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Política

Lula diz que Bolsonaro vai tomar um golpe em 2 de outubro: “golpe de eleição democrática”

Líder nas pesquisas, Lula faz discurso defendendo a segurança das urnas eletrônicas e crítica reajuste do diesel pela Petrobras.

O ex-presidente Lula (PT) disse nesta quarta-feira (11), durante plenária pública em Juiz de Fora (MG), que o País vai dar um “golpe de eleição democrática” em Jair Bolsonaro no dia 2 de outubro.

A declaração ocorreu na mesma semana em que a tensão entre Forças Armadas e Tribunal Superior Eleitoral escalou de nível, com o Ministério da Defesa cobrando divulgação de documentos sigilosos sobre a segurança das urnas e mudanças na comissão eleitoral que acompanha os preparativos para o pleito.

Lula mostrou que está atento à cobertura da imprensa sobre a iminência de um golpe de Bolsonaro, com eventual apoio da facção das Forças Armadas que faz parte do governo, ganhando salários exorbitantes. Bolsonaro está atrás de Lula nas pesquisas. Segundo a Genial/Quaest de maio de 2022, se a eleição fosse hoje, Lula teria chances de ganhar no primeiro turno. Diante da provável derrota, Bolsonaro tem incitado a opinião pública a desconfiar das urnas eletrônicas.

“O Bolsonaro fala em golpe todo dia. A imprensa fala em golpe todo dia. Ele vai ver um golpe. Ele vai sofrer um no dia 2 de outubro. O povo brasileiro vai dar um golpe no autoritarismo dele e vai restabelecer a democracia no País. Vai ser o primeiro golpe democrático-popular. Um golpe sem fuzil, sem metralhadora. É um golpe da eleição democrática”, disparou Lula no evento para a militância.

Em resposta a Bolsonaro, Lula ainda disse que confia na segurança do processo eleitoral. “Eu confio na urna eletrônica porque se pudesse roubar na urna, um torneiro mecânico não teria sido presidente da República duas vezes.”

O ex-presidente fez um discurso voltado inicialmente para as mulheres, já que a pesquisa Quaest apontou que metade do segmento votaria em Lula se a eleição fosse hoje. Ele também criticou a carestia, inflação, descontrole de preços, desemprego e outros resultados negativos do governo Bolsonaro. Sobre a mudança no Ministério de Minas e Energia após um novo reajuste no preço do diesel pela Petrobras, Lula disse que Bolsonaro “não sabe o que está fazendo” na cadeira de presidente.

*Com GGN

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Pesquisa

Genial/Quaest: Se dependesse apenas do voto feminino, Lula venceria no primeiro turno

Se dependesse apenas do voto feminino, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), continua na dianteira e venceria no primeiro turno, de acordo com dados da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10/5).

Se as eleições presidenciais dependessem apenas do voto feminino, Lula venceria Bolsonaro com 51% dos votos contra 22% em um eventual primeiro turno. Entre os homens, o petista ainda tem maioria, mas uma vantagem menor sobre o atual inquilino do Palácio do Alvorada, de 42% contra 28%.

A pesquisa feita pela Quaest em parceira com a Genial Investimentos mostra ainda que a preferência do eleitor por Bolsonaro para vencer as eleições encolheu, passando de 31% para 29%, entre abril e maio. Com isso, Lula, que teve a preferência variando de 46% para 45%, teve uma leve ampliação na vantagem de 15 pontos percentuais para 16.

O levantamento também indica que o voto já está cristalizado para 63% dos eleitores. Em 2018, este grau de decisão só aconteceu em setembro. Em outra pergunta, os entrevistados puderam dizer quem gostariam que vença a eleição: 45% preferem Lula e 29% optam por Bolsonaro.

De acordo com a pesquisa, Bolsonaro também perde de Lula quatro regiões do país sendo que, no Nordeste, a vantagem de Lula é a mais expressiva, de 62% contra 20%. O chefe do Executivo ainda tem a dianteira apenas no Centro Oeste.

