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Master pagou R$ 27 milhões ao Metrópoles; dinheiro foi para Luiz Estevão, dono do site condenado por corrupção

Relatório do Coaf classifica como atípicos repasses milionários do Banco Master, de Daniel Vorcaro, ao Metrópoles e cita envio imediato a empresas ligadas a Luiz Estevão

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que o Banco Master repassou R$ 27.283.800 ao Metrópoles Marketing e Propaganda LTDA, empresa que controla o portal Metrópoles, entre 2024 e 2025. O documento classifica as operações como “inusitadas” e indica movimentação “incompatível com o faturamento médio mensal” da empresa.

Segundo o relatório, revelado nesta quarta-feira (9) em reportagem do jornal Estadão, parte dos valores recebidos pelo Metrópoles foi transferida de forma imediata para empresas ligadas à família do ex-senador Luiz Estevão, dono portal condenado por corrupção que chegou a ser preso. O Coaf afirma que esse padrão “pode configurar possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.

As comunicações que deram origem ao relatório foram feitas pela Caixa Econômica Federal, que apontou o recebimento de “valores inusitados”, além da rápida saída dos recursos após o crédito.

O documento cita transferências para empresas como Madison Gerenciamento S/A, Sense Construções e Participações S/A e Macondo Construções e Participações S/A, todas com participação de Luiz Estevão e de suas filhas.

Em um dos trechos do alerta feito ao Coaf, a Caixa explica o motivo pelo qual considerou a movimentação atípica:

“A comunicação ao Coaf é justificada pois no período analisado foi movimentado recursos incompatíveis com o faturamento médio mensal da pessoa jurídica, identificamos o recebimento de transferências de valores inusitados, a movimentação foi caracterizada pelo recebimento de crédito com o débito imediato dos valores, há indícios de movimentação de recursos em benefício de terceiros e movimentação com pessoas expostas politicamente”.

Os dados mostram ainda que o Master foi o principal remetente de recursos ao Metrópoles em 2025, com transferências que chegaram a R$ 5,7 milhões. No segundo semestre de 2024, os repasses somaram R$ 838,8 mil. O restante foi enviado entre janeiro e outubro de 2025.

Datas dos repasses levantam suspeitas
Luiz Estevão afirma que os pagamentos estão relacionados ao patrocínio do Will Bank, então ligado ao Master, à transmissão da Série D do Campeonato Brasileiro de 2025 pelo Metrópoles, além da venda dos naming rights da competição.

A sequência dos fatos, porém, não é linear.

Os repasses começaram em janeiro de 2025, enquanto a Série D teve início apenas em 19 de abril. O acordo de transmissão entre Metrópoles e CBF só foi anunciado nos dias 2 e 3 de julho, e as primeiras partidas exibidas ocorreram na 11ª rodada, em 5 e 6 de julho.

Já a implementação dos naming rights ocorreu ainda depois: a marca do Will Bank passou a aparecer nas placas dos estádios apenas em 26 de julho, na 14ª rodada da competição.

Assim, os pagamentos começaram meses antes da efetiva exposição da marca nas transmissões e nos jogos.

Quem é Luiz Estevão
Ex-senador cassado em 2000, Luiz Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por irregularidades nas obras do Fórum Trabalhista de São Paulo. Ele responde por crimes como corrupção ativa, peculato, estelionato e formação de quadrilha.

Começou a cumprir pena em 2016, após o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar seus recursos. Em 2020, deixou a prisão e passou a cumprir pena em regime domiciliar. De acordo com a Forum, posteriormente, foi beneficiado por um indulto concedido com base no decreto de Natal assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro.

Além do setor de comunicação, atua nas áreas imobiliária, de eventos e esportiva. Reportagem anterior da Fórum mostrou que ele negociou diretamente com o Will Bank o acordo de patrocínio e naming rights da Série D.

Luiz Estevão, dono do Metrópoles, quando estava preso

Metrópoles omitiu repasses enquanto explorava relações do Master
A revelação dos repasses ocorre em meio à publicação, pelo Metrópoles, de reportagens que abordam, em tom de suspeição, pagamentos do Banco Master a políticos, autoridades e agentes públicos, além de explorar as relações do banqueiro Daniel Vorcaro com integrantes do sistema político e institucional.

