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Política

Russos ridicularizam generais de Bolsonaro e, por tabela, os militares brasileiros

É alto o preço da paspalhice do governo militar de Bolsonaro.

Se Pazuello é o “expert em logística” de nossas forças armadas, isso virou piada na Rússia por não ter competência sequer para comprar seringas.

Detalhe: Pazuello é general da ativa.

A ironia Russa com a incapacidade do general de comprar seringas, em um país que sempre foi referência mundial em termos de vacinação, é uma clara diplomação de total incompetência de toda a equipe governamental e, de lambuja, a desmoralização das Forças Armadas Brasileiras.

Sputnik: “Bom de logística? Compra de seringas fracassa, e Brasil não tem material necessário para a vacinação”

“O Ministério da Saúde fracassou em sua tentativa de comprar seringas para vacinação contra a COVID-19 no Brasil. Acordo firmado nesta terça-feira (29) garante menos de 3% do que é necessário para vacinar a população.”

Mas como se sabe, o estoque de Cloroquina superfaturada está uma beleza!

*Da redação

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Saúde

Além dos EUA e México, Argentina, Chile, países da Europa já começam a vacinação; e o Brasil?

Fármacos foram transportados às nações do bloco em caminhões que partiram de fábrica na Bélgica; profissionais de saúde e idosos são os primeiros da fila.

As primeiras doses da vacina da Pfizer contra o coronavírus chegaram neste sábado, 26, a hospitais de diversos países da União Europeia, como França, Espanha e Itália. A campanha de imunização no bloco terá início do domingo.

As doses do fármaco foram transportadas em caminhões frigoríficos que partiram da fábrica da Pfizer em Puurs, no nordeste da Bélgica, e são escoltadas por forças de segurança.

A vacinação com o imunizante da Pfizer já começou em países como Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Costa Rica, México e Chile. A Rússia vacina sua população com a Sputnik V, imunizante produzido no país.

As primeiras doses serão aplicadas principalmente em profissionais da saúde e idosos. Cada país europeu estabelecerá suas prioridades.

Na Itália, a primeira vacinada será uma enfermeira de 29 anos de um hospital de Roma. Na região norte também será imunizada Annalisa Malara, a médica que identificou o paciente zero do país.

Na França, as primeiras doses serão aplicadas em duas casas de repouso.

“Esta vacina é a chave que permitirá que retomemos as nossas vidas. Esta notícia deve nos animar”, disse o ministro alemão da Saúde, Jens Spahn, neste sábado.

 

*Com informações da Veja

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Saúde

Vídeo: Médico desmistifica todas as barbaridades sobre vacina depois que Bolsonaro diz que não vai tomar

Se Trump foi hoje às redes sociais incentivar a vacinação, pedindo que todos os americanos tomem a vacina, certamente, o seu papel carbono tropical fará o mesmo aqui no Brasil.

Mas o estrago desse genocida contra a vacinação já foi feito, quando o próprio disse, na última terça-feira, que não tomaria a vacina para produzir terrorismo político contra a vacinação.

Esse vídeo que compartilhamos é bastante didático e detona qualquer especulação a respeito das vacinas. Pedimos que ele seja compartilhado para o máximo de pessoas contra essa onda estimulada, inacreditavelmente, por Ana Paula do Vôlei, uma ex-atleta da seleção brasileira, Augusto Nunes e por aquele restante de lixo que ronda aquele ambiente fétido da Jovem Pan, patrocinado pela Secom do governo Bolsonaro.

Assista:

https://twitter.com/PiennaSoares/status/1339481678172069889?s=20

*Da redação

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Vídeo: O dia em que Trump, em outras palavras, chamou Bolsonaro de idiota, e o verme tropical muda o discurso

Mesmo sabendo que Pazuello é um mero pau mandado de Bolsonaro, Rodrigo Maia chamou o “ministro da Saúde” de desastre, sabendo que seu tiro acertaria a testa do imbecil que preside o país.

Exaltando o que ele classificou de milagre médico, Trump fez um discurso à nação, soltando rojões e trazendo para si as glórias da descoberta da vacina, com a seguinte frase: “entregamos uma vacina segura e eficaz em apenas nove meses”.

Enquanto isso, aqui no Brasil, Bolsonaro berra aos quatro cantos que a vacina não funciona, o que, logicamente ganha, através do seu gado, dimensão nacional desastrosa, o que é incompreensível, porque a vacina não é contra vermes, mas contra vírus.

Ao mesmo tempo em que Trump chama a descoberta da vacina, jogando para si as glórias, como uma das maiores descobertas científicas da história, Bolsonaro se une aos idiotas do movimento antivacina no Brasil e diz que não tomará a vacina porque ela não é segura, é uma fraude.

Mesmo depois de produzir um verdadeiro genocídio nos EUA, por culpa do seu negacionismo que lhe custou a derrota eleitoral, Trump, agora, exalta a vacina e diz aos americanos que ela salvará milhões de vidas e que logo encerrará a pandemia de uma vez por todas, numa clara oposição, detalhe, fundamentada, a todas as idiotices que Bolsonaro tem vomitado pelo país sobre a vacinação.