A Pesquisa Genial/Quaest ouviu, presencialmente, 2.000 pessoas entre os dias 5 e 8 de maio. O levantamento vem ocorrendo desde julho de 2021, e é a mais longa série de sondagens feitas presencialmente no país para as eleições presidenciais deste ano.

O nível de confiança da pesquisa Genial/Quaest é de 95%, com margem de erro máxima de 2%, para cima ou para baixo, em relação ao total da amostra.

*Com Correio Braziliense

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Pesquisa

Quaest: Lula sobe para 46% e Bolsonaro estaciona em 29%

Pesquisa Quaest crava: Lula aumenta a chinelada em Bolsonaro e vai a 46%. Bolsonaro anda em círculos e patina em 29%. Diferença:17%

Pela primeira vez desde fevereiro, Jair Bolsonaro parou de subir.

Jair Bolsonaro manteve 29% nas intenções de voto e Lula oscilou positivamente dois pontos, chegando a 46%, aponta a pesquisa feita pela Quaest e encomendada pela Genial Investimentos, publicada nesta quarta-feira (11/5). O levantamento traz uma mudança em relação aos últimos três meses: pela primeira vez desde fevereiro, Bolsonaro parou de subir e Lula cresceu, ainda que dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

No cenário estimulado para o primeiro turno, o ex-presidente Lula (PT) marcou 46%; Jair Bolsonaro (PL), 29%; Ciro Gomes (PDT), 7%; João Doria (PSDB), 3%; André Janones (Avante), 3%; Simone Tebet (MDB), 1%; Felipe D’Ávila (Novo), 1%. Luciano Bivar não pontuou. Branco, nulo ou eleitores que não vão votar, 6%. Indecisos foram 3%.

Desde fevereiro, Bolsonaro não ficava tão distante de Lula nas pesquisas Quaest. Hoje, são 17 pontos de diferença. O presidente vinha subindo três pontos percentuais a cada mês. Essa curva foi interrompida no levantamento deste mês.

Em fevereiro, Bolsonaro tinha 23%; em março, 26%; em abril, 29%; e agora, em maio, segue com 29%. A trajetória de Lula, por outro lado, mostra oscilações dentro da margem de erro em todas essas pesquisas, mas agora para cima: o petista tinha 45% em fevereiro; 44% em março; 44% em abril; e agora registrou 46%.

Em um segundo cenário estimulado, sem os candidatos Janones, Tebet, D’Ávila e Bivar, Lula tem 46%; Bolsonaro, 31%; Ciro, 9%; Doria, 4%; branco, nulo ou eleitores que não vão votar, 7%; indecisos, 3%.

A pesquisa fez 2 mil entrevistas pessoais com brasileiros a partir de 16 anos entre 5 a 8 de maio. O nível de confiança é de 95%.

Simone Tebet (MDB) – O nome da senadora já foi lançado oficialmente pelo partido e concorrerá em 2022Igo Estrela/Metrópoles

Vera Lúcia, socióloga e pré-candidata à Presidência

Vera Lúcia (PSTU) – O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) confirmou a pré-candidatura da socióloga Vera Lúcia à Presidência Romerito Pontes/Divulgação
Eymael , pré-candidato à Presidência – Metrópoles

Eymael (DC) – Eymael é apresentado desde 2020 como pré-candidato do Democracia Cristã (DC) à PresidênciaRafaela Felicciano/Metrópoles
Luciano Bivar, deputado federal e pré-candidato a Presidência da República – Metrópoles

Luciano Bivar (União) – Vencedor das prévias do partido, o deputado federal está oficializado como pré-candidatoMichael Melo/Metrópoles
Sofia Manzano, política, tem cabelos loiros, pele clara e usa óculos- Metrópoles

Sofia Manzano (PCB)- O Partido Comunista Brasileiro (PCB) confirmou a pré-candidatura da economista Sofia Manzano à PresidênciaReprodução/ Instagram
Fotografia colorida de uma urna eletrônica. Na imagem, aparecem os 9 números e os botões de confirma e corrige

