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Política

Deputada Erika Hilton aciona PGR contra Flávio Bolsonaro e Nikolas por incitarem intervenção externa

Deputada aponta postagens motivadas por ação dos EUA na Venezuela

A deputada federal Erika Hilton protocolou, na manhã desta segunda‑feira (5), uma representação criminal na Procuradoria‑Geral da República (PGR) contra o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira. A iniciativa tem como foco publicações feitas pelos dois parlamentares nas redes sociais que, segundo a peça, defendem, estimulam ou sugerem a atuação de autoridades estrangeiras contra o Brasil, em afronta direta à soberania nacional, à ordem constitucional e às instituições democráticas.

De acordo com a representação, as postagens foram publicadas no contexto da ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura e sequestro do mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, por forças norte‑americanas. Segundo a deputada, esse cenário internacional foi explorado por Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira como pano de fundo para sugerir ou naturalizar a possibilidade de intervenção externa semelhante no Brasil.

A peça sustenta que as manifestações divulgadas pelos parlamentares não se enquadram no exercício regular da crítica política. O documento afirma que o conteúdo “extrapola o direito à livre manifestação do pensamento” ao construir uma narrativa que “submete o Estado brasileiro à jurisdição estrangeira”, sugerindo que o chefe de Estado brasileiro poderia ser investigado, processado, sancionado ou constrangido por autoridades de outro país, à margem dos mecanismos previstos na Constituição.

Erika Hilton destaca que esse discurso é veiculado de forma reiterada por meio de memes, montagens e imagens digitalmente manipuladas, estratégia que amplia o alcance da mensagem e reduz a percepção pública de sua gravidade. Para a deputada, a linguagem irônica e o tom aparentemente humorístico não descaracterizam o conteúdo político das postagens, mas funcionam como instrumento para banalizar a ideia de intervenção estrangeira e apresentá‑la como resposta legítima a disputas políticas internas.

No caso de Nikolas Ferreira, a representação menciona publicações que ironizam decisões do Supremo Tribunal Federal e questionam a legitimidade das instituições brasileiras, sugerindo que apenas a atuação de potências estrangeiras seria capaz de conter o atual cenário político. Em relação a Flávio Bolsonaro, o documento aponta postagens que reforçam a narrativa de colapso institucional no Brasil e associam o país a supostos mecanismos de investigação ou sanção conduzidos por autoridades norte‑americanas ligadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo a deputada, ao utilizar a recente intervenção norte‑americana na Venezuela como referência simbólica, as postagens difundem a ideia de que o Brasil estaria sujeito a um juízo externo, relativizando a autonomia do sistema jurídico nacional. A representação afirma que esse tipo de comunicação, quando praticado por agentes públicos com mandato eletivo, contribui para enfraquecer a confiança da sociedade nas instituições e legitimar discursos de ruptura democrática.

O documento sustenta ainda que as manifestações têm como efeito a deslegitimação de órgãos constitucionais responsáveis pela preservação do Estado Democrático de Direito, como o Supremo Tribunal Federal, a própria PGR, a Polícia Federal e o Congresso Nacional. Para Erika Hilton, ao reiterar esse discurso em redes sociais de grande alcance, os parlamentares estimulam soluções autoritárias incompatíveis com a Constituição de 1988 e reforçam narrativas internacionais de fragilidade institucional do país.

Nikolas e youtuber da esquerda trocam ofensas após montagem com Lula

Com base nesses elementos, a deputada solicita que a Procuradoria‑Geral da República instaure procedimento investigatório criminal para apurar a possível prática do crime de apologia ao golpe de Estado, previsto no artigo 359‑M do Código Penal. De acordo com Cleber Lourenço, ICL, A representação ressalta que nem a liberdade de expressão nem a imunidade parlamentar autorizam a defesa de ruptura institucional, tampouco a submissão do Brasil à tutela de potências estrangeiras, ainda que a mensagem seja apresentada sob a forma de humor, ironia ou crítica política.

