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Em crise com Flávio Bolsonaro, Michelle elogia política de Lula: ‘Sonho realizado’

Michelle Bolsonaro celebrou criação de política do governo Lula voltada à educação bilíngue para estudantes surdos

Após a crise pública com o enteado e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) elogiou, nesta sexta-feira (3), uma ação do governo do presidente Lula (PT). Por meio das redes sociais, Michelle parabenizou o lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS), iniciativa apresentada pelo Ministério da Educação (MEC).

Nos últimos dias, tornou-se pública uma crise envolvendo Michelle e o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Na semana passada, a ex-primeira-dama publicou um vídeo em que afirmou ter recebido uma “punhalada” no ano passado e fez críticas ao relacionamento com Flávio.

Após a repercussão do vídeo, o senador adotou um tom conciliador e pediu desculpas à ex-primeira-dama, numa tentativa de reduzir o desgaste provocado pelo episódio. Michelle, após o caso, deixou a presidência do PL Mulher.

Em publicação nos Stories do Instagram, nesta sexta, Michelle celebrou a criação da política do governo Lula voltada à educação bilíngue para estudantes surdos. Sem mencionar diretamente o presidente, ela destacou a importância da medida.

“Parabenizo a nossa amada comunidade surda pelo lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos”, escreveu a ex-primeira-dama.

“A educação bilíngue se tornou uma modalidade separada da Educação Especial, trazendo mais autonomia e protagonismo para a comunidade surda. […] É um sonho realizado! Seguimos trabalhando por um Brasil mais acessível e com oportunidades para todos”, declarou.

Publicação de Michelle Bolsonaro no story do Instagram. Foto: Divulgação

A Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS) foi lançada nesta sexta-feira, em evento realizado no auditório do Ministério da Educação, em Brasília. Segundo o governo, a política tem como objetivo ampliar o acesso, garantir a permanência e favorecer o êxito escolar dos estudantes atendidos pela modalidade de educação bilíngue de surdos.

De acordo com o Ministério da Educação, a política fortalece ações voltadas à garantia dos direitos educacionais e linguísticos dos estudantes. Dados divulgados pelo MEC apontam que apenas 12% das redes de ensino brasileiras possuem materiais pedagógicos adequados em Libras. As avaliações no formato Vídeo em Libras alcançam somente 1,31% dos estudantes.

Atualmente, apenas 2.501 professores possuem formação continuada em educação bilíngue de surdos, situação atribuída à oferta reduzida de cursos de pedagogia bilíngue no país. A nova política, segundo o governo, busca ampliar a estrutura disponível para o atendimento desse público e fortalecer a educação bilíngue nas redes de ensino.

*ICL


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Política

O pedido de Valdemar que irritou Michelle e fez ela deixar o PL Mulher

A conversa entre Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, que definiu a saída da ex-primeira-dama do comando do PL Mulher, foi marcada por tensão e quase terminou com a desfiliação dela do partido. O encontro ocorreu em meio à crise aberta com Flávio Bolsonaro e ao racha exposto na direita.

Segundo o Globo, duas fontes próximas tanto de Flávio quanto de Michelle, dizem que Valdemar sugeriu que ela assinasse uma carta afirmando estar abalada pelos problemas familiares provocados pela prisão de Jair Bolsonaro e pedindo desculpas pelo vídeo em que fez duras críticas ao enteado e a setores do bolsonarismo.

A proposta irritou Michelle, que já vinha reclamando a aliados dos ataques nas redes sociais feitos por apoiadores de Flávio e de Eduardo Bolsonaro. Diante do pedido de um “mea culpa”, a ex-primeira-dama reagiu mal e chegou a ameaçar deixar o PL.

Ao sair da reunião, na terça-feira (30), Michelle anunciou a saída da presidência do PL Mulher, mas não citou Flávio nem pediu desculpas. No comunicado publicado nas redes, ela afirmou que a decisão estava ligada ao “momento em que estamos vivendo em nossa família” e disse que deixaria o cargo para se dedicar “integralmente” aos cuidados de Jair Bolsonaro e da filha mais nova, Laura.

