Michelle ignora solenemente a campanha de Flavio Bolsonaro e frustra os estrategistas que queriam usá-la para atrair o eleitorado feminino.
No bom português, deu um chocolate amargo com pimenta para o clã, deixando claro que a república da milícia não pode contar com a figuraça que, segundo Mauro Cid, tem um passado podre, dando uma visão geral que, desde já, Michelle está de costas para Flavio e, consequentemente, para o maridão, Jair Bolsonaro.
O filho mais velho de Jair não pode contar com a ex-primeira dama do genocida.
Flavio, que despenca como paraquedista sem paraquedas, direto para se esborrachar no chão, numa velocidade supersônica, não pode contar com os cabelos de Michelle para se agarrar ao eleitorado feminino, muito menos mostra sinal de resgate de um eleitorado que quer cada vez mais distância do 01.
Falando em distância, o senador Girão meteu-lhe um alinha de impedimento dando um passo largo para frente, dizendo que não há como defender o rei do chocolate, afinal, a delação que o brasileiro viu, foi exercida pelo próprio Flavio contra si no vazamento do áudio caça-níquel com Daniel Vorcaro do Banco Master.
A essa altura dos fatos, além da repercussão das tarifas de Trump contra o Brasil, a entrega do Pix do pela-saco Eduardo ao laranjão americano, a cúpula sabe que os caminhos tortuosos que trilhou junto com Claudio Castro, seu office boy, ainda dará muita lã para o novelo do histórico de crimes do rei das mansões hollywoodianas.
De nada adianta a censura que Jair Bolsonaro, através de Nunes Marques, impôs sobre a pesquisa Atlas/Intel, porque a dispersão dos “fieis”, em busca de salvar a própria pele ainda mais de uma família de traidores, é inevitável, melhor dizendo, incondicional.
Na verdade, é onde Flavio está sofrendo com seus principais carrascos fantasiados de aliados.
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A decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg provocou divergências dentro da corte. Segundo o Estadão, ao menos dois magistrados reclamaram da liminar que interrompeu a circulação do levantamento que apontava queda de seis pontos percentuais nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O caso será analisado pelo plenário do TSE ainda nesta semana. A expectativa é que a decisão sirva de referência para futuras disputas envolvendo pesquisas eleitorais e candidaturas durante a campanha de 2026.
Um terceiro ministro, ouvido sob reserva, afirmou não ver problemas na medida adotada pelo presidente da corte. Nos bastidores, integrantes do tribunal lembram que uma resolução aprovada pelo próprio TSE em 2024 estabelece que alegações de deficiência técnica ou manipulação de pesquisas devem ser acompanhadas por elementos de prova ou por pedido formal para produção de laudo técnico.
Segundo um dos ministros, a ausência desse tipo de comprovação torna a liminar questionável. O mesmo magistrado afirmou que a decisão é “muito preocupante” e declarou que o instituto responsável pelo levantamento é reconhecido no mercado e atende às exigências previstas na legislação eleitoral. A avaliação ocorre enquanto o tribunal discute os limites para contestação judicial de pesquisas registradas.
A ação que resultou na suspensão foi apresentada pelo Partido Liberal, que contestou a metodologia utilizada pela AtlasIntel. A legenda argumentou que a formulação das perguntas poderia influenciar as respostas dos entrevistados e causar prejuízo à imagem de Flávio Bolsonaro.
Ao conceder a liminar, Nunes Marques afirmou que havia indícios de comprometimento metodológico. Segundo o ministro, os elementos apresentados levantavam dúvidas sobre a regularidade da pesquisa e indicavam possível “contaminação das respostas”.
“Nos elementos trazidos aos autos após manifestação da representada reforçam, em juízo de cognição sumária, os indícios relevantes de comprometimento da metodologia da pesquisa impugnada, inclusive no cotejo com o questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela mesma empresa”, escreveu o magistrado na decisão.
