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Ou Claudio Castro é corrupto ou displicente e inoperante para investir em um banco quebrado

O dilema que está na mesa hoje, e é exatamente assim que a maioria das pessoas (técnicas e leigas) está enxergando o caso:

Não tem terceira opção lógica.

Ou Cláudio Castro e sua equipe sabiam dos riscos altíssimos do Banco Master e mesmo assim despejaram bilhões da previdência dos servidores lá dentro, porque tinha algum interesse por fora (corrupção ativa/passiva, propina, favorecimento, lavagem etc.)

Ou

Eles realmente não sabiam ou ignoraram todos os alertas do TCE-RJ, do mercado, da imprensa e até do próprio Banco Central, o que configura displicência criminosa, imperícia gravíssima e absoluta inoperância na gestão de um fundo de R$ 40 bilhões que paga aposentadoria de 430 mil famílias.

Não existe “meio-termo técnico” nem “erro honesto” possível nesse tamanho de operação e com esse volume de alertas ignorados.
Em resumo:

Ou é ladrão, ou é um incompetente perigoso.

As duas coisas são gravíssimas para quem governa um estado, no momento, os fatos apontam muito mais para a primeira opção do que a segunda.

A bola agora está com PF, MP-RJ, TCE e, eventualmente, uma CPI na Alerj.

O desfecho vai definir se vai ser só mais um escândalo ou se alguém vai preso por isso.


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Política

A direita virou um saco de gatos

Com menos de um ano para o primeiro turno das eleições de 2026 (4 de outubro, segundo o TSE), a direita brasileira realmente parece um “saco de gatos” – bagunçada, dividida e mais reativa do que estratégica.

Teatralizada de A a Z, essa federação de reacionários está de olho nas suas próprias imaginações.

A direita está presa num ciclo de oportunismo.

Com menos de um ano para as eleições de 2026, Tarcísio emerge como o nome mais viável da oposição para enfrentar Lula, equilibrando o bolsonarismo radical com apelos ao centro e ao mercado.

A direita não tem um pré-candidato com pinta de alguém que pensa minimamente o Brasil.

A matança promovida por Claudio Castro no Rio ouriçou o bonde inteiro da escumalha conservadora.

Todos estão enxergando longe, mas para trás, buscando aquilo que “nutre”, um discurso de momento sem dados, selvagem e sem qualquer esboço de projeto de país.

Está uma zona e Bolsonaro ainda nem foi para a Papuda. Quando isso ocorrer de fato, vai ser osso com osso atrás dos restos mortais do bolsonarismo.

O fator “emoção” vai imperar ainda mais.

A sensação de hospício será fatal. 24 horas por dia de frenesi em todos os canais da política de direita.

O momento da vida política da direita é trágico.

É visão do inferno no sentido literal do termo sem obtenção de um facho de luz.

O efeito final disso será uma derrota acachapante da direita pra Lula.
No primeiro turno.


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Política

Comandante do BOPE detona as falácias de Claudio Castro

A programação política de Castro sofreu um revés e não foi pequeno.
Sua fantasiosa narrativa sobre a matança na Penha e Alemão como cena do filme “Tropa de Elite” foi pro ralo, pro saco dos imortais que morrem pela boca.

O comandante do Bope foi categórico: não teve muro de contenção nengum. Isso não passa de linguagem de picareta que quer fazer da centena de caixões, inclusive de políciais troféu pra si e empastar sua campanha eleitoral pro Senado de fantasias brejeiras.

O Estadão sapecou em garrafais: “Comandante contradiz Castro sobre ‘muro do BOPE’ e alega que traficantes tramaram emboscada na mata.”

Não houve muro de contenção planejado pela PM: A ação era pra cumprir mandados e isolar áreas, mas virou “operação de resgate” por causa de policiais feridos. Os confrontos na mata foram resultado de uma emboscada armada pelos traficantes do CV, que se deslocaram de forma ordenada (imagens de drone mostram isso) pra Vacaria e prepararam a cilada.

Corbage chamou de “estratégia até então desconhecida” dos bandidos, que “fracionaram” a facção pra restringir movimentos. Nada de “muro” proativo da polícia – foi reação a uma armadilha inimiga.

O depoimento vai pro STJ até 18/11, e já tá sendo anexado às investigações sobre possíveis abusos.

