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Qual será o próximo fricote de Bolsonaro, unha encravada, chulé, frieira ou espinha no saco?

Bolsonaro, por si só, já é uma íngua, mas a questão aqui é outra. Toda aquela cena de Michelle, na verdade, não é para sensibilizar Moraes, mas para manter Bolsonaro, mesmo que de forma escandalosamente covarde, nas redes sociais, já que não tem mais dinheiro que o poder lhe conferia para acionar a sua gigantesca máquina de propaganda e ataques a adversários.

O remédio é usar o que tem à mão para não sair da moda no mundo reacionário e dos bichos soltos.

A sitioca que Michelle pintou, apinhada de melado, narrando que Bolsonaro se comporta como uma criança diante de seus fricotes por qualquer coceira no ânus, provocada por vermes e parasitas, que fazem parte do corpíteo do vigarista há décadas.

Não demora, ela dirá que ele sofre de remela nos olhos, nariz entupido de meleca, sebo no cabelo, cera fedorenta no ouvido, ácaro no pênis gotejante e unha facão.

Tudo isso e um pouco mais, será dito como matéria do fumo que está levando preso num aposento de luxo, com geladeira, ar condicionado, armário embutido e TV por assinatura.

Bolsonaro está numa guerra com a própria direita para afirmar quem manda no pasto. Hoje, ele se econtra como um pé magro de girassol, mas ainda assim, é o líder da grota funda, no fundão da pichorrada política.

Ou seja, Bolsonaro pretende saturar o estômago dos brasileiros para se manter, mesmo em decomposição, com uma patente de general da tropa de jumentos.

Pela ncapacidade da direita de produzir um nome qualquer, parece que a tática do figura vai varar alguns anos para que, lá de dentro dacadeia, ele siga como general da banda bufando guinchos sem o menor constrangimento para, escondido daquele jeito, fugir das unhas dos amigos da onça que o querem ver pelas costas.


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Política

Coitada! Michelle Bolsonaro diz que resta agora “se contentar com o Senado”

Contrariada com indicação de Flávio para a Presidência pelo marido, ela reduziu agenda, perdeu espaço político e manifesta descontentamento

A decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de estimular a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto provocou tensões internas no bolsonarismo e abriu um período de desgaste especialmente sentido por Michelle Bolsonaro. A ex-primeira-dama, que vinha acumulando protagonismo político, passou a demonstrar insatisfação com o novo arranjo e perdeu espaço nas definições estratégicas para 2026.

O movimento de Bolsonaro reposicionou o centro de poder dentro do grupo político da família. Embora aliados reconheçam que Flávio ainda enfrenta forte resistência do Centrão, a sinalização de que ele será o nome apoiado pelo pai teve efeitos imediatos. A leitura entre parlamentares é de que o gesto ajudou a destravar o avanço do projeto de dosimetria das penas relacionadas à tentativa de golpe, que beneficia diretamente Bolsonaro. A proposta foi aprovada pela Câmara dois dias após Flávio afirmar publicamente que haveria “um preço” caso recuasse da disputa presidencial.

No PL, interlocutores admitem que o senador participou das articulações, mas atribuem a decisão de levar o tema ao plenário ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Mesmo assim, o episódio consolidou Flávio como ator central nas negociações políticas do grupo.

Não abre mão
Após o avanço do projeto, o senador passou a reforçar, tanto em declarações públicas quanto em conversas reservadas, que não pretende abrir mão da candidatura. Na tentativa de ampliar apoios, promoveu um jantar com lideranças do Centrão na semana passada. Relatos de participantes indicam, no entanto, que o encontro foi marcado por cautela e pouca disposição para um acordo.

Enquanto Flávio buscava protagonismo, Michelle Bolsonaro adotou postura oposta. A ex-primeira-dama reduziu drasticamente a agenda pública, suspendeu viagens e se afastou do comando cotidiano do PL Mulher, função que vinha exercendo de forma ativa. Seundo a Forum, em nota, o núcleo feminino do partido informou que Michelle enfrenta questões de saúde e que o desgaste emocional causado pela prisão do marido e por ataques à família teria afetado sua imunidade.

