Categorias
Política

Estadão denuncia Flavio, mas alivia para o que é ainda pior, que é a academia do crime dentro do Congresso

O editorial do Estadão foi extremamente ácido com o 01 do clã mais bandido da história do Brasil. Mas em certa medida, o editorial está chutando cachorro morto.

É fato que a direita sempre trablahou, dento do Congresso, como garçom da elite brasileira, uma elite que, a cada dia, vem se revelando mais podre e antinacional, por isso mesmo, mostra como o poder da grana é a fórmula de sucesso dos filhotes da escória herdeira da aristocracia cafeeira, escravocrata e ladra.

Na verdade, isso deixa claro quanto custa até hoje para um pais de pouco mais de cinco séculos, sendo quase quatro em que viveu da escravidão feroz dos negros.

Esse é um ponto da histótia do qual a elite econômica desse país quer distância. O Estadão não foge à regra, não associará a escória do dinheiro grosso ao mais corrupto amontoado de vigaristas, assassinos, ladrões, corruptos de direita que dominam o Congresso Nacional, sobretudo depois da chegada de Cunha à presidência da Câmara. Lembrando que Cunha foi tratado não só pelo Estadão, mas por toda mídia industrial como herói nacional, por reger o golpe contra Dilma.

Qualquer enciclopedista sério lembrará que, a partir da farsa do mensalão, seguida da farsa da Lava Jato, em que a justiça no Brasil era feita através de manchetes dos jornalões, sob o julgamento do tribunal da mídia.

É desse filão de aspectos espúrios que nasce Cunha prsidente da Câmara, festejado pelas redações como o novo herói nacional por ter colocado a cabeça de Dilma Rousseff a prêmio, numa escandalosa cumplicidade com empresários e barões da mídia que avançaram, com sangue nos olhos, sobre a presidenta do Brasil.

De lá para cá, com um de seus ilustres herdeiros, Arthur Lira, o Brasil viu, sem a menor hesitação, quem regularizou a corrupção da direita dento do Congresso.

Essa gente, praticamente, criou uma língua nacional própria com todo tipo de velhacos que, a príncípio, causou surpresa e o desencadeamento disso só piorou com o afrouxamento de uma parcela da sociedade que verdadeiramente serviu de avalista para o estupro dos cofres públicos.

Tudo, absolutamente tudo, com a complacência de veículos da envergadura eonômica do Estadão, num silêncio sob medida para os interesses das classes eocnomicamente dominantes.

É correto o Estadão afirmar que o clã Bolsonaro não gerou nada de bom para o país. assim como diz o periódico, em seu editorial, que ninguém pode se surpreender com as mentiras de Flavio. O que ele não diz é que Flavio e o clã estão longe de ser exclusividade nessa esbórnia da direita que atua no Congresso Nacional.

Pior, não cita seus patrocinadores, nem do sistema produtivo, menos ainda do sistema financeiro, que formam uma verdadeira academia do crime, que se transformou naquela choldra parlamentar.

Ou seja, por mais duras e verdadeiras que teenham sido as palavras do Estaxdão, ainda assim foi extremanente seletivo e generoso com a escória de direita que hoje atua no Conresso, irrigada pelos milionaríssomos desse país.

Mídia de banco é mídia de banco.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Vergonha: Liberada a compra de votos?

O Congresso Nacional se prepara para derrubar um veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e liberar doações de bens, dinheiro e benefícios durante a campanha eleitoral de 2026 A votação está prevista para esta quinta-feira (21), enquanto a Marcha dos Prefeitos acontece em Brasília e reúne diversos prefeitos do país.

A proposta, defendida pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), está incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que define as regras do Orçamento da União e abre caminho para a transferência de recursos, cestas básicas, tratores, ambulâncias e outros bens mesmo nos três meses anteriores à eleição, período em que a legislação eleitoral restringe esse tipo de repasse, conhecido como “defeso eleitoral”.