Aliados de Nunes Marques avaliam que a liminar poderá ser mantida pelo plenário do TSE. De acordo com o DCM, caso isso ocorra, a tendência é que a discussão seja levada ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde poderá haver nova análise sobre a validade da suspensão e os critérios para contestação de pesquisas eleitorais.
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Menos de 10 dias após assumir a Presidência do TSE, Nunes Marques mudou as regras e assumiu, em lugar de Estela Aranha, a relatoria da ação proposta por Flávio Bolsonaro para censurar pesquisa que mostrava derretimento da pré-candidatura após áudio com Vorcaro. Entenda.
Alçado à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com André Mendonça como vice, em 12 de maio, o ministro Kássio Nunes Marques fez uma dobradinha e mudou o regramento da corte para beneficiar Flávio Bolsonaro (PL-RJ) menos de 10 dias depois, na primeira representação sobre propaganda eleitoral irregular de um pré-candidato à Presidência em sua gestão.
A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) entrou com representação no dia 19 de maio contra o Instituto AtlasIntel, no mesmo dia em que pesquisa mostrou sua pré-candidatura derretendo sob efeito do áudio e das mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, revelados pelo site The Intercept no dia 13 do mesmo mês.
A jogada ensaiada, que passou pelo ecossistema bolsonarista, começou no dia anterior, quando Cláudio Dantas divulgou uma fake News em seu site dizendo que a “AtlasIntel reproduz áudio de Flávio em pesquisa eleitoral”.
Prontamente, Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, explicou que o áudio foi “reproduzido depois da conclusão do questionário da pesquisa e portanto não tem nenhum impacto sobre os cenários eleitorais”
“A ideia é entender em tempo real o impacto do áudio sobre a percepção do eleitorado, com segmentação demográfica. AtlasIntel sempre mantém uma postura imparcial, que caracteriza nosso trabalho não apenas no Brasil mas a nível global”, explicou Roman no mesmo dia 18.
No entanto, Dantas havia comunicado o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que já antecipou, antes mesmo da divulgação da pesquisa, que iria “entrar com uma ação pedindo multa ao instituto que está fazendo uma indução negativa da pesquisa, para que isso não se repita”.
Protocolo no TSE Assim que a pesquisa foi divulgada, confirmando o derretimento imprescindível de Flávio Bolsonaro nas pesquisas em razão do envolvimento fisiológico no escândalo do Banco Master, advogados que atuam na pré-campanha protocolaram a representação pedindo censura aos dados – somente entre evangélicos, a queda foi de 15 pontos, revelando o estrago. A ação foi direcionada a Nunes Marques.
No entanto, por se tratar de um processo de suposta “propaganda eleitoral”, a ação foi distribuída para ser relatada pela ministra Estela Aranha. Indicada por Lula para a corte eleitoral em razão do conhecimento em direito digital e fake news, Estela Aranha foi designada pela ex-presidente, Cármen Lúcia, como relatora natural das ações sobre propaganda eleitoral.
No entanto, menos de 24 horas depois, em 20 de maio, Nunes Marques editou uma portaria para designar, além da ministra, ele próprio e André Mendonça como possíveis relatores de ações sobre propagandas eleitorais.
A portaria nº 235, de 20 de Maio de 2026, foi a primeira mudança determinada por Nunes Marques, que determinou a designação “para exercer as funções de juiz auxiliar da propaganda eleitoral, além da Ministra Estela Aranha, anteriormente designada, e da Presidência que também participará da distribuição”, o “ministro Vice-Presidente André Luiz de Almeida Mendonça”.
Nunes Marques ainda resolveu dar efeito retroativo à nova regra e tirou Estela Aranha da relatoria da ação protocolada por Flávio Bolsonaro. A representação foi sorteada entre os três e o próprio presidente do TSE ganhou a disputa, passando a relatar o caso a partir de então.