A peça também destaca que Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira, por ocuparem cargos eletivos e possuírem grande alcance nas redes sociais, detêm responsabilidade institucional ampliada sobre os impactos de suas manifestações públicas. Segundo o documento, o discurso difundido por ambos tem potencial de produzir consequências políticas concretas, inclusive no plano internacional, ao alimentar campanhas de desinformação e narrativas que colocam em dúvida a capacidade do Brasil de resolver seus conflitos dentro das regras democráticas.

A Procuradoria‑Geral da República deverá agora analisar a representação e decidir se instaura investigação criminal ou se arquiva o pedido. Até a publicação desta reportagem, os parlamentares citados não haviam se manifestado publicamente sobre o conteúdo da iniciativa apresentada por Erika Hilton.


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Brasil Mundo

Governo Lula teme que método de Trump na Venezuela se alastre pelo continente

Planalto acredita que Trump apostará em um pacto com Delcy Rodriguez. O presidente americano alertou que, se ela não atender a seus interesses, vai sofrer também uma ação

O governo Lula considera que a captura de Nicolás Maduro de Caracas neste sábado pode ser uma indicação por parte do governo de Donald Trump sobre como ele pretende agir no hemisfério Ocidental nos próximos anos.

A análise faz parte das considerações do Palácio do Planalto e será transformada em alertas que, nos próximos dias, serão levados tanto para o Conselho de Segurança da ONU como para conversas bilaterais que devem se proliferar ao longo da semana entre Lula e outros chefes de estado.

Violando as leis internacionais, a ONU e mesmo a Constituição americana, Trump agiu para derrubar um presidente e colocar, no lugar, um acordo que permita que permita que os interesses dos EUA sejam blindados.

O governo brasileiro, segundo fontes de alto de escalão, acredita que a Casa Branca irá apostar, num primeiro momento, por uma relação com Delcy Rodrigues, até então a vice-presidente. Também fica estabelecido um acordo para preservar o restante da estrutura chavista no poder. Trata-se, na visão do Planalto, de uma sinalização de que Trump temia a abertura de uma crise interna e, eventualmente, uma guerra civil.

Pelo acordo, fica impossibilitada a existência de um vácuo de poder. Em nome dessa estabilidade frágil, o governo brasileiro interpreta que Trump abriu mão de dar qualquer tipo de apoio para Maria Corina Machado, a líder da oposição. Na coletiva de imprensa no sábado, o presidente americano rejeitou a ideia de que a vencedora do prêmio Nobel da Paz assuma a presidência, alegando que ela “não tem apoio” na Venezuela.

Trump ameaça Delcy
Trump, neste domingo, de fato confirmou a existência de um entendimento com a nova presidente. Mas alertou que, se ela não seguir as orientações dos EUA, sofrerá um ataque ainda mais intenso que Maduro.

Segundo ele, Delcy vai pagar “um preço muito alto se não fizer o que é certo”. E ainda emendou: “provavelmente maior que Nicolás Maduro”. As declarações foram dadas à revista americana The Atlantic.

O ICL Notícias apurou que o governo brasileiro ainda tenta entender e colher informações sobre como vai funcionar o acordo entre Trump e Delcy. Também existem dúvidas sobre como o restante do chavismo vai se comportar e o que receberá em troca, para aceitar o pacto.

Para membros do governo brasileiro, um sinal importante foi o alerta de Trump de que poderia realizar uma segunda onda de ataques contra Caracas. Membros do governo Lula interpretaram isso como um alerta: ou o pacto permite que se tenha acesso aos recursos naturais – principalmente o petróleo, ou novas ações deveriam ser esperadas.

Também chamou a atenção da cúpula do governo Lula a ausência completa de referências à democracia ou direitos humanos na Venezuela, um discurso que os EUA vinham usando para colocar pressão.

Para o governo Lula, porém, a ação militar de Trump vai “muito além da Venezuela”. E esse é o ponto central do debate e da construção da posição brasileira sobre a ofensiva americana.

Exitosa, a ofensiva pode fortalecer a ideia de que o método de uma intimidação militar terá resultados na região, sempre que os interesses americanos forem ameaçados. “Pode se transformar em uma metodologia”, alertou um experiente negociador.

