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Patrimônio de Flávio chega a R$ 600 milhões, diz ex-líder de Bolsonaro

Coordenador da campanha de Bolsonaro em 2018 diz que Flávio enriqueceu no governo do pai; equipe do presidenciável diz que não irá comentar

O ex-deputado Julian Lemos disse, em entrevista a um podcast, que o patrimônio do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) hoje é de R$ 600 milhões, e o do irmão Eduardo Bolsonaro chegaria a R$ 150 milhões. A campanha do senador diz que ele não irá comentar o assunto. Lemos foi procurado, mas não prestou esclarecimentos até o fechamento da reportagem.

Na última eleição que disputou, em 2018, Flávio declarou à Justiça possuir R$ 1,7 milhão em bens. No terceiro ano de mandato, comprou mansão em Brasília, praticamente à vista, por R$ 5,97 milhões. Eduardo Bolsonaro declarou oficialmente à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 1,76 milhão nas eleições de 2022. Segundo o Intercept Brasil, o ex-deputado mora no Texas (EUA), em casa avaliada em R$ 6 milhões.

De acordo com Andreza Matais e Eduardo Militão, Metrópoles, Julian Lemos foi um dos principais aliados de Bolsonaro em 2018, coordenou sua campanha no Nordeste e foi eleito deputado federal pela Paraíba, com forte associação ao então candidato.

No entanto, o rompimento ocorreu ainda na transição entre o governo eleito e a posse, no fim de 2018 e início de 2019, em meio a conflitos com Carlos Bolsonaro e o então ministro Gustavo Bebianno.

Julian Lemos aposta que Flávio desistirá da disputa presidencial e tentará vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro para não perder a prerrogativa de foro, mas duvida que a família apoie Michelle Bolsonaro. O senador está na mira da Polícia Federal por suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro.

No seu diagnóstico, a lógica familiar é que quatro anos de Lula passam rapidamente. Se reeleito, Lula encontrará um governo endividado pelas medidas eleitoreiras que adotou para tentar se perpetuar no poder, o que abrirá caminho para a direita voltar ao Planalto em 2030.

Como todo bolsonarista que pula a cerca, Julian Lemos virou persona non grata. Ele não apresentou, no vídeo, provas de que o patrimônio do 01 cresceu 353 vezes em comparação com 2018.

No dia 15 de agosto, Flávio terá de apresentar ao TSE sua declaração de bens, oito anos depois da última eleição que disputou.


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Quem tem Damares como aliada, não precisa de Michelle

Sejamos francos, o cardápio do clã Bolsonaro é um bate-entope ao molho de escândalos, chamado Flavio Bolsonaro.

Quando Damares fala que ainda está com o pré-candidato Flavio Bolsonaro, sinaliza, melhor dizendo, escancara que só está egolindo essa massaroca por honrar seu pai, o indigesto, Jair Bolsonaro.

Na verdade, ela deixa claro que engole sapo, mas o bicho deixa o gosto amargo na boca.

Há um claro sinal trocado de Damares em relação a Flavio, e não me venham dizer que uma família que briga em público, é forma de carinho. O clã ainda é um fardo pesado de carregar não só para Damares.

O discurso oficial “estamos juntos”, na prática, mostra que cada um está em lives diferentes, ou melhor, cada um aponta para uma direção diferente, para onde o nariz manda.

É uma espécie de manual de instrução faltando páginas, Não há roteiro, o que há, cada vez mais, é especulação, se o candidato será mesmo Flavio ou Michelle, e é aí que Damares estaciona o seu apoio a Flavio de forma protocolar, “ainda estou com o pré-candidato Flavio Bolsonaro”, deixando claro que está a dois passos de tirar o pé de um barco e seguir com o outro pé na canoa de Michelle para, depois, ver quem traiu quem.

Sim, é uma briga tão doméstica que nem precisa de adversário, mesmo Bolsonaro dizendo que o 01 do clã é seu herdeiro oficial. Mas pelo visto, nas palavras de Damares, não existe cadeira cativa. Na verdade, é uma cadeira que pode mudar, de estalão, se alguém da família, como Michelle, discordar.