Aliados próximos, porém, reconhecem que o afastamento vai além de motivos pessoais. Nos bastidores do partido, dirigentes relatam que Michelle passou a externar desconforto com decisões tomadas sem sua participação, sobretudo após o aval explícito de Bolsonaro à candidatura do filho. Em conversas reservadas, ela teria afirmado que precisaria “se contentar com o Senado”, frase que passou a circular internamente como retrato do mal-estar instalado.

O desalinhamento ficou evidente durante uma visita de Michelle e Flávio a Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, onde o ex-presidente está detido. Segundo relatos, Bolsonaro celebrou o avanço da proposta de redução de penas e reiterou que seguirá apostando no filho como candidato. Michelle, por sua vez, teria feito um desabafo direto, reclamando de ter sido excluída das decisões centrais do projeto político.


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Política

Vetos de Michelle expõem racha no PL

A articulação no Rio e no Ceará evidencia o crescimento da influência de Michelle e expõe divergências entre grupos que defendem pragmatismo eleitoral

O universo político do PL vive dias de tensão — e de certo constrangimento — diante do novo movimento de Michelle Bolsonaro, que parece cada vez mais à vontade para ocupar o espaço que o marido, hoje preso, não pode exercer. Em tom que soa quase como candidatura não declarada, a ex-primeira-dama decidiu estender sua lista de proibições internas e agora tenta barrar também qualquer aproximação da sigla com Eduardo Paes (PSD) na disputa pelo governo do Rio de Janeiro em 2026.

A articulação, revelada por Igor Gadelha, do Metrópoles, tem causado ruído entre dirigentes do partido, que veem Michelle agir como se fosse a verdadeira líder do bolsonarismo — mesmo sem mandato e sem a legitimidade eleitoral que Bolsonaro sempre reivindicou para si. Apesar disso, ela segue repetindo a aliados que simplesmente “não engole” Paes e promete trabalhar pessoalmente para impedir qualquer acerto político com o atual prefeito do Rio.

Michelle convoca Malafaia para reforçar veto
Nos bastidores, Michelle afirma que tratará do assunto “no momento oportuno” com Silas Malafaia, pastor de forte influência entre evangélicos e aliado histórico da família Bolsonaro. A expectativa da ex-primeira-dama é que Malafaia ajude a bloquear o acordo no Rio — uma tarefa que pode ser delicada, já que ele mantém boa relação com o próprio Paes.

Desse jeito a Michelle vai é desbancar a ninhada do Bolsonaro que continuam malucos com a ideia de alianças com centristas e esquerdistas que jogaram Jair Bolsonaro num presídio.”

“É isso o que o povo quer!

Ciro Gomes e Eduardo Paes é o cacete”

— Oliver Noronha (@OliverNoronha) December 2, 2025″

Enquanto cresce a impressão de que Michelle tenta conduzir o partido com mão firme, lideranças do PL admitem desconforto com o tom e com a disposição da ex-primeira-dama de atuar como fiadora de decisões estratégicas. Para alguns, o movimento soa como exagero — para outros, como um ensaio de protagonismo num campo político carente de comando desde a prisão de Jair Bolsonaro.

Paes defende diálogo com PL e cita acordo
A polêmica ganhou corpo depois que Eduardo Paes declarou publicamente não ter dúvidas de que marcharia politicamente ao lado de Altineu Côrtes (PL-RJ), presidente estadual do partido. O prefeito afirmou, durante evento em outubro, que a união seria “por amor ao estado do Rio de Janeiro”.

A negociação envolve, de um lado, o apoio do PL a Paes na disputa pelo governo fluminense; de outro, o empenho do prefeito na tentativa de eleger Cláudio Castro (PL) ao Senado. Uma troca política comum no tabuleiro eleitoral, mas que encontrou a resistência imediata de Michelle.

A crise no Ceará reacende a disputa pelo comando.

