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Vídeo: Joice Hasselmann vence Michelle Bolsonaro na Justiça e manda: ‘Tadinha!”

A juíza Vivian Lins, da 17ª Vara Cível de Brasília, julgou improcedente o pedido de Michelle Bolsonaro (PL) contra a ex-deputada Joice Hasselmann (Podemos) e manteve no ar um conteúdo em que a ex-parlamentar critica a ex-primeira-dama.

Michelle queria a retirada do vídeo e uma indenização por danos morais. A sentença, assinada na terça-feira (21), negou os dois pedidos e enquadrou as falas de Joice no campo da crítica política.

No conteúdo questionado, Joice chamou Michelle de “santa do pau oco” e “uma grande farsa”. Para a magistrada, as expressões aparecem dentro de uma disputa pública ligada ao ambiente ideológico e político no qual a ex-primeira-dama atua.

“Embora algumas das manifestações externadas pela ré Joice Hasselmann possam ser consideradas ásperas, contundentes ou mesmo grosseiras, verifica-se que, em sua essência, se inserem no âmbito da crítica política e da disputa narrativa relacionada ao universo ideológico e ao público ao qual a autora está associada”, afirmou a juíza na decisão.

Depois da sentença, Joice publicou um vídeo nas redes sociais e comemorou o resultado. “Voltei e com boas notícias. Michelle Bolsonaro perdeu para mim mais uma vez. Ah, tadinha da Michelle”, disse a ex-deputada.

A ex-parlamentar também voltou a acusar Michelle de construir uma imagem pública para obter apoio político. “O que me interessa é a Michelle enganar as pessoas com aquela carinha de santa do pau oco que ela tem”, afirmou.

Joice associou essa imagem à atuação eleitoral da família Bolsonaro e à própria trajetória política de Michelle. “Ela tem essa personagem para conseguir votos e apoio para a família Bolsonaro e agora para ela, que vai ser candidata”, completou.

A decisão saiu em primeira instância, o que permite recurso. Michelle Bolsonaro ainda pode tentar reverter a sentença no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.

https://www.tiktok.com/@metropolesoficial/video/7666084904408534279?is_from_webapp=1&sender_device=pc

*DCM


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Vídeo – Ópera bufa em nome do pai: Com direção de Damares, Flávio e Michelle interpretam uma cena trash de reconciliação política

Em meio ao isolamento político crescente e à dificuldade de consolidar alianças, Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro protagonizaram mais um capítulo da dramaturgia eleitoral do bolsonarismo. Sob a condução política da senadora Damares Alves, ambos tentaram encenar um gesto de unidade e conciliação que, para muitos observadores, soou mais como um espetáculo improvisado do que como uma demonstração genuína de coesão.

A tentativa de transmitir a imagem de um grupo pacificado ocorre justamente quando os sinais de desgaste se acumulam. Divergências internas, dificuldades para atrair aliados e a necessidade permanente de recorrer à figura de Jair Bolsonaro transformam qualquer movimento político da família em um exercício de sobrevivência eleitoral. O roteiro parece sempre o mesmo: quando a crise aperta, entra em cena uma demonstração pública de harmonia.

Nesse contexto, a participação de Damares ganha um papel simbólico. Cabe a ela atuar como diretora de uma encenação destinada a convencer a base de que não há fissuras e de que todos caminham na mesma direção. O problema é que, quando a realidade insiste em desmentir o discurso, a performance perde força e passa a produzir o efeito contrário.

Flávio, pressionado por dificuldades políticas e pela busca de apoios, aparece cada vez mais dependente da capacidade de mobilização do sobrenome Bolsonaro. Michelle, por sua vez, é convocada a exercer o papel de fiadora da unidade familiar e política, reforçando uma narrativa de lealdade e continuidade. O resultado, porém, lembra mais uma montagem apressada do que um movimento estratégico consistente.

A encenação pode até servir para produzir imagens e alimentar redes sociais, mas dificilmente elimina os problemas que motivaram sua realização. Conciliação política se constrói com confiança, negociação e capacidade de agregar diferentes setores — não apenas com gestos cuidadosamente coreografados diante das câmeras.

Quando o palco substitui a articulação e a estética toma o lugar da estratégia, a política corre o risco de se transformar em espetáculo. E, nesse caso, a ópera acaba adquirindo contornos de comédia involuntária: muito figurino, muita interpretação e pouca capacidade de alterar o enredo real da disputa política.