Dizem as más línguas que a política do clã anda assim, amor em público e, no bastidor, faca nas costas.

Por isso Damares foi clara ao afirmar, com outras palavras, que está unida a Flavio até a página 2. mas deixou claro que tirou o tapete vermelho do irmãozão de Vorcaro, e que, na sequência, estendeu para Michelle.

Todavia, cinicamente, sapeca o ramerrão, “meu candidato ainda é Flavio Bolsonaro”. Mesmo detonando a campanha dele sem rodeios.

Ou seja, nessa eleição ainda não tem nada definido, sobretudo a candidatura verdadeiramente oficial do bolsonarismo.

Fora das manchetes, quem compara os processos, acha que Michelle é a favorita, mesmo em silêncio. Esse é o nome do atalho, por mais que a base chore junto com Flavio. Mas ele não tem torque, e o pior, tem muita lama que será despejada contra ele no momento certo, dizem  muitos que estão mais próximos ao sujeito, mesmo que na oposição.

O fato é que Damares não dá ponto sem nó e revela que o que ela pensa hoje sobre o candidato de Bolsonaro não tem prazo de validade, pode mudar amanhã.


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Vídeo – Lula ao exaltar a prótese do SUS: ‘Nem a dentadura do Trump é igual’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou nesta terça-feira (14) a prótese dentária fornecida pelo SUS à dentadura de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ao afirmar que “nem a dentadura do Trump é igual” ao item entregue pela rede pública brasileira.

A declaração colocou Trump como referência irônica em uma fala sobre saúde bucal e atendimento público. Lula usou a comparação para destacar a qualidade da prótese oferecida pelo Sistema Único de Saúde.

Na frase, o presidente citou “dentadura” ao falar do republicano e “prótese” ao mencionar o SUS. A comparação aproximou um tema de serviço público brasileiro de uma figura política internacional de alto alcance.

Comentário mirou atendimento odontológico do SUS
O SUS oferece atendimento gratuito à população brasileira e reúne serviços de prevenção, tratamento e reabilitação em saúde. A menção de Lula tratou especificamente de uma prótese dentária fornecida pela rede pública.

A fala ganhou destaque porque o presidente usou um exemplo cotidiano, ligado à saúde bucal, para defender uma política pública. A comparação também incluiu diretamente o nome do presidente dos Estados Unidos.

Lula tem usado discursos públicos para citar programas e serviços federais em linguagem direta. Neste caso, a defesa do SUS apareceu por meio de uma ironia com a aparência atribuída à dentadura de Trump.

Não houve, no trecho divulgado da declaração, detalhamento sobre modelo, local de entrega ou número de próteses fornecidas pelo SUS. A frase divulgada se concentrou na comparação entre o item da rede pública e a dentadura citada por Lula.

A declaração entrou no noticiário às 17h18 desta terça-feira (14), com a frase “nem a dentadura do Trump é igual” como ponto central da manifestação do presidente brasileiro. DCM.


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Valdemar diz que primeiro ato de Flávio, se eleito, será indultar Jair Bolsonaro: “Vai canetar!”

Antes mesmo de apresentar propostas de governo ou detalhar um plano para o país, a campanha de Flávio Bolsonaro já sinaliza qual seria sua prioridade caso alcance a Presidência da República. Segundo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o primeiro ato de Flávio, se eleito, será conceder indulto a Jair Bolsonaro, hoje cercado por investigações e processos que avançam no Judiciário.

A declaração, feita em tom de promessa e celebrada por aliados, reforça a percepção de que uma eventual candidatura de Flávio estaria menos voltada para discutir os desafios nacionais e mais comprometida com a situação jurídica de seu pai. Ao afirmar que o futuro presidente “vai canetar”, Valdemar deixou explícito que o objetivo central seria utilizar o poder do cargo para beneficiar Bolsonaro.

A fala também tende a alimentar críticas de adversários e especialistas, que veem na proposta uma tentativa de transformar a eleição presidencial em um instrumento de proteção familiar e política. Para esses setores, a prioridade de um chefe de Estado deveria ser governar para a população, e não atuar em função dos problemas judiciais de um aliado — ainda que seja o próprio pai.

