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Trump afina e muda o rumo da prosa com a China

É a velha máxima: Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Trump meteu um “assim sim, mas assim não” depois de roncar grosso com a China e levar um troco arrumado na fuça.

China não está para brincadeira e deixa os dentes bem à mostra quando assunto é guerra comercial com os EUA.

É bola pro mato que o jogo é de campeonato.

Por isso Trump calibrou seu palavrório contra os chineses, ajustando sua abordagem agressiva após uma escalada de tensões e sapecou um “isso não vale pra gente”

Trump como é de costume sobre a China recuou da agressividade, afirmando que “os EUA não querem prejudicar a China”

O Ministério do Comércio de Pequim reiterou que não quer uma guerra tarifária, mas não tem medo dela,

Essa dinâmica reflete o Trump 2.0: transacional e imprevisível, priorizando acordos bilaterais sobre multilateralismo.

A China tem bola para jogar em qualquer tipo de gramado ou campo de terra batida.

Nos EUA, Bessent diz que ‘tarifa de 100% não precisa acontecer’ e ainda prevê encontro entre Xi e Trump.

Bom garoto, pensou Xi Jinping.


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Mundo

Os EUA são a principal lavanderia do narcotráfico global

Embora pressionem governos de países como China, Brasil e Venezuela, dados mostram que de 20% a 30% dos fluxos ilícitos globais são lavados nos EUA

Os Estados Unidos são o epicentro das atividades de lavagem de dinheiro do narcotráfico, como demonstram diversos documentos oficiais de governos, inclusive o norte-americano.

Em primeiro lugar, os relatórios intitulados “Avaliação Nacional do Risco de Lavagem de Dinheiro de 2024”, “Avaliação Nacional do Risco de Financiamento do Terrorismo de 2024” e “Avaliação Nacional do Risco de Financiamento da Proliferação de 2024”, divulgados pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, admitem vulnerabilidades na prevenção da lavagem de dinheiro vinculada ao narcotráfico no país.

Em segundo lugar, o “Relatório Anual 2023-2024 da Fintrac (Financial Transactions and Reports Analysis Centre of Canada)”, vinculado ao governo canadense, aborda elementos centrais sobre as atividades de lavagem e legitimação de capitais do crime e do terrorismo, descrevendo métodos e estratégias dessas práticas nos Estados Unidos.

Em terceiro lugar, o documento “Avaliação Nacional da Ameaça das Drogas 2025”, publicado pela Administração para o Controle de Drogas (DEA, na sigla em inglês), vinculada ao governo norte-americano, descreve em detalhes a existência de um ecossistema financeiro ilegal que se sobrepõe ao sistema financeiro formal do país, facilitando a legitimação de capitais provenientes do tráfico de drogas.

Por fim, o “Relatório Mundial sobre Drogas de 2024”, publicado pela Organização das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (ONUDC), complementa esse panorama — com dados adicionais retirados do relatório correspondente ao ano de 2011.

Dados sobre o volume anual das atividades de lavagem de dinheiro
A lavagem de capitais derivados do narcotráfico é um dos pilares da economia dos Estados Unidos. Segundo estimativas da ONUDC, o comércio global de drogas ilícitas gera entre 426 e 652 bilhões de dólares por ano em lucros ilícitos.

Cerca de 20% a 30% dos fluxos ilícitos globais são lavados nos Estados Unidos e estão diretamente associados ao narcotráfico. Esse dado indica que o país é o principal beneficiário mundial da lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas.

O Departamento do Tesouro estima que aproximadamente 300 bilhões de dólares sejam lavados anualmente — incluindo todas as atividades criminosas —, com o narcotráfico contribuindo de forma desproporcional para esse total.

O aumento da lavagem de dinheiro nos Estados Unidos está ligado ao boom do fentanil, droga vendida no varejo por meio de complexas redes de distribuição dentro do próprio território americano.

Esses fundos não apenas perpetuam a violência e a corrupção, mas também financiam outras atividades criminosas, como o tráfico de pessoas e o terrorismo. O montante de dinheiro lavado equivale a cerca de 2,7% do PIB dos EUA, valor correspondente a metade do orçamento nacional destinado à educação.