Na nota, Michelle listou ações de sua gestão no PL Mulher e agradeceu nominalmente a Valdemar pela autonomia e pela nomeação ao cargo, feita em março de 2023. Também fez um aceno à vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL), pivô da crise com Flávio após o apoio dele e de outros filhos de Bolsonaro à campanha de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará.

Valdemar, por sua vez, divulgou nota afirmando que Michelle vive “um momento difícil”. O dirigente admitiu “divergências” e “indignações” dentro do PL, mas defendeu que a decisão da ex-primeira-dama fosse respeitada.

De acordo com informações do Globo, Michelle foi convencida a não se desfiliar do partido pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), aliadas próximas da ex-primeira-dama. As duas se reuniram com ela no Palácio do Buriti durante o auge da crise.

Na conversa com Valdemar, Michelle também sinalizou que poderia desistir de disputar o Senado pelo Distrito Federal em outubro, informação confirmada depois pelo presidente do PL em entrevista à Rádio Gaúcha. No entorno da ex-primeira-dama, porém, a avaliação é que essa hipótese está descartada. Ainda assim, ela não deve se empenhar na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

Caso mantenha a candidatura ao Senado, Michelle deve concorrer na chapa de Celina Leão, que tentará a reeleição ao governo do Distrito Federal. A saída do PL Mulher, porém, é vista como um revés para a pré-campanha de Flávio, que tenta reduzir resistências entre eleitoras conservadoras e evangélicas.

A relação entre Michelle e Valdemar, até então pública e cordial, também sofreu desgaste. O presidente do PL estava em Miami, nos Estados Unidos, para acompanhar a partida entre Brasil e Escócia na Copa do Mundo de 2026 quando Michelle publicou o vídeo de 27 minutos no Instagram acusando Flávio de “apunhalá-la” e “maltratá-la”.

Valdemar antecipou a volta ao Brasil, classificou a briga como “muito séria” e admitiu que, sem Michelle, a eleição de Flávio seria “muito difícil”. O dirigente já havia defendido, em diferentes momentos, uma candidatura presidencial da ex-primeira-dama e chegou a chamá-la de “fenômeno” político.

Foi Valdemar quem indicou Michelle para presidir o PL Mulher em 2023 e garantiu a ela remuneração mensal de R$ 46 mil, a mesma paga a Jair Bolsonaro. O histórico de proximidade, no entanto, não foi suficiente para evitar o clima de ruptura após o pedido para que ela assumisse publicamente culpa pela crise, segundo o DCM.


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Política

Com a campanha cada vez mais esvaziada, o catálogo de absurdos em torno de Flavio Bolsonaro, só aumenta

Para quem sabe ler, pingo é letra.

Não foi por acaso que Michelle, nesta segunda-feira, compartilhou e com uma larga difusão, um vídeo de Antony Garotinho denunciando a tal Festa das Astronautas, de Vorcaro, com mulheres nuas, usando capacetes, em que várias figuras públicas como senadores, governadores, secretários de direita participaram da esbórnia.

Esse acervo, que entrou para a lista de Michelle em suas redes sociais, tem o objetivo claro de atingir Flavio Bolsonaro.

Para piorar ainda mais, a ex-primeira-dama do clã Bolsonaro abdicou da presidência do PL Mulher.

Essa notícia, que veio hoje a público, foi facilitada pela variedade de lambanças que os assessores mais próximos de Flavio, como Paulo Figueiredo, tiraram da cartola para atacar justamente Michelle, sugerindo que mulher brasileira não sabe votar, sobretudo as mulheres solteiras, porque as casadas aceitam ser subjugadas pelos maridos bolsonaristas. Ele ainda mandou uma frase impublicável, tamanho o nível de baixaria.

Na verdade, era para a campanha de Flavio ter sido extinta há muito tempo, mas o bolsonarismo se impõe não pelo antipetismo, isso é mais que uma vertigem, é uma balela. O que motiva essa gente é ódio ao Brasil real, principalmente o rancor racista das cotas e do Bolsa Família que atende às camadas mais pobres da população.

O bolsonarismo é isso, justificado como antipetismo, mas é uma gente que está cada dia mais despudoramente fascista, reacionária, intelectualmente nula e socialmente distante da sociedade brasileira.