Mesmo sendo apenas uma peça de retórica, Trump tentou vender um humanismo que jamais teve, dizendo-se emocionado em informar que o FDA, uma espécie de Anvisa americana, autorizou a vacina da Pfizer, enquanto no Brasil, assim como fez com a Abin, usando militares para aparelhar a suposta Agência de Inteligência Nacional, Bolsonaro aplicou a mesma receita na Anvisa para atrasar o máximo possível a vacinação no país.

Trump, por sua vez, disse que o seu governo deu muito dinheiro à Pfizer e outras farmacêuticas esperando que esse fosse o resultado, e assim foi.

Bolsonaro, é lógico, com um governo absolutamente incompetente, não pode fazer o mesmo discurso, porque sempre se vangloriou de fazer o discurso oposto, o de negar qualquer avanço científico que desembocasse na descoberta de uma vacina contra a Covid, ao ponto de, ainda ontem, exigir que cada brasileiro que tomasse a vacina assumisse por conta e risco a responsabilidade de um eventual efeito colateral, usando o medo e a incerteza para fazer terrorismo contra a vacina.

Se Trump usa a cadeia nacional para dizer que, em nome do povo americano, estava agradecido a todos os brilhantes cientistas, Bolsonaro, por sua vez, nesse tempo inteiro tratou os cientistas brasileiros como curandeiros charlatães, faltando somente cumprir o rito de um torquemada no auge do ódio, queimar cientistas que trabalharam no combate à Covid, na busca por um tratamento e vacina, como se fossem bruxos que precisariam arder na fogueira da inquisição em praça pública.

Se Trump inclui em sua homenagem pela descoberta da vacina, técnicos, cientistas, médicos e trabalhadores que tornaram possível o início da vacinação em massa nos EUA, com a eficácia das vacinas da Pfizer e Moderna de 96%, Bolsonaro não só demonizou os cientistas, como todos os que estavam envolvidos na cura, inclusive muitos que perderam a vida para a Covid, mandando seus cães invadirem hospitais, babando ódio, para forjar a denúncia de que a pandemia não passava de uma farsa.

Trump exalta a segurança das vacinas e diz que elas superaram as expectativas. No Brasil, Bolsonaro nega a eficácia das mesmas, pior, investe pesadamente no que ele chama de kit-Covid, apresentando à sociedade brasileira, uma caixa de Cloroquina e outra de Azitromicina, gastando mais de duas centenas de milhões na compra de algo que vai para o encalhe e, depois, para o lixo.

Já Trump exalta a independência dos dedicados especialistas da Anvisa americana, Bolsonaro enxerta a Anvisa brasileira de militares que não têm a menor ideia do que estão fazendo dentro de um órgão, que até pouco tempo era uma das instituições mais respeitadas no Brasil e no mundo e, hoje, está totalmente desmoralizada.

Não é por acaso que o vídeo com o Zé Gotinha negando-se a cumprimentar Bolsonar, explodiu nas redes sociais. Todo brasileiro sabe que Bolsonaro se comporta como um verme que se associou ao vírus.

Por outro lado, Trump classifica a vacina que produzirá a imunização do povo americano, como padrão ouro e diz que só chegaram a isso porque seu governo, através de uma operação Warp-Speed, forneceu um total de US$ 14 bilhões para acelerar o desenvolvimento da vacina e fabricar todas as principais candidatas.

No Brasil, o que se viu foi o oposto. Bolsonaro, de costas para as vacinas, acusando-as de placebo e que jamais investiria nisso, assumindo-se como um completo imbecil, incompetente que sempre foi como deputado e que, agora, quadruplica sua incompetência como presidente da República. Ele só chegou aonde está, através de uma aliança espúria com o mau-caráter, corrupto, ex-juiz Sergio Moro, hoje, adversário político do animal que caiu de paraquedas na cadeira da presidência com o aplauso das elites e da grande mídia.

Mas não para aí. Quem conhece  Rodrigo Maia e, sobretudo a velha raposa carioca, Cesar Maia, seu pai, sabe que não há declaração de Maia feita a esmo, tudo é pensado e discutido com seu pai. Por isso, quando ele chama Pazuello de desastre, para não chamar o próprio Bolsonaro, ele sabe o momento certo de dizer isso, porque agora o próprio discurso de Trump avaliza um sujeito como Maia, que está longe de ser referência de alguma coisa que se possa classificar de digna, mas bobo, ele não é.

Para piorar, Trump exalta uma força-tarefa nacional entre seu governo e todos os governadores do país, num esforço conjunto para vacinar o mais rápido possível a população, enquanto aqui no Brasil, o idiota que está na cadeira da presidência, não só trata os governadores como inimigos, como insufla seu gado adestrado a fazer o mesmo para criar uma pandemia de ódio no país e impedir que se consiga combater a pandemia do coronavírus.