A interferência da ex-primeira-dama não se limita ao Rio. No domingo, ela também criticou a aproximação entre o PL do Ceará e Ciro Gomes, que ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo) ao governo estadual. A articulação, conduzida por André Fernandes, irritou profundamente os filhos de Bolsonaro — Flávio, Carlos e Eduardo —, que acusaram Michelle de “desautorizar” o ex-presidente.

O clima ficou tão pesado que Flávio Bolsonaro irá pessoalmente à prisão nesta terça-feira (2) para pedir ao pai que “segure” Michelle e a faça recuar dos ataques à aliança cearense. Depois da visita, o PL se reunirá para, segundo integrantes da sigla, “enquadrar” a ex-primeira-dama, lembrando que a presidência do PL Mulher é subordinada à Executiva Nacional e que decisões estratégicas cabem — ao menos oficialmente — a Jair Bolsonaro.


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Pesquisa

Datafolha: apenas 8% preferem Flávio; Michelle tem 22% e Tarcísio, 20%

Para 50% dos eleitores, no entanto, receber apoio de Bolsonaro tira qualquer chance de voto

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ que se declarou o nome do pai para o pleito de 2026, só é visto como ideal para ser lançado pelo ex-presidente por 8% dos eleitores brasileiros.

Preferem a ex-primeira-dama Michelle 22% e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), 20%.
Foi o que aferiu a nova pesquisa do Datafolha sobre a sucessão presidencial do ano que vem, na qual a direita se vê dividida com seu principal nome preso e inelegível, enquanto o campo da esquerda se concentra em torno do presidente Lula (PT).

O instituto ouviu 2.002 pessoas de 2 a 4 de dezembro, antes, portanto, do anúncio de Flávio de que seria o candidato. A fotografia não favorece o senador, que já sofre resistências do centrão.

Em julho, 23% citavam Michelle como o nome que deveria ser indicado por Jair Bolsonaro (PL) para concorrer à Presidência. O índice foi agora para 22%, oscilação na margem de erro de dois pontos do levantamento. Tarcísio tinha 21% e oscilou para 20%. O governador Ratinho Jr. (PSD-PR) também variou, de 10% para 12%, enquanto o irmão de Flávio, o deputado exilado Eduardo (PL-SP), foi de 11% para 9%.

O senador fluminense também oscilou, de 9% para 8%, numa estabilidade registrada também pelos governadores Ronaldo Caidado (União Brasil-GO), que ficou com 6%, e Romeu Zema (Novo-MG), que foi de 5% para 4%.

Michelle responde filhos de Bolsonaro e volta a criticar Ciro Gomes:  'Respeito a opinião, mas penso diferente'

Para 50%, candidato de Bolsonaro não é opção
Não que o apoio de Bolsonaro seja, segundo os eleitores ouvidos, uma coisa necessariamente boa. Para 50% deles, um nome indicado pelo ex-presidente nunca receberia seu voto. Já 26% dizem o contrário, que com certeza iriam com um bolsonarista com selo de origem, e 21%, que talvez o fizessem. Já 3% não souberam responder.

Até pelo óbvio “recall”, Bolsonaro é o segundo nome mais lembrado na pesquisa espontânea feita pelo Datafolha, com 7% de citações para a Presidência. Lula lidera esse ranking com 24%, enquanto Tarcísio (2%) empata com Ratinho Jr. (1%).

Como pela regra vigente o ex-presidente condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe pelo Supremo só poderá disputar num longíquo 2060, quando terá 105 anos se estiver vivo, o foco se vira para os herdeiros presumidos.

Pelo peso político e econômico de São Paulo, Tarcísio, um desconhecido ministro da Infraestrutura de Bolsonaro que serviu discretamente sob os governos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), sendo sacado pelo então chefe para a disputa no estado que mal conhecia em 2022, emergia como o nome óbvio.

Mas o oblívio de Bolsonaro forçou a família a refazer cálculos, buscando a manutenção da relevância no cenário da direita. Foi assim que foi lida, entre líderes de partidos do centrão e do centro, a indicação anunciada pelo próprio Flávio na sexta-feira (5).

