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O suicídio coletivo dos pilantras do Congresso

Minha fala, na verdade, não se limita à cloaca do Congresso, mas dessa direita super reacionária como um todo.

É a própria encarnação de Bolsonaro, que não tem nada de ideológico, mas de oportunismo, de uma estupidez infinita, de uma gente chucra, de um proviancianismo medieval que não faz questão de adoçar suas limitações cognitivas.

Baseado na cartilha de Eduardo Bolsonaro, que tentou criar uma suposta direita consevadora que, segundo ele, bate de frente com o sistema, termo usado genericamente para definir uma corrente que, na realidade, não passa de uma abstração enviesada até para os conceitos mais rudimentares do capitalismo.

Ou seja, esse lodo fétido, produzido por acúmulo de dejetos mentais, fala-se em religição e se pratica o oposto; quando se grita contra a corrupção, sendo eles os piores corruptos, não é exatamente uma nova forma de vigarice, é algo que mistura cocô com água, o submundo dos bueiros e que, hoje, não rende mais nada, pois trata-se de um terreno cada vez mais ressecado depois que perderam o poder.

Para piorar, essa manada de idiotas resolveu lavar roupa com as próprias merdas que produz, e a esquerda está sabendo, como nunca, aproveitar-se da delinquência, da iniquidade intelectual de uma gente que não chuta nem para onde o nariz aponta, tal o nível de baixeza moral e intelectual.

Não bastasse as lambanças criminosas que estão sendo reveladas pela Polícia Federal, essa mesma falange de estúpidos, inacreditavelmente, caiu na tentação de debater publicamente com gente extremamente preparada da esquerda, que está metralhando sem dó o pasto inteiro de jumentos que não param de passar vergonha nos podcasts, seja como Jones Manoel, Breno Altman e, mais recentemente, no podcast Três Irmãos, Glauber Braga e Sâmia Bomfim, que tratoraram Paulo Bilynkyj e Eduardo Bolsonaro.

A coisa é típica de masoquistas que, diante das câmeras e redes sociais produzem um autoflagelo que, além da própria mutilação política, provoca uma implosão irreversível no universo dos ogros, independente de ter ou não mandato, de ser ou não “jornalista” de uma mídia de aluguel terceirizada para cumprir um papel de ataques ao governo, mas que, na prática, acaba se transformando num grande aliado de quem eles imaginam que podem destruir.

Esse é um bom exemplo de quem toma veneno para matar o outro.

Mas a coisa não para aí, pois além de virar números no calendário da vida policial do país, essa direita, que se classifica como conservadora, não faz outra coisa que não seja afundar a cada dia em seu próprio lamaçal.

A Lava Jato, que nos bastidores, prometia a destruição do PT, acabou por dinamitar a direita demotucana e promover esse troço, liderado por Bolsonaro que se encontra depalperado rumo ao umbral do umbral, onde o inferno está três degraus acima.

Seguindo essa pegada, não haverá candidato saído do ninho de ratos e baratas.


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Política

Vídeos: Glauber Braga esculacha Eduardo Bolsonaro sobre prisão do seu pai

No momento em que o deputado cassado tentou defender tratamento mais duro pra bandidos, ouviu o que quis e o que não quis.

Opodcast 3 Irmãos promoveu um debate neste sábado (21), entre o deputado cassado e foragido nos EUA, Eduardo Bolsonaro (PL) e o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL), os dois de extrema direita, contra os deputados federais Glauber Braga e Sâmia Bomfim, os dois do PSOL.

Durante os debates, Eduardo Bolsonaro tentou defender tratamento mais duro para bandidos.

“Eu não quero saber se bandido levado pra delegacia de polícia, se ele foi bem tratado, se ele teve cafezinho e água fresca não. É por isso que os números de homicídios no Brasil são altos. Porque existe uma impunidade. O cara faz e acontece e não vai preso. A gente tá aqui defendendo o óbvio”, afirmou.

Cafuné
Glauber Braga, então, respondeu: “eu não estou preocupado se o seu pai vai receber cafezinho ou cafuné na unidade prisional em que se encontra. Eu tô preocupado sim, se uma audiência de custódia serve para que prisões ilegais sejam revistas. Porque tem gente como você que não prima por fazer aquilo que seja correto”, afirmou. Forum.

Veja outro trecho da fala de Glauber Braga, postado por ele próprio:


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Política

Busca do Instagram esconde perfis de políticos de esquerda e veículos de comunicação

O bug, detectado na manhã desta quarta-feira (10), deixou perfis de esquerda e de direita inacessíveis à busca

Os perfis do presidente Lula, da ministra Gleisi Hoffman e de vários parlamentares, como Glauber Braga e Sâmia Bomfim, do PSOL, e Maria do Rosário, do PT deixaram de ficar acessíveis na pesquisa por nomes no Instagram na manhã desta quarta-feira (10).

