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Haddad lidera com folga para o governo de São Paulo

De acordo com pesquisa da GovNet/Opinião Pesquisa, encomendada pelo Grupo Gazeta de S. Paulo, publicada nesta sexta-feira (26), o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) teria a preferência do eleitorado caso a eleição para o governo do estado de São Paulo fosse hoje.

No primeiro cenário, Haddad aparece com 21,06% dos votos. Atrás dele vem Márcio França (PSB), com 13,92%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 10,59%. O atual governador João Doria (PSDB) surge na quarta colocação, com 9,85% da preferência. Os outros citados são Paulo Skaf (MDB), Abraham Weintraub e Elvis Cezar (PSDB). Os nulos são 19,6%, enquanto os indecisos somam 13,2%.

Em outro cenário, sem Geraldo Alckmin, Haddad cresce um pouco mais, e aparece com 23,9% da preferência dos eleitores. Na sequência, novamente França fica em segundo, com 16,38%. Doria aparece em terceiro, contando com 11,95% da preferência eleitoral.

No terceiro cenário, com Alckmin no lugar de Doria, Haddad permanece na liderança, com 23,5%, seguido por França, 15,15%, Alckmin, 14,90%, Skaf, 7,02%, Arthur do Val (Mamãe Falei), 4,56%, Weintraub, 2,59% e Elvis Cezar, 1,23%. Os nulos somam 13,30%. Já 17,73% se dizem indecisos.

O levantamento foi realizado entre 17 e 23 de março de 2021 através de 812 entrevistas telefônicas, em 168 municípios do estado de São Paulo. A margem de erro para o total da amostra é de 3,4%, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

*Com informações da Forum

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Lula: ‘Se for necessário para derrotar o bolsonarismo, eu me colocaria à disposição’,

Ex-presidente, no entanto, defende candidatura de Fernando Haddad. “Tem passaporte de 47 milhões de votos”, afirma.

O ex-presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira (18), em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, do UOL, que sua candidatura à presidência em 2022 apenas ocorreria se assim “fosse necessário”. O petista mais uma vez defendeu o nome do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, como principal aposta do partido para a disputa.

“Vai depender das circunstâncias políticas, vai depender do PT, vai depender se for necessário ou não ser candidato. Eu já fui presidente, eu não necessariamente preciso ser. Para ser, é preciso que haja uma razão maior. Se for necessário para derrotar o bolsonarismo, eu me colocaria à disposição, mas ainda tem tempo para decidir”, afirmou o petista.

“O Haddad é um nome extraordinário, não tem ninguém melhor […]. Haddad tem passaporte de 47 milhões de votos”, completou.

O ex-presidente também defendeu a formação de frente ampla entre partidos de oposição apenas no segundo turno da disputa presidencial. Para ele, partidos devem ter candidaturas únicas em 2022.

“Se tiver segundo turno, e o PT for para segundo turno, o PT vai procurar outras forças políticas para conversar. A grande aliança se dá no segundo turno, sempre foi assim. Eu defendo que todos os partidos tenham candidatura única”, disse Lula.

Ao comentar sobre as mensagens entre procuradores da Lava Jato investigadas no âmbito da Operação Spoofing, Lula disse se considerar refém “da maior mentira contada” no país.

“Eu não sei qual será a decisão da Suprema Corte. O que sei é que sou refém da maior mentira contada nesse país. Inventada pelo Moro, inventada pela quadrilha de Curitiba, inventada pelo TRF-4, inventada pela TV Globo, para evitar que eu fosse candidato à presidência. Eu me considero refém”, disse o ex-presidente.

“Espero que eles tomem a decisão de anular todas as mentiras contadas contra mim, anular todos os processos, estamos reivindicando um processo justo”, completou.

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O que deu liga na badalhoca lavajatista, foi a Globo. Sem ela, Moro e Dallagnol já estariam presos

Transformar bandido em herói na mídia é só uma questão de versão. E a Globo é craque nisso.

Os restos fecais de uma mídia que passou a ser sócia da direita, podem ser vistos na participação de Haddad no programa Manhattan Connection em que foi atacado pelo principal jornalista de esgoto da Veja, Diogo Mainardi, que hoje é sócio de campanha de Moro para a presidência em 2022.

