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Vídeo: Bolsonaro declara guerra aos Estados Unidos

Inflamado com uma plateia ávida por seus rompantes psicopatas, Bolsonaro prometeu reagir com pólvora uma possível retaliação dos EUA, promovida pelo presidente eleito, Joe Biden, dizendo que diplomacia não resolve, tem que ser na pólvora (inventada pelos chineses).

Bolsonaro deveria aproveitar que, com a derrota de Trump, ficou com a brocha na mão, e mandar seu exército usá-la para pintar meio-fio ao invés de ficar arrotando idiotices e chamando os brasileiros de maricas, além de virar piada nas redes sociais para defender os interesses do clã.

A declaração de Bolsonaro foi feita uma semana depois que seu “ídolo”, Trump, perdeu a disputa à reeleição nos Estados Unidos para Biden. Trump, no entanto, não aceitou a derrota e alega que houve fraude.

Biden comentou sobre o Brasil em um dos debates presidenciais e disse em entrevista à revista Americas Quarterly que pretende “reunir o mundo” para decidir sobre “consequências econômicas significativas” caso o governo de Bolsonaro não se responsabilize pela proteção da floresta.

A pergunta que não quer calar, por que Bolsonaro ainda não foi interditado?

*Da redação

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Todos os golpistas que ajudaram a eleger Bolsonaro, agora se dizem moderados

Estamos descobrindo agora, com a autofagia que ocorre na direita, que todos os golpistas que trabalharam ou votaram para derrubar Dilma, desrespeitando os mais de 54 milhões de brasileiros que votaram nela, e que, em seguida, apoiaram a eleição de Bolsonaro e a prisão sem provas de Lula, são “moderados”. Que descoberta fantástica!

Quem colocou Bolsonaro no poder não é extremista, somente ele é o fascista, somente ele votou para derrubar Dilma, fechou acordo com o moderado Moro pela pasta da Justiça em troca da cabeça de Lula. O mesmo Moro que serviu de capanga do clã Bolsonaro na Justiça e Segurança Pública, que, através da PF, pressionou o porteiro do condomínio de Bolsonaro para mudar a versão sobre o dia da morte de Marielle e que só saiu do governo porque, na disputa pela manutenção de seu comandado de confiança, perdeu, senão estaria até hoje no ministério.

Independente de ter participado do governo fascista de Bolsonaro, depois de ajudá-lo a sentar na cadeira da presidência, Moro, junto com Dallagnol e outros fascistas da Lava Jato, tentaram enfiar goela adentro da população as tais dez medidas contra a corrupção que, na verdade, eram contra a constituição. E, não satisfeito como ministro, queria porque queria que a polícia tivesse permissão para matar qualquer um em nome do “excludente de ilicitude”.

Por isso Rodrigo Maia o classificou como extrema direita. O interessante é que Rodrigo Maia, além de ser o bibelô dos banqueiros e parceiro de Paulo Guedes na privataria bolsonarista, foi um dos que votaram pelo golpe contra Dilma.

Então, o que se vê é um festival de cinismo, o que está longe de ser algo original nessa direita brasileira que, percebendo que não voltaria ao poder para atender aos interesses do grande capital, deveria arrancar Dilma da presidência, prender Lula e colocar no poder, primeiro Temer e, depois, Bolsonaro. E essa gente se autodenomina direita moderada.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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IML confirma, voluntário brasileiro da vacina CoronaVac cometeu suicídio

Informação foi obtida com exclusividade pelo Jornal da Tarde nesta terça (10).

A morte de um voluntário que participava dos testes da vacina Coronavac se deu por causas não relacionadas a vacina e, conforme confirmação do IML, o voluntário de 33 anos tirou a própria vida. A informação foi obtida com exclusividade pelo Jornal da Tarde e divulgada nesta terça (10), na TV Cultura.