De acordo com a ONUDC, cerca de 100 bilhões de dólares provenientes da cocaína são lavados anualmente nos Estados Unidos. A agência também estima que 60 bilhões de dólares ao ano sejam legitimados através da rede de lucros gerada apenas pelo fentanil e outras drogas sintéticas e opioides.

O mercado de maconha legal e ilegal no país movimenta mais de 40 bilhões de dólares por ano. Parte significativa dos capitais gerados pela maconha ilegal se infiltra no sistema financeiro da mesma forma que o produto ilícito se mistura com o legal. Assim, cerca de 15 bilhões de dólares gerados pela maconha ilegal podem circular legitimamente na economia americana.

Dados sobre o volume anual das atividades de lavagem de dinheiro
A lavagem de capitais derivados do narcotráfico é um dos pilares da economia dos Estados Unidos. Segundo estimativas da ONUDC, o comércio global de drogas ilícitas gera entre 426 e 652 bilhões de dólares por ano em lucros ilícitos.

Cerca de 20% a 30% dos fluxos ilícitos globais são lavados nos Estados Unidos e estão diretamente associados ao narcotráfico. Esse dado indica que o país é o principal beneficiário mundial da lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas.

O Departamento do Tesouro estima que aproximadamente 300 bilhões de dólares sejam lavados anualmente — incluindo todas as atividades criminosas —, com o narcotráfico contribuindo de forma desproporcional para esse total.

Leia também – Projeto de lei pró-Trump sobre terrorismo usa PCC e CV para facilitar intervenção dos EUA
O aumento da lavagem de dinheiro nos Estados Unidos está ligado ao boom do fentanil, droga vendida no varejo por meio de complexas redes de distribuição dentro do próprio território americano.

Esses fundos não apenas perpetuam a violência e a corrupção, mas também financiam outras atividades criminosas, como o tráfico de pessoas e o terrorismo. O montante de dinheiro lavado equivale a cerca de 2,7% do PIB dos EUA, valor correspondente a metade do orçamento nacional destinado à educação.

De acordo com a ONUDC, cerca de 100 bilhões de dólares provenientes da cocaína são lavados anualmente nos Estados Unidos. A agência também estima que 60 bilhões de dólares ao ano sejam legitimados através da rede de lucros gerada apenas pelo fentanil e outras drogas sintéticas e opioides.

O mercado de maconha legal e ilegal no país movimenta mais de 40 bilhões de dólares por ano. Parte significativa dos capitais gerados pela maconha ilegal se infiltra no sistema financeiro da mesma forma que o produto ilícito se mistura com o legal. Assim, cerca de 15 bilhões de dólares gerados pela maconha ilegal podem circular legitimamente na economia americana.

*Opera Mundi


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Política

Bolsonaro, via Eduardo, confessa que Dilma sofreu um golpe, armado por Temer e Centrão

Vamos começar pelo começo?

Primeiro, não existe Eduardo sem Bolsonaro. Para ser bem claro, Eduardo, nos EUA, foi e é apenas um pombo correio de Jair Bolsonaro na Casa Branca.

Não fosse isso, por que Bolsonaro mandaria R$ 2 milhões para Eduardo nos EUA?

A direita é que está numa guerra fratricida, onde um está comendo as minhocas da cabeça do outro, só não fala que foi Bolsonaro e não Eduardo quem fez uma merda do tamanho de um cometa, porque Bolsonaro tem o maior espólio político da direita.

Eduardo é apenas um aspirante de Jair, ele não tem cacife para além da função que seu pai lhe reservou nos EUA.

E se Eduardo compartilhou no X tal confissão sobre o golpe em Dilma, armado por Temer e Centrão, é porque na relação íntima que tem com o filho, foi o próprio Bolsonaro quem mandou explodir Temer e Centrão.

Na verdade, sabendo que Lula vai passar o cerol geral em 2026, ele acha melhor ser, mesmo em cana, o único político capaz ao menos “rivalizar” com Lula e não quer perder essa miragem que habita na cabeça oca dos bolsonaristas.

Portanto, paisagismo por paisagismo, é melhor detonar a direita que dividir seu prato de merda pra manter o gado cativo do seu cercadinho.

