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China pede garantias de segurança e libertação imediata de Maduro e esposa

País expressou ‘profunda preocupação’ com prisão do líder venezuelano e disse que EUA violam claramente o direito internacional

A China pediu aos Estados Unidos que libertem “imediatamente” o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, informou o Ministério das Relações Exteriores chinês neste domingo (04/01).

“A China expressa profunda preocupação com a prisão forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos e sua expulsão do país. A ação dos EUA viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais e os propósitos e princípios da Carta da ONU”, afirma a chancelaria chinesa, em comunicado.

A China pediu aos Estados Unidos que libertem “imediatamente” o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, informou o Ministério das Relações Exteriores chinês neste domingo (04/01).

“A China expressa profunda preocupação com a prisão forçada do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos e sua expulsão do país. A ação dos EUA viola claramente o direito internacional, as normas básicas das relações internacionais e os propósitos e princípios da Carta da ONU”, afirma a chancelaria chinesa, em comunicado.

Violação das regras internacionais
O texto também ressalta que “a agressão injustificável dos EUA destrói qualquer autoridade moral que [Washington] possa ter reivindicado“. “As regras internacionais se aplicam a todos, não apenas a alguns. Quando os mais fortes escolhem desrespeitar a lei, a cerca de regras se enfraquece para todos”, afirma o texto.

Pequim lembra que “tais padrões duplos esvaziam o direito internacional e convidam a um mundo onde o poder faz a justiça — um resultado que nenhum país, especialmente aqueles comprometidos com a paz e o desenvolvimento, deveria aceitar”.

O editorial também condena a justificativa de combate ao narcotráfico oferecida por Washington, afirmando que a alegação “não legitima nem pode legitimar a invasão de uma capital, o bombardeio de territórios soberanos ou a remoção de um chefe de Estado”.

“Tal raciocínio, se aceito, concederia às nações poderosas uma licença universal para intervenção militar, indo diretamente contra os propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas”, adverte.

No próprio sábado (03/01), após os ataques contra Caracas, a chancelaria chinesa instou “os EUA a respeitarem o direito internacional e os princípios da Carta da ONU e a parar de violar a soberania e a segurança de outros países”.

O país é um dos maiores compradores de petróleo da Venezuela. Ao ser questionado sobre isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que continuará vendendo o combustível e, agora, em “volumes muito maiores” aos países que já o comercializam e “que muitos outros virão”.

Coréia do Norte
O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano também se manifestou. Neste domingo (04/01), a Coréia do Norte afirmou que os ataques dos Estados Unidos são a “forma mais grave de violação de soberania” e disse que o país está atento à gravidade da atual situação na Venezuela.

Em comunicado, o país afirma que “o incidente é mais um exemplo que confirma, claramente, mais uma vez, a natureza desonesta e brutal dos EUA” e que ele terá “consequências catastróficas” na estrutura “das relações regionais e internacionais”.

*Opera Mundi


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Mundo

O ataque de Donald Trump à Venezuela é ‘ilegal e imprudente’, diz NYT

Pelo Conselho Editorial do jornal The New York Times:

Conselho Editorial do NYT alerta que “tentar derrubar até mesmo o regime mais deplorável pode piorar ainda mais a situação”

Nos últimos meses, o presidente Trump mobilizou uma força militar imponente no Caribe para ameaçar a Venezuela. Até então, o presidente havia utilizado essa força — um porta-aviões, pelo menos sete outros navios de guerra, dezenas de aeronaves e 15 mil soldados americanos — para ataques ilegais contra pequenas embarcações que, segundo ele, transportavam drogas. Neste fim de semana, Trump intensificou drasticamente sua campanha ao capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro, em uma operação que ele chamou de “ataque em larga escala” contra o país.

Poucas pessoas sentirão qualquer simpatia pelo Sr. Maduro. Ele é antidemocrático e repressivo , e desestabilizou o Hemisfério Ocidental nos últimos anos. As Nações Unidas divulgaram recentemente um relatório detalhando mais de uma década de assassinatos, tortura, violência sexual e detenções arbitrárias por seus capangas contra opositores políticos. Ele fraudou a eleição presidencial da Venezuela no ano passado. Ele alimentou a instabilidade econômica e política em toda a região, instigando um êxodo de quase oito milhões de migrantes.

