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Cultura

O que houve com o Brasil que há 100 anos teve Mário de Andrade como o guru da Semana de 22 e hoje tem Mário Frias?

A idiotização da sociedade institucionalizada é um fato, mas não é um fato novo.
Como disse Machado de Assis, “o Brasil oficial sempre foi caricato e burlesco”, justamente por seguir à risca a teoria do medalhão que também foi uma fantástica descrição de Machado sobre os “brasileiros que mandam”.

Mas nem o mais pessimista dos derrotistas poderia imaginar que, justo no ano em que se comemora o centenário da Primeira Semana de Arte Moderna que sacudiu o Brasil idealizada por Mario de Andrade, teríamos como principal gestor público de cultura uma besta do nível de Mario Frias.

O que aconteceu de tão errado com esse país nos últimos 100 anos para chegar a esse estado de coisas?

Esses dois Mários, o de Andrade e o Frias, são figuras absolutamente antagônicas. O contraste intelectual de Mário de Andrade com Mário Frias é escandaloso.

Uma coisa é certa, a elite brasileira não mudou absolutamente nada nesses últimos 100 anos, e isso fica patente nos versos de Pauliceia Desvairada de Mário de Andrade que retrata, de forma definitiva, como é a cabeça da burguesia nacional em “Ode ao Burguês”.

Isso também sublinha como o Brasil oficial capturado por essa mesma burguesia que vaiou e espinafrou a Semana de 22, não mudou nada, chegando a Bolsonaro e a esse tal Mário Frias.

Como brasileiros, nossa sorte é que a massa de valores populares que regeram os corações e mentes dos modernistas, estimuladas por Mário de Andrade, está misericordiosamente intacta em sua base, em sua semente e não para de dar frutos tão ricos quanto os que inspiraram os mais destacados modernistas há 100 anos.

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Política

Jogo baixo: Braga Netto, por ordem de Bolsonaro, fará novos ataques ao TSE

Se Bolsonaro não tem repertório dos feitos de seu governo, porque é um vagabundo e não trabalhou, ele tem gente que, em troca dos cargos mais altos da República, está disposta a fazer tudo que seu mestre mandar.

Bolsonaro tem martelado que, no fim de 2021, as Forças Armadas teriam encontrado vulnerabilidade no processo eleitoral.

Detalhe: tanto o exército quanto o TSE negam esse questionamento.

Agora há um combinado entre Braga Netto e Bolsonaro para colocar em prática mais um daqueles planos mirabolantes de Carluxo.

Não tem nada de novo no “grande plano” do Maquiavel do Vivendas da Barra.
O jogo é embezerrar aos quatro cantos que as urnas eletrônicas são fraudáveis.

As informações são do blog de Andreia Sadi, no G1, que afirma que a confusão, provocada propositalmente por Bolsonaro, faz parte da estratégia de eleição do governo. Braga Netto está em campanha para ser vice na chapa de Bolsonaro – por isso, executa o plano de misturar a imagem dos militares que não estão no governo como se estivessem apoiando Bolsonaro.

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Kim Kataguiri, do MBL, é das piores pessoas que já surgiram neste país

Dizer que Kim Kataguiri defendeu a legalização do nazismo, mas não suas práticas, já é um nonsense total. Mas esquecer que o MBL nasceu como um movimento abertamente racista, é imperdoável.

Como Fernando Holiday e Kim Kataguiri, as duas figuras mais destacadas desses fascistas ficaram conhecidos e passaram a ser admirados por uma parcela francamente fascista da sociedade?

Quando atacavam pesadamente o movimento negro, quando não só combatiam as cotas ou qualquer política de reparação, mas ridicularizavam os negros de forma absolutamente escancarada.

Esse recrudescimento autoritário de Bolsonaro sobre o qual a sociedade não tem controle, teve no MBL um dos pilares mais sólidos para chegarmos aonde chegamos.

