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A nova cascata fuleira de Eduardo Bolsonaro mostra o tanto que o clã sentiu o tranco das mais recentes pesquisas

Primeira coisa a se lembrar, da comédia da facada sem sangue e sem faca, para o genocida fugir do debate com Haddad por motivos óbvios.

Somente isso já basta para entender a chamada do vídeo de Eduado Bolsonaro, dizendo que sua família foi atacada nos EUA, afirmando que aliados do PCC, do Intercept, bateram na porta de sua casa, no Texas, e importunaram sua família.

Eduardo contou essa versão exclusiva sem corar, de forma seca, fresca para usar como abrigo da pedrada que estão levando das pesquisas e não de Intercept ou PCC.

O distribuidor de cascatas que, nos EUA, opera cotra o povo brasileiro e o Brasil, sentiu que a queda livre nas pesquisas, de seu irmão e comparsa, Flavio Bolsonaro, está fora de controle.

É desespero que chama.

Isso é um produto importado do Brasil por Eduardo daquela facada fuleira para tentar produzir uma reação positiva diante do desespero e até dos fatos que detonaram Flavio e, lógico, usar o mesmo quite de mentiras, sem qualquer inspiração, para servir de apara bomba que ainda explodirá na cabeça do mano bandido.

Os filhotes de Bolsonaro se comportam, ora como animais, ora como crianças para ver se mantêm o produto político do papai para voltar ao poder e fazer a esbórnia que fizeram no Brasil de 2019 a 2022, sem falar da tentativa de golpe em 2023.

Esse vigarista só mostra que não tem compromisso moral nenhum com seu próprio curral eleitoral. É também por isso que a campanha de Flavio está na merda.

Isso acontece no mesmo momento em que o senador Cajuru, na tribuna, de frente para Flavio Bolsonaro, denuncia que ele não assinou nenhum pedido de CPI do Banco Master, desmascarando o vigarista.

Com essa nova mentíra que beira o ridículo, Eduardo só consegue provar que essa família é formada pelo piores pilantras do Basil.


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Política

A direita não tem o que mostrar, só o que esconder

O clássico ataque da direita, qualquer tipo de ataque, em última análise, tem o objetivo de esconder sua capacidade, por desinteresse ou incompetência, de mostrar algo tenha objetivado a melhora do país e, logicamente a melhora da vida dos brasileiros.

Mas não fica só nisso, além dos fracassos econômicos quando a direita esteve no poder, e isso é histórico no Brasil, o passado enlameado e, agora, mais do que nunca, de quase todos os candidatos da direita, é de fato exemplar.

A saída é desinformar, acusar, saracotear nas redes e seguir aquele caminho “das pedras” que Pablo Marçal utilizou em sua campanha para a prefeitura de São Paulo, que lhe custou um expurgo logo no primeiro turno, justamente porque caminhava sobre pedras lisas, lodadas, pra lá de escorregadias, ligadas a seu passado de condenado por comandar uma rede de vigaristas que fizeram limpa nas contas de idosos.

Soma-se a isso a cadeirada que levou de Datena que escancarou a fragilidade emocional do sujeito, que se vendia como uma espécie de MacGyver paratatá.

Ou seja, a direita por si só odeia debate político, odeia e ponto.. Não quer saber de bola dividida, de comparar projetos, de discutir qualquer questão de ordem econômica e social, é somente aquele pastiche de diminuição do Estado, caça aos marajas e outras babas de quiabo.

Então, não espere de um político de direita, que vive de ataques retóricos que circulam pelas redes, alguma proposta ou ideia minimamente objetiva.

Nikolas Ferreira, por exemplo, tem um mandato que custa R$ 16 milhões aos cofres pblicos e aquela miniatura de fariseu não tem um mísero projeto aprovado. Assim foi Bolsonaro, assim é Flavio e todo o clã. Eles não têm nada para casar, nada para mostrar, mas têm um caminhão de merdas criminosas para esconder.