O cenário é de que um argumento pode ser forjado contra um governo e, partir disso, uma ação militar seja implementada para derrubar um líder que não atenda aos interesses.

O temor, portanto, é de que a região veja uma reprodução em série desse processo: pressão, chantagem por acesso a recursos ou áreas estratégicas e, em caso negativo, operações para derrubar ou enfraquecer governos.

Brasília destaca que parte dessa pressão já havia ocorrido no começo de 2025 com o Panamá. Sob a ameaça americana, o governo centro-americano abriu mão de seus acordos com a China e Trump abandonou a ideia de um discurso militar.

A Venezuela exigiu algo extra. Mas a questão é como os demais governos da região vão se comportar a partir de agora. Ou adotam uma postura “dócil” com Trump ou podem estar ameaçados.

Especial preocupação é o caso da Colômbia, onde Gustavo Petro já é alvo de sanções e Trump alertou que ele poderia ser o próximo.

No caso cubano, a ausência de recursos naturais é um elemento que pode tirar a ilha das prioridades da Casa Branca. Mas derrubar a estrutura castristas poderia ser uma “vitória simbólica” de Trump para sua base mais radical de extrema direita, inclusive latino-americana.

No caso brasileiro, o Planalto admite que existirá um uso eleitoral por parte do bolsonarismo da prisão de Maduro. A estratégia é a de manter um distanciamento em relação às atitudes do governo venezuelano e insistir no fato de que o Brasil criticou o comportamento de Maduro nas eleições e que jamais chancelou o resultado do pleito.

*Jamil Chade/Uol


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Mundo

“Insanidade”: Deputado democrata diz que Trump está surtando

Não existe plano futuro da Venezuela, diz

deputado democrata Seth Moulton, de Massachusetts, ex-fuzileiro naval e integrante do Comitê das Forças Armadas da Câmara, resumiu em duas frases a entrevista de ontem de Donald Trump: “A gente vai parar [pra pensar] por um segundo? Isso é insano”.

Moulton referiu-se ao fato de que Trump, perguntado agora sobre quem governa a Venezuela, apontou para o grupo que estava atrás de si: o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hesgeth, o diretor da CIA John Ratcliffe, o sub-chefe da Casa Civil Stephen Miller e o general Dan Caine, que comanda o Estado Maior das Forças Armadas.

Nenhum deles tem qualquer experiência administrativa em tocar um país caribenho de 34 milhões que, aliás, ainda tem um governo e instituições funcionando.

Improviso total
Moulton referiu-se aos diferentes argumentos de Trump para cercar e agora sequestrar o presidente da Venezuela e esposa:

Não teve plano algum. Trump mentiu desde o início. Primeiro disse que não faria troca de regime. É o que ele está tentando fazer. Ele disse que era uma guerra sobre drogas, mas o fluxo de drogas vai continuar. Ele disse que era sobre fentanil, mas o fentanil não vem da Venezuela. Ele disse que era sobre cocaína, mas a cocaína da Venezuela vai para a Europa.

Moulton confirmou que recebeu um briefing de Marco Rubio, mas que o secretário de Estado mentiu o tempo todo, dizendo que não haveria troca de regime, nem invasão terrestre.

Ontem, na entrevista coletiva, Trump disse que se o governo da Venezuela não se render ou cair, ele não vê nenhum problema em despachar soldados para uma guerra em solo.

O deputado concluiu:

Talvez seja sobre petróleo, estão tentando roubar o petróleo [da Venezuela], mas não temos certeza porque nada do que Trump diz é verdade.

Na entrevista de ontem Trump também repetiu três mentiras que usou

como justificativa para o ataque: que Maduro comanda um cartel de traficantes; que a Venezuela abriu presídios, asilos e hospitais psiquiátricos para enviar os ocupantes aos Estados Unidos; que o governo em Caracas tenha relação com o Bonde de Aragua, uma facção local.


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Trump ameaça presidenta interina da Venezuela, Delcy Rodriguez: ‘faria com ela muito pior do que fez com Maduro’

Pelo menos na garganta, o falastrão, Donald Trump, que está levando os EUA à ruína, deve imaginar que uma mulher aguerrida como Delcy Rodriguez, vice-presidente da Venezuela. vai amarelar para um bosta como ele.

