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Pela memória de quem nunca se calou para nos dar voz e vida

“O cultivo da memória renova a fé na luta contra a imposição do suplício e revaloriza quem travou – sob sangue – uma cruzada pela vida”, diz Tiago Barbosa.

Abusaram da truculência, do silenciamento e da intolerância porque a profecia de um mundo mais justo, abençoado e misericordioso colidia com o poder.

Com o domínio exercido pela força de um corpo armado onipresente e intimidador, avesso às boas novas de um horizonte de esperança e partilha.

A palavra virou inimiga para cercear o semeio de um convívio fraterno em uma comunidade já testemunha de atos milagrosos da coragem.

Cada reunião, amparo, pregação tomava vulto de insurgência contra a ordem instituída e ensejava reações violentas habituais das opressões.

Vigiaram. Prenderam. Bateram. Torturaram física e mentalmente para violar o corpo, a alma, a convicção, o espírito do tempo.

No calvário histórico, houve quedas. Várias. Mas a garra a cada levantada rachou com luz as trevas de um regime feito para controlar, calar e matar.

E mataram, sim.

Não sem antes humilhar, expor e tripudiar da carne, das ideias, da verdade crucificada como símbolo de perigo, heresia, desobediência.

Mas a palavra teimou em ressuscitar pela tenacidade de quem repelia com ódio e nojo o autoritarismo disfarçado de ordem e progresso.

A liberdade raiou. A redenção reluziu.

E não dá para esquecer, apagar, menosprezar a lembrança sob risco de reincidências tirânicas e outros mitos reativarem a dor e a violação de cada um, do próximo, de todos.

O cultivo da memória renova a fé na luta contra a imposição do suplício e revaloriza quem travou – sob sangue e destemor – uma cruzada pela vida.

Calhou ser na Páscoa – tempo de reflexão pelo destino de Cristo, torturado e morto por agir e pensar diferente – a passagem dos 60 anos do golpe militar no Brasil.

Recordar para nunca repetir é ato de respeito à dignidade humana – tributo justo e necessário a quem jamais se calou para nos dar voz e vida.

Sem silêncio. Sem medo. Sem anistia.

*Tiago Barbosa/247

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Mundo

Justiça concede liberdade a Daniel Alves com fiança de R$ 5,5 milhões

Magistrados ordenaram a retirada dos passaportes e distância de 1 km da vítima.

O ex-jogador brasileiro Daniel Alves, condenado a quatro anos e meio de prisão pelo estupro de uma jovem de 23 anos em uma boate em Barcelona, poderá ser libertado provisoriamente se pagar fiança de € 1 milhão, equivalente a R$ 5,5 milhões.

Por dois votos a um, o Tribunal de Barcelona concordou parcialmente com o pedido da defesa de Alves para libertá-lo, enquanto se aguarda a sentença final. A notificação foi dada pouco antes das 12h (8h no Brasil) desta quarta (20).

Segundo informação da agência France Presse, a advogada da vítima, Ester García, criticou a decisão do tribunal, dizendo que se tratava de “justiça para ricos”

A decisão impôs diversas condições e medidas cautelares. Além da fiança, os magistrados ordenaram a retirada dos dois passaportes de Alves (espanhol e brasileiro). Desta forma, após verificação do pagamento, será acordada a sua libertação provisória, segundo a Folha

Caso saia, o jogador estará proibido de se aproximar da denunciante a uma distância inferior a um quilômetro da sua casa, de seu local de trabalho e de qualquer outro local que frequente. Também não poderá se comunicar com ela por qualquer meio.

O tribunal proibiu Alves de sair do território nacional e, além disso, impôs a obrigação de comparecer perante o Tribunal Provincial de Barcelona semanalmente e em todos os momentos que for convocado e exigido pelas autoridades judiciárias.

A notificação esclarece que a atual prisão de Alves, enquanto aguarda a sentença final, “não pode em caso algum ser a de antecipar os efeitos de uma hipotética pena que possa ser imposta”. Este ponto, enunciado no despacho, exige, após um período de prisão preventiva, a avaliação das circunstâncias pessoais e da eventual necessidade de manutenção da medida.

A decisão surge um dia depois de ter sido realizada a audiência em que a defesa de Alves pediu a sua liberdade provisória, alegando que já cumpriu um quarto da pena.

