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Quaest: Tarcísio é carta fora do baralho

Sejamos francos, Flavio Bolsonaro é papel higiênico que já vem cagado.

Dito isso, fica claro que o sujeito é o único que pode de fato representar a calhordice do pai, é pilantra que, além de vigarista contumaz, Flavio já vem suplementado com uma lista de banditismo que não tem graça comentar, seja no gabinete armado por milicianos, seja por sua fantástica birosca de chocolate que lhe proporcionou a compra da mansão avaliada hoje em torno de R$ 20 milhões.

Ou seja, vender inhá benta e trufa em uma lojeca de 3m x 3m é o melhor negócio do planeta. Não há big tech que dê tanto lucro, menos ainda fintech da Faria Lima em paceria com o PCC. O homem é um portento

Há risco de, em pleno debate com Lula, Flavio se cagar inteiro com uma diarreia cachoeira, como aquela de quano se candidatou a prefeito do Rio de Janeiro. Claro, Flavio Bolsonaro não aguenta o tranco.

Flavio é tão chucro quanto o pai, sem gozar de qualquer independência para dizer das asneiras recalcadas do ex-presidente que venceu a eleição de 2018 numa fraude armada com Sergio Moro, além de matar 700 mil pessoas por covid, devolver o Brasil ao mapa da fome, com 33 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de probreza.

Ainda, seu nome, até a eleição de 2026, ganhará dimensão incomensurável nas páginas policiais com uma variedade de gravidade de crimes comuns e políticos que não deixará dúvida do caráter do sujeito.

No entanto, há uma mistura preparada que chega com ele aos moldes da que patrocinou a campanha de Bolsonaro e que fez muito empresáio, legal e ilegal, enriquecer de forma inacredtável que ainda mantém relações no submundo do poder com seu pai que, certamente, estão associados ao universo de Bolsonaro.

Flavio, segundo a Quaest que, mesmo não sendo lá um centro de pesquisas de opinião confiável, traduz deterinada sentença, conforme o ângulo pequeno ou grandiloquente para traduzir alguns pontos de importância vital para afirmar que Tarísio, que fica saracoteando pra lá e pra cá,numa humilhante puxação de saco de Bolsonaro, é um candidato que guarda uma enorme rejeição dos bolsonaristas, além de não contar com o apoio do clã, mesmo que Tarcísio seja o queridinnho da Faria Lima, do PCC e do centrão.

Isso mostra que a direita capota na busca por alguém capaz de realmente rivalizar com Lula.

Lembrando que a vitória de Lula em 2022 foi grandiosa, porque Lula venceu normalmente Bolsonaro nas urnas, o Bolsonaro do submundo do crime, o Bolsonaro que esvaziou os cofres públicos para fazer valer o funcionamento da máquina pública contra Lula, coisa que ele não tem mais.

Há algo que prcisa ser bem analisado, que é o escancarado apoio que Bolsonaro ainda ostenta de gente que o apoiou em 2022 e que, por tentativa de se safar do cerco da PF, está por trás de toda a movimentação da anistia ou dosimetria de Bolsonaro por estar até o talo nessa história que, em algum momeno, chegará na jugular de um por um.

Ou seja, está dando o escrito. Nada de novo no front, além de uma militância de esquerda cada vez mais aguerrida, com muito mais capacidade de mobilização em tempo recorde que ela não tinha. Soma-se a isso a política de maketing de Sidônio, da Secom.


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Padre Júlio Lancellotti tem transmissão de missas e redes sociais suspensas por dom Odilo Scherer

Segundo Lancellotti, o arcebispo pediu para ele “dar um tempo”; missas de padre Marcelo não sofreram a mesma sanção; remoção do padre Júlio da Mooca “ainda não aconteceu”

O cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, determinou que o padre Júlio Lancellotti deixe de transmitir missas ao vivo e suspenda todas as suas atividades nas redes sociais. Segundo a Forum, a medida também abre a possibilidade de que o religioso seja retirado da Paróquia São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca, na zona leste da capital paulista, onde atua há mais de quatro décadas. Esta informação, no entanto, “ainda não se confirmou.