Na prática, a proposta flexibiliza as regras e permite que governos mantenham transferências a municípios e entidades durante a campanha eleitoral, desde que exista alguma contrapartida, como cessão de terreno, participação financeira ou compromisso de uso público dos recursos. A mudança alcança até mesmo o pagamento de projetos bancados com emendas parlamentares.

O trecho da proposta estabelece que a distribuição de recursos e bens públicos não será considerada violação das restrições impostas pelo período eleitoral, quando a legislação normalmente impede esse tipo de repasse nos três meses que antecedem a votação. Um mecanismo semelhante já havia sido utilizado durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), nas eleições de 2022.

Embora o governo Lula tenha apoiado a aprovação do texto no Congresso, o presidente vetou o trecho sob argumento de inconstitucionalidade e por tratar de tema eleitoral fora do escopo da LDO. Ainda assim, o Palácio do Planalto liberou parlamentares da base para apoiar a derrubada do veto.

A articulação acontece paralela à liberação de emendas parlamentares em ano eleitoral. Segundo dados do governo, R$ 25,9 bilhões já foram autorizados em 2026, dos quais R$ 11,4 bilhões foram efetivamente pagos.

Parlamentares também articulam derrubar outro veto que permite a municípios com até 65 mil habitantes e em situação de inadimplência continuarem recebendo transferências e emendas federais.

As medidas autorizam o envio de recursos federais para obras e manutenção de estradas estaduais e municipais, além de investimentos em hidrovias locais, flexibilizando limitações para que a União financie ações fora de sua responsabilidade direta.

*ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

água no chopp da bolsonarada

Moraes suspende a aplicação da Lei da Dosimetria que reduz pena de Bolsonaro.

Bolsonaro, embalado pela PL da Bandidagem, havia pedido ao STF a anulação da sua condenação a 27 anos de prisão, quando recebeu u torpedo de Moraes suspendendo a aplicação de uma lei malandra dos bolsonaristas do Congresso para livrar a cara do maior bandido do país.

A Lei da Dosimentria, alé, de outros absurdos, prevê a redução da pena de Bolsonaro de 27 anos a pó.

A Lei da Dosimetria altera critérios de cálculo de penas e regras de execução penal, especialmente para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Ela foi aprovada pelo Congresso após derrubada de veto de Lula e pode reduzir penas de condenados pelo 8/1, incluindo potencial benefício a Jair Bolsonaro e aliados.

Num claro atentado à democracia, o golpista se animou com esse borralho jurídico que o Congresso inventou, mas Moraes, cortando as asas dos espertos, suspendeu a aplicação da jogada até o julgamento do STF.

Agora é aguardar para ver o resultado do julgamento, se o STF se comportará como o guardião da democracia, refugando essa lei malandra dos golpistas

Moraes não esperou passar o fim de semana para dar uma voadora na jugular do mandante de seu assassinato, mostrando que está vacinado contra pressão da grande mídia cadqa dia mais bolsonarista.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Liderado por Alcolumbre, o traíra, Congresso derruba veto da Dosimetria e reduz pena de Bolsonaro

Presidente do Senado operou malabarismo de legalidade duvidosa para evitar que benefício se estendesse a autores de crimes hediondos. Clima no plenário é de triunfo bolsonarista total

Praça dos Três Poderes sequer pode assimilar a ressaca da noite anterior, quando o nome de Jorge Messias foi rejeitado para o Supremo Tribunal Federal, e já amanheceu nesta quinta-feira tendo que ter estômago para um novo absurdo, que se confirmou ao final do dia. Em uma sessão com falatório generalizado, o Congresso Nacional impôs ao Palácio do Planalto mais uma dolorosa, embora previsível, derrota deste terceiro mandato do presidente Lula. Sob o comando implacável do senador Davi Alcolumbre (União-AP), deputados e senadores derrubaram o veto presidencial ao bizarro Projeto de Lei da Dosimetria, uma manobra legislativa desenhada sob medida para aliviar a situação jurídica de Jair Bolsonaro (PL) e dos demais condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O placar, um acachapante 318 a 144, foi recebido com gritos de euforia pelas bancadas da oposição, que transformaram o plenário em uma extensão das manifestações de extrema direita da Av. Paulista. A queda do veto não é apenas um revés administrativo para o governo Lula, é a consolidação de uma nova correlação de forças em Brasília, onde o poder Legislativo, agindo como um tribunal revisor, decidiu reescrever as regras do jogo penal para beneficiar aliados políticos de primeira grandeza. No Senado Federal, foram 49 votos para a derrubada e outros 24 votos contra.