Ora, se o povo norte-americano está nas ruas espinafrando o Calígula marca três peidos, não será o povo venezuelano que, no seu direito de defesa da soberania e de suas riquezas, se renderá aos interesses de um escravagista, ladrão, pedófilo e por aí vai.

A forma decisiva com que a Venezuela tratará essa questão, será de combustível líquido con ta os interesses secretos que estão por trás da tentativa dos EUA de esmagar uma nação para lhe roubar o petróleo.

Pode falar o que quiser para sequestrar o subsolo venezuelano para os interesses invisíveis norte-americanos. O grande obstáculo de Trump será o p´ropiro povo venezuelan com seu codigo de honra em defesa da nação.


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China pede garantias de segurança e libertação imediata de Maduro e esposa

País expressou ‘profunda preocupação’ com prisão do líder venezuelano e disse que EUA violam claramente o direito internacional

A China pediu aos Estados Unidos que libertem “imediatamente” o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, informou o Ministério das Relações Exteriores chinês neste domingo (04/01).

“A China expressa profunda preocupação com a prisão forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos e sua expulsão do país. A ação dos EUA viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais e os propósitos e princípios da Carta da ONU”, afirma a chancelaria chinesa, em comunicado.

A China pediu aos Estados Unidos que libertem “imediatamente” o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, informou o Ministério das Relações Exteriores chinês neste domingo (04/01).

“A China expressa profunda preocupação com a prisão forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos e sua expulsão do país. A ação dos EUA viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais e os propósitos e princípios da Carta da ONU”, afirma a chancelaria chinesa, em comunicado.

Violação das regras internacionais
O texto também ressalta que “a agressão injustificável dos EUA destrói qualquer autoridade moral que [Washington] possa ter reivindicado“. “As regras internacionais se aplicam a todos, não apenas a alguns. Quando os mais fortes escolhem desrespeitar a lei, a cerca de regras se enfraquece para todos”, afirma o texto.

Pequim lembra que “tais padrões duplos esvaziam o direito internacional e convidam a um mundo onde o poder faz a justiça — um resultado que nenhum país, especialmente aqueles comprometidos com a paz e o desenvolvimento, deveria aceitar”.

O editorial também condena a justificativa de combate ao narcotráfico oferecida por Washington, afirmando que a alegação “não legitima nem pode legitimar a invasão de uma capital, o bombardeio de territórios soberanos ou a remoção de um chefe de Estado”.

“Tal raciocínio, se aceito, concederia às nações poderosas uma licença universal para intervenção militar, indo diretamente contra os propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas”, adverte.

No próprio sábado (03/01), após os ataques contra Caracas, a chancelaria chinesa instou “os EUA a respeitarem o direito internacional e os princípios da Carta da ONU e a parar de violar a soberania e a segurança de outros países”.

O país é um dos maiores compradores de petróleo da Venezuela. Ao ser questionado sobre isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que continuará vendendo o combustível e, agora, em “volumes muito maiores” aos países que já o comercializam e “que muitos outros virão”.

Coréia do Norte
O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano também se manifestou. Neste domingo (04/01), a Coréia do Norte afirmou que os ataques dos Estados Unidos são a “forma mais grave de violação de soberania” e disse que o país está atento à gravidade da atual situação na Venezuela.

Em comunicado, o país afirma que “o incidente é mais um exemplo que confirma, claramente, mais uma vez, a natureza desonesta e brutal dos EUA” e que ele terá “consequências catastróficas” na estrutura “das relações regionais e internacionais”.

*Opera Mundi


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O ataque de Donald Trump à Venezuela é ‘ilegal e imprudente’, diz NYT

Pelo Conselho Editorial do jornal The New York Times:

Conselho Editorial do NYT alerta que “tentar derrubar até mesmo o regime mais deplorável pode piorar ainda mais a situação”

Nos últimos meses, o presidente Trump mobilizou uma força militar imponente no Caribe para ameaçar a Venezuela. Até então, o presidente havia utilizado essa força — um porta-aviões, pelo menos sete outros navios de guerra, dezenas de aeronaves e 15 mil soldados americanos — para ataques ilegais contra pequenas embarcações que, segundo ele, transportavam drogas. Neste fim de semana, Trump intensificou drasticamente sua campanha ao capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro, em uma operação que ele chamou de “ataque em larga escala” contra o país.