Se há uma lição fundamental a ser aprendida com a política externa americana no último século, é que tentar derrubar até mesmo o regime mais deplorável pode piorar ainda mais a situação. Os Estados Unidos passaram 20 anos sem conseguir estabelecer um governo estável no Afeganistão e substituíram uma ditadura na Líbia por um Estado fragmentado. As trágicas consequências da guerra de 2003 no Iraque continuam a afetar os Estados Unidos e o Oriente Médio. Talvez o mais relevante seja o fato de que os Estados Unidos, esporadicamente, desestabilizaram países da América Latina, incluindo Chile, Cuba, Guatemala e Nicarágua, ao tentar derrubar governos pela força.

*ICL


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Mundo

VÍDEO: Trump diz que EUA vão administrar Venezuela, ou seja, o petróleo venezuelano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o governo norte-americano passará a administrar a Venezuela após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa realizada em Mar-a-Lago, na Flórida.

Segundo Trump, a ação militar que resultou na captura de Maduro envolveu operações por ar, terra e mar e não teve precedentes desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o DCM, ele afirmou que as Forças Armadas venezuelanas foram neutralizadas e que não houve mortes de cidadãos norte-americanos durante a ofensiva. “Nós então vamos administrar o país, até o momento em que pudermos ter certeza de que haverá uma transição adequada e justa”, disse Trump durante coletiva.

O presidente dos EUA declarou ainda que Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, foram formalmente acusados no Distrito Sul de Nova York por crimes relacionados ao narcotráfico.

De acordo com Trump, a acusação envolve o que ele chamou de uma campanha de “narcoterrorismo” direcionada aos Estados Unidos, mas esqueceu de falar que o cerne da questão é roubo descarado do petróleo venezuelano para tentar salvar o império em decadência.

Durante o pronunciamento, Trump disse que os Estados Unidos  governarão a Venezuela até que ocorra uma transição de poder considerada “segura, adequada e sensata”. Ele não estabeleceu um prazo para o fim dessa administração provisória nem detalhou como será estruturada a gestão do país nesse período.


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Brasil Mundo

Lula: Ataques dos EUA à Venezuela são “inaceitáveis!”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou de forma contundente hoje (3 de janeiro de 2026) sobre os ataques militares dos Estados Unidos à Venezuela, classificando-os como “inaceitáveis”.
Em publicação no X (antigo Twitter) e em nota oficial, Lula afirmou que:

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.”
Ele enfatizou que atacar países em violação flagrante ao direito internacional é “o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.

Lula lembrou que essa posição é coerente com a postura histórica do Brasil contra o uso da força como instrumento político e alertou que o episódio remete aos “piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe”, ameaçando a preservação da região como zona de paz.

O pronunciamento veio logo após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de que forças americanas realizaram um “ataque em larga escala” contra a Venezuela, incluindo bombardeios em Caracas e outras áreas, resultando na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido levados para fora do país.

Trump justificou a operação como parte do combate ao que chama de “narco-terrorismo”, alegando que Maduro lidera o Cartel de los Soles, mas, como todos sabem, trata-se de roubo do petróleo venezuelano.

O governo venezuelano declarou estado de emergência, condenou a ação como “agressão militar gravíssima” e exigiu prova de vida de Maduro. O caso gerou reações divididas no mundo:

Países como Rússia e Irã condenaram veementemente a intervenção.
No Brasil, a esquerda repudiou os ataques, enquanto parte da direita expressou apoio à ação americana.
Outros líderes latino-americanos (como do México e Colômbia) também criticaram a ofensiva.

O Itamaraty convocou reunião emergencial, e o chanceler Mauro Vieira interrompeu férias para acompanhar a crise. Lula reforçou a disposição do Brasil em promover diálogo e diplomacia, cobrando uma resposta vigorosa da ONU.

É um momento de altíssima tensão na região, com risco de escalada. O Brasil, como vizinho e maior economia da América do Sul, adotou posição clara de defesa da soberania e contra intervenções militares externas.


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Mundo

Vídeo: O roubo do petróleo venezuelano pelos Estados Unidos ao vivo e a cores

EUA lançam ataque em larga escala na Venezuela e capturam Nicolás Maduro

Segundo Donald Trump, presidente venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Explosões atingiram Caracas na madrugada deste sábado (3).

