Os parlamentares são acusados de obstruir o Congresso Nacional em protestos contra medidas cautelares impostas a Bolsonaro
“A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu nesta sexta-feira, 8 de agosto, para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, informou em nota a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.
Após passarem pela corregedoria, onde as imagens serão analisadas, os processos voltarão à Mesa Diretora para, então, irem ao Conselho de Ética.
OS DEPUTADOS CITADOS SÃO:
Marcos Pollon (PL-MS);
Zé Trovão (PL-SC);
Júlia Zanatta (PL-SC);
Marcel van Hattem (Novo-RS);
Paulo Bilynskyj (PL-SP);
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ);
Nikolas Ferreira (PL-MG);
Zucco (PL-RS);
Allan Garcês (PL-TO);
Caroline de Toni (PL-SC);
Marco Feliciano (PL-SP);
Bia Kicis (PL-DF);
Domingos Sávio (PL-MG);
Carlos Jordy (PL-RJ);
Camila Jara (PT-MS).
*Oitomeia
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Vagabundo de quinta, que jamais trabalhou na vida porque veio ao mundo pra mamar gostosamente nas tetas do Estado, assim como o pai e os irmãos, segue recebendo uma fortuna do Congresso para tramar golpe de fora para dentro do Brasil em nome da anistia do maior bandido da história desse país.
Bolsonaro nunca valeu nada. Ele tentou usar a mesma tática golpista terrorista contra o comando do Exército depois de ser negada a sua reivindicação de aumento do soldo.
Bolsonaro então, partiu para ameaça de dinamitar a estação do Guandu, entre outros atos de terrorismo dentro dos quartéis e acabou preso e expulso das Forças Armadas.
Para variar, o delinquente também negou seus crimes, mas levou um pé nos fundilhos e teve que virar vereador inútil, assim como foi inútil como deputado e presidente, que chegou ao poder por fraude com seus comparsas, Moro e Paulo Guedes.
Não tem nada de Moraes nessa história. Ele é apenas o ministro do STF, designado a julgar os crimes de tentativa de golpe de Estado, comandada pelo sacripanta que matou mais de 700 mil brasileiros durante a pandemia de Covid, por usar o cargo para negociar propina de US$ 1 por cada dose de vacina, que deveria comprar, como ficou provado na CPI do genocídio.
O que tem que acontecer é cortar imediatamente a dinheirama que Eduardo Ustra Bolsonaro recebe dos cofres públicos para trair o Brasil.
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A imagem que ficou para a história é de um presidente sitiado, que não tem para onde correr
A imagem do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, cercado de bolsonaristas, não foi um registro espontâneo ou aleatório. Ela foi cuidadosamente produzida e meticulosamente preparada. Os amotinados da extrema direita, que tomaram de assalto a Câmara por quase 48 horas, queriam enviar para suas bases eleitorais o discurso subjetivo de que mantêm o controle sobre a política nacional, especialmente quando se organizam e usam da força para alcançar seus objetivos.
Quase duas horas antes do click que eternizou a imagem, Mayrá Lima cantou a pedra: “Eles vão tentar ficar na tribuna, em volta do Motta. Eu se fosse ele não permitiria”. Mayrá é assessora parlamentar e tem quase 20 anos de experiência com a dinâmica do Congresso Nacional, sem falar no doutorado que fez na Universidade de Brasília, onde defendeu uma tese sobre os comportamentos e discursos dos ruralistas. Não foi difícil, para ela, imaginar o que os amotinados estavam planejando.
Como se não bastasse a leitura bem informada, o descuido do deputado Zé Trovão confirmou as suspeitas. Enquanto participava de uma live no telefone celular, ele recebeu uma mensagem do grupo de WhatsApp do PL que apareceu na tela e foi fotografada. A comunicação do PL afirmava: “Gente, esse escudo humano tem que ser com as deputadas na frente”. Bem, eles não obedeceram. Mantiveram os homens ombro a ombro impedindo a aproximação de qualquer político que não fosse bolsonarista. O escudo humano garantiu a imagem que eles queriam produzir.