Resta agora convencer os fiéis do bolsonarismo, para começar, um grupo estimado em 20% do eleitorado em um recorte feito pelo Datafolha que leva em conta fatores como o voto em 2022 e o arrependimento dele.

É um segmento com características que batem com o que o folclore político considera um bolsonarista: homem, mais evangélico do que católico, branco, de classe média a alta.

Nesse grupo, Michelle é vista como nome ideal que Bolsonaro deveria ungir para levar sua bandeira contra a de Lula em 2026: 35% dos ouvidos acham isso. Já 30%, um empate técnico na margem de erro específica calculada, preferem o governador de São Paulo.

Os dois outros postulantes da família Bolsonaro ficam bem mais atrás: querem como candidato do clã Eduardo 14%, ante apenas 9% que citam o escolhido anunciado, Flávio. Mais atrás ficam Caiado, com 4% de citações, e Zema, com 2%.

*ICL


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Política

A madrasta mostra as suas unhas

Sabe lá Deus de que passado sujo tem Michelle que Mauro Cid disse com tanto realismo, típico de quem sabe de coisas que nós não sabemos.

Por exemplo, para muitos de nós, a relação dos filhos de Bolsonaro com Michelle tinham rusgas, mas nada que tivesse que ser lavagm de roupa suja em praça pública. Tudo ficava no interior e de forma hermética.

Agora, o que parece é que, aliviada com a prisão de Bolsonaeo, Michelle não colocou as manguinhas de fora, mas as unhas, as garras para os filhos de Bolsonaro e para o resto da falange do PL para que todos se sentissem ofendidos e revoltados com ela.

Não há motivos para surpresas, Michelle sempre trabalhou em operação de bastidores ou na relação direta com eleitores para onstrur a sua imagem não a de Bolsonaro.

É fato é que ela tem traquejo para falar em público, mas é escancarado que isso não ocorreu de forma natural, tem método, tem técnica para Michelle aparecer tão desenvolta, sem atropelar palavras e produzindo, através de técnica emocional, um discurso e um tom de voz apropriado para cada situação.

A não ser que a ex-primeira dama tenha uma marcada guardada na manga, ela parece não ter combinado sua estratégia com os russos, porque o PL e, em bloco, os filhos de Bolsonaro deram um calor na moça, típico de quem se surpreendeu com sua ousadia, mas nem por isso saiu barato esse relevo qua a moça de passado duvidoso resolveu jogar.

Afinal de contas, o defunto político, Jair Bolsonaro,  fez a passagem.

Michelle não esperou sequer o corpo esfriar, jogou o seu traje de luto no lixo e foi à luta.

Agora é aguardar o que a turma do deixa disso, que é praticamente agulha no palheiro no univeso de intolerância bolsonarista, altamente misógino, vai aprontar para escanteá-la sem fazer alarde.

Michelle, assim como Tarcísio, tem conteúdo zero para apresentar.


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Corda bamba: Líderes do PL detonam Michelle e defendem Ciro. “Passou do limite”

Líderes do Partido Liberal (PL) no Ceará se reuniram na Assembleia Legislativa durante um café da manhã da oposição e dispararam críticas contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, após ela atacar publicamente o acordo feito pelo partido com o ex-governador Ciro Gomes.

A reunião, marcada por declarações contundentes, refletiu a insatisfação com as declarações de Michelle, que haviam gerado um grande constrangimento entre os membros do PL local. A deputada estadual Dra. Silvana (PL), uma das principais vozes da oposição, usou termos fortes ao comentar o episódio.

“O que aconteceu ali foi um estupro político que eu não posso aceitar”, afirmou, repetindo uma expressão que havia sido usada momentos antes pelo deputado Lucenildo Mota (PDT), também presente no encontro. A declaração de Silvana destacou a indignação com o comportamento de Michelle, que, segundo ela, desrespeitou as lideranças locais do PL no Ceará.

A deputada ainda acrescentou que Michelle ultrapassou “todos os limites” e “desrespeitou todas as lideranças locais, que ficaram caladas”. “Aquilo foi horrível e eu tenho certeza que isso precisa chegar até a liderança maior”, disse Silvana, indicando que a questão deveria ser levada à cúpula do partido para uma solução.

