”, afirma.
Os crimes contra as mulheres também chamaram a atenção pelo aumento nos índices de estupro, somados os casos de estupro e estupro de vulnerável. O estado acumulou 12.198 registros até outubro de 2025. O número revela-se expressivo ao ser comparado com todo o ano de 2023, que somou 12.079 casos. Já no ano todo de 2024, foram registrados 12.319 casos.
A gestão do governador, aliado de Jair Bolsonaro, também foi marcada pelo aumento de 38,38% nos homicídios culposos e de 13,19% nos registros de lesão corporal culposa. Houve, ainda, alta em outros crimes violentos, como lesão corporal dolosa, lesão corporal dolosa seguida de morte e tentativa de homicídio. Os dados são do Portal da Transparência, divulgados pela Secretaria da Segurança Pública paulista (SSP-SP).
A conclusão dos índices criminais demonstra, na visão de Pablo Nunes, coordenador do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), que “não valeu a pena investir e colocar as fichas num candidato que, nas eleições de 2022, defendeu que a polícia não tinha que ter controle.”
A Coalizão Negra por Direitos avalia que o projeto de segurança pública do governo Tarcísio de Freitas aprofunda um modelo violento, ineficaz e incompatível com a Constituição e os direitos humanos. “Trata-se de uma política baseada na militarização e no uso excessivo da força, que produz aumento da letalidade policial, amplia o encarceramento em massa e transforma territórios negros e periféricos em zonas permanentes de exceção, sem investir em prevenção, políticas sociais ou redução das desigualdades”, disse Beatriz Lourenço, diretora de Áreas e Estratégias do Instituto de Referência Negra Peregum e integrante da Coalizão Negra por Direitos.
O aumento dos homicídios expressa o que caracterizam como “fracasso de um modelo de segurança baseado na repressão”, que, segundo Lourenço, “ignora as causas estruturais da violência e aprofunda a vulnerabilidade da população negra e periférica.”
Instalação de novas câmeras corporais avança pouco Para Nunes, o número substancial na letalidade policial se relaciona com o desmonte da política de câmeras corporais promovido pelo governador. Diante disso, o especialista não se surpreende com a volta dos níveis de mortes violentas cometidas por policiais aos patamares anteriores ao início do projeto Olho Vivo (programa lançado em 2020 para uso de câmeras corporais em policiais no estado de São Paulo).
“Naquele ano, ele foi muito bem-sucedido na redução da letalidade. Então, nós perdemos esse grande feito que São Paulo conseguiu nestes últimos anos, ao mesmo tempo em que há um aumento de outros indicadores de violência”, diz Nunes.
Os casos da Cracolândia e da Favela do Moinho apontam para uma falta de integração entre as polícias e outras secretarias e pastas. “O que a gente tem é uma total descoordenação, uma total falta de controle e um populismo penal que fica sempre ancorado na retórica, essa tal resposta através da PM. Falta, por exemplo, articulação com a saúde, no que se refere à questão da Cracolândia”, analisa o pesquisador do Cesec.
Mesmo com a maior fatia no orçamento, a instalação de 15 mil câmeras corporais na PM, conforme prometido pelo governador Tarcísio até o primeiro trimestre de 2026, está longe de ser concluída. Segundo o Portal da Transparência, até setembro deste ano, havia 10.723 câmeras instaladas na corporação.
Em 2025, o formato de câmeras nas fardas dos policiais sofreu modificações. Inicialmente, o governador Tarcísio de Freitas se colocava contra o uso dos aparelhos. Tempos depois, o foco da política foi deslocado: o discurso oficial passou a enfatizar que as câmeras servem para auxiliar o policial, e não para fiscalizar abusos, reduzindo a obrigatoriedade de gravação contínua e fragilizando, assim, os mecanismos de controle.
Ademais, houve o encerramento do convênio com a Axon, empresa que era fornecedora de câmeras corporais com o mecanismo de gravações ininterruptas. Em 2025, o governo comprou novas câmeras da Motorola, que são acionadas pelo Centro de Operações Policiais Militares (Copom).