O resto é lero-lero de punguistas.


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Política

A direita está na cadeia

A direita brasileira foi reduzida a um presidiário que tem uma folha corrida de causar inveja até em Vorcaro que, não sem motivos, tem uma vasta parceria com a direita.

Isso dá a dimensão da encrenca, mas também o porquê da mídia se voltar contra o judiciário.

Na verdade, hoje, o que se tem nesse métier de gangsters é a mais espessa expressão da escória política no Brasil. É uma piada tratar esse bando de oportunistas de conservadores. Se assim for, Vorcaro, de berço e trajetória neopentecostal, passando pela igreja Lagoinha e terminando no Banco Master, o próprio estado de coisas que esse status “conservador” à brasileira, por intermédio da fé e do sistema financeiro, povoou a vida política mais imunda do país.

Na realidade, tanto a indústria da fé quanto o mercado da Faria Lima abriram uma janela onde ratazanas e camundongos de renome, fizeram uma ponte inédita com o Congresso num verdadeiro golpe institucional, com leniência da insuspeita mídia insdustrial brasileira e de parte da estrutura do Estado como Receita Federal, Ministério Público e Judidiário para impor as unhas do ódio bolsonarista que lhes infligiam uma cerrada manipulação e controle, resultando em verdadeiro sistema de crime organizado nunca antes visto no Brasil.

Bolsonaro é a sítese disso tudo, mas por enquanto só foi condenado por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Moraes e Alckmin, fato que a mídia faz questão de esquecer quando critica o STF, sobretudo na figura de Alexandre de Moraes, mostrando como a informação da mídia corporativa está contaminada com o que existe de pior no banditismo nacional.

A direita foi tranformada nisso, num presidiário, num criminoso, num corrupto e, como revelou a CPI da covid, seu clã já havia negociado propina com a Covaxin por dose da vacina, enquanto crianças, adolescentes, adultos e idosos morriam nos hospitais do Brasil por falta da vacina que o mundo já usufruia para estancar a pandemia.

Não deixa de ser exemplar a síntese desse ajuntamento de bandidos na direita brasileira tendo como resultado icônico um sujeito tido como louco pela medicina e o bandido com o maior nível de periculosidade no Brasil.

Isso sim, é uma derrota séria para a camorra brasileira, que se declara de direita e conservadora.

É isso que Flavio representará nas eleições de 2026.


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Política

Jair Bolsonaro é preso pelo próprio filho

Não adianta Jair Bolsonaro fazer careta de mártir.

Quem enjaulou o sacripanta, foi o 01 da facção criminosa mais letal desse país desde a chegada das caravelas.

Os detalhes magnificamente narrados de sua prisão tendo Flavio Bolsonaro como carrasco, não tem preço.

O filho mágico que transforma trufas em mansão num estalar de dedos teve uma ideia de estalão como ocorre com os genios e convocou vigília em frente ao condomínio do pai, no Jardim Botânico (DF).

Aí meu caro, a PF solicitou a medida cautelar e Moraes não falseou, Meteu o MULTICRIMINOSO Jair Messias Bolsonaro na cadeia.

Ah, que ironia deliciosa da história brasileira, não é mesmo?

O filho de Bolsonaro que transforma chocolate em ouro, peculato e formação de quadrilha em parque de diversão terá agora a chance de reviver a emoção que teve ao medalhonar o papai com a mesma medalha que condecorou o assassino de aluguel Adriano da Nobrega na prisão.

Isso não é pouca coisa!
S

er preso pelas mãos do próprio primogênito do clã e ainda receber uma honraria de suas próprias mãos na cadeia não tem preço!

Bate coração! É muita emoção!

É um conto de fadas tudo isso!

Essa trama familiar, mais parece roteiro de novela de terror, com direito a tramas golpistas, tornozeleiras eletrônicas e um filho que, no afã de “salvar” o pai, acaba assinando seu atestado de prisão.

