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Trump amarelou mais uma vez e ficou de joelhos para o Papa

Como um sujeito desse ainda permanece na Presidência da República dos EUA?

Será que os cientistas americanos conseguem explicar isso?

Nessa de bancar o grandão para cima do Papa, Trump se f… para caráleo.

A reação foi tão forte, dentro e fora dos EUA, que o maníaco pedófilo teve que botar o galho dentro, tirando a imagem feita or IA, em que ele se colocava na mesma condição moral que Jesus Cristo.

Para Trump, cagada pouca, é bobagem. E tem gente que ainda diz que esse animal é um grande estrategista. Isso, depois de pipocar duas vezes para o Irã, sem falar de seu arregão nas tarifas.

Trump tirou da cachola de miolo mole a ideia de blasfemar contra a crença cristã no mundo todo. Motivo, buscar uma forma que provocasse um vendaval para que um rodamoinho centrifugasse um novo escândalo envolvendo o maníaco no caso Epstein.

Trump sempre aposta nos péssimos caminhos e na lambança letal para tentar resistir a todo custo em sua cadeira diante de um caso escabroso envolvendo a cadeira da Presidência dos EUA em uma rede internacional de pedofilia e tráfico de pessoas, incluindo crianças, em que ele fazia parte da cúpula.

Na verdade, o cenário político atual de Trump, mesmo tendo arregado e bugado a narrativa de que ele era mais importante para Deus do que o Papa, deu ruim, muito ruim. E foi entendido por católicos e evangélicos por blasfêmia.

O recuo do cagalhão, claro, virou piada logo após ter apagado o post, revelando que o sujeito não aguenta um cisco de pressão.

No fim das contas, até o bostotrumpismo, que tentou defender a postagem do cavalgadura americano, acabou fugindo do assunto para não associar ainda mais a imagem de Trump com a de Flavio Bolsonaro que, dias atrás, ofereceu entregar na bandeja para o diabo gordo as terras raras brasileiras e o Pix.


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Mundo

Trump disse que outros países o ajudariam a bloquear o Irã, até agora ninguém se manifestou

No domingo (12 de abril de 2026), após o fracasso das negociações de paz com o Irã em Islamabad, Trump anunciou que a Marinha dos EUA iniciaria um bloqueio naval no Estreito de Ormuz (e em portos iranianos). Ele afirmou que outros países ajudariam os EUA nessa operação, dizendo coisas como “numerosos países vão nos ajudar” e mencionando que o Reino Unido e “alguns outros” enviariam navios varredores de minas.

Até agora, a resposta dos aliados tem sido fria ou negativa: Reino Unido (primeiro-ministro Keir Starmer): Declarou explicitamente que não apoia o bloqueio dos portos iranianos.

Vários aliados da OTAN e outros (como Alemanha, Espanha, Itália, Austrália, Coreia do Sul e Japão) já haviam recusado pedidos anteriores de Trump para enviar navios de guerra ou ajudar a “policiar” o estreito, citando que “não é nossa guerra” ou falta de objetivos claros.
aljazeera.com

Até o momento (13 de abril), não há confirmações públicas de países se juntando ao bloqueio anunciado por Trump. Muitos estão cautelosos com o risco de escalada, impacto nos preços do petróleo e possível confronto direto.

Trump tem pressionado aliados há semanas para formar uma coalizão no Estreito de Ormuz (que transporta cerca de 20% do petróleo mundial), mas a resposta tem sido morna. Ele já criticou a OTAN por isso e chegou a sugerir punições para quem não ajudar.

O Irã fechou ou dificultou o estreito em resposta a ataques anteriores dos EUA e Israel. Trump agora quer impedir que o Irã lucre com “pedágios” ou óleo, mas o bloqueio unilateral dos EUA pode aumentar ainda mais os preços globais de energia e criar tensões diplomáticas (inclusive com China, grande compradora de petróleo iraniano).

Resumindo, Trump disse que teria ajuda, mas até agora ninguém se manifestou publicamente a favor do novo bloqueio. Os aliados parecem preferir evitar se envolver diretamente nessa escalada.

A conferir os próximos capítulos.


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Política

O bravateiro caiu do galho

Eduardo bravateiro teve que botar a viola no saco sem qualquer palavra consoladora, até porque nada foi de fato encontrado dentro dos próprios EUA que explique, justifique ou fantasie a lambança de Trump na sua derrocada contra o Irã.