“Acredito na justiça, não vou fugir”, disse Alves, em sua defesa, na terça. O Ministério Público e a acusação opuseram-se à medida com o argumento de que o jogador de futebol tem condições financeiras para fugir. A advogada de defesa, Inés Guardiola, argumentou, porém, que ele tem domicílio e raízes em Barcelona.

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Segundo Guardiola expôs na terça, Alves já cumpriu um quarto da pena que o tribunal impôs no final de fevereiro —o que, em caso de sentença definitiva, o habilitaria a começar a receber benefícios penitenciários— e afirmou que o brasileiro não fugiria.

A defesa havia proposto uma fiança de 50 mil euros (R$ 273 mil) e a entrega dos passaportes. Alves, que estava na prisão, participou da audiência por videoconferência.

Mas o estabelecimento da fiança de € 1 milhão pode causar dificuldades ao ex-jogador. Basta lembrar que, no ano passado, para pagar € 150 mil (R$ 818 mil) como “atenuante de reparação de dano”, Daniel Alves contou com a ajuda de Neymar.

O atleta não tem acesso a seus bens devido a processos no Brasil. O atenuante foi utilizado como forma da defesa para diminuir a pena. Segundo artigos do Código Penal espanhol, o mecanismo pode reduzir a sentença em até a metade.

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Política

Querem suprimir de Lula o direito de escolher o próximo ministro do STF com ampla e total liberdade

Ricardo Bruno*

Cresce a pressão de setores engajados na luta identitária pela indicação de uma mulher negra para o Supremo Tribunal Federal. Não bastasse a ampla difusão da proposta nas redes sociais, a campanha se multiplicou em filmes e outdoors, exibidos mundo afora, em pontos estratégicos, entre os quais a Time Square, vitrine mundial do capitalismo, e a Índia, palco da última reunião do G 20.
Em princípio, o pleito parece absolutamente correto. Irretocável. Num país com débito estrutural com a população afrodescendente, a ascensão de uma mulher negra à Suprema Corte teria forte simbolismo. Contribuiria para a quebra de paradigmas – arraigados na sociedade brasileira pelo atraso manifesto de nossas classes dominantes. Não por acaso, o Brasil ostenta a triste marca de ter sido o último país do mundo a abolir a escravidão.

A desigualdade racial é uma das mais terríveis chagas da sociedade brasileira. O vergonhoso contraste social entre brancos e pretos trai o atraso civilizatório em que continuamos imersos. Romper as amarras deste modelo é sim um desafio a ser enfrentado por nossos governantes, especialmente no momento em que o país é dirigido pela maior liderança progressista-popular do mundo contemporâneo.

Ninguém mais do que o presidente Lula contribuiu para mudar esse quadro de desigualdades profundas, abissais. Não há registro histórico de movimentos mais afirmativos em favor da população negra do que o conjunto de medidas adotadas pelo líder petista nos períodos em que governou o país. A política de cotas, por exemplo, transformou o perfil dos estudantes universitários brasileiros. De acordo com pesquisa do PNAD, pretos e pardos já são a maioria dos brasileiros matriculados em universidade públicas. Outros programas, como o Prouni e o Fies, também foram preponderantes para abrir espaço para pobres e negros nas universidades particulares. É profunda, transversal e enormemente potente a ascensão social decorrente dessas iniciativas.

A luta identitária é bem-vinda, extremamente benfazeja à sociedade brasileira, historicamente maculada por este enorme déficit social. Os grupos de representação étnica ou de minorias, como LGBT e afins, são essenciais para nossa evolução civilizatória. O movimento, contudo, não deve se sobrepor ao problema estrutural do país: o combate à pobreza, à desigualdade e à miséria. Todos os outros avanços serão impulsionados a partir do momento em que houver mais empregos e oportunidades aos brasileiros.

A escolha do próximo integrante do STF é uma das questões que transcendem a bandeira identitária. Os critérios que vão balizar a indicação não podem se restringir à pauta desses movimentos de vanguarda. Além das exigências constitucionais, é necessário observar outros quesitos, entre as quais a afinidade absoluta de princípios e visões de mundo. O presidente e o futuro ministro precisam comungar de opiniões sobre temas bem mais amplos do que o ideário identitario. Eventualmente, a indicação poder recair sobre uma mulher negra. Mas a origem étnica não pode ser exclusivamente o critério de definição.

Ademais, o presidente Lula não pode ser emparedado com um suposto estereótipo progressista para a definição do próximo ministro. A pressão pela escolha identitária vem curiosamente de grupos ligados ao megainvestidor George Soros, que através da Open Society Fundation os financia. Vem daí também o estímulo à máxima estridência na abordagem das pautas identitárias em detrimento do eixo central de atuação do governo, delimitado pela recuperação da economia nacional e o combate à fome.