Essa realidade cômica supera qualquer ficção satírica.

O clã de cachorros loucos e ladrões comeu o próprio rabo em pleno sábado, um dia após Trump suspender as tarifas contra o Brasil.

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Política

Lula está tirando o pão da boca dos lobistas da milionária indústria das armas no congresso. Daí o ódio dos deputados “patriotas”

O tronco dessa grana preta que dá em arvore, é o próprio Clã Bolsonaro.

Bolsonaro não assumiu como marca de sua campanha e governo a chamada “arminha”?

Eduardo Bolsonaro comemorou seu aniversário com bolo enfeitado com arma.

Alguém acha que foi por ideologia?

Quantas mansões isso rendeu ao clã?

Quanto dessa fortuna não foi depositada em paraísos fiscais?
Lembra do úm dólar que Bolsonaro queria ganhar por cada vacina das milhões e milhões que compraria?

Lembra que foi a CPI do genocídio que jogou areia na bolada bilionária do clã?

Imagina quanto esses patifes não ganharam com cada arma vendida, numa explosão de vendas de armas nunca antes vista de tudo que é calibre?

Acha que os garotos propaganda do clã fizeram esse serviço de graça?
Clubes de tiro se multiplicaram mais que campinho de várzea na era Bolsonaro.

Esses deputados bolsonaristas, que estão reclamando, como prepostos, receberam muita grana, mas é troco miúdo perto da fortuna que seu Jair do Vivendas da Barra levou junto com sua prole de corruptos.

Essa turma do Congresso que atacou Lula, desejando a sua morte, é pulga magra, galho fraco, chorume do chorume do lixo, que é todo esse esquema que enriqueceu o clã.

Não espalhou Cacs pelo Brasil todo?

Paro por aqui.

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Bolsonarismo é a maior rede de picaretas do planeta

Há algum especialista que, ao apagar das luzes, amplia uma espécie de mutação genética, ao que chamamos de bolsonarismo, em consequência de uma campanha permanente em favor do mais famoso vizinho do assassino de Marielle.

Aliás, é incrível como a perda da vida de Marielle mostra que Ronnie Lessa, do Vivendas da Barra, recebeu da família um caprichoso silêncio. Isso, logicamente, é transmitido para uma rede de perfil aliado, já que qualquer assunto é previamente discutido e pensado para se formular roteiros que dão, ou não, importância aos interesses dessa rede, que sempre busca um retorno político, seja para enaltecer o líder da facção, seja para desqualificar, como novo alvo, alguém que conseguiu chamar atenção nas redes com críticas a Bolsonaro.

Para essa gente, o fundamental é desaparecer com o assunto e renascer com outro que se impõe pela força da rede alimentada por uma central de ódio.

A questão vai muito além de um ato que inspira o personagem a quem chamamos de bolsonarista.

Quem decide o que será dito é a cúpula do clã Bolsonaro, através dos próprios, Carluxo, Eduardo e Flávio.

Dane-se se a história que eles espalham é ou não real, o importante é organizar a manada para que ela opere e controle as redes com propaganda positiva de Bolsonaro, quando tentam vender sucesso no fracasso e, insistentemente, opera para tirar do foco qualquer benefício que o governo Lula tenha trazido à população, por motivos óbvios.

A questão aqui é mostrar que o bolsonarismo está longe de se limitar àquela velharia reacionária que, de forma vaga, garante um público de aliados em eventos convocados por Bolsonaro e Malafaia.

Há uma rede de picaretas muito bem pagos, que mantém alta a temperatura política, na medida do interesse do clã, mas ela é profissional, formada por milhares de participantes, que foi enxertada durante os quatro anos de governo Bolsonaro para fazer o papel de aspone, sustentado com muito dinheiro público.

