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Datafolha mostra que o bolsonarismo faliu

A era Bolsonaro acabou e bolsonaristas estão órfãos

O Datafolha escancarou o problema da direita, tem voto, mas não tem nome. Pode ser Flavio, Caiado ou Zema, todos têm percentuais idênticos no segundo turno. Todos são postes sem luz e batem no memso teto no segundo turno contra Lula.

A direita tem eleitor, mas não tem candudato.

O primogênito do genocida não empolga ninguém, nem mercado, nem evangélicos, nem o pasto.

Na verdade, está cada vez mais imaginável ver o apoio decisico de pastores a Flavio, Zema e Caiado, os três são uma espécie de esvazia templo, espanta evangélicos. Por isso a direita está em pânico.

O fato é que Bolsonaro concentrou em si a própira imagem da direita. Inelegível e preso, a direita não tem plano B que emplogue, tanto faz ser Ze Mané, Joaquim miliciano ou Tião escravocrata, essa turma não dá caldo, mesmo que o banqueiro financie suas campanhas, o retorno não vem sem um nome de peso.

A direita está na mesma situação de um jogador quebrado ou suspenso, o resto do time não sabe jogar, que fará fazer gol.

A tendência é ver o desespero pela anistia de Bolsonaro se agigantar, porque o Datafolha tem três candidatos para enfrentar Lula, mas não tem nenhum que repre4esente qualquer via, que fará a terceira.

Não dá tempo do  Jornal Nacional fabricar candidto, eles próprios se engessaram, por isso a direita está surtada a ponto de Flavio, em vídeo, reviver a tragédia da fome no goveno de seu pai, chamando a população de idiota, acusando Lula daquela tragédia que aconten durante todo o governo do seu pai.

Ou seja, é barba, cabelo e bigode às avessas. Os três candidatos da direita não formam um nome.

Sem Bolsonro, o bolsonarismo derreteu e o bolsonarista está igual a v-lata que cai do caminhão de mudança e segue acompanhando qualquer um que lhe faça festinha, mas que não empolga, menos ainda alimenta esperança de vitória pela própria sobrevivência da direita.


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Política

Para criticar Lula, Flávio Bolsonaro usa vídeo de pessoas catando comida, mas no governo do pai

Vídeo exibe cenas de pessoas recolhendo alimentos de um caminhão de lixo, originalmente divulgadas em 2021

O senador Flávio Bolsonaro (PL) publicou neste domingo (12) um vídeo nas redes sociais em que critica o governo Lula e afirma haver um cenário de agravamento da crise econômica no país. Na gravação, ele menciona o endividamento das famílias brasileiras e o aumento do custo de vida, argumentando que muitos cidadãos enfrentam dificuldades para arcar com despesas básicas.

Durante o vídeo, são exibidas cenas de pessoas recolhendo alimentos de um caminhão de lixo, apresentadas como exemplo da situação atual. No entanto, as imagens não são recentes.

As cenas foram originalmente divulgadas em outubro de 2021, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, em reportagem que mostrava o aumento da fome no país à época.

A utilização do material fora de contexto gerou críticas nas redes sociais. O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou que o conteúdo divulgado pelo senador é enganoso e acusou a publicação de disseminar desinformação.

Além disso, Flávio Bolsonaro também atribuiu ao atual governo a responsabilidade pelas altas taxas de juros no Brasil, relacionando o cenário econômico às políticas fiscais adotadas.

Especialistas, no entanto, apontam que a taxa básica de juros (Selic) é definida pelo Banco Central, que possui autonomia para tomar decisões com base em diversos indicadores econômicos.

Abaixo, veja o vídeo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo em outubro de 2021. “Em mais um retrato do agravamento da fome no Brasil, imagens de pessoas em busca de comida em um caminhão de lixo em Fortaleza (CE) viralizaram nas redes sociais”, diz o post.

*ICL


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Política

Tarcísio tenta esconder, mas Lula faz novas entregas para a saúde e educação de SP

Presidente Lula destinou R$ 41 milhões ao Instituto do Coração e inaugurou a unidade Tamanduatehy da Universidade Federal do ABC e a sede do Instituto Federal de Sorocaba

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), além de não comparecer a inaugurações de interesse da população paulista apenas por serem realizadas pelo governo do presidente Lula, também tem omitido informações relevantes sobre os investimentos da União no estado.