Poucas pessoas sentirão qualquer simpatia pelo Sr. Maduro. Ele é antidemocrático e repressivo , e desestabilizou o Hemisfério Ocidental nos últimos anos. As Nações Unidas divulgaram recentemente um relatório detalhando mais de uma década de assassinatos, tortura, violência sexual e detenções arbitrárias por seus capangas contra opositores políticos. Ele fraudou a eleição presidencial da Venezuela no ano passado. Ele alimentou a instabilidade econômica e política em toda a região, instigando um êxodo de quase oito milhões de migrantes.

Se há uma lição fundamental a ser aprendida com a política externa americana no último século, é que tentar derrubar até mesmo o regime mais deplorável pode piorar ainda mais a situação. Os Estados Unidos passaram 20 anos sem conseguir estabelecer um governo estável no Afeganistão e substituíram uma ditadura na Líbia por um Estado fragmentado. As trágicas consequências da guerra de 2003 no Iraque continuam a afetar os Estados Unidos e o Oriente Médio. Talvez o mais relevante seja o fato de que os Estados Unidos, esporadicamente, desestabilizaram países da América Latina, incluindo Chile, Cuba, Guatemala e Nicarágua, ao tentar derrubar governos pela força.

*ICL


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VÍDEO: Trump diz que EUA vão administrar Venezuela, ou seja, o petróleo venezuelano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o governo norte-americano passará a administrar a Venezuela após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa realizada em Mar-a-Lago, na Flórida.

Segundo Trump, a ação militar que resultou na captura de Maduro envolveu operações por ar, terra e mar e não teve precedentes desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o DCM, ele afirmou que as Forças Armadas venezuelanas foram neutralizadas e que não houve mortes de cidadãos norte-americanos durante a ofensiva. “Nós então vamos administrar o país, até o momento em que pudermos ter certeza de que haverá uma transição adequada e justa”, disse Trump durante coletiva.

O presidente dos EUA declarou ainda que Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, foram formalmente acusados no Distrito Sul de Nova York por crimes relacionados ao narcotráfico.

De acordo com Trump, a acusação envolve o que ele chamou de uma campanha de “narcoterrorismo” direcionada aos Estados Unidos, mas esqueceu de falar que o cerne da questão é roubo descarado do petróleo venezuelano para tentar salvar o império em decadência.

Durante o pronunciamento, Trump disse que os Estados Unidos  governarão a Venezuela até que ocorra uma transição de poder considerada “segura, adequada e sensata”. Ele não estabeleceu um prazo para o fim dessa administração provisória nem detalhou como será estruturada a gestão do país nesse período.


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Brasil Mundo

Lula: Ataques dos EUA à Venezuela são “inaceitáveis!”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou de forma contundente hoje (3 de janeiro de 2026) sobre os ataques militares dos Estados Unidos à Venezuela, classificando-os como “inaceitáveis”.
Em publicação no X (antigo Twitter) e em nota oficial, Lula afirmou que:

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.”
Ele enfatizou que atacar países em violação flagrante ao direito internacional é “o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.

Lula lembrou que essa posição é coerente com a postura histórica do Brasil contra o uso da força como instrumento político e alertou que o episódio remete aos “piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe”, ameaçando a preservação da região como zona de paz.

O pronunciamento veio logo após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de que forças americanas realizaram um “ataque em larga escala” contra a Venezuela, incluindo bombardeios em Caracas e outras áreas, resultando na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido levados para fora do país.

Trump justificou a operação como parte do combate ao que chama de “narco-terrorismo”, alegando que Maduro lidera o Cartel de los Soles, mas, como todos sabem, trata-se de roubo do petróleo venezuelano.