“Procede o fato dele tá proibido de usar as redes sociais e transmitir a missa pela internet. Mas o afastamento dele da São Miguel Arcanjo, isso ainda não está definido e o motivo nós não sabemos. É alguma coisa entre ele e o Dom Odílo”, informou.

Intensa repercussão
A decisão veio a público no último domingo (14), quando o próprio Lancellotti comunicou, durante uma celebração, que aquela seria uma das últimas missas transmitidas ao vivo. O anúncio provocou intensa repercussão em grupos de padres e religiosos que se comunicam por meio de aplicativos de mensagens.

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Rio: PF prende desembargador, e Rodrigo Bacellar é alvo de buscas

Macário Judice Neto, desembargador que relata o caso TH Joias no TRF-2, foi preso na manhã desta terça (16/12) durante operação da PF no Rio

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (16/12), no Rio de Janeiro, a Operação Unha e Carne 2, que investiga o vazamento de informações sigilosas que favorecem o Comando Vermelho. Desta vez, um dos alvos é o desembargador Macário Ramos Judice Neto (foto em destaque), que relata o caso de Thiago Raimundo dos Santos, o TH Joias, no TRF-2. Judice Neto foi preso.

O deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar (União Brasil), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), é novamente alvo de buscas nesta terça. Preso na primeira fase da Unha e Carne, ele foi solto pelo plenário da Alerj e ficou livre da cadeia, mediante uso de tornozeleira eletrônica.

Segundo a PF, Judice Neto vazou informações sobre a operação contra o ex-deputado TH Joias em setembro, de acordo com mensagens que estariam no aparelho celular de Bacellar, apreendido durante sua prisão.

A Unha e Carne investiga a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que provocou a obstrução de outra apuração, realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro.

Os policiais cumpriram um mandado de prisão e 10 de busca e apreensão, expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Também há buscas no Espírito Santo.

TH Joias está preso por ligação com a facção Comando Vermelho.

Atuação polêmica
Em 2023, Macário Ramos Judice Neto voltou à magistratura e foi promovido a desembargador depois de estar afastado por 17 anos devido à sua atuação polêmica como juiz federal no Espírito Santo. O afastamento por quase duas décadas deu-se com base em denúncias do MPF.

O primeiro afastamento foi determinado pelo TRF-2 em 2005, em ação penal que apurava a suposta participação de Macário em esquema de venda de sentenças. Agora, o desembargador está preso na sede da PF do Rio de Janeiro.

Flávia Judice, mulher de Macário Judice Neto, atuava no gabinete da diretoria-geral da Alerj até o início do mês passado, quando a investigação que mira o ex-deputado estadual já estava em curso.

ADPF das Favelas
A ação desta terça se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF nº 635/RJ (ADPF das Favelas), que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e as suas conexões com agentes públicos.

Da Alerj à cadeia
As investigações que levaram TH Joias à cadeia apontaram que ele utilizava seu cargo na Alerj para favorecer as ações criminosas da facção Comando Vermelho (CV).

TH teria viabilizado a compra e a venda de drogas, além de fuzis e armas antidrones. Os equipamentos teriam sido destinados ao Complexo do Alemão.

À época, a ação policial foi deflagrada pela Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Rio (MPRJ) e a Polícia Civil, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco-RJ).

A ação policial cumpriu 18 mandados de prisão e 22 de busca, além do sequestro de R$ 40 milhões em bens.

Veja outros investigados:

Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, tesoureiro do CV, responsável por movimentar R$ 120 milhões em cinco anos;
Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, liderança da facção;
Alessandro Pitombeira Carracena, ex-subsecretário estadual, suspeito de interferir em ações policiais a pedido de criminosos;

De acordo com Laura Braga, Metrópoles, policiais militares e um delegado federal investigados por fornecer proteção e informações privilegiadas ao grupo.