Os argumentos centrais não são unificados, porque não há debate sobre absolutamente nada no bolsonarismo, é ira contra o resto do país, raiva de ser brasileiro, porque eles sempre sonharam se transformar em norte-americanos e, claro, apoiam as tarifas de Trump contra eles próprios, além da submissão total aos EUA.

Se fosse somente uma disputa eleitoral sem o arco de aliança do inferno, Flavio nem voltaria mais ao Brasil, mas mesmo o feitiço virando contra o feiticeiro, essa horda de sabujos americanizados exige que o bolsonarismo inimigo da população tenha um representante na disputa presidencial.

Essa gente pratica o ódio em quarto grau. E a tendência é produzir a própria pobreza eleitoral da campanha de Flavio até 4 de outubro, quando Lula tem possibilidade de liquidar o pleito logo no primeiro turno. É isso que mostram as pesquisas com votos válidos.


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Política

Racha no bueiro: Michelle deixa comando do PL Mulher após crise com Flávio Bolsonaro

Ex-primeira-dama comunicou a decisão a Valdemar Costa Neto e afirmou que pretende se dedicar aos cuidados de Jair Bolsonaro e da filha

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comunicou ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que deixará a presidência do PL Mulher. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (30), poucos dias após o desgaste público envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Michelle ocupava o comando do segmento feminino do partido desde o início de 2023. Segundo interlocutores, ela afirmou a Valdemar que pretende se dedicar integralmente aos cuidados do ex-presidente Jair Bolsonaro e da filha.

O anúncio ocorre depois de um conflito que expôs divergências dentro da família Bolsonaro. Na semana passada, Michelle publicou um vídeo nas redes sociais em que afirmou ter recebido uma “punhalada” no ano passado e fez críticas ao relacionamento com Flávio Bolsonaro.

Após a repercussão do vídeo, o senador adotou um tom conciliador e pediu desculpas à ex-primeira-dama, numa tentativa de reduzir o desgaste provocado pelo episódio.

Em comunicado divulgado após a reunião com Valdemar Costa Neto, Michelle explicou os motivos da decisão.

“Após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar, integralmente, aos cuidados para com o meu marido e minha filha.”

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Racha no clã
Na semana passada, a ex-primeira-dama publicou um vídeo nas redes sociais em que afirmou ter sido desrespeitada e maltratada pelo enteado durante uma conversa sobre os rumos do PL.

Segundo Michelle, Flávio teria dito que ela deveria ficar fora das decisões do partido por não entender de política. Ela afirmou ainda que interpretou a fala como um sinal de que seu apoio à pré-candidatura do senador não era desejado. Após a repercussão do episódio, Flávio pediu desculpas e tentou adotar um discurso de conciliação.

O estopim do conflito foi a disputa por espaço político no Ceará. Michelle criticou a aproximação do PL com Ciro Gomes (PSDB) e defendeu o apoio ao senador Eduardo Girão (Novo), além de reivindicar uma candidatura ao Senado para a vereadora Priscila Costa (PL), sua aliada. A posição desagradou Flávio e outros filhos de Jair Bolsonaro, que saíram em defesa da estratégia adotada pelo partido no estado.

*ICL


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Política

Michelle posta VÍDEO sobre “festa das astronautas” de Vorcaro e manda recado a Flávio

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou nesta segunda-feira (29) um vídeo com relato do ex-governador do RJ Anthony Garotinho sobre a chamada “noite das astronautas”, suposta festa sexual que teria sido organizada pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A publicação ocorre em meio à crise envolvendo Michelle e seu enteado mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.

A proximidade de Flávio com Vorcaro, que está preso, é uma das fragilidades da campanha do senador. O vídeo divulgado por Michelle mostra a influenciadora Juliana Moreira Leite reagindo a um trecho do podcast “Pode, Garotinho?”, no qual o ex-governador afirma ter recebido um material ainda não divulgado.

No relato, Garotinho afirma que a suposta festa organizada por Vorcaro ficou conhecida como “noite das astronautas”. Segundo ele, mulheres estrangeiras ficavam nuas usando capacetes espaciais, enquanto deputados, governadores, secretários e senadores escolhiam as acompanhantes levantando a viseira do equipamento. “Homens que defendem a família” estariam entre os participantes, segundo o carioca.