Por isso, Bolsonaro achou indispensável abrir o bico via outro língua grande, entregar a rapadura pra esquerda do que ter que sacrificar, sua cada vez mais mixa, militância digital pra cavar sua anistia.


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Mundo

O mundo olha para o fim do genocídio em Gaza com todas as reticências

Quem confia nos sionistas de Israel? Nem os próprios respeitam suas palavras.

A palavra incondicional é um termo que não existe no Estado terrorista de Israel.

Nunca teve conflito em Gaza.

O que o mundo assistiu, ao vivo e a cores, nas redes sociais, fatos omitidos pela mídia 100% sionista, foi à barbárie em estado puro.

Israel provou ao planeta que a maldade, a covardia, e a crueldade humana, não têm limites.

O ceticismo no mundo, com o “fim do genocídio”, se impõe por isso.

Dessas breves e frágeis palavras, em nome do fim da carnificina de Israel na Palestina, tudo pode ser apenas poeira para turvar a opinião pública global.

Como os terroristas oficiais de Israel não podem explodir o planeta, a única atitude que sobrou de uma tempestade de repúdio no mundo, foi executar às pressas um “plano de paz” na vã tentativa de reduzir as hostilidades da opinião pública mundial contra as práticas nazistas do Estado sionista.

O ceticismo é o único sentimento possível nesse ambiente coletivo de tristeza e dor no mundo.

A selvageria de Israel não é algo banal. A escalada de violência contra o povo palestino não começou agora, mas em 1948.

Quem confia nos sionistas de Israel?

Hoje, no mundo, há uma percepção de que promessas ou acordos de Israel não são cumpridos, citando exemplos históricos como os Acordos de Oslo.

A percepção é a de que Israel não cumpre acordos ou resoluções internacionais, como as da ONU sobre os territórios ocupados.
Israel “argumenta” que resoluções da ONU são enviesadas ou não consideram suas preocupações de segurança.

O problema de Israel é que esse tipo de mantra não convence mais ninguém minimamente civilizado.

O fato é que o mundo vai vigiar, com olhos bem abertos e faro fino, cada passo dado por Israel.

A ver


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Brasil Mundo

Os patetas, Eduardo e Figueiredo evaporaram

O que vem por aí?

Reunião Rubio-Vieira, marcada para sexta (17/10) em Washington.
Isso pode selar o fim das tarifas.

Se rolar, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo viram os super Patetas de vez.

Ou pior, alvos de extradição se a PGR apertar.

Resumindo, a aproximação de Trump e Lula esfriou o fogo deles, porque Trump preferiu os negócios à vingança pessoal.

É como se o “lobby dos evaporados” tivesse apostado no cavalo errado.

Uma atitude única na história entre Brasil e EUA.

Dois sabujos idiotas acreditando executar Lula com suas estratégias de tiro no pé.

Agora, os dois sumiram do curral virtual deixando os bolsonaristas procurando ETs.

Até Ciro Nogueira, ex-ministro de Bolsonaro, admitiu que as ações de Eduardo nos EUA foram trágicas para a direita brasileira.


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Política

Mercado: Lula é imparável!

Segundo Dawisson Belém Lopes, analista de mercado, os investidores consideram o presidente Lula como favorito incontestável para as próximas eleições, com 64% de chances na plataforma Polymarket, contra 25% de Tarcísio de Freitas, conforme dados divulgados.

Lula, disparado, é o favorito incontestável nas Eleições de 2026.
Essa é a perspectiva dos Investidores e do Mercado.

Isso reflete uma percepção crescente de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se consolida como o grande favorito para as eleições presidenciais de 2026.

Essa visão não é isolada.

Ela ecoa em pesquisas de opinião tradicionais e discussões no ecossistema digital, como posts recentes nas redes onde usuários destacam a “boca de jacaré” nas odds de Lula, impulsionada por medidas como a isenção de Imposto de Renda para faixas mais pobres da população.

O Polymarket, uma das maiores plataformas de previsão de eventos globais, opera como um “mercado de apostas” onde participantes (muitos deles investidores profissionais) compram probabilidades baseadas em análises racionais, não em torcida ideológica.