Nesta sexta-feira (10), por exemplo, Tarcísio não esteve nos anúncios de investimentos e nas inaugurações para a saúde e educação do estado realizadas por Lula. Não se trata de uma disputa de egos, mas sim de pensar na responsabilidade pública e no zelo pelo bem comum com espírito republicano, que o presidente sempre insiste em fomentar.

Investimentos federais em ações para a saúde em SP

Para se ter uma ideia, o governo federal destinou nesta sexta-feira, por uma portaria assinada pelo presidente Lula e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, R$ 41 milhões ao Instituto do Coração (InCor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFM-USP). O valor tem como finalidade o fortalecimento dos serviços de saúde pública no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o Planalto, este é o maior investimento já liberado pelo Ministério da Saúde (MS) ao instituto. No entanto, o evento não “mereceu” a representação estadual, oportunidade em que foi inaugurado o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin).

O novo centro amplia em 15% a área total construída do InCor, com cinco andares e oito salas de simulação em cenários reais, sendo concebido para integrar ciência e tecnologia na formação de novos profissionais.

Durante o ato, que contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do presidente do Conselho Diretor do InCor, Dr. Roberto Kalil Filho, o presidente Lula sancionou o Projeto de Lei (126/2025) que institui o Marco Regulatório da Vacina e dos Medicamentos de Alto Custo contra o Câncer. Já Alexandre Padilha assinou outras três ações fundamentais de aprimoramento para a saúde:

Acordo de Cooperação Técnica do Ministério da Saúde com o Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde da Universidade Estadual da Paraíba para transferência de tecnologia e capacitação de profissionais do SUS;

Termo de adesão do InCor ao programa Mais Médicos Especialistas;
Convênio do MS com o Incor para implantação do Núcleo de Telessaúde e inovação no SUS, no valor de R$ 9 milhões.

Após estar no InCor pela manhã, Lula foi a Santo André, no ABC paulista. Novamente, sem sinal de representantes estaduais, outra fundamental obra foi inaugurada: a unidade Tamanduatehy da Universidade Federal do ABC, no campus Santo André.

O governo federal investiu R$ 155,7 milhões na unidade, em benefício de 3 mil alunos com 402 novas vagas nas áreas de Ciências Naturais e Exatas, de Ciência de Dados, de Biotecnologia e Pedagogia.

“Custa dinheiro? Custa! Mas quanto custa não fazer? A pergunta que temos que fazer é a seguinte: quanto custa não fazer e quanto custa o atraso de um país? É fácil a gente compreender que não existe modelo de país desenvolvido no mundo sem antes ter investimento em educação. É a partir da educação que a gente consegue fazer com que o país cresça”, afirmou Lula durante o ato.

Por sua vez, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, assinou a ordem de serviço para o início das obras da passarela que irá interligar a nova unidade à sede do campus. O investimento é de R$ 15 milhões e faz parte do Novo PAC. Também foi assinada uma ordem de R$ 8 milhões para aquisição de equipamentos para o local.

Na sequência do evento, Lula foi para o interior paulista e inaugurou a sede própria do campus Sorocaba (SP) do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). São mais de 20,6 milhões em investimentos. De acordo com o Vermelho, no local são ofertados 13 cursos de educação profissional e tecnológica com cerca de 1.872 matrículas.

A cerimônia ainda contou com a ordem para um investimento de R$ 8 milhões para a construção de restaurante estudantil, biblioteca, auditório e quadra poliesportiva no campus. O Planalto indica que já foram investidos R$ 557 milhões pelo Novo PAC em melhorias de unidades em funcionamento e para novos campi do Instituto Federal de São Paulo.

Obras em SP bancadas pelo governo Lula

A tentativa de esconder as obras do governo federal em São Paulo já foi motivo de queixa de Lula. Em recente agenda em Araraquara, no interior de São Paulo, o presidente reclamou da falta de reconhecimento por parte do governador do estado.

Conforme o presidente, Tarcísio deveria indicar o que cabe ao governo federal e deu como exemplo moradias do programa Casa Paulista, em que a União coloca R$ 155 mil, pelo Minha Casa, Minha Vida, e o estado R$ 20 mil: “Era só falar isso e depois pode falar mal de mim à vontade, não tem problema nenhum”, disse.