“Até o momento temos essas duas câmeras sendo utilizadas. Alguns policiais ainda utilizam as Axon, nesse processo de retirada progressiva desses dispositivos, enquanto as da Motorola chegam ao seu número final”, diz o ouvidor das policias de SP.
Para o deputado estadual Donato (PT-SP), o número de 15 mil câmeras é “insuficiente” para que o instrumento funcione de fato como meio de transparência e apoio ao policial em operação.
A visão dele é compartilhada pelo ouvidor. Ele explica que as 15 mil câmeras não poderão ser utilizadas ao mesmo tempo, uma vez que as baterias duram 12 horas e precisam ser recarregadas.
“Então, você pode usar 8 mil ou 7.500 câmeras, porque daqui a 12 horas outros policiais assumirão o serviço. Eles terão que utilizar as câmeras e as que foram usadas nas 12 primeiras horas vão precisar recarregar a bateria.” O número, de acordo com Caseri, é bem inferior à quantidade de policiais que trabalham nas ruas do estado, que é de cerca de 60 mil.
*BdF
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Reservatórios operam perto de 20% e consumo sobe até 60% com onda de calor; governo pede banhos rápidos e suspensão de usos não essenciais.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pediu que a população economize água diante da queda nos níveis dos reservatórios e da estiagem prolongada no Estado, em meio a uma onda de calor que elevou drasticamente o consumo. Em entrevista à CNN Brasil, ele afirmou que o momento exige atenção e cooperação coletiva para evitar que a crise hídrica se agrave.
A informação foi publicada pelo jornal Estado de S. Paulo, que relatou o apelo do governador e o alerta divulgado pelo governo paulista para “redução imediata do consumo de água” no Estado.
“Todos precisam fazer a sua parte. É importante que a população utilize com consciência”, disse Tarcísio, ao reforçar a necessidade de evitar desperdícios.
Calor extremo pressiona o sistema e eleva consumo O pedido ocorre em um cenário de temperaturas elevadas e chuvas abaixo da média, com impacto direto sobre os principais mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo. Na quinta-feira, 25, quando a capital paulista registrou 35,9 ºC, o governo estadual divulgou um alerta pedindo medidas imediatas de economia.
Segundo o governo paulista, a onda de calor que atinge o Estado desde a semana anterior provocou um aumento de até 60% no consumo de água, sobrecarregando a rede e reduzindo a capacidade de recomposição dos reservatórios.
“Redução imediata” e medidas emergenciais para evitar colapso No comunicado oficial, o governo recomendou que os moradores tomem banhos rápidos, evitem desperdícios e suspendam usos considerados não essenciais, como lavar carros, lavar calçadas ou encher piscinas.
“O uso da água deve ser priorizado para alimentação e higiene pessoal. A colaboração da população é fundamental para garantir a regularidade do abastecimento”, diz o texto divulgado.
A orientação surge no momento em que sistemas estratégicos do abastecimento operam em patamares críticos. O Sistema Cantareira, um dos principais responsáveis pelo abastecimento da Grande São Paulo, está com apenas 20% do seu volume operacional.
O governo informou ainda que o Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que reúne sete mananciais e abastece a Região Metropolitana, opera com 26,42% da capacidade de armazenamento. Reservatórios fundamentais como o Alto Tietê e o próprio Cantareira seguem próximos do patamar de 20%, situação considerada preocupante em um período de forte calor.
Investimentos não resolvem crise no curto prazo, admite Tarcísio O governador afirmou que o Estado mantém obras e investimentos para reforçar a segurança hídrica, mas reconheceu que ações estruturais não são suficientes para enfrentar o problema imediatamente.
“Há obras em curso, ligação de bacias, mas isso não basta. O que pudermos economizar será importante”, afirmou.
