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Política

Moraes determina que governo Castro prove motivos para operação com 121 mortos

Governo do RJ terá que enviar relatórios de inteligência que provem a presença dos suspeitos alvos de mandados no Alemão e na Penha

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que o governo do Rio de Janeiro apresente em 48 horas as provas de que 51 alvos de mandados judiciais estavam escondidos nos complexos do Alemão e da Penha. O cumprimento dos mandados de prisão foi a justificativa apresentada pela gestão de Cláudio Castro (PL-RJ) como justificativa para a Operação Contenção, que terminou com 121 pessoas mortas —das quais quatro policiais.

Para provar a presença dos criminosos alvos dos mandados, Moraes –que provisoriamente ocupa o cargo de relator da ADPF (Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental) 635, conhecida como ADPF das Favelas– determinou que o governo do Rio envie ao STF relatórios de inteligência sobre o tema. A documentação será mantida em sigilo.

Em decisão proferida no último sábado (8), Moraes também determina que sejam enviadas as imagens das câmeras corporais utilizadas pelos policiais que participaram da ação, assim como os laudos de necropsia realizados nos corpos das vítimas da operação.

Ao TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), Moraes determinou que seja enviada uma lista das das pessoas com mandado de prisão expedidos no processo que justificou a Operação Contenção, bem como a relação de alvos que foram efetivamente presos na ação. O ministro solicitou ainda o envio de uma ‘relação das demais pessoas presas – por mandado ou em flagrante – na citada operação e que não constavam nos referidos mandados e a situação processual de cada uma”.

Já para o Ministério Público do Rio de Janeiro, a determinação foi do envio das perícias independentes realizadas nos corpos das vítimas da operação e do procedimento de investigação aberto para apurar possíveis desvios cometidos durante a Operação Contenção.

Moraes anula ato do CNMP
De ofício, o ministro Alexandre de Moraes ainda a suspensão imediata de um processo administrativo em curso no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) contra o procurador da República Júlio José de Araújo Junior, procurador regional de Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro.

No processo, o MP-RJ questionava o envio de um ofício por Araújo e pelo defensor regional de Direitos Humanos da DPU (Defensoria Pública da União) no Rio de Janeiro, Thales Arcoverde Treiger, solicitando diversas informações sobre a Operação Contenção e sobre o cumprimento das determinações do STF na ADPF das Favelas.

O CNMP terá que explicar sua atuação no caso em até 48 horas.

Moraes ainda determinou a suspensão do inquérito aberto pela 22ª DP (Penha) para investigar familiares de mortos durante a operação e outros moradores da região por removerem os corpos abandonados pelas forças policiais na área de mata que liga os complexos do Alemão e da Penha, conhecida como Vacaria. Para entidades de defesa de direitos humanos, a abertura do inquérito era uma tentativa de intimidação da Polícia Civil contra familiares que denunciaram possíveis crimes cometidos durante a ação policial.

*Juliana Dal Piva/ICL


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Política

Na Conib, Castro desafia STF em evento judaico e promete manter operações policiais

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), participou na noite de sexta-feira (7/11/2025) da 56ª Convenção da Confederação Israelita do Brasil (Conib), um evento de gala em São Paulo com foco em democracia, pluralidade e convivência.

Durante o jantar, Castro foi recebido como uma das principais atrações, ao lado de outros governadores como Tarcísio de Freitas (SP), Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS). Ele aproveitou a ocasião para defender a continuidade de operações policiais de grande porte no estado, mesmo sob escrutínio do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à ADPF 635 (conhecida como “ADPF das Favelas”), que impõe regras para reduzir a letalidade em ações nas comunidades.

Castro prometeu lançar dez novas operações com autorização judicial nas próximas semanas, incluindo uma megaoperação de retomada de territórios na Zona Oeste (como o Corredor Itanhangá, envolvendo comunidades como Rio das Pedras e Muzema), com foco em desarticular milícias e facções como Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP).

Ele classificou o crime organizado como “narcoterrorismo” e afirmou que as ações seguirão “em estrita observância ao Estado Democrático de Direito”, mas sem recuos, apesar das críticas à letalidade policial. O governador enviou relatórios ao STF justificando operações recentes, como a Contenção (que deixou 121 mortos no final de outubro), alegando cumprimento de diretrizes constitucionais e uso de câmeras corporais.