Ela defendeu que problemas internos do PL deveriam ser resolvidos dentro do próprio partido, sem causar constrangimentos públicos, como ocorreu na situação envolvendo Michelle. De acordo com o DCM, o deputado estadual Alcides Fernandes, citado por Dra. Silvana, também se manifestou sobre o caso.

Fernandes, pré-candidato ao Senado, criticou os “parlamentares desinformados” que aproveitaram as declarações de Michelle para atacar o acordo costurado entre o PL e o PSDB de Ciro Gomes. O acordo visava apoiar Ciro na eleição para o governo do Ceará, e Fernandes afirmou que os críticos não sabiam “nem o nome do governador do Ceará”, insinuando falta de conhecimento sobre a política local.

“Quem conhece o campo aqui do estado somos nós”, afirmou Alcides, que é pai do deputado federal André Fernandes, presidente do PL no Ceará. Alcides também expressou sua solidariedade a Ciro Gomes, ressaltando que muitos ataques feitos à aliança do PL com o ex-governador eram injustos.

“Cada um que veio já foi orquestrado para atacar um cara que nem ainda declarou que é candidato a governador do Estado”, disse ele, referindo-se aos ataques indiretos a Ciro, que foram motivados pelas falas de Michelle.

Alcides ainda esclareceu que, apesar das críticas, ele perdoava Michelle Bolsonaro, entendendo que as palavras dela não refletiam a postura do seu marido, Jair Bolsonaro. “Ali não era a voz dele, que é a voz da conciliação. Então, eu perdoo a Michelle por tudo que ela fez”, declarou, tentando minimizar a situação.


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Política

Bolsonaro, Michelle e Bolsonaro estão no mesmo lugar; lugar nenhum

Sejamos objetivos, não existe mais bolsonarismo, no máximo, meia-dúzia de malucos, assim classificados por Bolsonaro.

A convocação para o ato com 130 pessoas, não deixa dúvida.

Bolsonaro, hoje, encontra-se aquém do além do baixo clero, perdeu patente até no submundo da política.

E se não existe mais Bolsonaro como um suposto líder de uma suposta extrema direita que, na verdade, é uma legião de oportunistas que, agora, com o coiso preso, não tem mais qualquer importância para essa escória.

Tanto Michelle quanto Tarcísio, são absolutamente dependentes do “espólio” de Bolsonaro, assim como seus filhos, perderam completamente espaço dentro desse saco de gatos em que se transformou o centrão e os parlamentares bolsonaristas que ainda restam, antes de serem expurgados do Congresso em 2026.

Daí a guerra de pulgas magras a que assistimos nesse universo de Murici em que cada um cuida de si, mostrando que esse bonde está em frangalhos, totalmente desarticulado ao estilo, numa casa que falta pão, todo mundo grita e ninguém tem razão. E a autofagia se impõe.

Para Michelle, deve estar ficando claro que, sem Bolsonaro, ela é apenas a Michelle, o mesmo se dá com Tarcísio, com Flavio, com Carluxo e com Eduardo.

O mito, se é que existiu, não existe mais. Altamente centralizador, traidor e inacreditavelmente burro.

A mídia, principal responsável pela implosão da direita do Brasil, quando resolveu assumir o papel de oposição aos governos Lula e Dilma, só perdeu eleições desde dos idos de FHC, em 1998. De lá para cá, foi só lenha e autodestruição.

Se Michelle, mas sobretudo Tarcísio, almejam conquistar os corações antipetistas dos barões da mídia industrial, com a já manjada, martelada e derrotada terceira via, esquece, pois sempre perderam para Lula nesse século.

Esperemos os próximos capítulos em que Bolsonaro vai ficando cada vez mais esquecido, seu clã cada vez mais desgastado e Michelle e Tarcísio cada vez mais invisíveis e rejeitados pela população e por grande parte dos aliados.