De resto, não se pode suprimir de Lula o direito constitucional de escolher o próximo ministro com ampla e total liberdade. Sem limitações ou modelos previamente definidos para atender a interesses de grupos. Ainda que tais interesses sejam os mais nobres.

*Com Agenda do Poder

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Telegram envia mensagem a usuários e diz que PL 2630 vai “acabar com liberdade de expressão”

A rede social de troca de mensagens instantâneas Telegram enviou aos seus usuários, nesta terça-feira (9), um comunicado criticando o PL 2630 – o das Fake News – afirmando que o projeto “irá acabar com a liberdade de expressão” no país e dá “poderes de censura sem supervisão judicial prévia” ao governo.

O texto ainda alega que o PL “é uma das legislações mais perigosas já consideradas no Brasil” em relação aos “direitos humanos fundamentais” e pede que usuários conversem com os deputados federais a fim de votar contra a proposta (há um hiperlink para o endereço de contato com parlamentares brasileiros inserido na mensagem).

https://twitter.com/orlandosilva/status/1656008616871174155?s=20

O Telegram enfrenta embate com a justiça brasileira, após não ter cumprido, segundo as autoridades, pedidos judiciais sobre identificação de usuários em grupos neonazistas na plataforma.

Em uma das investigações da Polícia Federal, por exemplo, é apontado que um adolescente apontado como responsável por um ataque a escolas em Aracruz, no Espírito Santo, no ano passado, fazia parte de chats neonazistas através do Telegram.

Não é a primeira vez que uma rede se posiciona contrariamente ao PL 2630. No dia 1 deste mês, o Google incluiu na página inicial de sua busca um link que dizia: “O PL das fake news pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”. A plataforma foi alvo de críticas e chegou ter multa milionária imposta pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) caso não retirasse o texto do ar.

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Política

Vídeo: Lula, na Inglaterra, faz uma bela defesa Julian Assange; o jornalista criador do WikiLeaks está preso em Londres desde 2019

Após ser perguntado por uma jornalista sobre Julian Assange, preso político que está na Inglaterra sob ameaça de extradição aos EUA, onde pode ser condenado por vazar documentos secretos, Lula diz que “é uma vergonha que um jornalista que denunciou as falcatruas de um Estado contra os outros esteja preso” (veja vídeo abaixo).

Assange, fundador da WikiLeaks, vazou documentos secretos dos EUA, mostrando dados sobre o ataque aéreo a Bagdá em 12 de julho de 2007, os registros de guerra do Afeganistão e do Iraque e o CableGate (vazamento de telegramas diplomáticos do país, iniciado em novembro de 2010)

Tais documentos revelavam excessos dos EUA durante os mencionados conflitos armados. No ataque aéreo a Bagdá, por exemplo, doze homens foram mortos, incluindo dois funcionários da agência de notícias Reuters, e duas crianças ficaram seriamente feridas. Já os telegramas do CableGate traziam, inclusive, críticas a líderes políticos brasileiros e pedido de vigilânia sobre alguns deles, por parte de políticos estadunidenses, visando vantagens estratégicas sobre o país.

“É uma vergonha que o Assange, um jornalista que denunciou falcatruas de um Estado contra outro, esteja preso e a gente não faça nada para libertá-lo. Acho que é preciso um movimento da imprensa mundial em defesa da liberdade dele, mas também da liberdade para denunciar as coisas”, afirmou o presidente Lula.

*Com Agenda do Poder 

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Cabos eleitorais de Lira acenam com liberdade de Bolsonaro; deputado nega

Em campanha pela reeleição, Arthur Lira tem usado um argumento forte para pedir o apoio de bolsonaristas e ser ungido quase por unanimidade.

Segundo Guilherme Amado, Metrópoles, aliados de Arthur Lira foram a campo com um argumento de peso para conquistar os votos de bolsonaristas para a reeleição do atual presidente: a liberdade de Jair Bolsonaro.

Deputados bolsonaristas dizem ter ouvido de cabos eleitorais de Lira a promessa de que, se o atual presidente da Câmara tiver o voto deles para um novo mandato à frente da Casa, ele garantirá que Bolsonaro não seja preso por nenhum dos crimes de que o ex-presidente é acusado.

À coluna, a assessoria de imprensa de Lira nega que ele tenha defendido isso.