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Eduardo Bolsonaro vira chacota após EUA retirarem sanções de Moraes: “Pateta”

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi alvo de piadas durante um evento realizado em São Paulo, na sexta-feira (12), poucas horas após o governo do presidente Donald Trump retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da aplicação da Lei Magnitsky. Com informações da coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.

Segundo relatos, o parlamentar virou assunto em rodas de conversa durante a inauguração do canal de notícias “SBT News”. Empresários e ministros presentes no evento comentaram a atuação de Eduardo junto a autoridades dos Estados Unidos em defesa de sanções contra integrantes do Judiciário brasileiro.

Em uma das conversas, Eduardo chegou a ser chamado de “pateta”. Um ministro do governo Lula afirmou, em tom de brincadeira, que o próximo passo do governo Trump poderia ser a “deportação” do deputado.

O evento reuniu o presidente Lula e diversos ministros do governo federal. O ministro Alexandre de Moraes também participou da cerimônia, assim como o ministro Gilmar Mendes, atual decano do Supremo Tribunal Federal.

Horas antes do evento, o governo dos Estados Unidos havia confirmado a retirada de Moraes da lista da Lei Magnitsky. A medida encerrou a possibilidade de sanções contra o ministro do STF, tema que vinha sendo defendido publicamente por Eduardo Bolsonaro junto a autoridades norte-americanas.

Após a decisão, Eduardo afirmou receber com “pesar” a notícia da revogação e declarou que o Brasil teria perdido a chance de enfrentar seus “problemas estruturais”. As declarações foram feitas pelo deputado ainda na sexta-feira, após a confirmação da decisão do governo dos EUA.

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Coitada! Michelle Bolsonaro diz que resta agora “se contentar com o Senado”

Contrariada com indicação de Flávio para a Presidência pelo marido, ela reduziu agenda, perdeu espaço político e manifesta descontentamento

A decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de estimular a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto provocou tensões internas no bolsonarismo e abriu um período de desgaste especialmente sentido por Michelle Bolsonaro. A ex-primeira-dama, que vinha acumulando protagonismo político, passou a demonstrar insatisfação com o novo arranjo e perdeu espaço nas definições estratégicas para 2026.

O movimento de Bolsonaro reposicionou o centro de poder dentro do grupo político da família. Embora aliados reconheçam que Flávio ainda enfrenta forte resistência do Centrão, a sinalização de que ele será o nome apoiado pelo pai teve efeitos imediatos. A leitura entre parlamentares é de que o gesto ajudou a destravar o avanço do projeto de dosimetria das penas relacionadas à tentativa de golpe, que beneficia diretamente Bolsonaro. A proposta foi aprovada pela Câmara dois dias após Flávio afirmar publicamente que haveria “um preço” caso recuasse da disputa presidencial.

No PL, interlocutores admitem que o senador participou das articulações, mas atribuem a decisão de levar o tema ao plenário ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Mesmo assim, o episódio consolidou Flávio como ator central nas negociações políticas do grupo.

Não abre mão
Após o avanço do projeto, o senador passou a reforçar, tanto em declarações públicas quanto em conversas reservadas, que não pretende abrir mão da candidatura. Na tentativa de ampliar apoios, promoveu um jantar com lideranças do Centrão na semana passada. Relatos de participantes indicam, no entanto, que o encontro foi marcado por cautela e pouca disposição para um acordo.

Enquanto Flávio buscava protagonismo, Michelle Bolsonaro adotou postura oposta. A ex-primeira-dama reduziu drasticamente a agenda pública, suspendeu viagens e se afastou do comando cotidiano do PL Mulher, função que vinha exercendo de forma ativa. Seundo a Forum, em nota, o núcleo feminino do partido informou que Michelle enfrenta questões de saúde e que o desgaste emocional causado pela prisão do marido e por ataques à família teria afetado sua imunidade.