Ao mesmo tempo, o portal não informa ao leitor que sua própria empresa recebeu mais de R$ 27 milhões do banco.

O relatório do Coaf não apenas confirma esses repasses, como aponta que as operações foram consideradas atípicas, com movimentações fora do padrão e transferência imediata de parte dos recursos para empresas ligadas a Luiz Estevão, controlador do veículo.

Histórico recente levanta questionamentos sobre atuação editorial
A atuação do Metrópoles já havia sido questionada em outro episódio recente.

Em dezembro de 2025, o portal publicou reportagem insinuando que a Polícia Federal teria apreendido carros de luxo em endereços ligados ao Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi). Reportagem da Fórum revela que documentos oficiais da PF, porém, mostram que foram apreendidos apenas documentos e computadores.

Uma matéria do DCM revelou ainda que, antes da publicação, o Metrópoles havia procurado o sindicato com uma proposta de conteúdo pago, no valor de R$ 97 mil, no formato “Expressão de Opinião”. Após a recusa, a matéria com informações incorretas foi publicada.

Advogados do Sindnapi afirmaram à Fórum que o portal atuou como “parte interessada” e criticaram a falta de apuração.

O episódio é citado porque envolve a combinação entre abordagem comercial e cobertura editorial — aspecto que volta ao centro do debate com a revelação dos repasses do Banco Master.

O que diz Luiz Estevão
Luiz Estevão nega irregularidades e sustenta que os pagamentos têm origem contratual.

“O valor foi maior. Eles não pagaram tudo. Ainda estão devendo dinheiro e estamos atrás de receber (…) O valor não está nada fora. E ainda temos que comprar os direitos da CBF, que não disponibiliza gratuitamente, não. O dinheiro que eu recebi passa a ser meu e faço com ele o que eu quiser. Posso comprar publicidade no Estadão, posso transferir esses recursos para outras empresas minhas, comprar um imóvel, fazer o que quiser”, declarou o empresário.


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Política

Operação cerca frango

Flavio Bolsonaro, quem diria, defensor da liberdade ampla, geral e irrestrita nas redes, contra censura, quer censurar quem publica sobre seu famigerado esquema de rachadinha (peculato e formação de quadrilha).

O foiceiro de Rio das Pedras e Muzema não quer ser enforcado com a corda que retrançou, não quer nem ouvir falar em ser picado pela víbora que alimentou, o que ele quer é uma vara de condão judicial que desapareça com seu passado, digamos, feiticeiro, que fazia com que todos que trabalhavam em seu gabinete, inclusive irmã e mãe do chefe do escritório do crime, Adriano da Nóbrega, entregassem nas mãos do famoso Fabrício Queiroz 90% da festa com dinheiro público.

Sua primeira tacada foi no fígado de quem faz post contra ele no X para que a plataforma fornecesse dados pessoais de quem o denunciasse, como (CPF, telefone, email e registro de acesso de usuários).

O problema é que muitos associam Flavio a facções criminosas, miílicas ou o chamam de ladrão, ou seja, é gente bem informada. Já Flavio vem com aquela baba de quiabo, dizendo que se trata de uma campanha caluniosa, feita por perfis anônimos.

Administradores do X refutaram o pedido de Flavio, dizendo que não fornecerão as informações em nome da liberdade de expressão, coisa que, até dias atrás, bolsonaristas como Flavio defendiam com unhas e dentes e que seria absurdo censurar as redes sociais.

Quando é no cool dos outros, é refresco.

Resumindo, sim, o liberalzinho de meia pataca que defendia aos quatro cantos liberdade de expressão para atacar, sobretudo Lula com calúnias baixas, agora, não tendo como segurar o repuxo que apenas começou com as denúncias de seu passado imundo, quer resistir na base da carteirada, exigindo que o X se transforme na Abin paralela 2.0, o que foi totalmente repudiado pelos administradores do X.

A verdade é que os detalhes não só das rachadinhas e de outros tantos esquemas de corrupção ainda nem foram colocados na mesa e o Flavio Caganeira já está com andaço.


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Mundo

Os 15 dias de Trump equivalem às 72 horas de Bolsonaro

O mundo todo já sabe que não há nada de definitivo nas promessas de Trump.

Trump é um dependente compulsivo de seu cinismo mentiroso. O sujeito possui uma cara dura, tão ou mais lavada que a de Bolsonaro, “o honesto do convento”.