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Vídeo – Arregou: Desesperado, Flávio Bolsonaro pede socorro à Michelle

Diante do avanço da crise em sua campanha e da dificuldade para conter o desgaste político, Flávio Bolsonaro passou a recorrer à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro na tentativa de recuperar fôlego eleitoral. Aliados afirmam que o senador acredita que Michelle ainda é um dos nomes mais capazes de mobilizar a base conservadora e de reanimar setores do eleitorado que demonstram crescente desânimo com sua candidatura.

Nos bastidores, a avaliação é de que Flávio enfrenta um cenário cada vez mais delicado. A dificuldade para consolidar alianças, a resistência de partidos do Centrão e a sucessão de episódios negativos alimentaram a percepção de isolamento político. Nesse contexto, Michelle voltou a ser vista como uma peça importante para tentar reduzir os danos e reforçar a ligação da campanha com o eleitorado bolsonarista mais fiel.

A expectativa é que a ex-primeira-dama intensifique sua participação em eventos, gravações para as redes sociais e agendas públicas ao lado de Flávio, emprestando seu capital político e sua popularidade entre segmentos conservadores, especialmente o eleitorado evangélico e feminino. Integrantes da campanha acreditam que sua presença pode ajudar a mudar o foco das discussões e recuperar parte da narrativa perdida nas últimas semanas.

Apesar da aposta, interlocutores próximos ao grupo admitem que a estratégia dificilmente resolverá os problemas estruturais da candidatura. A avaliação é que Michelle pode fortalecer a militância e estimular apoiadores já convencidos, mas terá dificuldades para atrair eleitores moderados ou reverter o desgaste provocado pelas sucessivas crises políticas.

Assim, o pedido de socorro a Michelle é interpretado por adversários e até por aliados como um sinal de que Flávio Bolsonaro reconhece as dificuldades de sua campanha e busca, na figura mais popular do núcleo familiar, uma tentativa de evitar que o cenário eleitoral continue se deteriorando.


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Política

Os gráficos da campanha de Flavio apontam para o abismo

Flavio está tentando de tudo, falar com a Faria Lima e com o MST no mesmo dia.

O fato é que sua deterioração nas pesquisas, a cada resultado, rasga os acordos feitos com os caciques da direita. Dá no que dá. Na segunda, Flavio é liberal; na terça é socialista contra a Faria Lima; na quarta, ele é o que a pesquisa mandar; na quinta, diz ao eleitor que é confuso, instável, oportunista e, na sexta, vè-se diante de uma campanha de terra arrasada que, em resumo, sobrou somente a mãe e três assessores trapalhões, Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e Allan dos Santos.

Flavio sofre a síndrome de “rebranding acelerado” (estratégia de marketing voltada para alterar ou redefinir o posicionamento, os valores, o tom de voz e a identidade visual de uma marca).

O fato é que Flavio não sabe se volta para o básico ou se  lança uma espécie de Flavio 4.0, porque esta última versão saiu da própria cachola, ninguém de sua campanha pediu para instalar.

Dizem as más línguas que sua próxima lambança será a contratação de um guru espiritual e seu QG virará um templo com Flavio sentado no chão de olhos fechados diante de algum mago com turbante, bola de cristal e insenso, mandando ele voltar para 2018, pior dizendo, voltar a ser o próprio Bolsonaro de 2018. Misturar-se com o lixo para ter a volta dos piores ratos da política brasileira em sua campanha.

Talvez ele tente reescrever o mito do Whatsapp, mas isso não explica o Banco Master carimbado em sua testa para o resto do mundo.

A verdade é que Flavio está no estágio final de deterioração. Com isso, o dinheiro da campanha míngua, o discurso acaba e sobra astrologia, num ritual de fim de festa com bêbados que sobraram no botequim às 5h da manhã.

Lembrem-se, sua campanha ainda nem foi oficializada e o produto já está podre com o prazo de validade vencido.

Suas únicas táticas agora serão, frases de efeito e nada de entrevista, somadas à nota de repúdio para qualquer pergunta difícil. Lógico, não abrirá a boca para falar do seu áudio a Vorcaro, muito menos em tarifas e, menos ainda, de TariFlavio e Michelle.

O nome disso é downgrade oficial. É o rebaixamento do rebaixamento. Em bom português, é quando nada dá certo e a campanha buga.

Trocando em miúdos, seus gurus chegaram à conclusão de que a campanha de Flavio só funciona se ele desligar as notícias, numa espécie de versão beta de suas lambanças.