O governo venezuelano declarou estado de emergência, condenou a ação como “agressão militar gravíssima” e exigiu prova de vida de Maduro. O caso gerou reações divididas no mundo:

Países como Rússia e Irã condenaram veementemente a intervenção.
No Brasil, a esquerda repudiou os ataques, enquanto parte da direita expressou apoio à ação americana.
Outros líderes latino-americanos (como do México e Colômbia) também criticaram a ofensiva.

O Itamaraty convocou reunião emergencial, e o chanceler Mauro Vieira interrompeu férias para acompanhar a crise. Lula reforçou a disposição do Brasil em promover diálogo e diplomacia, cobrando uma resposta vigorosa da ONU.

É um momento de altíssima tensão na região, com risco de escalada. O Brasil, como vizinho e maior economia da América do Sul, adotou posição clara de defesa da soberania e contra intervenções militares externas.


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Vídeo: O roubo do petróleo venezuelano pelos Estados Unidos ao vivo e a cores

EUA lançam ataque em larga escala na Venezuela e capturam Nicolás Maduro

Segundo Donald Trump, presidente venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Explosões atingiram Caracas na madrugada deste sábado (3).

Os Estados Unidos anunciam a captura de Maduro, porque não podem anunciar a verdade, a captura, o roubo do Exército pirata dos EUA, em franca decadência, da maior reserva de petróleo do mundo na Venezuela.

Esse fenômeno se chama roubo descarado e confissão de decadência do império norte-americano, que vem sendo detonado pelas populações mundo afora por sua parceria com o Estado terrorista de Israel para exterminar o povo e saquear as terras palestinas.

Na verdade, isso não passa de uma vitória de pirro.

O custo político dessa ação para os EUA será devastador. Saquear um país, ao viveo e a cores, por conta da maior reserva de petróleo do mundo já está gerando uma reação mundial de repúdio à sociedade norte-americana, a seu Estado, a seu governo.

Afinal, ninguém reconduz um pedófilo golpista à Presidência da República impunemente.

Os desdobramentos desse ataque covarde dos EUA à Venezuela pela máquina de guerra norte-americana para, matando civis, sem qualquer motivo que não seja o roubo do petróleo venezuelano, complica ainda mais a situação econômica dos EUA diante do mundo.

Como não conseguem ampliar a eficiência de sua indústria, os EUA assumem a metodologia de cangaço. Só confessa a incapacidade da decomposição imperialista diante da comunidade internacional.

A mesma eficiência para dominar o território venezuelano, os EUA terão para, em nome da dominação, afundar-se ainda mais num caminho sem volta de um império em franca decadência, numa espécie de revolução industrial às avessas.

Veja:


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Política

Vídeo: Diário de um idiota desmoralizado

Nos EUA desde março, ex-deputado perdeu mandato por faltas e PF quer que ele trabalhe como escrivão.

Aquele sujeito que, dos EUA, declarou guerra contra o Brasil, era apenas um comédia e não sobrou nada dele, cabo e soldado, Trump, Magnistky, tarifas, invasão do exército norte-americano no Brasil, foi tudo ridiculamente desmontado junto com a lona do circo.

Até o ninguém, Paulo Figueiredo se distanciou do garganta, que se dizia íntimo de Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, agora está aí choramingando seu emprego de datilógrafo na Polícia Federal, sem o menor pudor e falando em meu emprego que eu alcancei através de provas.

Ou seja, nem sonho, nem milagre, nem sua terra, os EUA. O grande Eduardo Bolsonaro não passa de um minúsculo errante, boboca que virou piada nacional para milhões de brasileiros que sabem da sua existência.

Na verdade, está tentando se salvar da cadeia no Brasil, numa ideia velhaca de utilizar o sentimentalismo barato em seu engenhoso e tolo discurso em busca de algum pedal dentro do Brasil.

Ser otário não é assim tão simples, porque o mesmo precisa, de alguma forma, de uma vizinhança, coisa que nem essa miniatura moral conquistou. E terá um punhado de processos para responder, no Brasil, pelos crimes comprovados de traição à pátria.

Não há para onde fugir. Muitos dizem que ele nem está mais nos Estados Unidos, porque seu visto venceu.


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