Perfis de direita como os dos deputados federais Kim Kataguiri, Nikolas Ferreira e do Capitão Derrite também sumiram da busca.

Quando perfis não aparecem nas buscas, não podem ser encontrados ou marcados em publicações.

Mensagens encaminhadas no WhatsApp, posts no Instagram e uma thread no Bluesky levantaram a hipótese de que haveria censura a perfis de esquerda.

O fato de os perfis do deputado Glauber Braga, que foi vítima da truculência da Polícia Legislativa ontem na Câmara dos Deputados quando fazia um protesto contra sua cassação, e de Sâmia Bomfim ficarem inacessíveis reforçou a hipótese de censura.

Ontem, o deputado foi retirado à força da cadeira da Presidência da Câmara. Ao tentar defender o marido, a deputada Sâmia Bomfim (PSOL‑SP) também foi atingida. A imprensa, por sua vez, foi impedida de acompanhar de perto a situação, sendo retirada do plenário durante o confronto também pela polícia legislativa. O sinal da TV Câmara, que transmite as sessões do Parlamento, também foi cortado.

As cenas de ontem na Câmara dos Deputados, associadas ao sumiço dos perfis na busca do Instagram, foram comentadas pelo economista e fundador do ICL Eduardo Moreira.

A ex-deputada Manuela Dávila, pré-candidata pelo PSOL ao Senado no Rio Grande do Sul, também denunciou o sumiço da busca de perfis de esquerda.

*ICL


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Política

Cassação de Zambelli pode levar também Tiririca, Paulo Bilynskyj e mais um

Os cálculos da própria deputada é que seus votos teriam “puxado” dois ou três deputados; caso seja confirmada cassação, todos perdem o mandato.

Caso a cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL) pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) seja confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seus votos serão anulados. Com isto, dois ou três deputados eleitos pelo seu coeficiente eleitoral – segundo cálculos da própria deputada – também perdem o mandato.

A ação foi protocolada pela deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP).

“Infelizmente a votação terminou com somente 2 votos divergentes, com um resultado de 5×2 pela cassação do meu mandato e 8 anos de inelegibilidade. Peço que os colegas postem em seu X pra que os jornalistas vejam o apoio dos amigos. Foi um julgamento político e não jurídico no TRE-SP com a inclusão de fatos alheios ao processo”, escreveu a deputada.

“Em caso de perda final, minha vaga vai para o PSOL e ainda perdermos mais 2 a 3 deputados de SP”, afirmou anda.

Os deputados
Os deputados que estão na fila da degola, por terem sido eleitos no coeficiente dos votos de Zambelli, são Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido como Tiririca (PL), e Paulo Bilynskyj (PL). Os próximos da fila são os deputados Antonio Carlos Rodrigues (PL) e Luiz Orleans Bragança (PL).

Sâmia Bomfim moveu ação que cassou Zambelli
À Fórum, a deputada Sâmia Bomfim comentou a decisão do TRE-SP. “A decisão do TRE-SP é uma vitória para a democracia e um passo fundamental no combate à desinformação propagada pela extrema direita. Zambelli usou seu mandato para espalhar mentiras e minar a confiança no processo eleitoral. Não podemos permitir que figuras públicas utilizem seu poder e prestígio para sabotar a democracia impunemente”, disse.

Com a decisão do TRE-SP, Zambelli fica inelegível por oito anos. Por meio de suas redes sociais, ela lamentou a decisão do Tribunal e disse ser alvo de “perseguição”. “Fica claro que a perseguição política em nosso país, contra os conservadores, é visível como o sol do meio-dia”, escreveu a deputada.

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Política

“Processo suspeito do começo ao fim”: Oposição questiona compra da Sabesp pela Equatorial

Vencedora do leilão teve como gestora uma conselheira que atuou também na Sabesp, o que abre margem para ações.

A oposição ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo levanta suspeitas sobre a oferta da Equatorial para comprar 15% das ações da Sabesp por R$ 6,9 bilhões para tornar-se acionista de referência.

Nesta semana, a Folha de S. Paulo divulgou que o conselho de administração da Sabesp foi presidido por uma gestora que tem passagem pela empresa que venceu o leilão.

A Equatorial, aliás, foi a única empresa que permaneceu até o fim da disputa, com proposta de compra dos 15% das ações da Sabesp por um preço abaixo do valor de mercado, segundo levantamento divulgado pelos parlamentares do Psol.