“Hugo Motta devia ter entrado no plenário com toda a Mesa Diretora da Câmara na frente dele. Seria uma maneira de fortalecer a instituição”, disse Mayrá, que no começo da noite da quarta-feira (6) percebeu que a situação no plenário era grave porque viu os policiais legislativos correndo pelos corredores da casa rumo ao plenário. Motta ameaçou desalojar os amotinados à força, se fosse preciso. Mas na hora “H”, quase desistiu de ocupar novamente a cadeira.
A imagem que ficou para a história é de um presidente sitiado, que não tem para onde correr. “Foi como se eles estivessem dizendo: o senhor se senta, mas quem controla o senhor somos nós. É uma forma subjetiva de expressão de poder, a expressão de um poder simbólico”, afirmou Mayrá.
Ela também comparou as decisões de Hugo Motta com as do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que enfrentava o mesmo problema. Ele não piscou, marcou uma sessão virtual para o dia seguinte, às 11 da manhã.
Motta também deu um ultimato por escrito. Exigiu a cadeira livre até 20h30, caso contrário acionaria a força policial da Câmara e suspenderia mandatos dos responsáveis pelo prazo de seis meses, sem direito a remuneração.
O prazo do ultimato veio, passou, e nada aconteceu. Resta saber se as punições serão aplicadas ainda.
Mas a imagem que ficou é mais forte do que qualquer ameaça verbal ou punição. Ela é eterna. E o recado foi distribuído para a base eleitoral dos amotinados imediatamente, via internet.
*Heloisa Villela/ICL
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Bolsonaro comandou tentativas de golpe de Estado dia 8 de janeiro de 2023 e, agora, está incluindo em sua folha corrida outra tentativa relacionada ao Congresso.
Isso é algo extremamente grave, sério e amplamente discutido no Brasil.
As informações disponíveis até o momento, mantendo a objetividade e evitando especulações, é que Bolsonaro conquistaria a vitória se promovesse uma guerra contra o congresso a favor de sua absurda anistia.
Ou seja, ele foi mais uma vez o comandante de uma nova tentativa de golpe mirando dois poderes da República, Congresso e STF, com a ridícula ameaça de impeachment de Moraes e sabe-se lá mais quem. Plano “Punhal Verde e Amarelo 2.0
Partidos da base aliada do governo Lula cansaram de esperar uma reação de Hugo Motta, e protocolaram um pedido para que a Mesa Diretora da Casa suspenda, por seis meses, os mandatos deputados golpistas que estavam no comando da balbúrdia.
Esses pulhas seguiram as ordens de Bolsonaro, mesmo em prisão domiciliar, porque o que não faltou foi pombo correio na nova investida golpista de Bolsonaro contra a democracia brasileira.
O fato é que, enquanto não for julgado, condenado e preso, o rato vai tentar outros golpes.
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“Agora chegaram à cretinice de distribuir água e alimento para as crianças e de matá-las antes que peguem a comida”, disse o presidente
O presidente Lula já chorou muitas vezes em público, seja ao relembrar sua trajetória de vida ou ao se comover com a dor alheia. Mas, mesmo nos momentos mais difíceis, sempre conteve as lágrimas e seguiu falando, com a voz embargada. Ontem, no entanto, ao receber a equipe do filme O agente secreto no Palácio da Alvorada, ao mencionar a fome no mundo e o assassinato de crianças em Gaza, Lula não conseguiu conter o choro. Desabou num pranto que lhe tirou a voz e arrancou soluços.
Políticos geralmente não choram — não por serem fortes, mas por muitas vezes terem perdido a sensibilidade e a empatia. Lula, depois de se engasgar, concluiu sua fala:
— Agora chegaram à cretinice de distribuir água e alimento para as crianças e de matá-las antes que peguem a comida. Então, a cultura é temida porque ela traz consciência política, não nos deixa ser submissos, nos faz revolucionários. Não para pegar em armas, mas revolucionários no comportamento e nas ideias.
Estreia nacional no Alvorada O agente secreto, longa-metragem que conquistou o prêmio de melhor filme na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes, para o diretor Kleber Mendonça Filho, e o de melhor ator para Wagner Moura, foi exibido pela primeira vez no Brasil no chamado “cineminha do Alvorada”.