A manobra“malandra” de Alcolumbre: Desmembramento incomum e sem sentido

O protagonista absoluto da jornada foi, de fato, de Alcolumbre. O senador, que parece ter convertido sua atuação parlamentar em uma cruzada movida por um ódio intestinal contra o atual governo, operou nos bastidores com uma agilidade que assustou até os veteranos da Casa. Para garantir a derrubada do veto sem o desgaste político de libertar criminosos comuns, Alcolumbre recorreu a uma “malandragem” regimental de legalidade duvidosa: o desmembramento de um veto integral.

Na prática, o presidente do Congresso fatiou a decisão de Lula. Ele excluiu da votação os trechos que facilitariam a progressão de regime para condenados por feminicídio, milícias e crimes hediondos, dispositivos que colidiam frontalmente com a recém-aprovada Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026). Ao declarar a “prejudicialidade” desses artigos específicos, Alcolumbre limpou o trilho para a oposição.

O objetivo foi cirúrgico: permitir a redução das penas de Bolsonaro e dos golpistas de 8 de janeiro, sem abrir as portas das cadeias para faccionados, o que seria um suicídio de imagem para o parlamento.

Manobra sob a lente técnica: O “prejulgamento” como escudo
A manobra, embora revestida de um verniz técnico, é considerada altamente incomum. Como o veto do presidente Lula foi sobre a totalidade do projeto, o rito padrão exigiria uma votação em bloco. No entanto, Alcolumbre justificou a exclusão dos incisos 4 a 10 do art. 112 da Lei de Execução Penal alegando uma questão de temporalidade e finalidade.

“Em virtude do prejulgamento da matéria pela aprovação do PL Antifacção, esta Presidência declara a prejudicialidade dos vetos”, sentenciou Alcolumbre do alto da mesa. Segundo sua tese, como o Congresso endureceu as penas contra o crime organizado em março de 2026, restabelecer as regras brandas da Dosimetria para esses crimes seria um contrassenso. Na realidade, o “malabarismo” serviu para isolar o benefício político, blindando-o de contestações sobre segurança pública e focando apenas na “limpeza” jurídica da cúpula golpista bolsonarista.

Caminho da aberração: Entenda o PL da Dosimetria
O PL da Dosimetria, classificado por juristas como uma “aberração jurídica”, altera as balizas para a aplicação de penas em crimes políticos e de atentado contra o Estado Democrático de Direito. A aplicação direta ao caso de Jair Bolsonaro é o cerne da proposta. Com a nova regra, as penas projetadas para o ex-presidente perdem sua força coercitiva, abrindo caminho para que ele se livre do regime fechado e recupere, em tempo recorde, seus direitos políticos.

Lula havia vetado o projeto integralmente, alertando que a medida desidratava o poder de punição do Estado contra quem tenta subverter a ordem democrática. No entanto, o veto serviu apenas como combustível para a oposição, que viu na manobra de Alcolumbre a chance de ouro para entregar a “anistia parcial” que o bolsonarismo tanto ansiava, sob a justificativa de corrigir supostos excessos judiciais.

Metido a “presidente em exercício” no plenário
Enquanto os votos eram computados, a figura central nas galerias e no “cafezinho” do Senado era o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Pré-candidato à Presidência da República e herdeiro político direto do espólio do pai, Flávio estava visivelmente esfuziante. Circulando pelo plenário com um sorriso de quem já se sente vitorioso no pleito que ainda está por vir, o filho mais velho do ex-presidente agia e falava como se o Palácio do Planalto já fosse seu gabinete de direito.