Agora é ver quem diz a verdade desse espetáculo de selvageria em que Castro tenta surfar para se eleger senador e se blindar de uma penca de crimes dos quais é acusado.


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Política

Dança das cabeças

Quando um instituto de pesquisas das grandes corporações midiáticas coloca o nome de um defunto político em estado de decomposição como única opção para enfrentar um adversário, ele está dizendo: não temos nada pra colocar na mesa.

A pasmaceira está instalada no campo da direita.

Não precisa nem de detector de IA para cravar que essa gente está adorando bezerro de ouro digital.

Cresce a pressão sobre clã Bolsonaro por 2026, após STF formar maioria para tornar Eduardo réu.

Parlamentar foi acusado de coação, devido à sua atuação nos EUA em favor de sanções contra autoridades brasileiras.

Tarcísio está cada vez mais associado ao PCC como defensor dos interesses da facção. Derrite, um lambão, piorou ainda mais a imagem do governador de SP.

Ciro Nogueira é uma escultura de sabedoria às avessas. Está perigando até no estado em que é governador.

Mas diante de tanta barata voa, essa direita resolveu comemorar uma suposta estagnação na aprovação de Lula na pesquisa guiada pela Quaest.

Singelamente a direita tem como principal plataforma para 2026, chacinas pelo país.

Isso vai até Claudio Castro ser excomungado no Rio quando o carioca se tocar que nada na segurança pública mudo na vida real de população.

Ou seja. a direita até aqui está imprensada entre o nada e o coisa nenhuma mas está arrotando uma reação mesmo que nem candidato tenha e pior, isso está longe de acontecer ainda este ano.

No fim, essa direita dança e bate suas cabeças porque esqueceu os passos.

Sem líder, sem pauta além de ódio reciclado, e com o Lula que ainda nem entrou no jogo de verdade.

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Política

O que mudou no Rio depois da carnificina de Claudio Castro?

Nada! Rigorosamente nada!

Reduziu o consumo de drogas na favela ou no asfalto após a chacina?

Não, não há evidências de redução no consumo de drogas em lugar nenhum.

Pelo contrário, relatos e apreensões indicam que o tráfico continua ativo, com rotas de abastecimento intactas e distribuição de drogas prosseguindo apesar das mortes e prisões no Complexo do Alemão e da Penha.

Sem Queda no Consumo

O consumo não reduziu (estimado em 10t/mês pré-operação), e rotas de reabastecimento (ex.: 30 pistolas de SP em 12/11) indicam retomada rápida.

O impacto no faturamento é “ínfimo” para desarticular o CV, segundo o subsecretário de inteligência da PM-RJ (audiência no Senado, 5/11).

Faturamento Bilionário

Um estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2025) estima que facções como CV e PCC geraram R$146,8 bilhões em 2022 com ilícitos — quase 10x mais que cocaína (R$15 bi ou ~US$2,8 bi).

No RJ, o CV usa drogas como pilar principal, mas diversifica (extorsão, armas), com o Rio como “abrigo para chefes nacionais”

O histórico de expansão do CV (com mais dinheiro circulando) sugere que o mercado se recupera sem perdas duradouras, perpetuando lucros bilionários.

Para redução real, especialistas (ex.: Observatório de Segurança) defendem foco em finanças e inteligência federal, não só repressão letal.

A chacina de Cláudio Castro chamada “Operação Contenção”, realizada em 28 de outubro de 2025 nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Os Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, continuam dominados pelo Comando Vermelho (CV), mesmo após a megaoperação policial, com barricada, com tudo.

Ou seja, a operação de Claudio Castro, simplesmente não desmantelou o controle territorial do CV.

Relatos de moradores, denúncias ao Disque Denúncia e ações policiais recentes indicam que o tráfico retomou rotinas, com barricadas, monitoramento via câmeras e movimentação de armas.

Uma semana após a ação, moradores relatam que a rotina voltou, mas com sangue nas ruas e trauma psicológico.

Escolas e comércios reabriram, mas barricadas do CV persistem em acessos, e há relatos de “recolher obrigatório” imposto pela facção em áreas específicas.

O Globo (7/11) descreve bandidos mantendo bases na Serra da Misericórdia (mata que separa Alemão e Penha), onde 60+ corpos foram encontrados durante a operação.

