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O cheiro de bueiro na manifestação convocada pelo nauseabundo Bolsonaro

Os restos mortais do bolsonarismo não poderiam ter imagem mais melancólica.

Uma samambaia amarelada carregada de fungos e outras pragas.

Nem para figuração o troço serviu. Babou geral.

Um fenômeno de público às avessas.

Natural, pois, a essa altura dos acontecimentos, o gado já procura outras praças pra pastar.

Uma manifestação emboracada. Um choque de ventos contrários.

Bolsonaro já fala conformado que vai entrar um rolete de fumo no seu sonho de anistia.

Bolsonaro, hoje, não passa de um duendezinho político., um caco da bomba que prometeu explodir em Copacabana.

A impressão auditiva foi um pum. Um peidinho.

Nem Gustavo Gayer foi.

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Militares, lelé e da cuca, vão à manifestação apoiar um militar expulso do exército por ato terrorista

Os cavalos de Figueiredo estão lá em Copacabana apoiando um sujeito que recebeu a maior desonra militar que um recruta zero terrorista pode receber.

O cara espalhou bomba pelos quartéis onde diz ter servido.

Bolsonaro foi preso e sumariamente expulso das Forças Armadas por práticas criminosas contra a própria instituição.

Sem falar que foi terminantemente proibido de colocar os pés em qualquer unidade militar por sua traição e toxicidade.

Por aí se vê o nível de indigência dos militares que apoiam o delinquente.

Os Napoleões de sanatório, e suas “honras” são a parte tragicômica dessa micareta fascista.

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Ao pedir anistia, Bolsonaro assume que é criminoso

Bolsonaro finca os dentes em sua própria língua quando convoca seu gado para pedir anistia.

Inutilmente ele tenta surpreender unzinho sequer com essa tática suicida.

Nada adianta ele correr aos pastos e pilhar o gado se o próprio está se confessando criminoso ao pedir clemência.

Esse pedido público de indulgência, ou seja, sentimento ou tendência natural para pedir penico e ser perdoado dos erros e crimes que cometeu, ou as “falhas” para ao menos diminuir as penas, é entregar a rapadura entes mesmo de plantar a cana.

Por isso mesmo só vai acelerar sua cana dura.

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Justiça ideal: Para Bolsonaro, justiça boa é a de Moro que o levou à Presidência da República, aquela que prendeu Lula sem qualquer prova de crime

Um sujeito como esse, que se tornou presidente através de uma fraude, armada com um juiz para prender, que venceria a eleição, e o juiz se tornar ministro, é a justiça que Bolsonaro acha ideal.

Esse é o mesmo que se diz vítima da justiça.

Na verdade, ambos, Bolsonaro e Moro, já deveriam estar na cadeia desde 2018, quando armaram a farsa na cara de todo mundo.

Misteriosamente, a justiça nem toca no assunto e os dois ficarão impunes por essa retrança criminosa contra a população e a constituição.

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Pedindo para ser preso hoje, Bolsonaro vai para manifestação que armou contra o Procurador Geral da República

Criar furdunço nas ruas contra o PGR, só confirma as acusações que lhe pesam no lombo feitas pelo próprio PGR.

Isso não é tática de defesa, mas falta de horizonte de quem será preso em breve. Talvez hoje, dependendo do que falar ou fizer.

A guerra que Bolsonaro está convocando contra uma instituição do Estado brasileiro, só confirma sua liderança no ato golpista de 8 de Janeiro de 2023.

Essa típica molecagem de Bolsonaro, pode sim ser uma arma com o gatilho engatado contra a própria cabeça.

Prometendo respostas às acusações feitas contra si pela PGR, seu ataque costumeiro pode ter um desfecho nada habitual.

Pior, Bolsonaro corre sim o risco de ser preso hoje ainda, bancando o peru de natal que morre de véspera.

Se pensa que colocará estribos numa instituição da República, na realidade, Bolsonaro está colocando seu pescoço na forca antes da hora.

A conferir.

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Eduardo Bolsonaro, o inventor do AI-5 democrático

Esse rapaz é um gênio.

Mora numa lâmpada que comporta um dos mais cruéis períodos de exceção com democracia e liberdade de expressão.

O sujeito é tão esperto, em termos de contorcionismo retórico, que faz live com o fugitivo Paulo Figueiredo, neto do último ditador do Brasil, João Figueiredo, dando total atenção à importância da democracia.

Mas isso é talento das divindades.

Somente isso explica ele morar e estudar no Rio e ser funcionário fantasma de Roberto Jefferson lá em Brasília, 20 anos atrás

Ou seja, o bruxo do clã Bolsonaro, revestia-se da forma humana no Rio, enquanto usava sua natureza dupla para estar em Brasília como espírito.

Como todos sabem, ele só consegue isso porque o fantasma dilui-se em névoa.

Só os lobisomens têm esse poder.