Lira trabalha para ser praticamente ungido na disputa, com o apoio de governistas e da oposição bolsonarista.

Alguns deputados da oposição, entretanto, têm questionado por que apoiar um presidente da Câmara que também é apoiado pelo governo.

(Atualização, às 10h27 de 22 de janeiro de 2022: A primeira versão deste texto informava que era Lira quem prometia a liberdade de Bolsonaro, caso ele fosse reeleito. O título foi reescrito em nome da precisão da informação.)

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Vivi para ver bolsonarista gritando Lula Livre!

Vendo que Lula deu um nó tático na direita golpista e nos lavajatistas de Curitiba, pupulam comentários nas redes sociais, dizendo que Lula não tem direito a querer ficar preso.

Sim, isso está acontecendo e enfestando as redes sociais.

Gente revoltada com Lula porque ele não aceita regime semiaberto ou prisão domiciliar e prefere ficar preso em Curitiba para o desespero de Moro, Dallagnol e a boiada bolsonarista.

Lógico que brotam teorias e “leis” que saem da cachola dessa gente de bem sobre a posição de Lula de puxar o tapete da Lava Jato.

A posição de Lula é simples:

Lula rejeita o pedido do promotor de ir para a prisão domiciliar porque ele quer que todo o processo seja anulado e não quer sair da prisão enquanto isso não ocorrer.

Lula crava: “Não troco minha dignidade por minha liberdade”

Em carta escrita pelo próprio punho, Lula é direto:

“Tudo o que os promotores da Operação Lava Jato realmente devem fazer é pedir desculpas ao povo brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família pelos danos que causaram à democracia, à justiça e ao país”

O fato é a cela de Lula se tornou o principal escritório político do país e ficou muito maior do que o Palácio do Planalto.

É isso que enfurece os bolsomínions.

Saber que Lula preso tem muito mais força política que Bolsonaro no Brasil e no exterior deixa o mundo bolsonarismo em estado de cólera.

 

*Da redação

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Vídeo: Advogado de Lula lê a sua carta em que nega o regime semiaberto

Cristiano Zanin formaliza a posição de Lula que mantém intocáveis suas convicções.

Falando uma linguagem objetiva e direta, Lula diz que seria uma contradição aceitar a condição de um criminoso que ele nunca foi e sim quem o colocou numa prisão política. Portanto, fica entendido o posicionamento e a luta de Lula para provar sua inocência sem abrir mão de sua dignidade.

Não aceita outro motivo de sua liberdade que não seja a confissão de culpa de quem o condenou sem provas e mantém sua palavra de que só sai da prisão quando for decretada a sua inocência e que espera que aconteça a partir do Supremo Tribunal Federal.

https://www.facebook.com/Lula/videos/383633272566399/?t=10

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A dignidade acima de tudo: Carta de Lula diz NÃO à Lava Jato

“Não troco a minha dignidade pela minha liberdade”, diz Lula em carta escrita ao povo brasileiro.

Em carta destinada à população, divulgada pelo site oficial de Lula nesta segunda-feira (30), o ex-presidente mandou um recado para o procurador Deltan Dallagnol e reafirmou que não aceitará deixar a prisão para ir ao regime semiaberto, que está sendo peticionado à Justiça pela operação Lava Jato.

De acordo com o petista, “tudo o que os procuradores da Lava Jato realmente deveriam fazer é pedir desculpas ao povo brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família pelo mal que fizeram à democracia, à justiça e ao país”.

“Não troco minha dignidade pela minha liberdade”, repetiu o ex-presidente, reforçando ainda que cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) rever o seu processo.

Leia a íntegra.

Ao Povo Brasileiro

Não troco minha dignidade pela minha Liberdade.

Tudo que os procuradores da Lava Jato realmente deveriam fazer é pedir desculpas ao Povo Brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família, pelo mal que fizeram à Democracia, à Justiça e ao país.
Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha Liberdade.

Já demonstrei que são falsas as acusações que me fizeram. São eles e não eu que estão presos as mentiras que contaram ao Brasil e ao Mundo.

Diante das arbitrariedades cometidas pelos Procuradores e por Sergio Moro, cabe agora a Suprema Corte corrigir o que está errado, para que aja justiça independente e imparcial. Como é devido a todo cidadão.

Tenho plena consciência das decisões que tomei neste processo e não descansarei enquanto a verdade e a Justiça não voltarem a prevalecer.

 

 

 

*Com informações da Forum