“O que os médicos não podem dizer em nome da ética medica mas nós, jornalistas, devemos dizer em nome do interesse público e do combate às informações falsas é o seguinte: o evento adverso, que como explicado na coletiva de imprensa [do Instituto Butantan], é uma forma da literatura médica se referir a acontecimentos não relacionados ao que está em testes, não tem necessariamente relação com a vacina, diz respeito a um voluntário que tirou a própria vida”, afirmou o âncora Aldo Quiroga.

A morte de um voluntário que participava dos testes da vacina Coronavac se deu por causas não relacionadas a vacina. A informação foi obtida com exclusividade pelo Jornal da Tarde e divulgada nesta terça (10), na TV Cultura.

“O que os médicos não podem dizer em nome da ética medica mas nós, jornalistas, devemos dizer em nome do interesse público e do combate às informações falsas é o seguinte: o evento adverso, que como explicado na coletiva de imprensa [do Instituto Butantan], é uma forma da literatura médica se referir a acontecimentos não relacionados ao que está em testes, não tem necessariamente relação com a vacina, diz respeito a um voluntário que tirou a própria vida”, afirmou o âncora Aldo Quiroga.

A previsão é de que o laudo do IML que confirma a causa da morte seja divulgado às 17h desta terça.

Na noite desta segunda (9), a Anvisa anunciou a suspensão dos testes da vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech. No mesmo dia, o governo de São Paulo havia anunciado a chegada de milhares de doses do imunizante no próximo dia 20.

Em coletiva de imprensa na manhã desta terça, o Instituto Butantan reforçou que a vacina é segura e que o óbito não está ligado ao imunizante. “Nós estamos tratando aqui de um evento adverso grave que não tem relação com a vacina. Essa informação está disponível à Anvisa desde o dia 6, quando foi notificado o evento adverso grave”, afirmou Dimas Covas, diretor do órgão.

 

*Com informações do Uol

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Biden planeja cúpula pela democracia em 2021 e preocupa governo Bolsonaro

Uma das promessas de campanha de Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), já se transforma em temor dentro do governo brasileiro e uma dor de cabeça aos diplomatas do país.

O democrata promete que, em 2021, organizará uma “cúpula pela democracia”, num esforço para defender o estado de direito, os direitos humanos e meio ambiente. O evento também é visto como um instrumento para dar uma resposta ao movimento mundial de extrema direita, assim como um marco de sua presidência diante de ditaduras pelo mundo.

A meta do evento é a de “renovar o espírito e o propósito comum das nações do mundo livre”.

“Durante o seu primeiro ano de mandato, o presidente Biden reunirá as democracias do mundo para fortalecer as nossas instituições democráticas, enfrentar honestamente o desafio e forjar uma agenda comum para enfrentar as ameaças aos nossos valores comuns”, explicou a agenda do americano.

Estudos em diferentes partes do mundo alertam que a democracia vive um momento de questionamento. O evento liderado por Biden seria uma resposta a uma onda já identificada em praticamente todos os continentes.

Não está ainda claro quem seria convidado para o evento. Mas alguns dos principais aliados dos EUA já estariam na lista, entre eles Canadá, França, Alemanha, Coreia do Sul, Austrália e Japão.

Evento pode se transformar em palco de críticas ao governo Bolsonaro

O que mais preocupa o governo do Brasil, porém, é a pauta. Nos últimos meses, a ONU (Organização das Nações Unidas) e governos europeus têm alertado sobre o encolhimento do espaço cívico no Brasil, assim como uma postura incoerente no que se refere aos direitos humanos. Procurado pela coluna, o Itamaraty não respondeu.

A cúpula, portanto, seria um motivo extra de constrangimento e poderia se transformar na criação de uma plataforma para incrementar a pressão contra o Brasil em temas relacionados aos indígenas, direitos humanos, violência policial, o comportamento do Executivo e a gestão do meio ambiente.

Oficialmente, na agenda, um dos temas é o “combate à corrupção”. Ainda que Jair Bolsonaro tenha sido eleito com essa pauta, entidades como a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e mesmo grupos domésticos apontam que tal compromisso desapareceu ao longo dos meses.