Visivelmente desequilibrado, Mainardi, vendo-se numa situação complicada quando Haddad, o enquadrou, colocou a bola no chão, simplesmente não queria permitir que Haddad desenvolvesse seu raciocínio e partiu para a obstrução de baixo nível.

Aquilo a que assistimos é apenas uma demonstração mais evidente do que ocorreu no país com as quatro derrotas do PSDB para o PT na disputa eleitoral para presidência da República quando o PSDB terceirizou a oposição para a mídia.

E se a mídia, sobretudo a Globo, foi sócia da Lava Jato, Mainardi já escancarou que virou sócio de Moro no seu blog e revista, uma sociedade pelo poder em 2022.

O fato é que Gilmar Mendes sintetizou as práticas da Lava Jato classificando-a como “Esquadrão da Morte”. O ministro do STF diz textualmente que a mídia foi a grande culpada por esses criminosos agirem ao arrepio da lei sem jamais serem incomodados pela justiça.

Por isso também a Globo não quer admitir o que não tem como negar, os fatos revelados pelos vazamentos das mensagens desse covil de vigaristas de Curitiba, pois acertaria o próprio pé.

Ainda assim, muitos setores da mídia, mesmo a contragosto e, não tendo mais como negar a inocência de Lula e a bandalheira de Moro, já aceitam a realidade gritante que emerge da lama que escorre da Lava Jato revelada diuturnamente pela própria mídia e, principalmente, pelos blogs independentes.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Haddad tira a máscara de Mainardi, lembrando que ele votou em Bolsonaro, a quem hoje chama de criminoso

Haddad, ontem, fez barba, cabelo e bigode na cara de Mainardi.

Por tudo o que já falamos em outras postagens, mas também por escancarar a hipocrisia do dono blog O Antagonista, hoje, o ferrenho opositor de Bolsonaro que, corretamente, classifica a besta do Planalto como criminoso, não só votou, mas apoiou fortemente, em campanha em seu próprio blog, a eleição do criminoso.

Para confirmar, é só perguntar para o Google o que o blog do Mainardi publicava sobre a eleição de Bolsonaro em 2018, para concluir que o homem era um sabujo do Capitão Cloroquina, do genocida de quem Mainardi, depois da saída de Moro do governo, passou a ser opositor.

Antes, porém, era um dos mais rastejantes entusiastas do fascismo bolsonarista. Governo Bolsonaro, que produziu até então, mais de 236 mil mortes por covid no Brasil.

Na verdade, Haddad foi econômico ao dizer que o cínico tinha votado em Bolsonaro.

Espera-se que a detonada que Haddad deu em Mainardi ontem no programa Manhattan Connection se transforme num padrão de um novo comportamento do PT.

Primeiro, ver quem está apontando o dedo sujo para o partido e já espinafrar o sujeito, como fez Haddad com Mainardi. Depois, detonar quem é citado como foi com Moro e mastigar, cuspir e enterrar o vigarista. Simples assim.

A direita tem um belo histórico de falir o país todas as vezes que governou.

Assim, os políticos de direita não vão querer jamais debater programas ou ideias, mas vão para o insulto, a mentira, para brutalizar o debate, para fugir de si mesma.

Haddad deu a fórmula de acabar com essa tática dos perdedores. É só seguir a mesma pegada, que a esquerda acabará de vez com essa direita que sempre teve talento para o fracasso.

O problema não é mídia ter lado, mas é ela escolher o lado dos ricos e dos governos antipopulares que quebram o país. Ditadores militares, Sarney, Collor, FHC, Temer e Bolsonaro. Todos tiveram apoio irrestrito da mídia. Todos foram contra o povo e detonaram a economia brasileira. Todos!

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: Haddad, contra Mainardi, no Manhattan Connection, remonta a cena do motoboy que espancou seus detratores

Para ter a exata dimensão de como Haddad, ontem, no Manhattan Connection, atropelou de uma só vez, Mainardi e Moro, seguem abaixo dois vídeos, o da entrevista em que Mainardi, por sua possessa agressividade, ofende Haddad e abre caminho para o mesmo tratorá-lo e, junto, ainda amarrotar Moro.

Foi uma verdadeira aula que Haddad deu, primeiro, porque ele espera Mainardi se expor, como uma besta que é, para, depois, engoli-lo, principalmente quando diz que ele tem problema psiquiátrico e que deve procurar ajuda de um profissional.