QG Nacional do CV
Os complexos (26 comunidades, ~112 mil moradores) são o “quartel-general” do CV desde os anos 1990, coordenando decisões para outros estados (BA, GO, PA, AM, MA).

A operação matou 12 lideranças regionais de fora do RJ, mas o núcleo fluminense, incluindo treinamentos de guerrilha e distribuição de drogas, segue operacional.

Tudo não passou de um grande espetáculo. Nada se moveu em prol do estado do Rio de janeiro e sua população. Já Claudio Castro segue fazendo coreto político em cima dos caixões para sua candidatura ao Senado.


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Política

Por que Claudio Castro não chama as milícias de terroristas?

A omissão de Castro não é acidental: é uma proteção a um sistema que sustenta seu poder.

As milícias no Rio surgiram nos anos 2000 como grupos paramilitares formados por policiais, bombeiros, ex-militares e civis, com o suposto objetivo inicial de combater o tráfico.

Elas controlam territórios por extorsão (cobrança de “taxas” por serviços como gás, TV a cabo e segurança), mas evoluíram para redes de corrupção, lavagem de dinheiro e violência seletiva.

Cláudio Castro x Milícias x Narcoterrorismo x Discurso de Hoje
Castro chama CV/PCC de “narcoterroristas”, mas nunca inclui milícias nessa classificação.

Usa o termo para justificar megaoperações, ex: Operação Contenção, 120+ mortos e pedir sanções dos EUA.

Por que não chama milícias de terroristas?
Simples!

Apoio político: milícias financiam campanhas, votam em bloco e têm forte presença no PL, família Bolsonaro e base de Castro.
Pax miliciana: expulsam traficantes, reduzem tiroteios, mas extorquem (gás, TV, segurança). Estado tolera.

Seletividade: operações duras só em favelas do CV; redutos milicianos (Zona Oeste) são intocados.

Risco jurídico: 40% dos milicianos são PMs; enquadrar como terroristas derrubaria a própria polícia e governo.
Discurso de Castro no Congresso Nacional

Sessão solene em homenagem à Operação Contenção (4 PMs mortos, 120+ bandidos).

Principais pontos: Homenageou policiais como “mártires”.
“CV são narcoterroristas” → pressionou por PL Antifacção e Marco da Segurança Pública.

Criticou governo Lula “omissões”, e PF “espetáculos”.
Silêncio total sobre milícias.

Conclusão:

Castro usa o “narcoterrorismo” como arma política contra facções, mas protege milícias por conveniência – elas são parte do sistema que o sustenta.

A omissão sobre as milícias não é erro: é estratégia de poder.


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Política

Moraes vai na jugular de Claudio Castro

Pressão Máxima: Olho Vivo e Faro Fino na Operação Contenção
Moraes não está pra brincadeira.

Nem com a Civil, MP Rio e muito menos com o Caveira.

De fato, o ministro Alexandre de Moraes apertou o cerco de vez contra o já cagado bolsonarista, Cláudio Castro (PL-RJ), com uma decisão que cheira a “não tem escapatória, ajoelha no milho, coloca chapéu e orelha de burro”

É como se o STF dissesse: “Governador, cadê as provas?

Ajoelhou tem que rezar!

Moraes, é relator da ADPF 635 (a “ADPF das Favelas” que, desde abril/2025 bota freio na letalidade policial em comunidades) soltou um despacho cirúrgico no STF.

Ele deu 48 horas (até 12/11) para o governo do RJ entregar um caminhão de documentos sobre a Operação Contenção – aquela megaoperação de 28/10 nos Complexos da Penha e do Alemão, que ceifou 121 vidas (a mais mortal da história brasileira, batendo até mesmo o Carandiru).

O foco? Garantir que nada se perca na “cadeia de custódia” das provas, após relatos de Defensoria Pública e entidades civis sobre perícias precárias e acesso negado.

Principais demandas para ter no radar, em tabela rapidinha.
Por que isso é pica?

Imagens das Câmeras Corporais
Preservar todas as gravações de PMs e PCs envolvidos; enviar lista de agentes e câmeras usadas.

Vai mostrar o que rolou no calor da ação – tiroteios, execuções sumárias? Olho vivo aqui para checar violações à ADPF.