Em nota, o TSE confirmou a mudança da regra anterior e confirmou que Nunes Marques seria o relator do caso.
“A partir da chegada de uma petição endereçada à Presidência no processo sobre a pesquisa Atlas, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, analisou a distribuição dos casos sobre propaganda e designou os ministros que ficarão responsáveis por examinar ações nas eleições de 2026: o presidente, o vice André Mendonça e a ministra Estela Aranha. Houve a decisão de redistribuição do pedido do PL aos três, e a relatoria ficou com o presidente da Corte”, confirmou a assessoria à época.
O resultado foi visto nesta segunda-feira (8), quando Nunes Marques decidiu, em decisão monocrática, censurar a pesquisa em regime de urgência, atendendo ao pedido de Flávio Bolsonaro.
Tentativa de inibição Na decisão, Nunes Marques busca inibir a análise das pesquisas que são feitas pelos diretores dos institutos ao citar uma entrevista de Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, à CNN Brasil para justificar a censura.
Segundo o presidente do TSE, ao comentar as trocas de mensagens de Flávio Bolsonaro com Vorcaro, Roman teria reconhecido “o viés político do conteúdo submetido aos entrevistados e externou juízo valorativo acerca do potencial de desgaste eleitoral do pré-candidato mencionado na representação”.
“Na ocasião, afirmou que o áudio envolvendo Flávio Bolsonaro seria “muito problemático para a imagem” do pré-candidato e revelaria “fatos extremamente graves”, capazes de comprometer “a viabilidade dele neste ciclo eleitoral e a permanência dele na corrida”, defendendo, ainda, a formulação das perguntas que associavam grupos políticos ao denominado “esquema de fraudes financeiras do Banco Master”, diz na decisão.
De acordo com Nunes Marques, a análise de Roman “corrobora os argumentos deduzidos” na ação movida por Flávio Bolsonaro.
A decisão monocrática atendeu a um pedido do Partido Liberal, que alegou indução de entrevistados, e proibiu o instituto de divulgar, impulsionar ou republicar o levantamento até nova deliberação da Corte.
O caso ainda precisa ser analisada pelos outros ministros e o plenário do TSE deve julgar o caso nesta terça-feira (9). O resultado é aguardado como uma prévia do perfil que a nova composição da Corte adotará ao longo do processo eleitoral.
Quem é Estela Aranha Quando assumiu uma cadeira no Tribunal Superior Eleitoral em 1º de agosto de 2025, indicada pelo presidente Lula, a ministra Estela Aranha já carregava um currículo incomum para os padrões da Justiça Eleitoral.
Advogada especializada em direitos digitais, proteção de dados e regulação de plataformas, ela construiu sua trajetória profissional muito mais próxima dos debates sobre tecnologia, desinformação e inteligência artificial do que dos tradicionais corredores do direito eleitoral. Foi justamente essa especialização que a transformou em uma das principais referências do país no enfrentamento à manipulação informacional nas redes.
A projeção nacional veio durante o terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No Ministério da Justiça, sob o comando de Flávio Dino, Estela assumiu papel central na formulação das políticas públicas voltadas ao combate à desinformação, aos discursos de ódio e à violência digital.
Foi a primeira titular da Secretaria de Direitos Digitais, criada em meio ao debate sobre a responsabilização das plataformas e à necessidade de respostas institucionais após os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Seu trabalho a colocou no centro das negociações entre o governo brasileiro e as gigantes da tecnologia, tornando-a uma das vozes mais influentes do país na discussão sobre regulação das redes sociais.
A chegada de Estela ao TSE ocorreu justamente quando a Justiça Eleitoral passou a encarar um novo campo de batalha. Se nas eleições anteriores a preocupação era o disparo em massa de mensagens e a disseminação de fake news, o pleito de 2026 passou a ser marcado pelo avanço da inteligência artificial, da manipulação audiovisual e das campanhas digitais altamente segmentadas.