Mas como sabemos, no mundo, há uma legião de tolos que perfumam as merdas que as extrema direita faz para que o odor seja menos fedorento, o conhecido peraí que eu passo aqui na volta, ou vou ali comprar um cigarro, foi largamente utilizado por Bolsonaro no cômico pedido de seu fanático gado do cercadinho, para esperarem 72 horas, que aconteceria uma virada na goleada que Bolsonaro estava levando, e o gado não arredava pé, dormindo sentado ou deitado no capim, aguardando o grito de guerra do spala que nunca aconteceu.

Trump, numa tentativa de rolar sua dívida, meteu a falácia na sua explicação de derrota para o Irã, que deu aos persas 15 dias de trégua. Tá, o alto venerado pedófilo está num mato sem cachorro como uma bússola bêbada, como um cão sarnento sem dono.

Netanyahu não conta, é apenas um sicário do Vorcaro americano, um bosta que arrota o que nem 1% tem sem o guarda-chuva dos EUA.

Na verdade, Israel e Netanyahu conseguem ser mais falaciosos que o próprio Trump, com a velha cascata de que são os “escolhidos de Deus”, mesmo a realidade mostrando que Israel não está nem entre as 30 maiores economias do mundo e que não duraria um dia sequer sob fogo cerrado do Irã.

Israel é um bodega, um exército feito de encalhes de saldão de mercadoria populesca. Não fossem os dogmas religiosos, o aticismo de Israel já tinha estalado o verniz e mostrado como aquilo que chamam de Estado não passa de um expurgo norte-americano que não tem verdade humana ou política econômica nenhuma, do contrário já teriam sido varridos do mapa.

Netanyahu é um dependente compulsivo das caduquices de Trump, tanto que mandou o genocida de populações civis desarmadas como a Palestina, repousar em algum museu de guerra ou deixaria o pau cantar de forma generalizada contra o quarto de dispensa dos americanos no Oriente Médio.

Seja como for, não há como filosofar diante de uma ralidade dura de derrota, diria mais, não há como a caturra fiada de Trump e Netanyahu produzir um ambiente séptico que possa germinar qualquer lero lero vulgar para justificar o tombo que os sábios levaram dentro dos próprios laboratórios de manipulação global.

Para a imensa maior parte da comunidade internacional, o galo negro deu um tranco na coruja e a profecia logaritma dos fodões do planeta, bateu biela na própria álgebra.

Os 15 dias diz ter dado trégua ao Irã, não são um pano de fundo, mas uma peneira furada com um condão seguro com um cabo de vassoura.

Os cultores da força indestrutível dos EUA terão que baixar em outra freguesia. O rádio motor da propaganda americanófila no mundo, foi para o caráleo.


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Política

O PowerPoint reverso do beija-mão de Sadi a Bolsonaro

A inacreditável powerpointista, Andreia Sadi, no beija-mão de Bolsonaro, o genocida que matou por covid mais de 700 mil brasileros, que se encontra preso por tentar dar um golpe de Estado no Brasil e assassinar o presidente Lula, o vice Alckmin e o mistro do STF, Alexandre de Moraes, além de uma gama incontável de casos de corrupção, singelamente, depôs na GloboNews que o vizinho do assassino de Marielle acertou na escolha de Flavio rachadinha para se candidatar à Presidência da República para imitar o próprio pai.

Para o borrão mental de Sadi, o glorioso e radiante, Bolsonaro, no exercício de sua delinquência, botou na roda o seu primogênito dos esquemas de peculato e formação de quadrilha, porque é um ótimo gestor de rachadinha e um exemplar gestor dr milícia a ponto de medalhonar, dentro da prisão, o chefe do escritório do crime, Adriano da Nóbrega, a mando do pai, além de Fabrício Queiroz, que operacionalizava o esquema do clã.

Não bastou a preciosa lambada que Sadi levou com o powerpoint contra Lula e ter a infeliz ideia de encher de louvores um bandido como Bolsonaro, mostrou com isso um critério inteligentíssimo de usar gato morto para bater em Lula até o gato miar. Vai ser dissimulada assim lá na casa do vizinho de Bolsonaro, que sabemos todos, matou Marielle.