Já Moro, entrou na bolacha tomando de cara uma nota zero com a autoridade de um professor universitário que foi curto, “é burro, nunca leu um livro, só estudou para passar na prova para juiz. Nem falar ele sabe”.

O vídeo que segue abaixo, de um motoboy, no interior de Minas, reagindo às agressões verbais que já caminhavam para um ataque físico de seus detratores, é a imagem mais apropriada para o que Haddad fez com Mainardi e Moro, com Lucas Mendes fazendo o papel de dono da birosca.

Assista e compare os vídeos:

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Política

Vídeo: Vivi para ver Haddad tratorar Mainardi em pleno Manhattan Connection

Haddad deu sorte, com royal straight flush na mão, pegou Mainardi num dos seus piores dias, pois estava ainda realmente destrambelhado com o enterro da Lava Jato, promovido ontem pelo STF, quando Gilmar Mendes não esqueceu nenhum detalhe da ardilosa arquitetura criminosa montada por Moro na hora de dar o seu voto. Na verdade, ele sapateou em cima do caixão de Moro.

E foi sob esse impacto que Mainardi, o novo cachorrinho de Moro, quis fazer gracejos com a cara de Haddad, bancando o cachorro estridente sem conseguir trazer nada minimamente inteligente para tentar encurralar Haddad.

Haddad, calmamente, esperou aquele monumento de idiotices seguir com suas agressões e quando, por fim, ele pôde falar, realçou na cara de Mainardi o sabor amargo de quem tinha sido atropelado, de quem tinha sentido, ao vivo e a cores, uma sucuri engolindo um rato.

Acho que ele não imaginava tamanha surra, pelo menos não foi o que suas sobrancelhas expressaram, arrearam, mesmo tentando erguê-las com os músculos da face.

Lucas Mendes, que é outro da mesma cepa de Mainardi, teve que intervir, com uma gongada para ver se salvava o idiota do Antagonista da lona.

Vale a pena assistir ao vídeo abaixo a coça que Haddad dá em Mainardi:

*Da redação

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Política

Vídeo – Haddad: ‘Quem sustenta Bolsonaro é o PSDB do Doria, o MDB do Temer e a mídia’

Petista criticou “jogo de cena” dos principais jornais do país, que defendem o impeachment de Bolsonaro em editoriais, mas não cobram esse posicionamento de líderes tucanos e emedebistas.

Para o ex-prefeito de São Paulo e ex-candidato à presidência Fernando Haddad, o impeachment de Jair Bolsonaro não pode ser uma questão de conveniência. A questão principal é saber quantas vidas e empregos perdidos podem ser evitados com o seu afastamento. Mas ele diz que há um “jogo de cena” entre a mídia e partidos, como o PSDB e o MDB. Ao mesmo tempo em que atacam a figura do presidente, apoiam a agenda econômica do ministro Paulo Guedes.

“Quem sustenta hoje o Bolsonaro é o PSDB, do Doria, e o MDB, do Temer”, afirmou Haddad, em entrevista ao Jornal Brasil Atual, nesta sexta-feira (29). São esses partidos que, segundo o petista, se adotassem posição firme contra o atual governo poderiam mudar o curso da história.

Entrevistado por Maria Tereza Cruz e Paulo Donizetti de Souza, editor-chefe da Rede Brasil Atual, Haddad criticou o papel da imprensa tradicional. “A grande imprensa pede timidamente o impeachment do Bolsonaro nos seus editoriais. Mas não cobram o PSDB e o MDB. Não cobram o Doria e o Temer. Ninguém está falando a verdade para as pessoas. Isso é um jogo de cena. Interessa a eles desgastar Bolsonaro como figura pública, enquanto mantêm o apoio à agenda econômica do Guedes.”

Ainda mais contundente, Haddad afirmou que a imprensa jogou o país “no colo de um psicopata” em função de uma agenda econômica. Agenda essa que promove a retirada de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, com vistas à margem de lucro dos empresários. Contudo, esse modelo ortodoxo foi abandonado em todo o mundo. O petista citou as diretrizes econômicas do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que anunciou pacote de estímulo de US$ 1,9 trilhão. “É um absurdo. Estamos na contramão de todas as recomendações, inclusive do FMI.”