O primeiro turno da eleição para presidente da República está marcado para 2 de outubro de 2022

*Rafaela Felicciano/Metrópoles

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Uncategorized

Vídeo: Insatisfeitos com o preço do diesel, caminhoneiros anunciam voto em Lula

Muitos setores da categoria dos caminhoneiros estão abandonando Jair Bolsonaro (PL)

Diante da alta dos preços dos combustíveis, causada pela política de preços da Petrobras que atrela o preço ao mercado internacional, em dólar, muitos setores da categoria dos caminhoneiros estão abandonando Jair Bolsonaro (PL) e demonstrando apoio ao ex-presidente Lula (PT).

A política de preços, denominada Preço de Paridade Internacional (PPI), foi implementada por Michel Temer (MDB) e logo causou revolta entre os caminhoneiros, que realizaram uma greve em 2018, paralisando muitas atividades no país e causando desabastecimentos.

Essa política foi aprofundada pelo governo Bolsonaro, que ao mesmo tempo aprofundou as privatizações e sucateou refinarias da petrolífera estatal. Diante da extorsão da população brasileira, a Petrobras tem obtido lucros gigantescos que servem para pagar os acionistas – principalmente estrangeiros, causando uma evasão bilionária.

*Com 247

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Pesquisa

Lula cresce 6,5% em Minas Gerais, chega a 51% dos votos válidos, vencendo no 1º turno

Com esse crescimento o petista teria quase 52% dos votos válidos e fecharia a eleição no 1º turno se o Brasil fosse uma grande Minas Gerais.

Nova pesquisa Datatempo sobre o cenário eleitoral em Minas Gerais, divulgada nesta segunda-feira (9) pelo jornal O Tempo, mostra que Lula (PT) lidera com folga a corrida presidencial entre os eleitores do estado, considerado chave para a disputa ao Palácio do Planalto.

Segundo o estudo, considerando os votos válidos, isto é, sem os votos nulos e em branco, Lula liquidaria o pleito já no 1º turno se a eleição fosse decidida em MG. O petista tem 51,4%, contra 34,7% de votos válidos do atual presidente Jair Bolsonaro (PL).

Votos totais

O levantamento mostra que, em votos totais, ou seja, com nulos e brancos, o petista cresceu 6,4 pontos percentuais em relação ao último levantamento do Datatempo, feito em janeiro, quando Sergio Moro (União Brasil) ainda era considerado candidato à presidência. Lula aparece com 44,4% das intenções de voto, seguido de Bolsonaro, que cresceu 8,2 pontos e atinge 29,95%.

Terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT) caiu 0,8 e agora consta com 4,55% entre os eleitores mineiros. Ele é seguido por André Janones (Avante), que registra 3,1%, e João Doria (PSDB), que marca 2,75%. Os demais pré-candidatos não atingiram 1% das intenções e voto. Brancos e nulos representam 8,15%, enquanto 5,55% não sabem ou não responderam.

A pesquisa Datatempo contou com 2 mil entrevistas presenciais realizadas em todas as regiões de Minas Gerais entre os dias 30 de abril e 5 de maio. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, para mais ou para menos.

*Com Forum

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Uncategorized

“Lula com chuchu”: campanha do ex-presidente divulga receita de risoto

Segundo a campanha do ex-presidente, a receita inusitada visa “acabar com a fome que assola 19 milhões de pessoas no país”.

A campanha do ex-presidente Lula (PT) divulgou, neste sábado (7/5), uma receita de “risoto de lula com chuchu”. A combinação inusitada surgiu após fala do pré-candidato à vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) no lançamento oficial da chapa ocorrido ontem na capital paulista. Alckmin afirmou, em discurso, que “lula é um prato que cai bem com chuchu”.

“Para quem gosta de cozinhar, pensar em receitas inusitadas sempre é uma boa pedida. A gente surgiu aqui com um risoto de lula com chuchu para acabar com a fome que assola 19 milhões de pessoas neste País”, afirmou a comunicação de Lula ao divulgar a receita em seu site oficial.