Ao redor de Flávio, o que se via era uma cena de vassalagem explícita. Os sabujos de sempre, parlamentares de menor expressão e aspirantes a cargos em algum futuro governo, o paparicavam o tempo todo, disputando um espaço em selfies e cochichando estratégias em seu ouvido. A atmosfera alimentada por Alcolumbre permitiu que Flávio se tornasse o mestre de cerimônias de um velório institucional, onde a democracia era ferida sob os aplausos de quem a atacou há três anos.

Rescaldo de uma noite para se esquecer
O clima de triunfo hoje é o prolongamento direto da “noite trágica” vivida na quarta (29), quando o nome de Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, foi rejeitado de forma humilhante. O episódio quebrou um jejum de 132 anos e foi um recado político sangrento enviado diretamente da mesa de Alcolumbre. Ao barrar o nome de confiança de Lula e, poucas horas depois, liderar a derrubada do veto da Dosimetria, Alcolumbre se posiciona como o verdadeiro “primeiro-ministro” de uma oposição que decidiu paralisar o país.

Instituições em rota de colisão
A derrubada do veto coloca o Brasil em uma encruzilhada perigosa. Se de um lado o Congresso afirma sua autonomia, de outro, sinaliza que crimes contra a democracia são passíveis de perdão político, desde que haja maioria parlamentar. De acordo com a Forum, o foco agora se volta inteiramente para o STF. A Corte terá o desafio hercúleo de decidir se aceita essa nova regra de dosimetria ou se a declara inconstitucional por vício de finalidade e desvio de poder.

A matéria agora segue para promulgação imediata por Alcolumbre. Para o Planalto, resta o gosto amargo de uma derrota dupla e a constatação de que o diálogo com o Legislativo, sob a batuta rancorosa do senador amapaense, tornou-se uma via de mão única rumo ao confronto direto. A vitória de hoje é a largada antecipada de uma campanha eleitoral belicosa, onde a oposição descobriu que pode reescrever o Código Penal ao sabor de suas conveniências.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Vídeo – Lula no Congresso do PT: “Serei presidente outra vez”

Em vídeo exibido no encerramento do 1º dia do congresso partidário, presidente reforça realizações do governo como arma eleitoral, defende reformas nas instituições e mobilização nas ruas

No encerramento do primeiro dia do 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, realizado nesta sexta-feira, 24, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva transmitiu uma mensagem contundente aos cerca de 600 delegados reunidos. Impedido de comparecer pessoalmente por causa de um procedimento médico em São Paulo, Lula gravou um vídeo exibido à plenária ao final das atividades e encerrou com uma promessa: “Preparem-se, pois serei presidente outra vez porque o Brasil precisa de alguém democrático, que saiba ouvir e conversar com o coração das pessoas.”

Realização como arma eleitoral

O tom do discurso foi de confiança e ofensiva. Para Lula, a principal munição da campanha petista está nas conquistas concretas do governo atual — e na comparação direta com as gestões anteriores. “Quem está no governo deve usar as realizações como sua principal arma eleitoral”, afirmou, destacando crescimento acima de 3%, controle da inflação, aumento da massa salarial e ampliação dos investimentos em saúde e educação.

“Se nós fizemos as coisas corretas, e acreditamos que nós fizemos as coisas corretas, não perderemos a eleição para ninguém neste país. […] O partido que está no governo não corre atrás do adversário, é o adversário que corre atrás dele. É ele que tem que colocar a bola na frente” – Lula, em vídeo ao Congresso do PT

O presidente não citou adversários pelo nome, mas foi direto na estratégia: “Essa comparação com o que os outros fizeram é a nossa arma.”