Mas a sua fulgurante apoteose em favor da liberdade e democracia num AI-5, nem Lobisomem chega a tanto.

O bom mesmo é ver essa gente, que está no fundo do poço, ter como mortal inimiga a luz, rodopiar como Saci, tentar inutilmente livrar a cara do varão do clã e, consequentemente, salvar o resto da tropa que se encontra aprisionada nessa poça de lama a que assistimos.

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Se o Brasil vive uma ditadura, como acusa Bolsonaro, ele deve adorar

Ninguém é mais fã de tortura, assassinatos, prisões e ditadura sangrenta do que Bolsonaro.

Sejamos justos.

O sujeito passou a vida inteira exaltando torturadores pedófilos, monstros ditadores, casas de tortura e morte, além de outros infernos que só as ditaduras têm.

De repente, o discurso do vigarista mudou. Por que será?

Nada melhor do que a língua para chicotear a própria bunda.

Tentou dar um golpe, o troço solou e, agora, procura consertar suas falas contra o que ele sempre exaltou, enalteceu e fez disso bandeira política.

Vai engolir cada gota de fel que cuspiu há mais de 3 décadas contra quem ele chamava de vagabundo por não pensar como ele.

O fiel entoador de ditadura, agora se diz contra ela.

Como esse mundo da voltas e capota!

Viva o pau de arara de si mesmo!

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Michelle sobre Carluxo: ‘Convivo, mas não suporto’

Não existe termo educado para dizer que quer ver alguém pelas costas.

Ou seja, o mais longe possível.

A fala de Michelle sobre Carlos Bolsonaro é rodriguiana. Daria material de sobra pra Nelson Rodrigues descrever, em peça teatral ou em filme, a hipocrisia do universo familiar do Clã Bolsonaro, com sobras para uma novela somente de vilões.

A fala de Michelle sobre Cartuxo é da linha do “não vi e não gostei”

“Sou obrigada a conviver”, diz a dama das rachadinhas.

Segundo a mesma, Carluxo não gosta dela porque o pai é muito velho que ela, 27 anos

Por isso diz a receptadora dos depósitos de Quairoz (presidente do Banco Central do Clã no esquema de peculato), que não suporta Carluxo e mandou essa:

“Não gostaria que fosse assim. Umas coisas eu não concordo, e aí, para não ter problemas maiores, eu prefiro me afastar”

Dá para imaginar como ficará o casamento de Bolsonaro depois que for para a cadeia, claro, se não se enfiar em uma embaixada.

O intuito deste texto não é discutir a vida alheia, mas mostrar que, politicamente, hoje, Bolsonaro não passa de um tigre de papel e não lidera absolutamente nem a casa 58 do Vivendas da Barra.

A roupa suja, lavada por Michelle, em público, revela isso.

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AtlasIntel, pesquisa eleitoral na era da manipulação

AtlasIntel, a pesquisa que pergunta o que o eleitor não sabe responder.

O que é responsabilidade fiscal para nós mortais?

Um indicador de redução de despesas? Quais?

Está aí um termo venerado pelos ricos que os cidadãos comuns não têm a mais vaga ideia do que seja.

Imagina os brasileiros que moram em rincões distantes respondendo sobre “responsabilidade fiscal”.

Essa pesquisa AtlasIntel é comédia em estado puro.

Adicionar um pedregulho desses numa pesquisa que se pretende popular, é uma piada grotesca.

Aferir a popularidade de um presidente da República com a chanchada neoliberal sem pedir explicação dos motivos de tal opinião, é mordidela de pulga magra elevada a um ataque de tubarão branco.

Pior que isso, a pergunta é considerada a mais importante, a que tem mais peso e se tornou decisiva para o pleito de 2026, segundo o AtlasIntel.

Isso é chamar o povo de idiota e pedir para rir quando alguém citar esse primor de instituto para referendar alguma porcaria.

Mas é aquilo

Quem se lembrará dessa pesquisa tosca do AtlasIntel daqui a dois anos?

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Bolsonaro ao STF plagia o samba Caviar de Zeca Pagodinho sobre o golpe: Nunca vi, nem vivi eu só ouço falar

Virada de tempo.

Isso mesmo, a defesa de Bolsonaro, na defesa do agoniado do miliciano genocida, vai mandar essa, que reconhece que teve tentativa de golpe, muita gente dele esteve na peleja, mas ele não participou e não sabia de nada. Nem da elaboração e muito menos do comando da fuzarca golpista.

O sujeito, em pleno desespero, perdeu qualquer parâmetro de ridículo.

Seu curral deve mugir em uníssono essa xaropada de melaço com agrião.

Então fechou!

O advogado paisagista de Bolsonaro vai sacar essa pintura do bolso e casar na mesa de Moraes: Bolsonaro não viu, não viveu, ele só ouviu falar.

Agora vai!