Sergio Camargo, a quem Bolsonaro usa para vomitar seu racismo, nada mais é que uma imitação de Fernando Holiday que, no MBL, sempre cumpriu esse papel de Kim Kataguiri.

Kim, já como deputado, se fartou de negar os horrores da escravidão em um país de cinco séculos em que quatro deles teve escravidão.

A justificativa era a de sempre, combater as cotas raciais e nesse discurso estava embutido todo ódio e ressentimento contra os negros.

Kim, do MBL, é das piores pessoas que já surgiram neste país. Ele é daquele tipo de cínico que prega ódio dissimulado.

Não é sem motivos que o MBL foi um braço do golpe contra Dilma e abraçou a campanha de Moro por ter condenado Lula sem provas de crime.

O discurso do MBL de Kim contra os negros é o de que as cotas estimulam um comportamento mimado dos beneficiados. Isso sempre foi dito que sangue nos olhos por Fernando Holiday apoiado por Kim.

Agora, com medo de ser cassado e preso por defender a legalização do nazismo no Brasil, fala que sempre repudiou o racismo. Não cola.

Para piorar, Kim disse que defendeu a legalização do nazismo em defesa da “liberdade de expressão”, mas vai processar quem usar a liberdade de expressão para chamá-lo de nazista.

O fato é que a língua de Kim serviu como cama de gato contra ele, confessando sua defesa pela legalização do discurso nazista através da legalização de um partido nazista.

Já chega de aturar gente que faz discurso nazifascista dizendo que pensa o oposto, como é prática comum de Bolsonaro, o responsável pela morte de 640 mil brasileiros por covid, atacando as vacinas em nome da defesa da vida dos brasileiros, repetindo o mesmo discurso contra as crianças.

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Política

Quem está mais desesperado com a provável vitória de Lula, Carluxo, Merval ou Bolsonaro?

O que leva uma pessoa ao desespero? No caso de Bolsonaro, Carluxo e Merval, a resposta tem quatro letras, LULA.

Carluxo hoje se superou. O Maquiavel do Vivendas da Barra, aquele condomínio aonde também morava Ronnie Lessa, o assassino de Marielle, é puro desespero. O balão que ele soltou hoje, tentando ligar o PT à farsa da facada que, segundo Bebianno, aquele morrido do coração por alguém, foi armada por Carluxo quando assumiu a frente da campanha de Bolsonaro em Juiz de Fora.

Pois bem, esse mesmo Carluxo, que está mergulhado na mesma lama que o pai, não esconde o estado emocional de extrema apreensão, ansiedade e medo com o baixo desempenho de Bolsonaro na campanha e, por outro lado, Lula assumindo uma dianteira cada vez mais ampla com tudo para crescer ainda mais.

Lógico, Bolsonaro já sentiu o estado de profundo desânimo de sua campanha. Daí o desespero de Carluxo tentando buscar qualquer ação que tire os bolsonaristas desse estado de letargia típica dos desalentados.

Sua história de hoje é das mais quixotescas, mesmo se comparado ao uso recorrente do embuste para tirar o pai de situações embaraçosas, como foi com as últimas internações em que Bolsonaro se dizia entupido de cocô em função da facada de Adélio. Aquela facada sem faca e sem sangue que já virou piada nacional.

O fato é que o desespero de Carluxo e de Bolsonaro está incontrolável, é daquele desespero que não vê saída para fugir da derrota e, consequentemente da cadeia.

Agora, segundo o twitter de um anônimo, Adélio prestou um novo depoimento gravado pela PF, em que tira a culpa do Psol e diz que a facada foi encomendada pela campanha de Haddad.

Quando Hidelgard Angel antecipou essa paspalhice de Carluxo, dizendo que esse era o tal “algo novo” que salvaria o Brasil, pensei, acho que ela exagerou. A imbecilidade desses dementes não chegaria a tanto. Mas parece que eles realmente estão se confessando derrotados para colocar uma comédia dessa na praça. Eles já não conseguem raciocinar sequer como loucos, tal o grau de desespero em que se encontram com a iminente derrota de Bolsonaro em 2022.