Na ocasião, Lula destacou que o povo de São Paulo é “induzido por um pouco de arrogância de alguns” a achar que não existe pobreza nos seus limites, porém revela que o estado é o que mais recebe recursos do Bolsa Família por conta da imensa periferia da região metropolitana.

Voltando ao tema da falta de reconhecimento, o presidente ressaltou que as grandes obras estaduais têm muito dinheiro e financiamento federal, ao citar o túnel Santos-Guarujá.

“Metade é do governo federal. Nós não estamos fazendo um favor, é obrigação do governo federal. Eu só queria que o governo estadual reconhecesse”, reafirmou Lula.


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Política

Investigação aponta propina de R$ 4 milhões a ex-gestor do BC na gestão Campos Neto

Relatório do Banco Central aponta pagamentos milionários a Belline Santana e amplia cerco ao entorno de Daniel Vorcaro

Relatório interno do Banco Central (BC) aponta que Belline Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária, simulou dois contratos que somaram R$ 4 milhões para ocultar o recebimento de propina no caso Banco Master. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (10).

Segundo a apuração, os contratos foram firmados com a Varajo Consultoria, empresa de Leonardo Palhares, apontado pela Polícia Federal (PF) como operador de Daniel Vorcaro, dono do banco. A sindicância concluiu que os documentos serviram para dar aparência legal aos pagamentos.

Em um dos contratos, Belline recebeu R$ 2 milhões por um estudo de 50 páginas sobre educação financeira. O relatório afirma que o material não tinha produção autoral relevante e não justificava o valor. Para os procuradores do BC, era “pouco crível” o pagamento milionário por esse tipo de conteúdo.

Belline chefiou a supervisão bancária entre 2019 e janeiro de 2026, atravessando a gestão Roberto Campos Neto e o início da gestão Gabriel Galípolo. Ele deixou o cargo em meio à investigação interna aberta pelo Banco Central sobre o caso Master.

As conclusões da sindicância se somam ao que a PF já havia apontado em março. Segundo investigação revelada por Estadão e Times Brasil/CNBC, Belline e o ex-diretor Paulo Sérgio Neves de Souza atuavam como “consultores informais” de Vorcaro dentro do BC, com troca de mensagens, orientação sobre documentos e indícios de repasses regulares.

Contexto
O caso se soma a outras frentes de apuração sobre o Master. Documentos enviados pela Receita Federal ao Senado mostram que o banco declarou mais de R$ 543 milhões em pagamentos a 91 escritórios de advocacia entre 2022 e 2025, como mostrou a Folha de S.Paulo.

A lista inclui bancas ligadas a Viviane Barci de Moraes, Walfrido Warde, familiares de Ricardo Lewandowski e ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda. Em outra frente, também vieram a público pagamentos a Michel Temer e à empresa de Fabio Wajngarten, além de repasses ao grupo Metrópoles, ligado ao ex-senador Luiz Estevão, que teria recebido R$ 27,2 milhões

Também nesta sexta-feira (10), o ex-presidente Michel Temer confirmou que foi contratado pelo Master para prestar consultoria e atuar em uma mediação antes da liquidação da instituição. Segundo ele, houve pagamento de honorários, mas o contrato foi encerrado sem resultado, em entrevista à CNN Brasil.

Procurada pela Folha, a defesa de Leonardo Palhares afirmou que o caso está sob análise do Judiciário e que a empresa colabora com a investigação. A defesa de Vorcaro disse, em manifestação anterior, que o empresário coopera com a apuração. O BC informou que afastou os dois servidores e abriu procedimentos correcionais.

A defesa de Belline Santana não foi localizada nas reportagens citadas por esta matéria.

*BdF


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Política

Interpretando o Datafolha: Mercado virou religião e religião virou mercado com a bênção da mídia

Dogmas: “o mercado quer”, “o mercado reage”, “o mercado não gostou”. Virou entidade sagrada. Se a bolsa cai 2% porque o Lula falou de juros, manchete diz que o mercado puniu igual Deus castigando infiel.