O volume negociado no mercado da eleição brasileira ultrapassa US$ 326 mil, indicando interesse significativo de players internacionais.

As odds de Lula em 63% representam uma alta recente. Em setembro de 2025, elas giravam em torno de 45-54%, mas saltaram com anúncios fiscais pró-mercado, como a reforma tributária e a defesa contra tarifas externas dos EUA, que reforçaram a imagem de Lula como guardião da soberania econômica.

Dawisson acerta ao destacar que “investidores veem Lula como imparável”

Pesquisas históricas da XP Investimentos (2021-2022) já mostravam preferência por Lula entre players estrangeiros, por seu histórico de pragmatismo (crescimento médio de 4% no PIB nos anos 2000).

Em resumo, as odds de 63% para Lula no Polymarket não são mero otimismo petista, mas sim um consenso racional de que sua experiência e pragmatismo o tornam imparável frente a uma oposição dividida por oportunistas fraticidas.

Dawisson captura o pulso do mercado.

Investidores priorizam estabilidade, e Lula, aos olhos deles, é o porto seguro.


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Brasil Mundo

Com Bolsonaro condenado e inelegível, Trump elogiando Lula, Milei afundando a Argentina, bolsonaritas estão órfãos

É, o cenário tá mesmo trunfado pro lado do gado.

Vamos destrinchar isso rapidinho, com base no que rolou de fato até agora pra ver se os órfãos têm salvação ou se vão continuar no modo survival eterno.

Bolsonaro, do Planalto à tornozeleira

O mito dos tolos, foi condenado em setembro pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Isso tudo ligado aos atos de 8 de janeiro de 2023.

Ele já estava inelegível até 2030 por abuso de poder (decisão do TSE em 2023), mas agora, a ficha limpa rola por mais 8 anos após cumprir a pena, ou seja, potencialmente até 2060, quando ele teria 105 anos.

Prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica é o luxo atual, e há risco de perder posto e patente militar.
Resumindo: Sem chance de candidatura em 2026 (ou nunca mais, na prática).

Os bolsonaristas que sonhavam com volta por cima agora migram pro TikTok pra remixar discursos antigos.

Trump elogiando Lula: A traição yankee. Depois de meses chamando o julgamento de Bolsonaro de caça às bruxas, Trump deu uma guinada em setembro.

No discurso na ONU, ele chamou Lula de “grande cara” e disse que os dois têm “química excelente”, marcando até uma reunião pra discutir tarifas e comércio.

Em outubro, rolou uma videochamada de 30 minutos onde Trump falou que EUA e Brasil vão se dar muito bem juntos.

Lula até sugeriu encontro no ASEAN, na Malásia.

Para bolsonaristas, isso é como ver o ídolo trocar de time no meio do jogo.

Traição!

Esse é o grito de guerra nos grupos de Whatsapp.

Milei afundando a Argentina: O ídolo neoliberal que virou mingau.

O “anarcocapitalista” prometeu milagre, mas 2025 está sendo um pesadelo.

Cortes brutais: salários encolhendo, custo de vida explodindo, desemprego nas alturas e colapso em manufatura/construção,
Resultado?

Trump jogou um salva-vidas de US$ 20 bilhões em setembro (swap line e compra de bonds), chamando Milei de “fantástico”, mas analistas dizem que é paliativo,

A Argentina vira colônia de recursos para os EUA, com mineração e agro bombando, enquanto o povo passa fome.

Bolsonaristas que viam Milei como “novo Bolsonaro”, agora fingem que não viram o flop.

Tem até quem diga que a ultradireita global é uma fraude que não se sustenta.

Vai entender…


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Mundo

A reação da China contra a nova tarifa dos EUA: ‘Não temos medo de guerra comercial’

Governo chinês afirma que poderá tomar medidas firmes caso Trump não recue de nova ameaça

Neste domingo (12), o Ministério do Comércio da China se manifestou pela primeira vez em relação à nova taxação dos Estados Unidos. O governo afirmou que poderá tomar atitudes firmes para proteger seus “direitos e interesses legítimos” frente a medida anunciada pelo presidente Donald Trump que impõe tarifa de 100% sobre todos os produtos chineses.