Os Estados Unidos anunciam a captura de Maduro, porque não podem anunciar a verdade, a captura, o roubo do Exército pirata dos EUA, em franca decadência, da maior reserva de petróleo do mundo na Venezuela.

Esse fenômeno se chama roubo descarado e confissão de decadência do império norte-americano, que vem sendo detonado pelas populações mundo afora por sua parceria com o Estado terrorista de Israel para exterminar o povo e saquear as terras palestinas.

Na verdade, isso não passa de uma vitória de pirro.

O custo político dessa ação para os EUA será devastador. Saquear um país, ao viveo e a cores, por conta da maior reserva de petróleo do mundo já está gerando uma reação mundial de repúdio à sociedade norte-americana, a seu Estado, a seu governo.

Afinal, ninguém reconduz um pedófilo golpista à Presidência da República impunemente.

Os desdobramentos desse ataque covarde dos EUA à Venezuela pela máquina de guerra norte-americana para, matando civis, sem qualquer motivo que não seja o roubo do petróleo venezuelano, complica ainda mais a situação econômica dos EUA diante do mundo.

Como não conseguem ampliar a eficiência de sua indústria, os EUA assumem a metodologia de cangaço. Só confessa a incapacidade da decomposição imperialista diante da comunidade internacional.

A mesma eficiência para dominar o território venezuelano, os EUA terão para, em nome da dominação, afundar-se ainda mais num caminho sem volta de um império em franca decadência, numa espécie de revolução industrial às avessas.

Veja:


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Política

Vídeo: Diário de um idiota desmoralizado

Nos EUA desde março, ex-deputado perdeu mandato por faltas e PF quer que ele trabalhe como escrivão.

Aquele sujeito que, dos EUA, declarou guerra contra o Brasil, era apenas um comédia e não sobrou nada dele, cabo e soldado, Trump, Magnistky, tarifas, invasão do exército norte-americano no Brasil, foi tudo ridiculamente desmontado junto com a lona do circo.

Até o ninguém, Paulo Figueiredo se distanciou do garganta, que se dizia íntimo de Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, agora está aí choramingando seu emprego de datilógrafo na Polícia Federal, sem o menor pudor e falando em meu emprego que eu alcancei através de provas.

Ou seja, nem sonho, nem milagre, nem sua terra, os EUA. O grande Eduardo Bolsonaro não passa de um minúsculo errante, boboca que virou piada nacional para milhões de brasileiros que sabem da sua existência.

Na verdade, está tentando se salvar da cadeia no Brasil, numa ideia velhaca de utilizar o sentimentalismo barato em seu engenhoso e tolo discurso em busca de algum pedal dentro do Brasil.

Ser otário não é assim tão simples, porque o mesmo precisa, de alguma forma, de uma vizinhança, coisa que nem essa miniatura moral conquistou. E terá um punhado de processos para responder, no Brasil, pelos crimes comprovados de traição à pátria.

Não há para onde fugir. Muitos dizem que ele nem está mais nos Estados Unidos, porque seu visto venceu.

https://twitter.com/i/status/2007197814309454237


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Política

Denúncia que levou Filipe Martins à prisão partiu de coronel demitido por Bolsonaro; entenda

O coronel aposentado da Aeronáutica Ricardo Wagner Roquetti foi o responsável por comunicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o que considerou um descumprimento de medida cautelar por parte do ex-assessor presidencial Filipe Martins. A denúncia, encaminhada diretamente ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes no dia 29 de dezembro, acabou sendo decisiva para a decretação da prisão preventiva de Martins, cumprida pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (2), em Ponta Grossa, no Paraná.

Segundo o relato enviado por Roquetti, o ex-assessor de Jair Bolsonaro, que estava em prisão domiciliar e proibido de acessar redes sociais, teria consultado seu perfil na plataforma LinkedIn na véspera. O coronel afirmou que não mantém qualquer vínculo com Martins e que não houve interação prévia que justificasse a visita ao perfil.

“Eu não possuo relação com o referido indivíduo e não houve qualquer interação que justificasse tal visita”, escreveu no e-mail enviado ao STF.