O ex-governador também declarou que as mulheres seriam estrangeiras, descritas por ele como “muito altas e muito brancas, parecem ucranianas ou russas”. Segundo Garotinho, elas teriam sido contratadas justamente por não entenderem português. “As mulheres não sabiam o que os homens estavam falando e nem podiam saber”, disse.

A postagem de Michelle ocorre em um momento de acirramento da disputa interna no campo bolsonarista. A ex-primeira-dama costuma usar trechos bíblicos para enviar recados em suas redes sociais. Na semana passada, em meio ao conflito com Flávio, ela publicou uma passagem do Livro de Salmos: “A falsa testemunha não ficará impune, e o que profere mentiras perecerá.”

De acordo com o DCM, nesta segunda, pouco antes de divulgar o vídeo com o relato de Garotinho, Michelle compartilhou outro trecho do Antigo Testamento: “Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação”.

A citação responde ao questionamento “quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo”, retirado do livro de Salmos.

Autor das declarações sobre a suposta festa, Anthony Garotinho é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro. Em março, ele teve uma condenação anulada pelo STF. A Segunda Turma do tribunal manteve decisão do ministro Cristiano Zanin, que apontou falha na cadeia de custódia das provas centrais da Operação Chequinho.

A investigação tratava do suposto uso do programa social Cheque Cidadão para obtenção de apoio eleitoral. Garotinho havia sido condenado a 13 anos e nove meses de prisão. Com a anulação da condenação, recuperou os direitos políticos e voltou ao cenário eleitoral.

A relação entre Michelle e Flávio Bolsonaro se deteriorou na semana passada. A ex-primeira-dama acusou o senador de tê-la humilhado, maltratado e desrespeitado. As declarações abriram uma crise na campanha do pré-candidato e ampliaram a exposição de vínculos políticos ligados a Daniel Vorcaro.


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Política

Onde há fumaça: Entorno de Flávio Bolsonaro reage a rumores de desistência, ‘Zero chance’

Aliados negam categoricamente qualquer possibilidade de recuo e dizem que essa hipótese é estimulada por grupo ligado a Michelle e adversários da direita

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro tem enfrentado um burburinho em Brasília de que o filho do ex-presidente pode desistir da disputa pelo Planalto.

O entorno do senador atribui a disseminação dessa hipótese a outras candidaturas do campo da direita e ao grupo político de Michelle Bolsonaro. A possibilidade, porém, é tratada como inexistente pelos aliados.

“Zero chance”, disse à coluna um senador do PL próximo de Flávio.

“Não faz o menor sentido. Flávio já superou momentos muito mais delicados”, afirmou outro parlamentar da legenda, citando a repercussão do áudio em que o senador cobra dinheiro de Daniel Vorcaro.

“Jamais desistiria. Nunca sequer cogitou”, emendou uma terceira fonte da campanha.

De acordo com Diego Amorim, PlatôBR, a avaliação na pré-campanha é que Flávio já respondeu ao vídeo divulgado por Michelle nesta semana e que, a partir de agora, a estratégia é voltar o foco para os ataques ao PT e reforçar a mensagem de que o pré-candidato “está empatado com Lula”.


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O desmoronamento do mito de barro

Muita gente está dando à Michelle o status de protagonista de uma crise fatal para o bolsonarismo, quando, na realidade, a coisa se dá de forma oposta. Ela está apenas reagindo como qualquer rato que foge quando a canoa começa a afundar, tentando salvar a própria pele.

Afinal, Michelle investiu, e não foi pouco, numa trajetória política que pudesse lhe dar autonomia, inclusive em relação a Bolsonaro. Essa é a cartada dela.

Dito isso, o fetiche, inclusive ou sobretudo da mídia, de que Bolsonaro era um idiota, mas também um mito político, cai de vez por terra.

Bolsonaro nunca sequer foi mito de alguma coisa dentro do ambiente político que sobreviveu em 28 anos de baixo clero.

Ou seja, o sujeito é um medíocre convicto, que recebeu de braços abertos tudo o que não presta nesse país, quando esteve quatro anos com o poder nas mãos, operando como sempre operou, sem jamais trabalhar, vivendo das tetas do Estado.