Ocorre que, dentro dessa rede, muita gente segue operando, justamente porque quer retomar seu assento nessa boca rica e, outros, simplesmente seguem impermeados mantêm-se a em todas as esferas do Estado, lógico, bancados pela sociedade.

Não sabemos se isso é novo ou velho, mas que essa fórmula é a mais usada pelo bolsonarismo, não resta dúvida.

A questão é saber como combater e excretar esse verdadeiro atentado contra a democracia brasileira, que usa compulsoriamente recursos públicos para que os canais de interconecção do Estado e a sociedade, envenenando ou entupindo as artérias para que a manipulação da informação siga nas redes, mas também dentro do Estado.

É um desafio a ser enfrentado urgentemente por todos os brasileiros democratas, do contrário, assistiremos à ampliação desmedida da milícia fascista no Brasil..

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Opinião

Os dois homens de ouro do clã, Mauro Cid e Fabrício Queiroz, abriram fogo ontem contra os Bolsonaro.

Carluxo, comandante do gabinete do ódio, foi dedurado por Mauro Cid em delação premiada, e o clã ficou pendurado como alvo de tiro na birosca de Queiroz se dizendo indignado por ser tratado agora como leprozaço pelo o clã, que leva a vida de papo pro ar enquanto o carregador de piano do esquema de formação de quadrilha e peculato reclama que recebe farelo do patrão.

Na fala intimidatória, gravada por Queiroz, mandando um recado duro ao clã, ele alerta que tem material explosivo capaz de mandar os patrões para o inferno. Queiroz, todos sabem, era o gerente que recebia a parte da receita do clã no esquema. Ou seja, ele é um raio-x vivo dessa contravenção.

Está aí um assunto que o gado não comenta por ordem da casa.

Hoje, Cid e Queiroz são nomes proibidos no mundo patriota da terra plana, o que, por si só, mostra que existe mais mau-caratismo no pasto da ignorância do que se imagina. Essa gente é burra, mas é cínica e picareta tanto quanto o mito.

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Opinião

Qual o papel dos filhos de Bolsonaro na tentativa de golpe proposto pelo pai ao comando militar?

Todos sabem e denunciam que os filhos de Bolsonaro sempre foram meeiros de seus esquemas de corrupção. Dessa forma, o sujeito que botou filhos no mundo para mamar nas tetas do Estado e aumentar sua indústria criminosa, não poderia deixá-los de fora desse “engenhoso” golpe militar para manter Bolsonaro na presidência da República, prendendo Lula, Alexandre de Moraes e sabe-se lá mais quem.

O que se pergunta, não é se eles participaram, quanto a isso, não há dúvidas, a pergunta é sobre a forma com que participaram para renomear o pai por um decreto golpista, como foi sugerido por Bolsonaro ao comando militar.

É inimaginável supor que Bolsonaro, do ponto de vista familiar, tenha feito isso sozinho, desajudado pelos filhos, pelo clã que ele sempre contou nas suas sanhas sabotadoras.

Nada disso foi apurado ainda, mas não resta dúvida de que os nomes deles serão incorporados na versão final, em detalhes da trama macabra.

Afinal, o clã é uma espécie de comissão para assuntos familiares em negócios da empresa Bolsonaro Picaretagem.

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Opinião

Impunes

A impunidade é o maior incentivo às praticas criminosas.

Moro e Bolsonaro, cada qual com seu clã, apostaram na impunidade para cometer crimes.

Infelizmente, eles tinham razão. Nada aconteceu com eles e os seus. A justiça, até aqui, só ladrou para o clã Bolsonaro.

Para o clã de Moro, nem isso.

Para o sistema de justiça brasileiro, a corrupção e a impunidade são irmãs siamesas quando o assunto é Bolsonaro, mas também Moro.

No caso de Moro, é ainda pior. Pois seus malfeitos são ignorados quando não justificados pela mídia, sócia dos crimes da Lava Jato.