Nesse contexto, sua presença na Corte foi interpretada como uma aposta na especialização técnica para enfrentar os desafios da era digital. Não por acaso, tornou-se uma das magistradas mais acionadas em processos envolvendo propaganda eleitoral na internet, desinformação e uso de tecnologias emergentes na disputa política, transformando-se em personagem central de uma das frentes mais sensíveis da democracia brasileira contemporânea.
*Forum
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Pré-campanha do senador já associa anistia, revisão tributária e flexibilização trabalhista
A pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro começa a ganhar contornos mais claros no debate público. Até agora, as principais propostas e bandeiras associadas ao senador do PL passam pela defesa de uma anistia ampla para Jair Bolsonaro, pela suspensão da reforma tributária e pelo apoio à PEC 12/2026, proposta apelidada por críticos de “PEC da escala 7×0”, que flexibiliza regras trabalhistas e cria um regime baseado em horas trabalhadas.
Embora Flávio ainda não tenha apresentado oficialmente um plano completo de governo, o entorno político do senador já vem sinalizando quais deverão ser as prioridades da candidatura bolsonarista para 2026.
A fala mais explícita sobre o peso político da eleição veio do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Em abril deste ano, ele afirmou que, se o partido não vencer a eleição presidencial, Jair Bolsonaro ficará “mais dez anos preso”. A declaração reforçou a leitura de que a disputa presidencial passou a ser tratada pelo núcleo bolsonarista como peça central para reverter a situação jurídica do ex-presidente.
A anistia é justamente o tema mais assumido publicamente por Flávio até agora. O senador já defendeu uma medida ampla para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro e afirmou que seria necessário “zerar o jogo” político no país. Em outra declaração, disse que só abriria mão de uma candidatura presidencial caso Jair Bolsonaro estivesse “livre e nas urnas”.
Na área econômica, a principal proposta divulgada pela pré-campanha envolve a reforma tributária. Segundo informações publicadas pela CNN Brasil e pela Folha de S.Paulo, a equipe de Flávio pretende apresentar uma PEC para suspender por um ano a entrada em vigor da reforma aprovada pelo Congresso.
De acordo com Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, a ideia seria “corrigir distorções” e rever exceções criadas no novo modelo tributário. O entorno do senador também passou a defender a redução da alíquota-padrão prevista no novo IVA.
O próprio Flávio já falou publicamente sobre revisar ou até revogar a reforma tributária aprovada pelo Congresso, sob o argumento de que seria necessário construir um sistema “realmente simplificado”.
No Senado, outra frente ligada diretamente ao senador envolve a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho. Flávio aparece formalmente entre os autores da proposta, que altera o artigo 7º da Constituição para permitir que trabalhadores escolham entre o regime tradicional da CLT e um modelo flexível baseado em horas trabalhadas.
Na prática, o texto abre espaço para contratos mais flexíveis, remuneração proporcional às horas efetivamente trabalhadas e possibilidade de acordos individuais entre empregado e empregador. Críticos da proposta passaram a apelidar a PEC de “PEC da escala 7×0”, argumentando que o texto flexibiliza direitos trabalhistas e amplia a precarização das relações de trabalho.
De acordo com Cleber Lourenço, ICL, a proposta ganhou força política após ser despachada rapidamente pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para análise da Comissão de Constituição e Justiça. O movimento ocorreu enquanto a PEC do fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara, permaneceu sem despacho imediato no Senado, gerando críticas de parlamentares governistas e centrais sindicais.
As três frentes — anistia, revisão da reforma tributária e flexibilização das relações de trabalho — passaram a concentrar parte importante do debate em torno da pré-campanha presidencial do senador do PL e já desenham os primeiros contornos políticos da candidatura bolsonarista para 2026.
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Carlos Bolsonaro atacou publicamente a nova equipe de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Ele compartilhou um vídeo que critica a estratégia mais profissional e moderada adotada por Flávio, acusando-a de afastar os apoiadores mais radicais (“tias do zap e tios do churrasco”) em favor de uma comunicação mais palatável e corporativa.
