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Vídeo: Ex-organizador de motociatas escracha Bolsonaro: “Como fui tão trouxa?”

Jackson Villar ainda saiu em defesa do ministro do STF Alexandre de Moraes e criticou gestão de Paulo Guedes.

O ex-bolsonarista Jackson Villar, empresário conhecido por ter organizado motociatas em apoio a Jair Bolsonaro (PL), chamou atenção nas redes após publicar um vídeo em que exalta a queda de preços e critica a gestão do ex-presidente. “Como fui tão trouxa em apoiar uns cretinos desses?”, questiona.

“Por que no seu governo você não conseguia baixar essa porra? Hein, miserável? Esse Paulo Guedes tinha que ser preso, esse cara tinha que pagar pelo que ele fez com o país, ele ferrou o país. Aí você tinha que ver o Bolsonaro (dizer): ‘Cada vez mais a carne está virando um produto de luxo no mundo inteiro’. Um país como esse cheio de boi, uma plantação dessa, e o cara tem que falar que a carne está virando produto de luxo. Dá vontade de pegar um cabra desse e dar uma pisa”, desabafa o empresário.

Villar ficou conhecido por organizar motociatas e por ter participado da organização de bloqueios de estradas após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2022.

A publicação já tem 950 mil visualizações no TikTok em 24 horas. Em outras publicações, o empresário critica diversas vezes o ex-ministro Paulo Guedes e mostra preços que, segundo ele, abaixaram desde o início da gestão petista.

Villar comenta ainda sobre o preço do contra-filé e do pão no estabelecimento: “Contra-filé a R$30. Está vendo aí? Eu peguei logo três peças. Tudo caro. O pão, que aqui eram R$12, caiu para R$5. Como é que eu fui tão trouxa de apoiar uns cretinos desses? Bota na cadeia”.

O empresário também já criticou a prática de pedir doações feita por políticos. “O meu recado hoje vai para esses deputados federais e essa falsa direita que está em Brasília. Quero dizer para vocês que vocês estão dando nojo para o povo. (…) Eu fico com nojo de mim mesmo de ter te apoiado. (…) Por que vocês não pediram Pix para ajudar crianças que estão em um hospital esperando na fila para comprar um remédio? (…) Eu fico vendo um bando de alienados seguindo uns otários desses. Primeiro aquela ‘Carla Zumbi’ pedindo Pix, depois o Dallagnol. Vai se lascar! Agora o Bolsonaro, um cara que tem vários imóveis e ganha R$100 mil por mês. Gente, pelo amor de Deus. Que país é esse? Como que eu posso falar que sou direita vendo uma m* dessas?”, diz Villar na postagem.

Defesa de Moraes
Em outro vídeo, Villar comenta o episódio de agressão sofrido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, um casal chamou Moraes de “bandido, vendido e comunista” enquanto o genro da dupla deu um golpe no filho do magistrado.

“E eu quero me solidarizar com o que aconteceu com o Xandão. Isso é legal? Agredir o filho do cara? P*, bicho! Não tenha dó não, Xandão. Bota esses vagabundos tudo na cadeia”, disse Villar.

O empresário foi alvo de uma decisão de Moraes durante as eleições do último ano. Na época, o magistrado derrubou grupos de transmissão administrados por ele na rede Telegram. Um deles, chamado “Nova Direita 70 milhões”, tinha 182 mil membros.

Motociatas
Em junho de 2021, o evangélico organizou uma motociata em São Paulo que contou com a presença de Jair Bolsonaro.

O Ministério Público abriu uma investigação sobre as condições sanitárias da manifestação, que aconteceu durante a pandemia da Covid-19. Nenhum integrante do carro principal utilizou máscara.

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PGR pede acesso às redes sociais usadas por Bolsonaro com informações sobre urnas, Forças Armadas e STF

O acesso a informações nas redes sociais usadas por Jair Bolsonaro que tenham como tema urnas eletrônicas, Forças Armadas e o Supremo Tribunal Federal, entre outros, foi solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao STF, segundo O Globo.

O pedido foi feito nesta segunda-feira em um inquérito que investiga incitadores dos atos golpistas de 8 de janeiro, que tem Bolsonaro como um dos alvos. O relator é o ministro Alexandre de Moraes.

O subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, responsável pelas investigações dos atos golpistas, ressalta que essa solicitação já havia sido feita, mas que não foi analisada por Moraes. Por isso, Santos reiterou o pedido nesta segunda.

A PGR quer acesso a publicações de Bolsonaro em redes como Facebook, Instagram, TikTok, Youtube, Twitter e Linkedin que sejam “referentes a eleições, urnas eletrônicas, Tribunal Superior Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Forças Armadas e fotos e/ou vídeos com essas temáticas.

Além disso, quer que as redes apresentem as métricas de cada publicação, como visualizações, curtidas, compartilhamentos e comentários. Ainda foi solicitada uma lista completa dos seguidores de Bolsonaro.

O objetivo é obter “dados concretos” que possam “fundamentar uma análise objetiva do alcance das mensagens, vídeos e outras manifestações publicadas pelo ex-presidente da República nas redes sociais”.

Bolsonaro foi incluído no inquérito por ter compartilhado, dois dias após o 8 de janeiro, um vídeo acusando, sem provas, a ocorrência de uma fraude nas eleições do ano passado. Em depoimento prestado à Polícia Federal (PF), Bolsonaro afirmou que publicou o vídeo por engano.

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Deputado do PL de Bolsonaro faz o “L” em foto com ministros de Lula

Deputado federal do PL, partido de Jair Bolsonaro, Yuri do Paredão posou sorridente fazendo o “L”. No registro obtido pela coluna, o parlamentar está acompanhado de dois ministros de Lula: Paulo Pimenta (Comunicação Social) e Waldez Góes (Desenvolvimento Regional). Também estão na foto a vice-governadora do Ceará, Jade Romero; o secretário de Recursos Hídricos, Robério Monteiro; e o deputado Pedro Campos.

A cerimônia em questão ocorreu na quinta-feira (13/7) e marcou o novo sistema de bombas da transposição do Rio São Francisco, em Salgueiro, no Ceará, reduto eleitoral de Yuri do Paredão.

O PL vive uma crise interna. De um lado, estão bolsonaristas inconformados com a adesão de parte da sigla ao governo federal. Do outro, estão parlamentares do chamado “PL raiz”, que mantêm posição mais ao centro e querem compor com Lula.

Esta não é a primeira vez que Yuri irrita a ala bolsonarista do partido. Em maio, o parlamentar apareceu em uma foto com o próprio presidente Lula, ladeado por outros políticos do PT.

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O que escondem as agressões a Alexandre de Moraes

Ou… por que as investigações do caso devem continuar.

Num país em que ministros do Supremo Tribunal Federal são continuadamente hostilizados, investigações contra os agressores são fundamentais para frear o ímpeto antidemocrático.

Podem, inclusive, ser essenciais na cura de uma democracia adoecida, caso do Brasil.

Com sua visão golpista de mundo, Jair Bolsonaro atacou os outros poderes em seu mandato, mas também fez questão de agredir verbalmente Alexandre de Moraes. Há dois anos, chamava o magistrado de “canalha” enquanto bradava, na Avenida Paulista, que não cumpriria mais suas decisões.

Era o sinal verde do então presidente para que o ministro se tornasse o alvo número 1 do bolsonarismo.

Agora, mesmo após as eleições, Alexandre de Moraes continua sendo xingado de “bandido”, “comunista” e “comprado”. Desta vez, no aeroporto de Roma, acompanhado de seus familiares.

Segundo apurou a coluna, o fato de o magistrado ser o presidente do Tribunal Superior Eleitoral poderá ser considerado um agravante contra os acusados de envolvimento no caso.

Que seja! E que a Polícia Federal descubra, através das câmeras e de depoimentos, quem começou as agressões no aeroporto europeu, e mais: quem embarcou com eles na empreitada de xingar o ministro.

Quando essas situações forem sendo elucidadas e punidas, com a imprensa noticiando os casos, o país poderá ir voltando à normalidade – mesmo que essa resiliente polarização política permaneça no nosso encalço.

*Matheus Leitão/Veja

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Moro tem mandato sob ameaça e corre risco de derrota já no Paraná

TRE julgará pedido de cassação após mudanças em sua composição; defesa de senador diz confiar em análise técnica.

Réu em uma ação de investigação judicial eleitoral por suspeita de abuso de poder econômico na pré-campanha das eleições de 2022, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) corre risco de derrota já em seu próprio reduto, a Justiça do Paraná, segundo a Folha.