É unânime entre os analistas americanos que Trump enfiou o país numa derrota mais trágica do que a do Vietnã.

Trump sai com o rabo entre as pernas, cabisbaixo, como se vê em qualquer fotografia depois de se encontrar com a realidade e pedir para descer do bonde que ele conduzia.

Isso significa que, qualquer político, supostamente aliado dos EUA coloque as barbas de molho para falar do tonto, ainda mais aqueles brasileiros, tipo Eduardo, que gostam de se autocelebrizar em posts, considerando-se o próprio Trump.

O sujeito, por conta desse mau serviço, hoje distribui toxicidade como quem carrega na boca um charuto aceso de produção de enxofre que até seus aliados potenciais fazem cara de titica para falar da brincadeira de mau gosto de Trump no Irã e o choque de ventos contrários que tomou na fuça, com o maior rolete de fumo das guerras contemporâneas.

O fato novo é que, se Trump, como dizia Eduardo, era parte da arquitetura para Jair Bolsonaro por caminhos tortos, voltar ao poder, esquece cumpade, que o peru do banquete está sendo devorado pelos próprios compatriotas, atacando de forma selvagem sem qualquer obstáculo que possa lhe defender.

O que veremos agora é que o “amor imortal” dos Bolsonaro por Trump, está moribundo, e a saída à francesa do ambiente trumpista é o porto mais seguro para Flavio não terminar no fundo do poço. Ou seja, o falastrão Eduardo, ficará caladão por um bom tempo.

Não é só Trump que não gosta de perdedores, mas o mundo todo detesta os derrotados arrogantes.

Para ser mais exato, a influência de Trump nas eleições brasileiras, agora é carta for do baralho.


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Mundo

Os 15 dias de Trump equivalem às 72 horas de Bolsonaro

O mundo todo já sabe que não há nada de definitivo nas promessas de Trump.

Trump é um dependente compulsivo de seu cinismo mentiroso. O sujeito possui uma cara dura, tão ou mais lavada que a de Bolsonaro, “o honesto do convento”.

Mas como sabemos, no mundo, há uma legião de tolos que perfumam as merdas que as extrema direita faz para que o odor seja menos fedorento, o conhecido peraí que eu passo aqui na volta, ou vou ali comprar um cigarro, foi largamente utilizado por Bolsonaro no cômico pedido de seu fanático gado do cercadinho, para esperarem 72 horas, que aconteceria uma virada na goleada que Bolsonaro estava levando, e o gado não arredava pé, dormindo sentado ou deitado no capim, aguardando o grito de guerra do spala que nunca aconteceu.

Trump, numa tentativa de rolar sua dívida, meteu a falácia na sua explicação de derrota para o Irã, que deu aos persas 15 dias de trégua. Tá, o alto venerado pedófilo está num mato sem cachorro como uma bússola bêbada, como um cão sarnento sem dono.

Netanyahu não conta, é apenas um sicário do Vorcaro americano, um bosta que arrota o que nem 1% tem sem o guarda-chuva dos EUA.

Na verdade, Israel e Netanyahu conseguem ser mais falaciosos que o próprio Trump, com a velha cascata de que são os “escolhidos de Deus”, mesmo a realidade mostrando que Israel não está nem entre as 30 maiores economias do mundo e que não duraria um dia sequer sob fogo cerrado do Irã.

Israel é um bodega, um exército feito de encalhes de saldão de mercadoria populesca. Não fossem os dogmas religiosos, o aticismo de Israel já tinha estalado o verniz e mostrado como aquilo que chamam de Estado não passa de um expurgo norte-americano que não tem verdade humana ou política econômica nenhuma, do contrário já teriam sido varridos do mapa.

Netanyahu é um dependente compulsivo das caduquices de Trump, tanto que mandou o genocida de populações civis desarmadas como a Palestina, repousar em algum museu de guerra ou deixaria o pau cantar de forma generalizada contra o quarto de dispensa dos americanos no Oriente Médio.

Seja como for, não há como filosofar diante de uma ralidade dura de derrota, diria mais, não há como a caturra fiada de Trump e Netanyahu produzir um ambiente séptico que possa germinar qualquer lero lero vulgar para justificar o tombo que os sábios levaram dentro dos próprios laboratórios de manipulação global.