Ou seja, o candidato Flavio Bolsonaro se transformou numa charge pronta com bateria que dura, no máximo, dois dias.


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CGU investiga suspeitas de superfaturamento em programa promovido por Michelle e Damares

Programa lançado no governo Bolsonaro entra na mira da CGU por indícios de sobrepreço

A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades em um programa social lançado durante o governo de Jair Bolsonaro e associado à então ministra Damares Alves e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O foco da apuração está em indícios de superfaturamento em contratos firmados no âmbito da iniciativa, que consumiu recursos públicos destinados a ações voltadas para populações vulneráveis.

Segundo informações preliminares, auditores identificaram discrepâncias entre os valores pagos pelo governo e os preços praticados no mercado para a aquisição de produtos e serviços relacionados ao programa. A diferença levantou suspeitas de sobrepreço e motivou a abertura de procedimentos para analisar a legalidade das contratações, bem como a eventual responsabilidade de gestores e empresas envolvidas.

A investigação também busca verificar se houve falhas nos processos de licitação, direcionamento de contratos ou outras práticas que possam ter causado prejuízo aos cofres públicos. Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser alvo de sanções administrativas e o caso poderá ser encaminhado a outros órgãos de controle e ao Ministério Público.

O programa foi apresentado à época como uma das vitrines da agenda social do governo Bolsonaro, recebendo ampla divulgação por parte de Michelle Bolsonaro e de Damares Alves. A iniciativa buscava fortalecer ações de assistência social e inclusão de grupos considerados vulneráveis, tornando-se uma das principais bandeiras da gestão na área.

Em nota, aliados das duas ex-integrantes do governo afirmam que os contratos seguiram os procedimentos legais e defendem que os fatos sejam esclarecidos pelas instâncias competentes. Já a CGU sustenta que a apuração tem caráter técnico e visa garantir a correta aplicação dos recursos públicos.

A investigação ocorre em meio ao aumento do escrutínio sobre programas e gastos realizados durante a administração Bolsonaro. Nos últimos meses, órgãos de controle têm intensificado auditorias e revisões de contratos firmados no período, buscando identificar eventuais irregularidades e assegurar transparência na utilização do dinheiro público.


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Flavio não consegue mostrar nada além de ser filho de Bolsonaro

O que não falta é exposição para Flavio subir os degraus da disputa eleitoral, mas o sujeito não consegue deixar de ser um elefante dourado. É uma espécie de pastel de nata, sem qualquer atrativo, além de escândalos.

Agora mesmo, mudou de perfil para trazer uma sensação visual de sua fumaceira e todas elas terminam terminam num peido, inclusive para exportação via Casa Branca.

Flavio não só parece filho de Bolsonaro, como age como uma criança de 5 anos sem qualquer noção esquemática.

Ele tentou dançar como um chipanzé e foi ridicularizado, agora, tenta, através dos algoritmos, muito bem pagos por sua campanha, aparecer como marombeiro sabor anabolizante, em malhação, na tentativa de pintar um Flavio que estabeleça algum paralelo com Lula.

Isso mesmo, um sujeito que tenta apoiar sua imagem física com uma moldura política, usando um contraponto contra Lula, detalhe, aos 80 anos.

O problema é que a história do sujeito é um mar de lama, e ele, além de não ter propostas, histórico ou um slogan, mínimo que seja, para animar o pasto, todos os dias o sujeito aparece nas manchetes empepinado com mais um escândalo.

Michelle, novamente, acaba de atacar Flavio, usando a disputa no Ceará como zona abençoada pela direita vendida com a bênção de Flavio na campanha de Ciro Gomes.

É fato que isso não define o jogo, mas Flavio não consegue fazer as pazes com os eleitores que perdeu no momento em que a ampulheta está de ponta-cabeça ele não para de jogar areia sobre sua candidatura. Parece que a lei natural seguirá dando outros trancos em Flavio. e ele, dificilmente, conseguirá sair da zona morta em que sua campanha se enfiou.

Pela boca dos aliados que ainda lhe restam, o único jargão que sobrou, é o de que é filho de Bolsonaro, ao meso passo em que é odiado pela madrasta.


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Michelle reforça segurança após fala de Flávio Bolsonaro sobre ‘estancamento’

A equipe responsável pela segurança de Michelle Bolsonaro reforçou o esquema de proteção da ex-primeira-dama após identificar um aumento das hostilidades contra ela nas redes sociais. As mudanças atingem deslocamentos, compromissos públicos e eventos políticos.