Conflito familiar: Carlos, responsável histórico pela comunicação digital da família, interpretou a contratação da nova agência como uma tentativa de afastá-lo do controle da narrativa.
Estratégia em disputa: Flávio busca uma imagem mais moderada para conquistar eleitores em Santa Catarina; Carlos defende a manutenção do tom radical e da mobilização das bases mais extremistas.
Dificuldades no estado: A candidatura de Carlos Bolsonaro enfrenta resistências locais, questionamentos sobre domicílio eleitoral e a tradição catarinense de votar em nomes regionais.
Riscos para 2026: O racha expõe a dificuldade do PL em unificar discurso e evitar vaidades entre os herdeiros de Jair Bolsonaro, aumentando o risco de fragmentação do bolsonarismo.
Silêncio e consequências: Flávio não se manifestou. Eduardo Bolsonaro também manteve silêncio público. O episódio foi visto como mais um caso de autossabotagem familiar.
Esses episódios evidenciam as divisões internas graves que enfraquecem a coesão bolsonarista às vésperas das eleições de 2026.
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A principal plataforma da direita, desde que Lula chegou ao poder, pela primeira vez em 2002 e segue até os dias que correm, é o antipetismo, como se fosse um livro sagrado.
Ocorre que, na prática, a coisa se dá ao oposto, ou seja, isso é uma ferramenta de preguiçoso, típica de um saco de gatos que não consegue fazer um depate político que não seja o ramerrão antilula e antiPT, então, é derrota sobre derrota para a direita e, a solução é golpe sobre golpe, como ocorreu com Dilma e processado por Carla Zambelliom a condenação e prisão de Lula sem prova de crime.
Foram duas farsas que se arrastam nas línguas de trapo dessa direita falida moralmente e economicamente, já que os casos concretos de corurpção no Brasil são justamente da direita, que acusa o PT de corrupção e, na economia, não tem graça comentar.
Todos os governos, absolutamente todos de direita, incluindo os da ditadura, entregaram o Brasil aos brasileiros na bancarrota.
Mas por que isso ocorre? Porque a direita não tem ideologia, apenas um bate-estaca neoliberal que, desde sempre, na prática, deu mais do que errado, fois desastroso. E ao contrário da crença dessa gente, fora os esquisitos que tomam detergente, é que a direita é um monumento de excrementos que antipetismo nenhum os salva da derrota.
Agora mesmo, independente de toda essa lambança e corrupção dos vigaristas trapalhões do clã Bolsonaro em que criou-se uma meleca política, misturando Trump com Vorcaro, Master com EUA, muita gente, por devoção, inclusive na mídia, vendia Flavio como vencedor na disputa presidencial. Aliás, a mídia parece que não pode ver um pangaré, que se apaixona.
Foi assim com Pablo Marçal, foi assim com Bolsonaro, que jamais chegaria à Presidência da República, se não fosse por um juiz corrupto e ladrão, como disse o deputado Glauber Braga, ao classificar Sergio Moro., já que este conseguiu um fato inédito, ser malvisto pelos eleitores de direita e de esquerda, tal o borralho de seu caráter e burrice aguda.
Mas o que dizemos aqui é que essa direita, que vive de compartilhamentos de mentiras com o seu exército de robôs, levou um tranco, sem poder revidar nos escândalos que envolvem Flavio e Vorcaro, que também estão associados a Eduardo Bolsonaro e aos diabos menores, assim como não tem qualquer rabisco de projeto de país que não seja para prejudicar a vida de uma gigantesca massa de brasileiros pobres e trabalhadores que se veem ameaçados de perda de direitos com as titicas tecnocratas que brotam na cabeça da imbecilidade reacionária.
Seja como for, o que o antipetismo e o antilulismo conseguiram provar até agora é que a direita é formada por amebas oportunistas, e disso não passa.