Como militar, praticava, de forma recorrente, garimpo ilegal e, depois, o episódio que lhe custou a expulsão do Exército, por ameaça com  bombas dentro dos quartéis e na barragem da estação de água do Guandu.

Isso é o Bolsonaro. É tão simples entender como um animal desse chegou à Presidência da República, é só observar o mau-caratismo de Sergio Moro, hoje, candidato ao governo do Paraná. O que ele disse do clã Bolsonaro quando levou um pé no traseiro, quando esteve à frente da pasta da jsutiça e como, ainda como juiz, ele chegou a um acordo com Bolsonaro para alcançar aquilo que sempre foi seu objetivo na Lava Jato.

Temos que Lembrar que, em 2018, as pesquisas apontavam que Lula venceria a eleição no primeiro turno. Lula teve que ser condenado e preso sem qualquer prova de crime para o “mito” chegar ao poder e usar, como nunca antes na história do Brasil, a cadeira e a caneta da presidência para produzir as mais expúrias alianças com os mais expúrios oportunistas, muitos que nem se imaginava existir.

Ainda sim, com o poder nas mãos, perdeu para Lula em 2022, mesmo comprando milhões e milhões de votos. É só lembrar quantos votos Claudio Castro comprou para si e para Bolsonaro no estado do Rio de Janeiro., para se ter a dimensão do crime eleitoral no Brasil como um todo.

Trocando em miúdos e graúdos, qualquer um que, de an passan, observasse aquele quadro trágico da vida nacional durante o governo Bolsonaro, daria a sentença de morte política de Bolsonaro quando perdesse o poder.

É exatamente isso que ocorreu.

Se detalhar a teia de interesses que Bolsonaro e os filhos armaram, de maneira criteriosa, se concluirá que o mito jamais passou de um traque, vivendo apenas e tão somente de embustes trágicos, que produziram a  morte de mais de 700 mil brasileiros, a devolução de mais de 33 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria, um estelionato fiscal antes nunca visto, sob a batura de Paulo Guedes, tão canhalha quanto Bolsonaro, para entender que o embuste nem um mito de pé de barro foi, mas uma escultura mal-ajambradada dos pés à cabeça, de uma lama fétida extraída do submundo do esgoto, que sempre existiu dez degraus abaixo do inferno.

Só isso.


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Inferno em chamas: Michelle deixa indefinida sua presença em evento com Flávio e gera incômodo na campanha do senador

A equipe da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ficou incomodada depois que Michelle Bolsonaro evitou confirmar de forma clara quando participaria da campanha do enteado e manteve em aberto sua entrada mais ativa nas agendas eleitorais. Aliados interpretaram a postura como falta de apoio explícito ao projeto de Flávio.

O desconforto aumentou porque Michelle já vinha participando e apoiando publicamente algumas candidaturas estaduais e ao Senado, enquanto afirmava que ajudaria a campanha presidencial de Flávio apenas “no momento certo”. Nos bastidores, integrantes do PL passaram a especular se ela estaria preservando seu próprio capital político como alternativa para uma eventual mudança de candidatura.

Mais recentemente, houve expectativa de que Michelle e Flávio dividissem palanque em um evento no Ceará, mas divergências políticas locais e tensões internas entre grupos bolsonaristas mantiveram as especulações sobre o grau de alinhamento entre ambos.

Apesar dos atritos noticiados, Michelle declarou publicamente que pretende trabalhar junto com Flávio e negou que exista uma ruptura definitiva entre eles.

Em resumo, o incômodo na campanha de Flávio decorre da percepção de que Michelle demorou a oferecer apoio público e inequívoco ao senador, alimentando dúvidas dentro do próprio campo bolsonarista sobre o futuro da candidatura presidencial.


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Política

Estamos assistindo ao vivo e a cores o fim da grotesca mentira chamada bolsonarismo

Jamais se esqueçam que Michelle era a primeira-dama da rachadinha do clã.

Até hoje, nada disse dos depósitos de Queiroz em sua conta.