Um segundo ponto da agenda é a “defesa contra o autoritarismo, incluindo a segurança eleitoral”. Uma vez mais, as declarações de Bolsonaro de que nunca houve uma ditadura no Brasil, sua apologia a nomes como Pinochet (Chile) ou Stroessner (Paraguai), além de atos contra o Congresso e STF (Supremo Tribunal Federal) o colocam numa posição de fragilidade.

Tortura também deve entrar em discussão Para completar, o evento incluirá um compromisso de governos para “fazer avançar os direitos humanos nas suas próprias nações e no estrangeiro”. Com amplas acusações em diferentes fóruns contra Bolsonaro, o governo também teme um isolamento nesse assunto.

Pelo programa, a cúpula já indicou que incluirá organizações da sociedade civil de todo o mundo “que se encontram na linha da frente na defesa das nossas democracias”.

O governo Bolsonaro tem repetidamente criticado as ONGs (Organizações Não Governamentais) e ativistas de direitos humanos, inclusive com membros de seu governo acusando as entidades de não serem patrióticas.

Também preocupa o fato de o Brasil ter desmontado mecanismos para fiscalizar a tortura, enquanto o assunto entrou na agenda de Biden como um compromisso de se lutar contra a prática, inclusive no exterior.

Assunto fake news pode causar embaraço

“O presidente [Trump] abraçou todos os bandidos e todos os autocratas do mundo, de formas que prejudicaram a nossa credibilidade”, disse Biden, durante sua campanha.

Um outro tema que promete causar embaraço ao Brasil é o papel das redes sociais na disseminação de desinformação. Biden vem de uma campanha em que Trump foi acusado publicamente de afirmações mentirosas, tendo discurso interrompido pelas redes de TV americanas.

Um dos objetivos da cúpula será fechar um “Apelo à Ação” para que o setor privado, incluindo as empresas tecnológicas e os gigantes dos meios de comunicação social, “assumam os seus próprios compromissos, reconhecendo as suas responsabilidades e o seu enorme interesse em preservar sociedades abertas e democráticas e em proteger a liberdade de expressão”.

*Jamil Chade/Uol

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Psicopata, Bolsonaro comemora a suspensão da CoronaVac pela Anvisa e diz que “ganhou” de Dória

Todos os que apoiaram Bolsonaro, incluindo a mídia, o PSDB e congêneres, banqueiros, grandes empresários, Moro e Lava Jato, sabiam da natureza bruta de Bolsonaro, sabiam estar diante de um monstro psicopata revestido em forma humana, mas sobretudo, sabiam que. junto com diabos menores, ele afundaria o país no inferno.

Sua comemoração no twitter escancara a manipulação da Anvisa para barrar os estudos da vacina chinesa CoronaVac, quando diz que “ganhou de Dória” e que, ao contrário daquele apologista da tortura, do assassinato, que colocou a própria família no mundo do crime em sociedade com a milícia, não se diluiria ou evaporaria como um lobisomem qualquer. Desde que foi tenente do exército, Bolsonaro viveu mergulhado no escuro, nas sombras, no crime, no garimpo ilegal, copiando seu próprio pai, e quer seguir essa dinastia com seu clã.

Agora, vem com a piada de que é um nacionalista em defesa da Amazônia para não permitir que Biden não atrapalhe seus planos de décadas de solapar a região.

Quem aposta no recuo de Bolsonaro na devastação da Amazônia, erra, porque sua psicopatia não é retórica, é doença, e essa doença arrasta consigo o mal.

Fica a pergunta para o próprio Dória, quando criou o slogan BolsoDória, não sabia que tipo de demônio estava estimulando para o pesadelo de milhões de brasileiros? Dória poderia até não saber que o mundo enfrentaria uma pandemia, mas certamente, ele e toda a cúpula do PSDB sabiam que estavam diante de alguém que tem na tortura e nos assassinatos da ditadura a grande apoteose do golpe de 1964.