O tom desafiador ao STF ecoa declarações anteriores de Castro, que já chamou a ADPF de “maldita” e culpou restrições judiciais pelo fortalecimento de facções. No evento da Conib, ele foi aplaudido ao reforçar que o Rio “não está sozinho” no combate ao crime, em meio a tensões com o governo federal (Lula criticou a operação como “matança”) e à esquerda, que acusa excessos policiais.

O episódio gerou reações: uma assessora de Lula deixou o local durante discurso de Caiado com ataques ao Planalto, destacando o clima polarizado. A presença de Castro no evento judaico reforça seu alinhamento com setores conservadores e opositores ao governo federal, enquanto o STF, via ministro Alexandre de Moraes, continua cobrando detalhes sobre conformidade com a ADPF.


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Política

Castro produziu a carnificina no Rio na véspera do seu julgamento no TSE por crime eleitoral em 2022

Sim, a acusação de que Cláudio Castro teria orquestrado a Operação Contenção — a ação policial mais letal da história do Rio, com 121 mortes nos complexos do Alemão e da Penha — como uma distração ou “cortina de fumaça” na véspera de seu julgamento no TSE por crimes eleitorais em 2022, ganhou tração em debates políticos e na mídia, como realmente tinha que ganhar.

Data da operação: A “Operação Contenção” começou na terça-feira, 28 de outubro de 2025, envolvendo cerca de 2.500 policiais para cumprir mandados contra o Comando Vermelho.
Resultou em 117 suspeitos e 4 policiais mortos, com denúncias de execuções sumárias e violações de direitos humanos.

Castro a classificou como “sucesso” e “início de um grande processo” contra o narcotráfico, mas o episódio gerou críticas internacionais da ONU e de entidades como Anistia Internacional.


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Política

Novo rei do Rio: a dois passos da cadeia, Bolsonaro é traído por Claudio Castro

O artigo de Bela Megale, publicado no blog dela no O Globo hoje, intitulado “Cláudio Castro se vê ‘emancipado’ do clã Bolsonaro após operação no Rio”, aprofunda a esperada dinâmica de distanciamento entre Cláudio Castro e o Clã Bolsonaro, especialmente em um momento em que Jair Bolsonaro está sob forte pressão na boca do vulcão.

A coluna, com base em conversas com aliados, pinta Castro como alguém que usa o sucesso da megaoperação “Contenção” (contra o Comando Vermelho, com 121 mortes e alta aprovação popular) para se afirmar como líder supremo da milícia carioca , rompendo a dependência do clã e anunciando a segunda morte de Bolsonaro, já que sua prisão na prática já estanca sua força como principal liderança da direita nativa.

Isso ecoa o que circula em debates políticos, destacando a vulnerabilidade de Bolsonaro (preso em domiciliar, com um pé na Papuda condenado a 27 anos) e a traição percebida por bolsonaristas fundamentalistas.

Na verdade, esse é o ponto chave da chacina promovida por Claudio Castro sem paninhos e bacias em seus lava pés que fazia com todo o clã.

Agora, Castro põe um fim nessa relação de conveniência e quer ele, dar as cartas no território carioca que tem muito mais zonas dominadas pelas milícias do que pelo tráfico.

Milícias essas, diga-se de passagem, sobre as quais Castro nem comenta, que fará combatê-las.


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Brasil Mundo

Nossos ratos querem um Trump para os brasileiros que os americanos repudiam

63% dos Americanos rejeitam o desempenho de Trump.

Isso, segundo as pesquisas da CNN nos EUA, reflete insatisfação com a economia, expansão de poderes presidenciais e política externa, incluindo tarifas e intervenções.

Mas os ratos do consorcio Paraguaçu formado pelos Odoricos, Tarcísio, Castro, Caiado, Zema e outros camundongos querem Trump intervindo militarmente no Brasil,

Assim que soube da pesquisa, imediatamente Trump pediu penico para a China, propondo zerar as tarifas em pelo menos um ano para, depois ver se esse papo de taxar outros países e a bomba cair no colo dos americanos, volta a ser pauta do bobalhão laranja.

Aqui o “Consórcio Paraguaçu” parece saído direto de Sucupira, numa aliança de “coronéis modernos” que, em vez de se unirem contra o crime, dividem pra reinar politicamente, e quem paga a conta é a nação.