A avaliação é de adversários políticos e também de aliados do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, para os quais há uma tendência desfavorável a Moro no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do estado.

A fase atual do processo, que pode decidir pela cassação de seu mandato, é de produção de provas. Além de irregularidades na pré-campanha, Moro é acusado de gastos eleitorais acima dos limites estabelecidos pela lei.

Para a disputa pelo Senado do Paraná, o teto era de R$ 4,4 milhões. Moro declarou um gasto de R$ 5,2 milhões, segundo o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O senador nega qualquer irregularidade.

O clima antes apontado como favorável para o ex-juiz federal mudou desde o dia 5, com a posse de três novos integrantes do tribunal.

A substituição de membros do TRE levou até à designação de um novo relator do caso. Com a saída de Mário Helton Jorge do tribunal, o desembargador D’ Artagnan Serpa Sá assumiu a relatoria da ação.

No meio jurídico, a aposta era a de que Helton apresentasse um parecer pela improcedência da representação contra Moro. Mas ele acabou submergindo após repercussão do discurso, durante sessão em abril, em que afirmou que o Paraná “tem nível cultural superior ao Norte e ao Nordeste” e que é um local que não tem o “jogo político dos outros estados”.

Helton havia assumido a relatoria do caso após o vice-presidente e corregedor do TRE, Fernando Wolff Bodziak, se julgar impedido.

Em junho, Helton indeferiu pedidos de quebra de sigilo e busca e apreensão contra os investigados.

No Tribunal de Justiça do Paraná, o novo relator não figura na lista dos lava-jatistas. Entre seus pares, Serpa Sá —que foi assessor do ex-governador José Richa— é descrito como capaz de resistir à pressão de apoiadores de Moro.

Também estreia no tribunal o advogado Julio Jacob Junior. Ligado ao ex-governador tucano Beto Richa, ele foi nomeado pelo presidente Lula (PT) em abril, após um périplo por Brasília.

Seu nome também foi submetido a uma junta composta pelo governo, apresentando-se como um advogado sem vínculos políticos, garantista, ou seja, da corrente que tende a privilegiar os direitos individuais e a presunção de inocência nos julgamentos.

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Governo Lula vai arquivar processo contra lojas de alimentos eróticos

O Ministério da Justiça vai arquivar um processo administrativo aberto pelo governo Bolsonaro contra lojas que vendem alimentos em formato de genitais. A ação tramita na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e mira cinco lojas, que ficam em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Maringá (PR), segundo Guilherme Amado, Metrópoles.

No ano passado, o ministério proibiu as lojas La Putaria (Rio de Janeiro e Belo Horizonte); Ki Putaria (Salvador); Assanhadxs Erotic Food (São Paulo); e La Pirokita (Paraná) de venderem os alimentos eróticos a menores de 18 anos e de divulgarem conteúdo “pornográfico” em letreiros, sob pena de multa. As lojas disseram que já não vendiam os produtos a pessoas menores de idade. Em protesto, a La Putaria, que comercializa crepes eróticos e tem filiais em Portugal e Itália, chegou a mudar seu nome para “La Censura”.

A gestão atual da pasta, no governo Lula, avalia que essas empresas não cometeram nenhuma infração contra os consumidores, e que tratou-se de uma medida moralista, sem amparo legal.

Naquela época, a Senacon era comandada pelo advogado Rodrigo Roca, próximo à família Bolsonaro. Nos últimos anos, Roca advogou para o senador Flávio Bolsonaro, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro que está preso e na mira da CPMI do 8 de Janeiro.

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Alexandre de Moraes está sob pressão militar para soltar Mauro Cid

Acabou a carreira do ex-ajudante de ordem de Bolsonaro, mas não a solidariedade dos seus colegas de farda.

O Alto Comando do Exército pressiona o ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, para que solte o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordem de Bolsonaro, preso há mais de 70 dias, suspeito de ter cometido uma série de crimes, entre eles, o de tentar derrubar a democracia.

Mauro Cid está numa dependência confortável no QG do Exército, em Brasília. Recebe visitas diárias, circula à vontade por onde pode, é saudado pelos amigos, nada lhe falta – salvo voltar para a companhia da família, em casa. Seu pai, um general da reserva amigo de Bolsonaro, incita os ex-colegas de farda a libertá-lo.