Bolsonaro é psicopata, mau-caráter, envolvido com a alta bandidagem carioca e não me venham dizer que alguém se surpreende com isso, pois todos sabiam, inclusive o herói do “combate à corrupção” que, para ser ministro, prendeu Lula sem provas, mostrando bem o seu caráter.

Não há a menor surpresa na manipulação da Anvisa para os fins do genocida. Estranho seria se Bolsonaro colocasse freio no seu instinto, mas ninguém pode esquecer que, se hoje o Brasil vive essa tragédia, muita gente pegou garupa na trajetória eleitoral desse monstro que tem tara pela morte.

Não deixa de ser também um tapa na cara de um STF hipócrita que preferiu colocar um fascista genocida no poder, ao invés de julgar a inocência de Lula por falta de provas, mas principalmente pela manipulação grosseira de Moro.

O que Bolsonaro está fazendo é um bundalelê na cara dos brasileiros e das instituições cooptadas pela direita, inclui-se aí a mídia e o sistema de justiça brasileiro. Todos estão com as mãos sujas de sangue.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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O problema de Bolsonaro não é a derrota de Trump, mas a vitória de Biden e Kamala, avessos aos seus crimes na Amazônia

Ora, até o mais boboca dos bobocas sabe que Bolsonaro quer praticar equitação vampírica na Amazônia na garupa do garimpo ilegal, dos grileiros, madeireiros e outros bandoleiros que se meteram na Amazônia para solapar a floresta e, junto, exterminar indígenas e quilombolas.

Quem se esquece de Bolsonaro arrancando gargalhadas de um público tão vil quanto ele no Clube da Hebraica anunciando sua política segregacionista aos negros, aos quilombolas e aos índios? Um claro manifesto racista para o qual o STF fez vista grossa, boca de siri, num ato vergonhoso de proteção ao fascismo tropical para não prejudicá-lo na eleição quando ele deveria ter sido preso.

O jogo de Bolsonaro na Amazônia é pesado e mostrou, logo de cara a que veio, assim que assumiu o governo promovendo o dia do fogo que assombrou o planeta, uma guerra declarada de Bolsonaro não só ao meio ambiente, mas do uso legal das terras. Seus jagunços querem uma exploração total do território, inclusive em terras assentadas pelos povos do floresta.

Por isso, Bolsonaro não só afrouxou a fiscalização na região, mas acabou com ela.

E o que Biden e Kamala disseram sobre Bolsonaro?

Biden afirmou que, “se eleito, irá reunir, junto com outros países, US$ 20 bilhões para garantir a preservação da Amazônia, e afirmou que haverá “consequências econômicas significativas caso o desmatamento continue”.

Claro que a proposta de Biden provocou a ira do filho das sombras que, por sua vez, classificou a crítica frontal de Biden como lamentável, desastrosa e gratuita, numa série de postagens no twitter com críticas ao presidente eleito dos EUA.

Mas não foi só isso, Kamala Harris, a vice de Biden, também criticou Bolsonaro e, de antemão, já se opõe a acordos com o Brasil, sendo taxativa:

“As queimadas na Amazônia afetam toda a população mundial e Bolsonaro deve responder por isso”, conclui a feroz crítica contra Bolsonaro, comparando Bolsonaro a Trump e afirmando categoricamente “que os EUA não devem negociar com Bolsonaro”.

E Kamala segue: “enquanto a Amazônia queima, Bolsonaro deixa madeireiros e mineradores destruírem a terra, numa política catastrófica que precisa ser revertida e resolva de uma vez só o problema das queimadas. E o presidente Bolsonaro tem que responder por essa devastação, porque, além da Amazônia gerar mais de 20% do oxigênio do mundo, é o lar para 1 milhão de indígenas.”