Chuvas abaixo da média e pressão noturna reduzida Além do consumo crescente, o volume de chuvas continua abaixo do esperado. De acordo com os dados citados, o acumulado de novembro foi de 108,1 milímetros, enquanto a média histórica do período é de 150,6 mm.
Desde agosto, o governo paulista, em parceria com a Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo), determinou a redução da pressão noturna da água na região metropolitana, com o objetivo de preservar os mananciais e reduzir perdas.
Como medida preventiva, a Sabesp tem reforçado o abastecimento em determinadas áreas com apoio de caminhões-pipa, especialmente em regiões mais sensíveis à oscilação da rede.
Reclamações e interrupções: áreas altas são mais afetadas Nas redes sociais da Sabesp, moradores relatam falta de água e instabilidade no fornecimento. Em nota, a empresa disse que vem registrando aumento expressivo no consumo em dias muito quentes, o que provoca “oscilações pontuais” no abastecimento e exige ajustes operacionais constantes.
Segundo a companhia, as áreas mais altas da Região Metropolitana são as mais afetadas por causa da menor pressão na rede. Já as regiões mais baixas, de acordo com a Sabesp, seguem sendo abastecidas normalmente.
Em dias considerados “normais”, a empresa produz cerca de 66 mil litros de água por segundo. Nos últimos dias, porém, precisou elevar a produção para cerca de 72 mil litros por segundo, evidenciando a pressão sobre o sistema em meio ao calor extremo e aos reservatórios em nível crítico. 247
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Duas auditoras foram ao MP-SP e à polícia e falaram em assédio e interferências para ignorar falhas na gestão de rodovias
Duas auditoras do TCE (Tribunal de Contas do Estado) disseram ao MP-SP (Ministério Público de São Paulo) que sofreram pressões internas para ignorar falhas na gestão de rodovias das administrações Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (sem partido).
Segundo elas, a interferência de superiores levou à produção de auditorias que ignoraram problemas no setor de estradas e resultaram em relatórios que permitiram ao governo assinar concessões por valores abaixo do que as rodovias de fato valiam, causando prejuízo bilionário ao estado.
As servidoras afirmam que a pressão sobre os relatórios desencadeou perseguições dentro do tribunal. Em depoimentos ao MP-SP e à Polícia Civil, em uma investigação sob sigilo, relataram assédio moral e, no caso de uma delas, assédio sexual. As duas foram removidas das áreas em que atuavam e dizem ter perdido progressões de carreira porque deixaram de ser avaliadas por suas chefias.
O TCE disse à Folha que tem compromisso com a ética e que uma das denúncias, a de assédio sexual, foi investigada e arquivada. A gestão Tarcísio afirmou que “eventuais ilações sobre a interferência de terceiros” no trabalho do TCE “são absolutamente equivocadas e indevidas”.
O tribunal é composto por sete conselheiros, escolhidos pelo governador e pela Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). Desde 2023, quatro nomes alinhados a Tarcísio foram indicados para o colegiado, formando a maioria do plenário responsável por julgar as contas do governo e validar relatórios técnicos produzidos pelos auditores.
Os casos citados pelas servidoras envolvem a análise das contas de 2023 do DER (Departamento de Estradas de Rodagem), dirigido por Sérgio Codelo, coronel reformado do Exército ligado a Tarcísio, e a fiscalização das contas de 2022 da Artesp, na gestão Rodrigo Garcia. Em ambos, segundo as auditoras, trechos relevantes dos relatórios foram retirados na etapa de revisão interna.
No caso do DER, as auditoras afirmam que foram suprimidos achados sobre má gestão patrimonial, incluindo registro inadequado de bens reversíveis (equipamentos e estruturas que devem voltar ao poder público ao fim das concessões), devolução de rodovias em estado precário e falhas decorrentes de obras mal executadas.
Em outra frente, de pátios e leilões, a auditoria havia apontado o desaparecimento de 47 veículos, cartelização entre sete concessionárias de pátios com sócios em comum e ligações com offshores no Panamá. Segundo as servidoras, esses elementos foram cortados da versão final.