A proposta de transformar as facções criminosas no Brasil em narcoterroristas tem apenas esse objetivo, o de dar a Trump carta branca para uso militar contra os brasileiros e transformar o Brasil em penico de Trump.


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Política

Para o clã Bolsonaro, Claudio Castro é apenas mais um rato querendo criar asas de ganso

Aliança da direita não cola nem com cuspe.

Foi esse o recado que Carluxo mandou para o desprezível Claudio Castro que sempre reclamou de Bolsonaro por tratá-lo como um ninguém na política carioca e brasileira.

Caiado, Ratinho Jr, Zema e Tarcísio foram tratados pelo clã como ratos de farelo de porco.

Ibaneis e outras porcarias nem aparecem nessa foto dos desprezíveis.
Castro então nem se fala.

Não tem 2ª opção para o clã que não tenha DNA de Bolsonaro.
É o clã Bolsonaro por ele e para ele.

Por isso Carluxão das massas vive berrando que o clã está cheio de hienas por perto. Chegou a hora da faxina!

Moraes quer Bolsonaro na Papuda.

Ou seja, Bolsonaro sempre disse na pandemia de Covid que todo mundo vai morrer um dia e sua morte política já foi decretada.

Nesse caso ele vai apontar o dedo para um de seus quatro filhos vagabundos como ele que nunca trabalharam na vida pra representar sua falange criminosa.

Ou seja, nem clã Bolsonaro e nem o consorcio Paraguaçu formado pelos governadores traíras que já se reúnem sem a participação de filhos de Bolsonaro.

Essa é a direita que está cantando vitória eleitoral com a chacina do Rio?


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Política

Castro patrocinou evento de Doria sobre jogos de azar um dia antes da chacina

Na véspera da megaoperação policial que deixou 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, o governo do Rio de Janeiro autorizou o repasse de R$ 700 mil em patrocínio para um evento empresarial de João Doria, realizado em Londres. O encontro, promovido pelo Lide Reino Unido, discutia justamente o setor de jogos e apostas, tema que o próprio governo fluminense havia liberado por decreto meses antes. As informações são da coluna de Ancelmo Gois.

O contraste entre as duas ações — uma operação policial marcada pela violência e a liberação de verbas públicas para um evento de luxo no exterior — expõe a contradição de prioridades dentro da administração estadual.

  • 27 de outubro de 2025 → Governo Cláudio Castro (PL-RJ) destinou R$ 700 mil em patrocínio para o Fórum de Investimentos Brasil-Reino Unido, promovido pelo Lide (grupo fundado por João Doria).
  •  O evento ocorreu em Londres nos dias 27 e 28/10.
    – Tema central: regulamentação de jogos de azar (cassinos, bingos, apostas esportivas).
  • Palestrantes: Arthur Lira (presidente da Câmara), Michel Temer, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e executivos do setor de bets.
  • Patrocinadores privados: Betano, PixBet, SportingBet, SuperBet, Esportes da Sorte.
  • 28 de outubro de 2025** → Um dia depois do patrocínio ser formalizado, a Polícia Civil do RJ deflagrou a Operação Contenção nas favelas do Complexo da Penha, Muzema e Jacarezinho.
  •  Resultado oficial: **121 mortos** e 113 presos.
  • Movimentos de direitos humanos, ONU e STF classificam como **chacina**.

Prova documental
Diário Oficial do RJ (ed. 30/10): publicação do Extrato de Dispensa de Licitação nº 039/2025 (Processo SEI-160001/001752/2025) confirma o repasse de R$ 700 mil à Lide Global Events Ltd.
Objeto do contrato: “patrocínio institucional” ao evento em Londres.

Por que o timing chama atenção
O setor de apostas é apontado pelo GAECO/MP-RJ e pela PF como um dos principais canais de lavagem de dinheiro de milícias e tráfico.

A megaoperação policial foi justificada como combate ao “narcoterrorismo”, mas críticos (Anistia Internacional, Human Rights Watch, Conectas) a veem como ação eleitoreira para 2026.

Castro, pré-candidato à Presidência, usou a operação para se projetar nacionalmente, mas agora é cobrado pelo STF (min. Flávio Dino) a prestar esclarecimentos em 48 h.