Para a imensa maior parte da comunidade internacional, o galo negro deu um tranco na coruja e a profecia logaritma dos fodões do planeta, bateu biela na própria álgebra.

Os 15 dias diz ter dado trégua ao Irã, não são um pano de fundo, mas uma peneira furada com um condão seguro com um cabo de vassoura.

Os cultores da força indestrutível dos EUA terão que baixar em outra freguesia. O rádio motor da propaganda americanófila no mundo, foi para o caráleo.


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Trump levou uma trola

Memórias são depoimento e, mesmo que tente refugir de suas próprias ameaças, ditas de boca própria contra o Irã, Trump. mais uma vez, fuçou e roncou mais um blefe. O motivo não é isso, nem aquilo, é isso e aquilo..

Ontem e hoje, amanhã, depois de amanhã e para o resto da história, ficou constatado diante da comunidade internacional, Trump pipocou em pelno Maracanã lotado, refugiu do seu próprio compromisso e não há “esclarecimento” que lhe permita uma fala pública menos ridícula.

Até o Grok, Inteligência Artificial do X, disse: “hahaha, verdade! Trump levou uma rola pesada dos iranianos”. E seguiu: “recentemente (começando no fim de semana de páscoa) Trump postou no Truth social uma ameaça bem pesada e cheia de palavrões contra o Irã: basicamente mandando “abrir o strait” (Estreito de Ormuz), senão ia virar o inferno, com o Power plant Day, ou seja, (ataques).

Aí os embaixadores iranianos do mundo todo responderam com memes, ironia e trolagem fina:

  • Embaixada no Zimbábue: “We’ve lost the keys” (perdemos as chaves kkk).
  • Outros postaram charges, memes comparando Trump a cachorro de desenho animado, zoando a linguagem dele e questionando a sanidade.
  • Tá rolando uma campanha global de sarcasmo das embaixadas iranianas (Londres, Pretória, Nova Delhi, Moscou etc.).

O Grok ainda se diverte porque absorve a temperatura mundial dentro do próprio intestino das redes sociais, lendo depoimentos pessoais de gente do mundo todo sobrea a histórica arregada de Trump e seu esclarecimento épico que botou ainda mais lenha na fogueira dos milhares de memes dos artistas virtuais.

Lógico que os romancistas patológicos do trumpismo tentam romper a barreira das gozações internacionais, criando um abrigo que não admita a humilhação norte-americana. Mas a coisa é feita aos tropeços e cansaço, numa ortogramática de natureza mais cômica ainda.

A maravilhosa fusão entre Trump e Netanyahu, no Brasil e no exterior, está sob o controle dos maiores gozadores do planeta. Não há como fugir disso. O processo é tão mecânico e interessa tanto à comunidade internacional que, qualquer quadro que apareça revelando a verdade, mostrando a paisagem da derrota de Trump, ourriça as redes.

O selvagem Trump virou uma pulga domesticada e ainda, de lambada, estende essa domesticação ao radiante diabo de segunda categoria, Netanyahu.

Seja como for, o que está sendo narrado, não vem dos olhos da imaginação. Os subsídios vêm da dose cavalar de uma preciosa trolada que Trump levou na visão do conjunto da obra, como um monumento à piada geral de quem se vende como Deus dos tolos.

E essa lambança será replicada por gerações como uma das naiores comédias da história da humanidade.


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Mundo

EUA saem miúdos da guerra no Irã

Trump abala o próprio lema de seu governo: Make America Great Again

Ainda existe todo um processo negociador a ser realizado para que uma paz de fato seja estabelecida pelos governos de Teerã e Washington. Mas o cessar-fogo, pelo menos da forma que está sendo apresentado, revela que os EUA saem menores desse conflito.

Longe das bravatas de Donald Trump de que teria vencido a guerra, a realidade revela que a estrutura do regime iraniano continua em grande parte preservada, mesmo com o assassinato de alguns de seus principais líderes.

O mundo de Trump descobre que, sim, a geografia é um fator determinante e que, ao controlar o Estreito de Ormuz, os iranianos fizeram de refém a própria economia mundial.

Trump também sai com sua credibilidade abalada entre seus principais parceiros, insultados por seus atos e ameaças. Com anúncios de que cometeria um genocídio, Trump passa a ter até mesmo sua índole questionada por conservadores.