“A auditoria apontava falhas estruturais na gestão do DER que geram impactos severos ao orçamento estadual, à qualidade das rodovias e ao bem-estar da população. Tudo isso foi simplesmente cortado”, afirma trecho de uma das representações.
Na Artesp, ainda segundo as servidoras, foram removidas constatações de alta inexecução de obras e sinais de que a agência estaria atuando em favor das concessionárias, pela dependência de empresas terceirizadas.
Elas dizem que uma funcionária do consórcio vencedor de uma licitação participou da elaboração do edital, o que configuraria conflito de interesses. Também foram suprimidos apontamentos sobre cláusulas restritivas que limitavam a concorrência.
A omissão, segundo uma das representações, reduziu o crédito favorável ao estado nos cálculos de reequilíbrio — ajustes feitos quando há mudanças nos custos ou receitas das concessões—, gerando impacto de R$ 7,5 bilhões.
A agência afirmou à Folha que os servidores envolvidos nos casos de conflito de interesse relatados foram demitidos.
“Desde 2024, a Artesp passou por uma reestruturação administrativa e funcional, com a criação de instâncias de controle interno e da primeira Corregedoria da Agência, responsável por auditoria interna, prevenção de irregularidades e coordenação das respostas ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público”, disse.
“Todos os questionamentos formulados pelo TCE e pelo MP foram devidamente tratados e sanados. Para recompor sua capacidade institucional e reduzir a dependência histórica de terceirizações, o Governo do Estado autorizou a realização do primeiro concurso público da Artesp em mais de uma década”, disse a agência, ao ressaltar que os problemas apontados referiam-se à gestão anterior.
Nos relatos enviados ao MP-SP, uma das auditoras diz ter sido chamada de “fraca, incompetente e insuportável”, além de receber tarefas com prazos considerados impossíveis e pedidos para assinar auditorias que não realizou. A outra afirma ter sido alvo de assédio sexual, com comentários sobre seu corpo e promessa de favorecimento profissional em troca de relações sexuais.
As duas ingressaram com ações populares contra o TCE, apresentaram representações ao MP-SP e prestaram depoimento à Polícia Civil. O tribunal deixou de preencher as avaliações de desempenho das servidoras, o que resultou no não pagamento de progressões salariais. Procuradas, elas não quiseram dar entrevista e pediram para ter seus nomes preservados.
Por meio de nota, além de dizer que a acusação de assédio sexual foi investigada e arquivada por falta de materialidade, o TCE afirmou à Folha que não houve represália e que as avaliações não foram feitas porque as chefias passaram a figurar como rés nas ações movidas pelas auditoras, o que as teria impedido de avaliá-las.
Disse ainda que, na área para a qual foram transferidas, não havia tempo hábil para análise do desempenho. O tribunal informou que cumprirá decisão judicial que determinou a avaliação para progressão, embora tenha apresentado recurso.
Além de chamar de equivocadas eventuais ilações sobre interferência de terceiros no trabalho do TCE, a gestão Tarcísio disse ter entregue toda a documentação solicitada sobre o DER, afirmou que as contas foram aprovadas e declarou repudiar qualquer prática de assédio.
*ICL
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Tarcísio está fora do páreo. Não adianta o Centrão chorar. Bolsonaro tirou Tarcísio do ar, o que causou indignação no mercado e na grande mídia.
Na verdade, Tarcísio prova que é mais do mesmo ou teria vida própria, coisa que não tem sem Bolsonaro.
O baronato midiático não está se aguentando de raiva por Bolsonaro ter chutado Tarcísio por Flavio.
A “terceira via”, rbatizada com o nome de direita civilizada, não tem propósito Ninguém sab o que é “direita civilizada” e para o que serve além de uma abstração retórica.