Antes da sessão, Lula, Janja e a ministra da Cultura, Margareth Menezes, recepcionaram no jardim do palácio, em um tapete vermelho sob as colunas iluminadas, o diretor Kleber, o ator Wagner Moura e toda a equipe do filme. Jornalistas e convidados acompanharam a apresentação da Orquestra Popular do Recife, que também se exibiu em Cannes, diz Tereza Cruvinel, 247.
— Esse filme de vocês é uma lição de dignidade, para que nós, brasileiros, aprendamos mais uma vez que a gente não é menor do que ninguém. A gente não é menos sabido do que ninguém, nem é mais feio que ninguém. Somos gente — e gostamos de gente.
Cultura como presença do Estado
Kleber Mendonça celebrou o fato de a primeira exibição nacional do filme acontecer justamente na residência oficial do presidente da República, que também é um marco da história e da arquitetura brasileira:
— Estou ansioso para que ele seja visto por todo o povo brasileiro. Wagner Moura destacou a importância de viver em um país onde o presidente valoriza e respeita a cultura. Ressaltou ainda o quanto é significativo, para artistas e produtores, sentir a presença do Estado — na figura do presidente — apoiando a criação nacional:
— É fundamental saber que temos um presidente que torce pelos artistas, liga para quem é premiado, valoriza a cultura e reconhece sua relevância para o país.
Lula chora ao falar sobre Gaza. A fala ocorreu na edição desta quinta-feira do Cine Alvorada. O presidente recebeu o elenco do filme O Agente Secreto 👇 pic.twitter.com/mGwJtaqXJ5
Parlamentares da base bolsonarista estão revoltados com a posição do presidente do Senado sobre o impeachment de Alexandre de Moraes
Senadores bolsonaristas protocolaram nesta quinta-feira (7) um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após obterem as 41 assinaturas necessárias.
No entanto, a alegria dos senadores bolsonaristas durou pouco. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi categórico durante reunião com líderes: “Nem se tiver 81 assinaturas, ainda assim não pauto impeachment de ministro do STF para votar.”
A declaração de Alcolumbre já repercute entre os parlamentares bolsonaristas e provocou uma reação inacreditável do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que fez uma grave ameaça ao presidente do Senado.
Por meio de suas redes sociais, Nikolas Ferreira ironizou a fala de Alcolumbre e disse: “Então serão dois impeachments.” Com Forum.
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A entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao The New York Times, publicada em 30 de julho de 2025, gerou grande repercussão e quebrou recordes de engajamento nas redes sociais.
Segundo um levantamento da FGV Comunicação, o post sobre a entrevista no Instagram do jornal alcançou mais de 746 mil interações (curtidas e comentários), tornando-se a publicação com maior engajamento do NYT em 2025.
Esse número superou todos os outros conteúdos do jornal no ano e, em comparação com 2024, só ficou atrás de uma postagem sobre a morte da atriz Maggie Smith.
A entrevista, na qual Lula criticou as tarifas de 50% impostas por Donald Trump a produtos brasileiros, foi destacada pelo jornal com o título “Ninguém desafia Trump como o presidente do Brasil”, impulsionando debates sobre a soberania brasileira e as tensões comerciais com os EUA.
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Edegar Pretto explica que recomposição do armazenamento beneficia pequenos agricultores e consumidores
Neste mês de julho, o Brasil celebrou a saída do Mapa da Fome, um mecanismo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) que mede o índice de insegurança alimentar nos países.
No entanto, esse é apenas o primeiro passo na garantia de uma alimentação de qualidade para a população brasileira. É necessário atrelar outras políticas públicas que assegurem o acesso das pessoas a uma alimentação digna, que privilegie alimentos in natura e minimamente processados.
Isso inclui pensar políticas que proporcionem mais segurança para os agricultores familiares e que viabilizem o abastecimento do mercado interno, como é o caso da retomada, pelo governo federal, da política de estoques públicos de grãos, que foi abandonada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que neste ano a safra de arroz chegue a 12 milhões de toneladas. O número indica um crescimento em relação a 2025 e, segundo o presidente do órgão, Edegar Pretto, reflete a confiança dos pequenos agricultores nas políticas implementadas.