Ou seja, a vitória de Biden e Kamala significa o fim das molecagens de Bolsonaro. Daí a negativa dele em aceitar a vitória dos democratas nos EUA. Além disso, Bolsonaro, dobrando a aposta no enfrentamento ao governo Biden, da noite para o dia, criou um decreto para expulsar as ONGs da Amazônia, o que mostra que, em nome da pátria particular do clã Bolsonaro, prefere produzir uma tragédia com sanções que podem jogar o país no caos para não perder o que, para a família Bolsonaro, é a joia da coroa, a pilhagem familiar utilizando laranjas tanto no território amazônico, quanto do pantanal, para quem já produziu mais 160 mil mortes de brasileiros por covid-19, inviabilizar o Brasil no mundo, é sopa no mel.

Carlos Henrique Machado Freitas

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Brasil, de 6ª maior economia global, com Lula, desaba com Bolsonaro, para 12ª posição

Está aí o que os idiotas queriam. Está aí o que Moro queria. Está aí o que a camarilha de Curitiba queria. Está aí o que a mídia, o judiciário e a direita neoliberal queriam. Direita que, de FHC a Bolsonaro, é uma coisa só, um pastiche só, uma burrice só, uma ideologia do caos só.

Para isso prenderam Lula. Para isso golpearam Dilma.

Agora, soma-se a essa notícia, os lucros extraordinários que os banqueiros tiveram, os abutres de sempre que, enquanto a economia do país desabou depois do golpe em Dilma, e inclui-se no golpe o primeiro ano do seu segundo mandato em que ela sofreu buyling dos maiores vigaristas do país, Aécio, Temer, Cunha e Moro que já estava no golpe, com os militares, com o Supremo, com tudo, tendo a Globo como chefe da torcida organizada para convocar imbecis idiotizados por ela, durante décadas, para irem às ruas vomitarem suas frustrações pessoais, típicas de uma velharia reacionária que nunca teve qualquer grandeza social e, muito menos, sabedoria para envelhecer.

Os fascistas de cabelos brancos devem estar comemorando, pois são suficientemente idiotas para tomarem veneno na tentativa de matar o PT, enquanto explodem provas escancaradas de um esquema de corrupção comandado por Bolsonaro, gerenciado pelos filhos e milicianos.

Foi essa podridão que a escória golpista produziu e, agora, está aí lambendo as feridas da derrota de Trump, do isolamento de Bolsonaro e da derrocada econômica do Brasil.

O cínico do Moro que, em qualquer país sério, estaria preso desde o momento em que aceitou ser ministro do miliciano, pois ali escancarou que prendeu Lula sem provas para eleger Bolsonaro e ganhar de presente uma pasta ministerial para fazer degrau político para 2022, que já está sendo anunciado como candidato em dobradinha com Luciano Huck.

Gostaria de saber o que os hipócritas do STF, Fux, Fachin, Barroso e cia têm a dizer sobre isso.

Gostaria também de ouvir os militares mamadores que acham que estão em 1964 para tutelar o país e, depois, assumirem altos cargos no governo junto com seus parentes.

Agora é esperar Paulo Guedes, o rei do lero lero, dar aquelas declarações idiotas que tira de sua cartola pinochetista para, junto com Rodrigo Maia, o bibelô dos banqueiros, explicar essa diarreia econômica depois do golpe em Dilma e a prisão de Lula.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: Cabos eleitorais de Flávio Bolsonaro foram pagos por Queiroz com caixa 2 em 2018

O policial militar aposentado Fabrício Queiroz pagou com dinheiro de caixa 2 pelo menos quatro cabos eleitorais da campanha de Flávio Bolsonaro ao Senado, em 2018. Os pagamentos constam da quebra de sigilo bancário de Queiroz, determinada pela Justiça do Rio de Janeiro no âmbito da investigação do caso da rachadinha e obtida pelo UOL.

A reportagem confirmou com exclusividade que essas pessoas trabalharam para a campanha de Flávio Bolsonaro, por meio de entrevistas gravadas, textos e vídeos publicados em redes sociais.