“Todas as empresas que demonstraram interesse em ser acionistas de referência da Sabesp, como Votorantim, Cosan, J&F, e IG4 Capital, por exemplo, desistiram ao longo do processo pelas imposições contratuais [feitas pela gestão Tarcísio]. Com isso, a Equatorial ofereceu R$ 67 por ação e arrematou 15% da Sabesp, e vai pagar cerca de R$ 10 a menos por ação do que o atual valor de mercado. Para executivos da empresa esse foi o ‘melhor negócio da história’”, comentou no X o deputado federal e pré-candidato a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL).

A Equatorial é uma holding que atua no setor de energia, água e gás, com 20 anos de história e atuação sobretudo em Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Pará, Piauí, e Rio Grande do Sul, sendo o terceiro maior grupo de distribuição do país em número de clientes, com 13 milhões de pessoas nas regiões atendidas.

Boulos salientou que “a presidente do conselho de administração da Sabesp era, até 7 meses atrás, integrante do conselho… da Equatorial.”

Karla Bertocco ocupava um cargo no conselho administrativo da Equatorial até dezembro de 2023, faturando cerca de R$ 1,02 milhão ao ano. Ela chegou, segundo a Folha de S. Paulo, a acumular o cargo de conselheira da Sabesp, onde recebe em torno de R$ 160 mil por ano. “Mas o que é interessante é que ela só renunciou ao cargo na Equatorial em 29 de dezembro, 23 dias após a privatização ter sido aprovada na ALESP.”

Para a deputada Sâmia Bomfim, a renúncia pode ter ocorrido para “esconder” eventual conflito de interesses. Folha publicou que não há ilegalidade no fato de Karla Bertocco ter sido conselheira da Sabesp e da Equatorial, mas sua presença em ambos os conselhos “é inadequada e abre margem para que o processo seja questionado.”

“Nós viemos denunciando todos os absurdos da privatização desde o início. Um processo tão suspeito do começo ao fim não tem nenhuma condição de ser benéfico para a população de São Paulo”, avaliou Boulos. Sâmia Bomfim chamou o leilão de “mutreta” patrocinada pelo governo Tarcísio em São Paulo. Ela destacou que houve opressão aos opositores da privatização da Sabesp e também que há muitas críticas em relação aos serviços prestados pelas empresas de saneamento que têm a Equatorial entre seus acionistas.

À Folha de S. Paulo, a Sabesp disse que a passagem de Karla Bertocco pelo conselho administrativo é “anterior ao início da modelagem da privatização” e que sua indicação para o conselho da Sabesp não teve impedimento legal.

*GGN

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Vídeo: Sâmia denunciou recentemente ameaças de morte contra ela e sua família

Após Samia Bomfim perder seu irmão, Diego Bomfim, vítima de uma execução, internautas resgatam uma reportagem da CNN Brasil, de agosto de 2022, mostrando que a deputada registrou um boletim de ocorrência em que relatava ameaças contra ela, o marido e o filho. Os textos continham ofensas pessoais, ameaças de morte e insinuações nazistas.

Sâmia é casada com o deputado federal Glauber Braga, que possui uma forte atuação em áreas conflagradas do Rio. Além de Diego, o atentado em um quiosque da Barra da Tijuca deixou outros outros dois médicos mortos e um terceiro gravemente ferido. Eles estavam no local participando de um congresso.

https://twitter.com/i/status/1709923296244904165

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Vídeo: Sâmia Bomfim chama Salles de “réulator” e lista denúncias contra o ex-ministro de Bolsonaro

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a ação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) teve início nesta terça-feira (29/8) com bate-boca entre a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) e o relator da comissão, Ricardo Salles (PL-SP). A parlamentar chamou Salles de “réulator”, em referência à decisão da Justiça Federal do Pará, proferida na noite de segunda-feira (28/8), diz o Metrópoles.

O tribunal aceitou uma denúncia contra o deputado federal, acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de facilitar regras para exploração de madeira quando ainda era ministro do Meio Ambiente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Foi escolhido por essa comissão um ‘relator’, e, desde o ínicio [da CPI], a escolha deste relator tinha muito questionamento. Tendo em visto, seus interesses diretos em desmobilizar a reforma agrária neste país. Mas, os últimos acontecimentos tornam ainda mais grave a presença deste sujeito [Ricardo Salles] na relatoria desta CPI porque ele não é mais um relator, é um réulator”, disse a deputada psolista (veja vídeo no final da matéria).

Em seguida, Sâmia levantou plaquinhas com os supostos crimes de Ricardo Salles. Entre eles: corrupção ativa e passiva, advocacia administrativa, facilitação de contrabando, desacato, obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do poder público.

A acusação de Salles foi apresentada no âmbito da investigação da Polícia Federal (PF) que investiga um suposto esquema de exportação ilegal de madeira da Amazônia. Além do ex-ministro, o ex-presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Eduardo Bim e outros servidores foram denunciados pelo MPF.