Independente dos escândalos que envolvem o clã Bolsonaro, Flavio tomaria um sarrafo de Lula nas urnas, simplesmente por ser um pária, filho de outro que devolveu 34 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria e o Brasil ao mapa da fome, sem falar na rede de corrupção envolvendo compra de vacinas, que acabou porr provocar a morte de mais de 700 mil brasileiros.
O antipetismo só consegue provar que é uma prática criminosa e que só os pulhas vivem dela para justificar a própria burrice e limitação intelectual.
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Pesquisa Vox mostra crescimento de Lula, recuo de Flávio Bolsonaro e avanço de Caiado e Zema na disputa pelo eleitorado conservador
A mais recente pesquisa do Instituto Vox Brasil indica uma mudança relevante no cenário da sucessão presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42,1% das intenções de voto no primeiro turno, abrindo vantagem de 8,5 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 33,6%.
O movimento é significativo porque ocorre em meio a uma recuperação gradual da aprovação do governo federal e após uma sequência de episódios políticos que colocaram o bolsonarismo sob pressão. Desde meados de maio, Lula avançou quase oito pontos percentuais, enquanto Flávio perdeu quase três pontos, ampliando uma diferença que anteriormente era muito mais estreita.
Migração de votos fortalece nomes da centro-direita
O levantamento revela um fenômeno que começa a ganhar força na corrida presidencial: parte do eleitorado identificado com a direita parece buscar alternativas fora do núcleo bolsonarista.
Os principais beneficiados são o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo). Caiado alcança 6,9% no primeiro turno e aparece em empate técnico com Lula em uma eventual segunda rodada. Zema registra 5,1% e também reduz significativamente a distância em um confronto direto com o presidente.
A evolução desses números sugere uma fragmentação do campo conservador. Enquanto Flávio Bolsonaro perde apoio, candidatos da direita tradicional ampliam espaço entre eleitores que demonstram resistência ao governo Lula, mas também apresentam dúvidas sobre a viabilidade eleitoral do bolsonarismo.
Efeito Trump e desgaste do bolsonarismo A pesquisa foi realizada após a visita de Flávio Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e depois da decisão norte-americana de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
Embora seja prematuro estabelecer uma relação direta entre esses acontecimentos e a movimentação eleitoral, os números mostram que o senador não conseguiu converter a exposição internacional em crescimento político. Pelo contrário: o levantamento registra perda de apoio justamente no período em que a agenda externa ganhou destaque.
Ao mesmo tempo, a defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas contra produtos brasileiros tornou-se um tema central do debate político, favorecendo o discurso adotado pelo governo federal.
Lula mantém força entre mulheres e baixa renda
A liderança do presidente continua sustentada por segmentos decisivos do eleitorado. Entre as mulheres, Lula abre vantagem de mais de 15 pontos sobre Flávio Bolsonaro. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, a diferença é ainda mais expressiva: 55,1% contra 23,5%.
O desempenho também permanece forte entre idosos e entre os eleitores com menor escolaridade, grupos que historicamente apresentam elevada participação eleitoral.
Já Flávio Bolsonaro mantém seus melhores resultados entre homens, eleitores de renda mais alta e setores com maior escolaridade, mas esses nichos têm se mostrado insuficientes para compensar as perdas registradas em outras faixas do eleitorado.
Segundo turno reforça tendência de recuperação No cenário de segundo turno, Lula aparece com 47,8% contra 41,3% de Flávio Bolsonaro. O dado chama atenção porque representa uma reversão completa do quadro observado em maio, quando o senador liderava numericamente a disputa.
A pesquisa também mostra que quase 40% dos eleitores ainda admitem mudar de voto até a eleição, indicando que o cenário permanece aberto à argumentação de campanha. Ainda assim, os números atuais apontam duas tendências simultâneas: o fortalecimento da posição de Lula e a crescente disputa, dentro do campo conservador, pelos votos que tradicionalmente orbitavam em torno do bolsonarismo.