Já Merval, que deve ter pesadelos com Lula subindo a rampa do Palácio do Planalto, esta noite caiu da cama, bateu com a cabeça na bigorna e esculhambou com a justiça brasileira, dizendo que, se Moro é um bagunça, ele não é um ponto fora da curva dessa esculhambação que é a justiça brasileira, porque ninguém no mundo dos togados é imparcial.

Ou seja, segundo o inacreditável Merval, não poderia ser este o motivo da anulação da condenação de Lula.

Segundo fontes do hospício Últimos Horizontes, essa piada contada por Merval, foi oferecida para Carluxo que refutou dizendo, aí não, já é humilhação, vão acabar dizendo que sou maluco de pedra.

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Moro foi de “super juiz” a gandula

Que fique claro que o título é mera figura de linguagem. Há muito mais dignidade nas atitudes dos gandulas do que nas de um juiz corrupto, como foi Sergio Moro.

E é bom que se diga “foi”, pois hoje Moro se encontra num não lugar, isso, porque o corporativismo não o deixa, ao menos por enquanto, parar nas páginas policiais, mas, por ora, a questão aqui é falar sobre a decadência fulminante de alguém que se achava o novo imperador do Brasil.

O doutor, que até hoje ninguém sabe como conseguiu ser aprovado na prova para juiz, dada a limitação intelectual, para dizer o mínimo, acreditou na própria mentira. Ele criou uma fantasia que ganhou imagens e fotos angulosas da grande mídia para dominar a cena nacional, imagens tão efêmeras quanto o próprio reinado de quem botou a coroa na cabeça antes da hora.

É difícil dizer quem hoje está mais na sarjeta política, Moro, Aécio ou Dória. O fato de pedir para o deputado Mamãe Falei e o Kim Kataguiri para ajudar sua campanha a sair do atoleiro, carrega mais emblema de fracasso até mesmo se comparada à campanha de Dória que, apesar de estar com a máquina paulista nas mãos, caneta de governador do estado mais rico do Brasil e assessoria de marketing feita pela própria mídia, o pigmeu político não chega a 2%.

No caso de comparar Moro com o defunto político Aécio Neves, também não dá a ele um alívio qualquer, já que há muito Aécio se transformou em xepa nas redações dos jornalões, enquanto Moro teve lançamento de sua campanha estampado em garrafais em todos os grandes veículos de mídia do país.

Na verdade, como disse Mainardi, uma espécie de Alexandre Garcia de Moro, a terceira via era o próprio Moro. E hoje, o que se tem é a consciência de que a terceira não existe, com ou sem Moro.

O fato é aquele ditado de que “quem tudo quer, nada tem” cabe como uma luva nesse final trágico de uma farsa vendida de forma heroica que terminou de maneira tão humilhante, ainda mais se comparado à pontuação de Lula, sua principal vítima, quando Moro se achava o todo poderoso.

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Política

Quem ainda acredita nos blefes do genocida? Quem vai dar golpe, avisa?

Bolsonaro resolveu inovar, desta vez datou um golpe para, depois, inventar o enredo. Só falta ele dizer que o golpe estará no horóscopo do dia. Isso acontece no momento em que o MPF abriu um inquérito com base no resultado da CPI do genocídio.

A campanha de Bolsonaro deixou claro que não tem como ultrapassar o mata-burro, ou seja, está cercada dentro do próprio chiqueirinho, onde aquelas amebas fazem perguntas idiotas para terem respostas imbecis desse cancro que está na cadeira da presidência vagabundeando patrocinado pelos cofres públicos.

Diante dessa realidade, Bolsonaro voltou a fazer aqueles blefes vazios sobre voto impresso e outras bobagens que só encontram eco no meio daqueles Napoleões de hospício que o assessoram de maneira tão caduca quanto os próprios.