Pior do mundo

Haddad destacou que o governo Bolsonaro é o pior do mundo no combate à pandemia, citando estudo do Lowy Institute, de Sydney, divulgado ontem, que comparou o desempenho de quase 98 países. “Ontem foram quase 1.400 pessoas que morreram. Eu perdi minha madrinha ontem, dentro dessa estatística. A pandemia está chegando na casa de todo mundo, está todo mundo vendo chegar.”

Ele destacou a falta de resposta do governo brasileiro à farmacêutica Pfizer, sobre a proposta de aquisição de 70 milhões de vacinas, ainda em meados do ano passado. Além disso, Bolsonaro e seus representantes entraram em rota de colisão com a China, que produz insumos para a maior parte das vacinas contra o novo coronavírus. “O Brasil hoje é considerado um pária mundial.”

Auxílio emergencial

Haddad também criticou o ministro Paulo Guedes, por ter sinalizado que voltaria com o auxílio emergencial, caso o Brasil voltasse a atingir a casa de 1.500 mortes por dia. Beirando esses números trágicos, o ex-prefeito disse que é provável agora que o ministro queira “dobrar a meta”. “Para leite condensado, tem dinheiro à vontade. Mas para o auxílio emergencial, não vai ter. Esses caras, é difícil de dizer isso, mas eles não têm ideia do que é o Brasil”.

Segundo o petista, a volta do auxílio emergencial é necessária para garantir a sobrevivência das pessoas e da economia, enquanto a vacinação em massa não tiver avançado. “Bastava ter passado um dia numa escola de economia para saber que você não consegue sair de uma pandemia, dessa maneira absolutamente irresponsável. As pessoas não têm horizonte. Estão desesperadas”, declarou.

Ele destacou, inclusive, que a extensão do auxílio emergencial é uma das propostas do Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil, apresentado pelo PT em setembro. “É bom lembrar que o valor do auxílio emergencial se deve mais à oposição do que ao próprio governo, cuja oferta inicial era de R$ 200 por família. O que iria quebrar o país. Estamos atuando no Congresso para salvar o país, mesmo quando Bolsonaro fatura os louros da decisão”.
Eleições 2022

De acordo com o ex-candidato à presidência, mais importante do que a formação de uma chamada “frente ampla”, é preciso estabelecer um compromisso, entre todos os candidatos, pela derrota de Bolsonaro. Ele voltou a provocar o PSDB, que quer aparecer como oposição, mas poderia votar em Bolsonaro num eventual segundo turno. Também voltou a ressaltar que a mídia tradicional ainda tenta “sufocar o PT”, que é o “único grande partido de oposição”.

“Eu vou votar em quer derrotar o Bolsonaro. Quero saber dos outros, de quem já foi presidente, de quem quer ser candidato a presidente, se essas pessoas têm coragem de dizer hoje o que farão num segundo turno, se o Bolsonaro estiver representado. Sem isso, fica muito difícil”, declarou Haddad.

Assista:

*Com informações da Rede Brasil Atual

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Opinião

No seu ataque a Haddad, Folha escancara seu slogan: “antipetismo acima de tudo e antilulismo acima de todos”

Cantanhêde, Haddad e a Folha.

É surreal o que Cantanhêde, que anda falando pelos cotovelos na GloboNews, diz sobre a tentativa de golpe de Trump, vestir a casaca tucana pra defender sorrateiramente a impunidade de Moro por um “bem maior”.

Sua tese muito bem rebatida por Haddad, dá conta que seria melhor, aliviar pra Moro, manter a condenação mesmo sem provas contra Lula ou Bolsonaro venceria a eleição em 2022.

A peçonhenta é uma portenta no quesito canalhice.

Na verdade, a Folha atacou Haddad, por ter a mesma fórmula cretina de Cantanhêde na cabeça dos donos do jornalão: antipetismo acima de tudo e antilulismo acima de todos!

Haddad deixa de escrever na Folha após ser atacado em editorial com discurso “bolsonarista”

“Em editorial, segunda-feira (4/1), este jornal resolveu me atacar de maneira rebaixada. Incapaz de perceber na minha atitude a defesa do Estado de Direito, interpretou-a como tentativa oportunista de eu próprio obter nova chance de disputar a eleição presidencial, ou seja, que seria um gesto motivado por interesse pessoal mesquinho. Simplesmente desconsiderou que, nos últimos dois anos, em todas as oportunidades, inclusive em entrevista recente ao jornal, defendi sempre a mesma posição, qual seja, a precedência da candidatura de Lula”, diz Haddad, criticando o tom “bolsonarista” do texto opinativo da Folha em seguida.