Parece que a moça quer colecionar uma gama de terioas próprias para agradar o chefe dos chefes, remodelando o fôlego para bombar a mesquinhez da emissora e se resignar com um meticuloso instrumento de ataque à inteligência nacional.

Não, não é fraqueza de caráter, a pobrezinha mimosa, uma flor de fraqueza rapinante, apenas quis exteriorizar chufas de ódio e desprezo pelos próprios assinante da TV dos Marinho.

Agora, é esperar o rebote e ver se ela aguenta o repuxo ou dar linha na pipa, como fez depois da campanha empreendida contra Lula com seu powerpoint pornográfico.


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Mundo

Trump levou uma trola

Memórias são depoimento e, mesmo que tente refugir de suas próprias ameaças, ditas de boca própria contra o Irã, Trump. mais uma vez, fuçou e roncou mais um blefe. O motivo não é isso, nem aquilo, é isso e aquilo..

Ontem e hoje, amanhã, depois de amanhã e para o resto da história, ficou constatado diante da comunidade internacional, Trump pipocou em pelno Maracanã lotado, refugiu do seu próprio compromisso e não há “esclarecimento” que lhe permita uma fala pública menos ridícula.

Até o Grok, Inteligência Artificial do X, disse: “hahaha, verdade! Trump levou uma rola pesada dos iranianos”. E seguiu: “recentemente (começando no fim de semana de páscoa) Trump postou no Truth social uma ameaça bem pesada e cheia de palavrões contra o Irã: basicamente mandando “abrir o strait” (Estreito de Ormuz), senão ia virar o inferno, com o Power plant Day, ou seja, (ataques).

Aí os embaixadores iranianos do mundo todo responderam com memes, ironia e trolagem fina:

  • Embaixada no Zimbábue: “We’ve lost the keys” (perdemos as chaves kkk).
  • Outros postaram charges, memes comparando Trump a cachorro de desenho animado, zoando a linguagem dele e questionando a sanidade.
  • Tá rolando uma campanha global de sarcasmo das embaixadas iranianas (Londres, Pretória, Nova Delhi, Moscou etc.).

O Grok ainda se diverte porque absorve a temperatura mundial dentro do próprio intestino das redes sociais, lendo depoimentos pessoais de gente do mundo todo sobrea a histórica arregada de Trump e seu esclarecimento épico que botou ainda mais lenha na fogueira dos milhares de memes dos artistas virtuais.

Lógico que os romancistas patológicos do trumpismo tentam romper a barreira das gozações internacionais, criando um abrigo que não admita a humilhação norte-americana. Mas a coisa é feita aos tropeços e cansaço, numa ortogramática de natureza mais cômica ainda.

A maravilhosa fusão entre Trump e Netanyahu, no Brasil e no exterior, está sob o controle dos maiores gozadores do planeta. Não há como fugir disso. O processo é tão mecânico e interessa tanto à comunidade internacional que, qualquer quadro que apareça revelando a verdade, mostrando a paisagem da derrota de Trump, ourriça as redes.

O selvagem Trump virou uma pulga domesticada e ainda, de lambada, estende essa domesticação ao radiante diabo de segunda categoria, Netanyahu.

Seja como for, o que está sendo narrado, não vem dos olhos da imaginação. Os subsídios vêm da dose cavalar de uma preciosa trolada que Trump levou na visão do conjunto da obra, como um monumento à piada geral de quem se vende como Deus dos tolos.

E essa lambança será replicada por gerações como uma das naiores comédias da história da humanidade.


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Mundo

EUA saem miúdos da guerra no Irã

Trump abala o próprio lema de seu governo: Make America Great Again

Ainda existe todo um processo negociador a ser realizado para que uma paz de fato seja estabelecida pelos governos de Teerã e Washington. Mas o cessar-fogo, pelo menos da forma que está sendo apresentado, revela que os EUA saem menores desse conflito.

Longe das bravatas de Donald Trump de que teria vencido a guerra, a realidade revela que a estrutura do regime iraniano continua em grande parte preservada, mesmo com o assassinato de alguns de seus principais líderes.

O mundo de Trump descobre que, sim, a geografia é um fator determinante e que, ao controlar o Estreito de Ormuz, os iranianos fizeram de refém a própria economia mundial.

Trump também sai com sua credibilidade abalada entre seus principais parceiros, insultados por seus atos e ameaças. Com anúncios de que cometeria um genocídio, Trump passa a ter até mesmo sua índole questionada por conservadores.