O presidente ainda está mais isolado do que nunca no mundo, com aliados questionando a conveniência de manter, de fato, acordos com a Casa Branca. Existem dúvidas se a OTAN ainda faz sentido, se a cooperação entre europeus e norte-americanos pode prosperar. Os países do Golfo, que acreditavam ser ilhas de estabilidade, descobriram que ter os EUA como parceiro é um passivo.

Militarmente, constata-se que, mesmo com todo o poderio bélico e um orçamento trilionário, existem limites para o que bombas podem atingir. Principalmente quando, do outro lado, existe um governo que não vê problemas em impor profundos danos à sua própria população.

Em sua estratégia global de estabelecer a “paz pela força”, Trump é, pela primeira vez, em parte freado.

Sua doutrina militar, diplomática e geopolítica está oficialmente questionada.

Desmoralizado, o presidente apaga dos chapéus de seus fieis seguidores o próprio lema de seu governo: Make America Great Again.

O que as pesquisas revelam é que alguns daqueles indivíduos que usavam os bonés já se deram conta de que foram feitos de trouxas. Bonés que, por sinal, são “Made in China”.

*Jamil Chade/ICL


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A lesa paspalhice de Trump pelo ‘fim de uma civilização’

Não se fala de outra coisa a não ser do lixo Trump, que ameaça transformar o Irã em cacos de bomba em meio a uma fumaçada negra de um raio explosivo arremessado para o chão e ar do Irã.

Basta pegar uma única criança palestina ou mesmo iraniana como foi o caso das 180 meninas mortas numa escola do Irã, para entender como os EUA e o Estado terrorista de Israel subiram o degrau da barbárie, caracterfizando uma mistura eclética de monstruosidade humana impensável.

Quem tem coragem de ver inúmeras imagens, e são muitas de cianças queimadas vivas, despedaçadas, decapitadas, amputadas por aquela liga do que existe de mais brutal na alma humana, não especula a possibilidade de um ataque atômico que nos parece cada vez mais maduro e frio na cabeça dos sórdidos comandantes norte-americanos e israelenses, Trump e Netanyahu, um ciceroniando o outro.

Muita gente aposta que, na última rotação da terra, o topete de Trump aparecerá apontando para outro caminho municiado por alguém que tenha o mínimo de juízo ou que o próprio Trump usa como truque para produzir novas dúvidas futuras com voz decisória de um outro certame, o que bordaria sua imagem como um blefador barato e seria interpretado como fantasia de um país que vive a mercê de um lunático boca aberta, com ares imperiais que faria gargalhar os piores reis da história da humanidade.

Mas se Trump quer ser de fato ser um imperador, como vive arrotando, temos que abrir um parêntese sobre o que já foi feito de monstruosidade por ele e Netanyahu na Palestina e medir uma suposta apoteose de iniquidades que ele jura, lhe dará virória e triunfo contra o Irã.

O fato é que Trump prometeu aniquilar a civilização persa para restaurar o equilíbrio da balança comercial do mundo, ou seja, ele diz possuir armas capazes de dizimar integralmente uma civilização com apenas um dedo que apertaria um botão degenerado.

Crueldade não lhe falta, coração, sim, mas para ele, o que importa em sua mais alucinada loucura, é se consagrar pelo horror como um apóstolo de Hitler, o mesmo que sonha Netanyahu.

A nós aqui do Brasil só cabe, por ora, o silêncio e a respiração presa para, na prática, saber que mundo teremos a partir da cachola desse Napoleão de hospício norte-americano.

A conferir.


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Mundo

Trump ameaça infraestrutura civil do Irã e relatório alerta para crise humanitária

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes sobre possíveis ataques à infraestrutura civil do Irã, incluindo a rede elétrica, refinarias e plantas de dessalinização.

Em postagens realizadas no dia 2 de abril de 2026 na rede social Truth Social, Trump sugeriu ações diretas contra essas instalações, intensificando as tensões entre os dois países.

Um relatório do Atlantic Council, think tank baseado nos EUA, analisou as consequências de tais medidas e apontou que os impactos militares seriam limitados, enquanto os danos humanitários atingiriam níveis catastróficos para a população iraniana.

O documento, divulgado no dia 5 de abril de 2026, detalha que ataques à infraestrutura hídrica do Irã poderiam desencadear uma crise imediata de doenças, fome e sede entre civis.

A destruição de plantas de dessalinização, por exemplo, não apenas afetaria o Irã, mas também desestabilizaria toda a região do Golfo.