Propostas para o futuro

Além de defender o legado do atual mandato, Lula apresentou as bandeiras que devem guiar o próximo período: transformação energética, exploração soberana de minerais críticos e desenvolvimento de uma nova indústria nacional de base tecnológica. Na educação, reafirmou a defesa de uma “revolução” com escolas de tempo integral e o fortalecimento dos institutos federais como motores de formação da classe trabalhadora brasileira.

O presidente alertou ainda para a importância de apresentar propostas concretas e factíveis: “Nós temos que mostrar com muita clareza uma proposta séria, que seja uma coisa factível, que a gente possa executar. Porque senão a gente fica prometendo e o cara: ‘Por que vocês não fizeram?’”

Reforma das instituições e defesa da democracia

Lula também defendeu reformas nas instituições — incluindo o Poder Judiciário, que atravessa uma crise de imagem agravada pelo escândalo financeiro do Banco Master. Sem detalhar os contornos das mudanças, foi enfático ao situar o Brasil como referência global: “Ninguém tem defendido multilateralismo como o Brasil, ninguém tem defendido a democracia como o Brasil, ninguém tem defendido as instituições como o Brasil. Tem defendido que elas precisam de reforma, precisam, até as instituições internas no Brasil precisam de reforma, mas é importante que a gente fale com muita clareza para o povo saber o que nós estamos querendo.”

E completou, reforçando o dever histórico do país: “Temos o dever de defender a democracia, a soberania nacional e o multilateralismo.”

“Nada, nada, nada supera a gente ter coragem de pegar um panfleto, andar na rua, bater com a palma no portão das pessoas e olhar no olho das pessoas. É assim que a gente faz política, não é sentado em um sofá fazendo zap. O zap é muito importante, mas a gente não vê o olho da pessoa.” – Lula, sobre mobilização política

Em um dos momentos mais vibrantes do discurso, Lula cobrou a militância a ir além do ambiente digital. Reconhecendo a importância das redes sociais, o apelo foi claro: é preciso sair do sofá, bater de porta em porta e construir política no contato direto com as pessoas.

Hora de ouvir a sociedade

Ainda pela manhã, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, fez um discurso que soou como autocrítica construtiva. Para ele, o momento histórico exige humildade para escutar as dores da sociedade brasileira — da mesma forma que o partido soube ouvi-la no fim dos anos 1970, na luta pela redemocratização, e em 2002, na primeira vitória de Lula. “Tem momentos na história que a gente tem que ter humildade para ouvir, para sentir o que a sociedade espera de nós. Eu não tenho nenhuma dúvida que esse é o momento que estamos vivenciando. É hora de ouvirmos”, afirmou.

Edinho contextualizou o avanço da ultradireita no mundo como expressão de uma crise do capitalismo que a classe trabalhadora não criou, mas sente na pele. E defendeu que o PT tem capacidade de apresentar alternativas: “Se a sociedade diz que esse sistema não serve e não resolve os problemas, nós temos capacidade de ouvir e construir os caminhos para as reformas permitidas para que um novo sistema comece a ser construído.” O presidente do PT também defendeu abertamente a reforma do Poder Judiciário, para que a instituição se aproxime da sociedade civil.

O manifesto e o caminho para 2026

O Congresso do PT, que vai até domingo, 26, debate um manifesto que servirá de base para as propostas da campanha à reeleição de Lula. O documento em análise é mais enxuto do que a versão elaborada pelo ex-ministro José Dirceu — decisão tomada para evitar divergências internas às vésperas do período eleitoral. O manifesto foca em reformas no Judiciário e na administração pública, defesa da escala de trabalho 6×1, soberania sobre minerais críticos e terras raras, além de críticas às políticas do presidente dos EUA, Donald Trump.

O evento contou com representantes de partidos aliados, como o PSB, PDT, PV e PCdoB, com destaque para a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. Delegações de mais de 80 países também marcaram presença, reforçando o caráter internacionalista do partido.