Nos bastidores, a declaração repercutiu como mais um sinal de que o projeto político do clã Bolsonaro permanece fortemente vinculado à defesa pessoal de Jair Bolsonaro. Em vez de marcar uma renovação ou apresentar uma agenda própria, Flávio aparece, cada vez mais, como o candidato de uma missão específica: garantir a sobrevivência política e jurídica do ex-presidente.


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Novo lançamento do kit irmãozão entre Vorcaro e Flavio Bolsonaro tem até sniper além de milícia

Matador de longo alcance, ou seja, a milícia de Vorcaro tinha até sniper. É ou não irmãozão de Flavio?

Põe irmãozão nisso!

Milícia com sniper lembra o ex-Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio na cadeia com medalha de Tiradentes, por comandar o escritório do crime e seu patrãozão da milícia em Rio das Pedras e Muzema.

Sim, existem laços afetivos entre os dois, a mãe e esposa de Adriano estavam lotadas como fantasmas no gabinete do então deputado estadual, Flavio Bolsonaro.

O sniper é a versão física do cancelamento de quem cruza na frente dessa gente. Detalhe, sem direito à resposta. Pior, é coisa de longo alcance.

Trocando em miúdos, o lema era, aqui a gente mira na informação antes que ela mire em você. Nada mais bolsonarista do que isso.

É um pacote completo, compra-se um banqueiro esperto do Master e já vem acoplado a ele uma milícia e um sniper.

Toda essa ingênua afinidade entre os irmãozões de R$ 134 milhões é de fazer inveja em qualquer bandido que está em cadeia de segurança máxima.

Não é o caso de Flavio, ainda, mas convenhamos, o sujeito tem cacife para tanto, não só ele, claro, mas o sacroclã inteiro. Pai, madastra e pupilos são, por si só, um prêmio de loteria no mundo paralelo.

E assim, os exercícios dos nossos pensamentos nos levam à obviedade nesse pacto de sangue entre Flavio e Vorcaro. E o sujeito ainda tem o descaramento de posar de vítima de Moraes.

Uma amizade que sempre foi planejada e que se transformou num negócio sustentável, com o Master irrigando a amizade para pagar os favores que Vorcaro obteve durante o governo Bolsonaro.


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Afundado em escândalos diários e descrença de aliados, Flavio Bolsonaro usa a proibição de Moraes de visitar o pai para produzir catarse da censura da cartinha

Flavio não está atolado numa areia movediça, o problema de atolamento não é a areia, é que a cada escândalo novo, é um balde de cimento que joga sobre si e sua campanha.

Aliado que vê cimento vindo, e virá muito mais, corre para não respingar nele.

É fato que, quanto mais o sujeito se rebate para explicar, mais afunda. Flavio é uma caixa de escândalos, e não de hoje, muitos deles como a rachadinha, têm nomes mimosos, mas suas mansões, as explicações não dadas, que havia prometido da parceria com o irmãozão Vorcaro de R$ 134 milhões, seguem mudas quase 40 dias além da data estabelecida pelo próprio para explicar o inexplicável.

Sem falar de viver como um político no modo, deixa eu explicar, desde sempre, Flavio tenta gritar junto com seus críticos, utilizando a proibição por Moraes das visitas a seu pai em função de sua campanha  antecipada via cartinha, fazendo com que o papai golpista asrrumasse um jeito de furar a ordem do STF de não estabelecer qualquer tipo de comunicação de dentro de sua invejável mansão luxuosa na sua suposta prisão do,iciliar..

Será que ninguém avisa a Flavio que ele está num buraco sem colete salva-vidas e não tem como sair?

Usando o clássico, me proibem, logo existo, e a portaria da casa vira palanque com edição de, não posso visitar meu pai.

Flavio segue a condição que muda seu status de senador para candidato genérico à Presidência da República, que depende da cartinha do papai para fazer campanha antencipada, e a proibição de Moraes vira combustível na esperança de produzir engajamento como o “não pode”, com argumento jurídico emocional e de marketing.