A fala é referência ao embate passado entre Lula e Alckmin. Em 2014, quando eram adversários, o petista apelidou Alckmin de “picolé de chuchu”. “Não é à toa que esse governador tem apelido de picolé de chuchu, porque é uma coisa insossa, como comida sem sal”, atacou Lula durante a campanha de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo. Com o prato de “lula com chuchu”, os dois reconhecem as divergências e reafirmam a união para o pleito deste ano.

“São nas misturas mais improváveis que nascem as melhores receitas”, diz o texto divulgado pela campanha. “Quando assumiu, em 2003, Lula colocou como seu objetivo principal garantir ao menos três refeições diárias a todos os brasileiros. Treze anos depois, ele e Dilma tiraram 36 milhões de pessoas da pobreza, e o Brasil saiu do Mapa da Fome pela primeira vez na história. A receita já está pronta”.

Confira abaixo a receita divulgada pela campanha de Lula:

200 gramas de arroz arbóreo
Meio tomate
Meia cebola
Uma colher de sopa de alho
250 gramas de lula
Um chuchu pequeno
Um limão
Uma colher de manteiga
Queijo parmesão ralado
Pimenta do reino e sal a gosto

Modo de preparo:

Pique a cebola, o tomate e o chuchu em cubinhos
Tempere a lula com sal, limão e pimenta do reino e deixe descansar por 15 minutos
Prepare o caldo de risoto com água e caldo de legumes ou faça um caldo caseiro
Coloque um fio de azeite na panela em fogo médio
Acrescente a cebola e mexa até ficar dourada
Coloque o alho e a lula escorrida, frite
Mexa até Incorporar
Coloque o tomate e o chuchu, incorpore
Em seguida, coloque o arroz arbóreo
Acerte o sal
Coloque uma xícara de vinho branco e espere evaporar, sempre mexendo
Vá colocando o caldo de legumes e mexendo até dar o ponto de risoto. Não pare de mexer!
Depois coloque uma colher de manteiga gelada
Parmesão ralado
Incorpore
E chama os cachorros, Namaria, porque ficou bom demais!

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Mundo

Le Monde, Al Jazeera, El País, Ansa, The Guardian… Lula candidato ecoa no mundo

Imprensa de todo o planeta repercute o lançamento oficial da chapa do petista para a corrida presidencial de 2022.

O lançamento oficial da chapa Lula/Alckmin, ocorrido em São Paulo neste sábado (7), repercutiu na imprensa mundial, que vê no ex-presidente de esquerda, respeitado e reconhecido em todo planeta por políticos dos mais diferentes matizes ideológicos, uma esperança para derrotar o extremista ultrarreacionário Jair Bolsonaro, que isolou o Brasil do resto da comunidade internacional e quer mais um mandato à frente do Palácio do Planalto.

Veja o que disseram os principais veículos de imprensa de vários países:

The Guardian

Um dos mais importantes diários do Reino Unido, a publicação britânica destacou a importância de Lula para o Brasil e para a América Latina.

“O ex-líder do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva deu o pontapé inicial no que ele espera que seja um final sensacional para uma das carreiras políticas mais extraordinárias da América Latina, declarando publicamente sua intenção de desafiar Jair Bolsonaro para a presidência, pedindo aos cidadãos para se unirem contra o populista incompetente e autoritário de extrema-direita.”

El País

O maior jornal da Espanha também destacou a luta do ex-presidente, que desafia a idade e nunca desiste, para acabar com o legado de destruição de Jair Bolsonaro.

“A aposentadoria nunca passou pela cabeça de Luiz Inácio Lula da Silva. Nem a prisão, nem a idade, nem seu próximo casamento diminuíram sua paixão pela política. O trabalhador que fez história ao chegar à presidência do Brasil há duas décadas oficializou sua candidatura às eleições de outubro em São Paulo neste sábado, nas quais é o favorito para impedir a reeleição do ultradireitista Jair Bolsonaro.”