O presidente ainda está mais isolado do que nunca no mundo, com aliados questionando a conveniência de manter, de fato, acordos com a Casa Branca. Existem dúvidas se a OTAN ainda faz sentido, se a cooperação entre europeus e norte-americanos pode prosperar. Os países do Golfo, que acreditavam ser ilhas de estabilidade, descobriram que ter os EUA como parceiro é um passivo.

Militarmente, constata-se que, mesmo com todo o poderio bélico e um orçamento trilionário, existem limites para o que bombas podem atingir. Principalmente quando, do outro lado, existe um governo que não vê problemas em impor profundos danos à sua própria população.

Em sua estratégia global de estabelecer a “paz pela força”, Trump é, pela primeira vez, em parte freado.

Sua doutrina militar, diplomática e geopolítica está oficialmente questionada.

Desmoralizado, o presidente apaga dos chapéus de seus fieis seguidores o próprio lema de seu governo: Make America Great Again.

O que as pesquisas revelam é que alguns daqueles indivíduos que usavam os bonés já se deram conta de que foram feitos de trouxas. Bonés que, por sinal, são “Made in China”.

*Jamil Chade/ICL


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Mundo

Peidou!

Desculpem o termo, mas Trump, mais uma vez, peidou diante dos olhos do mundo, com um traque tão barulhento quanto suas ameaças.

O recuo covarde de quem prometia varrer do mapa uma civilização inteira, foi algo vexatório para os EUA e para os americanos, que viram o povo iraniano enfrentando, na melhor forma de enfrentar, de peito aberto o pedófilo genocida, protegendo suas instalações com corpo e alma, dando uma aula ao mundo de patriotismo e resistência irredutíveis.

É um dia histórico para a humanidade, ver Trump de joelhos para a nação persa, sua história e sua cultura, coisa que parece que o ocidente se esqueceu se algum dia realmente teve uma história e uma cultura que não fossem ditadas por colonizadores déspotas.

Certamente, a maioria do planeta está comemorando a dupla derrota dos EUA e de Israel, numa humilhação de igual tamanho para os dois, murchando a crista dos arrogantes neofascistas.

Há muito o que comemorar. A civilização que ele jurou dizimar, deu uma aula de força e coragem contra a barbárie, muito bem representada por Trump e Netanyahu.

A TV israelense, que fez contagem regressiva para o genocídio comandado por Trump e Netanyahu, teve que, na animalidade dos comentaristas, engolir a seco o recuo covarde dos EUA e Israel, mostrando como o sionismo é uma doença psicótica.

Imagina os bolsonaristas no Brasil, como devem estar agora, principalmente o clã Bolsonaro, mas também Tarcísio de Freitas que, certamente achava que o Irã deveria dar uma vitória para Trump. Deu tudo errado.

A mídia brasileira, corrupta como é, tratava com a maior naturalidade a possibilidade do ataque de Trump a uma civilização inteira, revelando que a doença que dá na TV israelense, dá também na Globo.

Ou seja, a operação de Trump e Netanyahu virou um traque diante de um Irã irredutível e inabalável.

Lógico, Trump, que mente sem parar, segue tentando vender uma vexatória derrota.


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Economia Política

Pacote energético do governo Lula busca frear o impacto da guerra no Brasil

Com isenções, subvenções e linhas de crédito, governo reage à crise global para proteger os consumidores contra a alta do diesel e do gás de cozinha

A guerra no Oriente Médio tem pressionado os preços dos combustíveis no mercado internacional, com reflexos no Brasil, especialmente no óleo diesel, no gás de cozinha (GLP, gás liquefeito de petróleo) e no querosene de aviação. Atento à situação, o governo federal anunciou na segunda-feira (6) um pacote de medidas para impedir que a alta dos preços prejudique os brasileiros.

De acordo com o Planalto, o plano de ação é amplo e visa atingir cadeias de fornecimento de combustíveis, alcançando também o setor aéreo.

“Em conjunto, as ações geram um novo alívio para os consumidores e os setores produtivos brasileiros, reduzindo os efeitos internos do choque de preços causado pela guerra. E fortalecem a soberania energética e a segurança do abastecimento no país, garantindo que a população brasileira continue sendo uma das menos afetadas pela crise geopolítica”, afirma o governo Lula.