Em suas professias, analistas de banco viram oráculo. Relatório do Itaú é tratado como escritura divina. É eresia falar em taxar dividendos ou mexer em BC independente, isso é blasfêmia.

Mercado responde com dólar subindo igual praga divina.

Fé cega: muita gente defende livre mercado sem sequer saber o que é. Só repete. O troço virou crença, não cálculo.

A religião virou mercado. O templo, empresa. Igreja que vende lote no céu, campanha no carnê, corrente da prosperidade. Pastor é CEO, fiel é cliente.

Voto freguês: bancada evangélica negocia ministério e emenda. Fé vira moeda de troca política. Datafolha mostrou que voto evangélico decide eleição e candidato vai a púlpito fazer promessa.

Concorrência: igreja disputa fiel igual mercado disputa consumidor. Marketing, gingle, show, quem dá mais milagre, leva.

Produto: bênção, unção, objeto ungido, tudo precificado. R$ 900 no “cajado de Moisés” para abrir caminho.

O Datafolha mostrou tudo isso com empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro e indicou que, religião pesa mais que economia na decisão do voto de 38% do eleitorado. Ao mesmo tempo, mostrou que mercado fica volátil a cada fala sobre juros ou gasto.

Aí juntou tudo: o candidato vai na igreja para ganhar votos. O mercado reage à pesquisas. O pastor fala de economia no culto. O analista fala de “vontade de Deus” no relatório.

Resumo: quando o mercado dita a política como se fosse mandamento, e a igreja dita voto como se fosse contrato, a frase faz sentido. Um virou fé, outro virou balcão.

Sim, a grande mídia não só abença isso, ela é o próprio altar onde esse culto acontece.

Dá voz para o profeta: o pastor vira banqueiro, fala que juro alto é sacrifício necessário e o povo tem que aceitar.

Resultado prático: você liga a TV e aprende que juro é vontade divina e que Deus quer 10% dos seu salário. As “duas igrejas” se realimentam e a mídia vende ingresso da primeira fileira.

Datafolha entra em campo, solta pesquisa de empate técnico, mídia transforma em guerra santa, mercado opera em cima e igreja prega em cima.

Resumo: a mídia industrial, como a Globo, não é torre neutra de marfim. É empresa. E empresa reza na cartilha de quem paga o dízimo publicitário. Cobertura econômica vira catequese e religião vira publieditorial.

Fé e lucro se misturam, e quem não tem nenhum dos dois fica só com a conta para pagar.


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Economia Política

Governo prevê aumento no salário mínimo em 2027; veja quanto

O governo Lula está desenvolvendo o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, com base em uma previsão de aumento do salário mínimo para R$ 1.717. De acordo com integrantes da equipe econômica, se confirmado, o valor representará uma alta de 5,9% em relação ao salário mínimo atual, de R$ 1.621.

O PLDO, que será divulgado na próxima quarta-feira, também trará a meta de superávit fiscal de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para o próximo ano. Esse projeto serve como base para a construção do orçamento federal de 2027 e orienta os parâmetros fiscais do governo.

O salário mínimo oficial, no entanto, só será definido no final de 2026, levando em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e a aplicação de um ganho real de 2,5%, conforme a regra estabelecida em 2024.

O salário mínimo é um indicador importante, não apenas para aqueles que recebem o piso como remuneração, mas também para aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Sua variação afeta diretamente uma série de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do BPC/Loas, seguro-desemprego, e a contribuição previdenciária de microempreendedores individuais (MEIs).

Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) dependem do salário mínimo. Por isso, o ajuste no valor impacta de forma significativa as contas públicas, já que o piso serve de referência para a definição de vários pagamentos realizados pelo governo.

Além disso, o salário mínimo influencia as indenizações pagas pelos Juizados Especiais a quem vence ações na Justiça. A variação no valor do piso pode afetar diretamente a renda de milhões de brasileiros, especialmente em tempos de alta de preços, como ocorre com a inflação, que tem subido em função de fatores como o aumento nos preços dos combustíveis e alimentos.


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Economia Política

Brasil tem o melhor resultado da Bolsa no mundo em 2026

Melhor bolsa do mundo em 2026

Imaginem a cara de cool dos Nostradamus do caos, que preciam o sinal dos tempos da economia brasileira no terceiro mandato de Lula.