Não me venham falar que ela não sabe medir as consequências de sua fala. Por isso mesmo ela está esperando sua expulsão do PL, como querem muitos do partido larápio de Bolsonaro por alta traição à pátria da milícia.

Michelle sabe exatamente por que testemunhou, in loco, o próprio esquema da cúpula bolsonarista para chegar ao poder, e dele, formar uma verdadeira comissão de caça ao tesouro, assim foi feito.

A santa está amarrada nessa história até a medula e será arrastada até o buraco que o clã que, nem com oferta na bacia das almas, terá espaço para qualquer voo solo.

Na verdade, o que Michelle está deixando claro é que o bolsonarismo já deu o que tinha que dar e o próprio Bolsonaro está, assim como Michel Temer, com valor de mercado negativo.

Sem poder e, consequentemente, sem aquela montanha de dinheiro que esquematizou com uma falange de oportunistas, nunca antes vista na história do Brasil, o “mito” volta à condição de aspirante de baixo clero.

É o que está escancarado no sincericídio da ex-primeira-dama para provocar uma crise que, praticamente, degola a candidatura à presidência do seu enteado.

É uma crise familiar? Sim, afinal ela é casada com o líder máximo da facção terrorista chamada clã Bolsonaro, mas isso não é causa, é consequência de uma realidade estabelecida com o debacle de Flavio nas pesquisas que, na verdade, coloca Lula a 1,2% de vencer a eleição já no primeiro turno, isso antes da mais recente crise michellina.

Na verdade, segundo O Globo, Bolsonaro sabia que Michelle daria essa declaração pública.

Trocando em miúdos, Michelle não está pulando fora do barco por conta do furdunço armado por ela no Ceará contra Ciro Gomes, aliadão de Flavio, a quem ele de fato chamou de corrupto. Mas Moro não fez o mesmo, não saiu do governo Bolsonaro atirando, dizendo que são todos corruptos?

Por que Michelle não se indignou com a recente aliança de Flavio com o juiz vigarista?

Na realidade, a esperta só está vendo os últimos suspiros do moribundo bolsonarismo, criado e sustentado por um número incontável de mentiras, inclusive, sobre  sua suposta força, que já havia sido desmascarada com a derrota de Bolsonaro para Lula, mesmo comprando mais de uma dezena de milhões de votos.

Só para refrescar a memória do que está acontecendo e mostrar que não tem santo nesse pardieiro. Mauro Cid, em troca de mensagens com Fabio Wejngarten, disse que “Michelle tem um passado podre”.

Em delação premiada, o mesmo Mauro Cid disse que Michelle e Eduardo Bolsonaro comandavam o núcleo mais duro da tentativa de golpe.


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Política

O que significou o “QUASE” em caixa alta que Michelle usou para ameaçar Flavio Bolsonaro

Que Michelle quis expor publicamente o racha em família, não resta dúvida.

A desvalorização que sofria no PL por parte de Flavio, sendo desrespeitada e maltratada como prática recorrente de humilhação, não deixa dúvida de que o recado em forma de desabafo em suas redes sociais, funcionou como uma forte pressão política, já que, hoje, ela é o principal cabo eleitoral do PL.

Não foi isso que forçou o senador miliciano a pedir penico pra ela nas redes, mas sim o “QUASE” que ela escreveu para dizer que tem um estoque de denúncias ameaçando o enteado, afirmando que mostrou apenas a cabeça do prego longo e com ponta xtremamente afiado para reduzi-lo a pó.

É uma situação grave, e Flavio entendeu o recado.

Claro que a campanha de Flavio, que vem capotando desde o vazamento do Intercept, ficou ainda mais conflitada.

Agora, todos querem saber que segredos de Flavio e de todo o resto do clã, Michelle guarda consigo ara serem usados na hora certa.

Na verdade, Michelle fez uma oferta relâmpago da cabeça de Flavio nas redes sociais, deixando claro que tem foco e disposição para desequilibrá-lo ainda mais revelando suas verdades.

É isso que, subliminarmente, está escrito em sua fala quando usa o termo QUASE tudo o que precisava ser dito.

Flavio mordeu a isca dessa espécie de pré-delação de Michelle, e pipocou imediatamente e caiu naquela velha lógica de que, quem tem c*, tem medo.


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