Le Monde

O principal jornal diário da França, o Le Monde, salientou a importância de Lula num futuro processo de reconstrução do Brasil e falou sobre seu papel central na esquerda do país.

“Ele pretende “voltar ao combate”. O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva anunciou no sábado, 7 de maio, que concorreria a um terceiro mandato nas eleições de outubro para “reconstruir” o país, após a “gestão irresponsável e criminosa de Jair Bolsonaro. Doze anos depois de deixar o poder com uma taxa de aprovação estratosférica (87%), o ex-sindicalista, que ainda não tem sucessor na esquerda, concorrerá a um terceiro mandato.”

Ansa

A mais importante agência de notícias da Itália tratou do lançamento da chapa e aproveitou para contextualizar a confusão promovida por Bolsonaro para tirar a credibilidade do processo eleitoral brasileiro, colocando os militares no meio de um assunto sobre o qual não têm qualquer atribuição.

“O fundador do PT é o líder nas pesquisas com entre 41 e 45% dos votos e supera Bolsonaro entre 8 e 15 pontos, que por sua vez levantou dúvidas sobre transparência eleitoral e está usando as Forças Armadas como uma espécie de “fiador” do Tribunal Superior Eleitoral, que já acusou de tentar prejudicá-lo.”

Al Jazeera

O mais influente grupo de comunicação do mundo árabe, a Al Jazeera, com sede em Doha, no Catar, destacou a missão de Lula, que é derrotar o autoritarismo de Jair Bolsonaro.

“O ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva lançou oficialmente sua campanha para as eleições presidenciais, pedindo que as pessoas se unam atrás dele para derrotar a ameaça totalitária, sem mencionar o titular de extrema-direita Jair Bolsonaro.”

Financial Times

Para o influente diário Financial Times, de circulação mundial e com sede no Reino Unido, voltado aos negócios e economia, o evento de lançamento aguçou a memória dos brasileiros de épocas melhores e foi um chamado à esperança.

“Luiz Inácio Lula da Silva lançou sua candidatura à presidência do Brasil neste sábado com um evento de campanha estridente que se concentrou na construção de uma grande coalizão para derrubar o líder Jair Bolsonaro. Subindo ao palco em São Paulo na frente de milhares de membros de seu Partido dos Trabalhadores, de esquerda, o ex-presidente mais conhecido como Lula foi recebido com aplausos estrondosos e jingles musicais anunciando o florescimento da esperança.”

*Com Forum

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O histórico discurso de Alckmin “Vamos juntos pelo Brasil”

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin fez um discurso por vídeo no lançamento do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, neste sábado (7), no qual disse acreditar que Lula “não é a primeira, a segunda nem a terceira, mas a única via da esperança para o Brasil”. Leia abaixo a íntegra do que disse Alckmin e assista à fala clicando no vídeo abaixo.

Assista:

*Do PT

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Com Lula e Alckmin, Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil é lançado com festa em São Paulo

Com cerca de quatro mil pessoas, entre militantes, representantes dos movimentos sociais, lideranças partidárias, artistas, intelectuais e outros, um grande ato teve lugar em São Paulo.

Foi com pedido de união para restaurar o Brasil da atual crise que Lula e Alckmin capitanearam o lançamento do Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil. Com cerca de quatro mil pessoas, entre militantes, representantes dos movimentos sociais, lideranças partidárias, artistas, intelectuais e outros, um grande ato teve lugar em São Paulo.

Os representantes dos sete partidos do Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil estavam presentes no evento: Gleisi Hoffmann (PT), Carlos Siqueira (PSB), Juliano Medeiros (Psol), Luciana Santos (PC do B), Wesley Diógenes (Rede), Luizão (Solidariedade) e José Luiz Penna (PV).

Geraldo Alckmin (PSB) fez um discurso à distância pois está com Covid-19. Em sua fala, a disposição de trabalhar pela união nacional par que o Brasil possa se recuperar do momento de crise econômica e social em que foi afundado.