A opinião dessa gente sobre economia, não vale um traque.

Ibovespa subiu forte com um torque do motor da economia brasileira, consequentemente o dólar desabou.

O nome disso é fluxo gringo, que acaba desaguando em invetimento estrangeiro pesado para a compra de ações brasileiras que estão em alta e o reflexo no dólar, diante de uma farta oferta de dólar, cai do pé como fruta madura.

Minério, petróleo e soja, subindo, ajudam as empresas que pesam 30 % do Ibovespa, catapultando a Bolsa junto.

Responsabilidade fiscal, reforma aprovada e risco plítico zero fazem o gringo apostar no real, valorizando a Bolsa.

Se o IPCA vem baixo, o Banco Central tem espaço para cortar a Selic e, como se sabe, juros menores é igual a Bolsa maior, mais atrativa. O dólar fica menos atrativo e real mais valorizado.

Moral da história em números concretos:

Ibovespa

Fechamento: 198.199 pontos

Variação do dia: + 1,52% em relação ao dia anterior.

Isso significa que a Bolsa bateu mais um recorde, renovando o de ontem, que foi a 195.129,25.

Detalhe fulminante no ano: Melhor bolsa do mundo em 2026, subindo 31,12% em dólar.

Para sapecar ainda mais o galeto, o fechamento do dólar foi de R$ 5,06, menor nível em dois anos,

Detalhe, só no mês de abril, o Ibovespa subiu 6,7%

Os pessimildos, contratados pela mídia para prever o caos econômico do terceiro governo Lula, sifu!


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Política

Vai pipocar, vai se borrar e vai desmaiar

Não deve ser fácil ter um pai psicopata.

Como primogênito do clã, Flavio herdou o ectoplasma dos negócios do papai.

Bolsonaro, para não perder a liderança da direita, jogou a candidatura de Tarcísio às traças e, com isso, obrigou a grande mídia, a Faria Lima e congêneres a engolir o 01. Primeiro que, num enfrentamento direto com Lula, Flavio terá que usar clichês a partir da visão de Brasil que Bolsonaro tem, a mesma visão que colocou 34 milhões de brasileiros na fila do osso na mais absoluta miséria.

É duro, porque ele terá que levar suas anotaçõe para defender esse legado trágico de frente para quem, em três anos, tirou essa multidão da miséria absolura.

Ou seja, não é um fato qualquer, a escassez mental de Flavio, que grita aos quatro cantos por não ter fagulha de projeto para o país, será somada à do pai que, no campo da saúde, por exemplo, foi proporcionalmente o comandante da maior mortandade por covid no mundo, mais de 700 mil brasileiros.

A palavra corrupção, certamente, usada como arma de guerra até hoje pela mídia contra Lula será abolida por Flavio, por motivos óbvios. Com uma folha corrida cagada de cima a baixo, o homem das mansões milionárias, não vair querer tomar um contra-ataque na lata.

Lula vai explorar fortemente a questão central hoje no munndo, a soberania nacional e, nesse ponto, Flavio tem um peixe podre agarrado à sua imagem por operar, junto com o irmão, nas tarifas contra o Brasil, oferecer as terras raras a Trump e, da mesma forma, entregar o Pix.

Isso, sem falar que Flavio fez um discurso negociado apoio com Trump para jogar uma bomba na baia da Guanabara.

Estes são somente alguns tópicos que prevalecerão entre Lula e Flavio. Como chegará ao debate como representação continuada do próprio pai, com números desastrosos da economia, desemprego, privatizações caras ao país, inflação, custo de vida nas alturas, congelamento do salário mínimo, e por aí vai.

Tudo leva a crer que Flavio protagonizará a mesma tragédia do debate para a prefeitura no Rio de Janeiro em 2026, quando amarelou diante das câmeras, borrou-se e desmaiou precisando ser rebocado do estúdio.


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Política

Telhado, queixo e canela de vidro

Que Flavio Bolsonaro tem telhado de vidro e já está todo rachado, todos sabem, mas como enfrenta um quebra-queixo, sua mandíbula parece mesmo de cristal, que até então estava protegido por algodão.