Aliados próximos, porém, reconhecem que o afastamento vai além de motivos pessoais. Nos bastidores do partido, dirigentes relatam que Michelle passou a externar desconforto com decisões tomadas sem sua participação, sobretudo após o aval explícito de Bolsonaro à candidatura do filho. Em conversas reservadas, ela teria afirmado que precisaria “se contentar com o Senado”, frase que passou a circular internamente como retrato do mal-estar instalado.

O desalinhamento ficou evidente durante uma visita de Michelle e Flávio a Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, onde o ex-presidente está detido. Segundo relatos, Bolsonaro celebrou o avanço da proposta de redução de penas e reiterou que seguirá apostando no filho como candidato. Michelle, por sua vez, teria feito um desabafo direto, reclamando de ter sido excluída das decisões centrais do projeto político.


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Vendo que o PL da dosimetria não vai passar, Bolsonaro inventa uma emergência médica

Bolsonaro não conseguiu encontrar fresta para fugir da cadeia, agora fala em urgência para cirurgia comum.

O motivo, ninguém sabe, mas não deixa de contar mais sobre ele e seu desespero em busca por impunidade. Não há mais cartucho para gastar e nada move uma palha que possa lhe beneficiar.

O cara é cansativo. Não para de ficcionar soluções para reduzir sua pena ou simplesmente adicionar açúcar em seus crimes para produzir diarreias verborrágicas sem qualquer preocupação de aliviaros ouvidos de quem as escuta.

Não há ilusões, Bolsonaro persistirá nesse caminho para ver se consegue mover alguma palha.

Até então, o custo-benefício que daria ânimo direto na veia do bolsonarismo, não conseguiu sequer mostrar valor simbólico.

Quamto mais os banidos do Congresso se metem a tratar a população brasileira como idiota na associação macabra com Bolsonaro, por motivos óbvios, mais estrangulada fica a garganta de Bolsonaro pois tudo não passa de oportunismo barato, totalmente inconstitucional.


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Alessandro Vieira quer a rejeição total do PL da Dosimetria no Senado

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) anunciou publicamente, em 14 de dezembro de 2025, que apresentará um voto em separado pela rejeição total do PL da Dosimetria (PL 2.162/2023) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Principais motivos citados por ele:

O texto aprovado pela Câmara contém “vícios insanáveis”, pois afrouxa o tratamento penal de forma generalizada, beneficiando crimes além dos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023 (como corrupção, delitos sexuais e ambientais).

Há risco de conflito com o PL Antifacção (do qual Vieira foi relator no Senado), que endurece regras contra o crime organizado.

Ele critica o projeto como “casuísta”, ou seja, criado para atender interesses específicos (redução de penas para condenados do 8/1, incluindo Jair Bolsonaro), mas com efeitos amplos e indesejados.

Declaração direta de Vieira (postada no X em 14/12/2025):
“O texto do PL da Dosimetria carrega vícios insanáveis, em especial por afrouxar o tratamento penal para crimes diversos daqueles declarados pelos deputados. Vou apresentar voto em separado pela rejeição total do projeto, buscando a construção de soluções técnicas para o tema.”

O projeto está na CCJ, com relatoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), que negocia alterações com Vieira e Sérgio Moro para corrigir brechas.

O senador disse que seu objetivo é justamente provocar uma nova proposta “com conteúdo mais adequado”.

A votação na CCJ está prevista para 17/12/2025, e há pressão para mudanças ou adiamento.

Fontes de diferentes espectros confirmam a posição de Vieira, sem contradições relevantes.

Se o voto em separado for aprovado, o PL da Câmara seria arquivado, abrindo espaço para um novo texto. O tema é polêmico, com críticas de que o projeto original visa beneficiar condenados golpistas, mas com riscos de impunidade geral.


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Lula vê Motta sem rumo e teme ainda mais a Câmara em 2026, dizem aliados

O presidente Lula (PT) não tem conseguido levar o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), mais a sério. É o que dizem aliados próximos do presidente sobre os acontecimentos na Casa nas últimas semanas.