Na mesma comunicação, Roquetti ressaltou que entendeu a situação como potencial violação de ordem judicial. “Entendo que a ocorrência descrita pode indicar possível descumprimento de determinação judicial, o que justifica a comunicação imediata ao órgão competente”, acrescentou. No texto, ele solicitou ainda que sua identidade fosse preservada, pedido que foi acolhido pelo ministro.

Ricardo Wagner Roquetti tem histórico de embates com o bolsonarismo desde que foi demitido, em março de 2019, de um cargo de direção no Ministério da Educação, durante a gestão do então ministro Ricardo Vélez Rodríguez.

À época, a saída ocorreu após pressão do filósofo Olavo de Carvalho, morto em 2022, que considerava a pasta parte de sua área de influência. Desde então, Roquetti tem se posicionado de forma crítica a integrantes do grupo olavista, do qual Filipe Martins é um dos seguidores mais conhecidos.

Com base na informação, Moraes determinou inicialmente que a defesa de Filipe Martins prestasse esclarecimentos no prazo de 24 horas. De acordo com o DCM, o magistrado advertiu que, caso não houvesse justificativa idônea, a prisão domiciliar poderia ser convertida em preventiva, nos termos do artigo 312, parágrafo 1º, do Código de Processo Penal. Após analisar a manifestação dos advogados, o ministro decidiu pela prisão preventiva.

Martins foi condenado pelo STF por participação na trama golpista que tentou impedir a posse do presidente eleito, incluindo a colaboração na chamada minuta do golpe. Apesar da condenação, ele ainda não cumpre pena definitiva, uma vez que os recursos apresentados pela defesa não foram esgotados.

Na resposta enviada ao Supremo, os advogados de Martins negaram que ele tenha acessado o LinkedIn. Segundo a defesa, as contas vinculadas ao ex-assessor estão sob gestão exclusiva da equipe jurídica desde fevereiro de 2024, quando foi decretada a prisão preventiva anterior.

“Tal gestão técnica é exercida de forma silenciosa, não comunicacional e desprovida de qualquer exteriorização de vontade ou expressão de pensamento, inexistindo, em consequência, postagem, interação, trocas de mensagens ou qualquer outra forma de atuação comunicacional em plataformas digitais”, afirmaram.

A decisão de Moraes, no entanto, considerou que as informações juntadas aos autos indicam o uso da plataforma para busca de perfis de terceiros, o que configuraria violação direta das cautelares impostas. Para o ministro, a proibição de uso de redes sociais abrange também acessos indiretos ou por intermédio de terceiros.


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Política

PF determina que Eduardo Bolsonaro reassuma cargo de escrivão da corporação

DO informa ainda que “a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”.

A Polícia Federal determinou que o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reassuma as funções de escrivão da corporação. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro perdeu o cargo de parlamentar no final de dezembro por excesso de faltas na Câmara.

O ato ordenando que Eduardo retome as atividades na delegação da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ) foi publicado no “Diário Oficial” da União desta sexta-feira (2), assinado pelo diretor de gestão de pessoas da PF substituto, Licinio Nunes de Moraes Netto.

A publicação informa ainda que “a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”.

O filho de Bolsonaro assumiu seu primeiro mandato de deputado federal em 2015. Eduardo foi cassado por decisão da Mesa Diretora da Câmara em 18 de dezembro, no mesmo dia em que o órgão decretou a perda do mandato de Alexandre Ramagem (PL-RJ).

A Constituição estabelece em seu artigo 55 que perderá o mandato o deputado ou o senador que faltar a um terço das sessões ordinárias do ano, salvo licença ou missão oficial. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Repubilcanos-PB), Eduardo ultrapassou essa marca.

Em setembro, Motta chegou a barrar uma manobra do PL para driblar as faltas de Eduardo. O deputado foi indicado líder da minoria, já que os líderes não precisam justificar suas ausências, mas a designação não foi aceita pelo presidente da Casa.

Eduardo viajou para os EUA em março, de onde comandou uma campanha para que o presidente americano, Donald Trump, determinasse punições a autoridades brasileiras, além de ter articulado o tarifaço contra produtos brasileiros, com o objetivo de livrar o pai da prisão.

Ele diz que viajou ao exterior por sofrer perseguição no Brasil. Por causa da sua atuação no exterior, Eduardo se tornou réu no STF sob acusação de coação.

Apesar do esforço do filho, Bolsonaro foi condenado pelo Supremo a 27 anos e 3 meses de prisão por participação na trama golpista e está preso na sede da PF em Brasília.