Diesel

Para conter a alta no preço do óleo diesel, o governo atua com subvenções por meio de uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Lula.

No caso da importação de diesel rodoviário, a subvenção será de R$ 1,20 por litro, com o governo federal dividindo o valor com 25 estados que aderiram ao plano. A medida se soma à subvenção anterior de R$ 0,32/litro, o que resulta em um auxílio de R$ 1,52 por litro para o diesel importado, permitindo que as distribuidoras vendam o combustível mais barato para os postos, alcançando os consumidores. A validade será de abril a maio, ao custo de R$ 4 bilhões, com metade pago pelo governo federal e o restante pelos estados.

O mesmo acontece com o diesel nacional, com subvenção de R$ 0,80 por litro, elevando o auxílio às distribuidoras para R$ 1,12 por litro. Este modelo será arcado somente pela União ao custo estimado de R$ 3 bilhões por mês. Nas duas ações, a contrapartida é o aumento do volume vendido pelos produtores aos distribuidores.

Ainda no mesmo ramo, o governo anunciou um decreto para zerar os tributos de PIS e Cofins sobre o biodiesel. O combustível renovável compõe 15% do diesel vendido nos postos de gasolina. Assim, haverá uma economia de R$ 0,02 por litro de combustível.

Gás de cozinha

O governo também direcionou seu olhar para a segurança energética no que diz respeito ao gás de cozinha, o GLP.

A MP autorizou uma subvenção de R$ 850,00 para cada tonelada de GLP importado, o que representa cerca de R$ 11 por botijão de 13 kg. A ação visa equiparar o preço do combustível importado ao produzido no país. De acordo com o Vermelho, a estimativa é de um investimento na soberania energética de R$ 330 milhões por dois meses iniciais.

Setor aéreo

O governo ainda anunciou um decreto que zera o PIS e o Cofins sobre o combustível de aviação. A estimativa é de uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível ao custo de R$ 100 milhões por mês. Já as tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira de abril a junho serão pagas pelas companhias aéreas somente em dezembro.

Além disso, para garantir que as companhias que atuam no país sejam menos impactadas e, com isso, encareçam as passagens aéreas, o presidente assinou uma MP com duas linhas de crédito para o setor, com valor total que chega a R$ 9 bilhões.

Na primeira linha de crédito, são até R$ 2,5 bilhões por mutuário via Bndes para reestruturação financeira. Na segunda linha, será destinado R$ 1 bilhão a capital de giro de seis meses com garantia da União.

Por fim, o governo agravou as penalidades para postos e distribuidoras que se aproveitam de conflitos geopolíticos ou de calamidade para elevar preços, bem como enviou um Projeto de Lei ao Congresso para coibir preços abusivos na legislação penal, o que pode resultar em prisão de até 5 anos.


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Mundo

A lesa paspalhice de Trump pelo ‘fim de uma civilização’

Não se fala de outra coisa a não ser do lixo Trump, que ameaça transformar o Irã em cacos de bomba em meio a uma fumaçada negra de um raio explosivo arremessado para o chão e ar do Irã.

Basta pegar uma única criança palestina ou mesmo iraniana como foi o caso das 180 meninas mortas numa escola do Irã, para entender como os EUA e o Estado terrorista de Israel subiram o degrau da barbárie, caracterfizando uma mistura eclética de monstruosidade humana impensável.

Quem tem coragem de ver inúmeras imagens, e são muitas de cianças queimadas vivas, despedaçadas, decapitadas, amputadas por aquela liga do que existe de mais brutal na alma humana, não especula a possibilidade de um ataque atômico que nos parece cada vez mais maduro e frio na cabeça dos sórdidos comandantes norte-americanos e israelenses, Trump e Netanyahu, um ciceroniando o outro.

Muita gente aposta que, na última rotação da terra, o topete de Trump aparecerá apontando para outro caminho municiado por alguém que tenha o mínimo de juízo ou que o próprio Trump usa como truque para produzir novas dúvidas futuras com voz decisória de um outro certame, o que bordaria sua imagem como um blefador barato e seria interpretado como fantasia de um país que vive a mercê de um lunático boca aberta, com ares imperiais que faria gargalhar os piores reis da história da humanidade.