Motta está sendo considerado um presidente da Câmara imprevisível pelo Planalto. As surpresas, como pautar o projeto de lei da dosimetria no início da madrugada ou votar em sequência as cassações dos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Carla Zambelli (PL-SP), têm levado Motta a ser encarado não só como um líder instável como também um parlamentar inseguro.

Lula tem visto tudo como uma falta de direção, dizem aliados. O presidente também se queixa da qualidade dos parlamentares, que, segundo ele, não mostram capacidade de exercer o trabalho, e vê o diálogo extremamente prejudicado por causa disso.

Com respeito aos protocolos, Lula evita falar de Motta abertamente, mas o parlamentar não tem mais a confiança no Planalto. Segundo interlocutores, o presidente ofereceu uma aproximação concreta, indicando até uma possível aliança eleitoral na Paraíba no ano que vem, mas não teve uma resposta entusiasmada. Na leitura do governo, o parlamentar não quer “se comprometer com nenhum dos lados”.

A desconfiança não é nova. De acordo com o Uol, a relação entre o parlamentar e a alta cúpula do governo nunca mais foi a mesma após ele quebrar um acordo, colocar urgência no projeto que derrubava o decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e avisar pelas redes sociais, em julho.

Mais do que instável, ele também é visto como inconsistente. O governo acabou analisando a última semana, que resultou até em agressões a jornalistas, como uma grande derrota para Motta: teria desagradado tanto a petistas quanto a bolsonaristas e mostrado a sua fragilidade ao centrão, algo que a política dificilmente perdoa.

Integrantes do governo usam a tentativa de cassação de Glauber como exemplo. Quando viu que estava acontecendo uma espécie de acordo para salvar o parlamentar, Motta, de cima da mesa, começou a ligar para aliados, mostrando, para petistas, descontrole da situação. Essas imagens e o vídeo em que ele leva uma resposta da deputada constituinte Benedita da Silva (PT-RJ) sobre a promulgação da Constituição Federal, em 1988, rodaram os grupos do governo de forma jocosa.

Isso tem sido externado mais abertamente por integrantes do governo do que pelo presidente. “Eu acho que é inaceitável a maneira como tem sido conduzido [a Câmara] com [votar a cassação de] Glauber e os bolsonaristas, seja em passar a madrugada votando [o PL da] Dosimetria, uma anistia envergonhada, sem colocar em pauta as grandes questões do povo brasileiro, eu acho que é um erro grave”, disse o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral a Presidência, em café da manhã com jornalistas na última sexta (12).


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Só uma mídia golpista para levar a sério Pablo Ortellado do tal Monitor do Debate Político

Dizer que Pablo Ortellado tem zero credibilidade para determinar o número de pessoas em manifestações da esquerda e da direita, chega a ser boboca.

Lógico que, agora, na grande mídia, essa figura inclassificável, tenta esconder seu passado bufônico quando se apresentava como o principal importador das táticas de manifesação, os black blocs, da tal jornada de junho de 2013, que tinha o claro objetico de golpear Dilma.

Não dá para perder tempo, gastar vela com um defunto ruim. A única coisa que falo, para determinar de quem se trata, é que ele é um fanático olavista, a ponto de escrever que “Olavo de Carvalho era um dos maiores intelectuais da nossa geração,” nesse nível.

Por isso Ortellado tem um padrão duplo na sua “avaliação” ou “metodologia”, que, na maior cara dura, hipertrofia as manifestações bolsonaristas e utiliza a mesma contabilidade para reduzir drasticamente o tamanho das manifestações de esquerda no Brasil.

Mas ele, literalmente, tem zero credibilidade. Daí estar aonde está como colunista de O Globo, Folha, palpiteiro na GloboNews, e por aí vai.

Entãoi, quando vejo esse nome, Monitor de Debate Político, sinceramente, não perco meu tempo com essa gigantesca mentira.


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