Foram 15 transferências bancárias da conta de Queiroz para essas pessoas, no total de R$ 12 mil, entre 3 de setembro e 8 de outubro de 2018, período de campanha eleitoral até o dia seguinte ao primeiro turno. Nenhum dos pagamentos foi declarado à Justiça Eleitoral — nem entre as receitas, na forma de doação de Queiroz para a campanha, nem entre os gastos — o que configura caixa 2, de acordo com a legislação eleitoral e especialistas ouvidos pelo UOL.

Ainda no período eleitoral, Queiroz sacou R$ 63,8 mil em dinheiro — sendo 11 saques de R$ 5 mil cada e outros de menor valor. Não há evidências de como o valor foi utilizado.

O dinheiro saiu de uma conta bancária pessoal de Queiroz, a mesma na qual ele recebeu pagamentos de assessores do gabinete de Flávio Bolsonaro no caso da rachadinha — repartição ilegal de salários de funcionários do gabinete de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) denunciou Flávio, Queiroz e outras 15 pessoas pela prática dos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita, entre os anos de 2007 e 2018.

Somente em setembro e outubro, período relativo à campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro em 2018, Queiroz recebeu ao menos R$ 49 mil de cinco assessores, segundo dados do MP-RJ. Na época, o filho do presidente estava filiado ao PSL. Hoje, o senador é filiado ao partido Republicanos. A campanha de Flávio ao Senado recebeu, oficialmente, R$ 712 mil e contratou R$ 491 mil em despesas.

A investigação do MP-RJ já mostrou que Queiroz usou o dinheiro do esquema da rachadinha para pagar ao menos R$ 261 mil das despesas pessoais de Flávio Bolsonaro e sua família, a exemplo de contas do plano de saúde e mensalidades da escola das filhas. Descobertos pela reportagem do UOL em meio aos dados da quebra de sigilo bancário do PM aposentado, esses pagamentos a cabos eleitorais revelam agora o primeiro indício de que o mandato de senador de Flávio foi obtido com ajuda de caixa 2.

Procurado pelo UOL, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que desconhece pagamentos feitos fora da determinação legal e diz que todas as despesas de sua campanha foram registradas na Justiça Eleitoral.

“Todos os pagamentos da campanha de 2018 foram registrados junto à Justiça Eleitoral e estão dentro das regras. O senador Flávio Bolsonaro desconhece qualquer tipo de pagamento que não tenha cumprido as determinações legais”, disse a assessoria, em nota. “Quaisquer insinuações de irregularidade na campanha são mentirosas, não passam de ilações mal-intencionadas.”

O advogado de Fabricio Queiroz, Paulo Emilio Catta Preta, disse que não conseguiria se posicionar pois seu cliente está incomunicável, cumprindo prisão domiciliar. “Somente poderei tratar desses temas na minha próxima visita pessoal”, afirmou.

Quarteto de mulheres

Queiroz fez dez pagamentos para Edianne de Abreu, Gaby Damasceno e Larissa Dantas, somando R$ 10.260. As três fizeram parte de um quarteto feminino de cabos eleitorais. Jack Souza era a quarta integrante do grupo. Em um dos depósitos para Gaby, Queiroz fez a anotação “Jack”. O UOL confirmou que as contas bancárias em que o dinheiro caiu pertencem, de fato, às três mulheres. Os nomes delas não aparecem na prestação de contas enviadas pela campanha de Flávio Bolsonaro à Justiça Eleitoral.

A atividade do quarteto de mulheres está extensamente registrada nas redes sociais. Os posts mostram que os adesivos e santinhos entregues por elas eram da campanha de Flávio Bolsonaro, acompanhados de número e imagem da candidatura presidencial do pai. Ao pedir votos para Flávio Bolsonaro, as mulheres também faziam campanha para Jair Bolsonaro.