Reconfiguração da disputa de 2026 Mais do que uma simples vantagem numérica de Lula, a pesquisa sugere uma reconfiguração do tabuleiro eleitoral. O presidente consolida sua liderança enquanto a direita vive um processo de reorganização interna.
O avanço de Caiado e Zema indica que uma parcela do eleitorado conservador busca alternativas capazes de dialogar com a agenda econômica liberal e com pautas da direita sem carregar o elevado índice de rejeição associado ao sobrenome Bolsonaro.
Se essa tendência se confirmar nos próximos meses, a disputa presidencial poderá deixar de ser apenas um confronto entre lulismo e bolsonarismo para incorporar uma terceira variável: a concorrência pela sucessão da liderança do campo conservador brasileiro, claramente em derretimento em relação à família Bolsonaro. Com Vermelho.
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O exército de robôs nas redes em defesa de Flavio Bolsonaro sobre o fim do Pix e a entrega das terras raras brasileiras a Trump, terá que caricaturar uma saída ou um labririnto para desdizer o que disse o apito de cachorro da campanha de Flavio.
Inacreditavelmente, Eduardo Bolsonaro confessa, ao estilo “exame de consciência”, que seria bom para o Brasil que entregasse as terras raras e, junto, acabasse com o Pix e assumisse o que ele classifica como algo paralelo, um sistema americano para dar lucro à banqueirada Tio Sam.
Mais do que tudo, espanta o sujeito dizer isso sem corar a bochecha, o que deixa absolutamente claro que isso, às escondidas, já vem sendo nutrido nessa relação promíscua entre Flavio, Eduardo, com Marco Rubio e Trump.
Só faltou dizer uma coisa, o que Eduardo o tempo todo, praticou quando seu pai foi presidente, que é se distanciar comercial e diplomaticamente da China para se submeter às ordens de Whasington, coisa que, aliás, Flavio repete em 2026, dizendo que entegaria as terras raras brasileiras ao governo Trump para dar uma vantagem aos EUA em relação à China.
O troço chegou a um nível tal de vulgaridade como estratégia política, na tentativa de produzir influência inimaginável de Trump, a favor de Flavio, na eleição brasileira.
O fato é que a declaração de Flavio nesta quarta (3) está sendo considerada por analistas políticos como o último prego no caixão da candidatura de Flavio.
Não só isso, Flavio está sendo trocado por Michelle até em podcasts de mercenários bolsonaristas, o que certamente rflete o que rola nos bastidores em torno da campanha de Flavio.
O ponto é o mesmo, o sobrenome de Michelle (Bolsonaro). Ou seja, a coisa sai da subintenção para a estratégia concreta de sobrevivência do clã.
Nnguém pode afirmar que é cedo, para o animal que comanda a tropa, tirar o filho e colocar a esposa, já que não tem outro filho para colocar no lugar.
Não é a glória, mas é o que Bolsonaro tem para fixar seu nome como líder da direita, independente de vencer ou não as eleições.
A verdade é que a candidtura de Flavio, babou. Não tem autoridade sequer para acessório de Bolsonaro entre os pares, que fará para o povo brasileiro.
Pior, ao invés de se desinfetar e infetar o próprio PL, Flavio, tudo indica, terá tsunamis ainda maiores contra si, vindo de Vorcaro ou coisa que o valha.
Já no entreguismo com sua sabujice a Trump, Eduardo entregou a rapadura, dizendo que o Brasil só ganharia se entregasse as terras raras aos EUA e desaparecesse com o Pix.
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Agiota é agiota, nessa denominação, não existe absolutamente nada de positivo, a não ser a exploração nua a crua até de pagamentos feitos à vista em que as bandeiras americanas, no Brasil, ganham até sem casar um único tostão.