O efetivo foi ampliado, e os protocolos operacionais e as estratégias de deslocamento passaram por revisão. Os responsáveis evitam revelar detalhes das alterações para não comprometer a eficácia das medidas adotadas.

Segundo integrantes da equipe, não existe informação concreta sobre uma ameaça específica contra Michelle Bolsonaro. O reforço tem caráter preventivo e foi decidido após meses de monitoramento de publicações ofensivas e da possibilidade de que a violência virtual estimule agressões fora das redes.

Os ataques teriam se intensificado após o rompimento público entre Michelle e Flávio Bolsonaro. A ex-primeira-dama publicou dois vídeos nos quais afirmou ter sido humilhada pelo enteado, enquanto o senador declarou que não mantém mais uma relação com ela.

Uma declaração recente de Flávio também passou a integrar a análise de risco. Ao comentar o conflito, o pré-candidato afirmou que, se Michelle não fosse mulher de seu pai, a situação teria sido “estancada antes”. De acordo com o DCM, a equipe não trata a fala como ameaça nem atribui intenção violenta ao senador, mas avalia que a expressão pode ser apropriada por pessoas radicalizadas.

O receio envolve o chamado efeito de imitação, no qual mensagens repetidas ou difundidas por perfis de grande alcance incentivam novas manifestações de hostilidade. Procurada, Michelle Bolsonaro não comentou o reforço de sua segurança.


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Flavio Bolsonaro usa gíria da milícia para ameaçar Michelle

Por mais que os aliados de Flavio queiram dar amplitude ao termo estancar, todos sabem que a palavra, no mundo da milícia, principalmente na zona oeste do Rio de janeiro, tem força de apagar.

Na boca de Flavio, isso tem um cheiro de enxofre.

O fato é que, no sentido literal e dito de forma isolada, o termo pode ter mil significados, mas no contexto de sua fala, sendo quem ele é e sua histórica ligação com a milícia, o fato pareceu mais que um ato falho, uma fala nada velada contra a madrasta.

Ao comentar o pega pra capar familiar com a ex-primeira-dama, Michelle, Flavio foi enfático, “se não fosse por isso, (ela ser esposa do meu pai) não teríamos chegado a esse ponto; a gente teria estancado a situação antes”.

Ou seja, não há sentido figurado que, num jargão criminoso na linguagem das facções e de milicianos da zona oeste do Rio de Janeiro, na verdade, as expressões estancar ou cancelar CPF, são usadas pela nata da bandidagem como sinônimos de eliminar, executar ou calar à força um adversário.

Seja lá como for, a fala de Flavio, no último 15 de julho, em um podcast, não está sendo interpretada pela maioria das pessoas como ato falho ou banal.

Veja:


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Quem tem Damares como aliada, não precisa de Michelle

Sejamos francos, o cardápio do clã Bolsonaro é um bate-entope ao molho de escândalos, chamado Flavio Bolsonaro.

Quando Damares fala que ainda está com o pré-candidato Flavio Bolsonaro, sinaliza, melhor dizendo, escancara que só está egolindo essa massaroca por honrar seu pai, o indigesto, Jair Bolsonaro.

Na verdade, ela deixa claro que engole sapo, mas o bicho deixa o gosto amargo na boca.

Há um claro sinal trocado de Damares em relação a Flavio, e não me venham dizer que uma família que briga em público, é forma de carinho. O clã ainda é um fardo pesado de carregar não só para Damares.

O discurso oficial “estamos juntos”, na prática, mostra que cada um está em lives diferentes, ou melhor, cada um aponta para uma direção diferente, para onde o nariz manda.

É uma espécie de manual de instrução faltando páginas, Não há roteiro, o que há, cada vez mais, é especulação, se o candidato será mesmo Flavio ou Michelle, e é aí que Damares estaciona o seu apoio a Flavio de forma protocolar, “ainda estou com o pré-candidato Flavio Bolsonaro”, deixando claro que está a dois passos de tirar o pé de um barco e seguir com o outro pé na canoa de Michelle para, depois, ver quem traiu quem.

Sim, é uma briga tão doméstica que nem precisa de adversário, mesmo Bolsonaro dizendo que o 01 do clã é seu herdeiro oficial. Mas pelo visto, nas palavras de Damares, não existe cadeira cativa. Na verdade, é uma cadeira que pode mudar, de estalão, se alguém da família, como Michelle, discordar.

Dizem as más línguas que a política do clã anda assim, amor em público e, no bastidor, faca nas costas.