Vendo que seu ídolo máximo fez esse discurso, o lambe-botas correu hoje para a TV, em rede nacional, para desdizer tudo o que disse ontem, deixando muitos perplexos com 24 horas depois de dizer que não tomaria a vacina, exaltando o SUS, a vacina e o Zé Gotinha, mostrando que tipo de crápula ele é.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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New York Times: Brincando com vidas, plano de vacinação contra Covid no Brasil está mergulhado no caos

“Por que o Brasil, referência mundial em vacinação, patina contra o vírus?”, pergunta o New York Times.

VACINA. Enquanto os países se apressavam em seus preparativos para inocular os cidadãos contra o coronavírus, o Brasil, com seu programa de imunização de renome mundial e uma robusta capacidade de fabricação de produtos farmacêuticos, deveria estar em uma vantagem significativa.

Mas lutas políticas internas, planejamento aleatório e um movimento antivacina nascente deixaram o país, que sofreu o segundo maior número de mortes da pandemia, sem um programa de vacinação claro.

Seus cidadãos agora não têm noção de quando podem obter alívio de um vírus que colocou o sistema de saúde pública de joelhos e esmagou a economia.

(The New York Times, EUA) | nyti.ms/3mm1l28

*Com informações da Carta Maior

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Pressionado pelo STF, negacionismo de Bolsonaro fez um rabisco às pressas do plano de vacinação

Bolsonaro não quer saber de entrar num furdunço com o STF. Ele já sente que sua musculatura não tem tonicidade para tanto. Diante de uma avalanche de críticas, o negacionismo de Bolsonaro teve que enfiar a viola no saco, porque junto com a tragédia sanitária que ocorre no Brasil, a FDA (Anvisa americana) que aprovou o uso emergencial da vacina Pfizer contra a Covid-19, e a vacinação nos EUA começará ser feita em massa na próxima semana.

Junte tudo isso, incluindo a mídia que apoiou Bolsonaro e que, hoje, o chama de patife, para que um plano emergencial de vacinação no Brasil, exigido pelo STF, fosse colocado na mesa.

No tal plano de vacinação de Bolsonaro há detalhamento sobre os procedimentos da campanha, o que eles não têm, é a vacina, somente a promessa de que terão. E quando falamos “eles”, estamos falando de Bolsonaro, o verdadeiro ministro da Saúde e seu porta-voz, o general Pazuello, aquele mesmo que disse que, Bolsonaro manda e ele obedece.

Seja como for, a sorte dos brasileiros foi lançada. Bolsonaro, cada vez mais tomado por preocupação com as denúncias de uso das instituições do Estado na defesa dos crimes do clã, não consegue dar conta de tudo e, com isso, a pressão política sobre sua cadeira atinge limites inéditos que militante bolsonarista nenhum, dentro do governo, tem como ajudar a defendê-lo, pois a deterioração política do país já é gritante e o Brasil, além de enfrentar uma pandemia, patina, derrapa e cai numa poça econômica criada pelo neoliberalismo pandêmico de Paulo Guedes.

Pazuello fala em gastar R$ 20 bilhões com a vacinação, um troco miúdo diante de quase R$ 2 trilhões de reservas deixadas por Lula e Dilma, o mesmo PT que a mídia se associou a Bolsonaro e a Moro para que o partido não voltasse a governar o país.

A mídia, por sua vez, cada vez mais alimenta o governo Bolsonaro a conta-gotas, deixando-o cada dia mais enfraquecido sem querer derrubá-lo, porque falta peça de reposição no almoxarifado do lixo reciclado da direita.

A questão central é que Bolsonaro jura já ter fechado contrato com 300 milhões de doses da vacina, com um pequeno, mas gigantesco detalhe, não apresentou data para a entrega da encomenda.

Diante de mais de 180 mil vítimas de Bolsonaro, a molecagem em distribuir o “kit Covid” contendo cloroquina como carro chefe, parece, como tudo indica, chegou ao fim, não por sua vontade, mas apesar dela.

A conferir

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Bolsonaro coloca militares na Anvisa para para dividir com as Forças Armadas sua derrota trágica na política de vacinação

Especialistas temem o pior dos mundos.

Eles preveem que essa articulação politize o órgão e dê a Bolsonaro controle total sobre as aprovações de imunizantes contra covid-19, o que, de imediato, coloca não só a Anvisa num patamar de desmoralização como também as Forças Armadas.

É uma tática política que, de antemão, divide a responsabilidade com a tragédia anunciada pela irresponsabilidade em lidar com a vacinação da população que Bolsonaro adotou para manter o gado unido em seu curral.

Em 12 de novembro, Bolsonaro indicou o tenente-coronel reformado do Exército Jorge Luiz Kormann para assumir um dos cinco cargos de diretoria da Anvisa.

Para a população, pouco importa o fato de um militar do governo ser da ativa ou da reserva, o que se espera é que o comando da Anvisa seja operado por gente da área, por técnicos. Assim, um militar, não importa se da ativa ou não levará com ele o peso de jogar o ônus de uma política trágica para as Forças Armadas.

*Da redação

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