Com tom combativo e olhos postos em 2026, o PT encerrou o primeiro dia do seu congresso com a certeza de que a campanha parte das conquistas e não das promessas em branco.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Política

A direita está na cadeia

A direita brasileira foi reduzida a um presidiário que tem uma folha corrida de causar inveja até em Vorcaro que, não sem motivos, tem uma vasta parceria com a direita.

Isso dá a dimensão da encrenca, mas também o porquê da mídia se voltar contra o judiciário.

Na verdade, hoje, o que se tem nesse métier de gangsters é a mais espessa expressão da escória política no Brasil. É uma piada tratar esse bando de oportunistas de conservadores. Se assim for, Vorcaro, de berço e trajetória neopentecostal, passando pela igreja Lagoinha e terminando no Banco Master, o próprio estado de coisas que esse status “conservador” à brasileira, por intermédio da fé e do sistema financeiro, povoou a vida política mais imunda do país.

Na realidade, tanto a indústria da fé quanto o mercado da Faria Lima abriram uma janela onde ratazanas e camundongos de renome, fizeram uma ponte inédita com o Congresso num verdadeiro golpe institucional, com leniência da insuspeita mídia insdustrial brasileira e de parte da estrutura do Estado como Receita Federal, Ministério Público e Judidiário para impor as unhas do ódio bolsonarista que lhes infligiam uma cerrada manipulação e controle, resultando em verdadeiro sistema de crime organizado nunca antes visto no Brasil.

Bolsonaro é a sítese disso tudo, mas por enquanto só foi condenado por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Moraes e Alckmin, fato que a mídia faz questão de esquecer quando critica o STF, sobretudo na figura de Alexandre de Moraes, mostrando como a informação da mídia corporativa está contaminada com o que existe de pior no banditismo nacional.

A direita foi tranformada nisso, num presidiário, num criminoso, num corrupto e, como revelou a CPI da covid, seu clã já havia negociado propina com a Covaxin por dose da vacina, enquanto crianças, adolescentes, adultos e idosos morriam nos hospitais do Brasil por falta da vacina que o mundo já usufruia para estancar a pandemia.

Não deixa de ser exemplar a síntese desse ajuntamento de bandidos na direita brasileira tendo como resultado icônico um sujeito tido como louco pela medicina e o bandido com o maior nível de periculosidade no Brasil.

Isso sim, é uma derrota séria para a camorra brasileira, que se declara de direita e conservadora.

É isso que Flavio representará nas eleições de 2026.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Congresso ameaça reduzir pena de Bolsonaro se pressão por CPI do Master diminuir; entenda

A cúpula do Congresso Nacional sinalizou votar a redução de pena que pode beneficiar Jair Bolsonaro (PL) se a pressão pela CPI do Banco Master diminuir, condicionando a análise do veto ao PL da Dosimetria a um acordo político para evitar a instalação da comissão, conforme informações da Folha de S.Paulo.

A proposta pode reduzir o tempo de prisão em regime fechado do ex-presidente de 6 a 8 anos para algo entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, dependendo da interpretação jurídica.

Para analisar os vetos presidenciais, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), precisa convocar uma sessão conjunta com deputados e senadores. O impasse é que, nessa reunião, também teria de ler requerimentos de CPI, inclusive o pedido de investigação sobre o Banco Master — etapa que tenta evitar.

Desde a abertura do ano legislativo, Alcolumbre vem adiando a sessão, com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que também resiste à comissão.

A estratégia em negociação é realizar a sessão no início de março apenas se a oposição não pressionar pela leitura do pedido da CPI mista do Master. Caso haja acordo, a votação do veto ao PL da Dosimetria pode ocorrer na primeira semana do mês.

Sem entendimento, a análise deve ser novamente adiada. Além desse veto, há outros 73 vetos presidenciais pendentes de apreciação pelo Congresso.

Pressão da oposição e reação do governo
Parlamentares bolsonaristas cobram a derrubada do veto do presidente Lula, já que a expectativa é de que a mudança na dosimetria beneficie não apenas Bolsonaro, mas também outros condenados pela trama golpista e pelos atos de 8 de janeiro.