O mais grave é que esse tipo de impunidade gera mais monstros fascistas cada vez piores.

Foi confiando nessa impunidade que o governo Bolsonaro foi responsável pela grande maior parte dos 700 mil brasileiros mortos por covid, somado ao genocídio do povo Yanomami.

Moro, por sua vez, conduziu Bolsonaro ao poder e dele participou como ministro.

Num país com um sistema de justiça sério, os dois estariam presos, cada qual com seu clã.

Esse combo fascista segue com muito menos força política, mas impune, o que gera a normalização da barbárie.

A mídia não quer que Lula comente a raiva plenamente justificável que sentia quando estava encarcerado sem qualquer prova de crime.

Ou seja, até os sentimentos de revolta com as práticas criminosas em “nome da lei” e do “combate à corrupção” praticadas por agentes do Estado absolutamente corruptos, a mídia parceira da Lava Jato quer censurar.

A consequência de tamanha impunidade é a inconsciência coletiva que passa a não ter mais referência do que é certo e do que é errado, o que gera mais violência e formação de quadrilha como a desses dois clãs. O de Bolsonaro e o de Moro.

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Opinião

Se o clã não tem nada a ver com a morte de Marielle, por que Bolsonaro mandou Moro pressionar o porteiro do condomínio?

Ao menos quatro delegados foram trocados durante as investigações do caso sem qualquer explicação à família de Marielle Franco.

Até o momento, o que se sabe sobre o assassinato de Marielle e Anderson é que ambos foram executados pelo vizinho de Jair e Carlos Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra, Ronnie Lessa.

O fato é que, junto com esse troca troca de delegados que, segundo a então PGR, Raquel Dodge, era fruto de interferência superior, quem até hoje não disse absolutamente nada sobre sua participação nesse imbricado caso, foi o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Duas coisas chamam atenção, a primeira é que não se tem notícia do interesse de Moro na investigação sobre tráfico internacional de armas, já que foram encontrados 117 fuzis importados na casa de Ronnie Lessa, o que seria da alçada de Sergio Moro, já que, além ministro da Justiça, era o todo-poderoso da Segurança Pública. Neste caso, a investigação era sim de responsabilidade federal.

Outro caso que causa ainda mais espanto, foi que, a mando direto de Bolsonaro, Moro montou uma operação que desembocou na mudança de versão do depoimento do porteiro do Vivendas da Barra sem qualquer explicação plausível.

Detalhe, a imprensa brasileira, que sempre teve acesso fácil a Moro, jamais colocou em questão esse episódio sem ao menos perguntar para o ex-juiz, como aconteceu essa mudança de versão do porteiro que havia afirmado que a ordem para a entrada de Élcio de Queiroz veio da casa 58 do Seu Jair. Mais que isso, não há qualquer imagem ou gravação do depoimento.

Sergio Moro jamais comentou o caso, mesmo quando fez críticas a Bolsonaro afirmando que o então presidente da República interferiu na PF para salvar os filhos, o que faz parecer que existe entre Moro e Bolsonaro um pacto de silêncio.

Moro deveria ser cobrado na tribuna do Senado, como fez, de maneira exemplar, Glauber Braga, na Câmara, tratorando Eduardo Bolsonaro, quando este, numa atitude extremamente suspeita, para dizer o mínimo, do nada, atacou o ministro da Justiça, Flávio Dino, no mesmo momento  em que Flávio Dino aprofunda as investigações do caso Marielle.

Ou seja, se for na linha de que uma coisa puxa outra, esse crime poderia ter sido solucionado e os prováveis mandantes da dupla execução já estariam na cadeia, o que, convenhamos, há muita coincidência nesse fato que desemboca sempre no nome dos Bolsonaro.

Trocando em miúdos, todos os caminhos da morte de Marielle levam ao clã, que só uma investigação pode ou não provar que tudo não passou de uma grande coincidência.

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