Laudos de Autópsia
Cópias dos 121 laudos necroscópicos, com fotos, projéteis e mapas de lesões.

Muitos corpos saíram sem ID oficial; faro fino para indícios de “chacina”, tiros na nuca, mutilações relatados por famílias.

Relatórios de Inteligência
Docs sigilosos que justificam a op: razões técnicas, planejamento, link entre 51 alvos e mandados da 42ª Vara Criminal.

Comprova se foi “inteligência” ou “bala para todo lado”.

Castro chamou de “sucesso”, mas muitos dizem massacre!

Prisões e Mandados
Lista de presos (com/sem mandado), audiências de custódia e buscas cumpridas.

Acesso a Perícias
Defensoria entra em tudo: laudos de cena, croquis, etc., pra revisão independente.

Evita obstrução; MP-RJ também tem que mandar seus relatórios periciais.

Para adoçar o amargo: Moraes suspendeu um inquérito da PC-RJ contra familiares de vítimas que levaram corpos pra centros comunitários (acusados de “obstrução”).

“Não cola”, disse ele – ponto para os direitos humanos.

Isso vem na sequência de uma audiência tensa no STF hoje, com Castro, cúpula de segurança, MP-RJ e civis.

Moraes citou “contradições” e “dúvidas” do encontro de 3/11 (que durou 2h e não colou acordo).

Se Castro patinar, rola responsabilização pessoal – intervenção federal no horizonte?

“Malu Gaspar, de O GLOBO, revelou que Cláudio Castro foi aos EUA propor que o Comando Vermelho fosse classificado como ‘narcoterrorista’.

Com apoio de Tarcísio, a ação não busca segurança, mas influência: abre caminho para acordos diretos com Washington e visa enfraquecer o governo Lula.”
Próximos Passos e o Cheiro de Mais Fogo

  • Amanhã (11/11): MP-RJ tem que entregar perícias independentes.
    Se atrasar, Moraes pode escalar.
  • 12/11: Audiência no STF com Hugo Motta (pres.
    Câmara) sobre PL Antifacções – vai debater se a Contenção violou a ADPF?

Faro Fino Geral: Entidades como Anistia e Sou da Paz pedem investigação federal; Castro rebateu chamando ADPF de “maldita”.
A jugular de Castro, de fato, foi apertada!

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Brasil Política

Chacinas em favelas é a plataforma eleitoral da direita para 2026

Os ditos setores da extrema direita estão explorando a violência em favelas como ferramenta para reconquistar terreno eleitoral em 2026.

Isso mostra o nível do debate político dessa escória de oportunismo barato e imundo.

Com base em eventos recentes, como a operação policial no Rio de Janeiro em outubro de 2025, a direita tem um genocídio para chamar de seu e engatar a matança indiscriminada nas favelas como proposta de governo para a eleição de 2026.

As chacinas, como a do RJ. que estão sendo instrumentalizadas pela direita para 2026, alimentando uma necropolítica que trata favelas como zonas de guerra e pobres como terroristas descartáveis.

Mas isso não é inevitável: exige disputa por uma segurança pública democrática, com prevenção e justiça.

É isso que Lula deve implementar para mitigar o problema das facções e adicionar um programa consistente que aponte para uma solução nada fácil, mas sem perder de vista a busca por ações conjuntas que possam efetivamente engrossar fileiras de combate à criminalidade.

Nada de chacina ou redesenho dos palavrórios com nome fantasia de narcoterrorismo.

Como a direita bolsonarista não tem nada de positivo para mostrar quando Bolsonaro governou o Brasil, matar pobres e pretos favelados virou martelo definitivo na bigorna para servir de slogan eleitoral em 2026, num macabro oportunismo rasteiro que transforma sangue em palanque.

O bolsonarismo sem pauta positiva
O legado de Bolsonaro foi caos econômico, negacionismo na pandemia e 700 chacinas policiais no Rio desde 2007, com 2.905 civis mortos, segundo o Geni/UFF.

Agora, com ele inelegível e condenado, a extrema direita busca um novo eixo, o “narcoterrorismo” como pretexto para estado de exceção, inspirados no modelo Bukele de El Salvador.