Para manter o veto, o PT precisaria reverter ao menos sete votos favoráveis ao projeto no Senado — tarefa considerada difícil, mas possível por aliados do governo.

A derrubada exige maioria absoluta nas duas Casas: 257 deputados e 41 senadores. O projeto foi aprovado originalmente com 291 votos na Câmara e 48 no Senado. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que o Planalto pode recorrer ao STF caso o veto seja derrubado, por considerar a proposta inconstitucional.

CPI do Master amplia tensão política
O avanço das investigações envolvendo o Banco Master elevou a pressão pela criação de uma CPI, com apoio de parlamentares de diferentes campos políticos, incluindo bolsonaristas, governistas e integrantes do Centrão. O pedido de comissão mista, liderado pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), reuniu 42 assinaturas de senadores e 238 de deputados, número suficiente para sua instalação.

Cardeais do Centrão atuam para blindar o ministro do STF Dias Toffoli, que deixou a relatoria do caso após pressão política, e criticam o que chamam de tentativa de transformar as investigações em uma “Lava Jato 2”, com vazamentos seletivos e prejulgamentos contra políticos e ministros da Corte.

A crise ganhou novos contornos após operação da Polícia Federal contra a Amprev, gestora do regime previdenciário do Amapá, por investimentos feitos no Banco Master que podem gerar prejuízos ao fundo dos servidores.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Viraliza vídeo do governo com capivaras pelo fim da escala 6×1

Imagem que mostra uma família de capivaras cantando por mais tempo com a família ultrapassa um milhão de visualizações; veja a tramitação do projeto aqui

Um vídeo pra lá de bem-humorado produzido pela secretaria de Comunicação do Governo Federal (Secom) com uma família de capivaras já ultrapassou um milhão de visualizações.

No vídeo, o grupo de animais aparece caminhando calmamente pelas ruas e cantando uma canção pelo fim da escala 6×1.

“A voz da capivara sussurrou no meu ouvido. Eu não duvido, só quero o fim da 6×1. Bora, gente! Por mais tempo com a família, pra viver, para se cuidar! Tem que acabar SIM”

No final, uma das capivaras ainda fala: “manda esse vídeo pro governo?”

Veja abaixo:

https://twitter.com/i/status/2024592861891620946

*Forum

O fim da escala 6×1
A proposta que prevê o fim da escala 6×1 ainda não foi votada de forma definitiva no Congresso Nacional, mas já é tratada como prioridade máxima para o primeiro semestre de 2026 pelo Governo Federal e pelas presidências da Câmara e do Senado.

Em fevereiro de 2026, o tema avança simultaneamente nas duas Casas Legislativas e deve ganhar força nos próximos meses, em meio a negociações intensas entre parlamentares, governo e representantes do setor produtivo.

Tramitação na Câmara
Na Câmara dos Deputados, o presidente Hugo Motta encaminhou, em 19 de fevereiro de 2026, a PEC 8/2025 para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta trata da reorganização da jornada de trabalho e foi apensada à PEC 221/2019, que já previa a redução gradual da carga horária semanal para 36 horas.

A estratégia de unificar os textos busca acelerar a tramitação e consolidar um modelo único a ser apreciado em plenário. Segundo Hugo Motta, a expectativa é que a matéria esteja pronta para votação no plenário da Câmara até maio de 2026.

Avanço no Senado
No Senado Federal, uma proposta semelhante — a PEC 148/2015 — já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Casa e aguarda inclusão na pauta do plenário.

O líder do governo no Senado tem defendido que a votação ocorra logo após o Carnaval, reforçando o esforço do Executivo para dar celeridade ao tema ainda no primeiro semestre.

Pontos centrais da proposta
O principal objetivo das propostas em discussão é substituir a escala 6×1 por modelos como:

Jornada de 40 horas semanais, no formato 5×2;
Jornada de até 36 horas semanais, com possibilidade de escala 4×3 em determinados setores.
Um dos pilares defendidos pelos parlamentares favoráveis é a manutenção dos salários, mesmo com a redução da carga horária.