Além do mais, os EUA retiraram as sanções da Lei Magnitsky aplicadas contra o ministro Alexandre de Moraes, o que também enfraqueceu a posição política do deputado.

*ICL


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Brasil Mundo

Financial Times prevê quarto mandato para Lula em especial de fim de ano

O jornal britânico Financial Times publicou, nesta quarta-feira (31), sua tradicional lista anual com 20 previsões políticas para o ano seguinte e incluiu a reeleição do presidente Lula nas eleições de outubro de 2026 entre as apostas. Segundo o veículo, o atual chefe do Executivo poderia se beneficiar do desempenho da economia brasileira e de “gols contra” atribuídos à direita bolsonarista.

A publicação menciona o recente histórico de saúde de Lula, lembrando que ele passou por uma cirurgia de emergência na cabeça há cerca de um ano. Ainda assim, o Financial Times afirma que a previsão é de reeleição, apontando fatores como o enfrentamento aos tarifaços do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e resultados econômicos considerados positivos. O jornal também citou a possível candidatura de Flávio Bolsonaro como um dos “gols contra” da direita.

“Gols contra da direita do Brasil também estão o ajudando. Alguns políticos conservadores pediram sanções dos EUA para punir o Brasil pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe, mas a estratégia saiu pela culatra, já que Lula mobilizou a nação em torno dele”, explicou o jornal.

A previsão diz o mesmo que a pesquisa da Genial/Quaest, que apontou que Lula como favorito contra qualquer adversário, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e os governadores do Paraná, Ratinho Junior (PSD), e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nos dois turnos da eleição presidencial de 2026.

Hoje foi dia de o Financial Times cravar o favoritismo de Lula em 2026.

A consequência prática: por se tratar do principal jornal de finanças do mundo, o prognóstico do FT ajuda a normalizar o cenário de Lula 4, moderando expectativas do mercado internacional e da oposição.

Imagem

Nas demais projeções, o Financial Times indicou que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, não aceitará abrir mão da região de Donbas em um eventual acordo de paz com a Rússia, além de uma possível derrota dos republicanos nas eleições para o Congresso dos Estados Unidos, em novembro, segundo o DCM.

O jornal também aposta no derretimento da “bolha” da Inteligência Artificial no mercado financeiro. No levantamento anterior, a publicação acertou 13 das 20 previsões, entre elas a vitória de Donald Trump nas eleições americanas.


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Política

Moraes nega domiciliar e mantém Bolsonaro preso na PF após cirurgias

Ministro do STF afirma que não houve agravamento da saúde e que tratamento pode ser feito na PF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (1) negar o pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro (PL), mantendo sua custódia na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O pedido havia sido protocolado no STF na quarta-feira (31), com o argumento de que a prisão domiciliar deveria ser concedida antes da alta hospitalar do ex-mandatário, em razão de seu quadro de saúde no período pós-operatório. As informações são do 247 e CNN.

Defesa alegou risco à saúde no pós-operatório
No requerimento, os advogados sustentaram que as condições clínicas de Bolsonaro poderiam ser agravadas com o cumprimento do regime fechado. A defesa também citou o caso do ex-presidente Fernando Collor, que obteve autorização para prisão domiciliar, e afirmou que o pós-operatório exigiria cuidados especiais.

Moraes aponta ausência de fatos novos
Ao analisar o pedido, Alexandre de Moraes afirmou que a defesa não apresentou elementos novos que justificassem a mudança de entendimento em relação a solicitações anteriores já negadas pelo Supremo. “Não houve agravamento da situação de saúde de JAIR MESSIAS BOLSONARO, mas sim, quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentido, após a realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos”, escreveu o ministro na decisão.

STF afirma que estrutura da PF atende às prescrições médicas
Na decisão, Moraes destacou que todas as recomendações médicas apresentadas pela defesa podem ser cumpridas nas dependências da Polícia Federal. Segundo ele, a Superintendência da PF garante acesso irrestrito aos profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento do ex-presidente.

O ministro ressaltou ainda que há autorização para a presença de médicos 24 horas por dia no local, o que, de acordo com o entendimento do STF, assegura a continuidade do tratamento sem comprometer o estado de saúde de Bolsonaro.


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