Essa tal “direita civilizada” criou as farsas do mensalão, da Lava Jato, o golpe do impeachment em Dilma e a conenação de Lula sem prova de crime. Deu troféu de herói para Joaquim Barbosa, Sergio Moro para, no final das contas, eleger Bolsonaro em 2018.
Com a prisão de Bolsonaro, a fragmentação do Brasil seria fatal, até porqueela já havia implodido com Aério e colada com cuspe para manter as aparências.
Flavio, que já havia herdado do pai, Queiroz, Adrianoda Nóbrega, Muzema e Rio das Pedras, chega na disputa para 2026 com sua imagem vinculada a TH Joias, Rodrigo Bacellar, Claudio Castro e Vorcaro.
A pergunta é, com Bolsonaro tirando a mão da cabeça de Tarcísio, a mídia continuará dando como certa a sua reeleição em São Paulo, patrocinada pela Faria Lima/PCC?
Claro, sem falar das relações incestuosas de Tarcísio com a Faria Lima, PCC e afins.
Tudo isso junto, dá no que dá, uma estrada toda esburacada tanto para Flavio quanto para Tarcísio, onde a reloação entre o crime organizado, em sua plenitude, anda de mãos dadas com o poder constituído dentro do universo da direita brasileira.
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Na comissão da PEC da Segurança Pública, governadores de Goiás e São Paulo usam espaço para propagandear suas gestões
Os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PL), participaram, nesta terça-feira (2), da comissão especial para discutir a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública. Mas ao invés de apresentarem propostas para a segurança no país, os dois focaram em criticar as medidas sugeridas pelo governo e montar um palanque eleitoral.
Tarcísio usou o espaço para chamar a PEC de Cosmética. De acordo com ele, a proposta tira autonomia dos estados na gestão da segurança pública. Tarcísio também aproveitou para novamente elogiar a chacina que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro em outubro, como exemplo de uma gestão da segurança que funciona no país.
“Essa PEC é cosmética. Precisamos reduzir a interferência da União, precisamos permitir a flexibilidade dos estados. Precisamos endurecer as penas. A operação no Rio de Janeiro teve ampla aprovação popular e foi conduzida pelo Rio de Janeiro”, disse durante a comissão.
Caiado, por sua vez, reforçou a narrativa da extrema direita de que o PT é “conivente” e é “parceiro” das facções. Ele, no entanto, não apresentou provas durante a comissão.
“O PT é conivente e parceiro das facções criminosas e cria facilidade para o trabalho das facções. O governo não investe na segurança dos estados, não repassa verba e cria pena justa, que quer soltar presos. Essa é a política do PT, soltar preso”, disse.
A principal crítica do governador goiano foi feita à Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública apresentada pelo governo. O texto propõe mudanças na organização de estados e governo federal na segurança pública, especialmente na atuação da Polícia Federal nos estados. Um dos principais objetivos é articular a comunicação e as operações de segurança entre estados e o governo federal.
Palanque Os dois governadores usaram a comissão como palanque eleitoral faltando menos de um ano para o pleito. Dezenas de policiais de diferentes forças estiveram na comissão e aplaudiam as falas de Caiado e Tarcísio.
Os dois também falaram sobre os êxitos das seguranças nos seus estados, mas sem usar da precisão. Caiado, por exemplo, disse que conseguiu transformar Goiás no estado mais seguro do Brasil. Ainda que tenha mostrado uma queda, o Atlas da Violência indica que, em 2024, o estado foi apenas o 8º com menor taxa de homicídios do Brasil.
Tarcísio também usou de pautas com grande apelo popular: o aumento das penas, o fim da audiência de custódia e sugeriu uma redução da maioridade penal. Ele agradeceu o trabalho feito pelo secretário de Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite, que foi relator do PL Antifacção na Câmara, projeto que gerou debate e disputa política entre a extrema direita e o governo.