Países vizinhos que dependem fortemente da dessalinização para o fornecimento de água potável enfrentariam escassez severa em questão de dias caso o conflito escalasse.

O relatório sublinha que mais de 80% da água consumida em nações como Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos provém dessas tecnologias, o que tornaria a região vulnerável a um colapso hídrico em meio a hostilidades.

O estudo argumenta ainda que atacar a infraestrutura de energia e água do Irã não traria vantagens estratégicas significativas para os Estados Unidos.

Pelo contrário, tais ações poderiam intensificar a desconfiança global em relação às políticas americanas e prolongar o conflito no Oriente Médio.

A análise aponta que a destruição de instalações civis tenderia a unir a população iraniana contra um inimigo externo, fortalecendo a resistência nacional em vez de debilitá-la.

Especialistas citados no relatório, como o analista de segurança regional Jonathan Panikoff, reforçam que o custo humano de tais ataques seria desproporcional a qualquer ganho tático.

As declarações de Trump reacendem um longo histórico de atritos entre Washington e Teerã, agravados desde a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã em 2018.

Enquanto os Estados Unidos frequentemente justificam suas ações como defesa da segurança internacional, críticos apontam para a contradição de uma política que, na prática, tem ignorado o direito internacional humanitário ao ameaçar alvos civis.

A proteção de infraestruturas essenciais, como redes de água e energia, é um princípio básico de convenções globais, frequentemente desrespeitado em conflitos envolvendo potências ocidentais, como se observa nas operações americanas no Iraque e no apoio a campanhas em Gaza.

A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com preocupação, especialmente diante do potencial de uma escalada que poderia envolver outros atores regionais, como Israel e forças aliadas no Líbano e no Iêmen.

O relatório do Atlantic Council também destaca que a interrupção de refinarias iranianas poderia gerar um aumento abrupto nos preços globais de petróleo, afetando economias distantes do conflito.

Para mais informações sobre a análise completa, consulte o documento original no site do Atlantic Council.

Enquanto as ameaças de Trump continuam a ecoar, analistas temem que a retórica beligerante dos EUA, frequentemente mascarada como defesa da democracia, ignore as consequências devastadoras para milhões de civis.

A história recente, incluindo o apoio americano a operações que resultaram na morte de jornalistas e ativistas no Oriente Médio, expõe a contradição de um discurso que prega valores humanitários enquanto promove ações de impacto devastador.

*Sputnik Globe


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Política

Roupa suja

Bolsonaro talvez não tenha medido de maneira realista o discurso traíra de Flavio num evento da extrema direita nos EUA, em que oferece a veia do pescoço de cada brasileiro para Trump chupar gostosamente. prometendo, além das terras raras, confessadamente exaltada, o Pix não verbalizado, mas é parte da reivindicação de Trump, a Amazônia que o próprio líder da falange já havia oferecido aos americanos.

Claro, tudo isso pilhou o debate nacional sobre o risco que se corre nessa eleição de 2026, se por ventura, Flavio ganhar.

Isso nos tirou do chão, na medida em que valorizamos a soberania brasileira, mas não é para se iludir, quem tem o mínimo de altivez e patriotismo, tripudiou tal fala, mas é necessário lembrar que aqueles americanófilos de plantão, que sempre apoiaram o entreguismo sabujo aos EUA, mesmo cientes de estar entregando a própria cabeça, vibraram com aquela fala pornográfica de Flavio ecoando as ordens do pai.

Na verdade, os Bolsonaro, comandados por Jair, não têm qualquer projeto para o país como o próprio Bolsonaro nunca teve. Basta olhar que, mesmo o pai sendo presidente da Repúnlica durante quatro anos dos 7 anos de Flavio no Senado, o primogênito da família teve apenas um projeto aprovado.

Então, tome roupa suja que, mesmo provocando um racha dentro da direita e fragmentando o pasto do gado fiel, o clã está sentindo que os ventos estão mudando e, consequentemente, perdendo terreno em pontos estratégicos como São Paulo, que eles tinham como certo um passeio do bolsonarista, Tarcísio de Freiras, na disputa com Haddad.

Mesmo que, numericamente, Santa Catarina não seja um estado tão estratégico, a lanterna que Carluxo amarga, atrás de De Toni e Amin, tem um enorme e negativo valor simbólico. Afinal, foi o proprio Bolsonaro que, garantindo ser Santa Catarina um dos seus currais mais fieis, impôs a transferência eleitoral do filho 02 para o estado, pois seria uma barbada.