Na vitimização, Flavio tenta usar o não judicial em sim eleitoral. O que ele quer é transformar a decisão técnica de Moraes em novela trash.

Lógico, a comparação do pai com Lula não sai do roteiro, tentando criar um duelo de narrativas em que Lula, preso, sem qualquer prova de crime, tinha regalias dentro da prisão na PF em curitiba. Já o papai, com planos de golpe de Estado, assassinatos de Moraes, Lula e Alckmin e atos terroristas como o caminhão de combustível com bomba no aeroporto de Brasília, são coisas de pouca monta, do ponto de vista criminal.

Detalhe, tudo absolutamente comprovado, que desembocou no 8 de janeiro de 2023.

O fato é que Flavio está cada dia mais asfixiado pella quantidade de cimento que jogou sobre si e muitos, inclusive aliados, dizem que isso é apenas um aterro de concreto e que o pior sobre os escândalos de Flavio que ainda virão, dão conta de material para erguer um arranha-céu.

Assim, sua pífia interpretação de filho sensível contra a censura do pai imposta pelo StF, Flavio jura que essa charanga melodramática pode ser o ponto da sua virada de chave.


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Campanha de Flávio Bolsonaro calcula prejuízos com proibição de visitas ao pai

Campanha de Flávio Bolsonaro calcula prejuízos com proibição de visitas e reconhece impacto

A decisão que restringe visitas a Flávio Bolsonaro provocou preocupação entre aliados e integrantes de sua campanha, que já fazem contas sobre os efeitos políticos da medida. Nos bastidores, o entendimento é que a proibição produz um desgaste que vai além do aspecto jurídico, atingindo diretamente a capacidade de articulação política e a construção de uma narrativa positiva junto ao eleitorado.

A avaliação de pessoas próximas ao senador é que o episódio reforça a associação de sua imagem a investigações, controvérsias e questionamentos que vêm se acumulando nos últimos anos. Em um momento em que a pré-campanha buscava concentrar esforços na apresentação de propostas e na consolidação de apoios, o foco voltou a recair sobre temas que a equipe preferiria manter fora do debate eleitoral.

Aliados admitem reservadamente que a restrição dificulta reuniões presenciais, reduz a circulação de lideranças políticas ao redor do candidato e alimenta a percepção de isolamento. A preocupação é ainda maior porque adversários já exploram o episódio como evidência de fragilidade política e jurídica, ampliando seu alcance nas redes sociais e no debate público.

Outro temor é o impacto sobre possíveis alianças. Partidos e lideranças que ainda avaliavam um alinhamento com Flávio tendem a agir com mais cautela diante do cenário de incerteza. Em disputas majoritárias, a percepção de viabilidade costuma ser um ativo decisivo, e qualquer sinal de enfraquecimento pode acelerar movimentos de distanciamento.

A situação ocorre em um contexto já marcado por dificuldades para a campanha. Questionamentos envolvendo aliados, polêmicas recorrentes e a necessidade constante de responder a crises sucessivas têm consumido tempo e energia da equipe. Com a nova restrição, a avaliação interna é que será necessário reorganizar estratégias de comunicação e reforçar a atuação digital para tentar compensar a perda de espaço político presencial.

Embora publicamente os aliados minimizem os efeitos da decisão, nos bastidores o diagnóstico é menos otimista. A campanha reconhece que o episódio tem potencial para produzir danos duradouros à imagem do senador e dificultar a tarefa de convencer eleitores e lideranças de que sua candidatura permanece competitiva. Em um cenário eleitoral cada vez mais sensível à percepção pública, o prejuízo político pode acabar sendo maior do que o jurídico.


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Moraes suspende visitas de Flávio e exige explicações de Bolsonaro

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender as visitas de Flávio Bolsonaro e exigir explicações do ex-presidente Jair Bolsonaro amplia a pressão judicial sobre o núcleo político e familiar do bolsonarismo. A medida sinaliza que o Supremo Tribunal Federal pretende acompanhar com rigor o cumprimento das determinações impostas aos investigados e não tolerará possíveis tentativas de contornar restrições estabelecidas pela Justiça.