Analistas como Ignacio Cano (Uerj) alertam que isso converge com o calendário eleitoral, reagrupando a militância digital e criando comoção para disputar o Senado em que Castro é cotado ou até a Presidência.

A ONU se horrorizou, a Defensoria Pública da União protocolou medidas cautelares sob a ADPF 635 (que regula operações em favelas), e o STF cobra explicações ,mas o estrago já está feito, com mães como as de Acari e Vigário Geral revivendo o pesadelo 30 anos depois.


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Filosofia da Segurança Pública do Rio segundo Claudio Castro: o sapo pula e a rã salta

Sobrou para os bolsonaristas, o bagaço da laranja de Witzel!

Nesta quinta (6) no podcast piegas de Rogerio Vilela “Inteligência LTDA”, imagina isso, Claudio Castro adicionou mais uma pérola de sua incontável lista de patacoadas sobre gestão pública com vivas, palminhas e gritinho pamonha do próprio maestro do programa que operou como cabo eleitoral do espanta neném.

O sujeito tremilicou de gozo quando perguntou a Castro sobre a comparação da operação Carbono Oculto feita em SP pela PF, sem dar um único tiro, na Faria Lima que detonou bilhões do PCC, com a operação Pé de Chinelo nos complexos da Penha e Alemão que terminou numa trágica carnificina com execução sumária de mais de 130 jovens favelados sem qualquer patente no mundo do crime, e quatro policiais sem recuperar qualquer quantia em dinheiro do CV, muito menos quantidade robusta de drogas, e zero prisão dos chefes do Comando Vermelho.

Tudo isso, com tiroteios intensos no meio da comunidade que essa gente jura que não houve. Mas as imagens no Youtube denunciam essa gigantesca e gritante mentira.

Sem saber explicar o inexplicável fracasso da operação que ele classifica como sucesso, o vigarista que governa o estado do Rio meteu essa: É que São Paulo é cidade de logística, e o Rio é cidade de serviços.

Nem o pior charlatão do planeta mete uma mamona dessas pra não dizer as claras que aquela operação cheia de tiros e mortes de gente da comunidade pobre foi uma fraude que não trouxe ou trará qualquer efeito real contra a estrutura do crime organizado dentro das favelas e muito menos no dia a dia do carioca médio do asfalto.


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Política

Começou o julgamento que pode levar Cláudio Castro à inelegibilidade e cassação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar, nesta terça-feira (4), os recursos que pedem a inelegibilidade e a cassação de mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).

Os processos se referem às eleições de 2022, quando Castro foi reeleito para o comando do governo estadual.

  • abuso de poder político e econômico;
  • irregularidades em gastos de recursos eleitorais; e
  • conduta proibida aos agentes públicos no período eleitoral.

👉🏽 O Ministério Público Eleitoral e a coligação que apoiou Marcelo Freixo, o adversário na disputa, entraram na Justiça Eleitoral em setembro de 2022 com ações de investigação eleitoral por:

⚖️ Este tipo de processo pode resultar em cassação de mandatos e inelegibilidade por oito anos.

O Ministério Público Eleitoral e a campanha de Freixo acusaram o governador e o vice na chapa, Thiago Pampolha, de irregularidades na Ceperj (uma fundação estadual que atua em estratégias de políticas públicas) e na Uerj (a universidade do estado).

Entre elas:

  • O desvirtuamento da atuação da Ceperj com finalidade eleitoreira;
    aumento exponencial do orçamento e valores empenhados pela Ceperj para a execução de projetos não previstos na lei;
  • Criação de programas sociais não previstos no orçamento;
    manutenção de uma “folha de pagamento secreta” de 18 mil pessoas contratadas sem concurso público.

No julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), o governador e o vice foram absolvidos e tiveram os mandatos mantidos.

O MP e a coligação de Freixo, então, recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral. Eles reiteraram as acusações e voltaram a pedir a condenação de Castro e do vice, com a aplicação de inelegibilidade.

Julgamento
O julgamento deverá ter o relatório e o voto da ministra Isabel Gallotti, relatora do caso.

Além dela, votam outros seis ministros da Corte Eleitoral. Caberá ao grupo decidir se o pedido deve ser rejeitado ou aceito. No primeiro caso, o processo é arquivado; no segundo, é determinada a cassação de mandatos e a aplicação de inelegibilidade.

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