“Quando o presidente Lula me estendeu a mão, eu vi nesse gesto muito mais do que um sinal de reconciliação entre dois adversários históricos. Vi um verdadeiro chamado à razão. E é à razão de todos vocês que me dirijo neste momento. Pensemos nas disputas do passado e pensemos na união de hoje. O que é que mais importa?”, perguntou ele.

A noiva de Lula se encarregou de emocionar o ex-presidente e os presentes. Disse que Lula sentia falta do jingle de 1989 e que comentara que nunca mais iria ter a mesma emoção daquela campanha. Janja, então, fez uma surpresa ao contar que, junto com Ricardo Stuckert, tenta recuperar o brilho daquela campanha.

E Janja e Stuckert preparam um vídeo com diversos cantores e cantoras, como Pabllo Vittar, Chico César, Martinho da Vila, Gilsons, Duda Beat, Lenine, Zélia Duncan e Paulo Miklos, entre outros, cantando uma versão atualizada do jingle “Sem Medo de Ser Feliz”, que correu o país na primeira eleição livre do país após a ditadura, em 89.

E, por fim, Lula fez seu discurso, com destaque para o legado dos governos petistas e da dificuldade em reconstruir o país após os anos desastrosos do governo atual.

“No nosso governo, promovemos uma revolução pacífica neste país. O Brasil cresceu, e cresceu para todos. Combinamos crescimento econômico com inclusão social. O Brasil se tornou a sexta maior economia do planeta, e, ao mesmo tempo, referência mundial no combate à extrema pobreza e à fome. Deixamos de ser o eterno país do futuro, para construirmos nosso futuro no dia a dia, em tempo real”, disse ele.

Ele continuou pedindo a união de todo o Brasil. “É preciso mais do que governar, é preciso cuidar. E nós vamos outra vez cuidar com muito carinho do Brasil e do povo brasileiro. Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania”, declarou.

*Com GGN

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“reconstruir o Brasil”: Lula e Alckmin lançam pré-candidatura neste sábado

Ocorre neste sábado (7) o lançamento do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, que reúne movimentos sociais e partidos políticos que veem em Lula a esperança de recolocar o Brasil no caminho da justiça social, do crescimento econômico, da soberania nacional e da democracia real. O evento acontece às 10h, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Nos últimos meses, Lula viajou o país e conversou com as mais variadas lideranças políticas e sociais brasileiras para formar esse movimento. Além do PCdoB e do PV, com quem o PT formou uma federação partidária, Lula obteve apoio da Rede, do Solidariedade e do PSB, que indicou Geraldo Alckmin para ser vice de Lula em uma futura chapa na corrida presidencial.

Os presidentes de todos esses partidos vão ao ato deste sábado, que terá discurso de Lula. Alckmin se pronunciará por meio de vídeo. A TV 247 transmitirá o evento:

No começo do ano, Lula explicou, durante a primeira entrevista que concedeu em 2022, por que não poderia se lançar candidato à Presidência sem antes construir um amplo movimento que juntasse todos aqueles que estão comprometidos com a reconstrução do país e de sua democracia.

“O Brasil de 2023 será um país muito mais destruído do que o de 2003. Vai precisar de muita conversa, de muito mais paciência, de muito mais habilidade. Precisa de inteligência política, de construir um grupo de pessoas que querem remar junto com você”, disse. “Eu tenho consciência do que o povo está passando. Então, eu não posso mentir, não posso ganhar e dizer ‘olha, não dá para fazer as coisas, desculpa’”.

Além do apoio de partidos, Lula se reuniu e já conclamou diferentes movimentos sociais a se engajarem pelo retomada do crescimento e da justiça social.

Ele se reuniu, em 2022, com as maiores centrais sindicais do país, em evento realizado em São Paulo; comprometeu-se com a luta dos povos indígenas, em Brasília; e conversou com os petroleiros sobre como resgatar a Petrobras e dar à estatal o papel de indutora do crescimento e da soberania nacional, no Rio de Janeiro.

*Com 247

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