“Vamos colher mais de 12 milhões de toneladas de arroz, que é 1.5 milhão de toneladas a mais do que a safra do ano passado. Uma grande safra de feijão, mais mandioca, mais hortaliças, porque os agricultores se viram de novo viabilizados economicamente produzindo para o nosso mercado interno. Traz de novo uma segurança e vai exatamente nessa direção, da formação de estoque”, pontua Edegar Pretto, em entrevista ao Conversa Bem Viver, programa do Brasil de Fato.
Pretto destaca que a formação de estoque, além de beneficiar os produtores, também impactam diretamente no controle de preços para o consumidor que adiquire o produto na prateleira do supermercado.
“Com uma mão, compramos pagando um preço melhor para quem produz, e quando o preço subir no supermercado, botamos esse produto no mercado para equilibrar os preços para os consumidores e garantir um produto com um preço justo para quem consome”, explica.
*BdF
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Alcolumbre chama sessão virtual no Senado e Câmara prepara punições de até seis meses a deputados que resistirem a deixar o plenário
A reunião dos colégios de líderes no Senado e na Câmara dos Deputados terminou com decisões duras contra os parlamentares que seguem ocupando os plenários das duas Casas em protesto à prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. As mesas diretoras reagiram à ofensiva bolsonarista com a convocação de sessões extraordinárias e a sinalização de punições regimentais.
No Senado, o presidente Davi Alcolumbre (União-AP) convocou uma sessão virtual para esta quinta-feira (7), na qual será discutida a retomada das atividades legislativas e o encaminhamento institucional diante da ocupação liderada por senadores aliados de Bolsonaro. A sessão também prevê a votação do projeto que mantém a faixa de isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 3 mil.
Em nota oficial divulgada na noite desta quarta-feira (6), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou que a sessão deliberativa desta quinta-feira (7), às 11h, será realizada em sistema remoto. A medida, segundo ele, tem como objetivo “garantir o funcionamento da Casa e impedir que a pauta legislativa, que pertence ao povo brasileiro, seja paralisada” diante da ocupação bolsonarista.
Com tom duro, Alcolumbre afirmou que “não aceitarei intimidações nem tentativas de constrangimento à Presidência do Senado” e deixou claro que “o Parlamento não será refém de ações que visem desestabilizar seu funcionamento”. A nota reforça que o Senado seguirá votando matérias de interesse da população, como o projeto que assegura a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até dois salários mínimos, e conclui: “A democracia se faz com diálogo, mas também com responsabilidade e firmeza”.
Bagunça no Congresso Durante a reunião de mais cedo, Alcolumbre demonstrou forte irritação com a situação, classificando a ocupação como uma afronta à presidência da Casa. Senadores relataram que o clima foi de ruptura e que não há mais margem para qualquer negociação com os ocupantes. “Eles queimaram pontes que nem sequer estavam construídas”, disse à coluna um senador do MDB.
Na Câmara dos Deputados, a Mesa convocou sessão presencial ainda para esta quarta-feira (6), com previsão de entrada conjunta de todos os líderes às 20h no plenário.
A expectativa, segundo fontes que participam da articulação, é de que o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) determine a retomada imediata da soberania do Plenário e aplique punições de até seis meses de suspensão aos deputados que insistirem em manter a ocupação. A medida tem amparo no Regimento Interno da Casa e no Código de Ética.
As decisões vêm após dois dias de paralisação e embates públicos, diz o ICL.
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Que tal o ovo a menos de 0,50 centavos a unidade? Manga, está covardia. R$ 3,00 o quilo. Cebola R$ 2,90, o inhame a R$ 3,90.
Na vida como ela é, o tarifaço foi gol de placa em prol do bolso dos brasileiros.
Se a intenção de Bolsonaro, quando mandou seu filho capacho, Eduardo, operar contra o Brasil para atingir Lula e Moraes, os preços nas gondolas sugerem que a tarifa de Trump, musa da extrema direita fez água, se muito.
Se a prosápia de Eduardo, cada vez mais ameaçadora e pomposa, era no sentido de transformar o Brasil de Lula em terra arrasada, o pateta está engolindo a seco o que julgou ser a grande tacada para livrar a cara do pai da cadeia.
É a glória às avessas da oposição terrorista que, em desespero de causa, tenta parar o Congresso.
Até antão, no dia do tarifaço, o dólar opera em queda e o Ibovespa em alta robusta.
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