Segundo o Ministério Público, as investigações indicaram a existência de “grave esquema de facilitação ao contrabando de produtos florestais”. O órgão destacou uma série de apreensões de madeira de origem brasileira nos Estados Unidos que estavam sem a documentação adequada para exportação.

Em meio às apreensões, um conjunto de empresas do setor madeireiro buscou apoio de servidores do Ibama para liberar a carga. De acordo com o MPF, os funcionários do órgão ambiental teriam emitido certidões e um ofício sem valor jurídico com o intuito de liberar a madeira apreendida.

A denúncia do MPF ressalta ainda um encontro de Ricardo Salles e representantes de empresas envolvidas no suposto esquema em fevereiro de 2020. Depois da reunião, a investigação aponta que o ex-ministro atendeu de forma integral e “quase que imediato” o pedido das companheiras, com parecer técnico “legalizando, inclusive com efeito retroativo, milhares de cargas expedidas ilegalmente entre os anos de 2019 e 2020”.

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Política

Vídeo: Sâmia chama Salles de “golpista e covarde” por elogio à ditadura

Nesta terça-feira (1º), durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o deputado Ricardo Salles (PL), relator do colegiado, causou polêmica ao defender a ditadura militar. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL) reagiu veementemente às declarações, chamando Salles de “covarde e golpista”.

As declarações de Salles ocorreram durante o depoimento do general Marco Edson Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. O deputado perguntou a opinião do militar sobre a ditadura militar e elogiou o golpe de 31 de março de 1964, que culminou no período ditatorial.

Sâmia Bomfim criticou duramente as falas do relator, destacando os horrores vividos por milhares de brasileiros e brasileiras durante o regime militar. A parlamentar ressaltou que muitas mães até hoje não têm informações sobre o paradeiro de seus filhos, que foram perseguidos e torturados na ditadura. Além disso, ela enfatizou que o período ditatorial não permitia debates democráticos, o que torna absurdo qualquer elogio a tal regime.

A deputada também fez críticas ao presidente da CPI, Tenente-Coronel Zucco (Republicanos), por não ter repreendido as falas de Ricardo Salles. Ela ressaltou a importância do presidente da CPI defender o estado democrático de direito e apontou que é papel dele repreender parlamentares que atentam contra a democracia.

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Política

Sâmia Bonfim entra com ação contra Salles no MPF por ações em CPI do MST

A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acionou o Ministério Público Federal contra o colega Ricardo Salles (PL-SP). .

Sâmia acusou Salles de abuso de autoridade, violação de domicílio e advocacia administrativa e pediu que o MPF o investigue. As supostas ilegalidades teriam ocorrido durante uma diligência da CPI do MST, no Pontal de Paranapanema (SP), em maio. Segundo Sâmia, as idas a campo não tinham “indicação mínima de um calendário para organização administrativa da Casa e dos membros da comissão”.

A representação argumenta que Salles cometeu advocacia administrativa quando “abordou famílias de acampados de forma abusiva, afirmando que o local se tratava de uma área privada” e teria dito que uma mulher que o acompanhava era a proprietária da terra. Sâmia também apontou que a mulher proferiu ofensas e ameaças contra as pessoas que estavam na região.

O abuso de autoridade estaria ligado a essa postura e por ter utilizado seu cargo público para forçar a entrada nas moradias de acampados, segundo o texto. “Membros da CPI e seus assessores filmaram e entraram em barracos sem autorização expressa dos seus ocupantes ou mediante intimidação”, o que constituiria violação de domicílio.

A ação também citou que um barracão foi arrombado e, nele, foram feitos vídeos e fotos para as redes sociais dos deputados de oposição ao governo. Ao serem removidos das casas, “continuaram filmando o interior através de portas e frestas, bem como insistiam em verificar os banheiros e privadas”.

Além de Salles, foram citadas na representação a deputada Caroline de Toni (PL-SC) e Maria Nancy Giuliangeli, que teria alegado ser dona da terra onde está o acampamento no Pontal.

*Com Uol

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Opinião

Vídeo: Quando a voz de uma mulher é implacável contra machões bolsonaristas

Esta mulher é Sâmia Bonfim, deputada do Psol, reeleita por São Paulo.

Uma deputada que verdadeiramente representa a mulher, que cala os machões que, por sua vez, estão afinados com Bolsonaro, o pior presidente que o Brasil já teve, se é que pode ser chamado de presidente.

Na verdade, é um troço que saiu do esgoto do baixo clero, fabricado por sucessivos golpes, o golpe contra Dilma, o golpe contra Lula e a fraude montada por Bolsonaro e o ex-juiz inclassificável, Sergio Moro, para chegar à presidência e abrir caminho para a carreira política de Moro.

Confira a fala perfeita de Sâmia Bomfim contra machões bolsonaristas.

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