Essa combinação de psicopata com caduco só rendeu lambança, sem falar da produção de quadros cômicos que o diretor Carluxo arma para o próprio pai virar piada nacional, seja com farofa, seja com tiro com a pistola travada ou flexão de pescoço, que ele chama de flexão de braço.

É bom lembrar que a última vez em que o idiota ameaçou a nação, teve que correr desesperado em apelo a Temer para pedir penico, um arrego histórico a Alexandre de Moraes. Imagina isso, alguém pedir boia a uma figura como Temer é porque já não tem mais oxigênio para dar uma braçada de afogado.

Esse é o caso de um sujeito que pode piorar ainda mais seu desastroso governo se de fato for à Rússia para se encontrar com Putin no pior momento de tensão entre Rússia e EUA, tendo a Ucrânia como mote.

O resultado disso, dá para imaginar. Mas tem gente que acredita em Bolsonaro, ou pior, em figuras mais desprezíveis que ele, como Bia Kicis, quando ele não consegue ficar de pé nem sobre suas próprias pernas para arrotar valentia.

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Política

Governo nazifascista de Bolsonaro culpa Moïse pela própria morte e o chama de vagabundo

Sergio Camargo, conhecido como Sergio Capacho, é o porta voz do próprio Bolsonaro.

Se ele disse que a culpa pela morte de Moïse é do próprio, e disse ainda que seus assassinos são “pretos e pardos selvagens, o racismo de Bolsonaro tem as impressões digitais representadas pelo fantochezinho de merda que aceita fazer esse papel deplorável e se apresenta como “presidente” da Fundação Palmares.

Não dá para entender como o Ministério Público não entra com uma ação contra um governo declaradamente racista de Bolsonaro. Dane-se se quem assina o que Bolsonaro fala é esse idiota, a Fundação Palmares é de responsabilidade do governo.

Se Bolsonaro não concordasse com o que ele diz, já teria demitido o escroque.

O pau mandado de Bolsonaro disse ainda que Moïse tinha “um modo de vida indigno” e que tudo não passou de uma “briga de quadrilhas”.

Essa parte é para aliviar a milícia que controla aquele ponto, e todos sabem da ligação do clã com Rio das Pedras.

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Política

O que Ciro faz contra Lula não é disputa política, é escrotidão

A meu ver, há uma tolerância inexplicável de parte considerável da esquerda com o execrável Ciro Gomes.

Na verdade, não vejo a menor diferença entre Ciro e um cretino como Guilherme Fiuza.

Ciro é tão baixo quanto Fiuza, com um adendo. Fiuza [e remunerado pela direita para agir como age, e Ciro, com discurso udenista, busca votos de um eleitorado progressista.

Vejo gente dizer que Ciro é o único candidato que tem projeto para o Brasil, mas ninguém diz que projeto é esse.

Ciro é um amontoado de palavrórios que, somados, formam um bolostrô oco adornado por lantejoulas triunfalistas.

Mas não é desse Ciro gabola que quero falar, mas de uma personalidade vulgar, para dizer o mínimo desse sujeito ressentido.

O que Ciro faz contra Lula, não é disputa política, é escrotidão humana. Uma coisa podre, rasteira, abjeta e pessoal, fruto de uma inveja miserável.

Ciro, quando foi ministro de Lula, frequentava sua residência, tinha o carinho e a confiança da família de Lula.

Lula perdeu a esposa, o irmão e o neto. O que fez Ciro, ao menos teve uma palavra de respeito a dor de Lula? Não, tripudiou sobre sua condenação e prisão sem provas, usando isso de forma asquerosa e imunda para animar sua plateia antipetista, incluindo muitos bolsonaristas.

Não, isso não é disputa política, isso tem outro nome, chama-se mau-caratismo em estado puro.

Por isso, não é sem motivos que Ciro está na sarjeta eleitoral. Como dizia Brizola: A política ama a traição e odeia o traidor.