*Da redação

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Haddad ironiza após Bolsonaro ganhar prêmio de corrupto do ano: ‘Injusto’

O ex-candidato à presidência da República, Fernando Haddad (PT), cutucou hoje à noite o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que venceu o prêmio de “Pessoa Corrupta do Ano” pelo Organized Crime and Corruption Reporting Project (OCCRP), um consórcio internacional que reúne jornalistas investigativos e centros de mídia independente.

Para o petista, Bolsonaro não merecia levantar o prêmio pelo ano de 2020, mas sim pelos “28 anos que a família [Bolsonaro] desviou recursos públicos” do Brasil. Haddad ainda ironizou ao afirmar que o reconhecimento é injusto por ser tardio.

“Muito injusto o prêmio ‘corrupto do ano’ para Bolsonaro. Por que ‘do ano’? A família passou 28 anos desviando recursos públicos. Reconhecimento tardio e parcial”, escreveu Haddad, no Twitter.

— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) December 30, 2020

Hoje, em comunicado, a OCCRP afirmou que o mandatário brasileiro “venceu por pouco” o chefe da Casa Branca, Donald Trump, e o líder da Turquia, Recep Erdogan, devido a seu suposto papel na promoção do crime organizado e da corrupção.

“Eleito após o escândalo da Lava Jato como candidato anticorrupção, Bolsonaro se cercou de figuras corruptas, usou propaganda para promover sua agenda populista, minou o sistema de justiça e travou uma guerra destrutiva contra a região da Amazônia que enriqueceu alguns dos piores proprietários de terras do país”, afirmou o OCCRP.

O consórcio destacou a denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, no caso das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), quando ele era deputado estadual.

Além disso, ressalto as investigações contra o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), o filho zero dois do presidente, também por um suposto esquema de repartição de salários de assessores, o dinheiro depositado por Fabrício Queiroz e sua esposa, Márcia de Aguiar, na conta bancária da primeira-dama Michelle Bolsonaro e as acusações contra o próprio presidente.

“A família de Bolsonaro e seu círculo íntimo parecem estar envolvidos em uma conspiração criminosa em andamento e têm sido regularmente acusados de roubar do povo”, diz Drew Sullivan, editor do OCCRP. “A destruição contínua da Amazônia está ocorrendo por causa de escolhas políticas corruptas feitas por Bolsonaro. Ele encorajou e alimentou os incêndios devastadores”, afirma Rawan Damen, diretor do Arab Reporters for Investigative Journalism e um dos jurados do prêmio.

*Com informações do Uol

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Folha reconhece que Haddad foi quem mais investiu na cidade de São Paulo

A gestão de João Doria e Bruno Covas, do PSDB, foi a que menos investiu na cidade de São Paulo ao menos desde 2005, de acordo com levantamento feito com dados da prefeitura.

Os investimentos são aquilo que se gasta com obras e outras melhorias que não incluem as despesas fixas, como pagar os salários dos funcionários, a Previdência e os desembolsos com custeio em geral.

Covas tem usado a questão para fazer campanha, além de dizer que recebeu a prefeitura com um rombo nas finanças, embora houvesse dinheiro em caixa.

A menos de dois meses de terminar o mandato, a gestão iniciada por João Doria, em 2017, e continuada desde abril de 2018 por Covas havia investido R$ 8,2 bilhões, menos do que as gestões de Fernando Haddad (PT), Gilberto Kassab (PSD) e José Serra (PSDB)/Kassab.

De acordo com levantamento feito pela Folha, em valores corrigidos, Haddad investiu R$ 15,4 bilhões, Kassab, R$ 15,2 bilhões, e Serrra/Kassab, R$ 10,4 bilhões.

O levantamento da reportagem contabiliza dados entre 2005 e o começo deste mês.

Após analisar os dados enviados pela Folha, a gestão Covas afirma que o critério usado pela reportagem é “equivocado e induz os leitores a uma conclusão errada”. Além disso, critica a inclusão de “transferências não obrigatórias da União, que variam de acordo com as disponibilidades e prioridades do governo federal”.

A reportagem fez também um cálculo de acordo com esses critérios —usando empenhos e excluindo transferências. No entanto, o investimento ainda continuaria abaixo ao menos das duas últimas gestões.