Tarcísio e Caiado foram dois dos principais articuladores do Consórcio da Paz, grupo de governadores que buscaram dar respaldo à chacina do Rio de Janeiro e contrapor a tentativa de governo de articular as ações de
Relatório para depois O deputado Mendonça Filho (União-PE) fez uma fala com seu parecer, mas ainda não apresentou o relatório sobre a PEC. Ele antecipou que vai pedir a criação de polícias municipais.
A proposta foi rechaçada pelos congressistas do governo. De acordo com eles, isso gera uma descentralização ainda maior da atuação contra o crime organizado e abre margem para usos políticos de uma nova força.
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), disse estar preocupado com uma nova apropriação política da proposta, especialmente para a “blindagem” de políticos.
*BdF
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Sejamos objetivos, não existe mais bolsonarismo, no máximo, meia-dúzia de malucos, assim classificados por Bolsonaro.
A convocação para o ato com 130 pessoas, não deixa dúvida.
Bolsonaro, hoje, encontra-se aquém do além do baixo clero, perdeu patente até no submundo da política.
E se não existe mais Bolsonaro como um suposto líder de uma suposta extrema direita que, na verdade, é uma legião de oportunistas que, agora, com o coiso preso, não tem mais qualquer importância para essa escória.
Tanto Michelle quanto Tarcísio, são absolutamente dependentes do “espólio” de Bolsonaro, assim como seus filhos, perderam completamente espaço dentro desse saco de gatos em que se transformou o centrão e os parlamentares bolsonaristas que ainda restam, antes de serem expurgados do Congresso em 2026.
Daí a guerra de pulgas magras a que assistimos nesse universo de Murici em que cada um cuida de si, mostrando que esse bonde está em frangalhos, totalmente desarticulado ao estilo, numa casa que falta pão, todo mundo grita e ninguém tem razão. E a autofagia se impõe.
Para Michelle, deve estar ficando claro que, sem Bolsonaro, ela é apenas a Michelle, o mesmo se dá com Tarcísio, com Flavio, com Carluxo e com Eduardo.
O mito, se é que existiu, não existe mais. Altamente centralizador, traidor e inacreditavelmente burro.
A mídia, principal responsável pela implosão da direita do Brasil, quando resolveu assumir o papel de oposição aos governos Lula e Dilma, só perdeu eleições desde dos idos de FHC, em 1998. De lá para cá, foi só lenha e autodestruição.
Se Michelle, mas sobretudo Tarcísio, almejam conquistar os corações antipetistas dos barões da mídia industrial, com a já manjada, martelada e derrotada terceira via, esquece, pois sempre perderam para Lula nesse século.
Esperemos os próximos capítulos em que Bolsonaro vai ficando cada vez mais esquecido, seu clã cada vez mais desgastado e Michelle e Tarcísio cada vez mais invisíveis e rejeitados pela população e por grande parte dos aliados.
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Doações milionárias e movimentação de recursos da Emae expõem o bolsonarista
Não é à toa que Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem bom trânsito com o pessoal da Faria Lima. Ele, na verdade, tem conexões profundas com o berço do mercado financeiro do Brasil. Aos poucos, vai se desvelando a teia que relaciona o governador bolsonarista de São Paulo ao maior escândalo do país envolvendo um banco — neste caso, o Banco Master.
Na campanha eleitoral, Tarcísio recebeu R$ 2 milhões do pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso pela Polícia Federal durante investigação da fraude bilionária. Também Jair Bolsonaro recebeu doação do empresário: R$ 3 milhões.
Zettel não se limita à doação política: ele é operador financeiro ligado a fundos e empresas do conglomerado Master, como a Moriah Asset e a Super Empreendimentos, um vínculo direto entre o governador e a cúpula do banco investigado.
Tarcísio, privatização da Emae e aplicações financeiras No segundo ano de governo, Tarcísio promoveu a privatização da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), vendida ao Fundo Phoenix FIP por R$ 1,04 bilhão.
Após a privatização, a estatal aplicou R$ 160 milhões em CDBs do Letsbank, banco ligado ao conglomerado do Banco Master, representando 5,88% do ativo consolidado da Emae.