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Clã Bolsonaro e o show dos milhões

A montanha de dinheiro referente às movimentações financeiras de R$ 30 milhões nas contas de Bolsonaro entre março de 2023 e fevereiro de 2024, foi amplamente reportada com base em relatórios da Polícia Federal (PF) e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O relatório aponta ainda repasses significativos para familiares, como R$ 2 milhões para Michelle Bolsonaro, R$ 2,1 milhões para Eduardo Bolsonaro e R$ 4,8 milhões para Carlos Bolsonaro, além de R$ 6,6 milhões para escritórios de advocacia.

Esses valores, incompatíveis com a renda declarada do genocida sugerem, segundo a PF, um esquema de blindagem patrimonial e dissimulação de recursos, enquadrando-se em práticas associadas à lavagem de capitais.

Além disso, a PF vincula essas movimentações a inquéritos que investigam tentativa de obstrução de julgamento e ações contra o Estado Democrático de Direito, com Jair e Eduardo Bolsonaro já indiciados.

A representação, protocolada no STF por Lindbergh Farias e Reinaldo Santos de Almeida, reforça a acusação de um arranjo familiar para ocultar a origem de recursos, apontando indícios de organização criminosa e fraude processual.

A PF destaca que as movimentações apresentam características típicas de lavagem, como transferências fracionadas e uso de familiares como possíveis “laranjas”, o que reforça a necessidade de investigação mais profunda.

A gravidade das acusações, somada a outros escândalos envolvendo o clã Bolsonaro, como o caso das joias sauditas (desvio de R$ 6,8 milhões) e as “rachadinhas” (desvio de mais de R$ 6 milhões por Flávio Bolsonaro), alimentou o esquema de corrupção sistêmica e abuso de poder do clã.

A Justiça, sob o STF, está analisando os relatórios, e a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidirá sobre denúncias formais.


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Política

Carluxo jogou a toalha na tentativa de salvar seu pai da forca

Não há mais tempo do clã fabricar falsos fatos para tentar tirar Bolsonaro da fila dos condenados.

Bolsonaro vai sentir o gosto do osso que serviu aos pobres no seu  governo cheio de corrupção.

Sua prisão vai fechar, com chave de ouro, as portas do inferno fascista no Brasil.

Sim, será uma festa no Brasil inteiro quando Bolsonaro cruzar a entrada da cela. Todos os detalhes serão saboreados pela imensa maior parte da população.

O passa ratos que Carluxo deu nos governadores bolsonaristas, é de quem jogou a toalha e se confessou derrotado junto com Eduardo, Flavio e Michelle.

A estratégia de intimidar a justiça brasileira via Trump deu ruim. Piorou e muito a vida do cagão que não para de chorar de medo porque é frouxo, mas sabe perfeietamente que é um criminoso.

Na cadeia, Bolsonaro está certo de que não terá como impedir que outros fatos criminosos sejam adicionados na sua folha corrida e deverá ser condenado por muitos outros crimes.

Trocando em miúdos, o desabafo de Carluxo contra os ratos aliados foi o de despedida de quem sabe que o pai será preso dentro de poucos dias e vai apodrecer na cadeia.


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Política

Michelle quase foi presa em operação na casa de Bolsonaro, segundo jornal

Presidenta do PL Mulher é acusada de tentar tirar celular da mão de agente da PF

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro quase teve o destino de seu marido durante uma operação que antecedeu a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro na última segunda-feira (4).

No dia em que os agentes da Polícia Federal foram à casa de Jair Bolsonaro para colocar uma tornozeleira eletrônica no ex-presidente sob risco de fuga, Michelle teria reagido de maneira a tentar impedir a ação dos profissionais de segurança pública.

Michelle quase foi presa por, de acordo com o jornalista Lauro Jardim, O Gobo, tentar tomar um celular das mãos de um dos policiais. A ação policial foi registrada em vídeo com câmeras corporais e a PF considerou divulgar o material após a acusação de que o pen drive escondido no banheiro teria sido plantado por um agente da corporação.

A Folha de S. Paulo afirma que Jair Bolsonaro está passando por mudanças bruscas de humor e enfrenta crises de soluço na prisão domiciliar, com sinais de depressão.


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