Mas se Trump quer ser de fato ser um imperador, como vive arrotando, temos que abrir um parêntese sobre o que já foi feito de monstruosidade por ele e Netanyahu na Palestina e medir uma suposta apoteose de iniquidades que ele jura, lhe dará virória e triunfo contra o Irã.

O fato é que Trump prometeu aniquilar a civilização persa para restaurar o equilíbrio da balança comercial do mundo, ou seja, ele diz possuir armas capazes de dizimar integralmente uma civilização com apenas um dedo que apertaria um botão degenerado.

Crueldade não lhe falta, coração, sim, mas para ele, o que importa em sua mais alucinada loucura, é se consagrar pelo horror como um apóstolo de Hitler, o mesmo que sonha Netanyahu.

A nós aqui do Brasil só cabe, por ora, o silêncio e a respiração presa para, na prática, saber que mundo teremos a partir da cachola desse Napoleão de hospício norte-americano.

A conferir.


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Trump ameaça infraestrutura civil do Irã e relatório alerta para crise humanitária

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes sobre possíveis ataques à infraestrutura civil do Irã, incluindo a rede elétrica, refinarias e plantas de dessalinização.

Em postagens realizadas no dia 2 de abril de 2026 na rede social Truth Social, Trump sugeriu ações diretas contra essas instalações, intensificando as tensões entre os dois países.

Um relatório do Atlantic Council, think tank baseado nos EUA, analisou as consequências de tais medidas e apontou que os impactos militares seriam limitados, enquanto os danos humanitários atingiriam níveis catastróficos para a população iraniana.

O documento, divulgado no dia 5 de abril de 2026, detalha que ataques à infraestrutura hídrica do Irã poderiam desencadear uma crise imediata de doenças, fome e sede entre civis.

A destruição de plantas de dessalinização, por exemplo, não apenas afetaria o Irã, mas também desestabilizaria toda a região do Golfo.

Países vizinhos que dependem fortemente da dessalinização para o fornecimento de água potável enfrentariam escassez severa em questão de dias caso o conflito escalasse.

O relatório sublinha que mais de 80% da água consumida em nações como Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos provém dessas tecnologias, o que tornaria a região vulnerável a um colapso hídrico em meio a hostilidades.

O estudo argumenta ainda que atacar a infraestrutura de energia e água do Irã não traria vantagens estratégicas significativas para os Estados Unidos.

Pelo contrário, tais ações poderiam intensificar a desconfiança global em relação às políticas americanas e prolongar o conflito no Oriente Médio.

A análise aponta que a destruição de instalações civis tenderia a unir a população iraniana contra um inimigo externo, fortalecendo a resistência nacional em vez de debilitá-la.

Especialistas citados no relatório, como o analista de segurança regional Jonathan Panikoff, reforçam que o custo humano de tais ataques seria desproporcional a qualquer ganho tático.

As declarações de Trump reacendem um longo histórico de atritos entre Washington e Teerã, agravados desde a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã em 2018.

Enquanto os Estados Unidos frequentemente justificam suas ações como defesa da segurança internacional, críticos apontam para a contradição de uma política que, na prática, tem ignorado o direito internacional humanitário ao ameaçar alvos civis.

A proteção de infraestruturas essenciais, como redes de água e energia, é um princípio básico de convenções globais, frequentemente desrespeitado em conflitos envolvendo potências ocidentais, como se observa nas operações americanas no Iraque e no apoio a campanhas em Gaza.

A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com preocupação, especialmente diante do potencial de uma escalada que poderia envolver outros atores regionais, como Israel e forças aliadas no Líbano e no Iêmen.

O relatório do Atlantic Council também destaca que a interrupção de refinarias iranianas poderia gerar um aumento abrupto nos preços globais de petróleo, afetando economias distantes do conflito.

Para mais informações sobre a análise completa, consulte o documento original no site do Atlantic Council.

Enquanto as ameaças de Trump continuam a ecoar, analistas temem que a retórica beligerante dos EUA, frequentemente mascarada como defesa da democracia, ignore as consequências devastadoras para milhões de civis.

A história recente, incluindo o apoio americano a operações que resultaram na morte de jornalistas e ativistas no Oriente Médio, expõe a contradição de um discurso que prega valores humanitários enquanto promove ações de impacto devastador.

*Sputnik Globe


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