Em um vídeo de agosto de 2018, Gaby, Larissa, Jack e Edianne se aproximam de uma banca de revista e perguntam se os dois homens que estavam ali dentro eram “Bolsonaro”. Diante da indicação positiva, comemoram e entregam um adesivo da campanha de Flávio para senador e Bolsonaro para presidente. Um cliente da banca diz: “Mas assim vocês vão ganhar muitos votos pro Bolsonaro, hein. Só menina bonita né, fazer o quê?”

Em outro vídeo, as mulheres fazem o gesto de “arminha”, popularizado por Jair Bolsonaro, ao lado de um artista de rua pintado de estátua. Ele segura material gráfico com os números de urna e imagens de Flávio e Jair. Gaby fala: “Bolsonaro! Flávio Bolsonaro”.

“Foram quatro na equipe. Eu e mais três meninas. Trabalhamos dia e noite, sem tempo para dormir, para comer. Na rua, o tempo inteiro, panfletando com os candidatos, rodando os 92 municípios [do Rio de Janeiro] “, disse Gaby Damasceno, por telefone. Segundo ela, o grupo se formou com o propósito de fazer campanha eleitoral, por iniciativa de Edianne. Antes da campanha, Gaby não conhecia Larissa ou Jack.

“Só tinha a gente fazendo isso. A gente era o ponto focal para bandeirar, panfletar, parar rua. Foram 45 dias de sol, chuva. Chegávamos em casa à 0h. E saíamos às 5h da manhã”.

Gaby Damasceno disse que não se lembra dos pagamentos feitos por Queiroz e acrescentou que ele “era um grande amigo para todos”. Edianne desligou o telefone na cara da reportagem. Já Larissa não respondeu. O UOL procurou Jack Souza por meio de seus perfis em redes sociais, mas não obteve resposta.

Queiroz ainda fez cinco depósitos para Bruna Godinho, somando R$ 1.740. Quatro deles tinham a anotação “Deco” ou “Dco”. Este é o apelido de André Machado, marido de Bruna. Ao ser questionada por telefone sobre os valores recebidos de Queiroz, Bruna disse: “É o Fabrício que trabalha com o Flávio Bolsonaro? Meu esposo trabalhou fazendo campanha para ele [Flávio]. Distribuía panfleto, aquelas coisas todas”. Machado não respondeu à reportagem.

 

*Com informações do Uol

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Ibope: Aprovação de Bolsonaro despenca em 7 capitais durante a campanha

Maior variação negativa foi observada em Salvador e em Rio Branco. Houve aumento da aprovação (acima da margem de erro) apenas em Palmas.

A aprovação do governo Bolsonaro caiu em sete capitais após o início da campanha eleitoral. Dados do Ibope das 26 cidades compilados pelo G1 mostram que a avaliação ótima/boa apresentou queda acima das margens de erro nas pesquisas realizadas entre a primeira e a segunda quinzena de outubro.

A maior variação em pontos percentuais ocorreu em Salvador e em Rio Branco, ambas com queda de 7 pontos percentuais. Na primeira rodada das pesquisas, a capital baiana já apresentava o menor índice de aprovação do governo (18%). Agora, a avaliação ótima/boa diminuiu para 11%. Com isso, Salvador acentuou a baixa aprovação do governo entre as capitais. Já Rio Branco registrava 48% de avaliação positiva na primeira rodada, percentual que caiu para 41%.

Avaliação do governo Bolsonaro na segunda pesquisa do Ibope nas capitais em 2020 — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Boa Vista, capital de Roraima, continua com o maior percentual de avaliação ótimo/bom do governo Bolsonaro, mas também houve queda na cidade, com redução de 6 pontos percentuais. Os percentuais de avaliação positiva caíram também acima da margem de erro em Belo Horizonte (- 4 pp), Florianópolis (- 5 pp), Porto Velho (-6 pp) e São Luís (-4 pp).

Somente em Palmas, houve crescimento da avaliação ótimo/bom acima da margem de erro na comparação dos dois períodos. Na primeira rodada, 44% dos eleitores da capital do Tocantins aprovavam o governo Bolsonaro. O índice agora subiu para 50%.