Eduardo e Flavio, cada um a seu modo, sentiram. Eduardo, como sempre, reagiu de maneira raivosa, tentando retrançar um fio que o liga a Trump nos EUA para atacar o Brasil, e Flavio, se não foi tomado por um pânico de olhos arregalados, não escondeu a sombra de quem arrasta consigo o mal erradiado pelo pai e aparece em vídeo como quem vive um pesadelo com uma aura murcha, semblante varado, olhar cabisbaixo e cabeça pendida.

Como tudo isso tem a origem comum das trevas bolsonaristas, o que se pode afirmar é que o clã está metido numa toca de tatu e não sabe como sair dela para encontrar a luz e não se enviabilizar de véspera como um peru de natal, pois o quebra-pau, dentro da própria família, está comento solto, e Michelle assumindoo papel de traíra de Carluxo, Eduardo e, sobretudo, Flavio, com post de vídeos de Esperidião Amin e Nikolas Ferreira, como quem risca um X na cara de Carluxo e Flavio, deixando o Bolsonaro perneta.

Dependendo do seu teatro para tentar se manter numa meia anistia em prisão domiciliar em sua mansão de luxo que, por ora, tem data para acabar.

O que eles têm como projeto de governo, é a roupa suja que deveria ser lavada em casa.

Mais que isso, não falo, pois não há o que falar.


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Mundo

Vídeo: Trump diz que amanhã “todo o Irã” pode ser “destruído” e que iranianos querem ser bombardeados

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas ameaças contra o Irã ao afirmar que o “país inteiro” pode ser destruído em uma única noite, com a possibilidade de isso acontecer já nesta terça-feira (7).

A ameaça foi feita durante uma coletiva de imprensa, após ele ter dado mais um ultimato ao governo iraniano relacionado ao Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de petróleo. Trump declarou que “o país pode ser destruído em uma noite, e essa noite pode ser amanhã”.

Trump já havia dado vários prazos ao Irã sobre o estreito, e dessa vez, foi mais direto e agressivo. “Toda a infraestrutura do Irã pode ser destruída rapidamente. Não há nada que eles possam fazer sobre isso. Eles não têm antiáereo, seus radares foram destruídos. Podemos simplesmente acabar com tudo. Eles não têm chance. Podemos fazer isso de forma rápida”, afirmou.

“Eu dei o prazo para o Irã até amanhã. Se não reabrirem o estreito, vamos fazer o que for necessário. E isso pode incluir ataques a todas as suas usinas de energia, pontes, tudo o que seja necessário. O Irã já perdeu. Eles só não sabem ainda”.

Essas ameaças não se limitaram à guerra em curso, mas também incluíram uma série de declarações criminosas. “Os iranianos querem ouvir bombas. Eles querem ouvir as bombas porque eles querem ser livres. Eles ficam irritados quando não ouvem os bombardeios. É isso que eles querem, e vamos dar isso a eles”, disse Trump. DCM.

“Eles não se importam com mais um ataque. Eles querem ser livres e eles sabem que nós somos os únicos que podemos dar isso a eles”.

Em relação à situação do estreito de Ormuz, Trump pressionou o Irã a ceder, alegando que a situação poderia piorar caso o governo iraniano não ceda às exigências de reabertura da via marítima, essencial para o transporte de petróleo. “Se o Irã não abrir o estreito, eles estarão em grande apuros. Pode ser o fim para eles”, completou o presidente dos EUA, sem dar mais detalhes sobre os próximos passos dos EUA caso o Irã não atenda à pressão.

Além disso, Trump também fez referências à recente ofensiva israelense contra o Irã, destacando a importância de ações contundentes. “Os ataques de Israel são apenas o começo. Se o Irã não ceder, os Estados Unidos farão o que for necessário para garantir a paz. Não vamos tolerar mais ameaças ou ações contra nossos aliados. Se o Irã não recuar, vamos destruir suas capacidades militares”, declarou.

O presidente também se referiu ao resgate de pilotos americanos que caíram no Irã, dizendo: “Já fizemos isso várias vezes. O Irã já sabe o que pode acontecer quando tentam atacar nossos homens e mulheres no campo de batalha. Eles sabem que a resposta dos Estados Unidos será devastadora”.

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