No entanto, não há caneleira possível capaz de blindar a vulnerabilidade de seus caniços morais. Resultado, não estamos falando de sarrafo, encostou no sujeito, é aquele cai cai tipo Neymar.

Flavio é totalmente desprovido de panturrilha ou qualquer musculatura que aguente o tranco.

O problema é que Flavio tem um passado que não lhe permite muitas manobras retóricas, por isso, é uma “pessoa sensível” a críticas e cobranças por conta da sua vulnerabilidade moral.

Casos como rachadinhas, peculato, formação de quadrilha, chocolate, mansões e Abin Pararalela, são assuntos considerados algo muito duro até por sua assessoria, mesmo quando é questionado por aliados com palavras mimosas, como aconteceu com Andreia Sadi, na GloboNews, que deixou Flavio visivelmente descompensado e descompassado, reagindo mal e nervosamente contra a aliada do powerpoint.

Nada se transforma mais em pedregulho na sua botina do que o nome de Adriano da Nóbrega, não só por Flavio, a mando do pai, ter ido na cadeia para entregar-lhe a medalha de Tiradentes, a maior honraria do estado do Rio de Janeiro, mas Adriano, que tinha mãe e irmã lotadas no trem fantasma de seu gabinete, já forma um arco de alianças que dificulta qualquer manobra linguística, porém, a coisa é mais séria. O sujeito era matador de aluguel dos maiores gangsters do Rio. Ele chefiava o famoso escritório do crime, além de ser o patrão da milícia de Rio das Pedras e Muzema.

Soma-se a isso que os ex-capitão do BOPE tinha parceria com o vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa, que assassinou Marielle.

Tudo isso e mais um pouco são fatos documentados. As nomeações ligadas ao Adriano e à medalha estão publicadas no Diário Oficial da ALERJ.

Queiroz, famoso gestor das rachadinhas do clã, e homem forte do gabinete de Flavio, é quem fez a ponte entre Flavio e Adriano por também ser parceiro dele desde a época do BOPE.

O que Flavio diz disso, não tem graça comentar, mete sempre o samba do caviar, não conheço, nunca vi e só ouço falar.

Ou seja, o caso de Flavio é sério, não demora, sua assessoria vai levá-lo a algum hospital daqueles mutretados pelo próprio, quando seu pai era presidente, e mandar engessar a múmia dos pés à cabeça.


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Política

O bravateiro caiu do galho

Eduardo bravateiro teve que botar a viola no saco sem qualquer palavra consoladora, até porque nada foi de fato encontrado dentro dos próprios EUA que explique, justifique ou fantasie a lambança de Trump na sua derrocada contra o Irã.

É unânime entre os analistas americanos que Trump enfiou o país numa derrota mais trágica do que a do Vietnã.

Trump sai com o rabo entre as pernas, cabisbaixo, como se vê em qualquer fotografia depois de se encontrar com a realidade e pedir para descer do bonde que ele conduzia.

Isso significa que, qualquer político, supostamente aliado dos EUA coloque as barbas de molho para falar do tonto, ainda mais aqueles brasileiros, tipo Eduardo, que gostam de se autocelebrizar em posts, considerando-se o próprio Trump.

O sujeito, por conta desse mau serviço, hoje distribui toxicidade como quem carrega na boca um charuto aceso de produção de enxofre que até seus aliados potenciais fazem cara de titica para falar da brincadeira de mau gosto de Trump no Irã e o choque de ventos contrários que tomou na fuça, com o maior rolete de fumo das guerras contemporâneas.

O fato novo é que, se Trump, como dizia Eduardo, era parte da arquitetura para Jair Bolsonaro por caminhos tortos, voltar ao poder, esquece cumpade, que o peru do banquete está sendo devorado pelos próprios compatriotas, atacando de forma selvagem sem qualquer obstáculo que possa lhe defender.

O que veremos agora é que o “amor imortal” dos Bolsonaro por Trump, está moribundo, e a saída à francesa do ambiente trumpista é o porto mais seguro para Flavio não terminar no fundo do poço. Ou seja, o falastrão Eduardo, ficará caladão por um bom tempo.

Não é só Trump que não gosta de perdedores, mas o mundo todo detesta os derrotados arrogantes.

Para ser mais exato, a influência de Trump nas eleições brasileiras, agora é carta for do baralho.


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