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Bolsonaro diz que vai acontecer algo que vai nos salvar. O vagabundo vai trabalhar?

O sujeito está há mais de três anos na presidência da República sem produzir nada, sem trabalhar e sem agenda, só nazificando o país, liberando armas a balde, em que somente 2,3% dessas armas estão sendo fiscalizados.

Isso significa que a bandidagem barra pesada do país adorou esse lobby da indústria de armamento internacional para inundar o Brasil de armas pesadas e renovar o poderio bélico da bandidagem nativa.

Claro, sem falar da liberação pelo governo dos mais venenosos agrotóxicos proibidos no mundo civilizado.

Talvez Bolsonaro também anuncie, mesmo que sua palavra tenha validade zero, que vai dar um tempo nas suas vadiagens ricamente patrocinadas pelos cofres públicos com o seu ilimitado cartão corporativo para, além de promover molecagens, fazer campanha antecipada para ver se consegue se reeleger e ficar mais quatro anos vagabundeando às custas do povo e empurrando mais 30 milhões de brasileiros para a miséria absoluta.

Até as eleições, certamente, esse sujeito inclassificável, continuará fazendo campanha contra as vacinas para manter as estatísticas de mais 90% de não vacinados superlotando os hospitais, produzindo mais de mil mortes por dia e tentando arrastar as crianças brasileiras para o mesmo caminho.

Seja como for, o patrão de Queiroz, que se orgulha de dizer que o avô foi um soldado de Hitler, continuará criando factoides simplesmente porque não tem agenda como presidente e, muito menos propostas como candidato, já que tem que reinaugurar obras feitas por Lula porque não assentou um único tijolo em três anos de mandato em que os brasileiros viram o descontrole da inflação e os alimentos básicos sumirem de suas mesas.

Ou seja, não existe nada mais caro nesse país do que o nazifascismo.

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Nazista, eu?

Em uma postagem de 2015, no Facebook, Kim Kataguiri posa com o que ele chamou de “brinquedo novo”, uma metralhadora, uma clara propaganda pró-armamentista.

A foto é emblemática porque carrega uma simbologia, pois ataca o estatuto do desarmamento para ser desfigurado na Câmara, o que, mais tarde, com Bolsonaro, facilitou o acesso a armas pela população em geral.

Na imagem abaixo, Kim porta uma escopeta, já como deputado. Tudo, lógico, em nome da liberdade de expressão.

E o que isso quer dizer?

Kim Kataguiri sabia exatamente o que estava defendendo quando disse que a Alemanha errou em criminalizar o nazismo.

Lógico que, depois da merda feita e da repercussão negativa, correu para gravar vídeo para afirmar que “Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes” e, em menos de 24 horas, depois do que disse, agora, diz que não disse.

O fato é, enquanto em 2015 reinava o pensamento nazifascista nas ruas para dar o golpe em Dilma, muita gente não se deu conta da gravidade da imagem que o próprio postou no Facebook naquele mesmo ano, com uma legenda em que exigia que a população fosse toda armada, e com armas de guerra, em prol da defesa da intolerância pregada pelos extremistas de direita.

Esta foto em que ele segura uma escopeta, reforça o mesmo didatismo. Por isso é ingenuidade imaginar que Kim, mesmo usando adjetivos depreciativos, estaria fazendo campanha contra o nazismo, quando diz que o Brasil deveria permitir a legalização de um partido nazista.

É bom repetir, é ingenuidade imaginar que, tanto Kim Kataguiri quanto Monark, o apresentador do Flow Podcast, estavam ali em defesa tão somente da liberdade de expressão. Na verdade, defendiam a legalização do nazismo no Brasil.

E se Kim Kataguiri não for cassado, veremos uma multiplicação desse tipo de declaração pró-nazista, principalmente porque o governo Bolsonaro trabalhou três anos pela nazificação do Brasil.

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