Alexandre de Moraes resiste à pressão. Alega que a Polícia Federal continua investigando fatos que incriminam Mauro Cid, e que ainda não chegou a hora de pô-lo em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. É isso o que fará mais adiante. Como fez com Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro.

Na casa de Torres, foi encontrada uma minuta do golpe que Bolsonaro cogitou aplicar para impedir a posse de Lula; na memória do celular de Mauro Cid, outra minuta, e mensagens trocadas por ele com militares da reserva. A carreira militar de Mauro Cid acabou, e ele bem sabe disso.

A de Bolsonaro acabou em 1986, quando ele deixou o Exército, mediante acordo, acusado de conduta antiética por ter planejado atentados terroristas contra quarteis. Ganhou a patente de capitão para ir embora caladinho. Até que voltou, como presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas.

*Blog do Noblat

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Empresário apontado como agressor do filho de Moraes foi candidato a prefeito pelo PL

Apontado pela Polícia Federal como um dos agressores do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o empresário Roberto Mantovani Filho, do município de Santa Bárbara d’Oeste (SP), é apontado pela Polícia Federal como um dos três brasileiros responsáveis pelas agressões ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), diz o 247.

Em 2004, Mantovani foi candidato a prefeito pelo PL, partido de Jair Bolsonaro, mas perdeu as eleições. O empresário é do PSD atualmente. Além dele, a PF identificou outros dois agressores: uma mulher, identificada como Andreia Mantovani, e Alex Zanatta.

A família do ministro foi hostilizada na sexta-feira (14), no Aeroporto Internacional de Roma, na Itália. As agressões aconteceram após Andreia Mantovani chamar Moraes e “bandido, comunista e comprado”.

Internautas cobraram punição ao repudiar as agressões contra o ministro, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

roberto-mantovani

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PF ordena que Anderson Torres devolva salários recebidos na prisão

Decisão da PF se baseia em nota do Ministério do Planejamento.

A direção da Polícia Federal decidiu cobrar que o ex-ministro da Justiça Anderson Torres devolva os salários que recebeu enquanto estava preso preventivamente, segundo o Metrópoles.

A decisão tem como base uma nota técnica de 2013 do Ministério do Planejamento que prevê que a remuneração de servidores públicos federais será suspensa em caso de prisão preventiva.

Torres é delegado de carreira da PF desde 2003, ou seja, há 20 anos. Pelo cargo, ele recebe salário mensal de cerca de R$ 30 mil, remuneração que continuou recebendo mesmo após ser preso.

O ex-ministro foi preso em 14 de janeiro de 2023 em investigação que apura suposta omissão dele nas invasões golpistas do 8 de Janeiro, quando era secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

Torres ficou detido no 19º batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal até 11 de maio, quando foi solto por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes e passou a usar tornozeleira eletrônica.

Além do desconto do salário, Anderson Torres enfrenta um processo administrativo interno na PF que deve culminar com a sua expulsão definitiva da corporação.

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Flávio Dino acionou PF para investigar agressão a Alexandre de Moraes e família

O ministro da Justiça, Flávio Dino, conversou com Alexandre de Moraes depois da agressão que o ministro do STF sofreu no aeroporto de Roma, onde estava com sua família. Embora o crime tenha ocorrido no exterior, os agressores, que são brasileiros, poderão ser punidos no Brasil.A PF já identificou os agressores. Uma mulher chamada Andreia chamou Alexandre de Moraes de “bandido, comunista e comprado”.

Um homem identificado pela PF como Roberto Mantovani Filho teria agredido fisicamente o filho do ministro. Flávio Dino foi ao Twitter para expressar usa indignação, diz o 247.

“Até quando essa gente extremista vai agredir agentes públicos, em locais públicos, mesmo quando acompanhados de suas famílias? Comportamento criminoso de quem acha que pode fazer qualquer coisa por ter dinheiro no bolso. Querem ser ‘elite’ mas não têm a educação mais elementar”, escreveu Dino na rede social.

Alexandre de Moraes pode ainda mover ação por danos morais contra os agressores.

Moraes estava com a sua família no aeroporto, quando voltava de uma palestra que ministrou na Universidade de Siena.

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