Ao cobrar esclarecimentos de Bolsonaro, Moraes demonstra preocupação com eventuais condutas que possam interferir no andamento das investigações ou descumprir medidas cautelares. O episódio reforça a percepção de que o ex-presidente continua no centro das atenções das autoridades responsáveis por apurar fatos relacionados às diversas frentes de investigação que envolvem seu entorno político.

A suspensão das visitas de Flávio Bolsonaro também possui forte peso simbólico. Como um dos principais articuladores políticos da família, o senador exerce papel relevante na defesa pública do pai e na mobilização de aliados. Qualquer restrição a esse contato é vista como uma tentativa de preservar a integridade das apurações e evitar a circulação de informações que possam comprometer a eficácia das medidas determinadas pelo Judiciário.

Politicamente, o episódio ocorre em um momento de crescente desgaste para o grupo bolsonarista. Enquanto aliados tentam construir uma narrativa de perseguição política, as decisões judiciais indicam que as autoridades seguem encontrando elementos considerados suficientes para manter o monitoramento e a adoção de medidas cautelares. A cada nova determinação, torna-se mais difícil para o ex-presidente afastar-se do foco das investigações e sustentar a imagem de vítima de uma suposta ofensiva institucional.

A decisão de Moraes reforça, sobretudo, que o cumprimento das ordens judiciais não é facultativo. Em um Estado Democrático de Direito, a condição de ex-presidente, senador ou liderança partidária não confere privilégios diante da lei. O recado do Supremo é claro: qualquer indício de descumprimento ou tentativa de driblar determinações judiciais poderá resultar em novas restrições e em consequências ainda mais severas.


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Pode isso, Arnaldo?: De Bic na mão, Bolsonaro escreve cartinha Para o JN digital ler para o gado premiado

Bolsonaro escreveu, Flavio leu.

Isso é o mesmo que estar com o celular dando as cartas para a campanha do seu primogênito, de dentro de sua prisão fofa em seu spá de luxo particular, com direito à piscina, churrascada e outras coisitas mais, além da visita constante da campanha de Flavio e suas confabulações constantes com Michelle.

Qual outro condenado nesse país tem essa regalia, de ir, vir, voar e voltar?

As cartinhas que Bolsonaro anda escrevendo não são meros papéis, mas sim legendas em cadeia, lidas em horário nobre pelo irmãozão de Vorcaro, Flávio Bolsonaro.

Essa é a verdeira cadeia que Bolsonaro está, cadeia nacional. Agora, é o JN das redes com a mesma caneta de sempre e menos gravatas.

Na verdade, Bolsonaro escreve no comforto de seu pijama em papel pautado para pautar a estratégia de sua campanha via Flavio. A edição é feita em sua luxuosa mansão. E ainda tem gente que acredita que ele está preso.

Na realidade, suas cartinhas são verdadeiros twitters disfarçados de papel, no rodapé vai um “apoie o bolsonarismo”, “apoie Flavio”. Nem precisa ler a cartinha, basta fingir que leu e repassar o ramerrão em forma de artigo fascista.

Com isso, Bolsonaro acaba fazendo de sua prisão uma charge do próprio sistema de justiça. Nela, para variar, diz-se perseguido, carregando as tintas no vitimismo vigarista e fazendo os celulares vibrarem em todo o cenário bolsonarista como um aviãozinho de papel digital para acertar direto na timeline do adversário, no caso, Lula.

O fato é que a cartinha fofa tem alcance nacional, a autoria na base do, “sem querer”, é de um suposto presidiário com o velho drama, agora, com mais aerodinâmica.

Missão que deveria ter sido abortada já na saída, mas chegou ao seu destino final, mesmo que na caixa do spam. Assim, o aviãozinho pousa tranquilo para promover a campanha do pelelequeiro 01 com o carimbo oficial do genocida a partir do grupo da família.

Então, fica a pergunta, pode isso, Arnaldo?


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