Por isso Damares foi clara ao afirmar, com outras palavras, que está unida a Flavio até a página 2. mas deixou claro que tirou o tapete vermelho do irmãozão de Vorcaro, e que, na sequência, estendeu para Michelle.

Todavia, cinicamente, sapeca o ramerrão, “meu candidato ainda é Flavio Bolsonaro”. Mesmo detonando a campanha dele sem rodeios.

Ou seja, nessa eleição ainda não tem nada definido, sobretudo a candidatura verdadeiramente oficial do bolsonarismo.

Fora das manchetes, quem compara os processos, acha que Michelle é a favorita, mesmo em silêncio. Esse é o nome do atalho, por mais que a base chore junto com Flavio. Mas ele não tem torque, e o pior, tem muita lama que será despejada contra ele no momento certo, dizem  muitos que estão mais próximos ao sujeito, mesmo que na oposição.

O fato é que Damares não dá ponto sem nó e revela que o que ela pensa hoje sobre o candidato de Bolsonaro não tem prazo de validade, pode mudar amanhã.


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Política

Para os bolsonaristas, Michelle foi de carola a herege

Tanto Paulo Figueiredo quanto Allan dos Santos sugeriram que Michelle traiu Bolsonaro, literalmente dizendo que meteu-lhe um par de chifres digno de um viking norueguês de Copa do Mundo.

Assim eles tocaram o berrante para o gado ter mais praticidade na hora de atacar Michelle por conta do seu furdunço público, em vídeo, com Flavio, Eduardo e os dois pela-sacos profissionais do clã Bolsonaro.

Foi nesse  momento que a santa, a rainha do lar bolsonarista virou a megera e, horas depois do berrante buzinado, ela já estava literalmente na boca maldita e na língua de trapo do bolsonarismo mais casca grossa. Não faltam adjetivos para agredir Michelle nas redes.

Michelle parece não se importar com tais agressões, o que circula é que tinha todo um plano traçado para sair da condição de coadjuvante para assumir o controle de um acidente que ela provocou dento da teia bolsonarista, ameaçando uma temporada de denúncias ainda mais pesadas contra Flavio. Ou seja, em 24 horas, Michelle virou a Geni do Zempelim.

O que azedou ainda mais o caldo foi Michelle elogiar publicamente um programa educacional lançado pelo governo Lula. A ex-primeira-dama celebrou a implantação da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, justificando que era uma pauta defendida por ela através da linguagem de libras.

A reação negativa dos apoiadores intensigficou ainda mais a crise interna que já escalava na família Bolsonaro desde quando ela disse que Moraes e ela eram irmãos em Cristo. Michelle não só elogou o programa de Lula, mas destacou o projeto voltado para a comunidade surda, sancionado na gestão do presidente Lula.

Para os amalucados, essa foi a maior traição de Michelle, deixando claro que, os cabeças ocas que se alimentam de ódio e fel, são muito mais antilulistas do que bolsonaristas.

Assim, mesmo ela rebatendo os ataques, dizendo que seu pensamento estava acima de qualquer ideologia, a nação de idiotas regidos pelo jornalismo promocional de Bolsonaro, não quis saber de suas explicações.

Em função disso, Michelle anunciou sua saída do PL Mulher e, junto, desistiu de concorrer ao Senado pelo Distrito Federal.

Mas está longe o fim do pega para capar entre Michelle e clã Bolsonaro, a tensão entre essa gente só aumenta, sobretudo para Flavio que, além de estar com o carimbo na testa de traidor da pátria em troca do apoio de Trump, seu áudio com o irmãozão Vorcaro e sua visita à casa dele para pegar o resto do dinheiro, como afirmou Valdemar da Costa Neto, é nitroglicerina pura.

Nesse balaio de gato, uma coisa é certa, tudo isso resume perfeitamente a atual situação nao só de Michelle, mas de toda a família Bolsonaro, porque a coisa se transformou em um pega para capar generalizado em que acima do pescoço, tudo é canela.

O final disso, se é que terá, é de cenário de caos envolvendo múltiplos lados com múltiplas fraturas e hostilidades, principalmente na chamada base radiclal.

Não há como Jair intervir nisso. As divisões internas na família e no partido, provocadas por Michelle, não serão resolvidas e o ambiente eleitoral para a candidatura de Flavio em 2026, vai abrindo um buraco cada vez mais próximo do inferno e, consequentemente, para a situação de Jair Bolsonaro que sonhava ser libertado pelo primogênito que cumpre a escrita de papel carbono do pai.


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