A reportagem decidiu manter dados liquidados totais, por se tratar do valor efetivamente executado —além disso, conseguir a liberação de verbas federais também é uma tarefa política do prefeito.

Conforme a Folha mostrou, o maior gasto de Covas na área de investimentos se refere ao recapeamento de rua. Nesta área de melhoria das vias, somando despesas além de investimentos, a prefeitura havia gasto R$ 1 bilhão até por volta do fim de outubro.

Fazendo a conta ano a ano, os gastos foram aumentando conforme se aproximou o período eleitoral. Em 2017, o investimento liquidado foi de apenas R$ 1,5 bilhão.

Depois disso, a gestão gastou R$ 2 bilhões em 2018 e R$ 2,4 bilhões, em 2019. Neste ano, o investimento é de R$ 2,2 bilhões, mas prefeitura afirma ter dotação disponível para que ultrapasse R$ 5 bilhões. Se previsão se concretizar, será o maior investimento dos últimos anos em apenas um ano, mas não o suficiente para que Covas invista mais que o valor total das gestões Kassab e Haddad.

Em 2020, as receitas da cidade foram impactadas pela pandemia da Covid-19 –e deve haver déficit de R$ 2,5 bilhões. A diferença, porém, dificilmente mudaria radicalmente o cenário de baixos investimentos da gestão completa, já que o volume de investimentos nos primeiros três anos já estava abaixo da média de períodos anteriores.

ovas tem usado a questão dos investimentos para fazer campanha política. Na quarta-feira (19), em uma agenda no Jardim Angela (extremo sul), exaltou o gasto previsto para o ano.

“Esse ano a gente vai chegar a R$ 4,5 bilhões em investimentos com recurso da prefeitura, o maior valor dos últimos oito anos”, disse.

Por outro lado, o adversário de Covas, Guilherme Boulos (PSOL), tem usado o assunto para atacar o tucano.

Ele afirmou que pretende aumentar o nível de investimento. “Em plena pandemia, você está com R$ 19 bilhões parados em caixa. Uma dívida ativa de R$ 130 bilhões esperando pra ser cobrada”, disse.

O líder de movimento de moradia disse que o investimento de sua gestão para os próximos quatro anos seria de R$ 29 bilhões, montante que, olhando o histórico de investimento dos últimos 15 anos, também parece improvável de se concretizar.

Boulos costuma usar os R$ 19,2 bilhões em caixa para dizer que investirá no próximo ano. Segundo a prefeitura, R$ 7,9 bilhões são vinculados e R$ 11,3 bilhões não vinculados —valor é suficiente para cobrir o fluxo de caixa negativo do último bimestre, segundo a gestão.

Covas tem feito um discurso que dá a entender que encontrou uma situação desfavorável nas contas e que sua gestão colocou a casa em ordem. Ele cita um suposto rombo de R$ 7,5 bilhões.

A afirmação durante um debate fez com que o PT prometesse acionar Covas, acusando-o de propagar fake news. Em nota, a campanha de Covas diz que o orçamento de Haddad era “irrealista e maquiado”.

Checagem da agência Lupa mostro

u que a afirmação de Covas era falsa. Segundo a agência, Haddad deixou R$ 5,34 bilhões em caixa, conforme o relatório de fiscalização do Tribunal de Contas do Município de São Paulo daquele ano.

O documento afirmava que “as disponibilidades financeiras da prefeitura em 31.12.16 eram suficientes para saldar as obrigações de curto prazo. Se todas essas obrigações fossem pagas, restaria um saldo da ordem de R$ 3 bilhões”.

Covas também tem batido na tecla em debates de que o endividamento caiu em sua gestão. Checagem da agência Lupa publicada na Folha também mostrou que, de fato, o endividamento referente ao segundo quadrimestre de 2020, é de 38,5%, enquanto era de 92% no final da gestão Haddad.

A diminuição, porém, também foi consequência da renegociação de dívida entre a prefeitura e a União no início de 2016, na gestão de Haddad.

Antes da renegociação, o indexador da dívida era o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) acrescido de juros de 9% ao ano. Após renegociação, passou a ser o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acrescido de juros de 4% ao ano, limitado à variação da Selic.

Devido ao acordo o endividamento do município caiu de 182% (último quadrimestre de 2015) para 92% (último quadrimestre de 2016).

 

*Artur Rodrigues/Folha

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