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Política

Quem não tem Trump, caça com Claudio Castro e os porcos

Os heróis sem farda do bolsonarismo, Eduardo Bolsonaro e Paulo Fugueiredo, filhotes da ditadura, tomaram uma das maiores chineladas políticas que Lula já deu na sua longa jornada de vitórias.

Não tem como esses dois patetas sobreviverem  à tratorada que Lula lhes deu.

A operação Trump, que nasceu e viveu no chiqueiro de Bolsonaro, virou uma burundanga, num novo quadro político criado por Lula na relação Brasil e EUA.

Depois de Lula fazer picadinho dos dois idiotas e, consequentemente, neutralizar suas ações contra o Brasil na Casa Branca, sobrou a lavagem dos porcos do próprio chiqueiro bolsonarista, chamada Claudio Castro.

Sim, Claudio Castro, o “porco remanescente do chiqueiro”, virou o plano B desesperado da extrema-direita.

Imagina isso!

E o pior, ignora as milícias (base eleitoral de Castro e do Clã Bolsonaro), foca nas favelas e usa os corpos como palanque pra 2026.
Jair Bolsonaro, Eduardo, Figueiredo, Castro – representam o resíduo tóxico do bolsonarismo: sem poder federal, apostam em guerrilhas locais pra desestabilizar Lula.

Lula, de cara, tem a carta na mesa que detona a jogatina porca de Castro, com a operação da PF na Faria Lima, Sem sequer um tiro, no coração do comando financeiro do PCC em plena São Paulo, comandada pelos bolsonaristas Tarcísio e o mordomo Derrite.

Sobrou o regionalismo rastaquera das milícias cariocas que dirá à população que nada mudou depois da chacina e Lula fará petisco de Claudio Castro, o último suspiro do moribundo bolsonarismo.


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Pesquisa

Datafolha: Lula está na frente no Rio, tem 41% contra 34% de Bolsonaro no 1º turno

O ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto para a Presidência da República no estado do Rio de Janeiro, base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo Datafolha.

De acordo com o levantamento, o petista tem 41% da preferência do eleitorado, contra 34% do atual presidente. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%.

Na sequência aparecem Simone Tebet (MDB), com 2%, e, com 1% cada, Vera Lúcia (PSTU), André Janones (Avante), Sofia Manzano (PCB) e Felipe d’Avila (Novo). Foram citados, mas não alcançaram um ponto percentual Eymael (DC), Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP) e Luciano Bivar (União Brasil). O general Santos Cruz (Podemos) não foi citado.

Uma parcela de 7% declarou que pretende votar branco ou nulo e de 3% disse estar indecisa.

O estado do Rio de Janeiro é o terceiro colégio eleitoral do país, com 12,8 milhões de eleitores, o que representa 8,2% do eleitorado nacional.

Em Minas, Lula tem 48% contra 28% de Bolsonaro no 1º turno.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi realizado entre quarta (29) e esta sexta-feira (1º), e entrevistou 1.218 eleitores no estado. Ele está registrado no TSE sob o número RJ-00260/2022 e BR-03991/2022.

Cerca de metade dos entrevistados (52%) declarou que não votaria de jeito nenhum em Bolsonaro. A rejeição ao presidente é mais alta entre os eleitores de 16 e 24 anos (62%) e os assalariados sem registro (66%).

Lula, contudo, apresenta no Rio de Janeiro rejeição maior do que os 35% detectados no cenário nacional. Segundo o instituto, 42% dos eleitores fluminenses disseram não votar no petista de jeito nenhum, tendo atingido o maior nível entre empresários (79%), eleitores com renda familiar entre 5 e 10 salários mínimos (59%) e evangélicos (56%).

Lula tem como principal palanque no estado o deputado federal Marcelo Freixo (PSB), pré-candidato ao governo. Com 22% das intenções de voto, Freixo está em empate técnico com o governador Cláudio Castro (PL), com 23%. Segundo a pesquisa Datafolha, 75% dos eleitores de Freixo optam por Lula.

Bolsonaro, por sua vez, é apoiado por Castro, que também tenta a reeleição. Embora declare apoio ao presidente, ele vem evitando se associar a algumas das bandeiras de inclinação golpista apresentadas pelo aliado.

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