Aumento da avaliação negativa

Apesar da queda dos percentuais de ótimo/bom nas sete capitais, em apenas quatro casos foi observado um aumento simultâneo da avaliação negativa (ruim/péssimo) acima da margem de erro. Foi o caso de Vitória, Rio Branco, Florianópolis e São Luís. Nessa última, o percentual de reprovação subiu de 46% para 54%. Na capital do Espírito Santo, a avaliação negativa subiu de 44% para 51%. A avaliação positiva caiu 4 pontos percentuais em Vitória, dentro do limite da margem de erro.

A avaliação ruim/péssimo do governo em Rio Branco passou de 27% para 36%, aumento de 9 pontos percentuais. Já na capital de Santa Catarina, a avaliação negativa subiu de 47% para 53%.

Nas sete cidades em que houve quedas dos percentuais, o governo ainda mantém percentual maior de aprovação em Rio Branco e Boa Vista. Nas demais, ou a curva mudou ou se acentuou a avaliação negativa.

Variação em pontos percentuais de avaliação do governo Bolsonaro na segunda pesquisa do Ibope nas capitais em 2020 — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Variações no limite da margem

Em Cuiabá, Vitória e São Paulo também houve variação numérica negativa da avaliação ótima/boa, no entanto, no limite da margem de erro considerada para essas cidades. Em Porto Alegre, houve movimento contrário. Foi identificado um crescimento da avaliação ótimo/bom do governo, mas no limite da margem de erro de 3 pontos percentuais.

Para Wladimir Gramacho, cientista político e professor da Universidade de Brasília (UNB), a variação negativa do governo pode estar associada a vários fatores nas diferentes cidades. Para ele, no entanto, dois fatores parecem ser os mais relevantes: as campanhas municipais e a pandemia.

“Em Vitória, Bolsonaro é claramente associado a um candidato que está muito mal na disputa e é associado a um motim que deixou mais de 200 mortos em 2017”, diz Gramacho.

O cientista político lembra ainda a situação em outras capitais cuja queda na avaliação do governo também pode ter relação com a pandemia.

“Em capitais como Florianópolis e Salvador, onde o presidente não enfrenta a oposição de candidatos fortes na eleição, o número de casos de Covid-19 tem crescido muito no último mês, segundo a Fiocruz. Em Salvador, inclusive, o líder nas pesquisas defendeu a vacinação obrigatória contra o novo coronavírus, em posição contrária à de Bolsonaro”, ressalta Gramacho.

 

*Com informações do G1

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A bolsonarista Ana Paula do Vôlei culpa Jane Fonda pela derrota de Trump

Da turma que recebe um cacau para defender Bolsonaro, a postulante principal ao troféu bolsominion patético é, nada menos que Ana Paula do Vôlei, que, agora, merece de todos piedade e compaixão, já que aquela aura de arrogância está numa sofreguidão infinita com a tragédia da derrota de Trump.

Mesmo diante do apatetado Augusto Nunes falando no invejável patrimônio político de Trump, lendo o recadinho de Bolsonaro de que o resultado das eleições norte-americanas não afetaria sua relação com os EUA, ou o cômico jornalista de aluguel, Guilherme Fiuza dizendo que quem venceu a eleição foi o obscurantismo fashion e que os EUA de Trump nunca estiveram divididos, superaram as tolices vaidosas da pretensiosa cucaracha tropical, Ana Paula do Vôlei, idolatrada pelo gado premiado por morar nos EUA.

A ex-jogadora de vôlei, que já apoiou Aécio e outro idiota como Bolsonaro, superou-se na criação de pérolas, mostrando que a imbecilidade é um buraco sem fundo ao afirmar que Jane Fonda, se não é a maior, é uma das maiores culpadas pela derrota de seu mito americano, Donald Trump.

Não dá para dizer mais nada dessa moça, porque se a imbecilidade dela não tem limites, o que deixa o vocabulário incapaz de classificar essa bocó, diante de suas paspalhices.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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