Pesquisas de opinião indicam que cerca de 73% dos brasileiros apoiam a mudança. Por outro lado, representantes dos setores de comércio e serviços manifestam preocupação com o impacto financeiro da medida. Empresários alertam para o risco de aumento de custos operacionais e possíveis demissões, argumento que tem intensificado as negociações no Congresso.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Cadê os pela-sacos do neoliberalismo para, na tribuna do Congresso e na mídia, exaltar o grande feito de Flavio Dino?

A turma do Estado mínimo está muda, mais que isso, os que mais gritam pelo Estado mínimo, piraram com a chinelada que Flavio Dino botou na mesa para um grande debate nacional.

Na verdade, Dino fez barba, cabelo e bigode, cortou na própria carne e, de voleio, deu um tirambaço nos hipócritas do Congresso, que funcionam como cachorrinhos de madame, berrando por um Estadinho, e a gloriosa mídia, com os seus XPs da vida, adora reclamar do tamanho das despesas do Estado, jogando sempre jogar a culpa nos pobres por conta dos fundamentais programas sociais do governo Lula.

Como todos sabemos, jamais veremos a direita, qualquer que seja ela nesse país, seja na tribuna do Congresso, no judiciário, mas sobretudo na mídia, conclamar a sociedade para debater a agiotagem nacional com um dos juros reais mais altos do mundo, mas também os sonegadores de impostos, ladrões da pátria, principalmente a falange da Faria Lima/fintechs/PCC.

Particularmente, gostaria de ver a mídia, bancada por grandes instituições financeiras, assim como deputados e senadores pela-sacos dos seus patrocinadores, que defendem a ferro e fogo os interesses dos seus mecenas.

Mas claro que, dentro do trem fantasma do Congresso, com ênfase naqueles que acabaram de votsr contra o programa do governo Lula, Gás do Povo, e entre os vigaristas, os que mais se destacam, Kim Kataguiri e Nikolas Ferreira, que fazem parte da malta dos que mais odeiam o povo com o velho truque de reduzir o tamanho do Estado, gostaria de vê-los se pronunciarem na tribuna exaltando Flavio Dino pelo corte horizontal e vertical dos penduricalhos, das regalias do oba oba com os cofres públicos, mantidos com o suor do povo, que é quem paga a conta.

É hora do Sr. Armínio Fraga e o bonde de tecnocratas que o admiram, escreverem nos jornalões um pedido público para que seja erguido um busto em bronze de Flavio Dino, porque, sinceramente, o ministro do STF, com um só braço, deu um mata-leão nos piores sanguessugas do país.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Assim caminha o Congresso: Líder do PL assinou escritura de venda de imóvel 11 dias após apreensão de dinheiro

Escritura citada por Sóstenes como justificativa para os R$ 430 mil em espécie foi lavrada após a ação da PF e reúne exceções incomuns para transações imobiliárias

A transação imobiliária usada pelo deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, para justificar os R$ 430 mil apreendidos em sua residência em Brasília só foi oficializada em cartório quase duas semanas após a ação da Polícia Federal.

A escritura de venda da casa em Ituiutaba (MG) foi assinada no dia 30 de dezembro. O ato foi lavrado 11 dias após a PF apreender o dinheiro, no dia 19 de dezembro.

A venda foi apontada por Sóstenes como origem do dinheiro vivo. Ele disse que manteve os valores em casa por falta de tempo para depositá-los. Os recursos em espécie foram apreendidos durante o cumprimento de mandado de busca no âmbito da investigação que apura desvio de verba das cotas parlamentares.

O deputado afirmou à reportagem que a transação ocorreu em 24 de novembro, quando um contrato particular entre ele e o comprador foi assinado. Segundo Sóstenes, esse documento previa a assinatura da escritura até o fim do ano.


Queridos leitores,

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1O