Pior, a maioria do comércio dá descomnto de 5% a 10% a quem paga serviço ou mercadoria em dinheiro vivo ou por Pix.
Não existe nada melhor para os profissionais da lei do menor esforço para se ganhar dinheiro, que jorra de uma fonte inesgotável, sobretudo para uma elite financeira global, como é o caso da agiotagem do Tio Sam.
Trump é tão pau mandado, tão sabujo das bandeiras americanas que ostentam cartões de crédito no Brasil, quanto o clã Bolsonaro é de Trump.
E se um Mastercard da vida quer o fim do Pix, Trump também quer, assim como Flavio. E se Flavio quer, é porque Bolsonaro também quer, porque, na verdade, Flavio nem existe sem o pai. Não só ele, absolutamente todos os filhos de Bolsonaro vivem par e passo com essa figura repugnante, que não tem classificação tão criminosa na história do Brasil.
Bolsonaro, como é sabido por todos, através da CPI do Genocídio, não comprava as vacinas, esperando quem daria mais propina por dose a ele e seu clã, como foi o caso da Covaxin. Lembram?
Pois bem, a coisa só não foi à frente porque a própria CPI denunciou, abortando a barbada que daria uma fortuna de propina ao clã.
Tudo isso custou a vida de mais de 700 mil brasileiros, e Bolsonaro sequer visitou um hospital durante a pandemia, nem um gesto de empatia num telefonema ao menos a uma família que perdeu ente ou entes queridos por covid.
Claro que Tump tem interesse de acabar com o Pix, porque o próprio tem negócios bilionários no sistema financeiro. Daí, a coisa fica mais premente.
Trata-se de um assunto perfeitamente entendido pela população brasileira, principalmente pelas camadas mais pobres, porque é uma das maiores fontes de renda das milícias, sobretudo do Rio de Janeiro, tão afeitas à família Bolsonaro.
Para encurtar o assunto, de forma objetiva, é só seguir o fio para entender por que o Pix se tornou um pedregulho na botina dos grandes capitalistas americanos, incluindo o próprio Trump e, consequentemente, os sabujos da escória global que essa gente tanto admira, oferecendo o brasileiro assado como almoço ou jantar desses abutres.
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Em forte discurso em Catalão, em Goiás, nesta terça-feira (2), o presidente Lula expôs o lobby de Flávio e Eduardo Bolsonaro (PL) junto ao governo Donald Trump, que resultou em um novo tarifaço de 25% sobre os produtos brasileiros, e afirmou que “que esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele”.
“Ontem eu soube da notícia que o Comércio Americano resolveu taxar o Brasil em 25% quando nós estávamos em negociação, quando eu tinha tido uma reunião com o presidente Trump. O que eu quero dizer com isso? É que esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores do que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. É isso que vocês têm que dizer alto e bom som: são traidores”, disparou Lula.
“Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado. O que merece os traidores da pátria que vão pedir intervenção de um país no nosso país? Pensem, meditem. Porque esse cidadão hoje aparece lá em frente dizendo: “Eu não falei nada, eu não falei nada”. Todo covarde é assim, fala a merda que fala, depois não tem coragem de assumir o que fala, fica tentando mentir”, disparou o presidente, que deu detalhes da negociação com o governo Trump no início do discurso.
Lula ainda falou que nenhum grupo político que já enfrentou “teve a sordidez política que a gente vê com essa família metralha, que assumiu o governo de 2018 a 2022”.
“Hoje [Flávio] foi dizer que não falou nada. Ele falou! Ele foi pedir arrego. Foi dizer: ‘porra, Trump, dá uma porrada no Lula, ataca o Lula porque o Lula vai ganhar tranquilo, prejudica o Lula’. Imbecil. Ele não sabe que ele não vai prejudicar o Lula. Ele vai prejudicar é o povo brasileiro. Ele vai prejudicar são os empresários brasileiros. Ele vai prejudicar é o agronegócio”, afirmou.
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