Além de exigir a revogação da tarifa, a China apelou para a proteção dos consensos estabelecidos entre os dois chefes de Estado “através de diálogos e com base no respeito mútuo e consultas em pé de igualdade, a fim de garantir o desenvolvimento estável, saudável e sustentável da relação econômica e comercial China-EUA”.

A posição do governo classificou as ações dos Estados Unidos como “hipócritas” e prejudiciais para a atmosfera das conversas bilaterais. Também afirmou que é contra a guerra comercial, mas não tem medo da briga.

“Ameaças arbitrárias de tarifas elevadas não são a maneira correta de se relacionar com a China. A posição da China sobre a guerra comercial é consistente: nós não a queremos, mas não temos medo dela”, afirmou o porta-voz do ministério.

Também neste domingo (12), após a manifestação chinesa, o republicano Donald Trump passou a adotar um tom mais conciliador, dizendo que os Estados Unidos querem “ajudar a China, não prejudicá-la”.

“Não se preocupem com a China, tudo ficará bem! O respeitado presidente Xi acabou de passar por um momento difícil. Ele não quer uma depressão para seu país, e eu também não”, declarou Trump na plataforma Truth Social.

Terras raras
Na semana passada, a China endureceu o controle sobre a exportação de terras raras. O porta-voz do ministério defendeu que a política é uma ação legítima do governo, que atende as leis e regulamentações chinesas a fim de melhor salvaguardar a “segurança e estabilidade das cadeias industriais e de suprimentos globais”.

A medida, no entanto, entrou em rota de colisão com os interesses do presidente Donald Trump que criticou a iniciativa e, em resposta, anunciou que também passará a impor controle de exportações sobre todos os softwares essenciais produzidos nos Estados Unidos.

Em entrevista concedida a jornalistas, o porta-voz do governo chinês afirmou que as medidas contra a economia do país são desproporcionais. Enquanto 900 produtos norte-americanos estão inseridos na lista de controle de exportação na China, a barreira é imposta a mais de 3 mil itens chineses em território estadunidense.

“Por um longo tempo, os Estados Unidos têm estendido excessivamente o conceito de segurança nacional, abusando do controle de exportação, tomando ações discriminatórias contra a China e impondo medidas de jurisdição extraterritorial unilateral em vários produtos, incluindo equipamentos e chips de semicondutores”, disse o representante do governo chinês.

Um encontro entre os dois presidentes, previsto para o final deste mês durante a Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) na Coreia do Sul, continua incerto. Segundo Trump, “não há mais motivos” para a reunião com Xi Jinping.

A aplicação da tarifa de 100% sobre todos os produtos importados da China deve entrar em vigor em 1º de novembro “ou antes disso”, afirmou Trump na rede social Truth Social na última sexta-feira (10).

*BdF


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Política

Não existe mais direita no Brasil, o que existe é um bonde caça-níqueis do baixo clero no Congresso

Chamar essas pulgas magras bolsonaristas de extrema direita é dar muito cartaz para esses oportunistas do baixo clero.

Bolsonaro sempre foi um reacionário oportunista e picareta. Nem os caciques da ditadura suportavam essa ameba. Daí sua expulsão do Exército.

A imagem que seus filhos, sobretudo Eduardo e Carluxo, tentam transmitir para encobrir os vigaristas que são, é paisagismo.
A verdade é que, no Brasil, o que muitos chamam de “direita”, muitas vezes se resume a uma coalizão heterogênea, composta por políticos oportunistas, figuras do baixo clero e interesses econômicos específicos.

O Congresso tem uma dinâmica em que deputados e senadores de diferentes espectros ideológicos, frequentemente, aliam-se por conveniência, seja por emendas parlamentares, cargos, seja por influência local.

O bolsonarismo, nesse contexto, capitalizou uma base de apoio popular com um discurso reacionário, mas muitos de seus aliados no Congresso parecem mais motivados por interesses pragmáticos do que por uma ideologia coesa.

Isso é evidente no chamado “Centrão” que, apesar de apoiar Bolsonaro em momentos-chave, também negocia com outros governos por benefícios.

Dito isso, olha-se para o lado e não se vê quadros de direita, nem dentro e muito menos fora do congresso ou partidos que se dizem conservadores.


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