A operação expõe um interesse indireto de recursos privatizados justamente no banco do cunhado de um grande doador da campanha, criando uma situação delicada para a reputação do governo.
A prisão de Daniel Vorcaro e ex-CEOs do banco, na Operação Compliance Zero, revelou movimentações suspeitas que podem chegar a R$ 12,5 bilhões envolvendo fundos, CDBs e outros produtos financeiros do conglomerado.
Fundos como Hans 95, Astralo 95 e Murren 41 aplicaram juntos cerca de R$ 849 milhões no Master, enquanto instituições como BRB e o fundo de pensão Rioprevidência aparecem envolvidos em operações irregulares.
Consequências políticas e reputacionais O caso coloca Tarcísio sob intensa pressão. O governador, que construiu parte de sua imagem pública em torno de privatizações estratégicas e do discurso de uma pretensa eficiência administrativa, agora enfrenta questionamentos sobre sua proximidade com doadores ligados a um banco em colapso e sobre a condução da privatização da Emae.
Embora a Emae afirme que os CDBs aplicados não impactam suas operações, a associação entre doações, laços familiares e movimentações financeiras do conglomerado gera risco político e abre espaço para investigações e críticas de opositores.
A teia que conecta Tarcísio ao Banco Master revela um circuito de relações financeiras e políticas complexas, envolvendo doações milionárias, privatizações estratégicas e fundos suspeitos de fraude.
À medida que a Polícia Federal avança nas investigações, a reputação do governador como gestor eficiente é testada, e a situação levanta questões sobre transparência, governança e a influência do setor financeiro nas decisões públicas.
Resumo das conexões de Tarcísio 1. Doações de campanha: Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro (dono do Banco Master), foi o maior doador individual da campanha de Tarcísio ao governo de São Paulo, contribuindo com R$ 2 milhões. Zettel também é pastor da igreja Bola de Neve e operador financeiro ligado a diversos fundos e empresas, incluindo investimentos no setor imobiliário. Zettel é casado com Natalia Vorcaro Zettel, irmã de Daniel Vorcaro, e esteve à frente de empresas e fundos ligados ao conglomerado do Banco Master, como a Moriah Asset e a Super Empreendimentos. Há suspeitas de participação de Zettel em operações financeiras que inflaram o patrimônio do banco do cunhado. Conexão: Doação significativa de um familiar próximo do dono do Banco Master, o que cria vínculo político-financeiro direto.
2. Privatização da Emae: Tarcísio, no segundo ano de governo, privatizou a Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), vendida por R$ 1,04 bilhão ao Fundo Phoenix FIP. Parte do dinheiro da Emae privatizada (R$ 160 milhões) foi aplicada em CDBs do Letsbank, banco pertencente ao conglomerado do Banco Master. Conexão indireta: O governo de Tarcísio realizou a privatização que acabou movimentando recursos para um banco ligado ao cunhado de um grande doador da campanha.
3. Exposição financeira de fundos e empresas ligadas ao Master: Diversos fundos ligados a Daniel Vorcaro aplicaram centenas de milhões no Banco Master, incluindo:
Hans 95: R$ 124 milhões em 2024 Astralo 95: R$ 622 milhões em 2025 Murren 41: R$ 103 milhões
A teia financeira inclui aportes bilionários de outras instituições, como BRB (Banco Regional de Brasília) e Rioprevidência, mas o vínculo com Tarcísio se dá principalmente via Zettel e a privatização da Emae.
4. Consequências e repercussão: A Operação Compliance Zero da Polícia Federal resultou na prisão de Daniel Vorcaro e ex-CEOs do Banco Master, destacando que fundos ligados a Vorcaro estavam no centro de investigações sobre fraude bilionária. Tarcísio, que construiu parte de sua imagem política com a privatização e eficiência estatal, agora se vê ligado ao caso, devido à doação de campanha e à movimentação de recursos da Emae para bancos do conglomerado.
*ICL
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